Uberlândia sediará confronto entre Brasil e Bélgica pela Copa Davis, em fevereiro de 2019

A cidade de Uberlândia será sede do próximo confronto do  Brasil no Play-off da Copa Davis. Valendo vaga na fase final da competição entre países, o confronto irá ocorrer nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019, contra a Bélgica, no saibro do Ginásio Arena Tancredo Neves, conhecido como Sabiazinho. Com capacidade para 6 mil pessoas, o local já foi palco de grandes eventos, como a decisão da Superliga Feminina de Vôlei 2017/2018.

A solenidade de assinatura de contrato e a coletiva de imprensa foram realizadas na sede da Prefeitura Municipal de Uberlândia, nesta terça-feira (6), com a presença do presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp; do presidente da Federação Mineira de Tênis, François Rahme; do presidente do Praia Clube, Aldorando Dias de Sousa e do prefeito de Uberlândia Odelmo Leão.

“Gostaria de fazer um agradecimento especial ao prefeito Odelmo, ao dr. Aldorando, presidente do Praia Clube, ao presidente da Federação Mineira, François Rahme e ao diretor de tênis Luiz Eugênio, pessoas que se engajaram nesse sonho que hoje começa a se tornar realidade. Outras cidades tinham apresentado interesse em sediar a Copa Davis, como Salvador, Fortaleza, São Paulo, Criciúma, dentre outras cidades”, revelou Westrupp.

A escolha por Uberlândia foi feita em conjunto com a comissão técnica e o capitão João Zwetsch, que está acompanhando o atleta Thiago Wild no Uruguai, e por isso não pôde comparecer ao evento.

“Nós da comissão técnica conversamos e pensamos que essas seriam as melhores condições para jogarmos: quadra de saibro, bola mais lenta, quadra coberta, com um pouquinho de altitude para não deixar o jogo tão lento também. Condições muito parecidas com o Ibirapuera, no Brasil Open, que é onde todos nossos jogadores se sentem bem jogando. A ideia era essa, deixar as condições mais adequadas para enfrentarmos a Bélgica na melhor das possibilidades”, explicou o capitão João Zwetsch.

Todas as informações e os detalhes de ingressos para este confronto em Uberlândia serão anunciados até o dia 15 de novembro.

Cidade do Triângulo Mineiro já tem tradição no tênis

Uberlândia já está acostumada a receber grandes eventos de tênis. Nos últimos quatro anos, a cidade do Triângulo Mineiro sediou o Brasileirão Infantojuvenil da CBT e a Copa das Federações, que mobiliza mais de 1 mil atletas durante duas semanas de disputas no Praia Clube.

“Muitas pessoas não sabem, mas Uberlândia já sedia o maior torneio infantojuvenil da CBT há quatro anos, juntamente com o Praia Clube e a Federação Mineira. Mais de 1 mil crianças, que são o futuro do nosso tênis, da nossa sociedade, passam por Uberlândia uma vez ao ano”, ressaltou o presidente da CBT.

O último confronto do Brasil em casa, em 2016, também foi em Minas Gerais, quando a equipe brasileira venceu o Equador, em Belo Horizonte. Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na competição. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.

“Há três anos não tínhamos a oportunidade de jogar a Copa Davis em casa. Será uma revanche, no bom sentido, contra a Bélgica, para quem perdermos em Ostend, em 2016. Mas tenho certeza que, com essa união de Uberlândia, todos os torcedores e o ginásio Sabiazinho lotado, nossa equipe vai estar ainda mais motivada a ganhar e se classificar para a Copa do Mundo, que será realizada no final do ano que vem”, projetou Westrupp.

Foto: Secom/Prefeitura de Uberlândia

Brasil encara a Bélgica em casa, na nova Copa Davis, em fevereiro de 2019

Em sorteio realizado nesta quarta-feira, o Brasil conheceu seu adversário na rodada eliminatória da nova Copa Davis, em 2019.

A equipe brasileira terá como adversário a equipe da Bélgica, que pode ser liderada por David Goffin, já que o belga costuma marcar presença nos confrontos de Copa Davis.

