Turn on the Light traz ao Brasil Rafael Nadal Academy

Turn on The Light, agência criadora do Caioba – maior soccer camp da América Latina, anuncia seu próximo passo em experiência transformadora pelo esporte. Tico Sahyoun e Antonio Khouri, sócios da TT trazem ao Brasil, a partir de janeiro de 2022, a Rafael Nadal Academy, a melhor academia de tênis do mundo, liderada por um dos maiores ícones da modalidade na atualidade. 

“Acreditamos no esporte como ferramenta de transformação, relacionamento e experiência. Ser parceiro e trazer uma marca como essa nos faz ter a certeza de um caminho muito promissor, com grandes nomes que basearam sua carreira em valores e grandes conquistas”, afirma Tico Sahyoun, idealizador do projeto e sócio diretor da TT.

A ação está prevista para iniciar suas atividades em janeiro de 2022, considerando e respeitando todos os protocolos de segurança e saúde considerando a pandemia COVID-19. Em quinze dias, os camps acontecem em São Paulo, primeiro no Club Med Lake Paradise, e na sequência em um condomínio no Interior também do Estado. A evolução prevê também o intercâmbio dos participantes com a sede, em Mallorca.

“Nascemos com projetos proprietários, como o Caioba Soccer Camp, fruto de uma excelente ideia, que ganhou o mundo. Ele deu origem ao maior CAMP da América Latina, recheado de experiências para todos os convidados. Esse não vai ser diferente.”, completa Antonio Khouri.

Copa dos projetos sociais acontece no fim de semana, em São Paulo

Apoiadas pela Confederação Brasileira e com pontos válidos pelo ranking paulista e UTR ( Universal Tennis Rating), algumas das principais entidades que usam o tênis em seus projetos sociais irão promover um torneio dedicado exclusivamente a estudantes participantes de projetos, mas também aberto a boleiros, rebatedores de bola e auxiliares de professores. A Copa acontecerá de sexta a domingo, na Slice Tennis, em Alphaville.

Instituto Próxima Geração, Instituto LaGuz, Instituto Primeiro Serviço, Play Tennis para um Futuro Melhor, Bola Dentro e o Instituto Ace para a Vida são os seis projetos sociais que apoiaram a iniciativa e terão equipes na competição. Serão disputadas as faixas de 11, 12, 14, 16, 18 e 19-29 anos, masculino e feminino, além de duas categorias especiais para principiantes. O total de inscritos foi considerado um sucesso: 103 tenistas.

“A meta é dar oportunidade para essa criançada jogar”, explica Renato Messias, um dos coordenadores do Instituto Primeiro Serviço com 37 jogadores inscritos no torneio. “Percebemos que a garotada é muito dedicada e treina muito, porém não tem chance de jogar e vivenciar torneios oficiais e assim subir seu nível”.

O valor da inscrição ficou R$ 70,00 para cobrir estritamente os custos de organização do evento, quando num torneio normal deste porte seria de R$ 150,00. Estamos certos que após o sucesso desta primeira edição iremos conseguir mais apoiadores e reduzir cada vez mais o valor das inscrições. Os participantes foram todos registrados na Federação Paulista e sem nenhum custo de anuidade para jogar a Copa.

O projeto social que sair campeão ficará de posse de um troféu transitório, já que a Copa planeja realizar mais edições a partir de agora. Além dos jogos oficiais, será realizado um evento no sábado as 16 horas com avaliações e exercícios cognitivos frutos de uma parceria entre Sensorial Sports e Airton Santos Tênis, avaliações antropométricas e orientações nutricionais desenvolvida pelo Projeto Tênis, Diversão & Nutrição realizadas pelo Programa Alimento que Cuida. Todos os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19 serão adotados.

Os jogos começam na sexta a partir das 14 horas, prosseguem no sábado às 10 horas, com semifinais no domingo às 10 horas e finais previstas para as 16 horas.

