Depois de duas boas vitórias, João Fonseca entra em quadra
nesta sexta-feira em busca de uma vaga na semifinal do ATP 500 de Munique, na
Alemanha, torneio que é disputado no saibro.
Por volta das 9h, no horário de Brasília, o brasileiro terá
pela frente o norte-americano Ben Shelton, número 6 do mundo, em confronto que
será inédito no circuito.
Com o resultado da semana até o momento, João vai ganhando 5 posições no ranking da ATP e voltando ao top-30, com possibilidade de subir caso vença mais partidas.
João Fonseca está nas quartas de final do Masters 1000 de
Monte Carlo, primeiro torneio desta categoria disputado no saibro na temporada.
Nesta quinta-feira, o brasileiro dominou o jogo contra o
italiano Matteo Berrettini e venceu em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/2,
garantindo sua terceira vitória na semana.
“Bom jogo hoje. Desde o começo colocando um belo ritmo,
impondo pressão sobre o adversário. Feliz com a minha devolução, colocando
pressão. Saque também muito bom desde o começo.” disse o brasileiro.
Agora, João terá pela frente o alemão Alexander Zverev,
número 3 do mundo, no que será a primeira partida entre eles no circuito.
“Ansioso e confiante para a partida de amanhã contra o Zverev” finalizou João, que chegou às quartas de um Masters 1000 pela primeira vez na carreira.
João Fonseca estreou com ótima vitória no Masters 1000 de Monte
Carlo, primeiro torneio desta categoria disputado no saibro nesta temporada.
Nesta segunda-feira, o brasileiro não deu muitas chances ao
canadense Gabriel Diallo e venceu em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/3,
garantindo sua vaga na segunda rodada.
“Um ótimo jogo. Feliz com a primeira rodada. Joguei um ótimo
nível de tênis. Espero continuar assim para o resto do torneio.” afirmou o
brasileiro.
Na próxima rodada, João terá pela frente o francês Arthur Rinderknech, atual número 27 do mundo, em confronto que será inédito.
João Fonseca já sabe quem será seu adversário na estreia do
Masters 1000 de Monte Carlo, primeiro torneio desta categoria disputado no
saibro na temporada.
O brasileiro, atual número 40 do mundo, terá pela frente o
canadense Gabriel Diallo, número 36 do ranking da ATP.
Os dois já se enfrentaram duas vezes no circuito, ambas no piso duro. Na primeira, no Challenger de Chicago, em 2024, vitória de Diallo. Depois, no Challenger de Lexington, no mesmo ano, João levou a melhor.
Beatriz Haddad Maia iniciou nesta semana uma nova etapa em
sua carreira ao começar a treinar com o técnico espanhol Carlos Martinez Comet,
em Barcelona.
“Estou feliz em começar o trabalho com o Carlos que tem
bastante experiência e é uma pessoa muito trabalhadora. Motivada para aprender,
organizar meu jogo e treinar nesse novo ambiente aqui em Barcelona”, disse Bia.
A tenista fará duas semanas de treinos no saibro antes de
começar a gira pela Europa, no WTA 125 de Oeiras. Depois, seguirá para os WTAs
1000 de Madri e Roma, além de Roland Garros.
Martinez Comet já foi treinador de Svetlana Kuznetsova,
Daria Kasatkina e de vários nomes do tênis espanhol, como Feliciano López,
Fernando Vicente e Galo Blanco, entre outros. Mais recentemente, trabalhou com
a francesa Lois Boisson.
A parceria com Bia Haddad Maia é inicial e, a princípio, vai
até o torneio de Wimbledon, como um período de testes, podendo ser estendida
posteriormente.
Aryna Sabalenka é bicampeã do Miami Open. A bielorussa mais brasileira de todos os tempos, venceu o Masters 1000 da Flórida conquistando o “Sunshine Double,” depois de ter sido campeã há 2 semanas em Indian Wells. Ela venceu, na final do Hard Rock Stadium, a tenista da casa, a americana Coco Gauff, por 6/2 4/6 6/3. A final foi eletrizante e reuniu 16.830 fãs de tênis.
Foi a primeira vez que uma jogadora venceu o torneio em anos consecutivos desde Ash Barty (2019 e 2021; não houve edição em 2020 devido a pandemia).
