Luisa Stefani, número 10 do mundo, tem estreia marcada para a manhã desta segunda-feira (2) no WTA 1000 de Pequim, na China, torneio sobre o piso duro com premiação de US$ 8 milhões. Ela atua ao lado da carioca Ingrid Martins e as duas enfrentam a dupla da bielorrussa Yana Sizikova e da taiwanesa Latisha Chan, no último jogo da quadra 6, por volta das 6h (horário de Brasília).
“Animada para a nossa estreia. Estamos treinando super bem nos últimos dias. Deu para adaptar melhor agora com o fuso horário. Condições diferentes, bem mais lento que Tóquio, bolas diferentes também. Cada jogo é duro, é o último WTA 1000 do ano. Então é dar aquele gás para terminar bem a temporada, principalmente com a Ingrid. Esperamos fazer uma boa estreia, vamos para cima”, afirmou Luisa.
Luisa jogará também ao lado de Ingrid o WTA 500 de Zhengzhou, com início no dia 9 deste mês.
Luisa Stefani, 21ª colocada do ranking mundial, e a francesa Caroline Garcia, quarta do mundo em simples, conquistaram, neste domingo (25), o título do WTA 500 de Berlim, na Alemanha, realizado na grama, com premiação de US$ 789 mil. A dupla da paulistana e da francesa derrotou as tchecas Katerina Siniakova, número 1 do mundo na modalidade, e Marketa Vondrousova por 4/6 7/6 (10/8) 10/4, após 1h40min. A dupla de Luisa e Garcia salvou três match-points no segundo set.
Esta é a oitava conquista nível WTA de Luisa na carreira, a terceira somente este ano onde ganhou também os títulos em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, com a chinesa Shuai Zhang, e Adelaide, na Austrália, com a americana Taylor Towsend. É sua primeira conquista deste nível no piso de grama. Em 2019 ela havia vencido o W100 de Ilkley, na Inglaterra, ao lado de Beatriz Haddad Maia, torneio da categoria ITF.
Luisa Stefani somará 470 pontos no ranking desta segunda-feira e irá aparecer como a 14ª colocada. Ela já foi a nona do mundo no começo do ano passado. Stefani ficou parada por uma temporada e retornou em setembro passado fora das 700 melhores do mundo e desde então já soma seis conquistas, mais o título de mistas do Australian Open com Rafael Matos.
“Muito feliz com o título aqui em Berlim. Ótima semana, jogo com emoção hoje, salvamos alguns match-points, um pouco de altos e baixos, mas no final terminamos firmes e fortes, o que foi o mais importante. Primeiro título WTA na grama, primeiro torneio no piso depois de muito tempo, então muito feliz de estar de volta. Agora seguimos em frente em Eastbourne e preparar para Wimbledon que está chegando. Ótimo começo e agora seguimos, obrigada pela torcida de todos”, comemorou a paulistana, patrocinada pela Fila e Faros Invest, embaixadora XP COB e que conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.
Luisa segue para Eastbourne, na Inglaterra, onde, a partir desta segunda-feira, disputa o WTA 500 local na grama, último preparatório para Wimbledon. Ela atua com a chinesa Zhaoxuan Yang e na primeira rodada elas enfrentam as britânicas Harriet Dart e Heather Watson.
Luisa Stefani está na final do WTA 500 de Berlim, na Alemanha, torneio que é disputado na grama e que serve como preparação para Wimbledon.
Neste sábado, a brasileira e a francesa Caroline Garcia passaram pela parceria formada pela norte-americana Nicole Melichar e a australiana Ellen Perez, em sets diretos, com um duplo 6/4.
Na decisão, Stefani e Garcia terão pela frente as tchecas Katerina Siniakova e Marketa Vondrousova.
Luisa Stefani, 25ª lugar do ranking mundial, e a canadense Gabriela Dabrowski, 7ª colocada, se classificaram, neste domingo (30), para as quartas de final do WTA 1000 de Madri, na Espanha, jogado na moderna Caja Mágica, com premiação de 7,6 milhões de euros, no piso de saibro. Stefani e Dabrowski passaram pelas jovens irmãs russas Mirra e Erika Andreeva por 6/3 7/5.