Especial 20 anos do tri: Guga é tricampeão em Paris e entra para a História de Roland Garros

Com a vitória deste domingo sobre o espanhol Alex Corretja por 6/7(3), 7/5, 6/2 e 6/0, Guga, além de conquistar o tricampeonato em Roland Garros, entra para a seleta lista de tenistas profissionais que subiram ao lugar mais alto do pódio pelo menos três vezes. Junto ao brasileiro, figuram na lista Bjorn Borg, Mats Wilander e Ivan Lendl. Como se não bastasse, Guga passará a ser o número 1 na Corrida dos Campeões e continuará na liderança do Sistema de Entradas (ranking mundial).
Guga derrotou Corretja, vice-campeão do torneio em 1998, em 3h12min de partida. Kuerten manteve-se impecável no seu jogo, mostrando ao público da quadra Philippe Chatrier porque Roland Garros é realmente a sua competição do coração. O espanhol tentou reagir em determinados momentos da partida, mas não conseguiu quebrar o domínio de Guga. Essa foi a 19ª decisão de Guga na carreira com 14 vitórias.


Guga derrotou Corretja, vice-campeão do torneio em 1998, em 3h12min de partida. Kuerten manteve-se impecável no seu jogo, mostrando ao público da quadra Philippe Chatrier porque Roland Garros é realmente a sua competição do coração. O espanhol tentou reagir em determinados momentos da partida, mas não conseguiu quebrar o domínio de Guga. Essa foi a 19ª decisão de Guga na carreira com 14 vitórias.


Guga derrotou Corretja, vice-campeão do torneio em 1998, em 3h12min de partida. Kuerten manteve-se impecável no seu jogo, mostrando ao público da quadra Philippe Chatrier porque Roland Garros é realmente a sua competição do coração. O espanhol tentou reagir em determinados momentos da partida, mas não conseguiu quebrar o domínio de Guga. Essa foi a 19ª decisão de Guga na carreira com 14 vitórias.


Para chegar até mais esta final, Guga teve que derrotar, respectivamente, Guillermo Coria, Agustin Caleri, Karim Alami, Michael Russel, Yevgeny Kafelnikov, Juan Carlos Ferrero e, nesta final, Alex Corretja.


As conquistas de Guga em Roland Garros tiveram início em 1994, quando ele jogou no juvenil e triunfou na competição de duplas, ao lado do equatoriano Nicolas Lapentti. Em 1997, Guga venceu pela 1ª vez o torneio sem ser favorito, entrando na competição na 66ª posição do Sistema de Entradas. Na sua segunda conquista, no ano passado, Guga enfrentou o sueco Magnus Normam na final e faturou o troféu pela segunda vez. Com este resultado, o brasileiro pulou do segundo lugar na Corrida dos Campeões para o topo do ranking pela primeira vez na carreira.


RANKINGS DA ATP – Com esta grande conquista de hoje, Guga repete o feito do ano passado e pula da terceira posição para a liderança na Corrida dos Campeões. O tri em Roland Garros rendeu a Guga 200 pontos na Corrida e garantiu 1000 pontos no Sistema de Entradas.

Especial 20 anos do tri: Guga vence Ferrero e está na final de Roland Garros

Release enviado após a sexta partida do Guga na campanha do tricampeonato em Roland Garros, no dia 07 de junho de 2001.

Gustavo “Guga” Kuerten está na final do torneio de Roland Garros. Nesta sexta-feira em Paris, com uma atuação perfeita do começo ao fim, Guga não deu chances ao espanhol Juan Carlos Ferrero, 4o. colocado no ranking mundial, e venceu, sem perder um set, por 6/4 6/4 6/3, em 2h10min de um show de tênis na quadra Philippe Chatrier. No domingo, a partir das 09h15min (Brasília), ele luta pelo tricampeonato com o espanhol Alex Corretja.

Melhor jogador de saibro da temporada, Guga, como ele mesmo afirmou, “jogou perto da perfeição” seguindo um plano de jogo e estando forte mentalmente em todos os momentos da partida, inclusive naqueles em que a situação não lhe era tão favorável. Logo no primeiro game o brasileiro teve três break points contra e conseguiu reverter a situação. No 3/3, teve seu serviço quebrado, mas não deixou Ferrero tomar a dianteira no jogo, devolvendo a quebra em seguida, quebrando novamente o serviço do “Mosquito,” no 5/4 e fechando a série com um winner de esquerda cruzada.

