Djokovic não dá chances, vence Medvedev em 3 sets e conquista seu 9º título do Australian Open

Novak Djokovic é campeão do Australian Open! Desde 2008, essa é a 9ª vez que essa frase pode ser escrita. Incrível a marca do nº 1 do mundo no primeiro Grand Slam da tremporada.

A final desse domingo prometia. Prometia muito. Ficou na promessa. O russo Daniil Medvdev fez resistência praticamente apenas no 1º set, quando chegou a devolver uma vantagem inicial do sérvio de 3/0. Porém, no final, Djokovic elevou o nível e fechou por 7/5.

Depois, o russo não entrou mais em quadra. Começou a reclamar, gesticular e pouco jogou. Djokovic, que nada tinha a ver com isso, manteve a consistência e foi aproveitando as oportunidades para fechar as parciais seguintes por 6/2 e 6/2.

“Gostaria de agradecer a esta quadra, gostaria de agradecer a Rod Laver Arena, amo você a cada ano mais e mais – o caso de amor continua” disse Djokovic, depois da partida.

Depois, ao elogiar seu adversário da final, disse que Medvedev é um dos jogadores mais difíceis que já enfrentou, fazendo uma projeção para o futuro da carreira do russo:

“É uma questão de tempo para você ganhar um Grand Slam, isso é certo…se você não se importar em esperar mais alguns anos” afirmou o nº 1 do mundo, em tom de brincadeira.

Agora, além do 9º título do Australian Open, o que já é uma marca absurda, Djokovic acumula 18 títulos de Grand Slam na carreira, ficando mais perto dos recordistas Roger Federer e Rafael Nadal, com 20 títulos cada um.

Já o russo Medvedev vai ter que aguardar uma nova oportunidade de conquistar o seu 1º, pois esta foi seu segundo vice em Slam, sendo o primeiro no US Open de 2019, quando perdeu para Nadal em uma final bem mais equilibrada.

 

Osaka confirma o favoritismo, vence Brady e conquista em Melbourne o seu 4º título de Grand Slam

Neste sábado, Naomi Osaka confirmou o seu favoritismo na grande final e conquistou o título do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Na decisão, ela se impôs diante da norte-americana Jennifer Brady e venceu com certa tranqüilidade, com parciais de 6/4 e 6/3, comemorando o triunfo para abrir muito bem sua temporada. Depois de um primeiro set equilibrado, com quebra de saque pros dois lados, Osaka conseguiu a quebra definitiva no 10º game, encerrando a parcial.

O segundo set foi bem mais tranqüilo, com a ex-nº 1 do mundo abrindo vantagem de 4/0 e só administrando pra fechar o jogo.

“Eu não joguei meu último Grand Slam com os fãs (se referindo ao US Open, disputado sem público), então ter essa energia significa muito” disse a campeã.

A norte-americana Brady reconheceu a importância da adversária, não apenas em quadra, mas por tudo que representa:

“Gostaria de parabenizar Naomi por mais um título do Grand Slam. Ela é uma inspiração para todos nós e o que ela está fazendo pelo jogo é incrível para divulgar o esporte, e espero que as meninas em casa estejam assistindo e sejam inspiradas pelo que ela está fazendo.”

Entretanto, engana-se quem pensa que a relativa tranqüilidade da final foi marcante em toda campanha da japonesa. Ao longo da trajetória, ela não teve vida fácil, a começar pela estréia, diante da russa Anastasia Pavlyuchenkova.

Ainda teve que passar pela francesa Caroline Garcia e, nas oitavas, o grande jogo contra a espanhola Garbine Muguruza, que chegou a liderar e ficar muito perto da vitória.

Na semi, o grande confronto contra Serena Williams, no qual começou bem nervosa e depois deslanchou pra também vencer em sets diretos.

Agora, Osaka já marcando cada vez mais seu lugar na História. O título em Melbourne já é seu 4º de Grand Slam, pois além de outro Australian Open, ela já acumula dois US Open.

