Carol derrota Naná e Pigossi faz duelo brasileiro com Pedretti no clube Paineiras

No aguardado reencontro de gerações entre Carol Meligeni e Nauhany Silva, desta vez a experiente 250º do mundo levou a melhor. Carol conseguiu virada e avançou às quartas de final do Torneio Internacional Feminino de Tênis – Ano IX, evento de nível W35 com entrada gratuita no clube Paineiras do Morumby, e marcou as parciais de 6/7 (5-7), 6/4 e 6/2.

A vitória foi revanche para Carol, que havia sido superada por Naná durante o SP Open, WTA 250 disputado em nas quadras duras do Parque Villa-Lobos há três semanas, também de virada. “Cada jogo é um jogo, mas sim teve o lance de revanche”, afirmou a número 3 do Brasil.

“É muito difícil enfrentar a Naná. Parece um jogo de xadrez e você precisa ficar se adaptando o tempo todo”, analisou a cabeça 2 da semana. “Fiz isso muito bem e fiquei firme no mental, porque você precisa aceitar que vai levar winners ou bolas absurdas. Esta vitória me dá confiança”.

A campineira de 29 anos garante oito pontos na WTA pela campanha no torneio e pode somar 14 pontos se for semifinalista. Sua adversária desta sexta-feira será a italiana Miriana Tona, cabeça 5 do torneio e 373ª do ranking, que venceu a paulista Júlia Konishi por 6/0 e 6/1.

Pigossi, Candiotto, Pedretti e Cé também avançam

A favorita e atual campeã Laura Pigossi teve mais uma atuação muito firme na quadra principal do Paineiras e superou a convidada Marjorie Souza, por 6/2 e 6/0, numa partida de 72 minutos. Ela fará agora duelo nacional contra Thaisa Pedretti, cabeça 6 do Torneio Internacional, que virou dura partida contra a argentina Maria Urrutia, por 4/6, 7/6 (7-0) e 6/3.

“Estou satisfeita por ter sido agressiva e ditar os pontos”, analisou Pigossi, que venceu o único duelo oficial contra Pedretti, em um W25 disputado no Sul em outubro. “Pressão sempre existe, este é um torneio muito importante para mim, mas tento deixar isso num segundo plano. Conta mais minha atitude em quadra”. 

A paulista Ana Candiotto, de 21 anos e 468ª colocada, segue firme, depois de vitória exigente sobre a argentina Carla Markus, por 6/2, 6/7 (6-8) e 6/3. Sua próxima rival é ainda mais difícil:  a também argentina Jazmin Ortenzi, cabeça 3 e 287ª do mundo, que ganhou da compatriota Josefina Estevez, por 6/0 e 6/1.

A quinta brasileira classificada para as quartas de final é a canhota Gabriela Cé. A gaúcha impôs sua experiência sobre a fluminense Rebeca Pereira, por 6/0 e 6/3, e terá pela frente a chilena Antonia Vergara, cabeça 8, que superou Letícia Vidal, por duplo 6/1.

A rodada desta sexta-feira começa às 11 horas, com Candiotto x Ortenzi na quadra principal e Cé x Vergara na quadra 2. Não antes de 13h, jogam Carol x Tona e em seguida Pigossi x Pedretti, ambos no estádio. As semifinais de duplas estão previstas para 17 horas.

Foto: Rafael Pignataro

Alcaraz bate belga e está nas quartas do ATP 500 de Tóquio. Fritz também vence e enfrenta Korda

Carlos Alcaraz garantiu vaga nas quartas de final do ATP 500 de Tóquio, no Japão, torneio que é disputado no piso duro.

O espanhol superou sua segunda partida na competição ao bater o belga Zizou Bergs, com parciais de 6/4 e 6/3.

Seu adversário por um lugar na semifinal será o norte-americano Bradon Nakashima, número 33 do mundo. Os dois já se enfrentaram duas vezes ao longo da carreira, com duas vitórias do número 1 do mundo.

A partida entre eles deve começar entre o final da madrugada e início da manhã de domingo, no horário de Brasília.

