Bia Maia vence a 9a seguida, faz final de simples e é campeã de duplas

Beatriz Haddad Maia venceu a sua nona partida consecutiva. Neste sábado, a brasileira derrotou a espanhola Andrea Lazaro Garcia num duplo 6/0, com pouco mais de uma hora de duração, para avançar à final do W25 de Figueira da Foz, em Portugal.

Além da grande campanha em simples, Bia também triunfou nas duplas, terminando campeã. Ao lado de Ingrid Martins, a paulistana superou a portuguesa Inês Murta e a sueca Jacqueline Cabaj Awad em 7/5 6/1, coroando a grande semana com um título.

“Estou muito feliz, especialmente por voltar a jogar com a Ingrid. Independente do resultado, ela é uma pessoa muito especial na minha vida. A gente tem uma amizade muito forte e é muito especial dividir a quadra com ela. Eu não esperava as três finais em duas semanas. Acho que todo o trabalho duro e toda a entrega estão trazendo resultados”, disse a brasileira, que continuará escalando no ranking após as duas semanas positivas.

Neste domingo, Bia terá mais uma decisão pela frente. Na final de simples, a sua adversária será a espanhola Georgina Garcia-Perez, número 283 do mundo e cabeça de chave 5 na competição. As tenistas já se enfrentaram uma vez no ano passado, no W60 de Burnie, na Austrália, com vitória da espanhola.

Bia Haddad Maia é campeã em Portugal

A tenista brasileira Beatriz Haddad Maia conquistou neste domingo o título do W25 de Portugal, disputado nas quadras rápidas de Montemor-o-Novo e marcando a sua volta ao circuito profissional depois de mais de um ano de ausência. Ela derrotou na final a britânica Jodi Anna Burrage, por 6/1 6/4.

“Estou muito feliz e muito emocionada. Foi uma semana muito especial para mim. Eu não esperava ter ido tão longe logo no primeiro torneio. Fui fazendo o que tinha que fazer e jogando melhor a cada jogo, evoluindo durante a semana. Como eu sempre falei, nada é e foi por acaso. Mentalmente eu estou muito mais forte e muito mais feliz,” relatou a tenista.

Sobre a partida final ela disse que fez o melhor jogo da semana. “Foi o meu melhor jogo. No primeiro set ganhei com bastante vantagem, no segundo abri 4/2, ela foi buscar, mas fiquei calma, pensando no próximo ponto e deu certo.”

Com a campanha em Montemor-o-Novo a brasileira subirá bastante no ranking, devendo figurar perto da 600a posição na WTA. Ela, que teve que começar praticamente do zero, voltou ao circuito esta semana na posição de número 1342.

O próximo desafio da da tenista é o torneio de Figueira da Foz, também em Portugal e com premiação de U$25mil que começa na 3a. feira.

Beatriz Haddad Maia que já chegou a ser a 58a colocada no ranking mundial, está começando esta nova fase na carreira com o agenciamento da Linkinfirm, do ex-tenista profissional Marcio Torres e com os patrocínios da Angá Asset Management, Wilson e da Joma.

Texto – Diana Gabanyi

Foto – Divulgação FPT

Com reconhecimento da ONU, Rio Open se torna evento carbono neutro

O Rio Open apresentado pela Claro, maior evento de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil, passa a ser um evento carbono neutro, ganhando inclusive o reconhecimento da ONU. Numa iniciativa da ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, as emissões de mais de 400 toneladas de CO2 geradas pelo Rio Open em sua sétima edição, que ocorreu nos dias 15 e 23 de fevereiro deste ano, foram compensadas com créditos de carbono. A ação, que faz parte da plataforma de sustentabilidade do torneio, Rio Open Green, foi reconhecida com um certificado da ONU (Organização das Nações Unidas) por todo o trabalho feito de forma voluntária e significativa no impacto com o meio ambiente.

