Depois de dois torneios femininos em Vacaria (RS), o Circuito Banco BRB/ENGIE de Tênis Profissional chega à capital paulista para a disputa do ITF W35 de São Paulo, de 7 a 13 de abril, nas quadras de saibro do Clube de Campo São Paulo.
Em jogo, 35 pontos no ranking profissional e uma premiação total de US$ 30 mil. Tenistas de 11 países estão inscritas no torneio: Brasil, Ucrânia, Bulgária, Itália, Rússia, Estados Unidos, Bolívia, República Tcheca, Argentina, Espanha e Equador.
Entre as brasileiras, destaque para Carolina Meligeni e Gabriela Cé. O número de brasileiras na chave principal irá aumentar com a confirmação dos wild cards (convites) e a disputa do qualifying na segunda e terça-feira (7 e 8). A chave principal começa na terça.
Carol Meligeni é destaque no ITFW35 em SP (Cbt)
“Muito feliz em poder jogar mais um torneio no Brasil. É sempre muito bom jogar em casa, perto da minha família e dos meus amigos. Espero fazer uma boa semana em São Paulo”, disse Carol, número 285 do mundo.
O ITF W35 de São Paulo tem os patrocínios do Banco BRB – Patrocinador Máster do Tênis do Brasil – e da ENGIE Brasil Energia. Patrocínio local de Chubb Seguros e Royal Keune Haircosmetics. Realização da Federação Paulista de Tênis. Supervisão da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) e Federação Internacional de Tênis (ITF).
Prestes a realizar sua décima primeira edição em 2025, o Rio Open recebeu em 2024, pelo quarto ano consecutivo, o prestigiado certificado de ‘Carbono Neutro’ da Organização das Nações Unidas (ONU). Tal reconhecimento é fruto dos esforços voluntários da plataforma de sustentabilidade Rio Open Green, que tem como objetivo minimizar o impacto ambiental, atuando em duas frentes de forma paralela e complementar: na gestão eficiente e sustentável de resíduos e na redução e compensação das emissões geradas.
O principal torneio de tênis da América do Sul e um dos maiores da América Latina tem como missão ser um evento de excelência, com atitudes sustentáveis que contribuam para a sociedade, respeitem o meio-ambiente, inspirem e sensibilizem as pessoas. Desde 2020, em parceria com a ENGIE, patrocinadora do torneio, o Rio Open busca neutralizar seu impacto climático e mitigar suas emissões de CO2 provenientes tanto do evento em si quanto do deslocamento dos espectadores. Esta iniciativa tem sido eficaz, resultando na neutralização de 4.686 toneladas de CO2eq, materializada através de créditos de carbono oriundos da produção de energia renovável da Hidrelétrica Jirau Energia, registrada no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo das Nações Unidas ONU e que tem como acionistas a ENGIE (40%), Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Mitsui (20%).
“Desde a criação do Rio Open, buscamos aliar o poder transformador do esporte ao impacto positivo na sociedade. Fazer a nossa parte para contribuir com um futuro cada vez mais sustentável é mais que um compromisso assumido, é um privilégio. Queremos evoluir a cada ano e inspirar novas atitudes em todos ao nosso redor, sendo os agentes da mudança que o nosso planeta precisa”, afirma Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.
“Nosso propósito é agir para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões. Nosso objetivo em apoiar eventos como o Rio Open é garantir que, a cada ano, eles se tornem mais sustentáveis”, comenta o CEO da ENGIE no Brasil, Mauricio Bähr.
“Começamos descarbonizando o evento em si. Depois, descarbonizamos o deslocamento dos atletas e, desde o ano passado, também é computado o deslocamento do público. No início, em 2019, investimos cerca de 400 créditos de carbono e, em 2023, já passamos para quase 1.500. Cada crédito equivale a uma tonelada de CO2”, afirma Edson Silva, diretor-presidente da Jirau Energia.
Rio Open Green
O Rio Open Green representa o compromisso ambiental do evento, focado na gestão eficiente de resíduos e na neutralização de emissões. Além da neutralização das emissões de carbono, a reciclagem representa uma ação prioritária no pilar de sustentabilidade da plataforma. Em 2023, apenas 10% do resíduo total do evento não foram reciclados, incluindo todo o período de montagem e desmontagem, fato considerado um marco importante na história do torneio e que estabelece um novo patamar para os próximos anos em busca de uma melhoria contínua.
