Rio Open e Play for a Cause se unem em ação para ajudar projetos sociais impactados pela COVID-19

Sempre acreditando no esporte como uma importante ferramenta de transformação social, o Rio Open se uniu à Play For a Cause com o objetivo de contribuir no combate à crise causada pela pandemia de Covid-19 no Brasil. Para isso, será realizado o leilão  de uma experiência única na edição de 2021, que será convertido em ajuda aos projetos sociais apoiados pelo maior torneio de tênis da América do Sul.

“Para nós do Rio Open, o esporte é uma poderosa ferramenta para melhorar a saúde e a educação das pessoas. Por isso, estamos muito felizes com essa parceria com a Play for a Cause, que vai ajudar na manutenção de projetos esportivos que contemplam centenas de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, em um momento tão delicado“, diz Márcia Casz, diretora geral do Rio Open.

“Nosso objetivo principal é mostrar que a paixão pelo esporte pode gerar um impacto muito maior e gerar recurso para impactar diretamente a sociedade. O Rio Open é o primeiro evento esportivo que oficializa essa parceria com a Play For a Cause, mostrando que eles estão alinhados com nosso objetivo e que sua preocupação também vai além das linhas da quadra. Esperamos que essa parceria seja exemplo para que outros eventos esportivos percebam que podemos, juntos, fazer do esporte uma grande ferramenta de transformação social”, pontuou André Georges, fundador da Play For a Cause.

A partir desta segunda-feira (22), os fãs do tênis poderão participar do leilão no site rioopen.playforacause.com.br e disputar uma experiência inesquecível para a próxima edição, que inclui dois ingressos para o dia de Rio Open à sua escolha, acesso ao Corcovado Club (área vip do evento), backstage tour para conhecer os bastidores, Meet and Greet com um jogador, conhecer a cabine de transmissão do Sportv, transporte terrestre com carro oficial do torneio, além de duas passagens aéreas e hospedagem em quarto duplo no hotel oficial (para quem não residir no Rio de Janeiro).

Além da alta relevância esportiva, o Rio Open também acredita que o esporte pode mudar vidas e ser a esperança de um futuro melhor para as crianças e para o planeta.Nesta ação, os projetos sociais, que são beneficiados serão: Projeto Futuro Bom, Escolinha de tênis Fabiano de Paulo e o Projeto Tênis na Lagoa, todos apoiados pelo torneio desde a primeira edição.  Ao todo, os três atendem cerca de 640 crianças e jovens de comunidades do Rio de Janeiro.

Acreditamos muito no papel transformador do esporte, ainda mais nesse momento em que estamos passando. E convidamos os amantes do tênis a embarcarem nessa causa com a gente. Além de ajudar ainda vão poder garantir uma experiência única na edição de 2021“, comenta Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Sobre o Rio Open

O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo.

O torneio é exibido ao vivo para 170 países, levando imagens positivas do Rio de Janeiro para o mundo. Dos visitantes do evento, 30% são de fora da cidade. O torneio injeta mais de R$ 100 milhões na economia do estado, gerando renda e emprego e transformando a vida das pessoas. Essa transformação também está presente para as mais de 600 crianças dos projetos sociais apoiados pelo evento

Desde sua primeira edição o Rio Open segue firme na plataforma social, com  projetos apoiados, todos ligados ao tênis: Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro são parceiros da competição, além do NERO – Núcleo Esportivo Rio Open. O evento realiza o Torneio Winners, uma competição voltada especialmente para as crianças e jovens que frequentam os projetos. Os integrantes dessas instituições também ganham ingressos para assistir às partidas do Rio Open e alguns deles fazem parte da equipe de Ball Kids, os famosos “boleiros”. Desde a edição de 2019 são selecionados cerca de 15 jovens dos projetos para trabalharem nos bastidores do evento.