Ainda mais relevante, Sabalenka tornou-se a quinta mulher a conquistar Indian Wells e Miami na mesma temporada — o chamado Sunshine Double — juntando-se a um grupo seleto com Steffi Graf (1994 e 1996), Kim Clijsters (2005), Victoria Azarenka (2016) e Iga Swiatek (2022).
Sabalenka é bicampeã do Miami Open (Miami Open)
“Isso significa muito”, afirmou Sabalenka. “Meu objetivo sempre foi colocar meu nome na história — e eu consegui. Parece até irreal. Não sei exatamente como alcancei isso, mas estou extremamente orgulhosa e muito feliz com este troféu.”
Mesmo diante de uma torcida majoritariamente pró-Gauff, Sabalenka manteve a compostura — ainda que tenha reagido a um torcedor mais exaltado. Ao longo do torneio, ela também recebeu apoio do público, impulsionado pelo título do ano anterior, por sua residência em Miami e pela conexão com fãs brasileiros.
“A mentalidade é simples: entrar na final acreditando que não há como perder”, disse Sabalenka, de 27 anos, que soma impressionantes 23 vitórias e apenas uma derrota na temporada, tendo perdido apenas dois sets — um deles justamente para Gauff na final. Ao todo, já são 24 títulos na carreira, sendo 21 em quadras duras.
“Procuro manter essa postura forte, lutar por cada ponto, não deixar nada me afetar. Ficar focada o tempo todo, encontrar soluções quando necessário. Lembrar constantemente da minha força e de que sou capaz. Isso tem funcionado muito bem.”
Sabalenka é apenas a quarta jogadora desde 2000 a alcançar finais nos quatro primeiros torneios da temporada (feito anteriormente por Martina Hingis, Serena Williams e Victoria Azarenka), todos em quadras duras. Ela venceu três deles — incluindo Brisbane e agora o Sunshine Double.
Diferente do ano passado, Sabalenka conquistou o campeonato com a torcida do cachorrinho Ash na arquibancada e agora também como noiva do brasileiro Georgios Frangulis.
O torneio, patrocinado pelo Itaú, um banco brasileiro, e com a presença dos milhares de fãs do país que moram na Flórida, deram ainda mais uma sensação de se sentir em casa para a bielorussa.
O primeiro título da história do LA Open é de Guto Miguel e Gustavo Heide. Os jovens tenistas, que figuram entre os talentos da nova geração da modalidade no país, foram campeões neste sábado do torneio de duplas do ATP Challenger 100 disputado no Jockey Club de São Paulo. Em uma final 100% brasileira, eles derrotaram a parceria mais experiente formada por Felipe Meligeni e João Lucas Reis por 2 sets a 0, parciais de 6/4 e 6/2, para conquistar o troféu.
Guto Miguel e Heide (Fotojump)
Guto, de apenas 17 anos, e Heide, de 24, mostraram logo de cara na final que entraram com a confiança lá em cima. A dupla quebrou o saque de Meligeni e Reis já no primeiro game da partida, e na sequência confirmou todos os seus serviços para fechar a primeira parcial em 6/4. No segundo set, apesar do placar mais elástico, o duelo iniciou mais equilibrado. Guto e Heide quebraram o saque adversário para abrir 2 a 1, mas sofreram o empate logo em seguida. Mas na sequência eles venceram quatro games seguidos para fechar o placar em 6/2 e o jogo em 2 sets a 0, para ficar com o título.
O título coroou uma semana que não começou tão bem para os jovens talentos do tênis brasileiro. Guto e Heide foram eliminados logo na primeira rodada do torneio de simples no LA Open, mas, como eles mesmos disseram após a final deste sábado, a conquista do troféu de duplas contribuiu bastante para levantarem a cabeça e seguirem em frente.
“O torneio de duplas foi muito importante para eu retomar minha confiança. Quando eu perdi no torneio de simples, no dia seguinte já tinha que jogar dupla e eu não estava muito animado, estava cabisbaixo. O Gustavo (Heide) foi um dos caras que me animou. Terminar essa semana com esse título está sendo muito gratificante”, celebrou Guto.
