Bia Haddad passa por espanhola na estreia em Miami e encara Sakkari na segunda rodada

Beatriz Haddad Maia estreou com vitória no WTA 1000 de Miami, nos Estados Unidos. A brasileira superou a espanhola Nuria Parrizas-Diaz, a 49ª do mundo, por 7/6(2) 6/2 e 1h47 de partida, se garantindo na próxima rodada do torneio.

“Estou feliz por avançar no torneio. É sempre importante superar a primeira rodada, que é um jogo naturalmente mais emocional. Ninguém quer ir para casa nessa fase do torneio. Lutei bastante, joguei alguns bons pontos, mas não foi no nível de agressividade e convicção que venho treinando e trabalhando. Preciso me exigir mais mentalmente para manter o nível de concentração alto e ter a coragem e a disciplina para fazer o que venho treinando”, disse a 62ª do ranking.

Bia terá um grande desafio na próxima rodada. A brasileira enfrentará a grega Maria Sakkari, a atual número 3 do mundo e finalista do WTA 1000 de Indian Wells na última semana. As tenistas se enfrentaram em uma oportunidade no circuito, em 2014 no torneio de Mérida, com vitória da brasileira.

“Feliz por ela ter subido tanto na carreira, serve como inspiração. Trabalharei duro para criar chances e seguir conquistando os meus objetivos dentro do torneio e na temporada”, finalizou.

Bia também disputa a chave de duplas de Miami. Ao lado da cazaque Anna Danilina, com quem foi vice-campeã no Australian Open, a tenista estreará contra a espanhola Paula Badosa e a bielorrussa Aryna Sabalenka.

Foto: Abierto GPN Seguros

Depois da semi do WTA de Monterrey, Bia Haddad sobe no ranking, fica perto do top-60 e segue para Indian Wells

Bia Haddad encerrou na noite deste sábado sua boa campanha no WTA de Monterrey, no México, torneio disputado no piso duro.

Depois de uma longa partida nas quartas de final, quando salvou match-points antes de vencer a tcheca Marie Bouzkova, a brasileira encarou a habilidosa canadense Leylah Fernandez, que não deu muitas chances para Bia no primeiro set.

Depois, a partida ficou um pouco mais equilibrada, mas a vitória ficou com Fernandez, com parciais de 6/1 e 6/4.

A campanha no México rendeu um bom salto no ranking para a brasileira, que subiu 8 posições e agora vai aparecer nesta segunda-feira como número 61 do mundo, muito perto do seu melhor ranking da carreira, que é o 58º posto da WTA.

Agora, ela segue para a temporada no piso duro norte-americano, começando pelo WTA 1000 de Indian Wells, que começa já nesta semana e que terá a chave feminina sorteada nesta segunda-feira.

Foto: Abierto GPN Seguros

Bia Haddad vence a 2ª no WTA de Monterrey e está nas quartas de final

Bia Haddad está nas quartas de final do WTA de Monterrey, no México, torneio que é disputado no piso duro.

Nesta quarta-feira, ela conseguiu sua segunda vitória seguida e agora de forma mais tranqüila, já que passou em sets diretos pela chinesa Xinyu Wang, número 90 do ranking da WTA, com um duplo 6/2.

Agora, Bia aguarda o confronto entre a tcheca Marie Bouzkova e a croata Petra Martic para conhecer sua próxima adversária.

Atual número 69 do mundo, o resultado está levando a brasileira para bem perto do top-60, avançando cerca de 6 posições.

Foto: Abierto GPN Seguros

Beatriz Haddad Maia define calendário e se prepara para nova gira no circuito

De volta ao Brasil após o vice-campeonato na chave de duplas femininas do Australian Open ao lado de Anna Danilina, Beatriz Haddad Maia recebeu a imprensa no fim de tarde desta quinta-feira, em São Paulo, no JFL Living VO699. Lá, a brasileira mostrou fez um balanço da campanha no Grand Slam, mostrou o trofeu histórico para o Brasil, posou para fotos e falou sobre os seus próximos passos e objetivos.

