Rogerio Dutra Silva e Flavio Saretta serão homenageados no Rio Open 2022

O Rio Open apresentado pela Claro, que será disputado entre os dias 12 e 20 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro, receberá na sua oitava edição inúmeras personalidades do esporte nacional e mundial. Assim como nas edições anteriores, quando foram homenageados grandes nomes do esporte, neste ano outros dois nomes importantes da nossa história serão celebrados: Flávio Saretta e Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, que disputará o último torneio da sua carreira no Rio.

Flavio Saretta foi um dos melhores tenistas da história do país. Nascido na cidade de Americana, interior do estado de São Paulo, Saretta já mostrava seu talento na carreira juvenil, quando alcançou o 12º posto do ranking mundial.

Em 2003, teve o melhor ano da carreira. Em Roland Garros, derrotou o russo Yevgeny Kafelnikov, ex-número 1 do ranking, e atingiu as oitavas de final do Grand Slam francês, sendo superado pelo multicampeão americano Andre Agassi.

Em Wimbledon, mais uma boa campanha e mais uma vitória surpreendente. Saretta derrotou o sueco Thomas Johansson, campeão do Australian Open no ano anterior e então 11 do mundo, com 12-10 no 5º set, e parou na terceira rodada do torneio londrino. Com as campanhas, atingiu a 44ª posição, melhor ranking que teve na carreira.

Em 2004, conquistou seu único título de ATP, no torneio de Umag, na chave de duplas ao lado do argentino Jose Acacuso. Em 2007, Saretta obteve uma de suas principais conquistas: a medalha de ouro do Pan do Rio de Janeiro, seu último título na carreira. Aos 28 anos, ao sofrer novamente com lesões, em especial uma fratura por estresse no cotovelo direito, Flávio Saretta se aposentou oficialmente das quadras.

DESPEDIDA DE ROGÉRIO DUTRA SILVA – Outro homenageado do Rio Open será Rogério Dutra Silva. Aos 37 anos, Rogerinho, como é conhecido carinhosamente, escolheu o Rio Open 2022 para fazer a despedida de sua carreira profissional. O paulista recebeu um convite na chave de duplas ao lado do gaúcho Orlando Luz e será homenageado após a sua última partida. A parceria mistura a experiência de Rogerinho, que chega ao final da carreira, com a juventude de Orlandinho, um dos tenistas da nova geração brasileira.

Com uma carreira marcada por muita garra e superação, Rogerinho se tornou profissional em 2003 mas só conseguiu quebrar a barreira do top 100 nove anos depois, em 2012. Neste ano, alcançou as quartas de final do ATP de Kitzbuehel e figurou na 95ª posição do ranking. Ainda nessa temporada, ganhou seu primeiro jogo de Grand Slam, ao derrotar o russo Gabashvili, no US Open, e foi superado na rodada seguinte por Novak Djokovic.

Em 2015, iniciou a temporada na 533 posição, após uma sequência de lesões. Mas, em 2016, Rogerinho se recuperou surpreendentemente e teve mais uma grande temporada. Conquistou um título de Challenger, foi vice em outros quatro challengers, voltou a vencer partidas de ATP e novamente figurou entre os 100 melhores do mundo. Além disso, se classificou para a disputa das Olimpíadas do Rio de Janeiro e foi à segunda rodada.

Mais recentemente viveu uma das semanas mais emocionantes da carreira ao ser vice-campeão do Rio Open nas duplas, em 2019, ao lado de Thomaz Bellucci.

“É um momento muito especial. É até difícil de falar. É um ciclo que vai se encerrando e vai se encerrar da melhor maneira possível, no maior e melhor torneio do Brasil, com a melhor organização, perto dos familiares e dos amigos. É muito bacana”, afirmou Rogerinho.

“Gostaria de agradecer a organização do Rio Open, principalmente ao Lui Carvalho (Diretor do Rio Open) e ao Ricardo Acioly, (Diretor de Relações do Rio Open), por esse reconhecimento, e fazer essa celebração todos juntos, desse meu ciclo que se encerra”, finalizou o tenista.

INGRESSOS – Os ingressos para a oitava edição do Rio Open apresentado pela Claro podem ser adquiridos no site www.eventim.com.br/rioopen. O maior torneio de tênis da América do Sul e único da ATP no Brasil acontece de 12 a 20 de fevereiro de 2022, no Jockey Club Brasileiro, sendo dia 12 o qualifying com entrada gratuita. No dia 14 tem início a chave principal, com a Grande Final acontecendo no dia 20 de fevereiro.

PROTOCOLOS – Para garantir a segurança e o bem-estar de todos, o Rio Open está seguindo os protocolos sanitários exigidos pelas autoridades competentes. Por isso, será obrigatória a APRESENTAÇÃO DO COMPROVANTE DO ESQUEMA VACINAL COMPLETO para acesso ao RIO OPEN.
A quantidade de doses comprovadas necessárias varia de acordo com a faixa etária. Confira: coronavirus.rio/comprovacao/vacina

Foto: Divulgação/Fotojump

Com tradição nos Jogos Pan-Americanos, tenistas brasileiros falam sobre a emoção da conquista de uma medalha

Acostumados ao individualismo inerente à modalidade, são poucos os tenistas que têm a oportunidade de representar o País em competições em equipe como Copa Davis, Jogos Olímpicos e Jogos Pan-americanos. Com histórico de vitórias e conquistas desde o início das disputas do Pan, o Brasil mantém sua tradição nos Jogos de 2019, que estão sendo disputados em Lima, no Peru.

Carolina Meligeni e Luisa Stefani levaram o bronze nas duplas e, neste domingo, João Menezes vai em busca do ouro na chave de simples.