Como na última vez em que se enfrentaram o confronto foi realizado na Bélgica, essa disputada, marcada para fevereiro do ano que vem, será em território brasileiro.

Vale destacar que, futuramente, a Confederação Brasileira vai divulgar a sede e o piso do confronto que terá jogos em melhor de três sets.

Os vencedores estarão classificados para fase a final, que será disputada no piso duro, em novembro, em Madri, na Espanha.

EUA igualam confronto, mas Coric dá ponto decisivo aos croatas, que encaram a França na final da Davis

Está definida a grande final da Copa Davis, principal competição entre países do tênis e que pela última vez é disputada neste formato.

A primeira classificada neste final de semana foi a França, atual campeã, que depois de abrir 2×0 na sexta-feira, fechou o confronto já no sábado, com a vitória de Julien Benneteau e Nicolas Mahut sobre Marcel Granollers e Feliciano Lopez, por 3×0.

No domingo, só cumprindo tabela, Albert Ramos bateu Richard Gasquet e Marcel Granollers venceu Nicola Mahut, definindo o confronto em 3×2 para os francês, donos da casa.

No outro confronto, muito mais equilíbrio, depois do que parecia ser mais tranquilo quando os croatas abriram 2×0 sobre os norte-americanos na sexta-feira.

No sábado, uma vitória do time visitante pra diminuir a vantagem, com Mike Bryan e Ryan Harrisson passando por Ivan Dodig e Mate Pavic por 3×2.

No domingo, Marin Cilic não confirmou o favoritismo e levou uma virada em quatro sets de Sam Querrey, que empatou o confronto e levou pro quinto e decisivo ponto.

Borna Coric e Francis Tiafoe fizeram um jogo nervoso, equilibrado, com chances pros dois lados, mas que acabou com um triunfo de virada do time da casa, com vitória por 3×2 no jogo e no confronto.

Campeã em 2005 e vice em 2016, os croatas terão que buscar o bicampeonato fora de casa, já que o mando será dos franceses, que já possuem 10 títulos do torneio.

Franceses e croatas abrem vantagem e podem garantir final da Davis neste sábado

Croácia e França estão muito perto da final da Copa Davis, principal competição entre países do mundo do tênis.

Nesta sexta-feira, a França, atual campeã, jogando em casa, no piso duro de Lille, não deu chances ao time da Espanha – sem Nadal – e abriu 2×0.

Primeiro, com Benoit Paire, que anotou um consistente 3×0 sobre Pablo Carreno Busta. Depois, Lucas Pouille foi ao 5º set pra superar Roberto Bautista-Agut.

Com isso, os franceses terão a chance de fechar o confronto neste sábado, na partida de duplas em que terão como representantes Julien Benneteau e Nicolas Mahut, enquanto os espanhóis terão Marcel Granollers e Feliciano Lopez.

No saibro de Zadar, na Croácia, o time dá casa se impôs diante dos Estados Unidos e também abriu 2×0, começando com Borna Coric, em vitória por 3×0 sobre Steve Johnson. Depois, Marin Cilic anotou o mesmo placar sobre Francis Tiafoe.

Com isso, os croatas, com Ivan Dodig e Mate Pavic, podem garantir a vitória neste sábado, mas terão pela frente a dupla formada por Mike Bryan e Ryan Harrisson.

A Copa Davis como nós conhecemos acabou. Surge uma nova competição.

Princípio de 1997, Copa Davis, Brasil e Estados Unidos em Ribeirão Preto. Brasil ainda liderado por Paulo Cleto. Guga ainda não tinha vencido Roland Garros. Os Estados Unidos eram os todos poderosos do tênis. Agassi viria ao Brasil. Não veio, mas o confronto não perdeu a importância, com Jim Courier presente.
Escolhemos aquele evento para lançar a Tennis View.