A jornada sustentável do Rio Open começa muito antes do início do torneio, incorporando princípios de circularidade na gestão dos resíduos e investindo em ações que contribuem para atingir as metas de reciclagem. Já durante o evento, outras ações são colocadas em prática, como: reutilização das cordas das raquetes, coleta de tampinhas de garrafas para iniciativas futuras e redirecionamento de bolas e sobras de uniformes para projetos sociais. Desde 2023, o estande Rio Open Green está aberto ao público e traz informações com foco na conscientização e engajamento sobre as iniciativas ambientais do torneio e com cálculo de emissões in loco.
Rio Open Ace
O Rio Open Ace é o pilar social do torneio, centrado no poder do esporte como uma ferramenta de inclusão e transformação social. Desde 2015, o programa tem se dedicado ao desenvolvimento pessoal e profissional de crianças e jovens, colaborando com projetos sociais e impactando mais de 900 famílias. Essas iniciativas contribuem para a redução das desigualdades sociais e acontecem ao longo de todo o ano através de diversas iniciativas, como o Torneio Winners, o treinamento de boleiros, os cursos de encordoamento (certificado pela ERSA – European Racquet Stringers Association) e as doações de materiais aos projetos apoiados.
Diversidade e inclusão
O compromisso com a promoção da diversidade e o respeito às diferenças é uma das prioridades do Rio Open, valorizando a riqueza que surge do encontro entre pessoas com histórias, experiências e preferências diversas. Como parte contínua desse processo, palestras foram promovidas buscando sensibilizar a todos sobre a importância de um ambiente de trabalho diverso e inclusivo. Além disso, uma Ouvidoria, disponível para todas as pessoas que frequentam ou trabalham no Rio Open, foi criada com o objetivo de oferecer suporte e acolhimento a quem se sentir desrespeitado durante a realização do evento.
Impacto Econômico
O Rio Open gera um impacto econômico considerável nas comunidades e na economia local. A relevância do evento e a experiência de excelência atraem um turismo qualificado, que consome localmente, impactando a rede hoteleira, pontos turísticos e a gastronomia local, gerando empregos e estímulos indiretos em diversos setores da economia de forma sustentável.
A 10ª edição do Rio Open foi histórica tanto dentro quanto fora de quadra. Com ingressos esgotados desde 2023, o torneio, que reuniu grandes nomes do tênis mundial no Jockey Club Brasileiro, bateu recorde de público com 65 mil pessoas ao longo dos nove dias, e movimentou mais de R$ 160 milhões na economia no Estado do Rio, entre turismo e geração de empregos, com mais de 5 mil vagas diretas e indiretas.
Em 2025, a sustentabilidade continuará sendo um pilar essencial para o Rio Open. O compromisso com práticas ambientais responsáveis e a busca constante por novas formas de minimizar o impacto ecológico do torneio permanecerão no centro das ações do evento. Através da continuidade das iniciativas da plataforma Rio Open Green, o principal torneio de tênis da América do Sul reafirma sua dedicação em promover um futuro mais sustentável e consciente para todos os seus participantes e espectadores.
O Rio Open chega à sua décima primeira edição, de 15 a 23 de fevereiro de 2025, mais uma vez no Jockey Club Brasileiro (RJ), tendo apresentado em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastián Báez e Carlos Alcaraz. E não é só! Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini.
O Rio Open é uma realização da IMM com o apoio do Instituto Carioca de Tênis.
Eduardo Ribeiro e João Fonseca no Rio Open (Fotojump)
O Rio Open, principal torneio de tênis da América do Sul e um dos
maiores da América Latina, celebra mais uma conquista em sua notável
trajetória esportiva. O evento internacional do circuito da ATP, prestes
a comemorar sua décima edição em 2024, recebeu pelo terceiro ano
consecutivo o prestigiado certificado de ‘Carbono Neutro’ da Organização
das Nações Unidas (ONU). Tal reconhecimento é fruto dos esforços
voluntários em neutralizar o impacto climático do torneio realizado
neste ano, entre os dias 18 e 26 de fevereiro, e mitigar as emissões de
CO2 provenientes tanto do evento em si quanto do deslocamento dos
espectadores, somando cerca de 60.000 pessoas por ano.
Ao longo das três edições mais recentes do Rio Open, as iniciativas sustentáveis da plataforma Rio Open Green têm sido eficazes, resultando na neutralização de 2.970 toneladas de CO2e. Essa conquista se materializa através de créditos de carbono derivados da produção de energia renovável da Jirau Energia, usina que tem como acionistas ENGIE (40%), Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Mitsui (20%). A ENGIE é patrocinadora do Rio Open.