Cabeça de chave número 2 do torneio, o norte-americano Taylor Fritz também garantiu sua vaga nas quartas ao bater o português Nuno Borges por 7/5 e 7/6(4).

Seu próximo adversário será o compatriota Sebastian Korda. Os dois já se enfrentaram três vezes, com duas vitórias de Fritz.

Foto: Hiroshi Sato

Bia encerra temporada 2025 para cuidar do corpo e mente

Com um post no Instagram, Beatriz Haddad Maia anunciou o fim da temporada 2025 para cuidar do corpo e da mente.

“Oi pessoal. Estou fazendo esse post para dividir com vocês que estou encerrando a minha temporada 2025 um pouquinho antes do programado para poder descansar por um maior período o corpo e a mente.

Obrigada a todos os meus patrocinadores que caminham lado a lado comigo nesta jornada maravilhosa e repleta de aprendizados que é o esporte de alto rendimento.

Obrigada a minha família que sempre foi e será a minha maior base e fortaleza. Obrigado a tantas pessoas que colaboram direta e indiretamente para que eu possa viver o meu sonho.

Obrigado aos meus técnicos por cada dia, cada treino, cada conversa, cada momento. Mais uma temporada juntos. Somos a bonita definição de TIME. Sem palavras para agradecer a vocês.

Por fim, um agradecimento especial a todos vocês que sempre me acompanham, torcem, enviam energia, amor e carinho. Tenham certeza que voltarei mais forte e o melhor ainda está por vir.

Tênis, eu te amo. Nos vemos em breve novamente.

Com carinho, Bia.

Foto: Dalia Langer

Luisa Stefani e Timea Babos são campeãs duplas do SP Open no Parque Villa-Lobos

Luisa Stefani e Timea Babos são as primeiras campeãs da história do SP Open. A brasileira e a húngara conquistaram neste sábado o título de duplas depois de uma grande final contra a dupla formada pelas também brasileiras Ingrid Martins e Laura Pigossi no Parque Villa-Lobos. Elas foram as primeiras tenistas a levantarem o troféu feito pelo joalheiro Ara Vartanian, inspirado no Marco Zero de São Paulo.

A conquista é a primeira de tenistas brasileiras em duplas no Brasil depois de 39 anos. O último título de brasileiras nas duplas em um torneio no Brasil havia sido no Guarujá, em 1986, com Niege Dias e Patricia Medrado.

Cabeças de chave número 1 do WTA 250 da maior cidade das Américas, Stefani e Babos venceram de virada a final disputada na Quadra Central Maria Esther Bueno, com parciais de 4/6 6/3 e 10-4, em 1h29.

As brasileiras se emocionaram e mostraram muito respeito na cerimônia de premiação e exaltaram a importância do momento para o tênis brasileiro, em especial, o tênis feminino.

“Esta semana aqui é muito mais do que um título. Isso aqui é muito grande, é um passo gigantesco no caminho certo do futuro do nosso tênis brasileiro, especificamente, o tênis feminino brasileiro”, disse Luisa.

“Olha o que a gente fez no Parque Villa-Lobos essa semana. Tem sido realmente um momento muito especial, e estou super feliz de fazer parte dessa história e a gente não para por aqui. Tem muito mais coisa boa vindo pela frente!”, completou.

Tenistas brasileiras ressaltam emoção com final e realização do SP Open

Na entrevista coletiva, Luisa reforçou a emoção de conquistar um título em casa e dividindo a quadra com outras duas brasileiras, que são amigas dela no circuito.

“É indescritível. Senti muitas emoções ali na quadra, deu para ver. Foi emocionante, claro, por ser uma final, pelo título, mas principalmente por ser contra a Lau e a Gri. Foi um jogo tenso do começo ao fim, não foi fácil jogar, não aproveitei todos os momentos, mas no tie-break consegui relaxar um pouco mais e jogar melhor”, disse Luisa.

