Luisa Stefani e Dabrowski brilham e conquistam o título em Pequim

Luisa Stefani, número três do mundo, e a parceira canadense Gabriela Dabrowski, quinta colocada, conquistaram, neste domingo (11), o título do WTA 1000 de Pequim, na China, evento sobre o piso duro. A segunda melhor dupla do ano não tomou conhecimento da parceria com a número 1 do ranking, a tcheca Katerina Siniakova, e a chinesa Shuai Zhang, sétima do mundo, marcando 2 sets a 0 com parciais de 6/1 e 6/2 em apenas 59 minutos de duração.

Luisa e Gaby erguem a quinta conquista da temporada e a segunda de WTA 1000 após o título em Dubai, nos Emirados Árabes. Elas somam também o troféu no WTA 500 de Estrasburgo, na França, e dois WTA 250, o SP Open e em Eastbourne, na Inglaterra.

A temporada é a mais vitoriosa da carreira de Luisa que supera 2025 quando teve quatro conquistas, todas com a húngara Timea Babos. Além dos cinco canecos, o ano de 2026 tem ainda final em Wimbledon e cinco semis no Australian Open, Roland Garros, US Open, Doha e no Miami Open.

Stefani ergue também seu 18º troféu na carreira e o quinto de WTA 1000. Ela ainda foi campeã em 2021 do torneio da mesma categoria em Montreal, no Canadá, com Dabrowski, em Guadalajara, no México, em 2022, com a australiana Storm Hunter, e o WTA 1000 de Doha, no Qatar, em 2024 ao lado da holandesa Demi Schuurs.

Ao lado de Dabrowski são sete títulos. Além dos cinco este ano e de Montreal em 2021, elas ganharam também o WTA 250 de Chennai, na Índia, em 2022.

“É sempre um prazer e uma honra jogar com Shuai Zhang e Katerina Siniakova, são grandes jogadoras. Foi mais uma grande semana, grande temporada, sempre um desafio ir bem e fazer melhor. Eu e a Gabi tivemos que colocar um grande nível para essa final para conquistar esse título. Muito especial dividir essa semana com a Gabi. Sempre especial estar aqui em Pequim, finalizamos forte”, disse Luisa, atleta patrocinada pela Prudential Brasil, Bradesco, Parmalat Whey Fit e Slyce e com os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

“Me sinto uma sortuda por levantar esse troféu e jogando um grande tênis  e jogando com uma grande parceira”, disse Gaby que continuou: “Muito orgulhosa do nosso progresso esse ano, nos sentimos incríveis e isso reflete no resultado de hoje”, finalizou.

A dupla segue para o WTA 1000 de Wuhan, também na China, que começa nesta segunda-feira (12). Luisa e Gabi ficam a menos de 700 pontos da dupla número 1 do mundo formada por Siniakova e a norte-americana Taylor Townsend. Caso conquistem o troféu do torneio elas vão virar a melhor dupla do ano.

Stefani tem no calendário, além de Wuhan, o WTA 500 de Tóquio, no Japão, e o WTA Finals, que será jogado em Indian Wells, na Califórnia, torneio com as oito melhores parcerias da temporada.

Foto: Jimmie 48 Photography/WTA

Luisa Stefani luta pelo bi de duplas no SP Open neste domingo; Podoroska e Quevedo se enfrentam na final de simples

O Brasil será representado no dia das finais do SP Open 2026, com Luisa Stefani em busca do bicampeonato de duplas, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. As cabeças de chave 1 encaram as americanas Anna Rogers e Allura Zamarripa neste domingo, 20 de setembro, às 13h, no Parque Villa-Lobos.

Não antes de 15h30, acontece a final de simples entre a argentina Nadia Podoroska e a espanhola Kaitlin Quevedo. Quem vencer conquistará seu primeiro título de WTA 250 da carreira.

Luisa, que levou o troféu de duplas de 2025 com a húngara Timea Babos, disputa o torneio com seu melhor ranking da carreira, número 3 do mundo. A paulistana e Dabrowski jogam pelo quarto título da parceria neste ano.