No segundo set, Guga abriu 2/0, mas perdeu o seu saque no game seguinte. O jogo seguiu igual até o 5/4, quando novamente o brasileiro quebrou o saque de Ferrero, com uma esquerda do adversário na rede e fez 2 sets a 0. No terceiro set, mantendo o mesmo ritmo forte do início do jogo, Guga continuou sem dar chances ao espanhol, mesmo quando este tinha algum break point a favor. Guga se superava e, com jogadas fantásticas, não deixava o espanhol respirar por muitos segundos e no 4/3 a quebra apareceu, deixando o brasileiro tranquilo para sacar para vitória no game seguinte. No segundo match point, com uma bola para fora de Ferrero, Guga pulou, ergueu os braços para cima e comemorou a sua terceira passagem a uma final de Roland Garros, tendo sido campeão em 1997 e 2000.

“Joguei perto da perfeição, me movimentando bem e com as minhas táticas de jogo bem claras, do início ao fim da partida,” disse Guga. “Eu sabia que não podia deixá-lo controlar o jogo e nem mesmo respirar muito. Tentei surpreendê-lo com jogadas fundas e usando a experiência que adquiri nos últimos dois anos e de já ter sido campeão aqui duas vezes. Estava super à vontade na quadra e quando estou sentindo bem a bola na raquete e jogando o meu melhor tênis é difícil alguém ganhar de mim.”

De tão bem que Guga vem jogando ele foi comparado a Picasso pelo russo Yevgeny Kafelnikov, há três dias, e o número um do mundo contou que tentou acreditar no russo. “Eu tentei acreditar nas palavras dele, de que eu sou um Picasso na quadra. Agora quem sabe possa pegar alguma coisa do Van Gogh e tentar desenhar o meu jogo ainda melhor, porque eu não poderia querer jogar mais do que eu joguei hoje. Foi um dia muito feliz para mim e um prêmio pelo que eu passei aqui essa semana, nos jogos e nos treinos. Foram horas na quadra tentando dar um passo adiante e foi na parte mental, com a minha cabeça positiva que eu me superei,” comemorou Guga, sem esquecer do jogo contra o norte-americano Michael Russell, nas oitavas-de-final, em que salvou um match point. “O Guga que está hoje em quadra é um Guga diferente do que o de antes do match point contra o Russell. Como eu já disse, me tiraram do torneio e me colocaram de volta e agora não tenho mais nada a perder. Fui um abençoado naquele dia.”

E é assim, tranquilo e curtindo cada momento, que Guga pretende disputar a sua terceira final em Paris e a quinta da temporada, tendo conquistado três títulos, em Buenos Aires, Acapulco e Monte Carlo. “Nem nos meus sonhos mais mirabolantes eu poderia imaginar que eu estaria disputando a minha terceira final em Roland Garros. Vou entrar em quadra me sentindo um cara de muita sorte e disposto a lutar por todos os pontos.”

Nas duas outras finais que jogou em Roland Garros, Guga venceu, respectivamente, o espanhol Sergi Bruguera e o sueco Magnus Norman.

A partida final, será a 29a. em Roland Garros, sendo que destas 29 ele está invicto a 13. “Roland Garros para mim é um lugar muito especial. Toda vez que venho para cá, até mesmo para treinar, sinto uma coisa a mais, uma energia especial.”

Neste sábado, Guga (Banco do Brasil/ Diadora/ Head/ Globo.com/ Motorola) deve manter a mesma rotina com o técnico Larri Passos. Acordar por volta das 11h, fazer trabalho físico e, no final da tarde, uma hora de treinos na quadra. A esses treinos, Larri credita a passagem de Guga à final. “Foi a vitória do trabalho. Ontem à noite eu assisti uma reportagem sobre o Maurice Green e ele respondeu uma pergunta sobre qual era o segredo do sucesso dele e a resposta foi o trabalho que eu faço com o meu técnico. Eu e o Guga trabalhamos duro nesses últimos dias e eu mostrei o ombro pra ele no final do jogo, porque treinei forte com ele na quadra, fiz muita força e deu certo.”

