Luisa Stefani e Ingrid Martins jogam juntas gira da sul-americana

Ingrid Martins e Luisa Stefani jogarão juntas boa parte da gira sul-americana de WTAs.

Ingrid Martins jogará com Luisa Stefani

Ingrid, atleta da Rio Tennis Academy, subiu no ranking nas últimas semanas com bons resultados em WTAs na Euroap e definiu seus próximos compromissos para o restante do ano. A carioca embarca nesta sexta-feira para os Jogos Sul-Americanos onde representa o Brasil em Assunção, no Paraguai, a partir da próxima semana. Depois retorna para três semanas de treino na Rio Tennis. Em novembro ela jogará três WTAs 125 com premiação de US$ 115 mil cada. O primeiro em Colina, no Chile, com a americana Angela Kulikov a partir do dia 7. Na sequência mais três eventos ao lado de Luisa Stefani, medalhista olímpica e ex-top 10, em Buenos Aires a partir do dia 15, Montevidéu, a partir do dia 21. Para finalizar disputa o W60 do Rio de Janeiro, que será jogado na Rio Tennis, a partir do dia 28.

Ingrid chegou a treinar com Luisa na Rio Tennis antes do retorno da paulistana que ficou um ano parada por lesão no joelho: “Vai ser bacana jogar com a Luisa, nós treinamos juntas tanto aqui na Rio Tennis quanto em São Paulo, sempre quando dá tentamos fazer esse intercâmbio e estarmos juntas. É isso que o Brasil precisa, ter essas conexões, treinar uma com a outra, uma ajudar a outra, isso só soma. Quando formos iniciar a gira vamos conversar sobre nosso jogo, usar nossas armas e acho que podemos ter sucesso”, seguiu a tenista.

Perto do top 100, Ingrid nem pensa tanto no ranking, mas quer uma vaga na chave do Australian Open, que acontece em janeiro. O torneio é um dos quatro Grand Slams, os maiores eventos do mundo: “Quero focar em mim, no meu jogo, evoluir. Desde que foquei nas duplas nesse ano, minha meta era disputar o Australian Open do ano que vem . Vou fazer o meu melhor para buscar essa vaga”.

Luisa Stefani retorna ao Brasil após gira na Ásia

A paulistana Luisa Stefani foi superada, na quarta-feira (21), na primeira rodada do WTA 500 de Tóquio, no Japão, evento sobre o piso rápido com premiação de US$ 757 mil. Luisa e a japonesa Ena Shibahara, 12ª do mundo, perderam para as cabeças de chave 2, a canadense Gabriela Dabrowski e a mexicana Giulia Olmos por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/1. Foi a primeira vez que elas jogaram juntas e o segundo torneio de Luisa no retorno após um ano parada. A tenista voltou nesta quinta-feira (22) ao Brasil, onde decide os próximos passos do restante da temporada.

“Uma pena o jogo, mas foram os primeiros torneios no retorno, tem muita coisa positiva para levar. Perder é ruim, mas ao mesmo tempo sair andando da partida, sendo aplaudida por uma torcida muito educada, pelos japoneses, em uma das minhas quadras favoritas do mundo, é uma emoção. E relembrar a conquista da medalha nos Jogos Olímpicos. Sem falar em jogar junto com a Ena, que é uma ótima tenista. Dá para se perdoar um pouco mais, em perder para um time que é muito bom, que vem tendo um ano sensacional, principalmente nesse retorno. São jogos assim que me farão melhorar, competir nesse nível. Muito feliz de voltar para Tóquio e agora é retornar para o Brasil para recarregar um pouco”, disse Luisa, que tem os patrocínios da Fila, Faros Private XP e XP Investimentos e conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.

“Mais uma vez o corpo segurou a onda, estou bem fisicamente, isso é o mais importante dessas duas semanas e muita coisa para refletir e levar para frente nas próximas semanas e meses”, completou a atleta, que no primeiro torneio da gira foi campeã no WTA 250 de Chennai, na Índia, atuando ao lado de Dabrowski.

Foto: WTA de Tóquio/Divulgação

No seu retorno ao circuito, Luisa Stefani vai à final do WTA 250 de Chennai, na Índia

A paulistana Luisa Stefani se classificou, neste sábado (17), para a decisão do WTA 250 de Chennai, na Índia, evento sobre o piso rápido com premiação de US$ 251 mil. Luisa e a canadense Gabriela Dabrowski, 11ª do mundo, superaram a tailandesa Peangtarn Plipuech e a japonesa Moyuka Uchijima por 2 sets a 0, com um duplo 6/3. Luisa e Gabi buscam o troféu neste domingo (18) contra a parceria da russa Anna Blinkova e da georgiana Natela Dzalamidze.

