Luisa Stefani e Dabrowski brilham e conquistam o título em Pequim

Luisa Stefani, número três do mundo, e a parceira canadense Gabriela Dabrowski, quinta colocada, conquistaram, neste domingo (11), o título do WTA 1000 de Pequim, na China, evento sobre o piso duro. A segunda melhor dupla do ano não tomou conhecimento da parceria com a número 1 do ranking, a tcheca Katerina Siniakova, e a chinesa Shuai Zhang, sétima do mundo, marcando 2 sets a 0 com parciais de 6/1 e 6/2 em apenas 59 minutos de duração.

Luisa e Gaby erguem a quinta conquista da temporada e a segunda de WTA 1000 após o título em Dubai, nos Emirados Árabes. Elas somam também o troféu no WTA 500 de Estrasburgo, na França, e dois WTA 250, o SP Open e em Eastbourne, na Inglaterra.

A temporada é a mais vitoriosa da carreira de Luisa que supera 2025 quando teve quatro conquistas, todas com a húngara Timea Babos. Além dos cinco canecos, o ano de 2026 tem ainda final em Wimbledon e cinco semis no Australian Open, Roland Garros, US Open, Doha e no Miami Open.

Stefani ergue também seu 18º troféu na carreira e o quinto de WTA 1000. Ela ainda foi campeã em 2021 do torneio da mesma categoria em Montreal, no Canadá, com Dabrowski, em Guadalajara, no México, em 2022, com a australiana Storm Hunter, e o WTA 1000 de Doha, no Qatar, em 2024 ao lado da holandesa Demi Schuurs.

Ao lado de Dabrowski são sete títulos. Além dos cinco este ano e de Montreal em 2021, elas ganharam também o WTA 250 de Chennai, na Índia, em 2022.

“É sempre um prazer e uma honra jogar com Shuai Zhang e Katerina Siniakova, são grandes jogadoras. Foi mais uma grande semana, grande temporada, sempre um desafio ir bem e fazer melhor. Eu e a Gabi tivemos que colocar um grande nível para essa final para conquistar esse título. Muito especial dividir essa semana com a Gabi. Sempre especial estar aqui em Pequim, finalizamos forte”, disse Luisa, atleta patrocinada pela Prudential Brasil, Bradesco, Parmalat Whey Fit e Slyce e com os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

“Me sinto uma sortuda por levantar esse troféu e jogando um grande tênis  e jogando com uma grande parceira”, disse Gaby que continuou: “Muito orgulhosa do nosso progresso esse ano, nos sentimos incríveis e isso reflete no resultado de hoje”, finalizou.

A dupla segue para o WTA 1000 de Wuhan, também na China, que começa nesta segunda-feira (12). Luisa e Gabi ficam a menos de 700 pontos da dupla número 1 do mundo formada por Siniakova e a norte-americana Taylor Townsend. Caso conquistem o troféu do torneio elas vão virar a melhor dupla do ano.

Stefani tem no calendário, além de Wuhan, o WTA 500 de Tóquio, no Japão, e o WTA Finals, que será jogado em Indian Wells, na Califórnia, torneio com as oito melhores parcerias da temporada.

Foto: Jimmie 48 Photography/WTA

Luisa Stefani luta pelo bi de duplas no SP Open neste domingo; Podoroska e Quevedo se enfrentam na final de simples

O Brasil será representado no dia das finais do SP Open 2026, com Luisa Stefani em busca do bicampeonato de duplas, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. As cabeças de chave 1 encaram as americanas Anna Rogers e Allura Zamarripa neste domingo, 20 de setembro, às 13h, no Parque Villa-Lobos.

Não antes de 15h30, acontece a final de simples entre a argentina Nadia Podoroska e a espanhola Kaitlin Quevedo. Quem vencer conquistará seu primeiro título de WTA 250 da carreira.

Luisa, que levou o troféu de duplas de 2025 com a húngara Timea Babos, disputa o torneio com seu melhor ranking da carreira, número 3 do mundo. A paulistana e Dabrowski jogam pelo quarto título da parceria neste ano.