 

Sobre a Play For a Cause

A Play For a Cause faz do esporte e do entretenimento uma grande ferramenta de transformação social. Nascida do futebol, como Football for a cause, a empresa leiloa itens e experiências de atletas, clubes, competições, eventos e entidades esportivas e direciona o lucro para instituições e projetos sociais. Grandes nomes, como Marta, Zico, Cacá Bueno, Neymar, Cafu, Belletti, Leandrinho, Gabriel Jesus e Richarlison já participaram doando objetos pessoais para as campanhas.

Em dois anos de projeto, foram mais de 140 itens leiloados, impactando diretamente 14 mil pessoas com os recursos destinados a 18 instituições beneficiadas. Atualmente, devido aos impactos negativos causados pela pandemia da Covid-19 no Brasil, está no ar a campanha O Futebol se Importa, que tem parceria com o Canal Wamo e já conta com 122 doadores e 83 itens leiloados até o momento. As vendas resultaram em mais de 22 toneladas de alimentos arrecadados, que impactaram 8.952 pessoas diretamente.

Guga reúne alunos e professores de escolas de tênis de 6 países em evento inédito

Numa grande ação inédita, o tricampeão de Roland Garros participou ontem (07) do Encontro Internacional de Escolas de Tênis, promovido pela Escola Guga, reunindo virtualmente professores e alunos de onze instituições do Brasil, Argentina, Equador, Estados Unidos, Espanha e Escócia, além de representante da ITF e um dos principais protagonistas da trajetória de Guga no tênis, Larri Passos.

As escolas de tênis convidadas tiveram a oportunidade de enviar perguntas ao Guga em três blocos do evento, dividido por idiomas. Pela primeira vez Guga respondeu perguntas de atletas e técnicos ao redor do mundo. Foram 12 questões que versaram sobre a história do tenista que conquistou a liderança do ranking mundial da ATP, em 2000.

Relembrando sua iniciação no tênis, Guga destacou o poder visionário do pai que em conjunto com Larri Passos enxergou nele o potencial de um campeão mundial. “Eles acreditaram nas minhas conquistas muito antes de eu começar a sonhar”, afirmou Guga, esclarecendo que o técnico tem que ter convicção no sucesso do atleta. “O Larri acreditava 100% a mais do que eu mesmo que seria possível chegar onde a gente chegou”, declarou.

Entre as várias questões a grande maioria teve o mesmo objetivo: entender como se constrói um campeão nas quadras. Guga e Larri foram categóricos nas respostas: muito trabalho e simplicidade. “O melhor do mundo também precisa melhorar. Todo o tenista, todo atleta, precisa fazer o melhor possível diariamente. Assim se constrói uma rotina saudável, e o desenvolvimento, o sucesso se torna uma consequência”.

Falando especificamente para os professores que participaram do evento Larri Passos declarou que o tênis é o esporte mais difícil do mundo. “Se uma criança bate bem, aprende a passar a bola de direita, de esquerda, sabe sacar, essa criança já é excepcional. É isso que o professor precisa ensinar, porque quem chega ao Top 10 é gênio”.

Sobre a relação técnico/tenista/família Guga afirmou: “É preciso respeito e confiança! E isso envolve toda a família do atleta. A partir do momento que eu estou convencido que o meu filho vai seguir esse caminho (no tênis) e eu tenho convicção que essa é a pessoa certa, eu tenho que confiar. A base dessa relação precisa ser a confiança. E o caminho envolve honestidade, clareza e muito trabalho. A família precisa torcer muito também pelo técnico. Saber respeitar o tempo também é importante!”

Guga também respondeu perguntas das 54 unidades franqueadas da Escola Guga no país, reiterando que a proposta de ensino do tênis e beach tennis na Escola Guga vai além do ganhar ou perder. E finalizou o evento encorajando a nova geração do tênis. “No pior cenário possível é preciso se sentir encantado dentro de uma quadra de tênis. Vocês têm todas as condições de fazer igual e até melhor do que a gente fez”.

Relembrando as 20 últimas finais de Indian Wells

Se o coronavírus não tivesse assolado o planeta, a maiora de nós estaria, a essa hora, assistindo a final de Indian Wells. Teríamos visto a decisão feminina e depois assistiríamos a final masculina. Mas, essa imagem ficará para 2021.