Luisa joga seu primeiro torneio após um ano parada por conta da lesão no joelho, tendo realizado uma cirurgia no ligamento cruzado anterior. A última partida desde então havia sido na semifinal do US Open, ao lado de Gabi, quando viveu o drama de se machucar e deixar a quadra de cadeira de rodas.

A brasileira alcança sua quinta decisão jogando com Dabrowski. As duas foram campeãs no ano passado em Montreal, no Canadá, e vices em San Jose e Cincinnati, nos Estados Unidos. Além disso fizeram uma final em Ostrava, na República Tcheca, no fim de 2020. Apenas no US Open, quando se machucou, não estiveram em uma decisão.

Luisa jogará sua 12ª final na carreira. Ela soma três títulos: venceu também em Lexington, nos EUA, em 2020, e Taskhenk, no Uzbequistão, ambos com a americana Hayley Carter.

“Jogo foi bom, começamos um pouco devagar, mas recuperamos rápido, pegamos momento bom e fechamos firme. Quadra central é diferente, bola quicava mais, estávamos nos adaptando à quadra. Foi um ótimo jogo, é continuar trabalhando nas coisas que precisamos fazer. O principal é que o joelho está bem, estou bem fisicamente, sem dores”, disse Luisa, que tem os patrocínios da Fila, Faros Private XP e XP Investimentos e conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta.

“Vim sem expectativa de resultado, com a cabeça e perspectiva de saber como ia me sentir fisicamente e emocionalmente. Estou muito feliz de como tenho me sentido a semana inteira e continuo com essa mesma mentalidade. O mais importante é levar um dia de cada vez e ver como o corpo vai respondendo, espero continuar melhorando de nível, de ritmo e também estando saudável que é o mais importante”, completou.

Depois de Chennai, Luisa seguirá para Tóquio, no Japão, onde disputará, a partir desta segunda-feira (19), o torneio WTA 500 de Tóquio, ao lado da japonesa Ena Shibahara.

Foto: WTA / Divulgação

Luisa Stefani ganha premiação do melhor ponto de duplas do ano da WTA

A paulistana Luisa Stefani, número 10 do ranking mundial, ganhou a premiação do melhor ponto de duplas da temporada da WTA, a Associação das Tenistas Profissionais. O ponto escolhido foi durante a disputa no WTA 500 de San Jose, na Califórnia, nos Estados Unidos. Ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, Luisa enfrentou a dupla da australiana Ellen Perez e da tcheca Kveta Peschke. A eleição foi feita por votação dos fãs da internet.

“Muito legal essa premiação. Foi um ótimo ponto. Fico feliz que a galera tenha votado em nossa dupla e saber que tenho muitos fãs”, disse Luisa, patrocinada pela Fila, CBT, HEAD, Saddlebrook Academy, Tennis Warehouse e Liga Tênis 10.

Luisa teve um grande ano em 2021, com seu maior título no WTA 1000 de Montreal, no Canadá, vice-campeonato no WTA 1000 de Cincinnati, finais em Miami, Adelaide, Abu Dhabi, San Jose e a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, ao lado de Laura Pigossi. Ainda fez semifinal no US Open, onde precisou abandonar após lesão no joelho, rompendo o ligamento cruzado anterior, o qual vem tratando desde o começo de setembro e passou por uma cirurgia no fim daquele mês.

Resultados em 2021: (59 jogos – 40 vitórias)– semifinalista : US Open (Grand Slam) – com Gabriela Dabrowski
– vice-campeã : WTA 1000 Cincinnati – com Gabriela Dabrowski
– campeã : WTA 1000 Montreal – com Gabriela Dabrowski
– vice-campeã : WTA 500 San Jose (EUA) – com Gabriela Dabrowski
– Medalha de bronze : Jogos de Tóquio – com Laura Pigossi
– vice-campeã : WTA 1000 de Miami – com Hayley Carter
– vice-campeã : WTA 500 de Adelaide – com Hayley Carter
– vice-campeã : WTA 500 de Abu Dhabi – com Hayley Carter

Luisa Stefani sofre lesão no joelho na final do US Open e fica com o vice

A paulistana Luisa Stefani, número 17 do mundo, sofreu uma lesão no joelho direito durante partida válida pela semifinal do US Open nesta sexta-feira (10), um dos quatro Grand Slams da temporada. Luisa disputava partida ao lado da canadense Gabriela Dabrowski contra as norte-americanas Catherine McNally e Coco Gauff no tie-break do primeiro set quando torceu o joelho em um movimento perto da rede e precisou sair de cadeira de rodas da quadra.