No jogo que fechou a programação deste sábado, Luisa e Gaby contaram com a força da torcida para a vitória diante das chinesas Yiming Dang e Xiaodi You, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 11-9.

Depois de um início de partida abaixo e chegando a ter duas quebras de serviço contra no segundo set, a dupla da tenista brasileira precisou salvar um match-point no match tie-break.

“Acho que começamos um pouco lentas e elas entraram com tudo, fazendo coisas diferentes do que talvez a gente esperava. Mérito para elas por terem nos desestabilizado um pouco, mas acho que tentamos nos manter no jogo o máximo possível. E a partir do início do segundo set, acho que o público realmente elevou a energia”, disse Luisa.

“O público nos motivou muito para entrar no ritmo e no momento. É muito bom conseguir uma vitória quando não estamos no nosso melhor. Temos a oportunidade de fazer melhor amanhã”, acrescentou.

Na outra semifinal, Rogers e Zamarripa venceram Anastasia Tikhonova e a ucraniana Valeriya Strakhova com parciais de 6/3 e 6/0.

Podoroska e Quevedo buscam primeiro título de WTA 250

A argentina Nadia Podoroska se classificou para a grande final de simples ao derrotar a espanhola Paula Badosa, cabeça de chave 2, por 6/3 e 6/4, neste sábado (19).

“Primeira final depois de tantos anos no circuito. Muito feliz com a semana, com a maneira que tenho jogado, com o jeito que lidei com as adversidades. Mais ainda por ser na América do Sul. Sou da Argentina e fazer a primeira final no Brasil é muito especial”, disse.

Aos 29 anos, Podoroska vive seu melhor momento desde uma parada de mais de um ano por lesões no quadril e no ombro, que fizeram com que a ex-número 36 do mundo saísse do top 300. Em 2020, ela chegou às semifinais de Roland Garros.

“Estar podendo jogar tênis é um prêmio. No ano passado, fiquei muito mal e houve muita incerteza de quando poderia retornar à quadra. É muita emoção jogar nesse nível, já que voltei apenas em abril”, lembrou.

Podoroska enfrenta outra tenista da Espanha pelo troféu, Kaitlin Quevedo, que bateu a francesa Anna Blinkova por 6/4, 2/6 e 6/4. As duas disputam pela primeira vez uma decisão de simples de WTA 250 em confronto inédito.

“Foi um jogo muito difícil. Eu sabia que seria assim desde o início e estava preparada mentalmente para isso. [Blinkova] é uma jogadora muito difícil e faz você jogar cada ponto, é quase irritante de certa forma, porque é muito difícil e você precisa estar super focada e consistente o tempo todo”, afirmou Quevedo.

Nascida na Flórida, filha de mãe americana e pai espanhol, Quevedo tem apenas 20 anos e vive a melhor temporada da carreira, depois de ter sido número 5 do mundo como juvenil.

“É incrível, estou muito feliz. Acho que agora todo o trabalho que estamos fazendo está tendo recompensa e estou super orgulhosa de poder competir neste nível também”, acrescentou a espanhola.

Negra Li e Djamila Ribeiro celebram a diversidade feminina no último dia do SP Open; Maria Sharapova entrega troféu

Negra Li e Djamila Ribeiro serão protagonistas do encerramento do SP Open, neste domingo (20), no Parque Villa-Lobos, em uma programação que conecta o esporte a diferentes expressões e trajetórias de mulheres brasileiras.

Antes da grande final, Negra Li sobe à quadra para cantar o Hino Nacional Brasileiro. Na cerimônia de premiação, Djamila Ribeiro entra em quadra levando o troféu que será entregue à campeã do torneio pela vencedora de cinco Grand Slams e ex-número 1 do mundo Maria Sharapova.

Gabriela Carvalho é campeã do primeiro SP Open Rising Stars

A primeira vencedora do SP Open Rising Stars, torneio que reúne as melhores tenistas brasileiras até 14 anos, é Gabriela Carvalho. A paulista derrotou a catarinense Martina Passold por duplo 6/0 na final neste sábado (19).

