Bia Haddad chega à final de duplas em Roland Garros pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, Beatriz Haddad Maia está na final da chave juvenil de duplas em Roland Garros.

Nesta sexta-feira, ela e a equatoriana Domenica Gonzalez enfrentaram dificuldades e precisaram lutar muito, mas superaram a italiana Alice Matteucci e a sérvia Nina Stojanovic, cabeças de chave nº 8, com parciais de 7/5 6/7(6) e 10/7.

Na grande final, que será disputada neste sábado, elas enfrentam as tchecas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, cabeças de chave nº 2, que passaram pela croata Ana Konjuh e a canadense Carol Zhao.

No ano passado, atuando ao lado da paraguaia Montserrat González, Bia Haddad ficou com o vice-campeonato do torneio.

Foto: Diana Gabanyi

Nesta sexta, Bia Haddad disputa a semi de duplas em Roland Garros. Matos e Zormann perdem

Beatriz Haddad Maia disputa nesta sexta-feira a semifinal feminina de duplas na chave juvenil de Roland Garros, na busca de sua segunda final consecutiva no Grand Slam francês.

Elas enfrentam a dupla formada pela italiana Alice Matteucci e a sérvia Nina Stojanovic, cabeça de chave nº 8

No ano passado, atuando ao lado da paraguaia Montserrat González, Bia Haddad ficou com o vice-campeonato do torneio.

Nesta quinta-feira, Rafael Matos e Marcelo Zormann perderam nas quartas de final para os franceses Benjamin Bozi e Quentin Halys, com um duplo 6/3

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Foto: Diana Gabanyi

 

Nesta terça, Bia Haddad busca vaga nas quartas de Roland Garros. Matos e Zormman jogam duplas

Beatriz Haddad Maia, nº 32 do ranking juvenil e 405ª colocada no ranking da WTA, venceu, nesta segunda-feira, mais uma partida na chave juvenil de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

A brasileira superou  de virada a tcheca Barbora Krejcikova, cabeça de chave nº 13, com parciais de 3/6 6/4 e 6/3.

Nesta terça-feira, em partida válida pelas oitavas de final,  Bia Haddad terá pela frente a suíça Belina Bencic, que venceu a francesa Fiona Ferro por 6/3 e 6/0.

Na chave de duplas, ela e a equatoriana Domenica Gonzalez passaram pela estoniana Anett Kontaveit e a eslovaca Petra Uberalova por 3/6 6/3 e 10/7.

Também nesta terça, Rafael Matos e Marcelo Zormann entram em quadra pela chave de duplas. Eles enfrentam a dupla cabeça de chave nº 1, formada pelo belga Clement Geens e o sérvio Nikola Milojevic.

Foto: Diana Gabanyi

Larri, encontro de Bia e Sharapova, Robredo e Federer

O tempo passa mas algumas coisas não mudam em Roland Garros. Há 28 anos Larri Passos está aqui com juvenis, profissionais, com Guga, claro, sendo tricampeão e agora com Bia Haddad Maia. A mesma careca, raspada em 1999, quando Guga chegou às 4as de Wimbledon e muitos dos mesmos hábitos.

Cheguei cedo para assistir o jogo da Bia Maia. De longe, nas escadinhas da quadra 5 avistei o Larri sentado no canto, com a mão no rosto, perna cruzada, assistindo a tenista fazer uma excelente estreia em Roland Garros. Sentei com ele para assistir a vitória diante de Theo Gravouil por 6/1 6/2 e Larri foi me contando da evolução da Bia, das vitórias nos Challengers na Itália, dos planos e do trabalho de construção de uma carreira. Com os pontos conquistados nos torneios profissionais na Itália ficará entre as 330 do mundo e começará a jogar Challengers maiores, de U$ 50 mil e qualifyings de U$ 100 mil. Os torneios Futures de U$ 10 mil já ficaram para trás, assim como praticamente os torneios juvenis.

