Thiago Monteiro completa equipe do Brasil para Davis e realiza primeiro treino em Uberlândia

O cearense Thiago Monteiro chegou na noite de segunda-feira em Uberlândia e treinou pela primeira vez com a equipe brasileira, que agora está completa, no Ginásio Sabiazinho. Campeão do Challenger 80 de Punta Del Este, no Uruguai, no último domingo, o número 1 do Brasil fez o reconhecimento da quadra em um treinamento intenso com seu xará, o paranaense Thiago Wild, e aprovou as condições.

“Estou muito feliz de poder representar o Brasil mais uma vez na Copa Davis, gostei muito das condições daqui, estão um pouco mais rápidas do que em Punta, tem um pouco de altitude, a quadra é coberta. Estou muito motivado para esse confronto, que é importantíssimo para nós. Acho que a equipe está bem preparada e unida para tentar essa vaga no Grupo Mundial”, afirmou o tenista, que subiu 19 posições com o título no Uruguai e aproximou-se do top 100, na 107a colocação. “Venho bem confiante, bem motivado e espero poder apresentar um bom nível de tênis nesse confronto”, completou.

Brasil e Bélgica se enfrentam nos dias 1 e 2 de fevereiro, no Ginásio Sabiazinho, por uma vaga na fase final do novo formato da competição entre países, que será disputada em Madri, em novembro. Comandada pelo capitão João Zwetsch, a equipe brasileira é formada por Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva, raquetes 1 e 2 nacionais, respectivamente, por Bruno Soares e Marcelo Melo, que formam a dupla, e pelo jovem Thiago Wild como quinto jogador.

A delegação do Brasil ainda conta com os atletas da transição João Menezes e Igor Marcondes e os juvenis Pedro Boscardin e Natan Rodrigues, como sparring dos profissionais; o preparador físico Eduardo Faria; os fisioterapeutas Paulo Santos e Rogério Kiefer, o Tatá; os técnicos Daniel Melo e Luiz Peniza; o médico Ricardo Savoldelli; além de chefe de delegação Eduardo Nunes.

Nesta quarta-feira, serão realizadas as coletivas de imprensa das duas equipes. Os primeiros a responderem as perguntas dos jornalistas serão os belgas, às 14h30. Na sequência será a vez do time brasileiro. O sorteio oficial será na quinta-feira, às 11h30, no Praia Clube.

Os ingressos para o confronto seguem com valores promocionais no site: www.ingressonacional.com.br.

Confira os valores para cada lote (ingressos válidos para os 2 dias): 

Anel superior: de R$ 290 por R$ 174 (2º lote – desconto de 40%)

Anel inferior lateral: de R$ 370 por R$ 259 (3º lote – desconto de 30%)

Anel inferior fundo: de R$ 450 por R$ 315 (3º lote – desconto de 30%)

Foto: Luiz Cândido/CBT

Campeão do Challenger de Punta del Este, Monteiro ganha convite pro Rio Open

O tenista brasileiro Thiago Monteiro conquistou seu primeiro título de 2019 neste domingo (27) em Punta del Este, no Uruguai. Em final contra o argentino Facundo Arguello, o cearense virou com parciais de 3/6 6/2 6/3. Este é o segundo título de Monteiro no circuito Challenger. O primeiro veio em 2016, na cidade francesa de Aix en Provence, também no saibro. A vitória fez o tenista de 24 anos subir 19 colocações no ranking da ATP, alcançando a 107ª posição nesta segunda (28). Ele também levou a premiação de US$ 54 mil.

“Estou muito feliz por este título depois de tanto tempo. É resultado do trabalho que estamos fazendo há seis meses com o argentino Fabian Blengino. Fico contente por ter superado essa semana e virado na final. O Arguello jogou em um nível altíssimo no primeiro set, mas eu me mantive positivo e concentrado no que precisava fazer. Do meio da partida até o final consegui atingir um nível ótimo de tênis para buscar o jogo”, afirmou Monteiro.