Aos 23 anos, a japonesa surge como uma das maiores marcas do tênis mundial. Não apenas em quadra, em todo contexto. Com um tênis moderno, agressivo e com posicionamento em questões sociais, Osaka vai começando a pintar uma imagem além da tenista. Essa, por sinal, já é uma imagem muito bem construída e uma das mais vitoriosas do tênis recente.

Medvedev bate Tsitsipas e busca inédito título de Slam em final do Australian Open contra Djokovic

Novak Djokovic confirmou seu favoritismo e está na grande final do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Na manhã desta quinta-feira, no horário de Brasília, o nº 1 do mundo não deu chances ao qualifier russo Aslan Karatsev e, com uma atuação muito segura, triunfou em sets diretos, com parciais de 6/3 6/4 e 6/2.

Agora, ele vai em busca do 9º título em Melbourne. E isso depois de enfrentar dificuldades físicas ao longo do torneio, quando chegou a sentir uma lesão na terceira rodada, diante do norte-americano Taylor Fritz.

Porém, Djokovic foi crescendo ao logo do torneio, ganhando confiança, até chegar à final.

Final essa que ele terá como adversário o russo Daniil Medvedev, que conseguiu sua vaga na manhã desta sexta-feira, ao conseguir uma vitória bem mais tranqüila que a esperada contra o grego Stefanos Tsitsipas, que vinha de uma grande virada sobre o espanhol Rafael Nadal.

Com um tênis muito sólido na base e agressivo nos games de serviço, Medvedev não deu chances ao grego na maior parte do jogo. O único momento de ameaça foi quando Tsitsipas devolveu uma quebra de saque no 3º set e fez Medvedev sacar pressionado em 0/30. Mesmo assim, o russo não se precipitou e logo depois fechou a partida com parciais de 6/4, 6/2 e 7/5.

Essa será a segunda final de Grand Slam de Medvedev, que em 2019 ficou com o vice do US Open, perdendo para Rafael Nadal na decisão.

Djokovic e Medvedev já se enfrentaram 7 vezes no circuito, com pequena vantagem do nº 1 do mundo, que venceu 4 partidas. No confronto mais recente, vitória do russo, no ATP Finals do ano passado. Em compensação, na única vez que se enfrentaram em um Slam, justamente no Australian Open, em 2019, vitória do sérvio em 4 sets, em partida válida pelas oitavas de final.

Bruno Soares e Jamie Murray são superados na semifinal do Australian Open

A campanha de Bruno Soares e Jamie Murray no Australian Open chegou ao fim. Na madrugada desta sexta-feira, a dupla foi superada pelos atuais campeões Rajeev Ram e Joe Salisbury, com parciais de 6/4 7/6(2), parando na semifinal do Grand Slam australiano.

“Foi um jogo no detalhe. Hoje estava bem quente, com a quadra bem rápida e difícil de devolver saque. Faltou um pouquinho de sorte no final do primeiro set. Em alguns pontos as bolas pegaram errado na raquete, pegaram na linha, e acabou virando o momento para eles. Nós começamos muito bem na partida, abrimos uma quebra logo de cara e estávamos muito firmes. Na quebra que tomamos de volta foi mais sorte do que competência deles, e aí o jogo mudou. Eles cresceram, começaram a sacar muito bem e não conseguimos mais ter muita chance”, resumiu o mineiro.

A gira australiana foi positiva para a dupla, que voltou a jogar junta após um ano e meio. No fim de 2019 e durante toda a temporada de 2020, Soares esteve ao lado do croata Mate Pavic. Além da semi no Australian Open, Bruno e Jamie foram campeões no ATP 250 de Melbourne, encerrando a campanha com oito vitórias e uma derrota.

“Nós fizemos um grande torneio. Estou super contente com esse começo de temporada, já com título, semifinal de Grand Slam, ritmo e confiança. Agora vamos descansar por três semanas e voltaremos em ação em Acapulco e Miami”, finalizou Bruno, que retornará às quadras no México, torneio com início no dia 15 de março.