Com o título, Gabriela conquistou uma vaga no prestigiado IMG Academy International Championships, um dos principais torneios do circuito juvenil internacional, disputado na Flórida e preparatório para o tradicional Orange Bowl. Ela também terá passagem e hospedagem pagas para participar da competição.

“Eu tive um frio na barriga no primeiro jogo do torneio, mas depois foi passando. Acho que foi uma experiência bem legal estar junto com as atletas (profissionais)”, disse Gabriela.

Vice-campeã, Martina Passold valorizou a oportunidade de jogar nas quadras do maior torneio de tênis feminino do Brasil.

“Foi muito proveitoso, gostei bastante. A gente conseguiu ficar do lado de várias tenistas muito boas, que eu admiro bastante. A semana foi bem boa, foi muito legal”, comentou.

Programação de 20 de setembro no SP Open 2026

Quadra Central Maria Esther Bueno

13h – Final de duplas: [1] Gabriela Dabrowski (CAN) / Luisa Stefani (BRA) vs [4] Anna Rogers (USA)/ Allura Zamarripa (USA) 

Não antes de 15h30 – Final de simples: [7] Kaitlin Quevedo (ESP) vs Nadia Podoroska (ARG) 

Foto: SP Open/Fotojump

Luisa Stefani aplica pneu e vai às quartas do US Open pela sexta vez seguida

Luisa Stefani, número quatro mundo, e a parceira Gabriela Dabrowski, tiveram mais uma atuação com autoridade e, nesta segunda-feira (7), atingiram vaga nas quartas de final do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado em Nova York, nos Estados Unidos. A segunda melhor dupla da temporada passou com tranquilidade pela dupla da japonesa Eri Hozumi e da eslovena Andreja Klepac por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/3.

Esta será a sexta vez seguida de Luisa nas quartas do US Open e buscará a terceira semifinal. Em 2020 ela alcançou as quartas ao lado da americana Hailey Carter, em 2021 fez semi com Dabrowski onde machucou o joelho justo na disputa de vaga para a final e ficou mais de um ano parada. Em 2023 foi semifinalista com a americana Jenifer Brady e nos anos de 2024 e 2025 fez quartas com a holandesa Demi Schuurs e a húngara Timea Babos respectivamente. Ela soma 19 vitórias e cinco derrotas no torneio em Nova York.

Em busca de vaga em sua terceira semifinal, Stefani e a parceira Dabrowski enfrentam as chinesas Shuai Zhang e Xinyu Jiang, cabeças de chave 7, não antes das 17h na quadra 17.

“Eu daria uma nota 9 na escala até 10. Sempre há espaço para melhora”, afirmou Luisa, patrocinada pela Prudential Brasil, Parmalat Whey Fit e Slyce e os apoios da Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head e JFL.

“Temos um grande time por trás com muito trabalho e lhes dou grande crédito pelos resultados que estamos tendo”, seguiu Luisa.

“O que vem dando certo é ficarmos firmes com nossas melhores ferramentas. Tivemos alguns momentos esse ano onde não pudemos jogar o calendário completo com lesões minhas e dela e lidamos muito bem com isso. Voltamos e discutimos questão de treinamentos e o tênis que deveríamos jogar, isso ficou bem claro e vem nos ajudando”, apontou Dabrowski.

Stefani e Dabrowski formam a segunda melhor dupla da temporada com final de Wimbledon, semi de Roland Garros e do Australian Open além de três títulos no WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes, WTA 500 de Estrasburgo, na França, e WTA 250 de Eastbourne, na Inglaterra.

Foto: Mike Lawrence /USTA

Luisa Stefani é vice-campeã em histórica campanha em Wimbledon

Luisa Stefani, sétima melhor do mundo, e a parceira Gabriela Dabrowski, terceira colocada, foram vice-campeãs, neste domingo (12), no torneio de Wimbledon, evento mais tradicional do mundo jogado na grama do All England Club, em Londres. Stefani e Dabrowski foram superadas na final pela francesa Kristina Mladenovic e pela chinesa Hanyu Guo por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 7/5.