“Saímos da final e eu fui direto para o aeroporto. Fiz dois voos muito longos, mas eu estava num momento tão feliz que foi até legal passar 15 horas no avião. (risos) Cheguei aqui no Brasil e jantei com a minha família, para comemorar. Descansei dois dias, já voltei a treinar, mas terça já viajo para outra competição. Não dá pra parar muito o corpo. O mais interessante na volta foi ver o alcance que a final teve por aqui. De lá, tão longe, na nossa rotina, não dava para perceber. Mas pra mim, o importante, é que o tênis tenha cada vez mais alcance, mas eu por mim, por dentro continuo a mesma”, disse a tenista, que está treinando esses dias em Barueri, na Rede Tênis Brasil e se tornou apenas a 3a. brasileira a alcançar a final de um Grand Slam, ao lado de Maria Esther Bueno e Claudia Monteiro.

Desde o seu retorno ao circuito em setembro de 2020, com ranking zerado, Bia foi disputando torneios menores e subindo no ranking. A brasileira foi campeã em nove torneios entre os níveis W15, W25 e W60, e voltou a disputar uma chave principal de Grand Slam neste ano, na Austrália, após quase três anos.

“O maior aprendizado que sempre levo comigo é resiliência. Seguir em frente, valorizar cada momento difícil, cada detalhe. Um treino, uma fisioterapia, um exercício que parece que não está fazendo diferença… Cada coisinha que você vai se entregando ao máximo, dando o seu 100%, vai te dando confiança para você estar sempre preparada. Passei por cima de muitas dificuldades, sempre tive essa força interna e meu nível de tênis sempre esteve muito alto, então sabia que era questão de ser paciente e resiliente”, disse Bia.

Com o tênis feminino em alta, especialmente após a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio conquistada por Luisa Stefani e Laura Pigossi, a paulistana disse estar honrada em poder continuar deixando o tênis feminino brasileiro em evidência.

“É muito especial poder divulgar o tênis feminino. Sempre tento ser o mais sincera possível e falar de tudo que passo por aí. Quando a gente está no topo, sempre tem muita gente, muitos amigos, todo mundo aparece, sabe? Mas quando estamos em momentos difíceis, de muitas derrotas, aparecem críticas e tudo mais. Então estar num momento como esse, podendo representar as mulheres, me mostra que estou no caminho certo, que sou muito profissional e que tenho esse privilégio de fazer o que amo”, continuou, entre uma foto e outra, no evento organizado pela Joma.

CALENDÁRIO – Na terça-feira, Bia partirá para os Emirados Árabes, onde disputará o WTA 500 de Dubai. Depois, a brasileira tem no calendário o WTA 1000 de Doha, o WTA 250 de Monterrey, os WTA 1000 de Indian Wells e Miami e o WTA 250 de Bogotá. Já nas duplas, Bia voltará a se reunir com Danilina em Doha, Indian Wells e Miami.

“Nós vamos vendo o nosso calendário, a prioridade ainda é simples, mas vamos jogar pelo menos uns 15 torneios até o fim do ano. O meu objetivo principal neste ano é estar saudável. Quanto estou saudável, posso fazer as coisas muito bem. De ranking, o meu objetivo é entrar no top 50 de simples e o Finals nem era uma possibilidade, mas vamos ver o que acontece”, finalizou Bia, focada na temporada.

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Beatriz Haddad Maia e Danilina são vice-campeãs do Australian Open

Beatriz Haddad Maia e Anna Danilina são as vice-campeãs do Australian Open 2022. Disputando a chave de duplas femininas, Bia e Danilina deram trabalho para as líderes do ranking, mas foram superadas por Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova por 6/7(3) 6/4 6/4 e 2h42 de partida. O resultado marcou Bia como a terceira brasileira a disputar uma final de Grand Slam em toda história e a primeira desde 1982.