“As emoções são enormes porque essa semana foi especial demais. Há seis meses a gente fala do SP Open e chegar aqui, viver uma semana mágica e ainda terminar com o título é a cereja do bolo. Vai levar alguns dias pra eu absorver tudo: o carinho do público, o trabalho da organização, todo mundo nos bastidores. O Brasil merece um torneio desse porte, São Paulo merece. Saio daqui muito grata, me sentindo amada e orgulhosa de todo mundo que fez isso acontecer”, concluiu.

“Foi uma semana sólida. Nem sempre jogamos o nosso melhor tênis, mas mantivemos a calma nos momentos decisivos, e isso fez a diferença. A torcida foi incrível, a organização também”, disse Timea Babos.

“Foi minha primeira vez em São Paulo, e o que mais me marcou foram as pessoas. Na Europa às vezes esquecemos de aproveitar a vida, e aqui sinto que todos gostam de ser felizes. Todo mundo tenta ajudar, mesmo sem falar a mesma língua. Isso é especial. Saio daqui com o coração cheio”, completou.

Após a partida, Laura Pigossi e Ingrid Martins falaram sobre a derrota na final do SP Open e a sensação com a qual elas saem do torneio na capital paulista.

“Para nós, jogar uma final em casa, ter essa oportunidade contra adversárias incríveis, como pessoas e jogadoras, é especial. Claro que a derrota bate, não estamos satisfeitas. Até o final do jogo, estávamos segurando o choro. Era um torneio importante para nós, uma final importante, e a gente queria muito vencer. Mas ao mesmo tempo, temos que olhar o lado positivo: fizemos uma ótima semana, jogamos de igual para igual com jogadoras que têm título de Grand Slam. Então precisamos reconhecer e nos parabenizar pelo que conquistamos”, disse Laura.

“Como a Laura falou, não existe boa ou pior derrota. Mas nós demos tudo de nós. Foi uma ótima semana de trabalho com a Laura; fazia tempo que não jogávamos juntas. Competir em alto nível, em São Paulo, com essa torcida e contra jogadoras tão fortes é sempre positivo. Levaremos não só o resultado, mas as memórias e tudo o que sentimos essa semana para o resto da vida”, completou Ingrid.

Foto: Fotojump

Luisa Stefani estreia nas duplas e Naná volta à quadra nesta quarta-feira no SP Open

O SP Open começa mais tarde nesta quarta-feira, com os jogos a partir das 15h no Parque Villa-Lobos no dia da estreia de Luisa Stefani nas duplas. A brasileira e sua parceira húngara Timea Babos enfrentam na Quadra 1 a britânica Alicia Barnett e a francesa Elixane Lechemia.

Em seguida, Laura Pigossi e Ingrid Martins voltam à quadra em busca das semifinais na partida contra a francesa Leolia Jeanjean e a mexicana Victoria Rodríguez.

Já na Quadra Central Maria Esther Bueno, a brasileira Nauhany Silva, a Naná, abre a rodada noturna às 17h30. Ela joga em busca das quartas de final contra a argentina Solana Sierra, cabeça de chave número 2 do torneio.

O primeiro jogo do dia na quadra principal do SP Open reúne a americana Whitney Osuigwe e a britânica Francesca Jones, cabeça de chave número 6 do torneio.

Programação de quarta-feira (10 de setembro)

Quadra Central Maria Esther Bueno

A partir das 15h00

[6] Francesca Jones (GBR) vs Whitney Osuigwe (USA)

Não antes de 17h30

[WC] Nauhany Silva (BRA) vs [2] Solana Sierra (ARG)

Julia Riera (ARG) vs [3] Alexandra Eala (PHI)

Quadra 1

A partir das 15h00

[Q] Victoria Rodriguez (MEX) vs Tianstsoa Rakotomanga Rajaonah (FRA)

[1] Timea Babos (HUN) / Luisa Stefani (BRA) vs Alicia Barnett (GBR) / Elixane Lechemia (FRA)

Após descanso

Leolia Jeanjean (FRA) / Victoria Rodriguez (MEX) vs [3] Ingrid Martins (BRA) / Laura Pigossi (BRA)