Que ambiente foi criado na terra de Roberto Jábali. Um calor de derreter sola de tênis – literalmente – a imprensa estrangeira presente, mas principalmente muito, muito público.
Não foi a minha primeira experiência em Copa Davis, mas uma das mais marcantes.
Já trabalhava com o Guga, embora não full time e lá estava eu fotografando, escrevendo releases e lançando a Tennis View.
Essa situação hoje não aconteceria mais.
A Copa Davis que assim conhecemos, morreu.
Nasce uma outra competição, aprovada hoje em eleição na Assembléida ITF, em Orlando, que pretendem continuar chamando de Copa Davis, a Copa fundada por Dwight Davis 118 anos atrás, mas que perdeu o espírito de confrontos em casa e no terreno do adversário.
Confrontos que traziam estrelas que jamais imaginávamos ver por aqui, para competir.
Na Era Guga, vimos Courier, vimos Lleyton Hewitt e Patrick Rafter (lembram da Davis em Floripa?), vimos os franceses de Guy Forget, um Robin Soderling top 10 e muitos outros.
E isso acontecia em outros países sem Grand Slam ou Masters 1000 onde a presença das maiores estrelas do tênis mundial é rara.


Muita gente teve o primeiro contato com o tênis numa dessas Davis.
Emoções que perspiravam em uma Davis, não acontecerão novamente.
Lembro de entrevistar muito tenista em começo de carreira e deles dizerem que o sonho era representar o Brasil na Copa Davis.
Não acho que o sonho exista mais. A Davis por aqui, há muito tempo no Zonal Americano, não atrai tanta atenção.
Os tenistas talvez nem saibam o que é a emoção de jogar em uma arena lotada, enfrentando os melhores do mundo na sua casa.
Talvez nem se interessem mais.
O mundo mudou. O tênis mudou e o formato que existirá até o fim deste ano era inviável de ser mantido.
Com tanto dinheiro em jogo, o esporte cada vez mais profissional, se dedicar 4 semanas do ano a esta competição, ano após ano, era difícil e muito mais quando se tinha que jogar logo depois de um Grand Slam em um outro piso e em outro continente para ainda na sequência trocar novamente de piso.
Talvez se as estrelas do circuito, o Big Four, não fossem tão essenciais para o esporte, não brilhassem mais do que o próprio esporte e tivessem tempo e energia para competir anualmente pela Saladeira de Dwight Davis, a competição como conhecemos tivesse sobrevivido.
Mas ela morreu.
É um dia melancólico.
Mas, aprendemos que devemos estar abertos a mudanças. O esporte evoluiu e por muitos anos pequenos ajustes que poderiam ter sido feitos (sempre fui a favor de dar bye para os finalistas do ano anterior, de limitar um pouco mudanças de piso, de reduzir as fases iniciais, pelo menos no 1o. e no 2o. dia par 3 sets), não foram. A Davis ficou para trás e agora talvez tenha ido para frente de mais.
Mas, temos que encarar os fatos, aceitar que a mudança ocorreu – independente da maneira que foi – e esperar para ver se vai ser bom ou não para o esporte.
A resposta é difícil, especialmente se a ATP e a ITF não se unirem para não competirem entre si.
No entanto, a única opção que temos agora é dar um voto de confiança para este novo torneio que foi criado hoje.

Saiba mais neste link sobre o novo formato da Copa Davis, ou melhor a nova competição que se chamará Davis.

Diana Gabanyi

Em volta triunfal de Nadal, Espanha bate Alemanha e vai à semi da Davis. EUA, Croácia e França também passam

Estão definidas as semifinais do Grupo Mundial da Copa Davis,  maior torneio entre nações do tênis, depois dos jogos deste domingo.

Os Estados Unidos garantiram sua vaga ainda no sábado, depois da vitória nas duplas com Jack Sock e Ryan Harrison, e seguem em busca do 33º título do torneio no qual são os maiores campeões.

Neste domingo, a Croácia foi definida como adversária dos norte-americanos, depois do triplo 6/1 de Marin Cilic sobre Mikhail Kukushkin.

Em retorno memorável de Rafael Nadal, que venceu seus dois jogos de simples, sendo o de domingo em sets diretos sobre o alemão Alexander Zverev.