No jogo que fechou a programação deste sábado, Luisa e Gaby contaram com a força da torcida para a vitória diante das chinesas Yiming Dang e Xiaodi You, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 11-9.

Depois de um início de partida abaixo e chegando a ter duas quebras de serviço contra no segundo set, a dupla da tenista brasileira precisou salvar um match-point no match tie-break.

“Acho que começamos um pouco lentas e elas entraram com tudo, fazendo coisas diferentes do que talvez a gente esperava. Mérito para elas por terem nos desestabilizado um pouco, mas acho que tentamos nos manter no jogo o máximo possível. E a partir do início do segundo set, acho que o público realmente elevou a energia”, disse Luisa.

“O público nos motivou muito para entrar no ritmo e no momento. É muito bom conseguir uma vitória quando não estamos no nosso melhor. Temos a oportunidade de fazer melhor amanhã”, acrescentou.

Na outra semifinal, Rogers e Zamarripa venceram Anastasia Tikhonova e a ucraniana Valeriya Strakhova com parciais de 6/3 e 6/0.

Podoroska e Quevedo buscam primeiro título de WTA 250

A argentina Nadia Podoroska se classificou para a grande final de simples ao derrotar a espanhola Paula Badosa, cabeça de chave 2, por 6/3 e 6/4, neste sábado (19).

“Primeira final depois de tantos anos no circuito. Muito feliz com a semana, com a maneira que tenho jogado, com o jeito que lidei com as adversidades. Mais ainda por ser na América do Sul. Sou da Argentina e fazer a primeira final no Brasil é muito especial”, disse.

Aos 29 anos, Podoroska vive seu melhor momento desde uma parada de mais de um ano por lesões no quadril e no ombro, que fizeram com que a ex-número 36 do mundo saísse do top 300. Em 2020, ela chegou às semifinais de Roland Garros.

“Estar podendo jogar tênis é um prêmio. No ano passado, fiquei muito mal e houve muita incerteza de quando poderia retornar à quadra. É muita emoção jogar nesse nível, já que voltei apenas em abril”, lembrou.

Podoroska enfrenta outra tenista da Espanha pelo troféu, Kaitlin Quevedo, que bateu a francesa Anna Blinkova por 6/4, 2/6 e 6/4. As duas disputam pela primeira vez uma decisão de simples de WTA 250 em confronto inédito.

“Foi um jogo muito difícil. Eu sabia que seria assim desde o início e estava preparada mentalmente para isso. [Blinkova] é uma jogadora muito difícil e faz você jogar cada ponto, é quase irritante de certa forma, porque é muito difícil e você precisa estar super focada e consistente o tempo todo”, afirmou Quevedo.

Nascida na Flórida, filha de mãe americana e pai espanhol, Quevedo tem apenas 20 anos e vive a melhor temporada da carreira, depois de ter sido número 5 do mundo como juvenil.

“É incrível, estou muito feliz. Acho que agora todo o trabalho que estamos fazendo está tendo recompensa e estou super orgulhosa de poder competir neste nível também”, acrescentou a espanhola.

Negra Li e Djamila Ribeiro celebram a diversidade feminina no último dia do SP Open; Maria Sharapova entrega troféu

Negra Li e Djamila Ribeiro serão protagonistas do encerramento do SP Open, neste domingo (20), no Parque Villa-Lobos, em uma programação que conecta o esporte a diferentes expressões e trajetórias de mulheres brasileiras.

Antes da grande final, Negra Li sobe à quadra para cantar o Hino Nacional Brasileiro. Na cerimônia de premiação, Djamila Ribeiro entra em quadra levando o troféu que será entregue à campeã do torneio pela vencedora de cinco Grand Slams e ex-número 1 do mundo Maria Sharapova.

Gabriela Carvalho é campeã do primeiro SP Open Rising Stars

A primeira vencedora do SP Open Rising Stars, torneio que reúne as melhores tenistas brasileiras até 14 anos, é Gabriela Carvalho. A paulista derrotou a catarinense Martina Passold por duplo 6/0 na final neste sábado (19).

Com o título, Gabriela conquistou uma vaga no prestigiado IMG Academy International Championships, um dos principais torneios do circuito juvenil internacional, disputado na Flórida e preparatório para o tradicional Orange Bowl. Ela também terá passagem e hospedagem pagas para participar da competição.

