Destaque na programação do Rio Open, o Wheelchair Tennis Elite — apresentado por ALLOS — retorna em 2026 para uma nova edição na Cidade Maravilhosa. Integrando o tênis em cadeira de rodas a um dos maiores eventos de tênis do mundo, o torneio será disputado entre os dias 19 e 21 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, durante o Rio Open – o maior torneio de tênis da América do Sul.
Del Potro e Fonseca com os destaques do Wheelchair Tennis Elite, De La Puente, Fernandez e Rodrigues (Fotojump)
No dia 19 de fevereiro, os
quatro tenistas participantes disputam as semifinais. A final de simples
acontece em 20 de fevereiro, enquanto o dia 21 será dedicado a uma
exibição de duplas.
O Wheelchair Tennis Elite já contou com
grandes nomes do esporte, como o japonês Shingo Kunieda, considerado o
maior campeão da história da modalidade; os britânicos Alfie Hewett e
Gordon Reid, que acumulam mais de 200 títulos; além dos medalhistas
paralímpicos Daniel Caverzaschi e Martin de la Puente. A lenda argentina
Gustavo Fernández e o principal representante brasileiro do tênis em
cadeira de rodas, Daniel Rodrigues, também já marcaram presença.
O
evento também promoveu partidas entre estrelas do tênis em cadeira de
rodas e atletas como João Fonseca e Juan Martín del Potro, além de
homenagens a jovens talentos como Vitória Miranda e Luiz Calixto,
campeões de Grand Slam juvenil. O line-up oficial de 2026 será divulgado
em breve.
A iniciativa vai além das quadras e reafirma o
compromisso do Rio Open com a diversidade, acessibilidade e inclusão. O
torneio conta com estrutura acessível em todo o complexo, seguindo
normas e padrões que facilitam a circulação e a acomodação de pessoas
com deficiência.
“O Wheelchair Tennis Elite é um momento super
emblemático da programação do Rio Open porque traduz, na prática, os
valores que acreditamos como evento: excelência esportiva, diversidade e
inclusão. Integrar o tênis em cadeira de rodas a um dos maiores
torneios do mundo é reconhecer o altíssimo nível desses atletas e
ampliar o acesso do público a uma modalidade que inspira pela
competitividade, talento e superação. É um orgulho chegar à terceira
edição reafirmando esse compromisso e oferecendo uma estrutura à altura
desses grandes nomes do esporte”, afirma Marcia Casz, diretora geral do
Rio Open.
Este é o terceiro ano consecutivo em que a ALLOS, a mais
inovadora plataforma de entretenimento, serviços, lifestyle e compras
do país, patrocina o evento, que conta também com o patrocínio do
Shopping Leblon, um dos destinos da companhia no Rio de Janeiro.
A
ALLOS acredita no esporte como ferramenta de transformação social,
promoção da diversidade e inclusão. Por isso, apoia mais uma vez o
Wheelchair Tennis Elite no Rio Open, reforçando o compromisso da
companhia com o fortalecimento do esporte paralímpico e com a
valorização do tênis brasileiro em todas as suas formas de prática.
A
acessibilidade é um dos pilares da agenda ESG da ALLOS, que mantém em
seu portfólio shoppings cada vez mais acessíveis e o compromisso público
de certificar 100% de seus destinos até 2030.
A 10ª edição do Rio Open apresentado pela Claro foi histórica tanto dentro quanto fora de quadra. Com ingressos esgotados desde o ano passado, o torneio, que reuniu grandes nomes do tênis mundial no Jockey Club Brasileiro, bateu recorde de público com 65 mil pessoas ao longo dos nove dias, e movimentou mais de R$ 160 milhões na economia no Estado do Rio, entre turismo e geração de empregos, com mais de 5 mil vagas diretas e indiretas.
Pela primeira vez um tenista brasileiro foi campeão do torneio, com a conquista de Rafael Matos nas duplas ao lado do colombiano Nicolas Barrientos. Já na final de simples, dois tenistas de um mesmo país decidiram o título. O argentino Sebastian Baez venceu o compatriota Mariano Navone e recebeu o troféu do torneio das mãos de Gustavo Kuerten e David Ferrer. Além disso, cinco brasileiros disputaram a chave principal (com três tenistas do país alcançando as quartas de final – João Fonseca, Thiago Monteiro e Thiago Wild) e, pela primeira vez, o evento promoveu um torneio de tênis em cadeira de rodas, o Wheelchair Tennis Elite – apresentado por ALLOS.
