O primeiro dia do US Open já teve logo uma grande surpresa
na chave masculina do quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no
piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
Na noite deste domingo, o argentino Mariano Navone superou o sérvio Novak Djokovic em cinco sets, o que fez o ex-número 1 do mundo ser superado na primeira rodada de um Slam depois de 20 anos:
“Acho que estava óbvio que foi uma sensação horrível em
quadra para mim”, disse Djokovic. “É algo com que venho lidando,
infelizmente, praticamente em todas as partidas deste ano — vômitos, querendo
vomitar, um problema sério. E então meu corpo inteiro começa a travar,
basicamente, câimbras e dor.” Disse Djokovic, completando em seguida:
“É, minhas costas simplesmente não aguentaram no final,
e meu ombro também, e eu não consegui fechar a partida. Eu estava com quebra de
vantagem no quarto set, mas lutei o tempo todo, desde o quarto game da
partida.”
Já o argentino, que aproveitou a oportunidade, comemorou
muito a vitória sobre um dos maiores de todos os tempos:
“Significa muito. É um sonho que se tornou realidade, com certeza.” afirmou.
João Fonseca anunciou nesta segunda-feira que não jogará o
US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de
Nova York, nos Estados Unidos.
Depois de abandonar o Masters 1000 de Cincinnati para tratar
uma lesão no abdômen, o brasileiro anunciou nas redes sociais que não se
recuperou a tempo de jogar nos Estados Unidos:
“Após passar por exames e iniciar o tratamento no abdômen, ficou
claro para mim e para minha equipe que eu preciso de mais tempo para me
recuperar 100% e poder competir em alto nível. Assim, infelizmente, não poderei
disputar o US Open. Não foi uma decisão fácil de tomar, já que é um torneio
especial para mim. Seguimos trabalhando para poder voltar o quanto antes.”
O próximo compromisso agendado para João Fonseca é a disputa do confronto pelo Grupo Mundial I da Copa Davis, contra a Suíça, no Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19 de setembro.
Nesta quinta-feira (20), o SP Open anunciou o terceiro convite da chave principal de simples do torneio. O maior torneio de tênis feminino do Brasil garante a brasileira Laura Pigossi, número 2 do país e medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ela se junta a nomes como Paula Badosa, Leylah Fernandez, Yulia Putintseva, Eva Lys, Victoria Barros e Nauhany Silva na competição. O SP Open acontece entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, e os últimos ingressos estão à venda em eventim.com.br/sp-open.
Pigossi conquistou a histórica medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Tóquio ao lado de Luisa Stefani, que também já está confirmada no SP Open. O feito marcou o primeiro pódio do tênis na história do Brasil. Além da medalha olímpica, Laura também foi medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023, tanto em simples quanto em duplas. Atual vice-campeã de duplas do SP Open (ao lado de Ingrid Martins), a brasileira vem em boa fase em ambos os circuitos.
Em simples, categoria em que possui um título de WTA 125 (conquistado em Buenos Aires, em 2023), Laura levantou mais um troféu recentemente: foi campeã do W100 de Gran Canaria no início de agosto, feito que a recolocou dentro do top 200. Nas duplas, a tenista é a atual número 80 do mundo e vem de título no W75 de Vacária. Além do SP Open, Pigossi também foi vice-campeã no WTA 250 de Bogotá na última temporada.
“Queria agradecer ao Lui Carvalho e a toda a organização pela oportunidade de jogar novamente o SP Open. É muito bom receber o carinho da torcida e sentir que todo mundo está jogando junto com você, acho que essa é a parte mais bonita de jogar em casa. No ano passado tive uma semana sensacional, independentemente do resultado. Foi incrível poder estar em casa, com a minha família, e eles poderem me ver jogar. Foi muito especial. Sinto que venho jogando bem ultimamente, estou super confiante e feliz de poder ter essa oportunidade”, disse a tenista.