Há duas semanas, na véspera do qualifying do torneio de Indian Wells começar, a organização do evento tomou a decisão de cancelar a competição da ATP e da WTA. Muitos ficaram em choque.

Diversos tenistas ficaram sabendo pelo twitter. A Califórnia começava a registrar aumento dos casos do COVID-19 e a região onde o torneio é disputada é habitada por idosos em sua maioria. Foi uma medida de precaução. Dois dias depois 6 casos foram registrados na região de Palm Springs. Indian Wells foi o primeiro grande evento esportivo mundial a ser cancelado. O quinto maior torneio de tênis do mundo.

Era só o começo de uma disrupção no mundo esportivo, o começo de um alerta. Parecia tudo muito distante daqui… Duas semanas depois, pelo menos em São Paulo, estamos todos confinados, sem esportes na TVm essa notícia do cancelamento de Indian Wells, parece coisa do passado e ainda é apenas o primeiro torneio de tênis cancelado do calendário integralmente. A competição só tem data prevista para voltar na segunda semana de junho (dia 06). Mas, a probabilidade é que demore ainda mais.

Vamos aproveitar este domingo que seria tenístico para relembrar as finais dos últimos 20 anos em Indian Wells, tanto da ATP, quanto da WTA?

Você se lembra, por exemplo, que o Guga foi vice-campeão em 2003. Perdeu para o Hewitt. E no ano 2000 o campeão foi o Corretja, ganhando do Enqvist na final. Entre 2011 e 2017 só Federer, Nadal ou Djokovic ganharam Indian Wells. Aí veio o Delpo em 2018 e no ano passado, o Thiem, que nem pôde defender o seu título. Entre 2004 e 2009 também só deu Federer, Djoko ou Nadal. A exceção em 2010 foi o hoje técnico do Fed, o Ljubicic. No início do milênio, quando o torneio ainda estava longe de ser o que é hoje, mas não deixava de ser um Masters 1000, Agassi ganhou do Sampras na final de 2001.

Entre as mulheres o domínio não foi assim tão absoluto. Especialmente porque Serena e Venus Williams deixaram de jogar a competição por anos, devido a ofensas racistas que sofreram (de 2001 a 2015). Fora a vitória da Serena em 2001 e da Andreescu no ano passado, no torneio que deu o start do seu ano fenomenal, as vitórias nos outros 18 anos foram apenas de tenistas europeias ou da japonesa Osaka. Clijsters, Henin, Sharapova, Azarenka, Ivanovic, Jankovic, Hantuchova, Zvonareva, Vesnina e Halep deixaram suas marcas no deserto californiano.

 

2019 – Dominic Thiem d. Roger Federer: 3/6 6/3 7/5

Bianca Andreescu d. Angelique Kerber:  6/4 3/6 6/4

2018 – Juan Martin Del Potro d. Roger Federer: 6/4 6/7(8) 7/6(2)

Naomi Osaka d. Daria Kasatkina: 6/3 6/2

2017 – Roger Federer d. Stan Wawrinka: 6/4 7/5

Elena Vesnina d. Svetlana Kuznetsova: 6/7(6) 7/5 6/4

2016 – Novak Djokovic d. Milos Raonic: 6/2 6/0

Victoria Azarenka d. Serena Williams: 6/4 6/4

2015 –  Novak Djokovic d. Roger Federer: 6/3 6/7(5) 6/2

Simona Halep d. Jelena Janković: 2/6 7/5 6/4

2014Novak Djokovic d. Roger Federer: 3/6 6/3 7/6(3)

Flavia Pennetta d. Agnieszka Radwańska: 6/2 6/1

2013Rafael Nadal d. Juan Martín del Potro: 4/6 6/3 6/4

Maria Sharapova d. Caroline Wozniacki: 6/2 6/2

2012Roger Federer d. John Isner: 7/6(7) 6/3

Victoria Azarenka d. Maria Sharapova: 6/2 6/3

2011Novak Djokovic d. Rafael Nadal: 4/6 6/3 6/2

Caroline Wozniacki d. Marion Bartoli: 6/1 2/6 6/3

2010Ivan Ljubičić d. Andy Roddick: 7/6(3) 7/6(5)