Naomi Osaka supera Serena Williams e fará a final do Australian Open contra Jennifer Brady

Naomi Osaka e Jennifer Brady farão a grande final feminina do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Na madrugada desta quinta-feira, no horário de Brasília, a japonesa entrou em quadra para enfrentar uma de suas adversárias mais difíceis e respeitadas. Afinal, se tratava de Serena Williams.

Porém, Osaka não se intimidou. Longe disso, se impôs. Com muito respeito e fazendo que mais sabe: jogar um belo tênis. Agressiva, até nos momentos mais complicados, escapou de momentos complicados e sob pressão, mas fechou a partida em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4.

Agora, ela pode repetir o resultado de 2019 e conquistar pela segunda vez na carreira o título em Melbourne:

“Eu acho, honestamente, que para mim é sempre uma honra enfrentá-la, eu simplesmente não quero me sair muito mal. Então, eu só queria tentar o meu melhor” disse a atual nº 3 do mundo, depois da vitória, afirmando que sentiu a pressão nos primeiros games, o que inclusive a levou a ter o saque quebrado logo no início.

“Acho que cometi muitos erros não forçados nos primeiros games. Eu estava muito nervosa e com medo no começo e então eu meio que facilitei meu caminho para isso. Para mim, acho que o mais importante é apenas me divertir, e depois de algum tempo é o primeiro dia que recebe o público.” afirmou, se referindo ao retorno do público ao Australian Open depois de cinco dias, respeitando as determinações do Estado de Victoria.

E vale destacar: Osaka foi à final de um Grand Slam três vezes na carreira. Venceu todas. O citado anteriormente, do próprio Australian Open, e o US Open de 2018 e 2020.

Já Serena terá que adiar mais uma vez a tentativa de chegar ao tão sonhado 24º título de Grand Slam. A norte-americana chegou a ir às lágrimas na entrevista após a partida.

A adversária de Osaka na decisão do próximo sábado será a norte-americana Jennifer Brady, que depois de bater na trave do US Open do ano passado, quando parou na semifinal, chegou agora à sua tão sonhada primeira final de um dos quatro maiores torneios da temporada.

Em um jogo nervoso diante da tcheca Karolina Muchova, que vinha embalada pela vitória sobre a nº 1 do mundo e tenista da casa Ashleigh Barty, Brady fechou o 1º set no detalhe, por 6/4.

Na segunda parcial, começou errática, viu a adversária abrir vantagem e dominar com tranquilidade os games de serviço, empatando o jogo com 6/3.

Muchova parecia ter o controle das ações no início do set decisivo, mas um game mal jogado, com muitos erros, foi o suficiente pra norte-americana voltar pro jogo, liderar e não perder a chance. No fim, 6/4 pra ela.

Osaka e Brady já se enfrentaram três vezes. A norte-americana venceu a primeira, em um ITF no Texas, em 2014. Depois, a japonesa levou a melhor no saibro de Charleston, em 2018, e justamente na semifinal do US Open, no ano passado.

 

 

 

 

Tsitsipas consegue virada absurda sobre Nadal e faz semi do Australian Open contra Medvedev

Algo muito, muito improvável, aconteceu nesta quarta-feira em Melbourne, em jogo que definiu o último semifinalista da chave masculina do primeiro Grand Slam da temporada.

Rafael Nadal entrou em quadra com favoritismo para enfrentar Stefanos Tsitsipas. Por mais que o talento do que grego seja sempre considerada uma ameaça a ser respeitada, os jogos sólidos do espanhol desde o início do torneio deixava a partida com uma cara de mais facilidade que o normal.

E isso se aprofundou depois dos dois primeiros sets. Por mais que Nadal não tenha tido facilidade pra confirmar seus primeiros games, sua experiência valeu muito nos pontos mais decisivos dos games e facilmente ele abriu 2×0.