“Ótimo jogo hoje, foi uma partida dura, as meninas são novas, mas tem muita qualidade, são muito competitivas. A Mirra principalmente vem muito confiante. Fiquei feliz como lidamos com os momentos de altos e baixos e no fim conseguimos jogar bem para fechar e passar para a próxima rodada. Quartas de final será mais um jogo duro, mas empolgadas como a semana está indo tanto no treino como nos dois jogos”, afirmou a paulistana Luisa, patrocinada pela Fila e Faros Invest, embaixadora XP COB e que conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.
Luisa e Gabi vão enfrentar por vaga na semifinal a dupla cabeça de chave 1 formada pelas americanas Jessica Pegula e Coco Gauff ou a dupla da russa Alexandra Panova e a mexicana Giulia Olmos.
O Brasil está definido para enfrentar a Alemanha pelos Qualifiers da Billie Jean King Cup. Nesta sexta-feira (17), a capitã Roberta Burzagli convocou as cinco representantes do país para a competição, que acontece nos dias 14 e 15 de abril, na Porsche Arena, em Stuttgart, na Alemanha. Se vencer, o Brasil irá disputar as finais do torneio, em novembro.
Para o confronto contra as alemãs, Roberta chamou Beatriz Haddad Maia (13ª no ranking da WTA), Laura Pigossi (#104), Carolina Meligeni (#227), Luisa Stefani (30ª no ranking de duplas) e Ingrid Martins (#94 de duplas). As juvenis Olívia Carneiro, semifinalista dos 18 anos do Banana Bowl, e Pietra Rivoli, campeã dos 16 anos do Banana Bowl, também irão treinar com a equipe.
Com a mesma formação da classificação diante da Argentina, em Tucumán, em novembro passado, a capitã exaltou o momento das tenistas brasileiras. “Todas as atletas que foram convocadas naquela ocasião seguiram com boas performances de lá para cá. Também tivemos ótimos treinos preparatórios antes do confronto lá em Tucumã e o clima de união estava muito presente. Foi baseado em tudo isso que optei por manter a equipe”, disse.
Esta será a quinta vez que as brasileiras e as alemãs se enfrentam na Billie Jean King Cup. A última delas aconteceu em 2020, também no qualifying da competição, com as adversárias vencendo por 4 a 0, em Florianópolis.
Luisa Stefani, número 36 do mundo de duplas, segue empilhando taças. Neste domingo (12), a paulistana conquistou, ao lado da chinesa Shuai Zhang, 26ª colocada, o título do WTA 500 de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, evento no piso duro com premiação de US$ 780 mil. A brasileira e a chinesa derrotaram a dupla da japonesa Shuko Ayoama e da taiwanesa Hao Chan, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6 6/2 10/8 após 1h27min.
“Ótima vitória, estou muito feliz com mais um título, principalmente nesta semana cheia de jogos duros. A final não foi diferente. Começamos 4 a 0 abaixo e fomos buscando alternativas e melhorando até o final da série. No segundo set, já estávamos melhores, com boa energia, e colocando boa pressão nas adversárias. No super tie-break, começamos abaixo, voltamos e fomos mais agressivas e fomos firmes até o final. Excelente vitória”, explicou Luisa, atleta patrocinada pela Fila e Faros Invest, embaixadora XP COB e que conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.
“Foi incrível jogar com a Shuai, o jogo dela complementa bem meu estilo, aprendi bastante com ela e o treinador. Ela devolve muito bem é experiente e tem ótima visão de jogo. Semana que vem em Doha, estamos em novas duplas, e vamos jogar uma contra a outra logo na primeira rodada, mas é assim o circuito”, concluiu.
A brasileira ergue o sétimo título da carreira em dupla feminina em 15 finais. Ela soma títulos em dois WTA 1000, em Guadalajara (México) em 2022, e Montreal (Canadá) em 2021. Agora dois títulos em WTA 500 em Adelaide (Austrália) e Abu Dhabi, ambos este ano. Mais três WTA 250 em Tashkent (Uzbequistão) em 2019, Lexington (EUA), em 2020, e Chennai (Índia) em 2022.
Sequência de vitórias – A paulistana soma sua 19ª vitória consecutiva. Ela vem de títulos no WTA 125 de Montevidéu (Uruguai) ao lado da carioca Ingrid Martins. Começou a temporada 2023 vencendo dois jogos pelo Brasil na United Cup em Brisbane, na Austrália, ao lado de Rafael Matos, depois venceu o torneio de Adelaide com a americana Taylor Towsend, na sequência foi campeã de dupla mista do Australian Open ao lado de Matos. Agora somou mais quatro vitórias em Abu Dhabi.
