Mais uma conquista de Yannick Noah

Maior personalidade da França no esporte e na música por muitos anos seguidos, último campeão de Roland Garros (em 1983), Yannick Noah estava um pouco afastado do esporte quando resolveu assumir o cargo de capitão da Copa Davis, novamente, em 2016. Jogava algumas exibições – inclusive veio ao Rio em 2012 jogar no Jockey Club Brasileiro -, manteve o seu projeto Fete le Mur, espalhando o tênis pela França, mas queria mais é saber de tocar (e olha que ele chegou a levar 80.000 pessoas ao Stade de France), suas músicas ficaram no hit parade por semanas seguidas e aproveitar a vida e a família.

Mas, ao ver a França perder para a Suíça de Roger Federer, no mesmo estádio de Lille, onde hoje conquistou a sua 10a saladeira, Yannick Noah não se conteve.

Criticou os jogadores, criticou a estrutura criada em volta e criticou o então capitão Arnaud Clement, ex-jogador e mais amigo dos tenistas que um líder do time.

Se colocou `a disposição da Federação Francesa para fazer a equipe ganhar a Davis. Seu antecessor e sucessor – quando ele deixou o posto pela primeira vez depois das conquistas de 1991 e 1996 – chegou a vencer a Taça em 2001, diante da Austrália, mas com o passar do tempo já não tinha tanta influência sobre os jogadores.

Noah reclamou do buzz midiático em volta da equipe exagerado; criticou a falta de entrega dos jogadores que pareciam não estar lá e colocou como missão mostrar os valores da Davis para os tenistas.

Foi difícil no começo. Essa geração, que nunca havia ganhado a Davis até hoje diante da Bélgica, nem venceu Grand Slam, vem sendo considerada há mais de década como a melhor era de jogadores franceses. Tsonga, Monfils, Gasquet, Simon, os mosqueteiros modernos, mais o jovem Pouille, Herbert, Mahut, Bennetteau, estavam todos vendo o tempo passar.

Noah msotrou a todos que o tempo estava voando e não estava passando. Precisavam mudar de atitude rapidamente.

No começo não foi fácil. Teve desavenças com alguns jogadores. Chamou Pioline para trabalhar ao seu lado e foi com as suas convicções para o circuito.

Aos poucos foi mostrando seu estilo de trabalhar e convencendo jogadores da importância de jogar aqueles confrontos na Ásia, ou em outro tipo de piso no meio da temporada, logo depois de um Grand Slam.

Com isso foi unindo a equipe e os egos foram diminuindo. Hoje todos se tornaram heróis, graças ao maior herói da Franca, Yannick Noah. (link para um outro texto que escrevi sobre ele, para conhecer mais do mito).

A história improvável de Noah, que foi descoberto por Arthur Ashe – detalhes deste encontro são relatados no livro do Richard Evans, The Roving Eya – em um tour pela África, nos Camarões, continua.

Diana Gabanyi

Rio Open levará para a IMG Academy alunos de projetos sociais apoiados pelo torneio

O Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, não só movimenta os grandes tenistas da atualidade como oferece oportunidades para o crescimento do esporte no Rio e no Brasil. Desde sua primeira edição, a organização do evento apoia projetos que usam o tênis como ferramenta de desenvolvimento humano e inclusão social.

Em 2017, uma das ações realizadas durante o Rio Open foi o Torneio Winners,  disputado nas quadras do Jockey Club, com a participação de alunos dos cinco projetos sociais apoiados pelo torneio: Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Tênis Solidário, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro.  A premiação: uma semana de treinamento na IMG Academy (EUA), liderada por Nick Bollettieri, considerado um “mago” do tênis por descobrir e lapidar nomes como o americano Andre Agassi e a russa Maria Sharapova.

Seis crianças e jovens que participaram do Winners  — um de cada projeto e mais um sorteado entre os campeões — embarcam no próximo dia 22 para esta experiência única. Os coordenadores dos projetos sociais acompanharão o grupo, assim como Luiz Carvalho, diretor do Rio Open.