A partir do terceiro set, tudo mudou de figura, com Tsitsipas mais agressivo e o espanhol variando pouco, não conseguindo tirar o grego da zona de conforto. Com isso, Tsitsipas foi ganhando confiança e levou a parcial no tiebreak. Uma quebra solitária de vantagem no 4º levou o jogo ao 5º. E, quando tudo parecia mostrar que um tiebreak definiria a vaga na semi, Nadal teve o saque quebrado no 5/5. No último game, a última esperança foi um break point, não aproveitado pelo espanhol. Na sequência, Tsitsipas confirmou um feito incrível, com parciais de 3/6 2/6 7/6(4) 6/4 e 7/5. Apenas ele, Fabio Fognini e Roger Federer viraram um jogo sobre Nadal depois de dois sets abaixo.

Na semifinal, seu adversário não será uma surpresa. O russo Daniil Medvedev teve resistência do compatriota Andrey Rublev apenas no 1º set. Depois, deslanchou e fechou a partida com parciais de 7/5 6/3 e 6/2.

Tsitsipas e Medvedev já se enfrentaram seis vezes no circuito, com ampla vantagem do russo, que venceu cinco confrontos. Porém, no mais recente, triunfo do grego, no ATP Finals de 2019.

Foto: Peter Staples/ATP Tour

 

Bruno Soares e Jamie Murray vencem mais uma e estão na semifinal do Australian Open

O grande início de temporada de Bruno Soares e Jamie Murray continua com tudo. A dupla, que voltou a se reunir após um ano e meio, venceu a sua oitava partida consecutiva em Melbourne e se garantiu na semifinal do Australian Open ao derrotar o salvadorenho Marcelo Arevalo e o holandês Matwe Middelkoop por 6/3 6/4.

“Foi mais um grande jogo aqui, do início ao fim. Fiquei bem feliz com a performance de hoje, nós conseguimos neutralizar bem os nossos adversários. Eles são caras que jogam muito firmes no fundo de quadra, mas nós conseguimos ser bastante agressivos e também sacamos muito bem”, disse o mineiro, contente com o desempenho.

Na luta por uma vaga na grande decisão, Soares e Murray terão a difícil missão de derrubar os cabeças de chave 5 e atuais campeões do torneio, o norte-americano Rajeev Ram e o britânico Joe Salisbury. “É mais uma semifinal de Grand Slam, a terceira seguida, e com gosto de final. Vamos jogar contra os atuais campeões, que é uma dupla top e que vem jogando super bem. Fiz um jogaço contra eles em Roland Garros no ano passado também. Estou muito feliz com tudo isso aqui”, continuou o atual número 5 do mundo.

“Foi um torneio sem muitas surpresas. Teve uma ou outra, mas restaram quatro times duríssimos na semifinal. Agora é o momento da linha de chegada, então nós temos que jogar o nosso melhor para ter uma chance de alcançar o objetivo final”, finalizou Soares. Na outra semifinal, os cabeças 2 Mektic/Pavic enfrentarão os cabeças 9 Dodig/Polasek.

EM BUSCA DA 3A. FINAL SEGUIDA – Campeões do ATP 250 de Melbourne, na semana anterior ao Australian Open,Bruno e Jamie seguem embalados rumo ao seu terceiro troféu de Grand Slam. A dupla foi campeã do Australian Open e do US Open em 2016, ano em que também receberam a premiação da ATP de melhor dupla da temporada. Em grande fase, Bruno também vai em busca da sua terceira final de Grand Slam consecutiva. Em 2020, o mineiro de 38 anos foi campeão do US Open e finalista em Roland Garros com o croata Mate Pavic, também terminando a temporada no topo do ranking de times.

Foto: Getty images

Muchova surpreende Barty, vai à semi em Melbourne e encara Brady, que virou sobre Pegula

E o Australian Open já tem mais uma surpresa. Dessa vez, na chave feminina do primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Na noite desta terça-feira, no horário de Brasília, abrindo a programação da Rod Laver Arena, Karolina Muchova, que já vinha de vitória sobre as favoritas Karolina Pliskova e Elise Mertens, superou a nº 1 do mundo Ashleigh Barty, de virada.

Depois de começar muito mal na partida, errando muito e praticamente não incomodando a tenista da casa, Muchova, atual nº 27 do mundo, pediu atendimento médico quando já perdia o 2º set com uma quebra de saque de desvantagem.