A paulistana foi a um hospital em Nova York e nos exames preliminares constatou um rompimento no ligamento e já iniciou fisioterapia com os médicos da WTA, a Associação das Tenistas Profissionais. A tenista vai seguir com a fisioterapia, realizar mais exames nos próximos dias e definir os passos de seu tratamento junto aos médicos.

“Estou bem. Bastante chateada pois vinha em um embalo muito especial e no melhor momento da minha carreira. Enfim um imprevisto e surpresa que eu nunca podia me esperar ou me preparar, mas o sonho do Grand Slam continua só vai ter que esperar um pouco mais. Os médicos pediram alguns dias para ver como meu corpo vai reagir e decidir os próximos passos do tratamento. Vamos passar por cima disso tudo. O dia foi difícil, mas senti daqui o carinho das pessoas e estou muito agradecida pela energia positiva aí do Brasil. Foi uma surpresa inoportuna, mas tudo vai dar certo”, disse Luisa, que tem o patrocínio do Banco BRB e os apoios da Fila, CBT, HEAD, Saddlebrook Academy, Tennis Warehouse e Liga Tênis 10.

Luisa vinha na melhor campanha de uma brasileira em 39 anos desde o vice nas duplas mistas de Claudia Monteiro em Roland Garros em 1982 e nas duplas femininas desde o título de Maria Esther Bueno em 1968. Pela campanha em Nova York, Luisa vai subir para o 13º lugar no ranking de duplas.

Foto: Manuela Davies/USTA

Luisa Stefani e Dabrowski vencem mais uma de virada e estão nas quartas do US Open

A paulistana Luisa Stefani – número 17 do mundo – e a canadense Gabriela Dabrowski se recuperaram nesta segunda-feira (6) e garantiram vaga nas quartas de final do US Open, último Grand Slam do ano, disputado em Nova York (EUA). Luisa e Gabi derrotaram a dupla das ucranianas Marta Kostyuk e Daiana Yastremska por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (5-7), 6/4 e 6/2, após 2h10min, na quadra 5 do complexo de Billie Jean King.

Luisa e Gabi estiveram em apuros com 4 a 2 abaixo no segundo set, mas conseguiram a virada e a vaga onde enfrentam a dupla vencedora do confronto entre as australianas Anastasia Rodionova e Arina Rodionova e a dupla tcheca cabeça de chave 15 formada por Marie Bouzkova e Lucie Hradecka. Caso vença, Luisa seria a primeira brasileira em uma semifinal de um Grand Slam desde Maria Esther Bueno.


“Grande vitória, jogo difícil. Muito, muito bom ganhar um jogo assim. Estava ventando. Tanto eu quanto a Gabi passamos por momentos difíceis mentalmente. Então foi um jogo emocionalmente puxado. Gostei da maneira como seguramos a onda e viramos. Isso é importante, passar por umas adversidades. Temos bastante a aprender com esse jogo, mas levar de maneira positiva em como conseguimos ganhar no final, que é o mais importante e mais uma chance na próxima rodada”, comemorou Luisa.

Foto: @USOpen

Em mais uma grande campanha, Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski ficam com o vice do WTA 1000 de Cincinnati

A paulistana Luisa Stefani, 19ª do mundo, teve a sequência de vitórias quebradas ao lado da canadense Gabriela Dabrowski no fim da noite deste sábado (21), ficando com o vice-campeonato do WTA 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos, evento da série que só perde em importância para os Grand Slams. A paulistana e a parceira caíram na final diante da australiana Samantha Stosur e da chinesa Shuai Zhang por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 6/3, na quadra central.

Luisa e Gabi vinham de nove vitórias consecutivas após o título semana passada no WTA 1000 de Montreal, no Canadá, maior conquista da carreira da brasileira. Em apenas três eventos disputados da nova parceria foram três finais com o troféu no Canadá e os vices no WTA 500 de San Jose, na Califórnia, e agora em Cincinnati, em Ohio. 

Pela campanha, a dupla irá subir ao 11º lugar na briga para entrar no top 8 que irá ao WTA Finals, em Shenzhen, na China, no final de ano. Luisa terá nova subida no ranking indo ao 17º lugar, o melhor da história de uma brasileira desde que o sistema da WTA (Associação das Tenistas Profissionais) foi criado, em 1975.