Heide, por sua vez, fez questão de destacar o entrosamento que surgiu naturalmente entre ele e Guto nas duplas – eles formaram parceria pela primeira vez no Rio Open neste ano, onde chegaram até as quartas de final. E também destacou a importância de ter saído do LA Open com o título.
“O nosso estilo de jogo combina muito. Isso é o mais legal da nossa parceria. Eu tento ajudar o máximo ali o Guto dentro de quadra. Não sou o cara mais experiente do circuito, mas os toques que eu sei que posso dar, sei que vai ajudá-lo”, disse Heide, que completou depois. “Eu estava precisando deste título também. Não estou vindo de bons resultados este ano, então com certeza isso me dá uma motivação a mais para jogar”, completou.
O LA Open conhecerá nesta sexta-feira os primeiros finalistas de sua história para o torneio de duplas, com a possibilidade do Brasil estar entre os tenistas que disputarão o título inédito. A programação do antepenúltimo dia do Challenger 100 no Jockey Club de São Paulo contará com as duas semifinais da competição entre parcerias, sendo que em um dos confrontos o país será representado pelos jovens e talentosos atletas Guto Miguel e Gustavo Heide.
Guto, de apenas 17 anos, e Heide, de 24, chegaram à semifinal após vencerem um duelo nacional contra Bruno Oliveira e Marcelo Zormann na noite desta quinta-feira, por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 7/5. Na disputa pela vaga na final, eles enfrentarão o israelense Daniel Cukierman e o argentino Mariano Kestelboim. O confronto encerrará a programação prevista para a quadra central, na sessão noturna.
Contente com a classificação, Heide destacou a sintonia existente com seu companheiro no LA Open. “A dupla encaixou muito bem. Desde a primeira vez que jogamos juntos, no Rio Open, realizamos grandes jogos. Acredito que estamos nos encaminhando para uma uma grande semana”, celebrou o tenista, que é nascido em São Paulo.
Guto reforçou as palavras do seu parceiro no LA Open, e elogiou Heide. “Ele é um cara excepcional, tanto dentro como fora de quadra. Estou aproveitando ao máximo nosso tempo juntos, porque ele tem muito a me ensinar. Vamos com tudo tentar pegar um troféu aqui nesta semana”, falou o jovem prodígio do tênis brasileiro.
Do outro lado da chave, o Brasil terá mais uma dupla na semifinal, que será definida nesta sexta-feira. A parceria formada por Felipe Meligeni e João Lucas Reis enfrentaria Igor Marcondes e Eduardo Ribeiro nesta quinta-feira, mas as chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quinta-feira interromperam a programação de jogos, o que forçou o adiamento da partida para o dia seguinte. O confronto brasileiro será o segundo do dia na quadra 3, no período da tarde, e quem vencer jogará ainda nesta sexta-feira contra os americanos Mac Kiger e Reese Stalder por uma vaga na final.
Caso as duplas brasileiras vençam as suas partidas, a final de duplas do LA Open, que acontecerá no sábado, será 100% verde e amarela.
Cabeças de chave confirmam favoritismo no torneio de simples
O torneio individual do LA Open encerrou nesta quinta-feira a realização da segunda rodada com um fato curioso. Todos os cabeças de chave que disputam o torneio confirmaram favoritismo e estarão em quadra pelas quartas de final nesta sexta-feira. A única exceção foi o argentino Thiago Tirante, cabeça de chave número 2, que anunciou sua desistência do LA Open pouco antes da estreia, por um problema no ombro.
O Brasil não terá representantes entre os oito classificados. Felipe Meligeni e Eduardo Ribeiro buscaram a vaga para as quartas de final nesta quinta-feira, mas foram superados por seus adversários.
Eduardo fez um jogo bastante equilibrado contra o argentino Román Andrés Burruchaga, mas foi superado de virada por 2 sets a 1, parciais de 1/6, 6/4 e 6/4.
“Foi uma partida muito difícil. As condições estavam bem lentas, principalmente por causa da chuva. Não senti que joguei bem. O importante é que consegui ganhar, mas tenho que melhorar para a partida das quartas de final”, comentou Burruchaga. O tenista é filho de Jorge Burruchaga, famoso jogador de futebol do país vizinho, e que fez o gol do título da Argentina na final da Copa do Mundo de 1986, disputada no México, contra a Alemanha Ocidental.