Luisa jogou sua primeira final de dupla feminina em um Grand Slam e fez história ao se tornar a primeira brasileira na Era Aberta a fazer final da modalidade no torneio mais tradicional do tênis e primeira desde Maria Esther Bueno em 1967.

Stefani será a quarta melhor do mundo no ranking a ser divulgado nesta segunda-feira, sendo a primeira mulher brasileira a figurar no top 5 do ranking que foi criado em 1974 (após o auge de Maria Esther Bueno que foi na década de 60).

No ranking de times, Luisa e Dabrowski serão a segunda melhor dupla da temporada atrás apenas da norte-americana Taylor Townsend e da tcheca Katerina Siniakova.

Ela e Gaby somam três títulos com os canecos no WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes, WTA 500 de Estrasburgo, na França, e o WTA 250 de Eastbourne, na Inglaterra. Ainda somam semifinais do Australian Open e Roland Garros além de semis no Miami Open e em Doha.

Stefani tem outros feitos no esporte como o título de duplas mistas em 2023 do Australian Open, primeira dupla totalmente brasileira a ganhar um Grand Slam, ao lado de Rafael Matos e a Medalha de Bronze Olímpica em Tóquio, Japão, em 2021, ao lado de Laura Pigossi, primeiras e únicas brasileiras com medalha Olímpica na história do tênis.

“Foi uma temporada de grama incrível para nós, nossa primeira temporada de grama. Foi muito divertido jogar com a Gaby na grama. Temos um estilo bem divertido para jogar nesse piso. Hoje não fomos boas o bastante, não estávamos tão afiadas o suficiente, não conseguimos pegar as oportunidades e crédito para nossas adversárias que jogaram uma grande partida. Parabéns para elas”, disse Luisa.

“Agradecer ao nosso time, Gui Pachane e o Dan (Kiernan, técnico de Dabrowski) por estarem na estrada conosco e apreciar todo o trabalho conosco e não queria deixar esse momento passar. É especial e espero ter a chance de voltar aqui e ir pelo título. Agradecer nossos amigos, família, todos trabalhando nos bastidores também”, completou.

Foto: AELTC/Simon Bruty

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski alcançam as quartas no WTA 1000 de Madri

Luisa Stefani, 25ª lugar do ranking mundial, e a canadense Gabriela Dabrowski, 7ª colocada, se classificaram, neste domingo (30), para as quartas de final do WTA 1000 de Madri, na Espanha, jogado na moderna Caja Mágica, com premiação de 7,6 milhões de euros, no piso de saibro. Stefani e Dabrowski passaram pelas jovens irmãs russas Mirra e Erika Andreeva por 6/3 7/5.

“Ótimo jogo hoje, foi uma partida dura, as meninas são novas, mas tem muita qualidade, são muito competitivas. A Mirra principalmente vem muito confiante. Fiquei feliz como lidamos com os momentos de altos e baixos e no fim conseguimos jogar bem para fechar e passar para a próxima rodada. Quartas de final será mais um jogo duro, mas empolgadas como a semana está indo tanto no treino como nos dois jogos”, afirmou a paulistana Luisa, patrocinada pela Fila e Faros Invest, embaixadora XP COB e que conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.

Luisa e Gabi vão enfrentar por vaga na semifinal a dupla cabeça de chave 1 formada pelas americanas Jessica Pegula e Coco Gauff ou a dupla da russa Alexandra Panova e a mexicana Giulia Olmos.