“O Rio Open tem um compromisso com o Rio de Janeiro e com as pessoas que vivem aqui. Esse compromisso está traduzido no apoio a projetos sociais que proporcionam educação e saúde para mais de 500 crianças e adolescentes. Está presente também nos empregos que geramos, e nos R$ 130 milhões de reais que os negócios relacionados ao torneio movimentaram na Cidade este ano. Agora, estendemos nosso compromisso para a questão ambiental, com a neutralização das emissões de carbono geradas pelo evento, iniciativa que teve o reconhecimento da ONU. O Rio Open passa a ser um evento carbono neutro, e em linha com as demandas da sociedade, que cada vez cobra mais compromissos socioambientais das empresas e das organizações“, diz, Márcia Casz, diretora geral do torneio.

“Essa parceria inédita entre a ENGIE e o Rio Open contribui para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ENGIE tem como propósito agir para a aceleração da transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e de soluções mais sustentáveis, conciliando performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta. A parceria com o Rio Open segue essa linha e é muito relevante, tanto pelo tamanho e o impacto do evento, quanto pela visibilidade que ele gera para os ODS”, complementa Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil.

A neutralização foi feita através de créditos de carbono cedidos para a Usina Hidrelétrica Jirau – Sociedade de Propósito Específico, que tem como acionistas a ENGIE (40%), Eletrobras Eletrosul (20%), Eletrobras Chesf (20%) e Mizha Participações S.A. (20%).   Para se chegar ao valor que deveria ser neutralizado,  ao final da edição 2020 do Rio Open foi feito o balanço das emissões de C02, baseados no protocolo GHG, Foram incluídas todas as fontes relativas ao torneio em si, desde a montagem até a desmontagem, além de emissões com deslocamento de atletas e equipe técnica, bem como o consumo adicional da energia elétrica pelo Jockey Club Brasileiro durante o torneio.

Todo esse processo foi liderado pelo Rio Open, em parceira com a ENGIE e contou com auditoria da RINA.

Na edição de 2020, a  plataforma Rio Open Green se baseou em três pilares para gerenciar os resíduos: redução, reciclagem e reutilização. Alguns exemplos de redução foram os copos reutilizáveis disponíveis nos bares e sacolas 100% ecológicas para os produtos adquiridos na La Boutique. Na reciclagem, foram implementadas algumas ações como a destinação de resíduos orgânicos para compostagem e a de recicláveis para cooperativas de catadores licenciada, utilização de coletores específicos para resíduos orgânicos e óleo de cozinha, uso de materiais recicláveis como papel e suprimentos dos banheiros e treinamento para as equipes, por exemplo.

Na reutilização de materiais o Rio Open produziu, durante o torneio, pulseiras feitas com as cordas das raquetes utilizadas nas competições e estavam à venda na loja de produtos oficiais, a La Boutique. A organização do evento também destinou lonas para uso de cooperativas parceiras, tampinhas de garrafas que foram trocadas por cadeiras de rodas e a doação de bolas, raquetes e sobras de uniformes para projetos sociais. Assim, o Rio Open aumentou sua atuação social e conscientizou todos os envolvidos no evento sobre a responsabilidade de cada um para um futuro mais sustentável.

O plano completo do Rio Open Green 2020 pode ser acessado no site do evento, em www.rioopen.com

O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo.

Desde 2014 o Rio Open, maior torneio da América do Sul, reuniu em média 50.000 pessoas por ano no Jockey Club Brasileiro que assistiram Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere e Cristian Garin serem campeões. O público também pode ver outros grandes nomes do esporte mundial em ação  – Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis, Fabio Fognini e novas estrelas surgirem no cenário internacional como Felix Auger Aliassime, Carlos Alcaraz, Casper Ruud, Thiago Monteiro, Thiago Wild, entre outros.

O torneio é exibido ao vivo para 170 países, levando imagens positivas do Rio de Janeiro para o mundo. Dos visitantes do evento, 30% são de fora da cidade. O torneio injeta mais de R$ 100 milhões na economia do estado, gerando renda e emprego e transformando a vida das pessoas. Essa transformação também está presente para as mais de 600 crianças dos projetos sociais apoiados pelo evento.