Quadra 2

A partir das 15h00

Janice Tjen (INA) vs [Q] Martina Okalova (SVK)

Haley Giavara (USA) / Rasheeda McAdoo (USA) vs Valeriya Strakhova (UKR) / Pana Udvardy (HUN)

Madeleine Brooks (GBR) / Jessica Failla (USA) vs [2] Emily Appleton (GBR) / Isabelle Haverlag (NED)

Foto: Fotojump

Bia domina italiana e confirma quatro brasileiras nas oitavas do SP Open

Beatriz Haddad Maia estreou da melhor forma possível no SP Open, em seu primeiro jogo de WTA 250 em sua cidade-natal e venceu a italiana Miriana Tona para se garantir na segunda rodada no encerramento da programação da Quadra Central Maria Esther Bueno nesta terça-feira.

Bia dominou a partida contra Miriana Tona e precisou de apenas 1h16 em quadra para fechar o jogo por 2 sets a 0, com duplo 6/1. Ao final, homenageou seus avós com assinatura na câmera e se emocionou ao falar sobre eles em quadra.

A tenista também comemorou o fato de o SP Open ter quatro brasileiras nas oitavas de final ao se juntar a Laura Pigossi, Naná Silva e Ana Candiotto.

“A primeira rodada sempre tem algumas coisas diferentes, mas foi especial. A quadra estava cheia, a energia foi incrível. Acho que nessa primeira rodada tivemos vitórias brasileiras especiais no feminino, então estou feliz por isso também”, disse Bia.

A tenista número 1 do Brasil terá na segunda rodada um confronto brasileiro com Laura Pigossi, contra quem se acostumou a jogar desde a infância nos torneios juvenis.

“É uma adversária que conheço bem. Jogamos bastante desde o juvenil e tem tudo para ser um bom jogo. Ela é batalhadora, lutadora. Vou trabalhar duro e vamos ver o que acontece”, analisou.

Eala se encanta com o público brasileiro ao vencer estreia no SP Open

A filipina Alexandra Eala fez uma grande estreia no SP Open e conquistou o público brasileiro com a vitória diante da francesa Yasmine Mansouri na abertura da rodada noturna da Quadra Central Maria Esther Bueno.

Embalada pelo título conquistado no México na última semana, Eala precisou de apenas 1h10 para atingir a sua sexta vitória consecutiva, com parciais de 6/0 e 6/2.

A ‘filiprima’, como escreveu na câmera ao final do jogo em agradecimento ao público, saiu encantada de quadra na sua estreia em solo brasileiro e comemorou o fato de ter jogado no intervalo entre Laura Pigossi e Bia Haddad Maia.

“Eu curti muito jogar aqui hoje à noite. Jogar partidas noturnas é algo que não acontece com frequência para mim, então curti bastante, especialmente com o público amável”, disse Eala.

“Fiquei feliz por muitas pessoas terem vindo me assistir. A atmosfera acrescenta muito quando há muitas pessoas torcendo e acho que tive um pouco de sorte por ter sido escalada para jogar entre a Laura e a Bia. Sou muito grata ao público que veio me ver e torcer por mim”, completou.

Foto: Fotojump

Naná dá show no SP Open e conquista sua primeira vitória na WTA aos 15 anos. Bia estreia nesta terça

Nauhany Silva, a Nana, brilhou em sua estreia no SP Open e conseguiu a primeira vitória da carreira logo na primeira vez que jogou uma partida em um WTA 250 ao vencer Carolina Meligeni na Quadra Central Maria Esther Bueno, no Parque Villa-Lobos, justamente onde cresceu jogando.

Com apenas 15 anos e 5 meses, a paulista perdeu um primeiro set equilibrado, mas conseguiu reagir e superar Carol Meligeni em três sets, com parciais de 6/7(0), 6/2 e 6/0, em 1h49.

Naná superou a marca de Bia Haddad Maia, que estreou em um WTA vencendo a primeira partida aos 16 anos e 8 meses.

A jovem tenista não conseguiu segurar o sorriso com o resultado que a vai fazer subir 400 posições no ranking mundial. Mais do que isso, por mais uma lembrança positiva que terá do Parque Villa-Lobos.