“Se participar do Rio Open já é uma experiência transformadora para eles, essa viagem vai marcar para sempre. Torço para que sirva de incentivo para que eles continuem se desenvolvendo como cidadãos e sendo exemplos nos projetos sociais dos quais fazem parte.  É muito gratificante podermos proporcionar isso”, disse Luiz Carvalho, o Lui.

Dentro da programação estão previstos treinos em quadra (com diferentes enfoques), treinos de condicionamento físico, partidas de tênis, além de atividades em sala focadas em estratégia de jogo, condicionamento mental, nutrição e o uso de equipamentos.

Além da programação esportiva, os alunos, que ficarão alojados na própria instalação onde os atletas da academia ficam, terão oportunidade de conhecer a Disney.

Vale ressaltar que, neste ano, a ação social do Rio Open foi premiada pela ATP, através do Programa Aces for Charity, de incentivo a causas sociais.

 

Prêmio IGK comemora 15 anos

O Instituto Guga Kuerten revelou, ontem à noite, o nome dos oito vencedores do Prêmio IGK – A Grande Jogada Social. A 15ª edição do evento reuniu convidados no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, para conhecer os projetos sociais e de comunicação em destaque no ano. A cerimônia de entrega da premiação foi finalizada com o tricampeão no palco, cantando reggae ao lado dos músicos da “Marley in Camerata”.

Acompanhado por toda a Família Kuerten, Guga assistiu as peças de teatro da APAE e a performance dos bailarinos do IGKDance, grupo de dança dos educandos do Instituto Guga Kuerten. As atrações foram intercaladas com as premiações e agradecimentos às empresas parceiras que apoiam os programas do IGK, fundado há 17 anos.  O objetivo do Prêmio IGK é garantir visibilidade à pessoas e instituições que trabalham em prol da educação com crianças ou desenvolvam projetos para pessoas com deficiência, em Santa Catarina.

“Se a gente olhar para trás para analisar esses 17 anos levaríamos um susto. Mas, fomos, a cada dia, construindo e vivendo esse sonho”, explicou Guga ao lembrar que o Instituto já beneficiou 74 mil pessoas.  “No Prêmio IGK a gente tenta trazer para vocês o que acontece no dia-a-dia dos projetos, um trabalho que é realizado com muita alegria e determinação. Fazemos tudo isso em troca de um sorriso, de um abraço é isso que nos dá energia para ir adiante”, resumiu o líder do ranking profissional no ano 2000.

Antes de encerrar o evento, Guga aceitou o “desafio” dos músicos da Marley in Camerata que desenvolvem projetos de aproximação da música erudita com gêneros populares. No palco, ele interpretou dois clássicos de Bob Marley: One Drop e Three Little Birds, para os 700 convidados que prestigiaram o 15º Prêmio IGK – A Grande Jogada Social.

Confira abaixo a lista dos vencedores:

15º PRÊMIO IGK – A GRANDE JOGADA SOCIAL

– Categoria Jornalismo I: Guilherme Lira – SC Mais / NSC TV
– Categoria Jornalismo II: Marcelo Siqueira – Compreendendo o amigo paralímpico / NSC TV (Florianópolis)
– Categoria Inclusão no Esporte: Cleiton Luiz Tamazzia – Projeto Pernas Solidárias (Joinville)
– Categoria Mobilização Comunitária: Carina Zagonel – Projeto Armário Coletivo (Florianópolis)
– Categoria Ação Educativa Ambiental: Monitoramento Mirim Costeiro (Garopaba)
– Categoria Ação Educativa de Prevenção: APAE de Xaxim – Projeto Concurso de prevenção a novos casos de deficiência através da rádio-novela
– Categoria Inclusão no Esporte: ACIC (Associação Catarinense para o Cego) – Projeto O esporte como estratégia de inclusão
– Categoria Especial: Augusto Delfino – primeiro bacharel em Educação Física, com paralisia cerebral do Brasil

Foto – divulgação…


					

Escolha do material do piso é fundamental para a qualidade de um jogo de tênis

Sem dúvida, o piso de uma quadra é fundamental para a qualidade de um jogo de tênis, seja o saibro, a grama ou o piso sintético.