O Rio Open também segue firme na plataforma social, com projetos apoiados (desde a primeira edição), todos ligados ao tênis: Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro são parceiros da competição, além do NERO – Núcleo Esportivo Rio Open. O evento realiza o Torneio Winners, uma competição voltada especialmente para as crianças e jovens que frequentam os projetos. Os integrantes dessas instituições também ganham ingressos para assistir às partidas do Rio Open e alguns deles fazem parte da equipe de Ball Kids, os famosos “boleiros”. Desde a edição de 2017 são selecionados cerca de 15 jovens dos projetos para trabalharem nos bastidores do evento.

Thiago Wild também embarca para os EUA

Thiago Wild, número 114 do mundo, atleta do Instituto Tennis Route, do Rio de Janeiro, finalizou sua intensa preparação na quadra rápida no Recreio dos Bandeirantes para a disputa do US Open que será seu primeiro Grand Slam na carreira.
O jovem natural de Marechal Candido Rondon (PR) vai disputar o torneio onde foi campeão juvenil em 2018 fazendo história para o Brasil. Ele embarca na noite deste sábado para Nova York e aguarda algumas desistências para jogar, a partir do dia 20, o qualificatório do Masters 1000 de Cincinnati que por conta da pandemia também será jogado na cidade no mesmo palco do US Open.
Os dois eventos marcam a retomada do circuito principal masculino.
“Jogar um Grand Slam é sempre um passo a mais, jogo de cinco sets, muito diferente em um ano de um tenista. Expectativa é jogar bem, fazer o que venho treinando e quem sabe avançar algumas rodadas”, disse Wild: “Sempre gostei de jogar em Nova York, uma quadra rápida com altitude mais baixa. Jogar um Slam é sempre especial e voltar lá dois anos depois de ter conquistado o título juvenil será muito gratificante pra mim”.
Nas últimas semanas, Wild treinou com a supervisão do treinador João Zwetsch com o tenista Thiago Monteiro, atual 82º do mundo e primeiro do Brasil. Nesta quarta-feira, os dois realizaram um jogo-treino melhor de cinco sets onde Wild venceu por 7/6 (7/2) 6/4 6/4 após cerca de 2h40min de duração. No final de semana passado, Wild superou Thomaz Bellucci, ex-21º do mundo e atual 289º, por 7/6 (7/4) 6/4 em exibição em São Paulo.
Zwetsch destacou a preparação do tenista durante a quarentena: “Fisicamente o Thiago está muito bem preparado, fizemos um bom trabalho nessa parte parado, está mais forte. Está preparado para jogar os cinco sets. Será a primeira vez que jogará cinco sets, ele não tem experiência em torneios ainda nesse tipo de jogo, mas ao longo da preparação uma vez por semana pelo menos buscamos colocar jogos de cinco sets para ele”, disse o treinador que comentou o foco do trabalho com o atleta.
“Demos o foco maior na parte de contra-ataque, slices, voleios, defesa. Dar uma gama maior de recursos para o Thiago ter variações usando com seus golpes de ataque que são muito bons”.
Wild fez história ao país pouco antes da paralisação do circuito ao conquistar o ATP 250 de Santiago, no Chile.
Foto de João Pires

Thiago Monteiro embarca para os EUA para os torneios de Cincinnati e US Open

O tenista brasileiro Thiago Monteiro embarca na noite deste sábado para os Estados Unidos, onde disputará os torneios de Cincinnatti e o US Open, ambos em Nova York. Serão os dois primeiros torneios que ele jogará, desde que a pandemia do COVID-19 se alastrou em março.

Depois de ter passado por lockdown em sua cidade natal, Fortaleza, treinando por várias semanas em Itajaí e depois no Rio de Janeiro, na Tennis Route, ele embarca motivado e ansioso para retornar às competições.