Jelena Janković d. Caroline Wozniacki: 6/2 6/4

2009Rafael Nadal d. Andy Murray: 6/1 6/2

Vera Zvonareva d. Ana Ivanović: 7/6(5) 6/2

2008Novak Djokovic d. Mardy Fish: 6/2 5/7 6/3

Ana Ivanović d. Svetlana Kuznetsova: 6/4 6/3

2007Rafael Nadal d. Novak Djokovic: 6/2 7/5

Daniela Hantuchová d. Svetlana Kuznetsova: 6/3 6/4

2006Roger Federer d. James Blake: 7/5 6/3 6/0

Maria Sharapova d. Elena Dementieva: 6/1 6/2

2005Roger Federer d. Lleyton Hewitt: 6/2 6/4 6/4

Kim Clijsters d. Lindsay Davenport: 6/4 4/6 6/2

2004Roger Federer d. Tim Henman: 6/3 6/3

Justine Henin-Hardenne d. Lindsay Davenport: 6/1 6/4

2003Lleyton Hewitt d. Gustavo Kuerten: 6/1 6/1

Kim Clijsters d. Lindsay Davenport: 6/4 7/5

2002Lleyton Hewitt d. Tim Henman: 6/1 6/2

Daniela Hantuchová d. Martina Hingis: 6/3 6/4

2001Andre Agassi d. Pete Sampras: 7/5 7/5 6/1

Serena Williams d. Kim Clijsters: 4–6, 6–4, 6–2

2000Alex Corretja d. Thomas Enqvist: 6/4 6/4 6/3

Lindsay Davenport d. Martina Hingis: 4/6 6/4 6/0

 

Diana Gabanyi e Filipe Lima Alves

Fotos de Cynthia Lum

Teliana se junta a Cé e Carolina Meligeni no ITF de Olímpia

O Brasil passa a ter cinco representantes no Torneio Internacional Feminino de Tênis – Ano V, apresentado pelo Itaú, que realizado de 9 a 15 de março, no Thermas dos Laranjais, em Olímpia (SP), com entrada gratuita para o público.

Com a saída de algumas jogadoras estrangeiras da lista de inscritas, Teliana Pereira, Thaísa Pedretti e Nathaly Kurata garantiram lugar na chave principal do torneio, que distribui uma premiação de US$ 25 mil e pontos no ranking mundial, e se juntam a Gabriela Cé e Carolina Meligeni Alves (convidada da organização).

Ex-número 43 do mundo, a pernambucana radicada em Curitiba e campeã de dois torneios WTA – Bogotá e Florianópolis, ambos em 2015 – está empolgada em jogar pela primeira vez em Olímpia. “Me sinto bem preparada fisicamente e espero ter bons sentimentos e resultados nesses torneios aqui no Brasil. É sempre bom jogar em casa, nós brasileiras sentimos muita falta de poder competir em nosso país”, afirmou Teliana, que depois da Fed Cup, em fevereiro, optou por ficar em Curitiba treinando para o torneio. “Nunca estive em Olímpia, mas já me falaram que é para caprichar no protetor solar”, brincou a tenista.

Além das brasileiras, o Torneio Internacional Feminino terá a participação de tenistas de mais 12 países: Itália, Chile, Argentina, Holanda, Hungria, Espanha, Grã Bretanha, Grécia, Kazaquistão, Bélgica, Rússia e Geórgia.

O Torneio Internacional de Tênis Feminino, apresentado pelo Itaú, faz parte do Olímpia Tennis Classic, que também realizará um Torneio Internacional Masculino, de 16 a 22 de março, também no Thermas dos Laranjais.