As quartas de final acontecerão nesta sexta-feira no LA Open. O norte-americano Emilio Nava enfrentará o português Jaime Faria. A Argentina verá um duelo nacional entre Román Andrés Burruchaga e Alex Barrena. O chileno Tomas Barrios Vera duelará com o peruano Hugo Dellien, e o boliviano Juan Carlos Prado Angelo terá como adversário Gonzalo Bueno, do Peru.
O LA Open tem transmissão ao vivo dos canais BandSports e N Sports – confira abaixo os resultados desta quinta-feira, e a programação desta sexta-feira.
Resultados do LA Open – quinta-feira (26)
Segunda rodada– simples [1] Emilio Nava (EUA) defeats Santiago Rodriguez Taverna (ARG) – 6/2 ret. [3] Román Andrés Burruchaga (ARG) d. [WC] Eduardo Ribeiro (BRA) – 1/6 6/4 6/4 [5] Jaime Faria (POR) d. Felipe Meligeni Alves (BRA) – 6/2 3/6 6/2 [7] Alex Barrena (ARG) d. Juan Pablo Varillas (PER) – 2/6 6/2 6/3
Quartas de final – duplas [1] Mac Kiger (EUA)/Reese Stalder (EUA) defeats Conner Huertas del Pino (PER)/Arklon Huertas del Pino Cordova (PER) – 6/3 6/2 [2] Daniel Cukierman (ISR)/Mariano Kestelboim (ARG) d. Daniel Dutra da Silva (BRA)/Santiago Rodriguez Taverna (ARG) – W.O Gustavo Heide (BRA)/Guto Miguel (BRA) d. Bruno Oliveira (BRA)/Marcelo Zormann (BRA) – 6/1 7/5
Programação do LA Open – sexta-feira (27)
Quadra Central
A partir das 14h [8] Juan Carlos Prado Angelo (BOL) vs Gonzalo Bueno (PER)
Não antes das 15h30 [4] Tomas Barrios Vera (CHI) vs [6] Hugo Dellien (PER)
Não antes das 18h [1] Emilio Nava (EUA) vs [5] Jaime Faria (POR) [2] Daniel Cukierman (ISR)/Mariano Kestelboim (ARG) vs Gustavo Heide (BRA)/Guto Miguel (BRA)
Quadra 3
A partir das 15h30 [7] Alex Barrena (ARG) vs [3] Román Andrés Burruchaga (ARG) Felipe Meligeni Alves (BRA)/João Lucas Reis da Silva (BRA) vs Igor Marcondes (BRA)/Eduardo Ribeiro (BRA) [1] Mac Kiger (EUA)/Reese Stalder (EUA) vs Meligeni Alves (BRA)/Reis da Silva (BRA) ou Marcondes (BRA)/Ribeiro (BRA)
O Itaú Unibanco marca presença em mais uma edição do Miami Open, um dos principais torneios do circuito internacional, reforçando sua atuação no esporte como plataforma de relacionamento, experiência e conexão com clientes. Em 2026, o banco celebra 50 anos de história no tênis, consolidando uma das trajetórias mais longevas do patrocínio esportivo no Brasil.
Com a arena do Miami Dolphins azul toda decorada de laranja e diante de um público latino que comparece em massa ao Masters 1000 mais próximo possível da América do Sul, o torneio ganhou ainda mais relevância com o patrocínio.
Bia Haddad Maia (Itaú)
Patrocinador do Miami Open há 18 anos e apresentador do torneio como “Miami Open presented by Itaú” há mais de uma década, o banco leva ao evento uma série de iniciativas que combinam esporte de alto nível, experiências presenciais e benefícios exclusivos para clientes, tanto no Brasil quanto no exterior.
Ao longo dessa trajetória, o Itaú construiu uma presença consistente no tênis, com atuação que vai do incentivo à base ao alto rendimento. Atualmente, essa estratégia inclui o patrocínio a atletas como Bia Haddad Maia, principal tenista brasileira da atualidade, e o espanhol Carlos Alcaraz, número 1 do mundo embaixador global da marca, além do apoio a novos talentos do circuito, como Victória Barros.
