A XP, patrocinadora do tenista João Fonseca desde 2024, acaba de anunciar sua entrada como investidora oficial do Rio Open a partir de 2026, em um contrato de longo prazo. A iniciativa reforça o posicionamento estratégico da marca no universo do tênis e amplia a conexão emocional com o jovem tenista. Agora, além de parceiro fora das quadras, a XP também será anfitriã do maior torneio de tênis da América do Sul.
Joao Fonseca no Rio Open – Dhavid Normando/AGIF/Rio Open
“O nosso sonho grande é colocar o Brasil entre os grandes
palcos do tênis mundial. Mais do que investir no esporte, queremos
celebrar o orgulho de ser brasileiro e dar visibilidade internacional a
talentos como o João Fonseca e tantos outros tenistas do país. Esse
movimento reforça nosso compromisso com o desenvolvimento do esporte e
com a construção de um legado que inspire futuras gerações”, afirma
Guilherme Benchimol, fundador e presidente executivo do Conselho de
Administração da XP Inc.
A entrada da XP no Rio Open representa um
movimento estratégico de fortalecimento da presença da marca no
universo do tênis. Ao associar sua imagem ao primeiro ATP World Tour 500
da história do Brasil, a XP amplia sua plataforma de esportes com foco
em consistência, diferenciação e visão de longo prazo.
“O Rio
Open, principal torneio da América do Sul, é um dos grandes casos de
sucesso da IMM. A empresa é a principal do País nos segmentos de
esporte e entretenimento. Temos um portfólio de produtos relevantes,
em parcerias com ligas esportivas e empresas globais. Além dessas
alianças, temos grande conhecimento do público. Tudo isso permite que as
marcas dos nossos parceiros criem experiências, engajamento e
relacionamento exclusivos. São esses ativos que agora estão à disposição
da XP, um parceiro que nos enche de orgulho”. Alan Adler, CEO da IMM.
“Desde
a primeira edição tínhamos a ambição de criar um evento de alto nível e
uma marca que fosse desejada. A chegada da XP no evento confirma que
esse objetivo foi alcançado. Damos as boas-vindas à XP e estamos
orgulhosos pelo nascimento desta parceria que levará o tênis brasileiro a
grandes momentos. Rumo ao futuro.”, diz Marcia Casz, diretora geral do
Rio Open
“Mais do que um patrocínio, estamos construindo uma
plataforma proprietária de conteúdo e relacionamento com os nossos
clientes, tendo o tênis como pilar central. Vamos conectar todas as
nossas ações, da campanha com João Fonseca ao Rio Open, em uma narrativa
única de transformação e orgulho nacional”, destaca Lisandro Lopez, CMO
da XP Inc.
Os fãs do tênis já podem se preparar para garantir um lugar na primeira edição do SP Open, que acontecerá entre os dias 6 e 14 de setembro, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. A partir das 11h do dia 24 de junho, o público poderá adquirir ingressos para o torneio que marca a volta da capital paulista ao circuito da WTA após 25 anos. As vendas serão feitas exclusivamente pelo site eventim.com.br/sp-open.
Com valores a partir de R$ 50 (confira a tabela completa abaixo), os ingressos darão acesso a partidas de altíssimo nível técnico, com destaque para Bia Haddad Maia, top 25 da WTA e número 1 do Brasil, além das medalhistas olímpicas Luisa Stefani e Laura Pigossi, Carol Meligeni, bronze nas duplas nos Jogos Pan-Americanos de Lima em 2019 ao lado de Luisa; Ingrid Martins, top 100 no ranking de duplas da WTA; e Nauhany Silva e Victoria Barros, consideradas as maiores revelações do tênis feminino nacional na atualidade.
Cada comprador poderá adquirir até 4 ingressos por
sessão, com limite máximo de 22 por CPF. O pagamento poderá ser feito
com cartões de crédito Visa, Mastercard, Amex, Elo e Diners, com
parcelamento em até 4 vezes sem juros. Não haverá cobrança de taxa de
conveniência.
Com uma estrutura completa montada em um dos maiores
parques urbanos de São Paulo, o SP Open terá 32 tenistas na chave
principal, 16 no qualifying e 16 duplas.