Depois, acompanhou a luta de David Ferrer, que foi ao 5º set pra bater Philipp Kohlschreiber, garantindo a virada espanhola pra enfrentar a França, que passou pelos italianos, fora de casa.

Monteiro e Sorgi perdem e a Colômbia vira sobre o Brasil no Zonal da Copa Davis

Pela primeira vez desde 2004, o Brasil perdeu um confronto pelo Zonal Americano da Copa Davis e, com isso, não vai jogar a repescagem do Grupo Mundial do maior torneio entre nações do tênis.

Neste sábado, depois do empate no primeiro dia, o Brasil começou bem com vitória nas duplas de Marcelo Melo e Marcelo Demoliner sobre a forte parceria formada por Juan Sebastian Cabal e Robert Farah.

Depois, Thiago Monteiro são se encontrou contra o jovem Daniel Galan, sendo superado em sets diretos, com um duplo 6/3.

No quinto e decisivo ponto, João Pedro Sorgi foi o escolhido para representar o país, lutou bastante, mas quem levou a melhor foi o local Alejandro Gonzalez, por 6/3 e 7/6(0), confirmando a virada e a festa da torcida da casa.

Monteiro vence Giraldo, Clezar leva virada e Brasil e Colômbia empatam no 1º dia da Davis

O primeiro dia do confronto entre Colômbia e Brasil, pelo Zonal Americano I da Copa Davis, terminou empatado em 1 a 1, nesta sexta-feira, no piso duro do Parque Distrital de Raquetas, em Barranquilla. A equipe brasileira saiu na frente com a grande vitória do cearense Thiago Monteiro, que bateu o ex-top 30 do mundo e experiente Santiago Giraldo, por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/2.

O Brasil teve a chance de abrir 2 a 0 de vantagem, mas o 2º  jogador nacional, o gaúcho Guilherme Clezar, acabou sofrendo a virada para Daniel Galán e foi superado por 3/6, 6/2 e 6/1.

Neste sábado, o número 1 do mundo Marcelo Melo e Marcelo Demoliner tentam deixar o Brasil outra vez na frente. Eles enfrentam a forte parceria formada por Juan Sebastián Cabal e Robert Farah a partir das 17h (horário de Brasília). Depois, há a inversão dos jogos de simples, com Monteiro contra Galán e Clezar versus Giraldo, se necessário. Quem vencer o confronto classifica-se para disputa do playoff do Grupo Mundial, em setembro.

“O dia foi de jogos importantes. Já esperávamos um confronto equilibrado. O Monteiro fez um grande jogo tanto na parte de estratégia quanto na parte técnica, foi muito bem, apresentou um tênis de alto nível e fez o primeiro ponto para o Brasil. O Gui no segundo jogo começou muito bem no primeiro set, depois caiu fisicamente, baixou um pouco a pegada e o adversário se aproveitou e cresceu muito no jogo. Amanhã tudo se decide, o jogo de dupla é um ponto fundamental, como sempre. Mas precisamos de dois pontos mais para fechar esse confronto e vamos lutar com todas as forças”, avaliou o capitão João Zwetsch.

“Sem dúvidas foi um jogo muito bom, acho que eu estava muito bem preparado. A semana de treino aqui foi bem positiva. Entrei em quadra esperando um jogo difícil contra um cara que joga bem nessas condições, mas consegui impor bem minha tática e meu ritmo de jogo. Saquei muito bem também, não deixei ele tão confortável nas devoluções, que é um dos pontos fortes dele. Usei bastante minha direita, que foi importante. Foi uma vitória que sem dúvidas me dá muita confiança para buscar o segundo ponto amanhã”, destacou Monteiro.

“Observei um pouco o jogo dele hoje para poder definir a tática para amanhã junto com o capitão. Ele joga até um pouco parecido com o Giraldo, tem a esquerda bem boa, a direita ele deixa um pouco mais de tempo para jogar. é um cara que saca muito bem, que gosta de ir para cima. Então, entrar mais uma vez com a mesma mentalidade que será um jogo bem difícil, definido nos detalhes e tenho que aproveitar as oportunidades para tentar sair na frente e jogar com uma boa margem e é ir com tudo. A energia daqui está muito boa, foi fundamental hoje, me deram bastante apoio. Agora é torcer pela dupla amanhã e tentar finalizar no quarto”, completou o raquete 1 brasileiro.