Carlos Alcaraz (Itaú)
“O tênis é um reflexo de tudo o que o Itaú acredita: planejamento, consistência, respeito, foco e superação. Há 50 anos, a marca constrói uma das trajetórias mais sólidas e consistentes do esporte no Brasil. Desde então, apoiamos o desenvolvimento do esporte em diferentes frentes, contribuindo para ampliar o acesso, formar novos talentos e fortalecer o tênis dentro e fora do Brasil”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.
Uma experiência 360° antes, durante e após o Miami Open
A presença do Itaú no Miami Open vai além do patrocínio e se traduz em uma série de experiências e benefícios para os clientes, desenhados para conectá-los ao universo do tênis. A jornada de exclusividade começa muito antes do primeiro saque, com a pré-venda exclusiva de ingressos para clientes, que este ano registrou um crescimento recorde de cerca de 43% em relação ao ano anterior. além de condições especiais em passagens aéreas, aluguel de carros, câmbio e descontos em produtos de marcas parceiras, como por exemplo Lacoste e Wilson. Saiba mais em: https://www.itau.com.br/personnalite/miami-open
Durante o torneio, a experiência se completa no complexo do Hard Rock Stadium. O principal destaque é o Lounge Itaú Personnalité, que em 2025 recebeu 11 mil visitantes e se consolidou como um ponto de encontro para clientes e convidados. Cerca de 60% dos brasileiros que estiveram no Miami Open visitaram o espaço que oferece vista panorâmica para as quadras, áreas de descanso, bar exclusivo e é o único local do evento onde o troféu fica exposto.
Para reforçar a conexão com o esporte, o lounge conta com distribuição de brindes, personalização de bonés e uma ativação inspirada em uma das celebrações mais tradicionais do tênis: a assinatura na lente da câmera. No espaço, o público poderá simular o gesto realizado pelos atletas após as partidas, registrando o momento em foto ou vídeo.
Além disso, um grupo de clientes selecionados tem acesso a experiências exclusivas, como clínicas de tênis em quadra com profissionais da equipe de Thomaz Bellucci e sessões de meet & greet com atletas patrocinados e outras personalidades do circuito.
Para quem acompanha o torneio à distância, o Itaú também amplia sua presença no ambiente digital. O banco anunciou recentemente uma parceria com a CazéTV, tornando-se o primeiro patrocinador da nova plataforma de tênis do canal. A iniciativa inclui transmissões ao vivo de torneios, conteúdos de bastidores e histórias da nova geração de atletas, com foco em um público jovem e engajado, com linguagem mais conectada ao universo do esporte.
“No Miami Open, transformamos essa relação de longa data com o tênis em uma plataforma de relacionamento com os clientes. Usamos o esporte para criar experiências, ativações e benefícios que aproximam as pessoas do torneio e fortalecem vínculos, tanto para quem vive o evento de perto quanto para quem acompanha à distância – de forma mais íntima, dinâmica e acessível”, conta Juliana.
Itaú Personnalité celebra 30 anos e apresenta novidades
O Miami Open também marca a celebração dos 30 anos do Itaú Personnalité, segmento que definiu o conceito de banco de alta renda no Brasil. O momento sinaliza a evolução do modelo de atuação, que passa a integrar, de forma mais ampla, a gestão patrimonial, a vida internacional e planejamento financeiro.
Durante o torneio, o banco reforça essa evolução com novos avanços em sua plataforma. Um dos destaques é a Conta Global integrada ao Superapp, que simplifica a gestão financeira no exterior e acompanha um cliente que vive entre países e moedas.
Com esse movimento, o Itaú Personnalité evolui de gestor de patrimônio para parceiro estratégico ao longo de toda a jornada financeira – conectando fronteiras e diferentes momentos de vida.
Onde tem tênis, tem Itaú
A atuação do Itaú no tênis também se estende à América Latina, onde o banco desenvolve iniciativas locais conectadas a uma estratégia regional de longo prazo. O Miami Open funciona como a principal plataforma internacional dessa presença LATAM, reunindo clientes, executivos e lideranças de diferentes países em um ambiente global que reflete a circulação regional desses públicos.