Horários dos jogos:
De
segunda a quinta-feira, o SP Open contará com duas sessões por dia: a
primeira sessão começará às 15h e permitirá aos compradores o acesso ao
primeiro jogo da Quadra Central e todos os outros jogos no complexo. Já a
segunda sessão, com início não antes das 17h30, dará acesso aos jogos a
partir das 15h30 na Quadra Central, além de todos os outros jogos no
complexo. De sexta a domingo, será realizada uma única sessão por dia,
com início às 13h, exceto no domingo, quando a final de simples está
prevista para começar às 15h.
6 e 7 de setembro (sábado e domingo – Qualifying): início às 13h
8 a 11 de setembro (segunda a quinta-feira):
Sessão 1: Início dos jogos às 15h
Sessão 2: Não antes das 17h30
12 de setembro (sexta-feira): início às 13h
13 de setembro (sábado – semifinais de simples e final de duplas): início às 13h
14 de setembro (domingo – final de simples): início às 15h
*Os
ingressos para o Qualifying serão gratuitos e estarão disponíveis em
data futura. Informações serão disponibilizadas em breve em nossos
canais oficiais
Uma experiência dentro e fora das quadras
Mais
do que um torneio, o SP Open será um verdadeiro festival do tênis.
Durante nove dias de evento, o público poderá acompanhar partidas com
grandes nomes do tênis nacional e internacional em uma estrutura pensada
para receber cerca de 30 mil pessoas. O complexo contará com seis
quadras, incluindo uma arena principal com capacidade para 2.500
espectadores, além de um Boulevard com opções de gastronomia, área de
convivência e diversas ativações.
Fora das quadras, o impacto
também será significativo. As quadras do complexo passarão por reforma, e
o evento promoverá ações sociais por meio do apoio ao Projeto Bola
Dentro — iniciativa que, desde 2005, transforma a vida de jovens por
meio do esporte. Os alunos do projeto atuarão como ball kids do torneio e
receberão doações de uniformes, bolinhas e equipamentos excedentes. O
público será convidado a contribuir com raquetes usadas, e os jovens
também marcarão presença nas arquibancadas no primeiro dia da chave
principal.
Pré-venda exclusiva para clientes Claro e BRB a partir de 11h, do dia 17.06
Antes
da abertura da venda geral, o SP Open disponibilizará uma pré-venda
exclusiva para clientes Claro e BRB, patrocinadores máster do evento.
Clientes
Claro poderão resgatar um código promocional exclusivo com desconto
através do Claro Clube. Para isso, é preciso acessar a página do
programa pelo site ou pelo app Minha Claro, localizar a campanha “SP
Open 2025” na seção “Esportes” e clicar em “Resgatar”. O sistema irá
gerar um número serial de 10 dígitos, que deverá ser inserido no momento
da compra no site oficial. Cada cliente poderá utilizar o código para
adquirir até 4 ingressos por sessão (máximo de 22).
Para a
pré-venda de BRB, o cliente deverá digitar os 6 primeiros dígitos do
cartão (o BIN). Somente cartões de crédito BRB serão aceitos,
independentemente de o titular do cartão ser o mesmo da conta na
Eventim. Os clientes BRB poderão realizar o pagamento parcelado em até
4x sem juros e, além da pré-venda exclusiva, cada cliente poderá
adquirir até 4 ingressos por sessão (máximo de 22).
Serviço – Venda de Ingressos | SP Open 2025
Data do evento: 6 a 14 de setembro de 2025
Local: Parque Villa-Lobos – São Paulo/SP
Início das vendas:
Pré-venda Claro e BRB: a partir de 17 de junho, às 11h
Formas de pagamento: Cartões de crédito Visa, Mastercard, Amex, Elo e Diners (até 4x sem juros)
Limite por CPF: Máximo de 4 ingressos por sessão, máximo de 22.
Sobre o SP Open
O
SP Open contará com o apoio de grandes marcas que reconhecem a
importância do esporte e da presença feminina no cenário internacional.
Claro e Heineken 0.0 assinam como patrocinadores máster do evento, junto
com ALLOS, Shopping VillaLobos e BRB.
São patrocinadores também:
Prudential, Atvos, B3, Seara Gourmet, Tegra, Engie, Oncoclínicas, Faixa
Azul, Farmacêutica EMS, World Wine, Revo, Zetaflex, BlueFit Academia,
Melitta e Giovanna Baby. As marcas esportivas oficiais serão Slyce e
ASICS, e a Wilson, fornecedora oficial de bolas.
O evento é
incentivado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, via
Lei de Incentivo ao Esporte, e conta com o apoio da Prefeitura de São
Paulo, via SPTuris.
O SP Open é uma promoção da IMM, com realização do ICT.