Luisa ficou parada por um ano por lesão no joelho na semi do US Open em setembro de 2021 e desde o retorno joga seu nono torneio e soma sua sexta conquista. Neste retorno ela ganhou os torneios de Chennai, Guadalajara, Montevidéu, Adelaide, o Australian Open de mistas e Abu Dhabi. Desde o retorno da lesão ela disputou 33 partidas e venceu 30.
Pelo triunfo, Luisa subirá seis posições no ranking e será a 30ª colocada na tabela desta segunda-feira. O próximo compromisso será o WTA 500 de Doha, no Qatar, e com parceira diferente. Ela jogará ao lado da cazaque Anna Danilina.
Luisa Stefani, número 34 do mundo de duplas, e Rafael Matos, 29º no masculino, fizeram história no fim da noite desta quinta-feira (27), tarde de sexta-feira em Melbourne, na Austrália.
A paulistana e o gaúcho conquistaram o título do Australian Open ao derrotarem na final a dupla dos indianos Sania Mirza e Rohan Bopanna, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/2) 6/2.
Eles conquistaram o primeiro Grand Slam da carreira e se tornaram a primeira dupla 100% brasileira a vencer um título desse tipo de evento, que são os quatro maiores do esporte.
Luisa e Matos entram para o Hall da Fama do tênis brasileiro com títulos de Major, ao lado de Maria Esther Bueno, com 19 conquistas entre simples, duplas feminina e mistas, Bruno Soares com seis canecos de duplas masculina e mistas, Gustavo Kuerten com seus três Roland Garros, Marcelo Melo com duas conquistas e Thomaz Koch com o título de mistas de Roland Garros em 1975. Luisa tornou-se a primeira brasileira a vencer um Grand Slam desde Maria Esther Bueno no US Open de 1968.
Sonho realizado – “É um momento incrível, um sonho realizado. Especial dividir isso com o Rafa, nosso primeiro Grand Slam juntos. Fizemos história para o Brasil aqui na Austrália, e está sendo extremamente especial esse momento. Estou muito feliz em dividir isso com nossa família, amigos, equipe aqui e em casa. Sentimos a energia e a torcida no Brasil e aqui em Melbourne. Hoje era um jogo duro, sabia que teria momentos nervosos, mas lidamos super bem. Segurar e ganhar aquele primeiro set foi importante e nos saímos muito bem”, explicou a tenista paulistana de 25 anos e que foi medalhista olímpica de bronze em Tóquio.
“Em novembro quando estava decidindo o calendário para o começo do ano, inclusive para uma parceria regular, mandei uma mensagem para o Rafa e a United Cup era um novo evento, não sabíamos o que esperar. Quando as coisas foram rolando conversamos de jogar aqui no Australian Open e a United Cup antes, que só tinha dupla mista. Foi muito divertido em Brisbane, tivemos o ambiente do time todo, com torcida, com ótima energia”, acrescentou Luisa.
“É o melhor momento da minha carreira, desde a lesão nas semis do US Open (em setembro de 2021). É minha partida mais importante, tirando a Olimpíada. Foi um grande choque ter ficado fora por tanto tempo, mas procurei usar esse período com inteligência, voltei para casa em São Paulo e foi uma grande mas importante mudança. Fiz a reabilitação, foi duro, mas aprendi muita coisa fora do tênis, especialmente poder ficar com a família e trabalhando em coisas que quando estamos no circuito não temos tempo. Tive um bom trabalho mental com meu time, que foi extremamente importante. Meu técnico, Leonardo Azevedo, meu fisioterapeuta, Ricardo Takahashi, me ajudaram a voltar mais forte. Hoje sem dores e muito feliz, seguindo adiante”, contou.
Luisa explicou como foi sua volta ao tênis, a partir de setembro do ano passado. “Tive uma boa cabeça para o retorno e tentei fazer o melhor. Tive grandes parceiras, não poderia ter ninguém melhor do que a Gabi (Gabriela Dabrowski) para fazer essa volta. Me senti muito confortável com ela, fiquei muito feliz com a volta em Chennai, na Índia, jogando um WTA 250, o que me deu grande confiança naquela semana que foi especial. Agora meu foco é me manter saudável, confiar no meu corpo. É um trauma quando seu corpo sofre (a lesão), depois de trabalhar tanto tempo. Você trabalha muito para voltar, é uma grande jornada. Nem todos os dias foram fáceis. No tênis, com ou sem lesão, passamos por muitas adversidades com o corpo e com a cabeça especialmente no alto nível. Lutei muito para retomar o caminho e a confiança voltou com o trabalho e com as vitórias. Rafa me ajudou muito nas partidas aqui com a comunicação e enfrentando parceiras que adoro, meninas que me motivavam, me inspiravam, que admiro como jogadoras e como pessoas. Isso tudo me ajudou a ter sucesso”, finalizou.