Serviço

Torneio Internacional de Tênis Feminino

9 a 15 de março

Thermas dos Laranjais de Olímpia

Av. Aurora Forti Neves, 1.123 – Centro

Entrada gratuita

Brasil sai atrás na Davis, mas empolga

O primeiro dia de Copa Davis, a Copa do Mundo do Tênis, terminou com a Austrália na frente do placar, mas a equipe mostrou que tem força para crescer na competição, independente do confronto em Adelaide, no sul do país da Oceania. A equipe da casa venceu os dois jogos de simples na sexta-feira, com as vitórias de Jordan Thompson e John Millman sobre Thiago Monteiro e Thiado Wild, respectivamente. Mas o duelo segue em aberto com as três partidas previstas para este sábado, a partir das 12h.

O primeiro duelo programado no Memorial Drive Tennis Club é entre a parceria formada por Marcelo Demoliner e Felipe Meligeni contra James Duckworth e John Peers. O capitão de cada time pode mudar a escalação até uma hora antes do início. O Brasil precisa da vitória neste jogo para se manter com chances na quarta partida, entre Thiago Monteiro e John Millman. A quinta partida programada é entre Thiago Wild e Jordan Thompson.

Nesta sexta-feira, Thiago Monteiro (82º do ranking da ATP) foi o primeiro a entrar em quadra para o jogo contra Jordan Thompson (63º). O brasileiro fez um jogo bastante equilibrado com Thompson, que contou com a força da torcida para fechar em duplo 6/4.

No segundo confronto, Thiago Wild (113º) mostrou toda confiança obtida após o título do ATP 250 de Santiago e teve um começo avassalador contra John Millman (43º). Ele chegou a abrir 5 a 2 no primeiro set antes de uma torcedora australiana precisar de atendimento médico por causa de um infarto, paralisando a partida em cerca de 30 minutos. Depois da pausa, o australiano conseguiu equiliberar o confronto para vencer por 4/6, 7/6 e 6/2.

“O Thiago Wild estava muito bem, mas a paralisação deu tempo para o Millman pensar no que fazer. Ele conseguiu aumentar o seu nível. Estou bem orgulhoso de nosso time, eles deram 100% em quadra. Não é como gostaríamos de estar, com 2 a 0 atrás, mas vejo um bom futuro para o nosso time. Ainda não está acabado. Temos três jogos neste sábado e vamos ver o que acontece”, destaca Jaime Oncins, capitão do time brasileiro.

“Eu tive minhas chances. Não diria que ele teve sorte, mas certamente ele conseguiu aumentar a sua intensidade, começou a sacar melhor e não errou mais nenhuma bola no terceiro set. Foi uma partida especial para mim, mas, no final, preciso tratar como apenas mais um jogo”, completa Thiago Wild.

O vencedor do confronto entre Brasil e Austrália vai se classificar para o Madrid Finals, em novembro, onde estarão as melhores equipes do planeta. O duelo é em melhor de cinco partidas, sendo necessárias três vitórias para obter a classificação. Os jogos são transmitidos pela DAZN, serviço online de streaming.

Antes da Davis, Thiago Monteiro anuncia novo patrocínio

Um dos representantes do Brasil na Copa Davis, o tenista brasileiro Thiago Monteiro, 82º colocado no ranking da ATP, acertou contrato de patrocínio com a OdontoCompany, empresa integrante da SMZTO Holding de Franquias. O valor do patrocínio não foi divulgado.

“É uma satisfação imensa estar ao lado de uma empresa sólida como o Grupo SMZTO e com uma marca que vem crescendo cada vez mais como a OdontoCompany”, celebra Monteiro. “A parceria me dá ainda mais confiança para seguir buscando os melhores resultados e também crescer como tenista,” continou o brasileiro que tem a carreira agenciada pela Linkinfirm do ex-tenista Marcio Torres e também conta com o patrocínio da Angá Asset Management, Joma, Elemídia e Babolat.

Atual número um do Brasil, Monteiro nasceu em Fortaleza, em 31 de maio de 1994. O atleta cearense, que começou a jogar tênis aos oito anos de idade, se tornou profissional em 2011. No ano seguinte, chegou a ser o segundo colocado no ranking mundial da categoria juvenil.