Muitas vezes, é elemento de contestação de jogadores, que reclamam do aparecimento de dificuldades encontradas como quadra escorregadia ou nivelamento inadequado do saibro. Por isso, é fundamental que os produtos escolhidos para as quadras, de torneios ou de treino, sejam da maior qualidade.

Nesse sentido, a Pó Piacentini vem trabalhando com excelência para fornecer o melhor pó de telha para quadras de saibro, com técnica e muito profissionalismo, um pó cerâmico especial e ideal para a cobertura de quadras de tênis, legítimo, feito com matéria prima das melhores cerâmicas, o que garante durabilidade do produto aplicado, moído em curva granulométrica e ideal para tênis.

Com estoques sempre regulares, além do pó cerâmico, a Pó Piacentini fornece também saibro peneirado e ensacado, rede, faixa central, mosquetão, limpa linhas, raspador, escovão, linhas demarcatórias e pregos galvanizados.

Por isso, a empresa já forneceu para os maiores torneios do Brasil e da América do Sul, como o Rio Open, o Brasil Open e os jogos Pan Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

(Quadra central do Rio Open 2016, com o Pó Piacentini)

Além disso, tem logística de distribuição nacional, com transportadoras regionais a Pó Piacentini viabiliza a entrega na medida certa para clubes, academias e condomínios, garantindo assim a cobertura das quadras de tênis de saibro em todo Brasil.

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#Guga97 – A chave

#Guga97

Quando Roland Garros 1997 a expectativa era de um bom resultado para o Guga. Chegar a uma terceira rodada, quem sabe a uma segunda semana seria extraordinário.
Ganhar o torneio? Ninguém imaginava.

Especialmente quando saiu a chave e havia 3 campeões de Roland Garros no meio do caminho.


Thomas Muster, Yevgeny Kafelnikov e Sergi Bruguera.

Guga acabaria vencendo os três.

Não eram só os 3 campeões de Grand Slam que estavam no caminho dele. O cabeça de chave 1 naquele ano era Pete Sampras; o segundo pré-classificado, Michael Chang, outro ex-campeão. Ainda na lista dos cabeças – 16 apenas na época, Rios, Correjta e Moya, todos bem mais ranqueados que o Guga na época.

Veja a chave completa de Roland Garros 1997 aqui

Diana Gabanyi

Teliana estreia com vitória em Saint Gaudens

A tenista brasileira Teliana Pereira estreou com vitória no ITF de Saint Gaudens, na França, com premiação de U$ 60 mil. Ela venceu a norte-americana Sachia Vickery,135a na WTA, por 3/6 7/5 7/5 e agora enfrenta a a espanhola Silvia Soler Espinosa (149a), por uma vaga nas 4as de final da competição.

Teliana estreia com vitória em Saint Gaudens

Para entrar na chave principal do ITF francês no saibro, Teliana precisou passar pelo qualifying, vencedo dois jogos disputados e hoje marcou a sua 3a. vitória seguida.

“É sempre bom vencer jogos duros. Não estou começando muito bem os jogos, mas estou encontrando uma maneira de vencer e isso é muito importante,” disse Teliana, atualmente na 252a. posição na WTA.