Luisa e Matos começaram jogando juntos no final do ano passado, já contando para esta temporada, na United Cup, onde venceram duas partidas contra a Itália e a Noruega. E seguiram com cinco triunfos neste Aberto da Austrália perdendo apenas um set na semifinal, quando salvaram match-point no match tie-break.
Um ano de recuperação – A paulistana sente o sabor especial da conquista, após o drama vivido na carreira. No último Grand Slam disputado, em setembro de 2021, rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho, na semifinal de dupla feminina, jogando ao lado de Gabriela Dabrowski. Passou por cirurgia em Chicago, nos EUA, e iniciou longo tratamento de um ano, até o retorno em setembro passado. Cinco títulos desde a volta há quatro meses – A volta não poderia ser melhor com o título no WTA 250 de Chennai, na Índia, e mais duas conquistas para fechar o ano no WTA 1000 de Guadalajara, no México, ao lado da australiana Storm Sanders e a carioca Ingrid Martins no WTA 125 de Montevidéu, no Uruguai. Começou a temporada com as duas vitórias com Matos pelo Brasil na United Cup e seguiu a sequência de triunfos na dupla feminina ao lado da norte-americana Taylor Towsend, conquistando o WTA 500 de Adelaide, na Austrália. Não conseguiu disputar a chave feminina de duplas do Aberto da Austrália, por conta de uma lesão na coxa e retirada de última hora da parceira, a norte-americana Cathy McNally. Então dedicou-se a dupla mista ao lado de Rafael Matos. O próximo desafio da brasileira será o WTA 500 de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, a partir do dia 6 de fevereiro. Ela permanece na Austrália até o embarque.
Campanha no Australian Open Primeira rodada: Stefani/Matos d. Han/Zhang por 6/2 e 6/0 Oitavas de final: Stefani/Matos d. Mattek-Sands/Pavic por 6/4 e 6/4 Quartas de final: Stefani/Matos d. Cabrera/Smith por 6/3 e 6/4 Semifinal: Stefani/Matos d. Gadecki/Polmans por 4/6, 6/4 e 11/9 Final: Stefani/Matos d. Mirza/Bopanna por 7/6(2) e 6/2
Está marcada para a noite desta quinta-feira, por volta das 22h no horário de Brasília, a grande final de duplas mistas do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Melbourne.
E com presença do Brasil, com dupla 100% brasileira. Luisa Stefani e Rafael Matos garantiram vaga depois de um grande jogo na semifinal, quando salvaram match-point diante da parceria australiana formada por Olivia Gadecki e Marc Polmans.
Na final, Luisa e Rafael terão uma parceria muito experiente pela frente, formada pelos indianos Sania Mirza e Rohan Bopanna, que buscam o bicampeonato em Melbourne, depois do título em 2009.
Vale destacar que os brasileiros estão invictos, neste que é o segundo torneio que jogam juntos. Antes disso, jogaram a United Cup, vencendo duas partidas.
Enquanto Rafael pode se tornar o quinto tenista brasileiro a conquistar um título de Grand Slam. Os outros foram Thomaz Koch, Guga, Bruno Soares e Marcelo Melo. Luisa pode se tornar apenas a segunda brasileira a conseguir tal feito, depois de Maria Esther Bueno.
Luisa Stefani, número 47 do mundo, conquistou, nesta sexta-feira (13), o título do WTA 500 de Adelaide, na Austrália, com premiação de US$ 780 mil. Luisa e a norte-americana Taylor Towsend, 24ª colocada no ranking mundial, superaram a dupla formada pela cazaque Elena Rybakina e a russa Anastasia Pavlyuchenkova por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 7/6 (7-3). Este foi o primeiro torneio regular no ano para Luisa, após defender o Brasil na United Cup e vencer seus dois jogos de duplas mistas.
Luisa comemora a sexta conquista na carreira, a primeira de WTA 500. Agora, soma dois títulos de WTA 1000, em Guadalajara (México), no ano passado (com a australiana Storm Sanders), e em Montreal (Canadá), em 2021 (com a canadense Gabriela Dabrowski), além de outros três WTA 250 em Chennai, na Índia, com Dabrowski, em 2022, Lexington, nos EUA, em 2020, e Tashkent, no Uzbequistão, em 2019, ambos com a americana Hayley Carter.