A Tennis View voltou no tempo e ouviu alguns dos principais tenistas brasileiros que brilharam em Jogos Pan-americanos como Thomaz Koch, Patrícia Medrado, Fernando Meligeni, Joana Cortez, André Sá, entre outros, para saber os momentos marcantes e o quanto as conquistas representaram em suas carreiras. Confira abaixo os depoimentos dos tenistas, e logo depois a lista com todos os medalhistas brasileiros:

André Sá

“A medalha no Pan significou muito, pessoal e profissionalmente. Ganhar uma medalha numa competição tão importante mostra que você está fazendo as coisas certas e chegando aos seus objetivos. Essa medalha de ouro me deu muita confiança para acreditar que poderia competir contra os melhores. Foi um momento muito especial na minha carreira. O melhor foi escutar o Hino Nacional e levantar a bandeira do Brasil”.

Ouro nas duplas em Winnipeg 99

Gisele Miró

“A medalha de ouro no Pan foi meu resultado mais importante, até mesmo pela repercussão que teve. Graças ao título no Pan de Indianápolis, sou lembrada até hoje. As lembranças são muitas e todas boas. Fui a mais jovem integrante da delegação brasileira em Caracas, com 14 anos. Quatro anos mais tarde, conquistei a medalha de ouro e a de bronze ao lado do Fernando Roese, em Indianápolis. Subir no pódio e ouvir o Hino Nacional é uma experiência indescritível. Também fiz muitos amigos, em diversos esportes. Todas as noites nos reuníamos na Vila para saber dos resultados. Sempre que possível, pegava carona no ônibus das delegações para ir torcer pelo vôlei, basquete, natação, futebol, atletismo e ginástica. Muitos atletas também foram torcer por mim. Tafarel, Romário e Bebeto viviam me pedindo bolinhas de tênis e até cheguei a ir treinar junto com a equipe feminina de vôlei. No ano seguinte, ganhei um torneio da WTA na Itália e o Oscar [Schmidt], que jogava basquete na cidade, foi quem me entregou o troféu”.

Ouro em simples e bronze em duplas em Indianápolis

Vanessa Menga

“A medalha nos Jogos Pan-Americanos significou tudo na minha vida e na minha carreira. Foi uma das conquistas mais importantes e emocionantes. A melhor lembrança foi da vitória, ouvir o Hino Brasileiro, ver a bandeira ser estiada e receber a medalha de ouro no topo do pódio”.

Ouro em simples em Winnipeg 99

Fernando Meligeni

“A medalha no Pan foi o encerramento de uma carreira com chave de ouro. Tinha o sonho de jogar o Pan e nada melhor do que jogar e vencer. Foi a oportunidade de dar ao Brasil um título e uma medalha no esporte que eu tanto amo. Tenho muitas lembranças da competição. O dia a dia na Vila é sensacional. A final, sem dúvida, foi um marco na minha carreira”.

Ouro em simples em Santo Domingo

Joana Cortez

“A primeira medalha de ouro, em Winnipeg (1999) foi, sem dúvida, o momento mais importante da minha carreira. Estava começando a disputar o Circuito Profissional e sempre sonhava em participar de competições representando o Brasil, como Fed Cup, Pan e Olimpíadas. Foi um momento único jogar ao lado da Vanessa Menga. O ambiente dos Jogos Pan-Americanos é maravilhoso. Lembro-me de ter disputado uma final emocionante contra as chilenas, contando com o apoio da torcida e também de atletas brasileiros de outras modalidades. Ganhar a medalha de ouro e ouvir o Hino Nacional foi, sem dúvida, inesquecível”.

Ouro nas duplas em Winnipeg 99 e Santo Domingo e bronze nas duplas no Rio

 

Luciana Tella

“A medalha dos Jogos significou pra mim algo diferente, melhor do que qualquer troféu que tenho em casa. Acho que desperta na gente uma sensação especial de estar defendendo o País e um sentimento muito gostoso, que não tem preço. Saber que aquela medalha conta pontos para o nosso País é muito bom. O clima, as amizades, tudo é muito especial e diferente do que um torneio comum. Subir ao pódio é maravilhoso. A minha melhor lembrança é de quando jogamos a semifinal em Mar del Plata, contra a Argentina, e lá estavam todos os nadadores da seleção brasileira. Eles gritavam muito, era de arrepiar. Isso não acontece em nenhum torneio. Lembro-me do Xuxa gritando e aí consegui entender a importância daquele jogo. São lembranças lindas”.

Bronze nas duplas e por equipes em Mar Del Plata

Thomaz Koch

“Os Jogos Pan-Americanos, a Copa Davis e os torneios de Grand Slam, são as emoções mais fortes, mais marcantes na minha carreira tenística. Participando dos Jogos Pan-Americanos, pude sentir pela primeira vez que o esporte tem uma linguagem comum. A convivência com os outros atletas, principalmente do basquete, futebol, box e atletismo, tudo é uma coisa só, mesma adrenalina. Preparação antes dos jogos, nervosismo, black out mental em alguns durante a prova, etc. Para mim, foi uma constatação maravilhosa poder ver com os olhos de esportista qualquer evento e ter a noção de como esse ou aquele atleta estava sentindo durante a prova, o porque de uma reação assim ou assado.
Em segundo lugar, vencer o torneio com a torcida brasileira, atletas do basquete liderados pelo Amauri e outros esportes, dando a maior força na vitória contra Arthur Ashe em Winnipeg, Canadá. Na época, comparavam com Cassius Clay – ainda não era Muhammad Ali -. E, de bandeja, ainda venci a dupla com Mandarino, meu parceiro de tantas batalhas. E ainda teve a participação como técnico em dois Pans-Americanos, com os tenistas Fernando Roese, Gisele Miró, Neco Aerts, Patrícia Medrado, Marcelo Saliola, Claudia Chabalgoity, Andréa Vieira. Foi muito legal. Tenho excelentes lembranças e saudades dos Pan-Americanos. A melhor lembrança que tenho é comemorando as vitórias no tênis, basquete e futebol, com os respectivos técnicos após a vitória final nos três esportes”.