Após ter sua realização confirmada no início do mês, o SP Open, torneio da categoria WTA 250, anuncia seus patrocinadores e reforça sua chegada ao calendário internacional como o maior evento feminino de tênis realizado na capital paulista desde 2000. A competição acontece entre os dias 6 e 14 de setembro de 2025, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, e será disputada em quadra rápida.
Beatriz Haddad Maia Foto: TENNIS AUSTRALIA/ JAY TOWN
A edição de estreia conta com o apoio de grandes marcas que reconhecem a importância do esporte e da presença feminina no cenário internacional. Claro e Heineken 0.0 assinam como patrocinadores máster do evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do tênis no país. São patrocinadores a Prudential, Atvos, B3 e Seara Gourmet. Tegra, Engie, Oncoclínicas, Faixa Azul, EMS, Worldwine, Revo, Zetaflex, BlueFit e Melitta também se somam ao time para garantir a estrutura e excelência do evento. As marcas esportivas oficiais serão Slyce e Asics e a Wilson, fornecedora oficial de bolas.
O evento é incentivado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério do Esporte, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, e conta com apoio da Prefeitura da Cidade de São Paulo, por intermédio da SP Turis.
Com uma estrutura completa montada em um dos maiores parques urbanos da cidade, o SP Open terá 32 tenistas na chave principal, 16 no qualifying e 16 duplas. O qualifying será disputado nos dias 6 e 7 de setembro, enquanto a chave principal vai de 8 a 14 de setembro.
O SP Open é uma promoção IMM com realização do ICT.
O argentino Roman Andres Burruchaga, 124 da ATP conquistou o maior título de sua carreira hoje ao vencer o Brasil Tennis Challenger, torneio que precisou ser transferido de Piracicaba para São Paulo devido às fortes chuvas. Em uma final de alto nível, disputada em quadra coberts, Burruchaga superou seu compatriota Facundo Mena em uma batalha de 3h45, fechando o placar em 7/6(8), 6/7(6) e 7/6(4).
Burruchaga campeão em SP (Fotojump)
A campanha do argentino foi marcada por muito fisico,
totalizando 6h45 em quadra entre a semifinal e a final. Antes de
conquistar o título, ele precisou superar o brasileiro Gustavo Heide em
mais uma partida equilibrada, vencendo por 7/5, 3/6 e 7/6(0). Com a
conquista, Burruchaga somou 100 pontos no ranking da ATP e levou para
casa uma premiação de US$ 22.730,00. Com três títulos de ITF na bagagem e
agora um troféu de Challenger 100, o jovem argentino mira novas
conquistas e se consolidando como mais uma promessa no circuito.
“Muito feliz, apesar de ter sido um dia muito longo. Tive
que jogar duas partidas, todas em três sets, mas muito feliz, muito
contente com a conquista do título. A ideia é seguir melhorando e agora
temos uma gira sul-americana grande, vou ver como vai ficar o ranking
depois desse título e aproveitar para jogar o que puder daqui pra
frente”, disse Burruchaga, filho de Jorge Burruchaga, herói argentino na
conquista da Copa do Mundo de 1986.
A alegria do vice-campeão Facundo Mena também era visível.
Aos 32 anos mostrou fôlego para quase seis horas de quadra em um de
seus melhores jogos, a final.
Estou feliz por começar o ano dessa forma, com uma final
de Challenger 100 equilibrada como essa, onde qualquer um poderia ter
vencido, tive Match Point, não consegui fechar, mas foi muito bom, nunca
comecei uma temporada assim”, disse Mena.
Título de duplas fica com Orlando Luz e Guido Andreozzi
A final de duplas do Brasil Tennis Challenger também foi
repleta de emoção. A parceria formada pelo brasileiro Orlando Luz e pelo
argentino Guido Andreozzi superou a dupla experiente composta por
Marcelo Demoliner e Fernando Romboli. O duelo foi decidido no match
tie-break, com Luz e Andreozzi vencendo por 7/6(4), 2/6 e 11/9,
garantindo 100 pontos no ranking e um prêmio de US$ 22.730,00.
O título marca o bi-campeonato para ambos, já que Luz
havia vencido o torneio em 2023 e Andreozzi conquistou a edição de 2024.
Agora, com essa conquista, Luz deve entrar no top 60 do ranking mundial
de duplas pela primeira vez na carreira.