Laura Pigossi é vice-campeã do Circuit Feminino Future de Tênis em SP

A russa Irina Khromacheva mostrou toda sua qualidade de número 89 do ranking mundial e conquistou com autoridade a segunda etapa do Circuito Feminino Future de Tênis, ao derrotar neste domingo a paulista Laura Pigossi, mais de 300 posições atrás na lista internacional, com as parciais de 6/2 e 6/1.
Laura Pigossi é vice-campeã em SP
Este foi o 10º título de Khromacheva em torneios de nível challenger e o segundo conquistado no Brasil. Há quase seis anos, em Ribeirão Preto, ela também ganhou uma etapa do Circuito que era então sua primeira conquista internacional. “Tive alguma dificuldade com o saque devido à posição do sol. Sabia que teria de ser consistente, porque ela nunca desiste dos pontos. A chave foi manter o foco o tempo todo”, avaliou a campeã.
O público superlotou o estádio principal do clube Paulistano e incentivou Pigossi, prata da casa, o tempo inteiro, mas a força e a regularidade da cabeça 1 foram preponderantes em quase toda a partida. A brasileira procurou ser agressiva no começo de partida, atacando até mesmo o segundo saque da adversária canhota, mas faltou precisão em alguns momentos. A partir da primeira quebra de saque, Khromacheva ficou confiante e aí passou a ter o domínio da partida.
“Queria demais esse título, que seria meu primeiro de nível challenger, mas ela foi superior”, lamentou Pigossi, de 22 anos. “O importante é que tive uma semana incrível, em que pude constatar que meu tênis e meu físico estão em evolução”. Laura retorna para Barcelona, onde passou a morar desde setembro. Em abril, disputará o WTA de Bogotá.
Antes da final, os organizadores do Circuito Feminino homenagearam Marília Silberberg, um dos grandes nomes do Paulistano e do tênis paulista, falecida em janeiro de 2000. Os filhos Fabio e Adriana receberam uma placa.
O Circuito Feminino terá mais duas etapas, ambas da categoria future, marcadas para a Sociedade Hípica de Campinas, a partir do dia 24 de março, e para o Clube de Campo Santa Rita, em São José dos Campos, com início dia 31.

 

João Ferreira e Nathalia Gasparin vencem o Rendez Vous a Roland Garros

O Rendez-Vous à Roland-Garros concluiu neste domingo a sua terceira edição com a paranaense Nathalia Gasparin e o mineiro João Ferreira conquistando o título e a ida a Paris para encarar nos dias 26 e 27 de maio os campeões de China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia e Japão em busca de uma vaga na chave principal do torneio juvenil de Roland-Garros.

João Ferreira e Nathalia Gasparin vencem o Rendez Vous a Roland Garros

Nathalia Gasparin garantiu o troféu do Rendez-Vous à Roland-Garros e a ida a Paris ao vencer a também paranaense Vitória Okuyama, sua parceira de duplas e companheira de treinos no Clube Curitibano, com parciais de 6/0 6/4.

Em um duelo que é frequentemente equilibrado, Nathalia conseguiu ter o controle da partida desde o primeiro set e aproveitou as chances que teve para levar vantagem. “Eu comecei super concentrada, focada já ponto a ponto, super determinada. Joguei super bem o primeiro set, não estava errando nada. O segundo foi mais duro, mas me mantive sempre focada e estou muito feliz pela minha vitória”, afirmou a campeã.

Depois de evitar até a final falar sobre a possibilidade de ir a Roland-Garros, com a vitória ela pôde finalmente comemorar a ida à França. “Agora posso falar que vou. É uma oportunidade única, vou tentar dar o meu máximo lá também igual eu fiz aqui e tomara que eu consiga ganhar lá também. Nunca fui e a expectativa para conhecer é grande!”, finalizou.

João Ferreira conseguiu o título ao vencer o brasiliense Gilbert Klier Junior, cabeça de chave número 2, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6(6) 0/6 6/2. “Estou feliz em ganhar o Rendez-vous à Roland-Garros aqui em Floripa, foi uma semana incrível, consegui jogar muito bem, foi um jogo bem duro, comecei perdendo, mas estava com um jogo bem sólido e consegui virar. O terceiro set foi bem duro, meu físico prevaleceu durante o jogo também, estou muito feliz. Foi uma semana com gostinho diferente por ser RolandGarros, serve como um  motivo a mais para eu continuar treinando e chegar em Roland-Garros melhor do que eu estava aqui”, disse emocionado João Ferreira.