Ouro em simples e duplas em Winnipeg 67

Patrícia Medrado

“A medalha de prata do Pan do México foi a conquista que mais orgulho me trouxe. Apesar de ter perdido na final, subir ao pódio representando um país é uma sensação insuperável. Teve o sabor do inesperado, uma vez que eu não constava na lista das favoritas. Também representou uma  superação, pois, na década de 70, ser baiana e jogar tênis não era uma combinação de sucesso. A grande surpresa aconteceu na semifinal, quando venci em dois sets uma tenista americana [Sandy Step], que havia me derrotado na primeira fase do torneio. Outra grande lembrança foi o meu retorno ao Brasil e o carinho que recebi de todos, culminando com uma volta olímpica na Fonte Nova [antigo estádio de futebol de Salvador], mostrando a medalha,  em dia de clássico, juntamente com o futebolísta baiano Leguelé que também havia trazido uma medalha para o esporte baiano”.

Prata em simples na Cidade do México

Marcelo Saliola

“É sempre uma honra defender o país, independente da conquista de medalhas. No meu caso, que conquistei ouro e bronze, foi ainda mais satisfatório. Essa conquista é uma coisa que ninguém tira de você, e você lembra pra sempre. A melhor lembrança que tenho foi na final por equipes, quando o Neco e eu enfrentávamos a equipe de Porto Rico. Vencemos no terceiro set por 7/6. Lembro que na arquibancada estavam integrantes das equipes de basquete, atletismo e natação e eles invadiram a quadra para comemorar com a gente”.

Bronze em simples e ouro por equipes em Havana

Nelson Aerts

“Participei de duas edições do Pan, em Indianápolis e em Cuba. O tênis tem um problema sério: é um esporte muito individualista, ele não cria no atleta, desde pequeno, a cultura de defender o seu clube, por exemplo. No Pan e nas Olimpíadas é a oportunidade que temos de nos aproximar de outros esportes, ver que outros esportistas passam pelas mesmas dificuldades que nós. Atletas de outras modalidades são mais acostumados a se posicionares ao lado de entidades esportivas, então participar de eventos como esses faz com que o tenista abra sua visão. É um ganho inacreditável. Você representa seu país, se integra com outros atletas, compete em equipe. Só quem foi consegue ter um entendimento maior da importância do esporte, entendendo que ele pode mobilizar um país. Tive a oportunidade de jogar em Cuba, que é referencia mundial ao desenvolver pessoas por meio do esporte e da educação. Vi que lá o esporte é capaz de transformar uma ilhazinha em um país respeitado por seus atletas. Foi um aprendizado muito grande. Tenho duas lembranças boas: em Cuba, a dedicação e entrega do Saliola e do Kyriakos, que eram mais jovens e suportaram bem a pressão; e nas duas edições do Pan, as amizades geradas com pessoas que até em tão não tinha contato e ficaram pra sempre”.

Ouro por equipes em Havana

João Soares

“Foi muito legal. Joguei com João Carlos Schmidt [Filho], tivemos três match points no tiebreak, contra os Estados Unidos. Lembro que no 6/5 o Schmidt disse: ‘eu vou sacar e você cruza’. Eu não cruzei e nós acabamos perdendo o jogo e a oportunidade de ganhar a medalha de ouro. Ah, se eu pudesse voltar atrás seria ótimo. Mas, a dupla dos Estados Unidos era muito boa, já jogavam tênis profissional. Eu estava no tênis universitário. Foi muito legal ganhar uma medalha e estar ao lado de atletas de diversas modalidades”.

Bronze nas duplas na Cidade do México

Teliana Pereira

“Ter a oportunidade de jogar o Pan-Americano no Brasil e trazer uma medalha para casa foi algo que vai ficar marcado pra sempre. Guardo essa medalha com muito carinho, me dá motivação pra melhorar a cada dia. Com certeza, a melhor lembrança da disputa foi subir no pódio, receber uma medalha e ouvir o Hino Nacional.”

Bronze nas duplas no Rio

 

Andréa Vieira

“O Pan foi uma experiência única. Estive em Cuba e Mar Del Plata. O tênis é um esporte individual, então é uma experiência nova para nós que estamos sempre viajando sozinhos. Pude conhecer a rotina dos atletas que praticam esportes coletivos. Nos sentíamos mais seguros por sermos integrantes de uma equipe, é muito motivante. O complexo de tênis era perto da Vila, então queríamos ganhar para que todos pudessem ouvir o Hino Nacional sendo tocado para nós. É um privilégio estar em uma competições dessa, não tem dinheiro que compre a sensação de estar lá. Acredito que os tenistas só sentem algo igual quando estão na Davis ou Fed Cup, porque é quando todos estão com o sangue quente pelo país. Pra se ter uma ideia, eu cheguei à terceira rodada de Roland Garros e a repercussão não foi a mesma das conquistas no Pan”.

Ouro por equipes em Havana e Bronze por equipes e nas duplas em Mar del Plata

Miriam D’Agostini

“Eu ganhei a medalha de bronze por equipe nos Jogos Pan-americanos de Mar del Plata. Eu era bem jovem, tinha 15 anos e foi muito emocionanete subir ao pódio e receber a medalha. O mais bacana foi vivenciar pela primeira vez o clima dos Jogos Pan-americanos, conviver com os outros atletas brasileiros na Vila e poder acompanhar outras modalidades esportivas. Dentro da quadra, minha melhor lembrança foi a disputa da dupla mista ao lado do Márcio Carlsson. Apesar de não termos levado uma medalha, foi ótima a experiência.”

Bronze por equipes em Mar del Plata

Flávio Saretta

“O Pan foi muito importante pra mim. Foi minha última vitória como profissional e praticamente a última competição que disputei, porque logo depois eu me lesionei. Foi especial por ter sido no Brasil e por valer uma medalha, que é algo super diferente para um tenista. Minha melhor lembrança são os vários match points que eu salvei: foram dois na semifinal contra o Schwank e dois na final [contra Adrián García]”.