O cearense não terá descanso e já está viajando para Uberlândia, onde a equipe do Brasil disputa a primeira fase da Copa Davis diante da Bélgica. Os jogos serão nos dias 1 e 2 de fevereiro.

“Vou me preparar com tudo para esse confronto com a Bélgica, que é muito importante, além de toda a gira da América do Sul, que pode ser muito boa para mim”, completou Monteiro, que depois segue para o ATP de Buenos Aires, o Rio Open e o Brasil Open.

Como antecipado pelo Diretor do Torneio, Luiz Carvalho, o segundo convite seria dado ao brasileiro que tivesse melhor ranking em 4 de fevereiro. Como Monteiro e Rogério Dutra Silva não somam pontos nesta semana porque disputam a Copa Davis, o cearense de 24 anos se garantiu ao vencer neste domingo (27) o Challenger de Punta del Este, alcançando a 107a colocação na lista da ATP.

“Fico muito feliz e agradecido pela oportunidade de jogar este torneio tão importante e que tem um papel único na história da minha carreira. Quero dar o meu melhor mais uma vez no maior torneio da América do Sul, contar com o apoio da torcida e continuar neste bom momento que estou vivendo”, afirmou Monteiro.

Thiago Monteiro vence outra e decide título do Challenger de Punta del Este

O tenista brasileiro Thiago Monteiro está na final do Challenger de Punta del Este, no Uruguai. Na noite deste sábado ele derrotou o equatoriano Emilio Gomez, por 7/6(6) 6/3 e enfrenta o argentino Facundo Arguello, pelo título da competição. Monteiro joga, na noite deste domingo, em busca do segundo título de Challenger na carreira, depois do trofeu conquistado em Aix en Provence, em 2016.

“Estou muito feliz. Fiz quatro bons jogos aqui em Punta. Estou jogando bem e principalmente me sentindo muito bem em quadra,” analisou o cearense. “Estou confiante para essa final, mas sei que o Arguello também está fazendo uma semana muito boa. Tenho que entrar com a mesma energia, motivado e ir com tudo para conseguir este título.

Atual 125o colocado no ranking mundial e cabeça 4 do Challenger, que está sendo disputado no saibro e distribui U$ 54 mil em prêmios, Thiago enfrentará Arguello, 228o, em busca do primeiro trofeu de 2019, do segundo de Challenger da carreira. É também a primeira decisão que disputa ao lado do treinador argentino Fabian Blengino, com quem começou a trabalhar há alguns meses.

O Challenger de Punta del Este é o primeiro torneio de saibro que o brasileiro disputa em 2019. Do Uruguai, ele seguirá para a Copa Davis e depois para os ATPs de saibro da América do Sul.

Com grande atuação, Djokovic vence Nadal por 3×0 e conquista o hepta do Australian Open

Em uma bela apresentação, em grande forma e com um nível de tênis incrível, Novak Djokovic conquistou o seu sétimo título do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Já no primeiro set, o sérvio mostrou em que nível jogaria, errando o mínimo, sempre batendo mais uma bola e vendo o espanhol errar mais do que de costume. Sem sustos, o sérvio fechou a parcial em 6/3.

O segundo foi bem parecido, com Nadal mostrando grande dificuldade pra entrar nos games de saque do sérvio, que conseguiu suas quebras pra fechar em 6/2.

No terceiro set, praticamente nada mudou. Praticamente sem errar, Djokovic abriu vantagem logo no início e caminhou firme pra vitória por  6/3. No fim, coube ao espanhol reconhecer a grande atuação do nº 1 do mundo:

“Acho que ele jogou de forma fantástica”, disse Nadal. “Quando ele está jogando dessa maneira, acho que eu precisava de algo novo. Eu não pude ter aquela ‘coisa’ extra hoje à noite. Era inacreditável a forma como ele jogava, sem dúvida … Joguei um tênis fantástico durante as duas semanas, mas provavelmente jogando muito bem, não sofri muito. Cinco meses sem competir, tendo esse grande desafio na minha frente, eu precisava de outra coisa … Esse é o meu sentimento, competir nesse nível super alto.” afirmou..