“Consegui ir aumentando o ritmo aos poucos, depois de uma temporada no sul do Brasil e agora mais três semanas no Rio, em que treinei bastante com o Thiago Wild, na Tennis Route, sempre orientado pelo meu treinador à distância (o argentino Fabian Blengino),” disse o número um do Brasil. “Estou muito feliz de estar voltando a competir. Bate aquela ansiedade de retornar ao circuito. Depois de tanto tempo sem viajar para um torneio, vou com as baterias recarregadas. Senti muito falta desse frio na barriga de ir para uma competição, começar um novo torneio e  entrar em quadra para competir. Foi um período diferente para todos, especialmente para nós tenistas que estamos acostumados a uma vida dinâmica, cada semana em um lugar do mundo, mas foi bom para ter um tempo para ficar com a família e descansar,” contou.

Para o brasileiro, todos estarão na mesma situação com o reinício dos torneios. “Sei que vai estar todo mundo na mesma. Vou tentar me adaptar no dia a dia. Todos estarão do mesmo jeito mentalmente e a força mental vai fazer a diferença. Sabemos que não vamos voltar no nosso melhor nível, mas é o início de uma retomada. Com o passar dos dias e jogos, as coisas tendem a ir se encaixando cada vez melhor.”

Thiago jogará o qualifying do Masters 1000 de Cincinnati a partir de 5a. feira e encontrará o treinador argentino em Nova York. Para a disputa do Grand Slam americano,o US Open, ele já está na chave principal.

 

SOBRE THIAGO MONTEIRO

Thiago Monteiro nasceu no dia 31 de maio de 1994, em Fortaleza, no Ceará. Canhoto, começou a jogar tênis aos 8 anos de idade. Marcou a sua primeira vitória em um torneio ATP, em 2016, no Rio Open, ao derrotar Jo-Wilfried Tsonga.  Alcançou as primeiras quartas da carreira no Brasil Open, naquele mesmo ano, entrando no top 100 pela primeira vez. O melhor ranking da carreira veio em 2017, na posição de número 74. Neste ano alcançou a primeira semifinal de ATP da carreira, em Quito.
Atual 82o colocado no ranking mundial, o brasileiro tem carreira agenciada pela Linkinfirm de Marcio Torres e conta com o patrocínio da Angá Asset Management, OdontoCompany, Joma, Elemídia, SMZTO e Babolat.
Diana Gabanyi
Foto: Fotojump/Rio Open

Lacoste promove live em comemoração ao Dia dos Pais com Gustavo Kuerten

No próximo domingo dia 09 de Agosto o Dia dos Pais será comemorado em todo o Brasil. Pensando em uma forma de homenagear todos os pais pelo seu dia, a Lacoste convidou o Guga Kuerten para um bate papo emocionante neste sábado (8) às 15 horas, que será transmitido pelo instagram do tenista e também pelo instagram do jornalista esportivo e atual narrador e apresentador da ESPN Fernando Nardini.

Quem também estará participando desta conversa será Pedro Zannoni – atual CEO Latam da grife francesa, que além de pai é ex tenista profissional e amigo do Guga desde 1993 quando ambos participaram do torneio Sunshine Cup na Flórida. Na live eles irão tratar de assuntos como: momentos marcantes da carreira, a importância e as mudanças que a paternidade traz e a relevância do esporte para o desenvolvimento das crianças e jovens.

Por ser uma marca que se orgulha de fazer parte de tantas histórias entre pais e filhos há quase 90 anos, a Lacoste busca celebrar este dia especial homenageando todos os tipos de pais e os agradecendo pela importância e diferença que eles fazem nas diversas etapas da vida.

@Lacoste
#CROCOFATHER

SERVIÇO:
Live #Crocofathers by Lacoste
Data: 08 de Agosto
Horário: 15h00
Local: @Fernando Nardini e @Gustavokuerten

Rio Open e Play for a Cause se unem em ação para ajudar projetos sociais impactados pela COVID-19

Sempre acreditando no esporte como uma importante ferramenta de transformação social, o Rio Open se uniu à Play For a Cause com o objetivo de contribuir no combate à crise causada pela pandemia de Covid-19 no Brasil. Para isso, será realizado o leilão  de uma experiência única na edição de 2021, que será convertido em ajuda aos projetos sociais apoiados pelo maior torneio de tênis da América do Sul.