Ouro em simples no Rio

Cidade do México 1955
Bronze 
Ingrid Charlotte Metzer/Maria Esther Bueno

São Paulo 1963
Ouro
Roland Barnes
Maria Esther Bueno
Bronze
Carlos Fernandes/ Roland Barnes

Winnipeg 1967
Ouro
Thomaz Koch
Thomaz Koch/Edson Mandarino

Cidade do México 1975
Prata
Patrícia Medrado
Maria Cristina Andrade/Wanda Bustamente Ferraz

João Soares

Indianópolis 1987
Ouro
Fernando Roese
Gisele Miró

Havana 1991
Ouro
Nelson Aerts, Marcelo Saliola, William Kyriakos Cláudia Chabalgoity  Andréa Vieira
Bronze
Marcelo Saliola
Andrea Vieira

Mar del Plata 1995
Bronze

Andrea Vieira, Luciana Tella, Miriam D’Agostini  e Vanessa Menga
Andrea Vieira/Luciana Tella 

Winnipeg 1999
Ouro
Joana Cortez/Vanessa Menga
André Sá/Paulo Taicher
Bronze
Paulo Taicher

Santo Domingo 2003
Ouro
Fernando Meligeni
Bruna Colósio/Joana Cortez

Rio de Janeiro 2007
Ouro
Flávio Saretta
Bronze
Teliana Pereira/Joana Cortez

Guadalajara 2011

Prata

Rogério Dutra Silva

Bronze

Rogério Dutra Silva/Ana Clara Duarte

Por Fabiana de Oliveira, Leonardo Stavale e Edgar Lepri

Projeto Bola Dentro comemora 11 anos de inclusão social por meio do tênis

As quadras do Parque Villa-Lobos se preparam para celebrar uma data importante na história da inclusão social, por meio do tênis, no Brasil: os 11 anos do Projeto Bola Dentro que, desde 2005, se dedica à formação sócio-educativa de crianças e adolescentes de baixa renda, residentes em áreas de vulnerabilidade da cidade de São Paulo. Durante o evento, na próxima sexta-feira dia 24 de junho, o ex-tenista Flávio Saretta será anunciado como embaixador do projeto e porta-voz das atividades sociais. Logo após será servido um brunch aos convidados, com a entrega dos novos uniformes e a apresentação dos novos patrocinadores: Itaú, Rede e Raízen. Em seguida, um desafio de duplas será disputado entre os patronos e os alunos do Bola Dentro.

Bola Dentro

“É uma sensação incrível. Nessas horas percebo que todo o esforço valeu a pena. Um projeto sério, onde muitas crianças e jovens são transformados em cidadãos, em pessoas melhores e o mais gratificante: através do esporte que mais amo. Estou muito honrado e emocionado com o convite. Levarei para onde eu for o nome do Bola Dentro”, diz Flávio Saretta.

Diariamente, o projeto oferece aulas de tênis gratuitas em duas quadras do parque, acompanhamento psicológico, assistência social e avaliação de rendimento escolar de 200 alunos com idades entre 7 e 18 anos, e visa mostrar às pessoas, de qualquer classe social, que o tênis pode ser um esporte para todos. Mas, a proposta da ONG vai além do ensino do esporte. Mais que uma atividade física, o Bola Dentro representa para as crianças e adolescentes uma oportunidade de mudar de vida. Eles são orientados pelo coordenador Agostinho Carvalho, que faz parte da história do projeto desde o início, há 11 anos. “É um trabalho feito com muito amor pois melhora as vidas de muitas crianças. Por passarem tanto tempo nas quadras e nos torneios, elas aprendem muito, adoram jogar e saem com uma profissão dentro do tênis”.

Ao aliar esporte e educação, a iniciativa busca a transformação de cidadãos por meio de valores passados pela modalidade e constroi campeões, dentro e fora das quadras. Os resultados não demoram a aparecer. Os alunos, que começam como pegadores de bolas, podem se tornar rebatedores, professores, auxiliares, tenistas profissionais, juizes de linha e árbitros de cadeira. Alguns já foram convidados a atuar em grandes competições internacionais. “Temos hoje 20 juizes de linha e 4 árbitros ‘white badge’, que já estão na Europa e ficarão por lá até o torneio de Wimbledon. Há os que trabalham em clubes como menores aprendizes e depois vêm para cá, onde damos sequência ao aprendizado. Muitos professores de tênis que já foram nossos alunos, hoje repassam os ensinamentos que receberam a outras crianças e adolescentes do projeto. É algo extremamente gratificante. Eu digo que tenho duas vidas: a minha e a do projeto. Mas, na verdade, elas se misturam. Afinal, o Bola Dentro é a minha vida”, afirma Agostinho.

Itaú e o Tênis
A relação do Itaú com o tênis data da década de 1970. A união longa e duradoura com o esporte está apoiada em uma plataforma completa que vai da base da modalidade até o alto rendimento. Na fase de iniciação esportiva, o Itaú apoia o Projeto Campeões da Vida do Instituto Guga Kuerten, o Circuito Tênis para Todos e a Caravana do Esporte. Já na esfera profissional, o banco é o apresentador do “Miami Open presented by Itaú”, considerado o quinto Grand Slam da temporada, e do Rio Open, único torneio da América do Sul a reunir uma etapa da ATP/WTA. O banco também apoia o Itaú Masters Tour, circuito que chega a 14ª temporada em 2016. Com o objetivo de ampliar sua plataforma de apoio ao tênis, o Itaú passa a patrocinar também o Projeto Bola Dentro.

Serviço
Projeto Bola Dentro – Parque Villa-Lobos
Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001
Alto de Pinheiros – São Paulo – SP
De segunda à sexta-feira, das 7h às 17h

O Bola Dentro é incentivado pelo Ministério do Esporte, por meio da Lei de Incentivo e Fomento ao Esporte. O patrocínio é do Itaú, Rede e Raízen. O projeto tem o apoio dos Correios, TSR, Leticia Arte & Talento e Secretaria do Meio Ambiente – Governo do Estado de São Paulo.