Depois do jogo fomos tomar um café na Suzanne Lenglen, como sempre fazíamos. Encontramos conhecidos, amigos, jogadores, técnicos, jornalistas, fomos lembrando de anos de história em Paris e Larri me contando do que já fez aqui com a Bia, que a apresentou para a Sharapova, onde já treinaram, comeram, enfim, tudo que a experiência dele proporciona para a tenista de recém-completados 17 anos.

Nenhum treinador no Brasil tem o conhecimento de Larri do circuito, a confiança e principalmente, mesmo anos depois de já ter se consagrado, o sonho de querer ver mais um tenista erguendo uma taça em Roland Garros, a vontade e um embasamento profundo. Pode ter gente que discorde dos métodos, da dureza do técnico, da maneira de levar as coisas, mas sempre disse e continuo dizendo, em quadra ele é indiscutível. Os resultados da Bia mostram.

Ainda assediado pelo público, brasileiro e estrangeiro, depois do nosso longo cafezinho, Larri foi dar entrevistas, posou para fotos, deu autógrafos e não cansou de ouvir “Merci Pour Guga.”

Com a Bia conversei um pouco depois. Ela falou do encontro com a Sharapova (no Brasil, já cansaram de escrever que ela é a Sharapova brasileira). Disse que Larri as apresentou e depois ficaram medindo para ver quem era a mais alta. Sharapova ganhou por 3cm, com 1,87m. A brasileira falou que apesar de não ser a primeira vez que joga em Roland Garros – foi vice de duplas no ano passado -, ainda sente um certo nervosismo jogando em um lugar tão especial como o complexo francês, mas que está confiante, especialmente depois dos resultados dos Challengers na Itália (foi vice-campeã de um e alcançou as oitavas em outro).

Os outros juvenis brasileiros, Marcelo Zorman, Rafael Matos e Carolina Meligeni Alves perderam na estreia neste domingo.

Depois da manhã e do início da tarde acompanhando os juvenis, consegui ver o 4º e o 5º set da vitória de Tommy Robredo, de virada, sobre Nicolas Almagro e lembrar do jogo que ele ganhou do Guga aqui em 2003, nas oitavas-de-final. O tricampeão já tinha feito cirurgia no quadril e sofreu com as curtinhas do espanhol. Neste domingo, Robredo, que há um ano não estava nem entre os top 400, se recuperando de lesão no adutor e mal conseguia correr, venceu o 3º jogo seguido depois de estar perdendo por 2 sets a 0 e está nas quartas em Paris. Só que desta vez com muito mais emoção do que das outras 4 vezes, quando vencer e ainda mais no saibro, era normal.

A ideia era, depois da entrevista do Robredo, ir para a degustação de queijos e vinhos no salão da Suzanne Lenglen. Mas, com o jogo do Federer e Simon emocionante, indo até quase 21h, vou ter que torcer para fazerem outra nos próximos dias.

Federer, como ele mesmo disse, “quase foi para casa mais cedo.”O francês chegou a ter 2 sets a 1, mas o suíço saiu vencedor.

Fim especial da primeira semana em Roland Garros. Mais um jogo de cinco sets, de altíssimo nível e com um público participativo, torcendo para os dois jogadores, gritando “Rodgeur Rodgeur”e Ällez Gillou” até o último ponto.

Diana Gabanyi

 

Quatro brasileiros estreiam neste domingo na chave juvenil de Roland Garros

Quatro brasileiros fazem neste domingo a sua estreia na chave juvenil de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada e disputada no saibro de Paris.

Entre as meninas, Beatriz Haddad Maia, que já ocupa o posto nº 405 do ranking da WTA, enfrenta a atleta da casa Theo Gravouil, enquanto Carolina Meligeni Alves joga contra a equatoriana Domenica Gonzalez .

Na chave masculina, Rafael Matos tem pela frente o russo Karen Khachanov, e Marcelo Zormann joga contra o australiano Bradley Mousley.

“Estou bem confiante. É uma emoção diferente jogar um torneio desse nível”, afirmou Zormann.

Foto: Marcelo Ruschel