Cameron Norrie é o atual campeão do Rio Open (Fernando Soutello/Rio Open)
“O recebimento do certificado de carbono neutro da ONU é
comparável a um troféu para a equipe do Rio Open. Da mesma forma que os
tenistas se esforçam intensamente na quadra para vencer o torneio, nós,
fora dela, dedicamos considerável empenho para garantir que o evento
alcance sucesso também na sustentabilidade. Nossos empenhos não se
limitam somente às atividades diretas da organização, mas também incluem
a conscientização dos espectadores do Rio Open, estimulando a
participação individual nesta iniciativa. Estamos profundamente
satisfeitos com a parceria com a ENGIE e aspiramos a nos tornar uma
referência nacional em sustentabilidade “, afirmou Marcia Casz, diretora
geral do Rio Open.
“Fiéis ao nosso propósito de agir para
acelerar a transição energética, inserimos a descarbonização do Rio
Open como uma de nossas atribuições ao patrocinar o evento. Desta forma,
materializamos nossa ambição e engajamos o público no tema da transição
energética”, expressou Gil Maranhão Neto, diretor de Comunicação e
Responsabilidade Social Corporativa da ENGIE.
Rio Open 2023 alcança 90% de reciclagem de resíduos
Fiel
ao seu compromisso com a sustentabilidade, o evento conseguiu reciclar
90% dos resíduos produzidos durante sua edição deste ano, incluindo os
resíduos orgânicos destinados à compostagem. Além da neutralização das
emissões de carbono provenientes do torneio e dos espectadores, a
reciclagem representa uma ação prioritária no pilar da sustentabilidade
da plataforma Rio Open Green. Apenas 10% do resíduo total do evento foi
enviado para o aterro, incluindo todo o período de montagem e
desmontagem, fato considerado um marco importante na história do
torneio.
O engajamento do Rio Open em práticas sustentáveis é uma
jornada que começa muito antes do início do torneio, incorporando
princípios de circularidade na gestão dos resíduos e investindo em ações
que contribuem para atingir as metas de reciclagem. Este processo
abrange três fases: redução, reciclagem e reutilização. Um exemplo
concreto é a disponibilização de copos reutilizáveis nos bares. Quanto à
reciclagem, medidas são implementadas para encaminhar resíduos
orgânicos para compostagem e demais materiais recicláveis para
cooperativas licenciadas. Além disso, todos os fornecedores de alimentos
e bebidas adotam materiais recicláveis em suas operações.
A
reutilização de materiais também foi foco da gestão dos resíduos do Rio
Open. Durante o torneio, as cordas das raquetes utilizadas nas
competições foram transformadas em pulseiras, disponíveis para compra na
loja oficial, a La Boutique. A organização do evento contribuiu
ativamente, fornecendo lonas para cooperativas parceiras, coletando
tampinhas de garrafas para iniciativas futuras e redirecionando bolas e
sobras de uniformes para projetos sociais.
O Rio Open, ao chegar à
sua décima edição de 19 a 25 de fevereiro de 2024 no Jockey Club
Brasileiro (RJ), ostenta uma galeria de campeões que inclui nomes como
Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego
Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie e Carlos
Alcaraz. Além disso, o torneio teve a oportunidade de receber tenistas
do top 10 do ranking da ATP, como Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga,
John Isner, Marin Cilic, Gael Monfils e Fabio Fognini.
O Rio Open é uma realização da IMM com o apoio do Instituto Carioca de Tênis.
Além dos grandes espetáculos nas quadras e das diversas atrações para
o público, o Rio Open, apresentado pela Claro, também tem histórico em
algo invisível ao olho nu, mas extremamente importante: a
Sustentabilidade. E na edição de 2023 isso não será diferente.
Depois de obter o reconhecimento da ONU pelas iniciativas, o Rio Open segue firme no processo de neutralização do impacto ambiental de suas atividades. Em parceria com a ENGIE, líder em energia renovável no Brasil, além da descarbonização do evento em si, a organização do Rio Open irá neutralizar, pelo segundo ano, também as emissões de CO2 derivadas do deslocamento do público.
Rio Open – Peter Wrede
Para participar da iniciativa e descarbonizar o deslocamento para o evento, é necessário que o público acesse o site neutralizarioopen.com.br, inclua o código do ingresso e calcule as emissões do seu transporte até o local, sem custo nenhum ou compromisso adicional.