Aos 25 anos de idade, Monteiro tem 1m83cm e 78 quilos. É o atual 82o colocado no ranking mundial e está perto de bater o seu melhor ranking, de 74o. colocado. Único integrante do Brasil no top 100 tem 5 títulos de torneios Challenger, a semifinal do ATP de Quito. Nesta temporada começou com o troféu do Challenger de Punta del Este e alcançou as quartas de final nos ATPs de Buenos Aires e Santiago. Como juvenil foi o número dois do mundo.

Atual número um do Brasil, Monteiro nasceu em Fortaleza, em 31 de maio de 1994. O atleta cearense, que começou a jogar tênis aos oito anos de idade, se tornou profissional em 2011. No ano seguinte, chegou a ser o segundo colocado no ranking mundial da categoria juvenil.

Aos 25 anos de idade, Monteiro tem 1m83cm e 78 quilos. É o atual 82o colocado no ranking mundial e está perto de bater o seu melhor ranking, de 74o. colocado. Único integrante do Brasil no top 100 tem 5 títulos de torneios Challenger, a semifinal do ATP de Quito. Nesta temporada começou com o troféu do Challenger de Punta del Este e alcançou as quartas de final nos ATPs de Buenos Aires e Santiago. Como juvenil foi o número dois do mundo.

Thiago está na Austrália integrando o time brasileiro no confronto da Copa Davis, em Adelaide, que começa nesta sexta-feira.

Wild, Clezar, Luz, Meligeni e Sakamoto jogam o Olimpía Tennis Classic

Os brasileiros Thiago Wild, Guilherme Clezar, Pedro Sakamoto, Orlando Luz e Felipe Meligeni estão confirmados no Torneio Internacional de Tênis – Olímpia Tennis Classic, que será disputado entre os dias 16 e 22 de março, no Thermas dos Laranjais, em Olímpia (interior de São Paulo).

A lista divulgada pela ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) ainda conta com tenistas de mais dez países – Chile, Kazaquistão, Argentina, França, Alemanha, Tunísia, República Dominicana, Itália, Suécia e Peru.

Os principais favoritos da chave principal serão o chileno Alejandro Tabilo (166o), o cazaque Dmitry Popko (167o), o brasileiro Thiago Wild (182o), os argentinos Andrea Collarini (200o), Juan Pablo Ficovich (203o) e Facundo Mena (219o), o francês Elliot Benchetrit (207o) e o alemão Daniel Altmaier (216o).

Completam a chave mais seis jogadores que sairão do qualifying, disputado nos dias 16 e 17 de março, e três convidados (wild card).

O Olímpia Tennis Classic é um torneio ATP Challenger 50, que distribiu uma premiação total de US$ 35 mil e pontos no ranking mundial da ATP.

Confira a lista de inscritos:

Alejandro Tabilo (CHI) – 166o

Dmitry Popko (KAZ) – 167o

Thiago Seyboth Wild (BRA) – 182o

Andrea Collarini (ARG) – 200o

Juan Pablo Ficovich (ARG) – 203o

Elliot Benchetrit (FRA) – 207o

Daniel Altmaier (GER) – 216o

Facundo Mena (ARG) – 219o

Francisco Cerundolo (ARG) – 245o

Malek Jaziri (TUN) – 260o

Guilherme Clezar (BRA) – 270o

Pedro Sakamoto (BRA) – 284o

José Hernandez-Fernandez (DOM) – 289o

Andrea Vavassori (ITA) – 293o

Renzo Olivo (ARG) – 297o

Marcelo Tomas Barrios Vera (CHI) – 300o

Orlando Luz (BRA) – 304o

Christian Lindell (SWE) – 322o

Nicolas Alvarez (PER) – 329o

Tomas Martin Etcheverry (ARG) – 330o

Felipe Meligeni Rodrigues Alves (BRA) – 341o

Facundo Arguello (ARG) – 342o

Jules Okala (FRA) – 344o

Wild Cards – 3

Qualifiers – 6

Serviço

Torneio Internacional de Tênis – Olímpia Tennis Classic

Thermas dos Laranjais de Olímpia – Av. Aurora Forti Neves, 1.123 – Centro

Qualifying

16 e 17 de março

Chave principal

16 a 22 de março

Entrada gratuita

 