Flavio Saretta é o campeão geral do Itaú Masters Tour 2014. Luciana Tella fica com título no feminino

Saretta - Masters Tour 2 peqO ex-top 45 do mundo, Flavio Saretta levantou neste sábado (22/11) a Taça Luiz Roberto Jábali, de campeão do Itaú Masters Tour 2014. Este foi o primeiro ano que o paulista disputou o circuito de Masters mais tradicional da América Latina. Para vencer o título, Flavio Saretta e César Kist venceram Júlio Silva e Júlio Góes por 7/5 e 6/4 na grande final do circuito de Masters, em Angra dos Reis. No feminino, Luciana Tella conquistou a taça pela segunda vez consecutiva.

Flavio Saretta, de 34 anos, ficou muito feliz após a conquista. “Estou muito contente em vencer a taça de melhor do circuito já no meu primeiro ano disputando o Masters Tour. Na verdade, o fato de estar competindo novamente é o mais importante para mim. Sentir a adrenalina de sacar para fechar uma partida, estar com os amigos do tênis, isso não tem preço. Espero estar aqui novamente no próximo ano”, comentou Saretta, que nesta temporada venceu a etapa de São Paulo ao lado de Fernando Roese.

Por sua vez, César Kist também compartilhou do momento feliz de Saretta. “Estou sem palavras, é a segunda vez que ajudo um tenista a ser o campeão geral do circuito, a outra foi em 2008, quando o Nélson Aerts levou a taça. Além disso, estar aqui participando de um jogo de alto nível como esta final contra o Meca (Góes) e Julio Silva é muito gratificante”, disse Kist, ex-top 80 do mundo em duplas.

Feminino

Luciana Tella - Masters Tour peqAntes da final masculina, o circuito de Masters mais tradicional da América Latina conheceu sua primeira bicampeã. Luciana Tella levou para casa a Taça Luiz Roberto Jábali mais uma vez, já que também tinha sido a melhor do circuito em 2013. Na decisão do Itaú Masters Tour 2014, Luciana Tella e Marina Tavares bateram Andréa “Dadá” Vieira e Roberta Burzagli por 6/4 e 6/3.

Natural de Campinas e ex-top 145 da WTA, Tella, estava muito surpresa com a vitória. “Estou muito feliz. Eu não esperava, estava sem grandes expectativas. Mas, quando cheguei aqui, vi que teria ao lado uma nova parceria com Marina Tavares e depois que vencemos a primeira rodada passei a acreditar mais que seria possível ser a campeã do circuito novamente”, comemorou Tella, de 44 anos e que este ano venceu a etapa de São Paulo do Itaú Masters Tour, ao lado de Ana Paula Zannoni. A Taça Luiz Roberto Jábali foi instituída em 2005, em homenagem ao pai do ex-profissional Roberto Jábali. Todo campeão geral do circuito tem seu nome gravado na taça.

Marina Tavares teve uma grande estreia no circuito. Já no primeiro torneio que participou, foi campeã. “Estou muito contente. Logo na minha primeira participação, já saí com o título e ainda ajudei minha parceira a ser campeã do circuito. Sem contar que o clima aqui é muito bom e o evento é fantástico, foi perfeito”, celebrou Tavares, que foi top 250 de duplas da WTA.
Tênis para Todos
Dentro das atividades do Itaú Masters Tour 2014, foi realizada uma clínica do projeto “Tênis para Todos”, ministrada por Eloy de Souza e Andréa “Dadá” Vieira para crianças de 6 a 12 anos. Este projeto acontece em escolas públicas no estado São Paulo, capacitando professores de Educação Física para massificação do esporte.

“Foi muito bom ter participado desta clínica no Club Med, em que apresentamos a metodologia do projeto. Tivemos aqui crianças que nunca tinham jogado antes, cumprindo nosso objetivo”, disse Eloy de Souza, coordenador técnico do projeto.

A 12ª edição do Itaú Masters Tour é uma realização do Grupo Try, com o patrocínio do Itaú, co-patrocínio Petrobras – Governo Federal, Brasil – País Rico é País sem Pobreza, FloridAzul, Santos Brasil, MDS, Optimum Nutrition (ON), e apoios da Época, Babolat – Bola Oficial, Hospital Copa D`Or.

O site oficial do evento é o www.grupotry.com.br. Além disso, a competição também estará presente no Twitter (@grupotry), Instagram (@grupotry) e Youtube (/grupotry1). A hashtag oficial da competição é #ItauMastersTour

Koch e Saretta duelam na abertura da etapa decisiva do Itaú Masters Tour, em Angra dos Reis

Saretta - João Pires peqDepois de percorrer as etapas de Curitiba (PR), Ribeirão Preto (SP), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), os melhores tenistas do Itaú Masters Tour 2014 se reúnem em Angra dos Reis (RJ) na grande final que coroará o melhor tenista da temporada no masculino e feminino com a Taça Luiz Roberto Jábali.

Nesta quinta-feira, grandes nomes do tênis brasileiro entram em quadra. Em destaque, o duelo entre Flavio Saretta/César Kist contra Thomaz Koch/Marcio Carlsson abre a programação às 16h. Este é o primeiro ano de Saretta, ex-top 45 do mundo, entre os seniores. No mesmo horário, na quadra 1, Fernando Roese, atual número 1 do ranking sênior, forma dupla com João Soares em duelo contra Roberto Jábali e Givaldo Barbosa.

A rodada ainda terá Ricardo Mello, que chega ao Club Med Rio das Pedras para defender o título de campeão da temporada 2013, em parceria com Alexandre Hocevar. A dupla paulista estará frente a frente na estreia contra Mauro Menezes e Francisco Costa.

As dupla que avançar neste confronto irá encarar na fase seguinte os vencedores da partida entre Júlio Silva e Julio Góes contra Adriano Ferreira e William Kyriakos. Quem passar da primeira rodada assegura vaga nas semifinais do principal circuito de seniores da América Latina.

