Luis Horna, principal nome do tênis peruano, está no Brasil para acompanhar de perto a Copa Gerdau/Itaú. Agora como treinador, ele acompanha seu compatriota Nicolas Alvarez, que disputa a chave dos 18 anos .
O peruano, que encerrou sua carreira em 2009, aos 29 anos, tem em seu currículo algumas conquistas de respeito. Como juvenil, ganhou o tradicional Banana Bowl em 2007 e liderou o ranking.
Já como profissional, foi campeão do ATP 250 de Viña del Mar e do ATP 500 de Acapulco, al&ém de chegar ao 33º lugar no ranking da ATP.
Al&ém do sucesso como jogador de simples, foi tamb&ém um grande jogador de duplas, conquistando o título de Roland Garros, em 2008, ao lado do uruguaio Pablo Cuevas. Foi o 15º no ranking.
Como treinador, Horna tem uma rotina bem diferente. “Antes me preocupava somente com o meu jogo. Hoje, preciso cuidar de horários de treinos, viagens, adversários e tendências do tênis moderno para passar essas informações ao meu atleta, al&ém de estar atento a outras funções relacionadas à minha nova carreira”, comenta o ex-jogador.
Trabalhando há seis meses com Nicolas Alvarez, o t&écnico peruano acredita que, no trabalho de longo prazo, conquistará bons resultados. Por&ém, faz observações importantes e alerta que não &é fácil fazer a transição do juvenil para o profissional “Para sair da categoria juvenil e obter sucesso como profissional só existe uma coisa a fazer: muita dedicação e trabalho”, afirma o peruano.
Horna ficou satisfeito com a estreia de seu atleta no torneio, na Associação Leopoldina Juvenil. Na segunda-feira, Alvarez ganhou do cabeça de chave nº 8 da competição, o americano Mackenzie McDonald, em dois sets, parciais de 6/0 e 6/1. Pela segunda rodada, nesta quarta-feira, enfrentará o mexicano Alan Nunez Aguilera.
Foto: ATP Acapulco