“Hoje foi um jogo muito duro. As meninas são muito boas, mas acho que fiz um primeiro set impecável. Estava realmente bem em quadra e, por muitos momentos, me senti a melhor. E aí depois baixei meu nível. Parei de me mexer na rede e tudo mais. E quando você está jogando contra as melhores do mundo, você tem que apresentar o seu melhor tênis, e não se encolher. Estar numa quadra grande e contra as melhores do mundo é o momento de chamar o jogo, e hoje eu não senti que fiz isso. Mas mesmo assim eu lutei”, disse a brasileira.

Bia e Danilina conquistaram o título no WTA 500 de Sydney antes de ir para a Austrália. Ao todo, a paulistana é dona três títulos nas duplas, também tendo sido campeã em duas oportunidades no WTA 250 de Bogotá. Somando nove vitórias e apenas uma derrota em três semanas de torneios, Bia revelou que o aprendizado vai ser essencial para a continuação da temporada.

 “Muito feliz mesmo com o que a gente fez nessas três semanas. Pessoalmente, foi uma conquista e um aprendizado muito grande. Pude enfrentar eu mesma, me senti pressionada na maioria dos jogos e isso me fez sacar e devolver em muitos momentos de pressão. Aprendi que não criar expectativa é algo muito importante também. Eu e a Anna vivemos cada momento, cada game e cada ponto. Tenho certeza que foi uma entrega muito grande dos dois lados.”

Após passar por muitos contratempos na carreira, a brasileira está contente com os frutos que vem recolhendo, mas já mirando por mais. “Foi muito duro para mim. Voltei de quatro cirurgias, depois voltei de um ano e três meses parada pelo doping, e aí quando voltei descobri um tumor no dedo após ganhar quatro torneios. Depois passei cinco meses direto fora de casa lutando. Um ano atrás eu estava jogando qualifying de 25 mil na África do Sul e hoje eu estive na Rod Laver jogando contra as número 1 do mundo. Por isso dediquei o título ao meu treinador Rafael Paciaoroni que esteve comigo em todos esses momentos. Nível de tênis eu sei que tenho e apresentei ele nessas semanas, mas tenho que melhorar muita coisa durante este ano”, finalizou a paulistana, lembrando o caminho e a evolução apresentada no último ano.Beatriz Haddad Maia deve voltar para São Paulo e definir o seu calendário das próximas semanas. A brasileira pretende continuará focada na simples em que é a atual 83 do ranking e quando houver oportunidade tentará jogar duplas com Danilina.

Foto: Divulgação

Beatriz Haddad Maia vence outra nas duplas e está na semifinal do Australian Open

Beatriz Haddad Maia e Anna Danilina venceram mais uma e seguem fazendo história. Disputando a chave de duplas do Australian Open, a brasileira e a cazaque superaram a sueca Rebecca Peterson e a russa Anastasia Potapova em 4/6 7/5 6/3 em 2h03 de partida, se garantindo na semifinal da chave de duplas femininas.

“Hoje foi mais um dia de luta. Começamos de novo um set abaixo, mas foi um dia positivo e de muita atitude. Acho que, cada vez mais, venho criando essa confiança interna. Nós passamos por momentos muito difíceis em todos os jogos, então isso acaba nos deixando tranquilas quando perdemos um set, porque sabemos que o jogo é longo e que tudo muda muito rápido. Hoje eu joguei abaixo, tanto no fundo quanto na rede, mas fiquei firme o jogo inteiro e não me frustrei. Sabíamos que seria um jogo duro, as adversárias são muito sólidas e pegam forte na bola, então sabíamos que precisávamos ser corajosas e ficar lutando”, analisou a brasileira.

Já são oito vitórias consecutivas para Bia e Danilina, que foram campeãs do WTA 500 de Sydney na semana anterior ao Australian Open. A campanha é o melhor resultado de uma brasileira no Australian Open no Era Aberta.