“Eu tive um frio na barriga no primeiro jogo do torneio, mas depois foi passando. Acho que foi uma experiência bem legal estar junto com as atletas (profissionais)”, disse Gabriela.

Vice-campeã, Martina Passold valorizou a oportunidade de jogar nas quadras do maior torneio de tênis feminino do Brasil.

“Foi muito proveitoso, gostei bastante. A gente conseguiu ficar do lado de várias tenistas muito boas, que eu admiro bastante. A semana foi bem boa, foi muito legal”, comentou.

Programação de 20 de setembro no SP Open 2026

Quadra Central Maria Esther Bueno

13h – Final de duplas: [1] Gabriela Dabrowski (CAN) / Luisa Stefani (BRA) vs [4] Anna Rogers (USA)/ Allura Zamarripa (USA) 

Não antes de 15h30 – Final de simples: [7] Kaitlin Quevedo (ESP) vs Nadia Podoroska (ARG) 

Foto: SP Open/Fotojump

Luisa Stefani aplica pneu e vai às quartas do US Open pela sexta vez seguida

Luisa Stefani, número quatro mundo, e a parceira Gabriela Dabrowski, tiveram mais uma atuação com autoridade e, nesta segunda-feira (7), atingiram vaga nas quartas de final do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado em Nova York, nos Estados Unidos. A segunda melhor dupla da temporada passou com tranquilidade pela dupla da japonesa Eri Hozumi e da eslovena Andreja Klepac por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/3.

Esta será a sexta vez seguida de Luisa nas quartas do US Open e buscará a terceira semifinal. Em 2020 ela alcançou as quartas ao lado da americana Hailey Carter, em 2021 fez semi com Dabrowski onde machucou o joelho justo na disputa de vaga para a final e ficou mais de um ano parada. Em 2023 foi semifinalista com a americana Jenifer Brady e nos anos de 2024 e 2025 fez quartas com a holandesa Demi Schuurs e a húngara Timea Babos respectivamente. Ela soma 19 vitórias e cinco derrotas no torneio em Nova York.

Em busca de vaga em sua terceira semifinal, Stefani e a parceira Dabrowski enfrentam as chinesas Shuai Zhang e Xinyu Jiang, cabeças de chave 7, não antes das 17h na quadra 17.

“Eu daria uma nota 9 na escala até 10. Sempre há espaço para melhora”, afirmou Luisa, patrocinada pela Prudential Brasil, Parmalat Whey Fit e Slyce e os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

“Temos um grande time por trás com muito trabalho e lhes dou grande crédito pelos resultados que estamos tendo”, seguiu Luisa.

“O que vem dando certo é ficarmos firmes com nossas melhores ferramentas. Tivemos alguns momentos esse ano onde não pudemos jogar o calendário completo com lesões minhas e dela e lidamos muito bem com isso. Voltamos e discutimos questão de treinamentos e o tênis que deveríamos jogar, isso ficou bem claro e vem nos ajudando”, apontou Dabrowski.

Stefani e Dabrowski formam a segunda melhor dupla da temporada com final de Wimbledon, semi de Roland Garros e do Australian Open além de três títulos no WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes, WTA 500 de Estrasburgo, na França, e WTA 250 de Eastbourne, na Inglaterra.

Foto: Mike Lawrence /USTA

Luisa Stefani é vice-campeã em histórica campanha em Wimbledon

Luisa Stefani, sétima melhor do mundo, e a parceira Gabriela Dabrowski, terceira colocada, foram vice-campeãs, neste domingo (12), no torneio de Wimbledon, evento mais tradicional do mundo jogado na grama do All England Club, em Londres. Stefani e Dabrowski foram superadas na final pela francesa Kristina Mladenovic e pela chinesa Hanyu Guo por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 7/5.

Luisa jogou sua primeira final de dupla feminina em um Grand Slam e fez história ao se tornar a primeira brasileira na Era Aberta a fazer final da modalidade no torneio mais tradicional do tênis e primeira desde Maria Esther Bueno em 1967.