Dali em diante, mudou muito seu comportamento em quadra, agrediu mais, errou mesmo e deixou Barty sem reação. No fim, vitória com parciais de 1/6 6/3 e 6/2.

Sua adversária saiu na partida seguinte, em confronto entre as norte-americanas Jennifer Brady e Jessica Pegula.

Depois de um primeiro set muito equilibrado, Pegula levou a melhor, no detalhe, fechando por 6/4. Porém, o jogo estava muito definido pela forma de Brady, que passou a errar menos, se impondo e conquistando a vitória de virada, com 6/2 e 6/1 nas parciais seguintes.

Muchova e Brady já se enfrentaram uma vez no circuito, no saibro do WTA de Praga, em 2019, quando a tcheca venceu no tiebreak do 3º set.

 

 

Djokovic supera Zverev em 4 sets e será o adversário do surpreendente Karatsev na semi em Melbourne

Novak Djokovic mostrou mais uma vez alguns requisitos de número 1 do mundo ao conquistar sua vaga na semifinal do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Na manhã desta terça-feira, no horário de Brasília, o sérvio saiu atrás no primeiro set diante de Alexander Zverev, depois de perder um primeiro set equilibrado, no tiebreak.

Ao longo do jogo, foram muitos altos e baixos, dos dois lados, e muitas oportunidades perdidas. É claro que talvez o lamento maior seja do alemão, que não deve ter muitas chances de encarar o número 1 do mundo sem suas condições físicas ideias, em um jogo de quartas de final de Grand Slam, em partida valendo vaga pra enfrentar a principal surpresa do torneio na semi.

Aos poucos, o sérvio foi se impondo, ganhando as trocas de bola mais longas. No 3º set, chegou a sacar em 1/4 e 0/30 no game. Mesmo assim, manteve a cabeça no lugar – com exceção de uma raquete quebrada – vencendo aquele e mais 4 games na sequência para fechar a parcial.

Virou o jogo e, no 4º set, viu seu adversário abrir 3/0. Ainda assim, foi ao tiebreak e aproveitou seu segundo match point para fechar a partida por 3×1.

Agora, na semifinal, terá um adversário improvável, que será o russo Aslan Karatsev, qualifier que vem de vitória de virada sobre Grigor Dimitrov.

Mesmo lesionado, mesmo com dor, Djokovic segue firme em busca do seu 9º título em Melbourne.

 

 

Bruno Soares e Luisa Stefani são superados em Melbourne. Mineiro quer manter a dupla brasileira

Bruno Soares e Luisa Stefani se despediram da chave de duplas mistas do Australian Open. A dupla, que disputou um Grand Slam como parceria pela primeira vez, foi superada pelos anfitriões Matt Ebden e Samantha Stosur por 6/3 6/1, encerrando a campanha na segunda rodada.

“Hoje infelizmente as coisas não se encaixaram. Muito disso foi mérito dos nossos adversários, que jogaram muito bem. Nós estivemos perto ali no 3/3, mas perdemos um ponto decisivo no saque da Lu e depois eles começaram a jogar muito. Tivemos alguns games duros, mas não conseguimos e acabou caindo tudo pro lado deles”, contou o mineiro, elogiando os australianos.

“De qualquer forma, foi muito legal a experiência de jogar com a Lu e fazer essa dupla brasileira. Espero que a gente possa seguir firme nos outros Grand Slams”, ressaltou, já de olho na continuidade da parceria.

DE OLHO NA SEMIFINAL

O brasileiro segue firme na chave de duplas masculinas. Ao lado do britânico Jamie Murray, Bruno entrará em quadra na madrugada desta quarta-feira para enfrentar o salvadorenho Marcelo Arevalo e o holandês Matwe Middelkoop. A partida vale vaga na semifinal do Grand Slam australiano. “Infelizmente a mista acabou, então agora é focar nas duplas masculinas. É quartas, nós temos que tentar dar esse passo rumo ao objetivo maior”, finalizou o atual número 5, que vai em busca do sétimo Grand Slam de sua carreira.