“Para nós do Rio Open, o esporte é uma poderosa ferramenta para melhorar a saúde e a educação das pessoas. Por isso, estamos muito felizes com essa parceria com a Play for a Cause, que vai ajudar na manutenção de projetos esportivos que contemplam centenas de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, em um momento tão delicado“, diz Márcia Casz, diretora geral do Rio Open.

“Nosso objetivo principal é mostrar que a paixão pelo esporte pode gerar um impacto muito maior e gerar recurso para impactar diretamente a sociedade. O Rio Open é o primeiro evento esportivo que oficializa essa parceria com a Play For a Cause, mostrando que eles estão alinhados com nosso objetivo e que sua preocupação também vai além das linhas da quadra. Esperamos que essa parceria seja exemplo para que outros eventos esportivos percebam que podemos, juntos, fazer do esporte uma grande ferramenta de transformação social”, pontuou André Georges, fundador da Play For a Cause.

A partir desta segunda-feira (22), os fãs do tênis poderão participar do leilão no site rioopen.playforacause.com.br e disputar uma experiência inesquecível para a próxima edição, que inclui dois ingressos para o dia de Rio Open à sua escolha, acesso ao Corcovado Club (área vip do evento), backstage tour para conhecer os bastidores, Meet and Greet com um jogador, conhecer a cabine de transmissão do Sportv, transporte terrestre com carro oficial do torneio, além de duas passagens aéreas e hospedagem em quarto duplo no hotel oficial (para quem não residir no Rio de Janeiro).

Além da alta relevância esportiva, o Rio Open também acredita que o esporte pode mudar vidas e ser a esperança de um futuro melhor para as crianças e para o planeta.Nesta ação, os projetos sociais, que são beneficiados serão: Projeto Futuro Bom, Escolinha de tênis Fabiano de Paulo e o Projeto Tênis na Lagoa, todos apoiados pelo torneio desde a primeira edição.  Ao todo, os três atendem cerca de 640 crianças e jovens de comunidades do Rio de Janeiro.

Acreditamos muito no papel transformador do esporte, ainda mais nesse momento em que estamos passando. E convidamos os amantes do tênis a embarcarem nessa causa com a gente. Além de ajudar ainda vão poder garantir uma experiência única na edição de 2021“, comenta Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Sobre o Rio Open

O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo.

O torneio é exibido ao vivo para 170 países, levando imagens positivas do Rio de Janeiro para o mundo. Dos visitantes do evento, 30% são de fora da cidade. O torneio injeta mais de R$ 100 milhões na economia do estado, gerando renda e emprego e transformando a vida das pessoas. Essa transformação também está presente para as mais de 600 crianças dos projetos sociais apoiados pelo evento

Desde sua primeira edição o Rio Open segue firme na plataforma social, com  projetos apoiados, todos ligados ao tênis: Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro são parceiros da competição, além do NERO – Núcleo Esportivo Rio Open. O evento realiza o Torneio Winners, uma competição voltada especialmente para as crianças e jovens que frequentam os projetos. Os integrantes dessas instituições também ganham ingressos para assistir às partidas do Rio Open e alguns deles fazem parte da equipe de Ball Kids, os famosos “boleiros”. Desde a edição de 2019 são selecionados cerca de 15 jovens dos projetos para trabalharem nos bastidores do evento.

 

Sobre a Play For a Cause

A Play For a Cause faz do esporte e do entretenimento uma grande ferramenta de transformação social. Nascida do futebol, como Football for a cause, a empresa leiloa itens e experiências de atletas, clubes, competições, eventos e entidades esportivas e direciona o lucro para instituições e projetos sociais. Grandes nomes, como Marta, Zico, Cacá Bueno, Neymar, Cafu, Belletti, Leandrinho, Gabriel Jesus e Richarlison já participaram doando objetos pessoais para as campanhas.