“Desde
a primeira edição do Rio Open, temos a preocupação de proporcionar
benefícios para toda a sociedade. Por isso, queremos ser promotores e
disseminadores da cultura da sustentabilidade. Nesse sentido, vimos
desenvolvendo um conjunto de iniciativas para neutralizar o impacto
ambiental de nossas atividades. Em 2020, nos tornamos um evento
carbono neutro. Agora, Em 2023, queremos engajar mais o público em um
movimento de descarbonização do seu respectivo deslocamento de casa até o
local dos jogos. Para obter a adesão do maior número possível de
pessoas, vamos promover uma campanha de comunicação, que começa agora e
vai até a semana do torneio,” comenta Marcia Casz, diretora geral do Rio
Open.
Vale ressaltar que, desde 2020, o Rio Open desenvolveu em
parceria com a ENGIE um Plano Estratégico que começou a ser implementado
no mesmo ano. O objetivo é que o evento seja um modelo de
responsabilidade ambiental, em linha com os principais eventos
esportivos do mundo. O trabalho contempla a neutralização das emissões
decorrentes da realização do torneio e desenvolvimento de ações
sustentáveis.
Esse compromisso se inicia bem antes do evento,
quando são aplicados os princípios da circularidade na cadeia de
resíduos, através de três etapas: redução, reciclagem e reutilização. Um
exemplo de redução são os copos reutilizáveis disponíveis nos bares. Na
reciclagem, são implementadas ações para a destinação de resíduos
orgânicos para compostagem e de recicláveis para cooperativas
licenciadas. Todas as concessionárias de alimentação e bebida também
irão utilizar materiais recicláveis.
A reutilização de materiais
também está entre as ações adotadas. Nesse contexto, durante o torneio
são feitas pulseiras com cordas de raquetes utilizadas nas competições, e
que ficam à venda na loja de produtos oficiais, a La Boutique. A
organização do evento também irá destinar lonas para uso de cooperativas
parceiras, tampinhas de garrafas para serem trocadas por cadeiras de
rodas e bolas e sobras de uniformes para projetos sociais.
A
visão de sustentabilidade do evento contempla iniciativas no campo
social, impacto econômico com a geração de emprego e renda e o uso do
grande poder do esporte para promover a conscientização e preservação
ambiental.
Em 2022, o Rio Open neutralizou em parceria com a
ENGIE, 1.143 ton de CO2, através de créditos de carbono gerados pela
energia renovável da Usina Hidrelétrica de Jirau. Desse total, 24%
representam as emissões geradas diretamente pelo evento, ou 275,47 ton
CO2, desde o início da montagem até o final da desmontagem (as fontes
consideradas foram geradores, luz elétrica, viagens aéreas e terrestres
dos atletas e produção, resíduos) e 868 ton CO2 (76%) representam as
emissões geradas pelo transporte do público até o evento
”Nosso
propósito é agir para acelerar a transição para uma economia zero em
carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais
sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões.
Estamos muito felizes em, novamente, utilizarmos créditos de carbono
gerados pelas nossas usinas de geração de energia renovável para tornar o
Rio Open ainda mais sustentável”, comenta o CEO da ENGIE no Brasil,
Mauricio Bähr.
Esportivamente o torneio também é conhecido pelo
seu alto nível. É o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e
integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos
22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país.
Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e
um dos três eventos de nível ATP disputados no saibro, junto com
Hamburgo e Barcelona. Para a edição de 2023 já estão confirmados os
atuais números 1 e 4 do mundo, Carlos Alcaraz e Casper Ruud.
O Rio Open é uma promoção da IMM com realização do Instituto Carioca de Tênis.
Além dos grandes espetáculos nas quadras e das diversas atrações para o público, o Rio Open apresentado pela Claro também tem histórico em algo invisível ao olho nu, mas extremamente importante: a Sustentabilidade. E na edição de 2022 isso não será diferente. Depois de obter o reconhecimento da ONU pelas iniciativas, o Rio Open dá mais um importante passo no processo de neutralização do impacto ambiental de suas atividades. Em parceria com a ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, além da descarbonização do evento em si, a organização do Rio Open irá neutralizar também as emissões de CO2 derivadas do deslocamento do público. Na última edição, em 2020, os parceiros já haviam descarbonizado o evento, de forma inédita no circuito ATP 500.