O próximo desafio de Luisa e Gabriela será o US Open, Grand Slam disputado em Nova York, a partir do dia 30, um dos quatro maiores eventos do ano

“Infelizmente não deu pra gente hoje, mais uma final, mais uma semana positiva. Óbvio que é duro perder, mas dá para tirar proveito da semana. Foi um mês incrível até agora. Ter uns dias de descanso em casa, voltar para a Flórida onde terei uns dias para recuperar física e mentalmente para entrar muito firme para o US Open, que é nosso próximo objetivo. Muito animada pelo que vem pela frente. Queria agradecer a torcida e energia, muitos brasileiros aqui hoje, levantando as bandeiras, muitos gritando meu nome, é um sentimento incrível poder jogar com essa energia seja de longe ou de perto!”, analisou Luisa.

Na semana em Cincinnati, Luisa e Gabi derrubaram a melhor dupla da atualidade, as campeãs olímpicas e de Roland Garros, as tchecas Barbora Krejcikova e Katernina Siniakova, e a terceira melhor dupla do ano das japonesas Ena Shibahara e Shuko Ayoama.

Luisa Stefani e Dabrowski vencem dupla campeã olímpica e decidem o título no WTA 1000 de Cincinnati

A paulistana Luisa Stefani, que foi confirmada como a primeira brasileira no top 20 da história, com o 19º posto, após alguns dias de atraso pela WTA, segue arrasando ao lado da parceira canadense Gabriela Dabrowski. A dupla derrotou as cabeças de chave 2, as tchecas Katerina Siniakova e Barbora Krejcikova, nesta sexta-feira (20), por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 10-7, e garantiu vaga na final do WTA 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos. Krejcikova e Siniakova foram campeãs olímpicas em Tóquio e venceram o torneio de Roland Garros deste ano, sendo a melhor dupla da temporada. A decisão do título está marcada para este sábado (21), por volta das 20h30 (horário de Brasília), na quadra central, diante da australiana Samantha Stosur e da chinesa Shuai Zhang, com transmissão ao vivo da ESPN.

Luisa e Gabriela disputam o terceiro torneio juntas desde que se uniram após os Jogos Olímpicos, onde a brasileira foi bronze com Laura Pigossi. E nos três alcançaram a final, sendo vice-campeãs no WTA 500 de San Jose, nos EUA, e campeãs no WTA 1000 de Montreal, no Canadá, esta a maior conquista da carreira de Stefani.

“Um grande jogo, difícil, as meninas jogam super bem. Não dão nada de graça, precisamos fazer por merecer o tempo todo. Dei uma brecha no meu saque no segundo set, elas levantaram bastante o nível e venceram a parcial. Então, é bem delicado o jogo, não podemos baixar a guarda. E fomos muito bem no match tie-break, sendo agressivas mesmo abaixo, principalmente no final. Muito feliz com a vitória, com a maneira como lidamos. Vamos buscar esse título”, analisou Luisa.

Pela campanha, a paulistana está subindo para o 17º posto no ranking e, caso conquiste o troféu na noite deste sábado, entrará no top 15 e, também, já será a 8ª melhor parceria do ano ao lado de Dabrowski. Agora são 12 vitórias nos últimos 13 jogos, sendo nove delas consecutivas. Em 2021, Luisa soma sua quinta final. Ela foi vice-campeã em Abu Bhabi, nos Emirados Árabes, e em Adelaide, na Austrália, estes dois com a americana Hayley Carter. E busca a quarta conquista da carreira, a segunda seguida.

Foto do texto: Divulgação

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Luisa Stefani conquista em Montreal o seu maior título da carreira, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski

A paulistana Luisa Stefani, número 22 do mundo, segue fazendo história no tênis feminino. Após a inédita conquista de uma medalha olímpica em Tóquio, com o bronze, a brasileira venceu, neste domingo (15), seu maior título na carreira ao vencer o WTA 1000 de Montreal, no Canadá, torneio da série que só perde em importância para os quatro Grand Slams. Luisa e a canadense Gabriela Dabrowski, 15ª do mundo, conseguiram a revanche contra a eslovena Andreja Klepac e a croata Darija Jurak por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 6/4, após uma hora de duração, na quadra central.

Esta torna-se a terceira conquista de Luisa em dez finais. Ela tinha duas conquistas ambas com a americana Hayley Carter em torneios WTA 250 em Tashkent, no Uzbequistão, em 2019 e Lexington, nos EUA, em agosto de 2020.