Em dois anos de projeto, foram mais de 140 itens leiloados, impactando diretamente 14 mil pessoas com os recursos destinados a 18 instituições beneficiadas. Atualmente, devido aos impactos negativos causados pela pandemia da Covid-19 no Brasil, está no ar a campanha O Futebol se Importa, que tem parceria com o Canal Wamo e já conta com 122 doadores e 83 itens leiloados até o momento. As vendas resultaram em mais de 22 toneladas de alimentos arrecadados, que impactaram 8.952 pessoas diretamente.

Guga reúne alunos e professores de escolas de tênis de 6 países em evento inédito

Numa grande ação inédita, o tricampeão de Roland Garros participou ontem (07) do Encontro Internacional de Escolas de Tênis, promovido pela Escola Guga, reunindo virtualmente professores e alunos de onze instituições do Brasil, Argentina, Equador, Estados Unidos, Espanha e Escócia, além de representante da ITF e um dos principais protagonistas da trajetória de Guga no tênis, Larri Passos.

As escolas de tênis convidadas tiveram a oportunidade de enviar perguntas ao Guga em três blocos do evento, dividido por idiomas. Pela primeira vez Guga respondeu perguntas de atletas e técnicos ao redor do mundo. Foram 12 questões que versaram sobre a história do tenista que conquistou a liderança do ranking mundial da ATP, em 2000.

Relembrando sua iniciação no tênis, Guga destacou o poder visionário do pai que em conjunto com Larri Passos enxergou nele o potencial de um campeão mundial. “Eles acreditaram nas minhas conquistas muito antes de eu começar a sonhar”, afirmou Guga, esclarecendo que o técnico tem que ter convicção no sucesso do atleta. “O Larri acreditava 100% a mais do que eu mesmo que seria possível chegar onde a gente chegou”, declarou.

Entre as várias questões a grande maioria teve o mesmo objetivo: entender como se constrói um campeão nas quadras. Guga e Larri foram categóricos nas respostas: muito trabalho e simplicidade. “O melhor do mundo também precisa melhorar. Todo o tenista, todo atleta, precisa fazer o melhor possível diariamente. Assim se constrói uma rotina saudável, e o desenvolvimento, o sucesso se torna uma consequência”.

Falando especificamente para os professores que participaram do evento Larri Passos declarou que o tênis é o esporte mais difícil do mundo. “Se uma criança bate bem, aprende a passar a bola de direita, de esquerda, sabe sacar, essa criança já é excepcional. É isso que o professor precisa ensinar, porque quem chega ao Top 10 é gênio”.

Sobre a relação técnico/tenista/família Guga afirmou: “É preciso respeito e confiança! E isso envolve toda a família do atleta. A partir do momento que eu estou convencido que o meu filho vai seguir esse caminho (no tênis) e eu tenho convicção que essa é a pessoa certa, eu tenho que confiar. A base dessa relação precisa ser a confiança. E o caminho envolve honestidade, clareza e muito trabalho. A família precisa torcer muito também pelo técnico. Saber respeitar o tempo também é importante!”

Guga também respondeu perguntas das 54 unidades franqueadas da Escola Guga no país, reiterando que a proposta de ensino do tênis e beach tennis na Escola Guga vai além do ganhar ou perder. E finalizou o evento encorajando a nova geração do tênis. “No pior cenário possível é preciso se sentir encantado dentro de uma quadra de tênis. Vocês têm todas as condições de fazer igual e até melhor do que a gente fez”.

Relembrando as 20 últimas finais de Indian Wells

Se o coronavírus não tivesse assolado o planeta, a maiora de nós estaria, a essa hora, assistindo a final de Indian Wells. Teríamos visto a decisão feminina e depois assistiríamos a final masculina. Mas, essa imagem ficará para 2021.