Baez Campeão (Fotojump)
Entre os brasileiros, João Fonseca roubou a cena durante o Rio Open e teve uma semana dos sonhos. O tenista de 17 anos atraiu todos os holofotes ao conquistar suas duas primeiras vitórias da carreira na ATP, e tornar-se o mais jovem brasileiro nas quartas de final de um torneio do circuito desde Gustavo Kuerten no ATP de Umag, em 1996. Além disso, o carioca entrou para o hall dos mais jovens do tênis mundial a atingir essa etapa desde os anos 2000, ingressando em uma lista que tem Rafael Nadal, Alexander Zverev, Karen Khachanov e Kei Nishikori. Outro dado histórico para o ATP 500, foi Felipe Meligeni, o primeiro tenista do Brasil a passar pelo qualifying.
Wheelchair by Allos (Fotojump)
Fora das quadras, o maior torneio da América do Sul também deu um show e contou com diversas atrações, reunindo grandes marcas nos mais de 10 mil m² do Boulevard Leblon. Destaque para a gastronomia, com quiosques de restaurantes renomados, como o Babbo Osteria, Absurda, Seu Vidal, Liga Tijucana e Oakberry Açaí, sempre concorridos pelo público. Loja oficial do evento, a La Boutique também teve recorde de vendas e produtos esgotados, como bonés, ímãs, toalha de praia e camiseta infantil.
Rio Open Green (Fotojump)
“A
décima edição entrou para a história e consolidou definitivamente o Rio
Open com um grande evento do Brasil. O público que compareceu ao
complexo do Jockey pôde experimentar grandes emoções. Tivemos o primeiro
título de um brasileiro nas duplas, o talento de João Fonseca e
promovemos pela primeira vez o torneio Wheelchair, com grandes jogadores
de tênis em cadeiras de rodas. Fora das quadras proporcionamos lazer de
qualidade, com gastronomia diversa e de alto padrão, ativações das
marcas, um belíssimo espetáculo de drones que iluminou o céu do Rio de
Janeiro. Tudo isso com cuidado e zelo pelas pessoas que nos prestigiam.
Pela primeira vez, colocamos em prática um projeto de acessibilidade em
todo o complexo. Foi uma edição inesquecível, marcada por momentos
emocionantes. Agora entramos em um novo ciclo de Rio Open, com
expectativa altíssima”, disse Marcia Casz, diretora do Rio Open.
A
praça Rio Open mais uma vez foi um grande point, com vista para o
Cristo Redentor, cerveja gelada do Bar Black Princess e os drinques
especiais do quiosque da Grey Goose, além do telão gigante para não
deixar passar nenhuma jogada. E os fãs do esporte também puderam
acompanhar as partidas espetaculares de casa, com as mais de 53 horas de
transmissão ao vivo para mais de 140 países, além da incrível cobertura
dos quase 280 jornalistas que levaram a competição para o mundo.
Lui
Carvalho, diretor do Rio Open, ressaltou a importância desses aspectos e
expressou sua satisfação com os resultados alcançados. “Histórica. Se
eu pudesse resumir em uma palavra a edição de 10 anos do Rio Open seria
essa. Do jeito que imaginávamos, quebrando recordes. É muito
gratificante ver que o mundo finalmente entendeu que a energia vinda das
arquibancadas do Rio Open não se iguala a nenhum outro lugar do mundo.
Os jogadores gostam e se sentem confortáveis em fazer parte de um
torneio tão especial quanto esse”, comentou Lui.
O
Rio Open também fez uso do poder do esporte para promover iniciativas
sociais. Crianças e jovens dos projetos parceiros da competição, além do
NERO – Núcleo Esportivo Rio Open, participaram do torneio Winners,
voltado exclusivamente para os integrantes destas instituições. Além
disso, eles ganharam ingressos para partidas do evento, e alguns deles
ainda fizeram parte da equipe de boleiros e foram sparrings dos atletas
profissionais.