Com 700 pontos já garantidos no ranking mundial e outros 140 na Corrida dos Campeões, Guga pode ficar com 1000 e 200, respectivamente, se passar pelo espanhol Alex Corretja, 13o. colocado no ranking mundial e 32o. na Corrida. Os dois já se enfrentaram seis vezes, todas elas no saibro, com quatro vitórias para Guga, incluindo a última, nas quartas-de-final do Masters Series de Roma.

Guga x Corretja – 4 / 2
Copa Davis 1998 – Porto Alegre / saibro Corretja d. Guga 6/3 7/5 4/6 6/4
Masters Series Hamburgo 1998 / saibro Corretja d. Guga 4/6 7/6 6/4
Copa Davis 1999 – Lérida / saibro Guga d. Corretja 6/3 6/4 7/5
Masters Series Roma 1999 / saibro – Guga d. Corretja 6/4 6/2
Masters Series Roma 2000 / saibro – Guga d. Corretja 6/4 6/2
Masters Series Roma 2001 / saibro – Guga d. Corretja 6/2 6/3

ESTATÍSTICAS GUGA
>Aces – 10
>Duplas-faltas – 2
>Aproveitamento do primeiro serivço – 62%
>Pontos vencidos com o primeiro serviço – 66%
>Erros Não Forçados – 53
>Winners de Direita – 20
>Winners de Esquerda – 7
>Passadas – 3
>Pontos Vencidos Na Rede – 20
>Aproveitamento na Rede – 80%
>Curtinhas Vencedoras – 3
>Pontos Vencidos – 112

Especial 20 anos do tri: Guga salva match-point em jogo histórico contra Russell e chega às quartas em Paris

Release enviado após a quarta partida do Guga na campanha do tricampeonato em Roland Garros, no dia 04 de junho de 2001.

Brasileiro teve a vitória do coração.

Gustavo “Guga” Kuerten está nas quartas-de-final de Roland Garros. Com uma vitória emocionante, à base de muita luta, Guga virou um jogo praticamente perdido e venceu o norte-americano Michael Russell, por 3 sets a 2, parciais de 3/6 4/6 7/6 (3) 6/3 6/1, em um espetáculo de 3h25min de duração, na quadra central de Roland Garros, que terminou com o brasileiro ajoelhado no meio de um coração, que ele mesmo desenhou. Na terça-feira, em horário ainda indefinido, Guga enfrenta o russo Yevgeny Kafelnikov, em busca de uma vaga na semifinal do Grand Slam.

Atual campeão do torneio, Guga acordou cedo neste domingo para enfrentar o norte-americano. Quando a partida começou o termômetro marcava 11o.C na quadra Philippe Chatrier e o vento fazia a temperatura parecer ainda mais fria. Guga saiu sacando, mas perdeu o seu serviço no terceiro e no quinto game, deixando Russell fazer 5/1. No 5/2, Guga devolveu uma quebra, mas não foi suficiente para reverter a situação do set e no game seguinte, no saque de Guga, com uma direita paralela, Russell fez um set a zero.

No segundo set, a partida seguiu equilibrada até o 3/4, quando Guga perdeu o seu saque. No game seguinte, o catarinense devolveu a quebra, mas no 4/5 não conseguiu manter o seu serviço novamente e com outra bola paralela, desta vez de esquerda, Russell fez 2 sets a 0.

Na terceira série, o norte-americano que veio do qualifying, parecia estar ainda mais no jogo, continuando a jogar bolas na linha e a estragar qualquer tipo de jogada que Guga tentava fazer. No 2/3 ele quebrou o serviço do número um do mundo e fez 2/4. Em seguida, sacou e fez 2/5 e no 3/5 sacou para ganhar a partida e esteve bem perto disso. Guga teve dois break points, não converteu e Russell chegou ao match point. Depois de um ponto muito disputado, com uma bola na linha, Guga escapou de deixar a quadra e aí sim conseguiu quebrar o saque do norte-americano e levar a decisão do set para o tie-break. Confiante depois de haver vencido um set no tie-break no jogo contra Alami, Guga não deixou dúvidas de que não queria entrar no avião e voltar para o Brasil. Entrou firme na hora do desempate e com uma devolução de saque para fora de Russell, fechou a série, com 7/3 no tie-break.