Há duas semanas, na véspera do qualifying do torneio de Indian Wells começar, a organização do evento tomou a decisão de cancelar a competição da ATP e da WTA. Muitos ficaram em choque.

Diversos tenistas ficaram sabendo pelo twitter. A Califórnia começava a registrar aumento dos casos do COVID-19 e a região onde o torneio é disputada é habitada por idosos em sua maioria. Foi uma medida de precaução. Dois dias depois 6 casos foram registrados na região de Palm Springs. Indian Wells foi o primeiro grande evento esportivo mundial a ser cancelado. O quinto maior torneio de tênis do mundo.

Era só o começo de uma disrupção no mundo esportivo, o começo de um alerta. Parecia tudo muito distante daqui… Duas semanas depois, pelo menos em São Paulo, estamos todos confinados, sem esportes na TVm essa notícia do cancelamento de Indian Wells, parece coisa do passado e ainda é apenas o primeiro torneio de tênis cancelado do calendário integralmente. A competição só tem data prevista para voltar na segunda semana de junho (dia 06). Mas, a probabilidade é que demore ainda mais.

Vamos aproveitar este domingo que seria tenístico para relembrar as finais dos últimos 20 anos em Indian Wells, tanto da ATP, quanto da WTA?

Você se lembra, por exemplo, que o Guga foi vice-campeão em 2003. Perdeu para o Hewitt. E no ano 2000 o campeão foi o Corretja, ganhando do Enqvist na final. Entre 2011 e 2017 só Federer, Nadal ou Djokovic ganharam Indian Wells. Aí veio o Delpo em 2018 e no ano passado, o Thiem, que nem pôde defender o seu título. Entre 2004 e 2009 também só deu Federer, Djoko ou Nadal. A exceção em 2010 foi o hoje técnico do Fed, o Ljubicic. No início do milênio, quando o torneio ainda estava longe de ser o que é hoje, mas não deixava de ser um Masters 1000, Agassi ganhou do Sampras na final de 2001.

Entre as mulheres o domínio não foi assim tão absoluto. Especialmente porque Serena e Venus Williams deixaram de jogar a competição por anos, devido a ofensas racistas que sofreram (de 2001 a 2015). Fora a vitória da Serena em 2001 e da Andreescu no ano passado, no torneio que deu o start do seu ano fenomenal, as vitórias nos outros 18 anos foram apenas de tenistas europeias ou da japonesa Osaka. Clijsters, Henin, Sharapova, Azarenka, Ivanovic, Jankovic, Hantuchova, Zvonareva, Vesnina e Halep deixaram suas marcas no deserto californiano.

 

2019 – Dominic Thiem d. Roger Federer: 3/6 6/3 7/5

Bianca Andreescu d. Angelique Kerber:  6/4 3/6 6/4

2018 – Juan Martin Del Potro d. Roger Federer: 6/4 6/7(8) 7/6(2)

Naomi Osaka d. Daria Kasatkina: 6/3 6/2

2017 – Roger Federer d. Stan Wawrinka: 6/4 7/5

Elena Vesnina d. Svetlana Kuznetsova: 6/7(6) 7/5 6/4

2016 – Novak Djokovic d. Milos Raonic: 6/2 6/0

Victoria Azarenka d. Serena Williams: 6/4 6/4

2015 –  Novak Djokovic d. Roger Federer: 6/3 6/7(5) 6/2

Simona Halep d. Jelena Janković: 2/6 7/5 6/4

2014Novak Djokovic d. Roger Federer: 3/6 6/3 7/6(3)

Flavia Pennetta d. Agnieszka Radwańska: 6/2 6/1

2013Rafael Nadal d. Juan Martín del Potro: 4/6 6/3 6/4

Maria Sharapova d. Caroline Wozniacki: 6/2 6/2

2012Roger Federer d. John Isner: 7/6(7) 6/3

Victoria Azarenka d. Maria Sharapova: 6/2 6/3

2011Novak Djokovic d. Rafael Nadal: 4/6 6/3 6/2

Caroline Wozniacki d. Marion Bartoli: 6/1 2/6 6/3

2010Ivan Ljubičić d. Andy Roddick: 7/6(3) 7/6(5)