“A Laura vem em ótimo momento no circuito, tanto de simples, quanto de duplas e merece esse convite. Ela é mais uma jogadora da casa, de São Paulo mesmo e muito guerreira, criando uma conexão especial com o público,” disse Luiz Carvalho, codiretor do torneio.
A chave principal de simples conta com 23 tenistas classificadas diretamente através do ranking, quatro convidadas (wild cards), quatro tenistas provenientes do qualifying e uma vaga reservada para um special exempt. Mais um convite de simples e outras atualizações de listas serão anunciados posteriormente nos canais oficiais do SP Open.
Os últimos ingressos para a segunda edição do SP Open estão disponíveis no site da Eventim: www.eventim.com.br/sp-open
Nesta terça-feira (18), a WTA divulgou a lista de tenistas que disputarão a segunda edição do SP Open. Encabeçado por Leylah Fernandez, finalista do US Open 2021, Yulia Putintseva, cazaque ex-top 20, Paula Badosa, ex-número 2 do mundo, e Eva Lys, uma das queridinhas dos fãs e destaque da nova geração do tênis feminino, o WTA da maior cidade das Américas acontece entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. Os últimos ingressos estão à venda no site oficial do evento.
Eva Lys é um dos destaques do SP Open (Dan Istitene/Getty Images)
A canadense Leylah Fernandez lidera a lista. Ex-número 13 do mundo e atual 31ª, Leylah fez sua marca no circuito aos 19 anos, quando foi vice-campeã do US Open após vencer nomes como Naomi Osaka, Aryna Sabalenka, Elina Svitolina e Angelique Kerber, estabelecendo-se de vez entre as profissionais. Ao todo, possui cinco títulos de WTA, incluindo o WTA 500 de Washington, seu maior título. Além disso, fez parte do time campeão da Billie Jean King Cup em 2023, que trouxe o primeiro troféu do Canadá na competição.
Grandes novidades do torneio, Yulia Putintseva e Eva Lys prometem levantar a torcida brasileira do primeiro ao último ponto. Putintseva, conhecida pela intensidade e autenticidade em quadra, é campeã de três torneios do nível WTA e foi top 20 do mundo em 2025, além de ter conquistado vitórias contra jogadoras como Naomi Osaka, Iga Swiatek e Coco Gauff. Esta será a primeira vez da cazaque em torneios no Brasil.
Já Lys, um dos nomes mais populares da nova geração, fez seu melhor ano em 2025, quando chegou à quarta rodada do Australian Open e entrou no top 40 do ranking. A alemã de 24 anos tem uma forte presença nas redes sociais e uma legião de fãs por onde passa, com suas partidas sendo um dos maiores atrativos da programação a cada semana. Lys também joga no Brasil pela primeira vez na carreira.
Victoria Barros e Nana (James Fearn/Getty Images)
Ex-número 2 do mundo, Paula Badosa é conhecida pelo seu estilo de jogo agressivo. Dona de quatro títulos de WTA, incluindo o WTA 1000 de Indian Wells, Paula também foi semifinalista no Australian Open (2025) e no WTA Finals (2021). Uma das favoritas do público brasileiro e apaixonada pelo Brasil, Badosa retorna ao país pela primeira vez após 9 anos.
Outros destaques internacionais da lista são a argentina Solana Sierra, a primeira lucky loser da história a chegar às oitavas de Wimbledon (2025); a jovem tcheca Tereza Valentova, atual 64ª do mundo e um dos grandes nomes da nova leva de tenistas; a suíça Jil Teichmann, ex-número 21; a norte-americana Claire Liu, ex-número 1 do ranking juvenil; a russa Anna Blinkova, ex-34ª do ranking; a armênia Elina Avanesyan, ex-36ª e uma das revelações da WTA de 2023; e a espanhola Jessica Bouzas Maneiro, ex-40ª do mundo. Ao todo, são oito tenistas do top 100 do mundo na disputa pelo título do SP Open.
Além das inscritas, a chave de simples do SP Open também já tem garantidas as brasileiras Victoria Barros e Nauhany Silva, as números 4 e 9 do mundo no ranking juvenil. Sensações do circuito júnior, Victoria e Naná fizeram grandes exibições na primeira edição do SP Open, incluindo a primeira vitória de Naná em torneios WTA.