Foi um torneio quase perfeito do sérvio, que mostrou um nível excelente de jogo desde a primeira partida, com um aproveitamento excelente e apenas dois sets perdidos, sendo um título mais do que merecido.

“Marian (Vajda), obrigado por ter voltado ao meu time” disse o sérvio,  homenageando a equipe de treinadores, cujo retorno no meio da temporada de 2018 ajudou nos seus títulos de Wimbledon e US Open, e na volta ao número 1 do mundo. Então, ele voltou seus pensamentos para a esposa Jelena e os filhos Stefan e Tara de volta à Europa.

“Espero que eles tenham assistido – pelo menos antes do jogo que disseram que assistiriam”, brincou. “Os troféus são ainda mais especiais quando tenho alguém tão querido, tão especial na minha vida para compartilhar isso. Eles são as pessoas mais queridas neste planeta ao lado dos meus dois irmãos e meus pais.

Além de ser o 7º título em Melbourne, Djokovic chega ao seu 15º título de Slam. Por ter conquistado Wimbledon e o US Open do ano passado, ele pode conseguir o feito de conquistar os quatro Slams de forma consecutiva, se triunfar em Roland Garros, neste ano.

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Djokovic não dá chances ao francês Pouille e marca grande final de Melbourne contra Nadal

Mais uma vez, Novak Djokovic e Rafael Nadal farão a grande final masculina do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Depois da grande atuação do espanhol na quinta-feira, passando com facilidade pelo grego Stefanos Tsitsipas na semifinal, o sérvio deu sua resposta nesta sexta-feira e não deu chances ao francês Lucas Pouille, perdeu apenas 2 games e venceu com parciais de 6/0 6/2 e 6/2.

Com isso, Djokovic garantiu seu lugar na final em Melbourne pela sétima vez na carreira e, em todas as outras, saiu com o título. A épica final de 2012, contra o mesmo Nadal, em jogo de quase 6 horas de duração.

Esse foi, inclusive, o confronto mais recente entre eles em Melbourne, em uma longa lista de partidas entre eles, com 52 jogos, sendo 27 vitórias do atual nº 1 do mundo.

Nadal chega à decisão teoricamente mais descansado, pois não perdeu um único set ao longo do torneio e jogou a semi um dia antes do sérvio, mas este, por sua vez, perdeu apenas um parcial – nas oitavas, para o russo Daniil Medvedev – e nas quartas viu o japonês Kei Nishikori abandonar a partida ainda no meio do segundo set.

Sem dúvida, será uma grande final no domingo. Dois jogadores em forma, descansados e jogando um nível de tênis de outro mundo. Sem favoritismo, mas com muita qualidade. Vale a pena acompanhar.

A decisão está marcada para às 06:30hs de domingo, no horário de Brasília.

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Monteiro joga nesta 6ª feira por vaga na semi em Punta del Este

Dos três brasileiros que entraram em quadra em Challengers nesta quinta-feira, apenas Thiago Monteiro venceu e chegou às quartas de final do Challenger de Punta del Este, no Uruguai, que é disputado no saibro.

O brasileiro garantiu sua vaga ao passar nas oitavas pelo chileno Gonzalo Lama, em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4.

Nesta sexta-feira, ele terá pela frente o italiano Gianluigi Quinzi, nº 154 do mundo. Os dois já se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias do brasileiro.

Também em Punta del Este, Rogério Dutra Silva foi superado nas oitavas pelo argentino Facundo Arguello, com parciais de 6/3 e 6/4, enquanto Thomaz Bellucci não passou das oitavas no Challenger de Newport Beach, nos Estados Unidos, ao perder para o sérvio Miomir Kecmanovic por 6/2 1/6 e 6/2.