Foto: Divulgação

No seu retorno ao circuito, Luisa Stefani vai à final do WTA 250 de Chennai, na Índia

A paulistana Luisa Stefani se classificou, neste sábado (17), para a decisão do WTA 250 de Chennai, na Índia, evento sobre o piso rápido com premiação de US$ 251 mil. Luisa e a canadense Gabriela Dabrowski, 11ª do mundo, superaram a tailandesa Peangtarn Plipuech e a japonesa Moyuka Uchijima por 2 sets a 0, com um duplo 6/3. Luisa e Gabi buscam o troféu neste domingo (18) contra a parceria da russa Anna Blinkova e da georgiana Natela Dzalamidze.

Luisa joga seu primeiro torneio após um ano parada por conta da lesão no joelho, tendo realizado uma cirurgia no ligamento cruzado anterior. A última partida desde então havia sido na semifinal do US Open, ao lado de Gabi, quando viveu o drama de se machucar e deixar a quadra de cadeira de rodas.

A brasileira alcança sua quinta decisão jogando com Dabrowski. As duas foram campeãs no ano passado em Montreal, no Canadá, e vices em San Jose e Cincinnati, nos Estados Unidos. Além disso fizeram uma final em Ostrava, na República Tcheca, no fim de 2020. Apenas no US Open, quando se machucou, não estiveram em uma decisão.

Luisa jogará sua 12ª final na carreira. Ela soma três títulos: venceu também em Lexington, nos EUA, em 2020, e Taskhenk, no Uzbequistão, ambos com a americana Hayley Carter.

“Jogo foi bom, começamos um pouco devagar, mas recuperamos rápido, pegamos momento bom e fechamos firme. Quadra central é diferente, bola quicava mais, estávamos nos adaptando à quadra. Foi um ótimo jogo, é continuar trabalhando nas coisas que precisamos fazer. O principal é que o joelho está bem, estou bem fisicamente, sem dores”, disse Luisa, que tem os patrocínios da Fila, Faros Private XP e XP Investimentos e conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.

“Vim sem expectativa de resultado, com a cabeça e perspectiva de saber como ia me sentir fisicamente e emocionalmente. Estou muito feliz de como tenho me sentido a semana inteira e continuo com essa mesma mentalidade. O mais importante é levar um dia de cada vez e ver como o corpo vai respondendo, espero continuar melhorando de nível, de ritmo e também estando saudável que é o mais importante”, completou.

Depois de Chennai, Luisa seguirá para Tóquio, no Japão, onde disputará, a partir desta segunda-feira (19), o torneio WTA 500 de Tóquio, ao lado da japonesa Ena Shibahara.

Foto: WTA / Divulgação

Stefani e Dabrowski vencem batalha no Arthur Ashe Stadium e vão às oitavas de final do US Open

A paulistana Luisa Stefani – número 17 do mundo – e a canadense Gabriela Dabrowski jogaram na quadra central Arthur Ashe, a maior do mundo com capacidade para 24 mil pessoas, e após uma batalha garantiram vaga nas oitavas de final do US Open, último Grand Slam do ano, disputado em Nova York (EUA). Luisa e Gabi superaram neste domingo (5) a dupla da croata Petra Martic e da americana Shelby Rogers – que no sábado (4) derrotou a número 1 do mundo em simples, Ashleigh Barty – por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 6/7 (5-7) e 7/6 (7-3), após 2h25min. Luisa e Gabi voltam a jogar já nesta segunda-feira (6), por volta das 15h (horário de Brasília), no terceiro jogo da quadra 5, diante das ucranianas Marta Kostyuk e Daiana Yastremska.

“Ótima vitória hoje, jogo duríssimo, resolvido nos detalhes. Sacamos super bem, principalmente no terceiro set. No segundo baixamos um pouco a energia, pernas não foram tão ativas e daí demos esperanças para elas, começaram a jogar melhor, sacaram muito bem, foi difícil neutralizar. Muito feliz com a forma como lidamos nos momentos difíceis, não era uma partida fácil e vamos para a próxima rodada”, descreveu Luisa.

“Além disso, jogar na Arthur Ashe, nos avisaram em 15 minutos, precisamos aquecer rápido, estava chovendo. A atmosfera da Ashe é incrível, grande oportunidade, privilégio poder atuar nessa quadra, torcida brasileira. Foi muito especial. Sensacional passar por esse jogo e, amanhã, oportunidade de melhorar e vamos com tudo”, completou.