Um pouco mais aliviado no quarto set e jogando mais solto, Guga ficou adiante no placar do jogo pela primeira vez ao quebrar o serviço de Russell no segundo game e só precisou manter o seu saque para empatar o jogo em dois sets. Com um ace Guga fechou a série e entrou no quinto set, em que conseguiu três quebras de saque para vencer a partida, no primeiro, quinto e último game. No 5/1, no segundo match point, Guga cravou um smash na quadra e celebrou uma das maiores vitórias de sua carreira.

Emocionado, Guga desenhou um coração na quadra de saibro com a sua raquete, ajoelhou no meio dele e agradeceu a torcida que o apoiou durante toda a partida.

“Eu sou muito emotivo e hoje tive uma das melhores sensações da minha vida em uma quadra de tênis. Foi muito especial e talvez um dos dias mais felizes que eu já tive,” disse Guga, que não planejava desenhar o coração na quadra. “Foi uma coisa do momento. Eu estava com uma sensação incrível que eu não tenho muitas vezes e foi a maneira que eu encontrei de agradecer ao público, que influenciou muito a minha vitória de hoje.”

Sem nunca ter enfrentado Russell antes na carreira, Guga contou que encontrou dificuldades com o jogo do norte-americano no início do jogo. “Ele jogou o melhor tênis dele numa situação muito difícil. Eu nunca tinha jogado com ele e estava mais defensivo do que agressivo. Ele estava me frustrando e bloqueando todo o tipo de jogada que eu tentava fazer, até que chegou um momento em que eu fiquei mais tranquilo e saí de uma zona de segurança para uma de risco e as bolas na linha, a esquerda paralela, o saque, tudo começou a funcionar. Saí do fundo do poço para o paraíso. Na hora que estava tudo praticamente perdido, terminado a bola pegou na linha, entrou e quando o jogo terminou me senti o homem mais feliz do mundo por alguns minutos. Ganhei uma recompensa por todo o trabalho que eu venho fazendo. Muita gente me viu treinando aqui às 20h durante alguns dias e essas coisas de repente fazem a diferença e me fizeram acreditar que eu poderia ganhar.”

Feliz com a vitória, antes de iniciar as entrevistas para as televisões internacionais, Guga brincou, querendo saber se ninguem havia tido um ataque do coração no Brasil, por causa do seu jogo. “Em poucos segundos me tiraram e me colocaram de novo no torneio e agora estou aqui, nas quartas-de-final, em vez de estar arrumando as malas para entrar no avião. Já não tenho mais nada a perder e provavelmente vou jogara bem mais solto daqui pra frente.”

Esta é a quarta vez que Guga alcança as quartas-de-final em Roland Garros e a segunda consecutiva, tendo sido campeão em 1997, 2000 e quadrifinalista há dois anos. Com 11 vitórias seguidas no Grand Slam francês, Guga (Banco do Brasil/Diadora/Head/Globo.com/Motorola) voltará a competir na terça-feira, enfrentando um velho rival, campeão do torneio em 96, o russo Yevgeny Kafelnikov (7o. colocado no ranking mundial e 8o. na corrida dos campeões), de quem ganhou nas duas vezes em que ergueu o troféu de campeão em Paris, também nas quartas-de-final. “Já vou entrar na quadra com essa vantagem,” brincou ele, que no total, já enfrentou Kafelnikov oito vezes, vencendo cinco, inclusive a última, no Masters Cup de Lisboa.

Tenista número um do mundo e terceiro colocado na Corrida dos Campeões, Guga já garantiu 250 pontos no ranking mundial e outros 50 na Corrida. Se passar por Kafelnikov fica com 450 e 90, respectivamente.

TORCIDA ESPECIAL

Além do apoio da torcida francesa, do irmão Rafael, do técnico Larri Passos, Guga contou com uma força a mais neste domingo em Roland Garros. O cavaleiro Rodrigo Pessoa e o jogador de futebol Leonardo estavam acompanhando a partida do número um do mundo na Tribuna Internacional, ao lado também do cantor e compositor Marcelo.

Conhecido de Guga, Pessoa veio esta manhã de Bruxelas para prestigiar o catarinense e antes do jogo começar conversou bastante com Rafael.