Foto – Thiago Wild

Joao Pires/Fotojump

Aos 32 e com 5 Grand Slams, Sharapova diz adeus às quadras

A russa Maria Sharapova anunciou nesta quarta-feira de cinzas a sua aposentadoria do circuito profissional.
Os sinais já eram evidentes de que estava difícil ela se recuperar e voltar a jogar o tênis que a levou a conquistar 5 títulos de Grand Slam.
Depois de ter sido pega no doping com Meldonium, em 2016 e ter ficado afastada do circuito por 15 meses, ela nunca mais foi a mesma.
Apesar de ter afirmado que foram as lesões que a tiraram do circuito, especialmente o ombro em que sofreu duas cirurgias, Sharapova nunca mais foi mesma depois do afastamento pelo doping. “Eu já vinha lesionada,” afirmou ela ao NY Times.

Acompanhei a história de Sharapova de perto. Quando ela surgiu no circuito, o Guga estava no auge. Li seu livro, acompanhei bem as suas últimas conquistas de Grand Slam quando ela trabalhava com um fisioterapeuta que chegou a tratar o Guga em uma época e vi, agora mais de longe, o seu fim.

Para mim, o que sempre me chamou mais a atenção da russa foi como ela e o pai, Yuri chegaram aos Estados Unidos, sem falar a língua, praticamente sem recursos, do outro lado do mundo, tendo passado por Chernobyl e se assentado na Sibéria, com um grande objetivo. E Sharapova e o pai Yuri chegaram a esse objetivo. Perseveraram, passaram dificuldades na Flórida, e chegaram ao topo do ranking mundial, não só na quadra, mas nos negócios.

Determinação sempre foi o lema da russa. Fosse na quadra treinando, jogando ou fechando um negócio, especialmente os de doces como Sugarpova.
Segundo ela foi essa determinação que a fez adiar tanto tempo o adeus das quadras.

Ela encerrou a carreira nos termos dela. Como ela quis, sem tour de despedida, fazendo como queria, sem se importar com o que os outros iam pensar.
Abaixo segue um relato da última conquista dela de Grand Slam

Maria Sharapova já completou o Grand Slam, já foi número um do mundo e continua sendo a atleta mais bem paga do mundo.

No ano passado ela conquistou o seu segundo título em Paris, surpreendendo a todos. Ninguém imaginava que a russa que conquistou Wimbledon aos 17 anos teria no saibro francês o seu único trofeu de Grand Slam repetido.
Vamos relembrar como foi a campanha de Sharapova em Roland Garros no ano passado?


Sharapova Roland Garros 2014

A primeira rodada foi contra a compatriota Ksenia Pervak. Vitória fácil por 6/1 6/2.

Na segunda fase ela teve que passar pela búlgara, com ocasionais bons resultados, Tsevetana Pironkova. A russa teve um pouco de trabalho no primeiro set mas venceu por 7/5 6/2.

O jogo mais tranquilo de Sharapova na quinzena em Paris foi a terceira rodada. Ela não deixou a argentina Paula Ormaechea fazer um game se quer. Bicicleta – 6/0 6/0.

Veio a segunda semana e os desafios da russa aumentaram.

Contra Samantha Stosur, nas oitavas-de-final, Sharapova perdeu o primeiro set mas se recuperou no jogo. Venceu por 3/6 6/4 6/0.

Nas quartas-de-final contra a espanhola Garbine Muguruza, que havia eliminado Serena Williams, Sharapova quase viu a adversária aprontar mais uma em Paris. Ela teve que virar o jogo depois de perder o primeiro set e acabou ganhando por 1/6 7/5 6/1.

Um jogo antes da final, Sharapova se deparou com a sensação do circuito, a canadense Eugenie Bouchard. Assim como nas duas partidas anteriores, a russa saiu perdendo o primeiro set,mas conseguiu reagir a tempo para selar a vitória por 4/6 7/5 6/2.