Stefani será a quarta melhor do mundo no ranking a ser divulgado nesta segunda-feira, sendo a primeira mulher brasileira a figurar no top 5 do ranking que foi criado em 1974 (após o auge de Maria Esther Bueno que foi na década de 60).

No ranking de times, Luisa e Dabrowski serão a segunda melhor dupla da temporada atrás apenas da norte-americana Taylor Townsend e da tcheca Katerina Siniakova.

Ela e Gaby somam três títulos com os canecos no WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes, WTA 500 de Estrasburgo, na França, e o WTA 250 de Eastbourne, na Inglaterra. Ainda somam semifinais do Australian Open e Roland Garros além de semis no Miami Open e em Doha.

Stefani tem outros feitos no esporte como o título de duplas mistas em 2023 do Australian Open, primeira dupla totalmente brasileira a ganhar um Grand Slam, ao lado de Rafael Matos e a Medalha de Bronze Olímpica em Tóquio, Japão, em 2021, ao lado de Laura Pigossi, primeiras e únicas brasileiras com medalha Olímpica na história do tênis.

“Foi uma temporada de grama incrível para nós, nossa primeira temporada de grama. Foi muito divertido jogar com a Gaby na grama. Temos um estilo bem divertido para jogar nesse piso. Hoje não fomos boas o bastante, não estávamos tão afiadas o suficiente, não conseguimos pegar as oportunidades e crédito para nossas adversárias que jogaram uma grande partida. Parabéns para elas”, disse Luisa.

“Agradecer ao nosso time, Gui Pachane e o Dan (Kiernan, técnico de Dabrowski) por estarem na estrada conosco e apreciar todo o trabalho conosco e não queria deixar esse momento passar. É especial e espero ter a chance de voltar aqui e ir pelo título. Agradecer nossos amigos, família, todos trabalhando nos bastidores também”, completou.

Foto: AELTC/Simon Bruty

Luisa Stefani vence mais uma e chega às quartas de Wimbledon pela 3ª vez

Luisa Stefani, sétima melhor do mundo, e a parceira Gabriela Dabrowski, terceira colocada, arrasaram nesta terça-feira (7), e atingiram a fase quartas de final de Wimbledon, o mais tradicional do esporte, jogado na grama do All England Club, em Londres. Stefani e Dabrowski derrotaram a dupla cabeça de chave 14 da norte-americana Caty McNally e da australiana Storm Hunter por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 6/4.

Esta será a terceira quartas de final de dupla feminina no torneio mais tradicional do esporte para Luisa que parou nas quartas em 2025 com a húngara Timea Babos e em 2023 com a francesa Caroline Garcia.

Em busca da maior campanha no torneio, ela e Dabrowski encaram a parceria da polonesa Katarzyna Piter e da tcheca Anna Siskova.

Luisa e Dabrowski somam sete vitórias consecutivas. Elas vêm do título no WTA 250 de Eastbourne, na Inglaterra, conquistado na semana anterior do Grand Slam em Londres.

“Mais um ótimo jogo, muito bom primeiro set e início do segundo também. Eu oscilei um pouco no começo do segundo, mas a Gaby fez um jogo extremamente sólido do começo ao fim. Só uma quebra no começo do segundo set, quando encaramos super bem e voltamos, quebrando de volta para não perder o momento e mantendo elas sob pressão. Condições difíceis com o vento, então um pouco mais complicado de conectar bem e fazer bolas limpas, mas foi um grande jogo e bem finalizado”, disse Luisa, patrocinada pela Prudential Brasil,  Parmalat Whey Fit e Slyce e os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

Foto: Slyce Apparel

Bia e Luísa confirmadas no SP Open

Após uma primeira edição histórica, a cidade de São Paulo receberá a elite do tênis feminino pelo segundo ano consecutivo. O SP Open, maior torneio de tênis feminino disputado no Brasil, retorna ao Parque Villa-Lobos entre os dias 12 e 20 de setembro para mais uma celebração da força feminina no esporte. Beatriz Haddad Maia e Luisa Stefani, as tenistas número 1 do Brasil em simples e duplas, já estão garantidas na segunda edição do WTA da maior cidade das Américas. 