Já Leonardo, conseguiu um convite com amigos e encontrou Guga depois do jogo. Os dois almoçaram juntos no restaurante dos jogadores, que fica embaixo da quadra Philippe Chatrier.

GUGA X KAFELNIKOV – Confrontos Diretos
1996 ATP Tour de Stuttgart / saibro Kafelnikov d. Guga 6/1 6/4
1997 Roland Garros / saibro Guga d. Kafelnikov 6/2 5/7 2/6 6/0 6/4
1998 New Haven / rápida Kafelnikov d. Guga 6/4 6/4
1999 Masters Series Indian Wells / rápida Guga d. Kafelnikov 0/6 7/6 6/3
1999 Masters Series Roma / saibro Guga d. Kafelnikov 7/5 6/1
2000 Roland Garros / saibro Guga d. Kafelnikov 6/3 3/6 4/6 6/4 6/2
2000 Olimpíadas Sydney / rápida – Kafelnikov d. Guga 6/4 7/5
2001 Masters Cup Lisboa / rápida coberta Guga d. Kafelnikov 6/3 6/4

Miriam D´Agostini assume a Diretoria de Comunicação e Marketing do Instituto Rede Tênis Brasil

O IRTB anuncia a contratação de Miriam D´Agostini para ocupar a direção de Comunicação e Marketing da Instituição. Ex-tenista consagrada, Miriam tem carreiras brilhantes dentro e fora das quadras. Como atleta, aos 15 anos alcançou a quarta colocação no ranking mundial juvenil na categoria 18 anos. Foi número 1 do Brasil e participou como representante do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Mar Del Plata, em 1995, Winnipeg, em 1999, e da Olimpíada de Atlanta 96. Em 2000,  alcançou a 188ª posição no ranking mundial de tênis.

Fora das quadras, decidida a trabalhar em prol do esporte, formou-se em publicidade pela FIAM, fez cursos de extensão de Marketing Esportivo e um Master em Gestão Esportiva do Comitê Olímpico Internacional, que resultou na criação da  logomarca “Time Brasil”, que representa até hoje os atletas olímpicos brasileiros no COB. Entre 2010 e 2020 esteve à frente da gerência de Marketing e Eventos do Comitê Olímpico Brasileiro.

“Tenho como desafios imediatos o fortalecimento da marca e a ampliação da captação de patrocínios para as ações sociais e esportivas do IRTB”, destaca. Outro grande objetivo da nova executiva é ajudar os núcleos estaduais do Instituto a gerar receitas, através da criação de novos produtos. “O tênis é uma excelente plataforma de comunicação para as empresas se associarem a valores como determinação, disciplina e união. Além disso, nossos parceiros terão a oportunidade de participar de um projeto que visa melhorar vidas e formar cidadãos através do esporte”, afirma.

Claro promove abertura de sinal dos canais ESPN para o início do Australian Open

Está aberta a temporada do Australian Open e da NBA nos canais ESPN e clientes da Claro podem aproveitar o sinal aberto do canal, entre os dias 11 e 14 de fevereiro, para acompanhar todas as emoções que esses esportes proporcionam ao público.

O fã de esporte vai poder acompanhar grandes jogos do Australian Open, primeiro grand slam do ano e um dos principais torneios de tênis do mundo, durante o período de abertura de sinal. Tenistas como Novak Djokovic, atua campeão masculino do torneio, Dominic Thiem, atual vice-campeão e número 3 do mundo, Rafael Nadal, Sofia Kenin, atual campeã feminina da competição, e a veterana Serena Williams são os principais destaques da edição atual.

Além do Australian Open, clientes da Claro vão poder assistir a diversos jogos da temporada regular da NBA. Entre os destaques estão: New Orleans Pelicans x Dallas Mavericks; Memphis Grizzlies x Los Angeles Lakers e Brooklyn Nets x Golden State Warriors. Outros destaques ficam por conta dos jogos da NHL (National Hockey League) e da Rugby Six Nations.

Cliente Claro pode assistir aos canais ESPN ao Vivo pelo site nowonline.com.br ou app NOW para dispositivos móveis e tablets. Os assinantes que possuem pacote de TV da operadora também usufruem da opção de assistir através do canal 1 do controle remoto.