Foto: Manuela Davis/USTA

Em mais uma grande campanha, Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski ficam com o vice do WTA 1000 de Cincinnati

A paulistana Luisa Stefani, 19ª do mundo, teve a sequência de vitórias quebradas ao lado da canadense Gabriela Dabrowski no fim da noite deste sábado (21), ficando com o vice-campeonato do WTA 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos, evento da série que só perde em importância para os Grand Slams. A paulistana e a parceira caíram na final diante da australiana Samantha Stosur e da chinesa Shuai Zhang por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 6/3, na quadra central.

Luisa e Gabi vinham de nove vitórias consecutivas após o título semana passada no WTA 1000 de Montreal, no Canadá, maior conquista da carreira da brasileira. Em apenas três eventos disputados da nova parceria foram três finais com o troféu no Canadá e os vices no WTA 500 de San Jose, na Califórnia, e agora em Cincinnati, em Ohio. 

Pela campanha, a dupla irá subir ao 11º lugar na briga para entrar no top 8 que irá ao WTA Finals, em Shenzhen, na China, no final de ano. Luisa terá nova subida no ranking indo ao 17º lugar, o melhor da história de uma brasileira desde que o sistema da WTA (Associação das Tenistas Profissionais) foi criado, em 1975.

O próximo desafio de Luisa e Gabriela será o US Open, Grand Slam disputado em Nova York, a partir do dia 30, um dos quatro maiores eventos do ano

“Infelizmente não deu pra gente hoje, mais uma final, mais uma semana positiva. Óbvio que é duro perder, mas dá para tirar proveito da semana. Foi um mês incrível até agora. Ter uns dias de descanso em casa, voltar para a Flórida onde terei uns dias para recuperar física e mentalmente para entrar muito firme para o US Open, que é nosso próximo objetivo. Muito animada pelo que vem pela frente. Queria agradecer a torcida e energia, muitos brasileiros aqui hoje, levantando as bandeiras, muitos gritando meu nome, é um sentimento incrível poder jogar com essa energia seja de longe ou de perto!”, analisou Luisa.

Na semana em Cincinnati, Luisa e Gabi derrubaram a melhor dupla da atualidade, as campeãs olímpicas e de Roland Garros, as tchecas Barbora Krejcikova e Katernina Siniakova, e a terceira melhor dupla do ano das japonesas Ena Shibahara e Shuko Ayoama.

Luisa Stefani e Dabrowski vencem dupla campeã olímpica e decidem o título no WTA 1000 de Cincinnati

A paulistana Luisa Stefani, que foi confirmada como a primeira brasileira no top 20 da história, com o 19º posto, após alguns dias de atraso pela WTA, segue arrasando ao lado da parceira canadense Gabriela Dabrowski. A dupla derrotou as cabeças de chave 2, as tchecas Katerina Siniakova e Barbora Krejcikova, nesta sexta-feira (20), por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 10-7, e garantiu vaga na final do WTA 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. Krejcikova e Siniakova foram campeãs olímpicas em Tóquio e venceram o torneio de Roland Garros deste ano, sendo a melhor dupla da temporada. A decisão do título está marcada para este sábado (21), por volta das 20h30 (horário de Brasília), na quadra central, diante da australiana Samantha Stosur e da chinesa Shuai Zhang, com transmissão ao vivo da ESPN.

Luisa e Gabriela disputam o terceiro torneio juntas desde que se uniram após os Jogos Olímpicos, onde a brasileira foi bronze com Laura Pigossi. E nos três alcançaram a final, sendo vice-campeãs no WTA 500 de San Jose, nos EUA, e campeãs no WTA 1000 de Montreal, no Canadá, esta a maior conquista da carreira de Stefani.