Bia Haddad Maia (Dalia Gabanyi Langer)



Beatriz Haddad Maia é a atual número 1 do Brasil e a grande queridinha da torcida local. Jogando em casa, Bia, que já foi número 10 do mundo em simples e duplas, vai em busca do seu 5º título de WTA da carreira. Além dos troféus conquistados em Nottingham, Birmingham, WTA Elite Trophy e Seul em simples, e outros oito nas duplas, Bia também foi semifinalista em Roland Garros (2023) e finalista no Australian Open nas duplas (2022). Ela é a segunda brasileira da história com melhor ranking na WTA, atrás apenas da lendária Maria Esther Bueno. No ano passado alcançou as quartas de final no SP Open.

“É muito especial poder jogar um WTA na minha cidade, perto de pessoas queridas, da minha família e com toda a torcida. Dá sempre um friozinho na barriga, mas é muito gostoso. Espero poder estar junto com todas as brasileiras, não só da minha geração, e poder inspirar cada vez mais meninas para que tenham vontade de estar lá. O principal é desfrutar da semana e lembrar que ela é muito maior do que um sonho pessoal”, disse Bia.

Quem também já está garantida é a atual campeã do torneio de duplas, Luisa Stefani. A medalhista olímpica nos Jogos de Tóquio foi campeã na primeira edição do SP Open ao lado de Timea Babos, ganhando o troféu criado por Ara Vartanian, e retorna ao torneio em busca da defesa do título, com parceira a confirmar. Hoje, Luisa ocupa o 9º lugar no ranking de duplas, sua melhor colocação da carreira, e vem de um grande começo de temporada. A brasileira, que voltou a fazer parceria com a canadense Gabriela Dabrowski, foi campeã no WTA 1000 de Dubai e semifinalista no Australian Open e nos WTA 1000 de Doha e Miami. No total, Luisa tem 14 títulos, além da conquista nas duplas mistas do Australian Open 2023 com Rafael Matos.

“A energia que vimos na primeira edição do SP Open foi algo muito especial. O público abraçou o torneio, lotou as arquibancadas e criou uma atmosfera ímpar para as jogadoras. Ter a Bia e a Luisa novamente no SP Open é muito simbólico, porque elas ajudaram a criar alguns dos momentos mais especiais no ano passado. Vê-las jogando em casa, com arquibancadas cheias e uma torcida tão apaixonada, foi um dos momentos mais marcantes da estreia do torneio e esperamos viver isso novamente em 2026”, disse Luiz Carvalho, codiretor do SP Open.

Mais informações da segunda edição do WTA da maior cidade das Américas, como novidades do line-up, pré-venda e venda geral de ingressos, serão divulgadas em breve.
O SP Open é um torneio do circuito WTA 250 – uma das principais categorias do tênis feminino mundial – que voltou São Paulo após um hiato de 25 anos.

O SP Open é mais um grande ativo que a IMM, principal empresa do País nos segmentos de esporte e entretenimento, trouxe para a cidade de São Paulo. A IMM é a realizadora também do festival gastronômico “Taste of São Paulo”, da São Paulo Fashion Week e das turnês do Cirque du Soleil.

O SP Open conta com o patrocínio máster da Claro, Heineken 0.0, ALLOS, Shopping VillaLobos e Bradesco.

São patrocinadores também: Prudential, Mercedes-Benz,  B3, Latam, Seara Gourmet e Accor. As marcas esportivas oficiais são Slyce e ASICS.

O torneio é incentivado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério do Esporte, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, e conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, via SPTuris.

A transmissão é do Sportv.

O SP Open é uma promoção da IMM, com realização do ICT

Luisa Stefani e Timea Babos são campeãs duplas do SP Open no Parque Villa-Lobos

Luisa Stefani e Timea Babos são as primeiras campeãs da história do SP Open. A brasileira e a húngara conquistaram neste sábado o título de duplas depois de uma grande final contra a dupla formada pelas também brasileiras Ingrid Martins e Laura Pigossi no Parque Villa-Lobos. Elas foram as primeiras tenistas a levantarem o troféu feito pelo joalheiro Ara Vartanian, inspirado no Marco Zero de São Paulo.