Monteiro abre confronto da Davis contra Giraldo, em Barranquilla. Clezar joga em seguida

Começa nesta sexta-feira o confronto entre Colômbia e Brasil pelo Zonal Americano da Copa Davis, que será disputado no piso duro do Parque Distrital de Raquetas, em Barranquilla.

Na primeira partida do dia, Thiago Monteiro, tenista nº 1 do país, terá pela frente o experiente colombiano Santigo Giraldo, atual nº 290 da ATP, mas que já foi top-30, e que neste ano jogou apenas duas vezes, perdendo ambas.

Monteiro e Giraldo já se enfrentaram duas vezes, as duas no ano passado, com o brasileiro vencendo no piso duro do quali do ATP de Sydney e o colombiano levando a melhor no quali do saibro do Masters 1000 de Madri.

Depois, Guilherme Clezar entra em quadra contra o nº 1 colombiano, Daniel Galan, nº 257 da ATP. Os dois já se enfrentaram uma vez, no quali do Challenger de Bucaramanga, disputado no saibro, em 2015, com vitória do brasileiro.

No sábado, Marcelo Melo e Marcelo Demoliner representam o Brasil nas duplas, enfrentando a forte parceria de Juan Sebastian Cabal e Robert Farah.

Além disso, se necessário, os jogos de simples serão disputados em seguida, com Monteiro contra Galan e Clezar enfrentando Giraldo.

Brasil e República Dominicana terminam primeiro dia da Copa Davis empatados

O primeiro dia do confronto entre o Brasil e a República Dominicana na estreia no Zonal Americano I da Copa Davis, nas quadras rápidas do Club Deportivo Naco, em Santo Domingo, terminou empatado em 1 a 1. O estreante João Sorgi fez um jogo duro, mas acabou superado pelo tenista número 1 do país caribenho, José Hernández. Na sequência, Thiago Monteiro, melhor brasileiro convocado pelo capitão João Zwetsch, bateu o dominicano Roberto Cid e empatou o confronto.

Confronto entre duplas e de simples neste sábado

Neste sábado, o Brasil pode passar à frente com o duelo entre os duplistas Marcelo Melo, número 1 do ranking mundial de duplas, e Marcelo Demoliner contra Nick Hardt e José Olivares, programado para a partir das 17h (horário de Brasília). Na sequência, serão disputados os jogos de simples invertidos. Monteiro encara Hernández e, se prevalecer o empate, Sorgi define a classificação contra Cid. As partidas terão transmissão da Bandsports e do SporTV 3.

“Foi no detalhe, acabou escapando, muito equilibrado, foi um bom jogo, no fim ele jogou muito bem. Consegui competir bem e lutar ao máximo para tentar sair com a vitória, pena que escapou. O espírito de competição foi bom, é muito importante numa Copa Davis. A energia do capitão e do time ajudou a virar o segundo set e ir bem no terceiro, mas no tie-break ele jogou muito bem. Agora caso necessite de mim no quinto jogo vou preparado para lutar novamente”, avaliou Sorgi.

“Foi um dia duro, os dois jogos foram bem parelhos devido às condições bem rápidas. O jogo do Sorgi foi bastante equilibrado, poderia ter ido para qualquer lado. E no meu, tive muitas chances no primeiro set, poderia ter concretizado antes, mas acabei desperdiçando um pouco, mas valeu a parte mental, de ficar tranquilo, de acreditar no que eu estava fazendo e virar o jogo para empatar o confronto. Amanhã temos a dupla e se precisar as duas simples. Acho que a equipe está bem unida e preparada e vamos com tudo para sairmos vitoriosos desse confronto”, ressaltou Monteiro.

Foto: Olga Paola Almanzar/Divulgação CBT