Nadal joga muito, aplica pneu em Tsitsipas e chega à final em Melbourne sem perder set

Ratificando seu excelente momento, Rafael Nadal chegou à final do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

Em um dia de muito calor na cidade australiana, o espanhol não deu chances ao grego Stefanos Tsitsipas, vencendo em sets diretos e perdendo apenas 6 games, fechando a partida com parciais de 6/2 6/4 e 6/0.

Com isso, ele vai à final em Melbourne pela 5ª vez na carreira, sendo que neste ano ele não perdeu um único game, apresentando uma ótima forma física e técnica.

Na grande final do próximo domingo, Nadal aguarda o vencedor da partida entre o sérvio Novak Djokovic e o francês Lucas Pouille, que jogam na manhã desta sexta-feira, no horário de Brasília, em um confronto que será inédito.

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Rio Open volta com campanha de doação de raquetes para instituições incentivadas pelo evento

Desde a primeira edição do Rio Open, em 2014, o maior torneio de tênis da América do Sul tem o conceito de apoiar iniciativas sociais e acreditar no poder transformador através do esporte. Atualmente, cinco projetos sociais no Estado do Rio de Janeiro que usam o tênis como ferramenta de desenvolvimento humano e inclusão social – Tênis Solidário, Tênis na Lagoa, Instituto Futuro Bom, Arremessar Para o Futuro e Escolinha de Tênis Fabiano de Paula – são apoiados pelo evento, que, inclusive, desde as duas últimas edições recebem as raquetes que são arrecadadas durante o torneio para a campanha. Na última edição, mais de 50 foram distribuídas nas instituições.

“A iniciativa chega ao terceiro ano e beneficia centenas de crianças de várias regiões do Rio. O esporte é uma importante ferramenta de inclusão social e a ajuda dos fãs do Rio Open em dar um destino produtivo à raquetes que estão sem uso são essencial para a continuidade dos projetos sociais parceiros ”, afirma Luiz Carvalho, diretor do Rio Open.

Além da doação de raquetes, o Rio Open desenvolveu seu próprio projeto que beneficia em torno de 50 crianças, de 6 a 11 anos, da escola pública Roberto Burle Marx, da zona oeste do Rio de Janeiro – o NERO (Núcleo Esportivo Rio Open). A organização do evento realiza, também, o Programa Ball Kids, clínica deficientes e o programa de voluntário/aprendiz.

“A cada ano pensamos em vários projetos para atingir mais crianças que amam o tênis e não têm a condição de usufruir do esporte. É uma forma de levarmos a modalidade para todas as classes e idades”, completa Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.

O Rio Open apresentado pela Claro acontece de 16 e 24 de fevereiro de 2019, no Jockey Club Brasileiro. Os ingressos estão à venda no site tudus.com.br/rioopen, com valores a partir de R$30. A expectativa é de que 50 mil pessoas acompanhem os jogos e a programação ao longo do evento.

Doação de raquetes usadas
de 16 a 24 de fevereiro
Local: Cesta na entrada do Leblon Boulevard

Osaka e Kvitova se enfrentam pelo títiulo em Melbourne e pelo topo do ranking

Que grande final terá a chave feminina do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.

A primeira classificada para a decisão foi a tcheca Petra Kvitova, que volta a jogar um grande tênis depois de todo drama que passou em sua carreira, com o a facada que levou na mão em um assalto, cirurgia e o risco de não voltar a jogar em alto nível.

Porém, Kvitova superou isso tudo. Em Melbourne, além disso, superou seis adversárias, a mais recente, na final, um surpreendente norte-americana, Danielle Collins, que havia eliminado a alemã Angelique Kerber em apenas dois sets e que estava bem confiante.

A ex-nº 2 do mundo foi firme, passou por um primeiro set equilibrado e depois se impôs, fechando a partida com parciais de 7/6(2) e 6/0.

Bicampeã de Wimbledon, Kvitova terá a chance de voltar aos títulos de um dos maiores torneios da temporada.