“Muito feliz. Jogar no Brasil é muito bom, ganhar no
Brasil é ainda melhor. Em três anos que jogo em Piracicaba, dois eu fui
campeão. As finais são muito importantes pelos pontos, sim, mas também
pela premiação, porque precisamos muito, em nosso dia a dia a gente
gasta bastante, muitas viagens, poucos patrocinadores, fundamental pra
continuar a gira. Acho que agora entro no top 60, um marco importante na
minha carreira”, destacou Luz que, ainda sem parceiro fixo, joga os
próximos torneios argentinos na espera de um convite para a chave do Rio
Open. Seu parceiro de hoje, Andreozzi, que atualmente ocupa a 57ª
posição no ranking de duplas, também se aproxima de sua melhor marca, a
51ª posição.
Estar entre os melhores do tênis mundial é um feito que 60 brasileiros conseguiram até o momento. Na semana em que mais um se junta à lista, com a entrada de João Fonseca no top 100, o Rio Open anuncia a oitava edição do Clube Top 100, a iniciativa que celebra e abre as portas do maior torneio de tênis da América do Sul para os tenistas brasileiros que integraram o top 100 do ranking mundial.
Guga integra o Clube top 100 (Fotojump)
Uma tradição iniciada em 2017 e inspirada no “Last 8 Club” do torneio de tênis mais tradicional do mundo, Wimbledon, o Clube Top 100 do Rio Open convida todos os tenistas que foram top 100 do mundo para fazer parte da maior festa do tênis brasileiro. Além de ver as grandes estrelas do circuito da ATP em quadra, com acompanhante, o Clube Top 100 também oferece credencial para acessar o Players Guest Area, espaço exclusivo para convidados dos jogadores.
Entre os 60 atletas brasileiros, integram a lista, que continua crescendo a cada ano, nomes como Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Thomaz Koch, Carlos Kirmayr, Cassio Motta, Bruno Soares, Marcelo Melo, Maria Esther Bueno, Dadá Vieira, Patrícia Medrado, Teliana Pereira, Luisa Stefani, Beatriz Haddad Maia e mais.
A 11ª edição do Rio Open acontecerá entre os dias 15 e 23 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro e conta com o alemão Alexander Zverev, número 2 do mundo, o dinamarquês Holger Rune, 12º do ranking, o medalhista olímpico Lorenzo Musetti, a sensação do circuito João Fonseca e mais em ação.
Para solicitar a credencial do Clube Top 100, os atletas devem entrar em contato com o Rio Open através do e-mail: logisticarioopen@eventosimmbr.com
Lista de brasileiros que foram top 100 de simples na Era Aberta:
O uso do tênis como ferramenta de inclusão social pelo
Instituto Próxima Geração (IPG) sobe mais um degrau neste começo de 2025. Neste
dia 23 de janeiro, a entidade sem fins lucrativos inaugurou oficialmente sua
quinta unidade, agora na região metropolitana de Belo Horizonte, com o apoio da
Zurich Seguros. Nesta primeira etapa, o programa, nomeado “Próximos
Campeões”, atenderá a cerca de 100 crianças e adolescentes estudantes da
rede pública da capital mineira.
As aulas de tênis serão ministradas no bairro
Riacho das Pedras, sob a coordenação de Gilberto Cardoso da Silva. “Todos
os
participantes das aulas terão equipamento,
uniforme e reforço alimentar gratuitos e serão acompanhados por assistente
social,
nutricionista e preparador físico, somados a
serviços odontológico e psicológico, além de participar de cursos
profissionalizantes,
como o de encordoar raquetes ou de
arbitragem”, explica o coordenador nacional do IPG, Douglas Santana.
“A meta é influir na melhoria da qualidade de vida
dos alunos participantes e estimular autoestima, integração social e saúde”,
enfatiza o fundador do IPG, Mauro Menezes.
“Temos também o compromisso de supervisionar o desempenho escolar de cada
criança, já que não abrimos mão do papel da
educação. A meta é o desenvolvimento integral do aluno”.
As inscrições para o programa “Próximos
Campeões” ainda estão abertas para estudantes regularmente matriculados em
escolas
públicas, entre 6 e 18 anos. As aulas acontecerão
de segunda a quinta, em quatro turnos que vão das 9h às 15h. Os interessados
devem entrar em contato a partir do telefone ou
WhatsApp: (31) 99496-3084.