Feminino
Na chave feminina, que começa somente na sexta-feira, foram anunciadas as duplas e os primeiros confrontos da competição. Segundo a pontuação do ranking, Sumara Passos e Sabrina Giusto dividem a liderança empatadas com 30 pontos cada. Na disputa pelo título da temporada, a Taça Jábali ainda estão Luciana Tella, atual detentora do título, e Andréa Vieira.

Sumara Passos/Patricia Medrado vs. Andréa Vieira/Roberta Burzagli
Luciana Tella/Marina Tavares vs. Sabrina Giusto/Ana Paula Zannoni

Programação – Itaú Masters Tour 2014 (quinta-feira)
Quadra Central
16h – Flavio Saretta/César Kist vs. Thomaz Koch/Marcio Carlsson
A seguir – Ricardo Mello/Alexandre Hocevar vs. Mauro Menezes/Francisco Costa

Quadra 1
16h – Fernando Roese/João Soares vs. Roberto Jábali/Givaldo Barbosa
A seguir – Adriano Ferreira/William Kyriakos vs. Júlio Silva/Júlio Góes

A 12ª edição do Itaú Masters Tour é uma realização do Grupo Try, com o patrocínio do Itaú, co-patrocínio Petrobras – Governo Federal, Brasil – País Rico é País sem Pobreza, FloridAzul, Santos Brasil, MDS, Optimum Nutrition (ON), e apoios da Época, Babolat – Bola Oficial, Hospital Copa D`Or.

O site oficial do evento é o www.grupotry.com.br. Além disso, a competição também estará presente no Twitter (@grupotry), Instagram (@grupotry) e Youtube (/grupotry). A hashtag oficial da competição é #ItauMastersTour

Foto: João Pires

Flavio Saretta, Ricardo Mello e Júlio Silva jogam Itaú Masters Tour em Brasília

Saretta - João Pires peqOs jogadores Ricardo Mello, Julio Silva e Flavio Saretta já confirmaram presença na terceira etapa do Itaú Masters Tour, de 16 a 18 de maio no Iate Clube de Brasília, Capital Federal, com entrada gratuita para o público.

Os três são os mais recentes integrantes do grupo que disputa o torneio mais tradicional de seniors do Brasil. Ricardo Mello e Julio Silva deixaram o circuito professional no ano passado e Saretta, que também havia se aposentado, decidiu ao profissionalismo e jogar o Itaú Masters Tour é mais uma forma de recuperar o ritmo de jogo.

Ricardo Mello, que esta acompanhando João Olavo Souza, o Feijão, nos torneios do circuito ATP, fez uma pausa no trabalho para estar em Brasília no próximo final de semana, assim como Julio Silva, que atualmente é técnico na Academia Tennis Pro Araçatuba.

Ao lado deles estarão William Kyriakos, João Soares, Marcelo Saliola, Fabio Silberberg, Antonio Prieto, Marcio Carlsson, Roger Guedes, Francisco Costa, alexandre Simoni, Júlio Góes, Givaldo Barbosa, e a dupla representante do clube.

Na chave feminina, estarão presentes Patrícia Medrado, Ana Paula Zannoni, Joana Cortez, Luciana Tella, Carla Tiene, Sumara Passos, Sabrina Giusto e Renata Dias.

A competição inicia na próxima sexta-feira e segue até domingo, no Iate Clube de Brasília, com entrada gratuita para o público.
Esta é a terceira etapa do Itaú Masters Tour que em 2014 terá cinco torneio classificatórios e a Grande Final no Club Med de Angra dos Reis.

A 12ª edição do Itaú Masters Tour é uma realização da Try Sports Empreendimentos Esportivos, com o patrocínio do Itaú, co-patrocínio Petrobras – Governo Federal, Brasil – País Rico é País sem Pobreza – e Azul – a transportadora oficial – e o apoio da Babolat – a bola oficial do circuito -. Em Brasília, o evento recebe o apoio de Hotel Meliã 21 e Iate Clube de Brasília. O site oficial do evento é o www.trysports.com.br. Além disso, a competição também estará presente no Twitter (@trysportsbrasil), Facebook (/trysportsbrasil) e Instagram (TrySports). A hashtag oficial da competição é #ItaúMastersTour

Masculino:

1- William Kyriakos
2- João Soares
3- Marcelo Saliola
4- Ricardo Mello
5- Fabio Silberberg
6- Antônio Prieto
7- Marcio Carlsson
8- Roger Guedes
9- Francisco Costa
10- Alexandre Simoni
11- Júlio Góes
12- Givaldo Barbosa
13- Júlio Silva
14- Flavio Saretta

Feminino:
1- Patricia Medrado
2- Ana Zannoni
3- Joana Cortez
4- Luciana Tella
5- Carla Tiene
6- Sumara Passos
7- Sabrina Giusto
8- Renata Dias

Outras informações:
Lia Benthien
(48) 9915 6061
(11) 5093 9312 Fabiana Oliveira

Foto: João Pires/Fotojump

Rogerinho estreia com vitória em São Paulo e vai encarar Ghem. Estreia de Saretta em simples fica para quarta

Rogerinho - CH de SP - João Pires peqRogério Dutra Silva estreou com vitória no São Paulo Challenger de Tênis, torneio patrocinado pelo Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A chuva mudou um pouco a programação e o brasileiro só entrou em quadra às 14h30. Depois de um começo ruim, quando permitiu a Juan Ignacio Londero (ARG) abrir 3×0, ele se recuperou e eliminou o argentino por 6/4 7/5. Na próxima rodada, vai enfrentar André Ghem.

“As condições daqui são boas também para o Ghem, com certeza será uma partida bem disputada”, antecipou Rogerinho. “O mais importante de hoje sem dúvida foi sair com a vitória, vencer na estreia é muito importante, ainda mais depois de vir de Copa Davis. Sinto que a adrenalina da Davis ainda está no meu corpo, isso leva tempo para sair”, falou o responsável pelas duas vitórias do Brasil nas simples contra o Equador.

O português Gastão Elias, treinado pelo brasileiro Jaime Oncins também avançou na chave. De virada ele venceu Andres Molteni(ARG) por 7/5 2/6 6/0. Elias disputará a vaga nas quartas com Tak Khunn Wang, francês que passou por Pedro Sakamoto na estreia.