“É muito gratificante ver o SP Open
atraindo cada vez mais jogadoras entre as melhores do mundo. Acredito
que isso faca parte de um processo de consolidação do evento, fruto de
uma primeira edição bastante positiva. O SP Open representa uma
oportunidade única de desenvolver o tênis e o esporte feminino no
Brasil, oferecendo uma experiência de nível internacional ao público e,
sobretudo, dando a meninas e meninos a chance de ver seus ídolos de
perto,” disse Luiz Carvalho, co-diretor do torneio.
A chave
principal de simples conta com 23 tenistas classificadas diretamente
através do ranking, quatro convidadas (wild cards), quatro tenistas
provenientes do qualifying e uma vaga reservada para um special exempt.
Mais convites e outras atualizações de listas serão anunciados
posteriormente nos canais oficiais do SP Open.
Os últimos ingressos para a segunda edição do SP Open estão disponíveis no site da Eventim: www.eventim.com.br/sp-open
LISTA DE ENTRADA DIRETA DO SP OPEN:
1. Leylah Fernandez (CAN) 2. Tereza Valentova (CZE) 3. Yulia Putintseva (KAZ) 4. Paula Badosa (ESP) 5. Solana Sierra (ARG) 6. Jil Teichmann (SUI) 7. Jessica Bouzas Maneiro (ESP) 8. Eva Lys (GER) 9. Nadia Podoroska (ARG) 10. Kaitlin Quevedo (ESP) 11. Anna Blinkova (RUS) 12. Darja Semenistaja (LAT) 13. Alina Charaeva (ARM) 14. Claire Liu (USA) 15. Leolia Jeanjean (FRA) 16. Dominika Salkova (CZE) 17. Yue Yuan (CHN) 18. Mary Stoiana (USA) 19. Carol Young Suh Lee (USA) 20. Lucrezia Stefanini (ITA) 21. Teodora Kostovic (SRB) 22. Julia Riera (ARG) 23. Jazmin Ortenzi (ARG) 24. Victoria Barros (BRA) [WC] 25. Nauhany Silva (BRA) [WC]
Luiza Fullana é a campeã do Mantiqueira Pro Series – ITF W15 de Campos do Jordão. Na decisão deste domingo (16), a brasiliense, cabeça de chave 2 e atual número 500 do mundo, superou a principal favorita, a chinesa Lan Mi, 481ª do ranking mundial, por 6/4 6/2.
Luiza Fullana
Com a vitória, Fullana conquistou o sétimo título profissional de simples da carreira, todos eles em torneios disputados no Brasil.
“Muito feliz com esse título e, com certeza, ele vai servir de inspiração para as próximas duas semanas, aqui em Campos do Jordão e depois em Barueri. Meus sete títulos de simples foram conquistados no Brasil. Para mim, esses torneios aqui são maravilhosos. Sinto muito a energia e o carinho do público e, além de poder jogar em casa, temos a vantagem de receber a premiação em dólar e ter os gastos em real. Isso faz muita diferença para nós, atletas”, afirmou Fullana.
Com o título, a brasiliense soma 15 pontos no ranking mundial e recebe US$ 2.160 em premiação. Lan Mi, como vice-campeã, fica com 10 pontos e US$ 1.272.
Victoria Barros é campeã nas duplas
O Brasil também comemorou título nas duplas em Campos do Jordão. Número 4 do ranking mundial juvenil e brasileira mais bem colocada na categoria, Victoria Barros, de apenas 16 anos, conquistou seu segundo título profissional de duplas.
Na decisão, disputada na noite deste sábado (15), a potiguar e a chinesa Lan Mi superaram a catarinense Carolina Bohrer e a paulista Letícia Vidal em dois sets equilibrados, ambos decididos no tie-break, com parciais de 7/6(5) 7/6(3).