A decisão do terceiro lugar, que serve para definir a substituição em caso de o tenista não poder ir ou entrar diretamente na chave juvenil de Roland-Garros, foi vencida pelo carioca Christian Oliveira no masculino e pela paulista Alexandra Silva.

A cerimônia de premiação do torneio, logo após as finais, contou com a presença do  o tricampeão de Roland-Garros, Gustavo Kuerten. Guga destacou que a sua primeira conquista de Roland-Garros foi na chave juvenil do grand slam parisiense, em 1994, ao lado do equatoriano Nicolas Lapentti. “Para essa garotada isso aqui é fundamental, pois o dia a dia deles é difícil, é duro. Tem toda a simbologia, o sonho de Roland-Garros, é um estímulo, mais gasolina para voltar para as quadras e uma esperança e tanto para quem vai, quem experimenta esse gostinho de saborear Roland-Garros. Os garotos precisam disso para sobreviver, para suportar os técnicos no dia a dia, ter empenho dentro da quadra, nos estudos, essa fase de 15, 16, 17 e 18 anos começa a afunilar, é difícil, pelo menos aqui é uma sobremesa que eles podem sentir o gostinho e levar para casa”, disse Guga Kuerten.

Rendez-Vous à Roland-Garros: Esta foi a terceira edição do torneio no Brasil. Foram quatro dias de jogos, com 32 tenistas juvenis dando o seu melhor em busca da conquista que premia o melhor menino e a melhor menina para jogar em Paris a “Final entre as Nações”. Nas duas primeiras edições foram dois brasileiros que ganharam a final entre as nações masculina, nas quadras de saibro de Paris e entraram na chave principal de Roland-Garros Junior: Rafael Wagner (2016) e Gabriel Decamps (2015). Este último, Gabriel, após a oportunidade de jogar Roland-Garros Junior obteve um crescimento em sua performance, chegando a Top 17 do mundo e neste ano de 2017 terá ranking para entrar diretamente da chave principal do grand slam juvenil parisiense.

“O torneio foi muito importante para a minha carreira. É um torneio justo e importante para achar novos talentos. Gostaria de agradecer e parabenizar a CBT e a FFT pela iniciativa”, fala Rafael Wagner, vencedor da final das nações em 2016.

Pela primeira vez em Florianópolis, ele comemorou a passagem dos 20 anos da primeira conquista de Gustavo Kuerten em Roland Garros. Foi na quadra 7 do Lagoa Iate Clube que Guga fez o seu último treino antes de embarcar para Paris, para se consagrar pela primeira vez o campeão de Roland-Garros, em 1997.

Neste ano foi criado, pela primeira vez, para a classificação, o “Road to Rendez-Vous à Roland-Garros”, com os rankings do Circuito Centro-Oeste, Circuito Paulista, Circuito Rota do Sul, Circuito Sudeste e Circuito Sul-Brasileiro.

O Circuito Regional aconteceu no mês de janeiro e a disputa foi equilibrada. Tenistas de vários estados participaram em busca da liderança no ranking da categoria 18 anos, sendo que no Centro-Oeste e Rota do Sol, a classificação feminina se deu pelo ranking de 16 anos. Os rankings contaram apenas os resultados de simples de cada torneio e no Sudeste foi usada a pontuação de duplas para desempate.

O Brasil em Roland-Garros Junior:

A tradição do tênis profissional brasileiro em Roland-Garros também se estende na chave juvenil do grand slam. Um levantamento feito pela Confederação Brasileira de Tênis mostra que desde Guga Kuerten, que foi campeão em duplas juntamente com o equatoriano Nicolas Lapentti em 1994 na chave juvenil do torneio, mais onze tenistas brasileiros chegaram às semifinais ou quartas-de-finais das disputas juvenis de Roland-Garros Junior: Flávio Saretta em 1998, a dupla Thiago Alves e Bruno Soares em 2000, Fernando Romboli em2007, Guilherme Clezar em 2009, Tiago Fernandes em 2010, Thiago Monteiro em 2012, Bia Haddad Maia em 2012 e 2013, Marcelo Zormann, Luiza Stefani, Orlando Luz e João Menezes em 2014 e Orlando Luz em 2016. Além disso, dois tenistas brasileiros da categoria de base foram campeões da Final entre as Nações do “Rendez-vous à Roland Garros”: Rafael Wagner (em 2016) e Gabriel Decamps (em 2015), sendo que Decamps agora em 2017 terá ranking para entrar diretamente na chave principal do grand slam francês.  Este torneio é promovido no Brasil pela Federação Francesa de Tênis e pela Confederação Brasileira de Tênis no Brasil, dando oportunidade dos vencedores disputarem em Paris, com tudo pago, a final entre as Nações, cujos campeões da categoria feminina e masculina garantem a entrada direta na chave principal de Roland Garros Juvenil.

Principais conquistas do Brasil em Roland Garros Junior:

2016 – Rafael Wagner ganhou a final entre as Nações do Rendez-vous à Roland Garros e entrou na chave principal do grand slam juvenil.

2016 – Orlando Luz/ Yunseong Chung (KOR) – Vice-campeões

2015 – Gabriel Decamps ganhou a final entre as Nações do Rendez-vous à Roland Garros e entrou na chave principal do grand slam juvenil. Após isso sua carreira deslanchou e chegou a Top 15 do ranking mundial juvenil (ITF)

2014 – Orlando Luz – Semifinalista

– Orlando Luz/João Menezes – Semifinalistas

– Luiza Stefani/Renata Zaragua (MEX) – Semifinalistas

– Marcelo Zormann – Quadrifinalista

2013 – Bia Hadad Maia/Domenica Gonzalez (ECU) – Vice-Campeãs

2012 – Bia Hadad Maia/Montserrat Gonzalez (PAR) – Vice-campeãs

– Thiago Monteiro/Gianluigi (ITA) Semifinalista

2010 – Tiago Fernandes – Quadrifinalista

2009 – Guilherme Clezar/Liang-Chi Huang (CHI) – Vice-campeões

– Guilherme Clezar – Quadrifinalista

2007 – Fernando Romboli – Quadrifinalista

2000 – Thiago Alves/Bruno Soares – Semifinalistas

1998 –Flávio Saretta – Quadrifinalista

1994 – Gustavo Kuerten/Nicolas Lapentti (ECU) – Campeões

Sobre Roland-Garros

Os adeptos do desporto e do público em geral têm ido se deliciar em Roland-Garros. Cerca de 455 621 espectadores foram ao prestigiado Aberto da França em 2016, e o torneio também foi transmitido em mais de 220 territórios em todo o mundo, tornando-se um evento de importância verdadeiramente global. Roland-Garros é dirigido pela Federação Francesa de Tênis e realizado a cada ano no Porte d’Auteuil em Paris. É o único Grand Slam a ser jogado em saibro – uma das superfícies mais antigas e nobres da história do tênis.

Novo aplicativo auxilia praticantes do tênis a agendar quadras e partidas

granplayJogadores amadores e profissionais de tênis poderão contar com um novo aplicativo para agendar jogos e reservar quadras. O GranPlay chega no mercado como solução aos praticantes do esporte que encontram dificuldades em achar um parceiro para jogar. “Em diferentes viagens observava quadras de tênis fantásticas e disponíveis, mas eu não conhecia ninguém para jogar comigo. Foi assim que surgiu a ideia de criar um aplicativo para integrar os tenistas”, contou o idealizador do app, Wilson Honda, diretor da Takaoka, pesquisador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP e professor de pós-graduação na Poli-Integra e na FTDE.

Utilizando o GranPlay, o jogador poderá fazer uma pré-reserva de uma quadra e convidar os amigos ou outros usuários para jogar. Não tem problema se o jogador deixou para a última hora e não convidou ninguém. O SOS Call é uma funcionalidade para busca de usuários que estão no local.