Para fortalecer a iniciativa e apoiar na descarbonização da sua participação no evento, é necessário que o público inclua o código do ingresso em www.neutralizarioopen.com.br e calcule as emissões do seu transporte até o local, sem nenhum custo ou compromisso adicional.
“A beleza e exuberância da biodiversidade carioca, em especial, a Lagoa Rodrigo de Freitas, nosso anfiteatro durante essa semana de eventos, nos inspira. Queremos ser campeões nesse game de preservação, e não apenas sentar na plateia. Por isso esse ano queremos ir além de realizar um evento carbono neutro certificado. Queremos, de forma voluntaria, ampliar esse escopo e incluir os cálculos de emissões de todo o deslocamento do publico até o evento, para neutralizá-lo também. Por isso é fundamental a participação de todos para deixarmos o Rio Open, cada vez mais, um evento carbono zero”, afirma Marcia Casz, diretora do Rio Open.
Em 2020 o Rio Open, também em parceria com a ENGIE, compensou 400 toneladas de carbono geradas pela montagem, operação e desmontagem do evento. Além de neutralizar também todas as viagens aéreas nacionais e internacionais dos atletas e das equipes técnicas, e o resíduos gerado através de créditos de carbono cedidos pela Usina Hidrelétrica Jirau. ”Nosso propósito é agir para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões. Estamos muito felizes em, novamente, utilizarmos créditos de carbono gerados pelas nossas usinas de geração de energia para tornar o Rio Open mais sustentável ainda”, comenta o CEO da ENGIE no Brasil, Mauricio Bähr.
O Rio Open desenvolveu em parceria com a ENGIE um Plano Estratégico que começou a ser implementado em 2020. O objetivo é que o evento seja um modelo de responsabilidade ambiental, em linha com os principais eventos esportivos do mundo. O trabalho contempla a neutralização das emissões decorrentes da realização do torneio e desenvolvimento de ações sustentáveis.
Esse compromisso se inicia bem antes do evento, quando são aplicados os princípios da circularidade na cadeia de resíduos, através de três etapas: redução, reciclagem e reutilização. Um exemplo de redução são os copos reutilizáveis disponíveis nos bares. Na reciclagem, são implementadas ações para a destinação de resíduos orgânicos para compostagem e de recicláveis para cooperativas licenciadas. Todas as concessionárias de alimentação e bebida também irão utilizar materiais recicláveis.
O foco principal é a reutilização dos materiais. Nesse contexto, durante o torneio são feitas pulseiras com cordas de raquetes utilizadas nas competições, e que ficam à venda na loja de produtos oficiais, a La Boutique. A organização do evento também irá destinar lonas para uso de cooperativas parceiras, tampinhas de garrafas para serem trocadas por cadeiras de rodas e bolas e sobras de uniformes para projetos sociais.
A visão de sustentabilidade do evento contempla iniciativas no campo social, impacto econômico com a geração de emprego e renda e o uso do grande poder do esporte para promover a conscientização e preservação ambiental.
Esportivamente o torneio também é conhecido pelo seu alto nível. É o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos três eventos de nível ATP disputados no saibro, junto com Hamburgo e Barcelona. Para a edição de 2022 já estão confirmados os Top 10 Matteo Berrettini e Casper Ruud, o medalhista olímpico Pablo Carreño Busta e a revelação Carlos Alcaraz.
O Rio Open apresentado pela Claro, maior evento de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil, passa a ser um evento carbono neutro, ganhando inclusive o reconhecimento da ONU. Numa iniciativa da ENGIE, maior empresa privada de energia do Brasil, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas, as emissões de mais de 400 toneladas de CO2 geradas pelo Rio Open em sua sétima edição, que ocorreu nos dias 15 e 23 de fevereiro deste ano, foram compensadas com créditos de carbono. A ação, que faz parte da plataforma de sustentabilidade do torneio, Rio Open Green, foi reconhecida com um certificado da ONU (Organização das Nações Unidas) por todo o trabalho feito de forma voluntária e significativa no impacto com o meio ambiente.
“O Rio Open tem um compromisso com o Rio de Janeiro e com as pessoas que vivem aqui. Esse compromisso está traduzido no apoio a projetos sociais que proporcionam educação e saúde para mais de 500 crianças e adolescentes. Está presente também nos empregos que geramos, e nos R$ 130 milhões de reais que os negócios relacionados ao torneio movimentaram na Cidade este ano. Agora, estendemos nosso compromisso para a questão ambiental, com a neutralização das emissões de carbono geradas pelo evento, iniciativa que teve o reconhecimento da ONU. O Rio Open passa a ser um evento carbono neutro, e em linha com as demandas da sociedade, que cada vez cobra mais compromissos socioambientais das empresas e das organizações“, diz, Márcia Casz, diretora geral do torneio.