Na próxima rodada, Bia e Danilina enfrentarão as japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara, cabeças de chave 2 da competição. As duplas se enfrentaram em Sydney, com a brasileira e a cazaque levando a melhor. “Muito contente com essa superação, de aceitar e enfrentar. É isso o que estou buscando levar para mim para todo o resto do ano. Muito feliz por mim e pela Ana, é muito especial estar na semifinal. Agora é o momento da gente buscar o nosso melhor, de se expor, de enfrentar nossas emoções e de focar no nosso jogo. As adversárias são experientes e entrosadas, um pouco diferente das meninas que enfrentamos hoje, então é seguir desfrutando e estar sempre competitiva, que acho que é o que está fazendo a diferença”, finalizou Bia.

Foto: Martin Keep/Getty Images

Beatriz Haddad Maia joga por histórica vaga na semi de duplas do Australian Open

Beatriz Haddad Maia e Anna Danilina seguem vencendo juntas. Disputando a chave de duplas do Australian Open, o primeiro Grand Slam do ano, a brasileira e a cazaque superaram o time de Aliona Bolsova e Ulrikke Eikeri de virada, com parciais de 3/6 6/4 7/6(10-5) em 2h35 de partida.

“Foi um dia muito positivo. Não jogamos bem como nos outros dias, mas foi na garra, na luta. Nós passamos por momentos difíceis nos jogos da semana passada também, então lembramos que é jogar ponto a ponto e puxar uma a outra sempre. Acho que é por isso que conseguimos reverter as adversidades de hoje. Pessoalmente, acho que fiz um jogo individual muito bom. Acho que fiz boas bolas e trabalhei bem na rede. Muito feliz de estar nas quartas e na segunda semana de um Grand Slam”, disse a brasileira.

Bia e Danilina foram campeãs do WTA 500 de Sydney na semana anterior ao Australian Open, já somando sete vitórias consecutivas. A grande campanha também marca Bia como a primeira brasileira a atingir as quartas de final do Australian Open na Era Aberta.

Contente com a marca, a brasileira disse estar inspirada em Laura Pigossi e Luisa Stefani. “Elas me ensinaram muito. Nós da América do Sul estamos atrás das outras em alguns fatores, tanto tenístico como de formação, torneio, patrocínio, investimentos, tudo. É muito difícil comparar um europeu com um sul-americano. E aí vemos a Laura e a Luísa quebrando tabus, indo lá, se expondo e ganhando dessas meninas… Elas mostraram pra gente que é possível e que posso fazer o mesmo.”

Na próxima rodada, Bia e Danilina enfrentarão a sueca Rebecca Peterson e a russa Anastasia Potapova. “São jogadoras muito agressivas, que pegam muito na bola. A gente vai ter que ser corajosa e jogar melhor do que hoje. Temos que manter a energia sempre lá em cima, porque dupla muda muito rápido”, finalizou.

Foto: Martin Keep/Getty Images

Beatriz Haddad Maia estreia com vitória de virada no Australian Open

Beatriz Haddad Maia estreou com vitória no Australian Open. Voltando a disputar uma chave principal de Grand Slam após três anos, a brasileira superou a norte-americana Katie Volynets por 3/6 6/2 6/3 em 2h10 de partida.

“Foi um jogo duro e eu não comecei bem. Estava errando muito, cometendo muito erro não-forçado. Fiquei feliz por ter competido o tempo inteiro e tentado mudar a minha forma de jogar quando precisei. Eu sei que venho trabalhando bem, que estou fazendo ótimos treinos e jogando em alto nível, então era questão de ficar no jogo que uma hora o meu tênis ia aparecer. Só comecei a jogar bem no começo do 2o set, elevei o meu nível e fui sólida quando precisei. Fui muito jogadora e estou feliz de ter saído com a vitória”, disse Bia, contente com o resultado.

Na segunda rodada, a paulistana enfrentará a romena Simona Halep, ex-número 1 do mundo e atual 15ª do ranking da WTA. “Vai ser um jogo duro contra uma jogadora de alto nível, que está procurando voltar ao seu melhor, da mesma forma que eu também estou. Quero alcançar os meus objetivos e, para isso, quero estar nesses grandes jogos, nas quadras grandes e contra grandes jogadoras. Me sinto preparada, pronta e confiante para o meu próximo jogo”, finalizou. Bia e Halep se enfrentaram em uma oportunidade no circuito, com vitória da romena.