Chuva adia estreia de Saretta na chave de simples

A chuva no começo da noite em São Paulo, prejudicou mais uma vez o andamento dos jogos do São Paulo Challenger de Tênis, torneio patrocinado pelo Itaú por Meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A partida de estreia de Flavio Saretta contra Diego Schwartzman(ARG) foi cancelada e remarcada para a quarta-feira, por volta das 12 horas.

“Isso faz parte do tênis, mas eu queria jogar hoje, acordei pilhado para entrar em quadra. Agora é dormir tranquilo e voltar amanhã”, disse Saretta.

Amanhã serão ao todo 16 jogos a serem realizados no Clube Paineiras do Morumby, com entrada gratuita para o público.

Foto: João Pires/Fotojump

Ghem vence e Saretta estreia nesta terça no São Paulo Challenger de Tênis

Ghem - CH de SP peqO gaúcho André Ghem, 197º da ATP, fez uma ótima partida na estreia do São Paulo Challenger de Tênis. Ele venceu o belga Kimmer Coppejans, 218º do mundo, campeão juvenil de Roland Garros em 2012 e que vinha de vitória em Itajaí sobre o argentino Horacio Zeballos, 126º da lista. Ghem marcou 7/5 6/1 e avançou à segunda rodada do torneio patrocinado pelo Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte.

“Foi uma estreia melhor do que eu esperava. Cheguei sem muita expectative. O primeiro set eu estava meio preso, sem abrir vantagem na parcial. No segundo, comecei a jogar melhor, segurando a onda após a quebra. Sinto que consegui manter o ritmo da última semana. Agora é pensar no dia a dia, sempre melhorando e também buscar os resultados nas duplas, ao lado do Saretta”, disse Ghem que ainda hoje entra em quadra ao lado de Flavio Saretta pela chave de duplas, contra os argentinos Martin alund e Guillermo Duran.

Tiago Fernandes não alcançou um resultado positive diante do cabeça 2 Guido Pella(ARG). Apesar de um início equilibrado, ele foi superado pelo 125o do ranking em dois sets, parciais de 6/3 6/2.

Pedro Sakamoto, convidado da organização como Fernandes, fez um bom jogo contra o francês Tak khunn Wang, levando a decisão para o terceiro set, mas não resistiu ao jogo do adversário e foi eliminado em três sets, parciais de 7/5 4/6 6/2.

A terça-feira marcará a estreia dos outros sete brasileiros que não entraram em quadra hoje pela chave de simples. Flavio Saretta, Rogerio Silva, João Olavo Souza, José Pereira, Thiago Monteiro, Bruno Sant’Anna e Fernando Romboli.

Rogerinho abre a rodada contra Juan Ignacio Londero(ARG) na quadra central às 10h30.

“Estreia é sempre difícil, o torneio está duro como sempre , espero começar bem e ir melhorando jogo a jogo e quem sabe ganhar, estou aqui para ganhar. Fiquei esta semana recuperando da Copa Davis, uma competição que consome muito mental, físico, tudo, e fiquei recuperando para voltar bem nos torneios no Brasil”, explicou Silva.

O principal favorito ao título, o esloveno Blaz Rola enfrenta José Pereira, o irmão da número 1 do Brasil Teliana Pereira também às 10h30 na quadra 1. João Olavo Souza enfrentará o qualifier Sherif Sabry(EGY) na sequência de Silva e depois dele, Thiago Monteiro e Bruno Sant’Anna duelam para avançar no torneio.

A rodada noturna, às 19 horas na central, marca o retorno de Flavio Saretta ao circuito professional, contra Diego Sebastian Schwartzman(ARG), vice-campeão do Challenger em Santa Catarina na semana passada.

Resultados parciais segunda-feira

Qualifying – Final
Gabriel Hidalgo (ARG) d. Tristan Weissborn (AUT) – 6/1 6/4
Guillermo Duran (FRA) d. Frederico Silva (POR) – 6/1 3/6 6/3
Sherif Sabry (EGT) d. Tiago Lopes (BRA) – 6/3 6/2
Nikola Ciric (SER) d. Christian Lindell (SUE) – 6/1 4/6 6/4

Primeira Rodada – Resultados Parciais
André Ghem (BRA) d. Kimmer Coppejans (BEL) – 7/5 6/1
Tak Wang (FRA) d. Pedro Sakamoto (WC/BRA) – 7/5 4/6 6/2
David Souto (VEN) d. Mohamed Safwat (EGT) – 6/1 7/6 (4)
Guido Pella (2/ARG) d. Tiago Fernandes (WC/BRA) – 6/3 6/2

Foto: João Pires/Fotojump

Flavio Saretta e Bruno Sant’Anna ganham convite para chave principal do São Paulo Challenger

Saretta - CH de SP peqFlavio Saretta e Bruno Sant’Anna receberam os dois primeiros convites para jogar a chave principal do São Paulo Challenger de Tênis, patrocinado pelo Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte.

Saretta, ex-44 do ranking da ATP em 2003, resolveu encarar o desafio de voltar ao circuito profissional depois de jogar o qualifying do ATP de São Paulo.

“Joguei o quali em São Paulo como diversão, sem treinar, mas mexeu demais comigo, me emocionei e vi que tinha coisas para serem resolvidas aqui dentro. Depois de conversar muito com milha mulher, meu filho, com o João Zwetsch, o Paulo fisioterapeuta, acabei entrando nesse desafio de cabeça e estou muito feliz. Agradeço o convite do Instituto Sports que vai fazer isso possível”, disse Saretta que havia se aposentado em 2010.

Campeão de duplas em Umag, em 2004 e com sete títulos de challenger no currículo, Saretta também alcançou as oitavas de final em Roland Garros em 2003, mesmo ano em que chegou à terceira rodada em Wimbledon e no US Open.