A conquista é a primeira de tenistas brasileiras em duplas no Brasil depois de 39 anos. O último título de brasileiras nas duplas em um torneio no Brasil havia sido no Guarujá, em 1986, com Niege Dias e Patricia Medrado.

Cabeças de chave número 1 do WTA 250 da maior cidade das Américas, Stefani e Babos venceram de virada a final disputada na Quadra Central Maria Esther Bueno, com parciais de 4/6 6/3 e 10-4, em 1h29.

As brasileiras se emocionaram e mostraram muito respeito na cerimônia de premiação e exaltaram a importância do momento para o tênis brasileiro, em especial, o tênis feminino.

“Esta semana aqui é muito mais do que um título. Isso aqui é muito grande, é um passo gigantesco no caminho certo do futuro do nosso tênis brasileiro, especificamente, o tênis feminino brasileiro”, disse Luisa.

“Olha o que a gente fez no Parque Villa-Lobos essa semana. Tem sido realmente um momento muito especial, e estou super feliz de fazer parte dessa história e a gente não para por aqui. Tem muito mais coisa boa vindo pela frente!”, completou.

Tenistas brasileiras ressaltam emoção com final e realização do SP Open

Na entrevista coletiva, Luisa reforçou a emoção de conquistar um título em casa e dividindo a quadra com outras duas brasileiras, que são amigas dela no circuito.

“É indescritível. Senti muitas emoções ali na quadra, deu para ver. Foi emocionante, claro, por ser uma final, pelo título, mas principalmente por ser contra a Lau e a Gri. Foi um jogo tenso do começo ao fim, não foi fácil jogar, não aproveitei todos os momentos, mas no tie-break consegui relaxar um pouco mais e jogar melhor”, disse Luisa.

“As emoções são enormes porque essa semana foi especial demais. Há seis meses a gente fala do SP Open e chegar aqui, viver uma semana mágica e ainda terminar com o título é a cereja do bolo. Vai levar alguns dias pra eu absorver tudo: o carinho do público, o trabalho da organização, todo mundo nos bastidores. O Brasil merece um torneio desse porte, São Paulo merece. Saio daqui muito grata, me sentindo amada e orgulhosa de todo mundo que fez isso acontecer”, concluiu.

“Foi uma semana sólida. Nem sempre jogamos o nosso melhor tênis, mas mantivemos a calma nos momentos decisivos, e isso fez a diferença. A torcida foi incrível, a organização também”, disse Timea Babos.

“Foi minha primeira vez em São Paulo, e o que mais me marcou foram as pessoas. Na Europa às vezes esquecemos de aproveitar a vida, e aqui sinto que todos gostam de ser felizes. Todo mundo tenta ajudar, mesmo sem falar a mesma língua. Isso é especial. Saio daqui com o coração cheio”, completou.

Após a partida, Laura Pigossi e Ingrid Martins falaram sobre a derrota na final do SP Open e a sensação com a qual elas saem do torneio na capital paulista.

“Para nós, jogar uma final em casa, ter essa oportunidade contra adversárias incríveis, como pessoas e jogadoras, é especial. Claro que a derrota bate, não estamos satisfeitas. Até o final do jogo, estávamos segurando o choro. Era um torneio importante para nós, uma final importante, e a gente queria muito vencer. Mas ao mesmo tempo, temos que olhar o lado positivo: fizemos uma ótima semana, jogamos de igual para igual com jogadoras que têm título de Grand Slam. Então precisamos reconhecer e nos parabenizar pelo que conquistamos”, disse Laura.

“Como a Laura falou, não existe boa ou pior derrota. Mas nós demos tudo de nós. Foi uma ótima semana de trabalho com a Laura; fazia tempo que não jogávamos juntas. Competir em alto nível, em São Paulo, com essa torcida e contra jogadoras tão fortes é sempre positivo. Levaremos não só o resultado, mas as memórias e tudo o que sentimos essa semana para o resto da vida”, completou Ingrid.