Sua adversária será Naomi Osaka, que fez uma semana com altos e baixos, saindo do buraco em alguns jogos e evoluindo ao longo do torneio.

Na semi, a japonesa, campeã do US Open no ano passado, superou a tcheca Karolina Pliskova, que não conseguiu impor seu saque como de costuma e viu a jogadora asiática crescer nas devoluções.

No final, vitória de Osaka em três parciais, com parciais de 6/2 4/6 e 6/4, garantindo seu lugar na decisão que será disputada no sábado de manhã, no horário de Brasília.

A partida entre elas, inédita no circuito, terá um ingrediente a mais: A campeã em Melbourne se tornará também, pela primeira vez, no caso de ambas, a nº 1 do mundo na segunda-feira seguinte.

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Semifinalista do Australian Open, Danielle Collins foi uma jogadora de sucesso no circuito universitário

Até o Australian Open deste ano, Danielle Collins não havia vencido um único jogo de Grand Slam em toda sua carreira. Em Melbourne, já está na semifinal, joga na madrugada de quinta-feira contra Petra Kvitova, mas as bases do seu bom tênis podem ter uma origem que pouca gente conhece.

A norte-americana, atual nº 35 do mundo – seu melhor ranking da carreira – teve uma trajetória de sucesso no tênis universitário norte-americano, sabidamente um circuito forte, com muito talento e que é cada vez mais uma alternativa escolhida por bons jogadores.

Anteriormente, o tênis universitário era visto como uma escolha de jovens que, com mínimas chances de sucesso na carreira profissional, preferiam garantir uma boa formação, com um diploma de uma universidade americana, com a possibilidade de bolsa através dos programas esportivos.

Porém, essa realidade mudou. São cada vez mais comuns os exemplos de jogadores que foram à Universidade, estudaram, se formaram jogando o circuito universitário e depois de tornaram bons profissionais. Bob Bryan, John Isner e James Blake são apenas alguns desses exemplos.

No Brasil, algumas instituições ajudam nesse processo, como o Daquiprafora, umas das principais empresas no assessoramento de atletas e estudantes para universidades nos Estados Unidos, e da Fundação Lemann, reconhecida por auxiliar tenistas, entre outros, a irem para os Estados Unidos jogar o circuito universitário em várias modalidades esportivas.

Collins é mais um caso de sucesso. No início, ela até chegou a questionar o motivo de alguns treinadores descartarem a possibilidade de unir a formação acadêmica ao esporte profissional e, dessa forma, decidiu seguir fora do comum. Passou um ano na Universidade da Flórida e depois foi para a Universidade da Virgínia, que já havia a recrutado no ano anterior, e cursou estudos de mídia.

Além disso, ela não apenas jogou o circuito universitário, como se destacou, sendo considerada em 2016 a melhor jogadora universitária do país, acumulando títulos individuais da NCAA em 2012 e 2014.

Mesmo convivendo com uma lesão no punho que a obrigava a tomar remédios continuamente – até fazer uma cirurgia – ela sentia que, depois da vida universitária, poderia ir mais longe. Vencer alguns jogadorEs (sim, homens) da IMG Academy foi um belo incentivo.

Hoje, na semi de um Grand Slam, pode-se dizer que ela é sim mais uma referência a ser seguida. E a própria norte-americana, em entrevista que deu ao site da sua Universidade, resumiu bem o que significa ter optado por uma vida muito além do tênis:

“Acho que ir para a faculdade me ajudou a me desenvolver como pessoa. Eu realmente sei quem eu sou, o que eu quero, o que eu quero fazer da minha vida, o que eu quero fazer com o meu tênis. Tenho outros interesses e paixões além do tênis. Acho que posso relaxar um pouco mais do que outras pessoas, porque elas podem ter jogado tênis a vida toda e não se aventuraram  muito. Estou muito feliz com a minha decisão [de ir para a faculdade]. Acho que foi a melhor coisa para mim.”

Foto: AJ Reynolds/OnlineAthens.com