As campeãs somam 15 pontos no ranking mundial de duplas e a parceria recebe US$ 955 em premiação. As vice-campeãs ficam com 10 pontos e US$ 515.
João Fonseca começou com vitória sua campanha no Masters 1000 de Cincinnati. O brasileiro de 19 anos derrotou o holandês Botic van de Zandschulp, número 59 do mundo, por 6/4 e 7/6(2), em 1h47 de partida, e garantiu vaga na terceira rodada do torneio disputado em quadras rápidas nos Estados Unidos.
João Fonseca em Cincinnati (ATP Tour CincyTennis)
A vitória também colocou Fonseca em uma marca histórica. Com o resultado, ele chegou a dez triunfos em torneios Masters 1000 na temporada, igualando o número alcançado por Gustavo Kuerten em 2003. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, o brasileiro alcança a terceira rodada do Masters 1000 de Cincinnati.
“Fiquei feliz principalmente pela forma como fiquei mentalmente durante a partida”, destacou Fonseca após o confronto.
Na próxima rodada, João Fonseca terá pela frente o australiano Christopher O’Connell, número 129 do ranking mundial. O adversário avançou após a desistência do norueguês Casper Ruud por lesão, quando vencia por 7/5 1/2. Será o primeiro encontro entre Fonseca e O’Connell no circuito profissional.
Cincinnati é o último grande torneio antes do US Open.
O tênis brasileiro tem uma rica história, marcada por grandes nomes que ajudaram a construir a trajetória do esporte no país. Neste fim de semana, essa história voltou às quadras com a etapa inaugural do C6 Masters Tour, realizada no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo.
Tenistas que disputaram o C6 Masters Tour (Fotojump)
O torneio reuniu grandes nomes do tênis
brasileiro e também dois argentinos. No masculino, participaram Givaldo
Barbosa, Julio Góes, João Soares, Patrício Arnold (ARG), Pablo Albano
(ARG), Roberto Jabali, Flavio Saretta, André Ghem, Thiago Alves, Marcio
Carlsson, Alexandre Hocevar, Ricardo Hocevar, José Pereira, Cesar Kist,
além dos representantes do Pinheiros André Brisighello e Gabriel
Migliori, vencedores do qualifying realizado no clube.
No feminino, estiveram em quadra Vanessa
Menga, Luciana Tella, Dadá Vieira, Ana Paula Zannoni, Carla Tiene, Joana
Cortez e as tenistas do Pinheiros Fernanda Freixosa e Monica Yanagi,
também classificadas por meio do qualifying do clube.
Foram três dias de muito tênis, reencontros
e boas histórias. No sábado, o evento contou ainda com um Pro-Am que
reuniu cerca de 100 tenistas amadores, que tiveram a oportunidade de
dividir a quadra e jogar ao lado de seus ídolos.
Neste domingo, foram disputadas as finais
das chaves masculina e feminina, mas mesmo aqueles que perderam nas
rodadas iniciais estavam presentes curtindo o momento.
“Estou muito feliz com a volta do Masters
Tour. Para nós é uma alegria encontrar os jogadores, antigos parceiros e
entrar em quadra novamente”, disse Júlio Góes.
Representante da nova geração de Masters,
Ricardo Hocevar lembrou que quando ainda estava no circuito profissional
viu o tio Alexandre Hocevar e o pai, Marcos Hocevar jogar o torneio e
hoje faz parte do time.
“Agora só falta jogar com meu tio em uma etapa. Já pensou Hocevar/Hocevar em quadra? Seria muito bom”, brincou.
Jabali e Arnold conquistam o título masculino
Em uma final muito equilibrada, que
relembrou os grandes confrontos dos tempos de circuito profissional,
Roberto Jabali e Patrício Arnold venceram Flavio Saretta e Marcio
Carlsson por 6/2, 5/7 e 11/9, em uma decisão definida no match
tie-break.
Jabali, que conquistou seu primeiro título
profissional justamente nas quadras do Pinheiros, comemorou o novo
título ao lado de Arnold e destacou a importância do retorno do Masters
Tour.