“Desde pequeninha eu jogo nessas quadras, então para mim é muito especial passar a primeira rodada de um WTA, principalmente o primeiro. Estou muito feliz, não estava imaginando passar da primeira rodada”, disse Naná após o jogo.

“Era bem legal, a gente vinha mais de sábado e domingo e a gente treinava, aproveitava e tomava água de coco e andava de bicicleta no Parque, então era divertido para mim. Eu sabia que todo fim de semana iria vir e fazer a mesma coisa: treinar, tomar água de coco e andar de bicicleta. Pra mim aqui sempre tem boas memórias, então estar aqui para jogar o primeiro WTA é muito especial”, completou.

Decepcionada pela derrota na primeira rodada, Carol destacou a dificuldade de enfrentar Naná e elogiou a adversária depois da partida.

“Foi um jogo duro, difícil enfrentar uma brasileira aqui, na primeira rodada. Primeiro set bom da minha parte, consegui sacar bem e também aproveitar algumas oportunidades que eu tive de quebrar o saque dela. No segundo set eu não conseguir sustentar tanto o o meu saque e ela começou a se soltar e atacar muito. Ela foi agressiva e contundente nesse set e no terceiro a mesma coisa”, disse Carol.

“Ela tem muita qualidade nos golpes, tem muita velocidade e quando as bolas vão dentro, é muito difícil de conseguir fazer pontos longos, que é o que eu vinha fazendo no primeiro set. Acho que faltou eu acreditar um pouco mais em mim, mas também mérito dela de ter conseguido se soltar ao longo do jogo encontrar uma forma de ganhar”, completou.

Surpresas marcam o primeiro dia da chave principal do SP Open

O primeiro dia da chave principal de simples do SP Open foi marcado por surpresas. A única favorita a vencer seu jogo foi a argentina Solana Sierra, cabeça de chave 2, que derrotou a holandesa Arianne Hartono em sets diretos, com 7/6(4) e 6/3.

Nas outras partidas, avançaram a mexicana Victoria Rodríguez e a eslovaca Martina Okalova, que viram do qualifying, além de Janice Tjen, da Indonésia.

No jogo que abriu a programação da Quadra Central Maria Esther Bueno, Rodríguez venceu o primeiro set contra a australiana Ajla Tomljanovic por 6/4 e contou com o abandono da adversária quando tinha 4/2 na segunda parcial devido a uma lesão no joelho esquerdo.

“Estou muito feliz por ter avançado. Claro que não foi do melhor jeito, já que a Ajla se retirou, mas estou feliz com meu desempenho especialmente porque as condições hoje estavam bem diferentes das de ontem, que estava bem frio”, disse Rodríguez ainda na quadra.Okalova superou a australiana Arina Rodionova em dois sets, com 7/5 e 6/4, enquanto Tjen desbancou a francesa Leolia Jeanjean, cabeça de chave 7 do torneio, com 6/2 e 6/3. No jogo mais longo do dia, a francesa Tiantsoa Rakotomanga Rajaonah eliminou a mexicana Ana Sofia Sánchez ao vencer com 6/4, 4/6 e 7/6(7), em 2h54.

Bia Haddad Maia e Laura Pigossi estreiam em simples nesta terça-feira

Quatro brasileiras estreiam em simples no SP Open nesta terça-feira, com destaque para Beatriz Haddad Maia, que faz o último jogo da rodada noturna da Quadra Central Maria Esther Bueno contra a italiana Miriana Tona.

A partida que abre a programação na quadra principal no Parque Villa-Lobos é a da brasileira Luiza Fullana contra a mexicana Renata Zarazua, cabeça de chave número 5.

Em seguida é a vez de Laura Pigossi duelar com a americana Elizabeth Mandlik. Na Quadra 1, Ana Candiotto enfrenta a ucraniana Valeria Strakhova.  Também tem brasileiras nas duplas, com Victoria Barros e Nauhany Silva contra a parceria da americana Anna Rogers e a indonésia Janice Tjen.