“Essa parceria inédita entre a ENGIE e o Rio Open contribui para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ENGIE tem como propósito agir para a aceleração da transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e de soluções mais sustentáveis, conciliando performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta. A parceria com o Rio Open segue essa linha e é muito relevante, tanto pelo tamanho e o impacto do evento, quanto pela visibilidade que ele gera para os ODS”, complementa Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil.
A neutralização foi feita através de créditos de carbono cedidos para a Usina Hidrelétrica Jirau – Sociedade de Propósito Específico, que tem como acionistas a ENGIE (40%), Eletrobras Eletrosul (20%), Eletrobras Chesf (20%) e Mizha Participações S.A. (20%). Para se chegar ao valor que deveria ser neutralizado, ao final da edição 2020 do Rio Open foi feito o balanço das emissões de C02, baseados no protocolo GHG, Foram incluídas todas as fontes relativas ao torneio em si, desde a montagem até a desmontagem, além de emissões com deslocamento de atletas e equipe técnica, bem como o consumo adicional da energia elétrica pelo Jockey Club Brasileiro durante o torneio.
Todo esse processo foi liderado pelo Rio Open, em parceira com a ENGIE e contou com auditoria da RINA.
Na edição de 2020, a plataforma Rio Open Green se baseou em três pilares para gerenciar os resíduos: redução, reciclagem e reutilização. Alguns exemplos de redução foram os copos reutilizáveis disponíveis nos bares e sacolas 100% ecológicas para os produtos adquiridos na La Boutique. Na reciclagem, foram implementadas algumas ações como a destinação de resíduos orgânicos para compostagem e a de recicláveis para cooperativas de catadores licenciada, utilização de coletores específicos para resíduos orgânicos e óleo de cozinha, uso de materiais recicláveis como papel e suprimentos dos banheiros e treinamento para as equipes, por exemplo.
Na reutilização de materiais o Rio Open produziu, durante o torneio, pulseiras feitas com as cordas das raquetes utilizadas nas competições e estavam à venda na loja de produtos oficiais, a La Boutique. A organização do evento também destinou lonas para uso de cooperativas parceiras, tampinhas de garrafas que foram trocadas por cadeiras de rodas e a doação de bolas, raquetes e sobras de uniformes para projetos sociais. Assim, o Rio Open aumentou sua atuação social e conscientizou todos os envolvidos no evento sobre a responsabilidade de cada um para um futuro mais sustentável.
O plano completo do Rio Open Green 2020 pode ser acessado no site do evento, em www.rioopen.com
O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP e único que ocorre no país. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo.
Desde 2014 o Rio Open, maior torneio da América do Sul, reuniu em média 50.000 pessoas por ano no Jockey Club Brasileiro que assistiram Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere e Cristian Garin serem campeões. O público também pode ver outros grandes nomes do esporte mundial em ação – Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis, Fabio Fognini e novas estrelas surgirem no cenário internacional como Felix Auger Aliassime, Carlos Alcaraz, Casper Ruud, Thiago Monteiro, Thiago Wild, entre outros.
O torneio é exibido ao vivo para 170 países, levando imagens positivas do Rio de Janeiro para o mundo. Dos visitantes do evento, 30% são de fora da cidade. O torneio injeta mais de R$ 100 milhões na economia do estado, gerando renda e emprego e transformando a vida das pessoas. Essa transformação também está presente para as mais de 600 crianças dos projetos sociais apoiados pelo evento.
O Rio Open também segue firme na plataforma social, com projetos apoiados (desde a primeira edição), todos ligados ao tênis: Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Arremessar para o Futuro são parceiros da competição, além do NERO – Núcleo Esportivo Rio Open. O evento realiza o Torneio Winners, uma competição voltada especialmente para as crianças e jovens que frequentam os projetos. Os integrantes dessas instituições também ganham ingressos para assistir às partidas do Rio Open e alguns deles fazem parte da equipe de Ball Kids, os famosos “boleiros”. Desde a edição de 2017 são selecionados cerca de 15 jovens dos projetos para trabalharem nos bastidores do evento.