Sharapova Roland garros 2014

Na final, diante da novata Simona Halep, que jogava sua primeira decisão de Grand Slam, Sharapova também precisou de três dificílimos sets para conquistar o Trophee Suzanne Lenglen: 6/4 6/7 6/4 e ela se coroava bicampeã de Roland Garros.

Diana Gabanyi

Instituto Próxima Geração inaugura biblioteca pública de livros sobre tênis

Com o intuito de motivar o hábito da leitura e ao mesmo tempo reunir o máximo de informação sobre o tênis, o Instituto Próxima Geração inaugurou nesta terça-feira uma pequena biblioteca, que estará aberta não apenas aos mais de 100 alunos de seu projeto Próximos Campeões mas também ao público.
Graças a diversas doações particulares e de editoras, a biblioteca já conta com 30 títulos, alguns deles em língua estrangeira, e a ousada meta é reunir as mais importantes obras publicadas no Brasil.
“O tênis tem uma longa história no Brasil, já que começou a ser praticado bem no início do século 20, e uma das formas de resgatar isso e ao mesmo tempo incentivar a leitura é oferecer a nossos alunos e ao público a mais variada seleção possível, com biografias, relatos históricos ou livros sobre técnica e tática”, afirma Douglas Santana, que dirige o Instituto ao lado de Mauro Menezes.
Doações à biblioteca são bem vindas, sejam de pessoas físicas ou jurídicas. Não há problema que os livros estejam usados, desde que em bom estado. Os interessados podem entrar em contato com Douglas no email contato@institutoproximageracao.org.br ou ir à sede do IPG, na academia Leal Doble (avenida Padre Tiago Alberione, 13, Parque dos Príncipes, entre 9 e 16 horas, de segunda a sexta).
O Instituto Próxima Geração é um projeto social realizado em parceria com a BV, marca de Varejo do Banco Votorantim, e apoio da Wilson. O site oficial é o institutoproximageracao.org.br.

Pulseira feita com corda de raquete é uma das novidades da La Boutique

O Rio Open apresentado pela Claro acontece entre os dias 15 e 23 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, reunindo grandes nomes do tênis mundial, como o austríaco Dominic Thiem (AUS), Matteo Berrettini (ITA), Borna Coric (CRO) e o brasileiro Thiago Monteiro. Mas além do esporte, o torneio é também um grande evento para a família que ficará na memória tanto do jovem fã, quanto do que já acompanha a modalidade. E para deixar essa experiência marcada mesmo após o término do Rio Open, a La Boutique – loja de produtos oficiais do Rio Open – reunirá itens especiais para quem desejar levar uma lembrança da sétima edição para casa.

A loja chega com duas novidades para 2020, pulseiras feita com corda de raquete usada durante o torneio, que serão produzidas na La Boutique, e bonés. Além disso, os fãs do torneio também poderão adquirir o disputado body para bebês e a toalha oficial, dois itens que foram sucesso nas últimas edições. Os amantes do esporte também poderão comprar copos com os nomes de todos os campeões e camisas com o pôster oficial do maior torneio de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil, com obra do artista plástico carioca José Bechara.

A La Boutique é um dos pontos mais concorridos do Leblon Boulevard e oferece uma experiência igual às dos principais torneios do circuito mundial. Esses produtos são verdadeiros itens de colecionador, já que não são encontrados em lugar nenhum além do Rio Open. É uma forma de guardar com carinho um pedaço do evento em casa e também de presentear outros fãs de tênis”, afirma Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.

“Gostamos sempre de inovar e trazer novidades, como é o caso das pulseiras. Só no ano passado mais de 450 raquetes foram encordoadas durante o torneio. Vamos reaproveitar as cordas em sua produção, ajudando não apenas o meio ambiente mas também oferecendo um produto especial para que os amantes do esporte possam levar de verdade um pouquinho do Rio Open pra casa”, completa Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Entre os produtos que podem ser adquiridos na loja também estão: Pop Socket, sacochila, camisetas infantis, canetas, canecas, copos de bolso, squeeze, cordões, pins, ímas de geladeira, ecobags, tag de bagagem, almofadas, chaveiros, coleiras para pets e guarda-chuvas.