Fotos: Fotojump

Alcaraz bate Sinner, conquista o bi do US Open e retoma a liderança do ranking

Carlos Alacaraz elevou mais o nível, fez um grande jogo e se tornou neste domingo bicampeão do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Em um jogo equilibrado, como era de se esperar, o espanhol superou mais uma vez o italiano Jannik Sinner, seu grande rival, com parciais de 6/2 3/6 6/1 e 6/4, repetindo o resultado de Roland Garros, quando também conquistou o título.

Alcaraz campeão. Clive Brunskill/Getty Images)

Com isso, ele não só conquista o bicampeonato do US Open, mas também o 6º título de Grand Slam da carreira, sendo o segundo na atual temporada, depois de Paris.

“Toda conquista que tenho é por causa de vocês”, disse Alcaraz a sua equipe após levantar o troféu, antes de mandar seus agradecimentos sinceros ao público de Nova York:

“Este torneio é super especial para mim”, acrescentou. “É um privilégio fazer parte deste torneio. Eu me sinto em casa, sinto a energia e sinto o amor, e estou apenas tentando jogar o meu melhor para vocês. Vocês tornaram tudo mais fácil.”

Além da importante conquista, Alcaraz retomou o ponto de líder do ranking, ultrapassando justamente o italiano.

Quando venceu o US Open em 2022, Alcaraz havia conquistado o título do Rio Open e estava começando sua meteórica carreira. O título de 2025 veio como consolidação de que ele já é um dos melhores da história.

Veja toda a lista de campeões do US Open.

1968 – Arthur Ashe (Estados Unidos)

1969 – Rod Laver (Austrália)

1970 – Ken Rosewall (Austrália)

1971 – Stan Smith (Estados Unidos)

1972 – Ilie Nastase (Romênia)

1973 – John Newcombe (Austrália)

1974 – Jimmy Connors (Estados Unidos)

1975 – Manuel Orantes (Espanha)

1976 – Jimmy Connors (Estados Unidos)

1977 – Guillermo Vilas (Argentina)

1978 – Jimmy Connors (Estados Unidos)

1979 – John McEnroe (Estados Unidos)

1980 – John McEnroe (Estados Unidos)

1981 – John McEnroe (Estados Unidos)

1982 – Jimmy Connors (Estados Unidos)

1983 – Jimmy Connors (Estados Unidos

1984 – John McEnroe (Estados Unidos)

1985 – Ivan Lendl (Tchéquia)

1986 – Ivan Lendl (Tchéquia)

1987 – Ivan Lendl (Tchéquia)

1988 – Mats Wilander (Suécia)

1989 – Boris Becker (Alemanha)

1990 – Pete Sampras (Estados Unidos)

1991 – Stefan Edberg (Suécia)

1992 – Stefan Edberg (Suécia)

1993 – Pete Sampras (Estados Unidos)

1994 – Andre Agassi (Estados Unidos)

1995 – Pete Sampras (Estados Unidos)

1996 – Pete Sampras (Estados Unidos)

1997 – Patrick Rafter (Austrália)

1998 – Patrick Rafter (Austrália)

1999 – Andre Agassi (Estados Unidos)

2000 – Marat Safin (Rússia)

2001 – Lleyton Hewitt (Austrália)

2002 – Pete Sampras (Estados Unidos)

2003 – Andy Roddick (Estados Unidos)

2004 – Roger Federer (Suíça)

2005 – Roger Federer (Suíça)

2006 – Roger Federer (Suíça)

2007 – Roger Federer (Suíça)

2008 – Roger Federer (Suíça)

2009 – Juan Martin Del Potro (Argentina)

2010 – Rafael Nadal (Espanha)

2011 – Novak Djokovic (Sérvia)

2012 – Andy Murray (Grã-Bretanha)

2013 – Rafael Nadal (Espanha)

2014 – Marin Cilic (Croácia)

2015 – Novak Djokovic (Sérvia)

2016 – Stan Wawrinka (Suíça)

2017 – Rafael Nadal (Espanha)