Além disso, cliente da Claro com plano móvel pós pago conta ainda com o Extraplay, uma franquia de dados extra para assistir filmes e séries nos aplicativos de streaming de vídeo compatíveis com a funcionalidade, incluindo o próprio NOW, YouTube, Claro Vídeo e Netflix.

Rio Open estreia documentário no Now dia 11

Fevereiro sem Rio Open não é fevereiro. Com estreia marcada para o dia 11, na plataforma NOW e narração de Glenda Kozlowski, o maior torneio de tênis da América do Sul, o Rio Open terá um documentário para chamar de seu: o Rio Open DOC., que  contará um pouco da história dos sete anos do ATP 500, relembrando os jogos emocionantes e os momentos inesquecíveis que marcaram o Rio Open, que, por conta da pandemia da COVID-19, teve a edição deste ano suspensa.

“Desde o início, fomos sentindo que  o material gerado durante a história do Rio Open mereceria uma celebração. Coincidiu de ficar pronto em um momento desafiador e de dificuldade pra todo mundo.  O Rio Open Doc. é uma mensagem de superação, de crença na vitória, de grandes viradas que o esporte proporciona. Que as pessoas encontrem inspiração e diversão com a memória de um evento que continuará trazendo esta mensagem”, diz Marcia Casz, diretora do Rio Open.

O documentário contará a vitoriosa trajetória do torneio que já atraiu grandes nomes do tênis mundial e viu Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere e Cristian Garin levantarem o cobiçado troféu de campeão. Nas sete edições, o público também pode ver outros grandes destaques do esporte em ação, como Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfils e Fabio Fognini, além do surgimento de novas estrelas que impactaram o circuito, como Felix Auger-Aliassime, Carlos Alcaraz, Casper Ruud, Thiago Monteiro e Thiago Wild.

O filme relembrará momentos inesquecíveis da competição, como o duelo épico entre Nadal e Pablo Andujar, a primeira vitória de Fognini sobre o Rei do Saibro, e o jogo da madrugada entre o espanhol e Cuevas. Outros momentos de muita emoção foram o triunfo de Monteiro contra Tsonga, o discurso de Djere relembrando os pais que faleceram, e a campanha revelação do fenômeno Auger-Aliassime. Mais recente, o quente jogo entre os jovens Thiago Wild e Alejandro Fokina em 2020, que quebrou o recorde de duração do torneio, também será lembrado.

O único ATP 500 da América do Sul também aproxima os fãs do melhor do tênis nacional. Os tenistas da casa, que têm poucas oportunidades de competir no país, podem desfrutar da calorosa e apaixonada torcida local. Bruno Soares, Marcelo Melo, André Sá, Marcelo Demoliner, Thomaz Bellucci, Rogerio Dutra Silva, entre outros, também competiram no Jockey e foram garantia de grandes partidas e emoções. Os maiores nomes da história do tênis brasileiro, como Gustavo Kuerten, Maria Esther Bueno, Thomaz Koch, Carlos Kirmayr e Larri Passos também brilharam nas quadras do Rio Open, recebendo homenagens por suas grandes carreiras e sendo ovacionados pelo público.

“Vencer o Tsonga na primeira rodada do Rio Open, em 2016, foi mágico. Era a minha primeira chave principal de um ATP.  Lembro que quando o jogo terminou,me joguei no chão, como um alívio. Tudo o que passei na vida até aquele momento tinha valido a pena. Essa vitória mudou a minha carreira e a minha vida,” conta Thiago Monteiro no documentário.

“ A ida para o Rio de Janeiro em 2019 acabou se tornando uma das semanas mais importantes da minha carreira. Acabei chegando na final, a minha primeira e entrando para o top 100. Tudo isso com o apoio do público desde o 1o. jogo. Foi incrível,”  lembra o jovem Felix Auger Aliassime.

Sempre unindo o melhor do Rio de Janeiro, o Rio Open reuniu os craques do tênis e os pontos mais icônicos da cidade em todas as edições. Seja visitando o Cristo Redentor, caindo na folia na Sapucaí, entendendo as diferenças sociais na Rocinha, vendo uma partida de futebol no Maracanã ou admirando a vista no Pão de Açúcar, o tênis esteve presente em todos, celebrando a cidade maravilhosa.