“Eu venci aqui meu primeiro título
profissional da carreira e hoje estou muito feliz em vencer o Masters
Tour neste retorno, de sentir aquele frio na barriga novamente”, disse
Jabali.
Arnold também comemorou a oportunidade de voltar às quadras e competir ao lado de grandes nomes do tênis.
“Já comemorei muito ter sido chamado para
competir com todos esses grandes jogadores e mais ainda por vencer esta
primeira etapa. Temos que enaltecer a participação do C6 Bank, que, além
do Masters Tour, também está investindo na base do esporte”, afirmou o
argentino.
Vanessa Menga e Luciana Tella vencem no feminino
No feminino, o título ficou com Vanessa
Menga e Luciana Tella, que mostraram grande entrosamento durante os três
dias de competição. Na final, elas derrotaram Dadá Vieira e Ana Paula
Zannoni por 6/2 e 6/1.
As quatro jogadoras destacaram a
importância de voltar a competir, reencontrar antigas adversárias e
amigas e reviver momentos especiais dentro de quadra.
Vanessa Menga celebrou o retorno à competição e brincou que, a partir de agora, muita gente vai voltar a treinar.
“Daqui para frente vai ter muita gente treinando novamente”, brincou Vanessa.
Luciana Tella também comemorou o título e a parceria com Menga.
“Jogamos bem. Foi uma dupla muito entrosada e foi muito gostoso voltar a competir”, disse Luciana.
O C6 Masters Tour tem patrocínio de C6
Bank, Beyond Hospitality Group e INNI Sports, fornecedora oficial de
bolas e vestuário. O torneio tem sede no Esporte Clube Pinheiros e é
realizado pela Try Sports.
Rafael Matos e Orlando Luz fizeram História e se tornaram a
primeira dupla 100% brasileira a conquistar um título de Masters 1000, com a
vitória no torneio de Montreal, no Canadá, torneio que é disputado no piso
duro.
Nesta quinta-feira, os dois venceram de virada a parceria
formada por Marcelo Arevalo e Mate Pavic, com parciais de 5/7 6/4 e 10/06.
Esse foi o maior título da parceria até o momento. Antes
disso, eles triunfaram no saibro de Bastad, em 2024, e nos ATP’s 250 de
Santiago e Buenos Aires, ambos neste ano.
Com o resultado em Montreal, Luz vai estrear no top-20 do ranking de duplas na próxima atualização. Matos deve ficar muito próximo, no 21º lugar.
Depois de superar Stefanos Tsitsipas na estreia, João Fonseca passou pelo norueguês Casper Ruud e está nas oitavas de final do Masters 1000 de Montreal, no Canadá, torneio que é disputado no piso duro.
“Jogo difícil contra um jogador muito sólido e experiente. Entrei focado e intenso, com um bom ritmo. Está bastante úmido em Montreal, mas me senti bem em quadra. Feliz com a forma que lutei. Fui encontrando maneiras no 1º set e joguei mais solto no 2º set, mais agressivo, da forma que eu gosto.” disse João depois da partida.
Seu próximo adversário será o norte-americano Ben Shelton, número 10 do mundo, neste domingo. Os dois já se enfrentaram uma vez no circuito, no saibro do ATP de Munique deste ano, com vitória de Shelton por 2×1.
João Fonseca tem estreia marcada para esta quarta-feira no Masters 1000 de Montreal, no Canadá, torneio que é disputado no piso duro.
O brasileiro, que saiu de bye na primeira rodada, terá pela frente
o experiente grego Stefanos Tsitsipas, que já foi número 3 do mundo e que
atualmente ocupa o 53º posto do ranking da ATP.
O jogador europeu precisou passar pelo qualifying para garantir um
lugar na chave principal e depois venceu o norte-americano Martin Damm na
primeira rodada.
Fonseca, atual número 27 da ATP, vai enfrentar Tsitsipas pela segunda vez na carreira. Na primeira, pela Copa Davis, no ano passado, o brasileiro venceu por 2×1.