“O aplicativo é muito útil para praticantes que começaram a jogar há pouco tempo e não conhecem outros jogadores entre os grupos de tenistas dos clubes e condomínios. O GranPlay contribui para promover esta integração, além da facilidade e comodidade no agendamento das quadras”, ressaltou Wilson.

A nova ferramenta funciona em clubes, condomínios, academias, entre outras instituições. As pré-reservas podem ser realizadas para uma partida simples ou em dupla. Esportistas com necessidades especiais encontram no aplicativo uma área exclusiva.

O usuário no GranPlay cria um perfil, pelo seu e-mail ou conta no Facebook, em que descreve se é profissional, amador ou faz parte de alguma associação, além de incluir as pontuações de seus jogos. Conforme o tenista inclui as informações de desempenho, o aplicativo gera estatísticas de performance. “Há ainda a opção de compartilhar os resultados de suas partidas no Facebook”.

As associações também contarão com um perfil próprio, em que estarão reunidas diversas informações, além da avaliação do local feita pelos próprios usuários. “Para as entidades, a ferramenta é muito interessante porque proporciona uma comunicação direta com seu público alvo e evita um problema recorrente; o tenista que reserva a quadra e não comparece. O usuário recebe notificações para confirmar seu agendamento e assim que chega na quadra, deve fazer um check-in que confirma a reserva”.

O projeto já está em fase piloto no Alphaville Tênis Clube, Academia de Tênis Limão, Residencial Gênesis I, Podium Vila Leopoldina e em alguns condomínios residenciais. “O potencial de crescimento é grande, a ideia é aumentar a abrangência do aplicativo para região metropolitana de São Paulo, posteriormente, a todo o Brasil e para qualquer lugar do mundo. Já estão nos planos de expansão, atualizações incluindo outros esportes e a organização de competições”. O download do GranPlay é gratuito e pode no momento ser feito para iOS, a versão Android estará disponível em breve.

USTA inaugura centro de treinamento com 100 quadras em Orlando

Está inaugurado oficialmente o Novo Centro de Treinamento da USTA, em Orlando, na Flórida, mais precisamente em Lake Nona. O centro conta com 100 quadras de tênis, dos mais variados pisos, alta tecnologia e programação para tenistas de lazer e competição, do juvenil ao profissional. É chamado de a  “nova casa do tênis americano.”

USTA inaugura centro de treinamento com 100 quadras em Orlando

O Complexo inovador e “state of the art” como gostam de dizer os americanos, foi  projetado para melhorar o esporte em todos os níveis e proporcionar uma Experiência inigualável de jogo, treinamento e receber Jogadores recreativos, competitivos, treinadores e espectadores.

Mais de 100 eventos e torneios internacionais, nacionais e locais já estão programados para as instalações em 2017. O centro de tênis atenderá a comunidade de Orlando, com atividades durante todo o ano para todos os níveis de jogo.

Até o prefeito de Orlando esteve presente na inauguração. “Não poderíamos estar mais satisfeitos em ver a visão da USTA de um campus nacional se tornar realidade “, disse Oo prefeito Buddy Dyer. “Como a nova ‘Home of American Tennis “, Orlando se solidifica ainda mais como um íman global para Esportes, saúde e inovação de bem-estar. ”

O Campus será o epicentro da inovação do ténis, gerando portunidades para o teste de tecnologias novas e emergentes.

O USTA National Campus é uma das maiores instalações de tênis do mundo. Ele está localizado em 64 hectares e dividido em áreas dedicadas, com um total de 100 quadras (32 rápidas, 32 saibro verde de Har-Tru 16 quadras poli esportivas, oito quadras de DecoTurf, seis de saibro e seis duras indoor. Tudo isso e ainda mais dois estádios.

Há alojamento para 40 atletas, salas de musculação, preparação física, massagem, para médico, para receber familiares e visitantes também.

Uma estrutura mais do que completa, o “Magic Tennis Kingdom”

Ex-tenistas profissionais como Jim Courier, James Blake e Chris Evert prestigiaram a inauguração.

Courier e Blake na inauguração em Orlando