Nos países onde atua, o Itaú apoia o desenvolvimento do tênis por meio do patrocínio a atletas e embaixadores que são referências, como o colombiano Robert Farah, multicampeão de duplas e liderança do esporte em seu país; o chileno Nicolás Jarry, um dos principais nomes do circuito profissional latino‑americano; e o paraguaio Dani Vallejo, atleta em ascensão e símbolo da nova geração do tênis no Paraguai. Essa atuação se complementa com o apoio a torneios estruturantes, como o Paraguay Open, e a iniciativas de formação e desenvolvimento, como o Alcaraz Academy Camp, que contribuem para o fortalecimento do ecossistema do tênis na região.
Ao integrar essas iniciativas locais a um grande evento internacional como o Miami Open – incluindo ações específicas de relacionamento, com um espaço dedicado à integração entre clientes e executivos da região – o Itaú reforça seu papel como parceiro latino‑americano no esporte, conectando mercados, pessoas e experiências em torno de uma visão comum de longo prazo.
Itaú e o tênis: 50 anos de história e comprometimento
Desde os anos 1970, quando lançou a Copa Itaú de Tênis, o banco atua de forma contínua em diferentes frentes da modalidade — do esporte de base até o alto rendimento. Essa trajetória inclui patrocínios a projetos de formação de novos talentos, centros de treinamento e torneios nacionais e internacionais, demonstrando o compromisso do Itaú com o desenvolvimento do esporte e a transformação social, além de consolidar uma efetiva plataforma de relacionamento com clientes.
Ao longo dessa jornada, o banco apoiou iniciativas como a Rede Tênis Brasil, o Instituto Guga Kuerten e o projeto Tênis para Todos Paraisópolis, ampliando o acesso ao esporte em diferentes regiões do país. Também contribuiu para a formação de jovens talentos como Rafael Padilha, revelado pela Rede Tênis Brasil e destaque do projeto Saques do Futuro no Miami Open de 2024.
Nos últimos anos, o Itaú fortaleceu sua presença no tênis profissional com o patrocínio de atletas como Bia Haddad Maia e Victória Barros e, desde 2024, com a chegada de Carlos Alcaraz como embaixador da marca, reforçando o posicionamento do banco junto à elite do esporte internacional.
Há 18 anos, o Itaú é patrocinador do Miami Open, um dos principais símbolos da estratégia de marca do banco no tênis. A presença no torneio vai além da exposição da marca e inclui hospitalidade, encontros com atletas, clínicas de tênis e ativações exclusivas para clientes, como lounges com vista privilegiada e experiências personalizadas.
Em 2025, o Itaú ampliou esse legado ao apresentar a primeira edição do Miami Invitational by Itaú. Já em dezembro de 2026, o banco traz ao Brasil o torneio-exibição São Paulo Super Match, no Allianz Parque, na capital paulista, ampliando o acesso dos fãs brasileiros a grandes ídolos do circuito.
Um dia histórico na carreira da paulistana Nauhany Silva, do Time Rede Tênis. Neste domingo (22), a tenista de 16 anos conquistou o título do 56º Banana Bowl, ao superar a potiguar Victoria Miranda por 6/3 4/6 6/3, em 2h24 de partida, em Gaspar (SC).
A decisão marcou também um feito raro: foi a primeira final 100% brasileira do torneio em quatro décadas. A última havia acontecido em 1986, quando Gisele Miró venceu Gisele Faria. Além disso, Naná encerra um jejum de 35 anos sem títulos brasileiros no Banana Bowl, a última campeã havia sido Roberta Burzagli, em 1991.
O triunfo em Gaspar consolida um momento extraordinário da jovem atleta, que alcança seu terceiro título consecutivo no circuito juvenil e soma agora 21 vitórias seguidas. Antes, foi campeã do ITF J300 de Santa Cruz, na Bolívia, e da Brasil Juniors Cup (J300), em Porto Alegre (RS).
“Que semana incrível, vou levar para a vida”, comemorou Naná. “Estou muito feliz por conquistar um J500. A final foi contra uma amiga, em uma decisão 100% brasileira que mostra a força do nosso tênis. A torcida estava dividida, foi um jogo muito especial. No primeiro set consegui impor meu ritmo, no segundo deixei escapar algumas oportunidades, mas no terceiro me mantive mais firme, positiva e focada para sair com a vitória. Divido esse título com minha equipe, minha família, patrocinadores e todos que torcem por mim”, afirmou.