Pelo troféu, Luisa vai subir três posições no ranking indo ao 19º lugar sendo a primeira brasileira a entrar no top 20 desde que a tabela da WTA foi criada em 1975. “Muito feliz com meu primeiro título de WTA 1000! Depois de quatro finais que escaparam essa conquista é muito especial, momento lindo que estou vivendo .É uma semana e um momento muito especial para o tênis brasileiro, principalmente para nosso tênis feminino. Estou muito feliz com tudo isso, toda a visibilidade que tivemos essa semana, as transmissões dos jogos, queria agradecer muito, é muito importante para nossas meninas continuarem assistindo. Muito honrada de fazer parte de tudo isso”, vibrou a tenista.

Ela detalhou o que encaixou com a nova parceira em que jogam apenas o terceiro torneio juntas e o segundo na temporada. “Estou muito feliz dentro e fora da quadra. Aproveitando bastante essa nova parceria com a Gabi. Nosso estilo de jogo se encaixa super bem. Semana passada (em San Jose), ter feito final e disputando quatro jogos, foi muito útil para começarmos a aprender como precisávamos trabalhar e como deveríamos jogar para ter sucesso. E fizemos isso essa semana, trabalhamos no entrosamento e como devemos jogar, não importa o torneio e as adversárias. Nossos estilos se completam bem, temos boa variação de golpes e precisamos usar essa arma para facilitar nosso jogo. Quando conseguimos sacar e devolver bem, dificultamos muito a vida das adversárias. O foco é seguir melhorando, sermos agressivas e indo jogo a jogo, além de aproveitar a energia dessas últimas semanas”, completou Luisa, que disputa apenas o terceiro torneio com Dabrowski e em todos alcançou a final, um deles em 2020 em Ostrava, na República Tcheca, e o outro na semana passada no WTA 500 de San Jose, na Califórnia. 

Luisa e Gabriela seguem na noite deste domingo para Cincinnati, nos Estados Unidos, onde disputam mais um WTA 1000 que começa na segunda-feira (16) e é o último preparatório para o US Open, a partir do dia 30.

Foto do texto: Pascal Ratthé / Tennis Canada

Luisa Stefani e Dabrowski superam dupla da nº 1 do mundo estão na semifinal no WTA 1000 de Montreal, no Canadá

A paulistana Luisa Stefani, número 22 do mundo – seu melhor ranking -, jogou um tênis de alto nível nesta sexta-feira (13) e derrubou a número 1 do mundo e principal dupla do WTA 1000 de Montreal, no Canadá, evento no piso rápido e da série que só perde em importância para os quatro Grand Slams. Luisa e a canadense Gabriela Dabrowski, 15ª colocada, superaram a parceria da belga Elise Mertens, líder do ranking, e a bielorrussa Aryna Sabalenka, quarta colocada, por um duplo 6/2, em apenas 57 minutos.

Mertens ganhou este ano com Sabalenka o título do Australian Open e ao lado da taiwanesa Su Hsieh venceu o torneio de Wimbledon. A belga tem ainda um título do US Open no ano passado, também com Sabalenka. “Jogo excelente do começo ao fim. Era uma dupla dura e demos conta do recado. Muito feliz com essa vitória. De longe nosso melhor jogo até agora. Entramos bem firmes e agressivas, tanto nos games de saque quanto nos de devolução”, analisou Luisa. “Nos entrosamos bem, tínhamos o objetivo de cobrir o meio e sermos mais agressivas nos voleios. Estamos trabalhando nisso e fizemos tudo muito bem. Obviamente a Mertens não estava no melhor dia nos games de saque, mas elas são grandes jogadoras e sempre poderiam voltar ao jogo. Fiquei muito feliz como mantivemos o nível do começo ao fim”, observou.


A tenista, que além do bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, vem de final no WTA 500 de San Jose, na Califórnia, na semana passada, busca mais uma final neste sábado (14) diante da dupla da russa Veronika Kudermetova e da cazaque Elena Rybakina. Luisa derrotou Kudermetova na disputa pelo bronze no Japão. A brasileira jogou com Laura Pigossi e Veronika atuou com Elena Vesnina.

“Precisamos fazer a mesma coisa amanhã, continuarmos agressivas e concentradas. Teremos mais um jogo duro pela frente. A Kudermetova, eu joguei pelo bronze em Tóquio, e a Rybakina enfrentei várias vezes. Conhecemos elas super bem. Vamos que vamos”, completou.

Esta é a 30ª vitória em 46 jogos de Stefani na temporada 2021. Luisa vem fazendo história no tênis feminino nacional. Além do resultado olímpico, ela é a melhor ranqueada do País, com o 22º lugar, desde que o sistem