Foto: Fotojump

Luisa Stefani estreia nas duplas e Naná volta à quadra nesta quarta-feira no SP Open

O SP Open começa mais tarde nesta quarta-feira, com os jogos a partir das 15h no Parque Villa-Lobos no dia da estreia de Luisa Stefani nas duplas. A brasileira e sua parceira húngara Timea Babos enfrentam na Quadra 1 a britânica Alicia Barnett e a francesa Elixane Lechemia.

Em seguida, Laura Pigossi e Ingrid Martins voltam à quadra em busca das semifinais na partida contra a francesa Leolia Jeanjean e a mexicana Victoria Rodríguez.

Já na Quadra Central Maria Esther Bueno, a brasileira Nauhany Silva, a Naná, abre a rodada noturna às 17h30. Ela joga em busca das quartas de final contra a argentina Solana Sierra, cabeça de chave número 2 do torneio.

O primeiro jogo do dia na quadra principal do SP Open reúne a americana Whitney Osuigwe e a britânica Francesca Jones, cabeça de chave número 6 do torneio.

Programação de quarta-feira (10 de setembro)

Quadra Central Maria Esther Bueno

A partir das 15h00

[6] Francesca Jones (GBR) vs Whitney Osuigwe (USA)

Não antes de 17h30

[WC] Nauhany Silva (BRA) vs [2] Solana Sierra (ARG)

Julia Riera (ARG) vs [3] Alexandra Eala (PHI)

Quadra 1

A partir das 15h00

[Q] Victoria Rodriguez (MEX) vs Tianstsoa Rakotomanga Rajaonah (FRA)

[1] Timea Babos (HUN) / Luisa Stefani (BRA) vs Alicia Barnett (GBR) / Elixane Lechemia (FRA)

Após descanso

Leolia Jeanjean (FRA) / Victoria Rodriguez (MEX) vs [3] Ingrid Martins (BRA) / Laura Pigossi (BRA)

Quadra 2

A partir das 15h00

Janice Tjen (INA) vs [Q] Martina Okalova (SVK)

Haley Giavara (USA) / Rasheeda McAdoo (USA) vs Valeriya Strakhova (UKR) / Pana Udvardy (HUN)

Madeleine Brooks (GBR) / Jessica Failla (USA) vs [2] Emily Appleton (GBR) / Isabelle Haverlag (NED)

Foto: Fotojump

Luisa Stefani joga final de duplas mistas nesta 5ª feira, buscando seu 2º título de Slam

A quinta-feira será um dia de possibilidade de título para o Brasil em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Luisa Stefani vai entrar em quadra pra jogar a final de duplas mistas, ao lado do britânico Joe Salisbury, depois de quatro vitórias que garantiram seu lugar na decisão.

Os adversários serão a tcheca Katerina Siniakova e o holandês Sem Verbeek, no que será o primeiro confronto entre as duas no circuito.

Vale destacar que pode ser o segundo título de Slam de duplas mistas da brasileira, que conquistou o Australian Open de 2023, ao lado do compatriota Rafael Matos.

A final desta quinta-feira deve começar por volta das 12h30min, no horário de Brasília.

Foto: WTA/Wimbledon/AELTC

Orlando Luz vence com Dodig e enfrenta dupla de Romboli por vaga nas 4ªs em Paris. Stefani também está nas 8ªs

Três brasileiros estão nas oitavas de final de duplas de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

Neste sábado, Fernando Romboli e o australiano J. P. Smith venceram a segunda partida no torneio em um jogo de três sets contra os locais Arthur Cazaux e Harold Mayot, com parciais de 7/5 6/7(7) e 6/4.

Seus adversários por uma vaga nas quartas serão justamente o brasileiro Orlando Luz e o croata Ivan Dodig, que passaram pelos alemães Kevin Krawietz e Tim Puetz, cabeças de chave número 3, com parciais de 3/6 7/6(4) e 6/3.

Quem também conseguiu uma virada foi Luisa Stefani, ao lado da húngara Timea Babos, passando pela ucraniana Yuliia Starodubtseva e a croata Anastasia Detiuc, com parciais de 4/6 6/3 e 7/5.

Nas oitavas, elas terão pela frente simplesmente a dupla favorita ao título, formada pela tcheca Katerina Siniakova e a norte-americana Taylor Townsend.

Foto: Loïc Wacziak / FFT