Além da chave de simples, a brasileira também disputará duplas no Grand Slam. Após a conquista do título no WTA 500 de Sydney, Bia e a cazaque Anna Danilina seguem juntas na Austrália. Na estreia, a dupla enfrentará a húngara Anna Bondar e georgiana Oksana Kalashnikova.

Foto: Martin Keep/Getty Images

Beatriz Haddad Maia é campeã de duplas no WTA 500 de Sidney

Beatriz Haddad Maia coroou a semana no WTA 500 de Sydney com o título na chave de duplas. Ao lado da cazaque Anna Danilina, a brasileira foi campeã do torneio australiano ao derrotar a húngara Panna Udvardy e a alemã Vivian Heisen em 4/6 7/5 10-8 em 1h34 de partida, conquistando o seu maior título na categoria.

“Esse título representa que estou no caminho certo e que cada vez mais venho evoluindo o meu autocontrole e também crescendo no desenvolvimento pessoal. A dupla com a Anna surgiu de última hora, eu jogaria com a Podoroska no Australian Open e ela acabou machucando o abdômen. Já aproveitei e chamei a Anna pra jogar em Sydney também e acabamos conseguindo criar uma energia bem bacana nos jogos. O nosso jogo encaixou. Foi uma semana dura, contra jogadoras de alto nível e nos seguramos mentalmente nos momentos difíceis do jogo. Me sinto preparada e motivada para o Australian Open”, disse a brasileira.

Em uma grande semana, a tenista número 1 do Brasil e Danilina eliminaram as japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara, cabeças de chave 2, e a dupla cabeça de chave 3 formada pela canadense Gabriela Dabrowski e a mexicana Giuliana Olmos no caminho até a final.

Este é o terceiro título de duplas de Bia e o maior em sua carreira. Antes, a paulistana foi campeã no WTA 250 de Bogotá em duas oportunidades: em 2015, ao lado da brasileira Paula Gonçalves, e em 2017, com a argentina Nadia Podoroska.  A brasileira aproveitou a oportunidade em Sidney, para dedicar o título às vítimas das enchentes no Brasil.

Atual número 88 do ranking de simples, Bia agora parte para Melbourne para a disputa do Australian Open. Na estreia, a brasileira enfrentará a norte-americana Katie Volynets, que vem do qualifying e é a atual 178ª do mundo. As tenistas se enfrentaram em uma oportunidade, no qualifying de Wimbledon em 2021, com vitória de Volynets. Caso vença, Bia poderá enfrentar a romena Simona Halep na segunda rodada.

Foto: Divulgação

Com Danilina, Bia Haddad supera favoritas japonesas e chega à final de duplas em Sydney. Brasileira conhece adversária de estreia no Australian Open

Beatriz Haddad Maia conseguiu um ótimo resultado e está na final de duplas do WTA de Sydney, na Austrália, torneio disputado no piso duro e que serve como preparação para o Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada.

Na madrugada desta sexta-feira, no horário de Brasília, a brasileira e a cazaque Ana Danilina superaram as japonesas Shuko Ayoama e Ena Shibahara, cabeças de chave nº 2, com parciais de 6/4 6/7(2) e 10/6.

Na decisão, elas terão pela frente a parceria formada pela alemã Vivian Heisen e a húngara Panna Udvardy.

Com o resultado em Sydney, a brasileira vai subindo muito no ranking de duplas da WTA. Atual nº 482, ela vai subindo mais de 250 postos, ficando perto do top-200.

Bia Haddad conheceu também sua primeira adversária no Australian Open, depois da definição do qualifying. Será a norte-americana Katie Volynets, nº 178 do mundo. As duas já se enfrentaram uma vez, na última rodada do qquali de Wimbledon, do ano passado, quando Volynets venceu em sets diretos.

Foto: Ollie Oz Photo