2018 – Novak Djokovic (Sérvia)

2019 – Rafael Nadal (Espanha)

2020 – Dominic Thiem (Áustria)

2021 – Daniil Medvedev (Rússia)

2022 – Carlos Alcaraz (Espanha)

2023 – Novak Djokovic (Sérvia)

2024 – Jannik Sinner (Itália)

2025 – Carlos Alcaraz (Espanha)

Texto: Diana Gabanyi

Foto: Garrett Ellwood/USTA

Pedretti decide vaga na chave do SP Open neste domingo. Bia e Carol Meligeni fazem treino aberto

Thaísa Pedretti joga por um lugar na chave principal do SP Open neste domingo, a partir das 13h, pela rodada final do qualifying no Parque Villa-Lobos. Uma vitória da paulista coloca o WTA 250 em São Paulo igualando o maior número de tenistas brasileiras na chave de um torneio de elite do tênis feminino.

Pedretti estreou neste sábado e venceu a argentina Victoria Bosio por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, na Quadra Central Maria Esther Bueno.

“Estou muito feliz com a vitória, mas eu quero muito mais ainda. Estou muito feliz o nível que eu joguei, agora é ficar firme para a próxima rodada. Vou me preparar para amanhã mentalmente e fisicamente”, disse a brasileira.

Em busca de sua primeira chave principal de WTA, Pedretti vai enfrentar na rodada final do quali a francesa Yasmine Mansouri, que venceu o jogo de abertura da programação deste sábado na Quadra Maria Esther Bueno contra a jovem brasileira Ana Cruz por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2.

“A gente se conhece do juvenil e consegui ver um pouco do jogo dela mais cedo. Agora vou estudar com meu treinador, ver melhor maneira de jogar contra ela, mas é descansar e me preparar física e mentalmente”, projetou Pedretti.

Se Thaísa Pedretti conseguir passar o quali, o SP Open vai igualar o maior número de tenistas brasileiras na chave principal de um WTA, com oito representantes do país, o que aconteceu em 1988 no Guarujá e 1993 em Curitiba.

Outra brasileira que jogou neste sábado foi Pietra Rivoli. A gaúcha de 16 anos fez uma longa partida contra a italiana Miriana Tona, mas acabou derrotada no terceiro set, com 7/5 2/6 e 6/3.

Bia Haddad e Carol Meligeni fazem treino aberto neste domingo

O público que comparecer ao SP Open neste domingo para os jogos finais do qualifying terá a oportunidade única de acompanhar um treino aberto de Beatriz Haddad Maia e Carolina Meligeni, duas das estrelas da chave principal do torneio WTA 250 no Parque Villa-Lobos.

Bia e Carol vão treinar na Quadra Central Maria Esther Bueno a partir das 18h deste domingo e quem tiver ingresso para o quali poderá acompanhar.

A entrada é gratuita e quem fez a reserva no site da Eventim. Novos ingressos já estão disponíveis no endereço eventim.com.br/sp-open.

Foto: Fotojump

Sabalenka conquista o bicampeonato do US Open

Aryna Sabalenka conquistou neste sábado o bicampeonato do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Em final equilibrada diante da tenista da casa, Amanda Anisimova, Sabalenka se impôs nos momentos decisivos e venceu em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/6(3).

Depois do vice-campeonato do Australian Open e de Roland Garros neste ano, a bielorrussa falou sobre o quanto merecia conquistar um Slam:

“Eu sabia que, com o trabalho duro que fizemos, eu merecia ter um título de Grand Slam nesta temporada. Quando eu caí, foram emoções verdadeiras, porque significa muito defender este título e trazer um tênis tão bom para a quadra. E trazer a luta e conseguir lidar com minhas emoções da maneira que eu fiz nesta final, significa muito. Estou super orgulhosa de mim mesma agora.”

Além do título, Sabalenka sai dos Estados Unidos com a manutenção do topo do ranking garantida, abrindo vantagem diante de Iga Swiatek e Coco Gauff, que brigam pela vice-liderança.

Foto: Manuela Davies/USTA