Jelena Janković d. Caroline Wozniacki: 6/2 6/4

2009Rafael Nadal d. Andy Murray: 6/1 6/2

Vera Zvonareva d. Ana Ivanović: 7/6(5) 6/2

2008Novak Djokovic d. Mardy Fish: 6/2 5/7 6/3

Ana Ivanović d. Svetlana Kuznetsova: 6/4 6/3

2007Rafael Nadal d. Novak Djokovic: 6/2 7/5

Daniela Hantuchová d. Svetlana Kuznetsova: 6/3 6/4

2006Roger Federer d. James Blake: 7/5 6/3 6/0

Maria Sharapova d. Elena Dementieva: 6/1 6/2

2005Roger Federer d. Lleyton Hewitt: 6/2 6/4 6/4

Kim Clijsters d. Lindsay Davenport: 6/4 4/6 6/2

2004Roger Federer d. Tim Henman: 6/3 6/3

Justine Henin-Hardenne d. Lindsay Davenport: 6/1 6/4

2003Lleyton Hewitt d. Gustavo Kuerten: 6/1 6/1

Kim Clijsters d. Lindsay Davenport: 6/4 7/5

2002Lleyton Hewitt d. Tim Henman: 6/1 6/2

Daniela Hantuchová d. Martina Hingis: 6/3 6/4

2001Andre Agassi d. Pete Sampras: 7/5 7/5 6/1

Serena Williams d. Kim Clijsters: 4–6, 6–4, 6–2

2000Alex Corretja d. Thomas Enqvist: 6/4 6/4 6/3

Lindsay Davenport d. Martina Hingis: 4/6 6/4 6/0

 

Diana Gabanyi e Filipe Lima Alves

Fotos de Cynthia Lum

Teliana se junta a Cé e Carolina Meligeni no ITF de Olímpia

O Brasil passa a ter cinco representantes no Torneio Internacional Feminino de Tênis – Ano V, apresentado pelo Itaú, que realizado de 9 a 15 de março, no Thermas dos Laranjais, em Olímpia (SP), com entrada gratuita para o público.

Com a saída de algumas jogadoras estrangeiras da lista de inscritas, Teliana Pereira, Thaísa Pedretti e Nathaly Kurata garantiram lugar na chave principal do torneio, que distribui uma premiação de US$ 25 mil e pontos no ranking mundial, e se juntam a Gabriela Cé e Carolina Meligeni Alves (convidada da organização).

Ex-número 43 do mundo, a pernambucana radicada em Curitiba e campeã de dois torneios WTA – Bogotá e Florianópolis, ambos em 2015 – está empolgada em jogar pela primeira vez em Olímpia. “Me sinto bem preparada fisicamente e espero ter bons sentimentos e resultados nesses torneios aqui no Brasil. É sempre bom jogar em casa, nós brasileiras sentimos muita falta de poder competir em nosso país”, afirmou Teliana, que depois da Fed Cup, em fevereiro, optou por ficar em Curitiba treinando para o torneio. “Nunca estive em Olímpia, mas já me falaram que é para caprichar no protetor solar”, brincou a tenista.

Além das brasileiras, o Torneio Internacional Feminino terá a participação de tenistas de mais 12 países: Itália, Chile, Argentina, Holanda, Hungria, Espanha, Grã Bretanha, Grécia, Kazaquistão, Bélgica, Rússia e Geórgia.

O Torneio Internacional de Tênis Feminino, apresentado pelo Itaú, faz parte do Olímpia Tennis Classic, que também realizará um Torneio Internacional Masculino, de 16 a 22 de março, também no Thermas dos Laranjais.

Serviço

Torneio Internacional de Tênis Feminino

9 a 15 de março

Thermas dos Laranjais de Olímpia

Av. Aurora Forti Neves, 1.123 – Centro

Entrada gratuita