“Estou treinando forte com a equipe do Batata(Wilton Carvalho), o Edvan e o Natalino, eles e a 5R têm me ajudado demais nesse desafio”.

O tenista Bruno SantAnna também ganhou convite da organização para disputar a chave principal do São Paulo Challenger de Tênis, no Clube Paineiras do Morumby, a partir deste sábado e até o dia 20 de abril, com entrada gratuita para o público. SantAnna, atual 422o da ATP, começou bem a temporada 2014, com um título de Future e quartas de final no Challenger de Salinas.

“Eu queria agradecer ao Instituto Sports pelo convite, essa chance é muito importante pra mim e é muito bom jogar em São Paulo, perto de casa, da família e em um evento bem feito como o São Paulo Challenger. Estou muito feliz e vou dar o meu melhor dentro de quadra, pode ter certeza”, falou Bruno.

“O Saretta voltou a treinar, está se sentindo saudável fisicamente e quer retornar por mais um tempo. Como foi o físico que o afastou das quadras, estamos dando esse apoio a ele. Já o Bruno SantAnna é um jovem garoto que vem conseguindo bons resultados no circuito, nós acompanhamos a carreira dele desde os torneios juvenis e ele merece uma chance”, disse Danilo Marcelino, presidente do Instituto Sports.

PREMIAÇÃO & PONTOS – A segunda edição do São Paulo Challenger de Tênis distribui premiação de US$ 40 mil, oferece hospedagem aos atletas da chave principal e conta pontos de US$ 50 mil para o ranking mundial. O campeão de simples fatura US$ 5.750, enquanto os vencedores da chave de duplas dividem o prêmio de US$ 2.480.

TRANSMISSÃO DAS PARTIDAS – A entrada no Clube Paineiras do Morumby é gratuita, porém todas as partidas podem ser acompanhadas ponto a ponto pelo Live Score do site da ATP (www.atpworldtour.com). Imagens dos confrontos da chave principal, disputados nas quadras central e 1, têm transmissão pelo site LiveStream (new.livestream.com/atp).

SITE, TWITTER, FACEBOOK e INSTAGRAM – Informações sobre o evento também podem ser acompanhadas pelo site (www.institutosports.com.br), twitter (@institutosports) e facebook (/institutosports). Imagens serão postadas no Instagram “Instituto Sports”. A hashtag oficial do evento é: #spatpchallenger.

O São Paulo Challenger de Tênis é apresentado pelo Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com o co-patrocínio de Raízen, Alupar, Cemig – Governo de Minas -, Algar, Azul – a transportadora oficial – Braskem, Estácio e Santos Brasil, e o apoio de Sonne, Época, Rio Quente Resorts, Instituto Proa, Clube Paineiras do Morumby, ATP Challenger Tour e Federação Paulista de Tênis. A realização é do Instituto Sports.

SÃO PAULO CHALLENGER DE TÊNIS
ATP Challenger – US$ 40 mil + hospedagem
Período: de 12 a 20 de abril de 2014
Local: Clube Paineiras do Morumby
[Av. Dr. Alberto Penteado, 605 – Morumbi – São Paulo/ SP – Brasil]
Entrada gratuita

Foto: João Pires/Fotojump

Flavio Saretta e Mauro Menezes estreiam com vitória no Itaú Masters Tour em Curitiba

Saretta e Menezes peqA etapa inaugural do Itaú Masters Tour2014 no Graciosa Country Club, nesta sexta-feira, marcou a estreia de Flávio Saretta no tradicional circuito que reúne ex-profissionais do tênis. Saretta, ao lado de Mauro Menezes, superou a falta de ritmo e venceu Antonio Prieto e Ivan Kley por 7/6(2) 6/2.

“Estou me sentindo um juvenil no circuito de másters”, brincou Saretta. “Está sendo muito legal encontrar jogadores que jogaram comigo no profissional, como o Ricardinho e o Julinho, outros que me treinaram, como o João Soares, o Roese, o Maurão, estou me divertindo. Ter que olhar a programação para ver que horas vou jogar, pensar se tenho que comer agora ou daqui a pouco são coisas que não pensava há cinco anos, muito legal”, completou.

E Saretta vai ter a oportunidade de relembrar os duelos juvenis e profissionais contra Ricardo Mello nas semifinais deste sábado. Mello e Givaldo Barbosa venceram Thomaz Koch e Pablo Albano por duplo 6/3 e disputam vaga na decisão de domingo justamente contra Saretta e Menezes.

A dupla campeã da 1ª etapa em 2013, os representantes do Graciosa Country Club Rodrigo Cristo e Rafael Kompatscher, mostraram que são fortes candidatos ao bicampeonato ao eliminarem Jaime Oncins e Fabio Silberberg por 7/6(3) 6/4, diante da enorme torcida do clube.

Os adversário de Kompatscher e Cristo serão Marcio Carlsson e Fernando Roese, que eliminaram Julio Silva e Cesar Kist de virada, por 3/6 6/3 10/4.
Neste sábado, a partir das 16 horas acontecem as semifinais da 1ª etapa do mais tradicional circuito de Masters do Brasil. O dia internacional da mulher, também marca o início da chave feminina do torneio. Luciana Tella e Andrea Meister enfrentam Dadá Vieira e Sabrina Giusto, enquanto Joana Cortez e Roberta Burzagli jogam contra Ana Paula Zannoni e Patrícia Medrado.
As finais são no domingo, a partir das 9h30 a feminina e a seguir a masculina. A entrada é gratuita no Graciosa Country Club.

Resultados de sexta-feira

Rodrigo Cristo/Rafael Kompatscher d. Jaime Oncins/Fabio Silberberg 7/6(3) 6/4
Ricardo Mello/Givaldo Barbosa d. Pablo Albano/Thomaz Koch 6/3 6/3
Flavio Saretta/Mauro Menezes d. Antonio Prieto/Ivan Kley 7/6(2) 6/0
Marcio Carlsson/Fernando Roese d. Julio Silva/Cesar Kist 3/6 6/3 10/4

Foto: João Pires/Fotojump