Para completar, jovens que participaram de outras edições receberam cursos
de capacitação de encordoamento, árbitros, treinadores e outras
atividades ligadas ao esporte, e tiveram a oportunidade de trabalhar
como estagiários e até coordenadores em áreas do evento.
Outro
ponto alto da programação do Rio Open foi a realização do inédito
torneio de tênis em cadeira de rodas, o Wheelchair Tennis Elite –
apresentado por ALLOS. O Jockey Club Brasileiro recebeu pela primeira
vez quatro atletas da elite mundial da modalidade, que deram um show em
quadra.
O
título individual do Wheelchair Tennis Elite – apresentado por ALLOS
foi conquistado pelo britânico Alfie Hewett, dono de mais de 100 títulos
na carreira, sendo 27 em Grand Slams. Hewett também foi o campeão do
torneio de duplas, ao lado do compatriota Gordon Reid, detentor de um
currículo recheado de troféus internacionais. Também disputaram o
torneio o japonês Shingo Kunieda, considerado uma lenda da modalidade,
com mais de 50 taças em Grand Slams, e o brasileiro Daniel Rodrigues,
ex-número 11 do ranking mundial de tênis em cadeira de rodas e cinco
vezes medalhista em Jogos Parapan-Americanos.
No
pilar ambiental, o Rio Open Green concentrou todas as iniciativas que
têm objetivo de minimizar o impacto ambiental gerado pelo torneio. Desde
2020, em parceria com a ENGIE, líder em energia renovável no Brasil,
passou a ser um evento carbono neutro.
Pelo
terceiro ano consecutivo, o Rio Open irá neutralizar também as emissões
de CO2 derivadas do deslocamento do público. A neutralização da pegada
climática do evento foi reconhecida pela ONU pela contribuição
voluntária e responsável com as metas globais de descarbonização da
economia.
Confira alguns números e curiosidades do Rio Open 2024:
– Quadras de saibro: 08
– Capacidade da quadra central: 6.200
– Capacidade da quadra 1: 1.000
– Capacidade da quadra 2: 256
– Capacidade da quadra 5: 108
– Empregos gerados: Mais de 5.000 empregos diretos e indiretos
– Projetos sociais: 04
– Tamanho Leblon Boulevard: mais de 10.000m²
Atletas: 73 (incluindo simples, duplas e qualifying);
Países:
19 (incluindo simples, duplas e qualifying) – Brasil (13), Argentina
(15), Espanha (7), França (6), Áustria (4), Chile (4), Grã-Bretanha (4),
Itália (4), Alemanha (3), Colômbia (2), Sérvia (2), Estados Unidos (2),
Bolívia (1), Holanda (1), Peru (1), Portugal (1), Romênia (1), Suíça
(1) e Eslováquia (1)
Partidas disputadas: 61 contando o Qualifying (43 simples e 18 duplas)
Tempo de tênis: 103 horas e 3 minutos
– Premiação: U$ 2.271,715
Atletas cadeirantes: 4
Países: 3 – Brasil (1), Grã-Bretanha (2) e Japão (1)*
* único do Japão é cadeirante (Shingo Kunieda)
Jogos de cadeirantes: 4 (3 simples e 1 duplas)
–
Membros da ATP: 66 (Referee: 01, Supervisores: 02, Players Manager: 1,
Juízes de linha: 46, Juízes de cadeira: 7, Chefe de Juízes: 01,
Assistente de Chefe de Juízes: 01)
Corpo médico e fisioterápico: 7
– Jornalistas credenciados: 280
– Imprensa (vídeo, foto, atendimento, site, arte e texto): 27
– Países alcançados com a transmissão: Mais de 140
– Horas de transmissão: mais de 53 horas no SporTV 3 com as partidas da Quadra Central.
– Boleiros: 70, sendo 60 boleiros oriundos dos projetos sociais apoiados pelo Rio Open, 10 convidados e 03 coordenadores.
– Toneladas de pó de saibro: 14
– Tratadores de quadra: 23 + 1 coordenador
– Assistentes de quadra: 6 + 1 coordenador
– Bolas: 5.400
– Raquetes encordoadas: 512 – totalizando 6.096 metros de corda