Na quinta-feira que Roland Garros celebrou o Dia das Mulheres, colorindo o complexo e tingindo
as quadras de rosa (saiba mais), a russa Maria Sharapova e a italiana Sara Errani alcançaram pela primeira vez na carreira a honrosa fase final do Aberto da França, que será disputada neste sábado e em confronto in&édito entre as tenistas.
De quebra, Sharapova, com a vitória sobre Petra Kvitova na semi, ganhou o direito de recuperar o posto de número 1 do mundo de Victoria Azarenka. O dedo indicador para o alto na Philippe Chatrier simbolizou sua felicidade ao retornar de forma triunfal ao topo.
“Após minha cirurgia no ombro, meu ranking estava acima do 100. É incrível saber que na segunda-feira serei a novamente a número 1 do mundo”, declarou a russa, que chegou a ser número 1 do mundo em agosto de 2005, quando ainda tinha 18 anos.
Para quem se considerava “uma vaca no gelo” ao jogar no saibro, embora apenas neste ano tenha vencido Roma e Stuttgart, Sharapova mostrou nesta edição de Roland Garros ter evoluído seu nível de jogo nessa superfície.
Errani, por sua vez, para quem jamais havia passado da segunda rodada de Roland Garros, estar na final de simples e duplas (com Roberta Vinci), de Roland Garros &é de fato viver um sonho antes inimaginável.
A italiana natural de Bologna que at&é então jamais havia superado uma jogadora top 10 do ranking em 28 confrontos, somente este ano em Roland Garros superou duas tops: na semifinal Samantha Stosur, número 6, e Angelique Kerber, 10ª colocada, nas quartas-de-final. Será que ela repete o feito contra a futura número 1 da WTA?
A resposta poderá ser definida caso Errani repita os 15% de aproveitamento nos pontos vencidos com o segundo saque, uma fraqueza que Maria Sharapova com certeza explorará com mais inteligência que Stosur.
Duplas mistas
E já tem dupla campeã em Roland Garros: os indianos Sania Mirza e Maheshi Bhupathi venceram hoje a chave de duplas mistas do torneio, derrotando na final a polonesa Klaudia Jans-Ignacik e o mexicano Santiago Gonzalez.
(fotos: FFT)