“Muito feliz de começar o ano com o título. Primeira vez jogando com a Taylor, foi uma semana muito boa tanto dentro quanto fora na quadra. Já cheguei em Melbourne para continuar os preparativos do Australian Open com a McNally. Muito bom iniciar com jogos assim e confiante em busca de uma boa campanha”, disse a atleta, que é patrocinada pela Fila e Faros Invest, é embaixadora XP COB e conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.
A brasileira disputa o Australian Open ao lado da norte-americana Caty McNally, que foi a vice-campeã do US Open ano passado, jogando com Towsend. A chave ainda será divulgada no final de semana.
Desde que voltou da lesão no joelho em setembro, Luisa jogou sete torneios e venceu quatro. Além de Guadalajara e Chennai, ganhou ainda o WTA 125 de Montevidéu, no Uruguai, com a carioca Ingrid Martins. Pela campanha, ela subirá no ranking desta segunda-feira (16) cerca de 13 posições e deve aparecer como a 34ª do mundo.
Luisa Stefani, número 47 do mundo, definiu, nesta quinta-feira (15), sua parceira para os primeiros torneios na temporada de 2023. A tenista jogará o WTA 500 de Adelaide, a partir de 9 de janeiro, e o Australian Open, em Melbourne, com início no dia 16, ao lado da norte-americana Caty McNally, atual 21ª do mundo, dona de dois títulos WTA em 2022 e finalista do US Open. Antes, a paulistana disputará a United Cup, defendendo o Brasil em nova competição mista por equipes que começa no dia 29 de dezembro.
“Não fechei nenhuma parceria fixa para 2023, vou começar a temporada na Austrália com a Caty Mcnally. Ela é uma ótima duplista, que também vem crescendo nas simples ultimamente. Tem bons golpes no fundo, manda bem na rede e gosto muito do seu espírito competitivo. Acredito que ela pode encaixar bem com meu estilo de jogo e estou animada para esse próximo desafio”, disse a atleta que é patrocinada pela Fila e Faros Invest, é embaixadora XP COB, e conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.
Luisa passou os últimos dias no Rio de Janeiro para uma série de exames e avaliações físicas no Comitê Olímpico do Brasil, o COB, e já retornou para São Paulo onde segue a pré-temporada ao lado do treinador Leonardo Azevedo e staff do Rede Tênis Brasil.
Fazendo história na carreira – Luisa Stefani, 25 anos, começou a jogar tênis aos 10 anos, na B.Sports, no bairro de Perdizes, em São Paulo (SP), onde nasceu. Disputou as chaves principais dos quatro Grand Slams juvenis e foi à semifinal de duplas do US Open juvenil em 2015, quando chegou à 10ª posição do ranking mundial juvenil. Foi para os Estados Unidos para estudar e jogar tênis. No circuito universitário jogou pela Pepperdine University, na Califórnia. Entre 2015 e 2018, ainda no circuito universitário americano, dedicou-se parcialmente ao circuito profissional da ITF. Optou por trancar a faculdade para disputar o circuito profissional integralmente a partir de meados de 2018.
Ganhou destaque nas duplas no profissional e começou a colher resultados em 2019, conquistando um título no WTA de Tashkent. Em 2020, ganhou o WTA 125 de Newport Beach e comemorou o título do WTA de Lexington. Terminou o ano como 33ª do mundo, primeira brasileira no top 40 em mais de três décadas. Em 2021, foi à final no WTA 500 de Abu Dhabi, alcançando o top 30 – primeira tenista do Brasil desde 1976. E o vice-campeonato do WTA 1000 de Miami fez com que subisse para a 25ª posição – então a melhor de uma brasileira desde que o ranking WTA foi criado em 1975.
Nos Jogos de Tóquio, conquistou a inédita medalha de bronze olímpica para o Brasil ao lado de Laura Pigossi. Continuou subindo no ranking e chegou a ocupar o nono lugar no início de 2022. No retorno ao circuito, após a cirurgia no joelho, conquistou três títulos neste final de temporada 2022: WTA 250 de Chennai, na Índia, WTA 1000 de Guadalajara, no México, e WTA 125 de Montevidéu, no Uruguai, retornando ao Top 50 no ranking da WTA.