Tudo isso e muito mais poderá ser visto no documentário, que também será exibido no Sportv no dia 15 de fevereiro, às 19h, horário de Brasília.

Fiquei arrepiado ao relembrar a história desses sete anos de Rio Open. Quando vi as imagens do Nadal e Ferrer me deu a sensação que foi ontem que eles estiveram no Brasil. É muito especial poder reviver os momentos marcantes, jogos emocionantes, explosão da torcida, momentos controversos e até das chuvas que fazem parte da nossa história”, comenta Luiz Carvalho, Diretor do Torneio.

O Rio Open é o primeiro ATP 500 da história da América do Sul, sendo um dos 27 torneios mais importantes do calendário mundial. Maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro, o torneio é exibido ao vivo para 170 países, levando imagens positivas da cidade maravilhosa para o mundo. Desde a primeira edição, o Rio Open reúne, em média, 50 mil pessoas por ano, sendo 30% de fora da cidade,  gerando um impacto econômico de mais de R$100M no Estado do Rio.  Após o adiamento da edição de 2021, o torneio está trabalhando com a ATP para encontrar uma nova data que permita a realização da oitava edição ainda neste ano. Caso contrário, o evento retornará em 2022.

 

Felipe Meligeni e João Menezes perdem na 2ª rodada do quali do Australian Open

O Brasil não tem mais representantes no qualifying do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada.

Depois das vitórias de Felipe Meligeni e João Menezes, na primeira rodada, os dois foram eliminados na segunda partida, nesta terça-feira.

Meligeni foi superado pelo tcheco Tomas Machac, em sets diretos, enquanto Menezes perdeu para o holandês Botic Van De Zandschulp, por 2×1.

Thiago Wild já havia sido eliminado na primeira rodada, na segunda-feira, pelo experiente holandês Robin Haase, enquanto Gabriela Cé foi superada pela italiana Elisabetta Cocciaretto.

 

Thiago Monteiro e Beatriz Haddad Maia são os novos embaixadores do Isotônico Jungle

Os tenistas Thiago Monteiro e Beatriz Haddad Maia vão disputara a temporada 2021 com a parceria do isotônico Jungle, primeiro 100% natural e orgânico, indicado para quem precisa ter reposição hidroeletrolítica de origem integral e vegetal dentro e fora das quadras.

“É sempre bom iniciarmos novas parcerias, especialmente com uma marca de Fortaleza, minha cidade natal e inovadora como a Jungle. Agora a Jungle vai fazer parte do meu dia a dia, tanto nos treinos, quanto no pós-competição. Começar a pré-temporada com um novo parceiro é sempre dá mais motivação ainda”, comenta Thiago Monteiro, tenista número um do Brasil e que nesta semana embarca para Melbourne para disputar o Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada.

Com a parceria, que tem um contrato firmado para 2021, a Jungle terá sua marca estampada nos uniformes dos atletas. A exposição nas redes sociais também foi garantida para que os fãs da modalidade esportiva conheçam mais dessa bebida que é totalmente livre de aditivos artificiais, nutrientes isolados provenientes de origem sintética, açúcares, aromas artificiais, corantes e outros ingredientes que podem comprometer o desenvolvimento esportivo e a saúde. O acordo também se estende para outras marcas do time Positive Brands que incluem as bebidas vegetais da A Tal da Castanha.

“Estou muito feliz com essa nova parceria com a Jungle, especialmente por ser uma empresa brasileira e 100% orgânica. Dar início a uma nova temporada ao lado de um novo parceiro só me dá mais vontade de continuar fazendo o meu melhor para crescer,” explica Beatriz Haddad Maia, que está se preparando para a temporada 2021 em São Paulo e deve iniciar as competições em meados de fevereiro, dependendo ainda da divulgação do calendário internacional.

A parceria do Isotônico Jungle com os tenistas foi feita através da Linkinfirm, do ex-tenista Marcio Torres, que agencia a carreira de Monteiro e Haddad Maia, além de Bruno Soares, Thomaz Bellucci, entre outros.