“Um grande jogo, difícil, as meninas jogam super bem. Não dão nada de graça, precisamos fazer por merecer o tempo todo. Dei uma brecha no meu saque no segundo set, elas levantaram bastante o nível e venceram a parcial. Então, é bem delicado o jogo, não podemos baixar a guarda. E fomos muito bem no match tie-break, sendo agressivas mesmo abaixo, principalmente no final. Muito feliz com a vitória, com a maneira como lidamos. Vamos buscar esse título”, analisou Luisa.

Pela campanha, a paulistana está subindo para o 17º posto no ranking e, caso conquiste o troféu na noite deste sábado, entrará no top 15 e, também, já será a 8ª melhor parceria do ano ao lado de Dabrowski. Agora são 12 vitórias nos últimos 13 jogos, sendo nove delas consecutivas. Em 2021, Luisa soma sua quinta final. Ela foi vice-campeã em Abu Bhabi, nos Emirados Árabes, e em Adelaide, na Austrália, estes dois com a americana Hayley Carter. E busca a quarta conquista da carreira, a segunda seguida.

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Luisa Stefani conquista em Montreal o seu maior título da carreira, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski

A paulistana Luisa Stefani, número 22 do mundo, segue fazendo história no tênis feminino. Após a inédita conquista de uma medalha olímpica em Tóquio, com o bronze, a brasileira venceu, neste domingo (15), seu maior título na carreira ao vencer o WTA 1000 de Montreal, no Canadá, torneio da série que só perde em importância para os quatro Grand Slams. Luisa e a canadense Gabriela Dabrowski, 15ª do mundo, conseguiram a revanche contra a eslovena Andreja Klepac e a croata Darija Jurak por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 6/4, após uma hora de duração, na quadra central.

Esta torna-se a terceira conquista de Luisa em dez finais. Ela tinha duas conquistas ambas com a americana Hayley Carter em torneios WTA 250 em Tashkent, no Uzbequistão, em 2019 e Lexington, nos EUA, em agosto de 2020.

Pelo troféu, Luisa vai subir três posições no ranking indo ao 19º lugar sendo a primeira brasileira a entrar no top 20 desde que a tabela da WTA foi criada em 1975. “Muito feliz com meu primeiro título de WTA 1000! Depois de quatro finais que escaparam essa conquista é muito especial, momento lindo que estou vivendo .É uma semana e um momento muito especial para o tênis brasileiro, principalmente para nosso tênis feminino. Estou muito feliz com tudo isso, toda a visibilidade que tivemos essa semana, as transmissões dos jogos, queria agradecer muito, é muito importante para nossas meninas continuarem assistindo. Muito honrada de fazer parte de tudo isso”, vibrou a tenista.

Ela detalhou o que encaixou com a nova parceira em que jogam apenas o terceiro torneio juntas e o segundo na temporada. “Estou muito feliz dentro e fora da quadra. Aproveitando bastante essa nova parceria com a Gabi. Nosso estilo de jogo se encaixa super bem. Semana passada (em San Jose), ter feito final e disputando quatro jogos, foi muito útil para começarmos a aprender como precisávamos trabalhar e como deveríamos jogar para ter sucesso. E fizemos isso essa semana, trabalhamos no entrosamento e como devemos jogar, não importa o torneio e as adversárias. Nossos estilos se completam bem, temos boa variação de golpes e precisamos usar essa arma para facilitar nosso jogo. Quando conseguimos sacar e devolver bem, dificultamos muito a vida das adversárias. O foco é seguir melhorando, sermos agressivas e indo jogo a jogo, além de aproveitar a energia dessas últimas semanas”, completou Luisa, que disputa apenas o terceiro torneio com Dabrowski e em todos alcançou a final, um deles em 2020 em Ostrava, na República Tcheca, e o outro na semana passada no WTA 500 de San Jose, na Califórnia. 

Luisa e Gabriela seguem na noite deste domingo para Cincinnati, nos Estados Unidos, onde disputam mais um WTA 1000 que começa na segunda-feira (16) e é o último preparatório para o US Open, a partir do dia 30.

Foto do texto: Pascal Ratthé / Tennis Canada