Trajetória e chegada a Belo Horizonte
O Instituto Próxima Geração nasceu do sonho do
ex-profissional e agora treinador e empresário Mauro Menezes, que teve grande
passagem pelo tênis profissional e depois seguiu
carreira como treinador e gerente de programas para clubes e academias.
Segundo Menezes, o IPG é fruto do desejo de
devolver à sociedade todas as oportunidades que teve em sua grande carreira
como tenista.
Em 2018, o Instituto abriu a unidade de São Paulo,
que ao longo dos anos atingiu mais de mil crianças. “São Paulo nos deu
experiência e gabarito para iniciar o processo de
expansão”, conta Menezes. “Nos últimos três anos, o IPG já inaugurou
sedes em
Recife, Salvador, Monte Mor e agora Belo
Horizonte”.
A chegada do projeto à sede mineira foi possível
graças ao apoio da Zurich Seguros, empresa que também está patrocinando a
edição de 2025 do Rio Open, maior torneio de tênis
da América do Sul. O projeto “Próximos Campeões” vai ao encontro da
estratégia da companhia de apoiar jovens atletas e
ter o esporte como uma ferramenta para construir um futuro melhor, que é o
propósito da seguradora.
“Apoiar o programa e ajudar o IPG a expandir suas
atividades para a capital mineira é uma forma de deixarmos um legado para a
cidade que é o berço das nossas raízes no país e
que segue sendo muito relevante em nossos negócios”, afirma Nathalia Abreu,
gerente de Sustentabilidade da seguradora. “Além
disso, o projeto está totalmente em linha com nosso objetivo de apoiar a
transformação social através do esporte e com
nossa estratégia de sustentabilidade, que visa ampliar o impacto positivo nas
comunidades em que atuamos, especialmente a partir
do desenvolvimento integral de crianças e jovens”, finaliza.
O Rio Open divulgou a obra assinada pelo artista Luiz Zerbini, que ilustrará o pôster e artigos oficiais do Rio 2025. A 11ª edição do principal torneio de tênis da América do Sul acontecerá de 15 a 23 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.
Luiz Zerbini e a arte do Rio Open 2025 (Peter Wrede)
Com
uma sólida carreira internacional, Zerbini foi apontado como o carioca
do ano de 2024 nas artes plásticas. Conhecido por explorar a relação
entre natureza e urbanidade em suas obras, cria uma conexão única que
traduz a energia e a vivacidade do Rio de Janeiro.
Aos
65 anos, é um dos expoentes da Geração 80, movimento que marcou a
transição para a arte contemporânea no Brasil. Sua produção, que abrange
pintura, escultura, instalação, fotografia e até mesmo vídeos, é
caracterizada por pinturas de grande escala e cores exuberantes, com
incursões no abstracionismo geométrico.
Para
o Rio Open 2025, Zerbini trouxe para sua obra a mesma energia e
intensidade presentes nas quadras do torneio, celebrando não só o
esporte, mas também a cultura e a natureza do Rio de Janeiro. “Quis
fazer um sol amarelo fluorescente flutuando como uma bola de tênis sobre
o mar no verão da Cidade Maravilhosa. Minha ideia foi mandar uma bola
forte e profunda com efeito – provavelmente topspin – e correr pra rede para matar o ponto”, comentou Zerbini.
Desde
2015, inspirado pela prática de Roland Garros de convidar artistas para
criar suas peças oficiais, o Rio Open incorporou a tradição de
selecionar um artista brasileiro por edição para desenvolver o pôster
oficial do torneio, consolidando a conexão entre arte e esporte.
Ao longo dos anos, importantes nomes da arte nacional já assinaram essa peça tão simbólica: Toz, Daniel Azulay, Barrão, Carlos Vergara, José Bechara, Raul Mourão, Maxwell Alexandre e, na última edição, Anna Bella Geiger. Cada um deles trouxe sua visão única, ampliando o papel do Rio Open como um evento que vai além das quadras.
“Mais
do que um torneio de tênis, o Rio Open celebra o encontro entre
esporte, arte e cultura brasileira. Convidar Luiz Zerbini para esta
edição reforça essa identidade multifacetada e destaca a rica produção
cultural do país. Assim como os atletas nos inspiram
dentro das quadras, artistas como ele nos inspiram fora delas,
conectando o público à energia vibrante do Rio de Janeiro”, afirma
Marcia Casz, Diretora-Geral do Rio Open.
O Rio Open chega à sua 11ª edição como parte do calendário oficial da Cidade Maravilhosa eapresentando
em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo
Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastián Báez e Carlos Alcaraz. E não é só!
Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini. A edição 2025 promete ser ainda mais emocionante com as confirmações de Alexander Zverev, Holger Rune, Lorenzo Musetti e João Fonseca entre os participantes.
Sobre o Rio Open 2025
O
Rio Open 2025 conta com patrocínio máster da Claro, patrocínio do
Santander, Mubadala, Shell, BetNacional, Black Princess, Engie, Emirates
e Zurich. Também com as empresas Rolex, KIA, Seara Gourmet, Herbissimo,
EMS, B3, Star+, EMS, Disney Cruise Line e, ainda com White Martins,
Rede Dor, Tegra Incorporadora, IBMEC, Café Melitta, PremieRpet,
Zetaflex, Shopping Leblon, ALLOS, Sorvete Magnum e Grey Goose.
A
Fila será a responsável pelo material esportivo e a Wilson fornecedora
da bola oficial do evento. Já a Worldwine oferecerá o espumante e vinho
oficiais do Rio Open e a Lider fornece o mobiliário para o Corcovado
Club, Espaço Pedra da Gávea e para o Players Lounge.
O SporTV é
a emissora oficial do Rio Open e exibe em HD todos os jogos da quadra
central para o Brasil e mais de 140 países através da ATP Media.
O
evento é incentivado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério
do Esporte, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. Também é
viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do
Estado do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Estado de Esporte e
Lazer.
O Rio Open é uma promoção IMM com realização do ICT.
Os Grand Slams, como Wimbledon, US Open, Australian Open e Roland Garros, são as competições mais prestigiadas do tênis e atraem um volume enorme de apostas esportivas nessa modalidade. Por serem disputados em melhor de cinco sets no masculino, esses torneios oferecem oportunidades únicas para mercados como total de sets ou apostas em viradas.
Por exemplo, em uma partida de Dominic Thiem contra Matteo Berrettini no US Open, o mercado de total de sets pode ser atrativo, já que jogos de cinco sets são mais propensos a surpresas e viradas.
A importância de estudar os jogadores
Conhecer os jogadores é um diferencial para apostas bem-sucedidas. Fatores como desempenho recente, histórico em diferentes superfícies, resistência física e mentalidade em momentos decisivos podem influenciar o resultado de um jogo. Por exemplo, enquanto Roger Federer tem um histórico impressionante em grama, Nadal é praticamente imbatível no saibro. Além disso, o histórico de confrontos diretos pode revelar tendências, como a dificuldade de certos jogadores contra estilos específicos.
Em um outro exemplo,considere uma partida entre Stefanos Tsitsipas e Alexander Zverev, jogada em um torneio indoor. Zverev, conhecido por seu saque poderoso, pode levar vantagem nesse tipo de superfície, o que pode influenciar suas apostas.
Apostando ao vivo em tênis
As apostas tenis ao vivo são extremamente emocionantes, pois o jogo é repleto de reviravoltas. Nesse mercado, é possível aproveitar momentos específicos, como um break point ou o desempenho de um jogador em games decisivos.
Imaginando que Iga Swiatek está perdendo um set, mas historicamente tem um bom desempenho no terceiro set, pode ser uma oportunidade de apostar na sua virada. Aqui, o timing é crucial: monitorar o comportamento dos jogadores e as estatísticas ao vivo pode trazer grandes oportunidades.
Estratégias para analisar partidas equilibradas
Em jogos equilibrados, onde não há um favorito claro, as apostas requerem uma abordagem mais estratégica. Estude o estilo de jogo dos tenistas e veja como eles se adaptam às condições do torneio.
Por exemplo, em uma partida entre Casper Ruud e Jannik Sinner em um torneio de piso duro, observar como cada jogador se comporta em pontos longos pode ser decisivo. Se Ruud é mais consistente, pode valer a pena apostar no mercado de total de games, esperando uma partida longa.
O papel das estatísticas e das casas de apostas
As estatísticas desempenham um papel vital no tênis, oferecendo informações detalhadas sobre saques, porcentagem de pontos vencidos no segundo serviço, desempenho em tie-breaks e mais. Além disso, entender como as odds são ajustadas pelas casas de apostas ajuda a identificar oportunidades de valor.
Se uma casa de apostas oferece odds altas para uma vitória de Coco Gauff contra Elena Rybakina, mas Gauff tem um bom histórico recente em quadras rápidas, pode valer a pena investir.
Atenção aos detalhes
Apostar em tênis é uma experiência desafiadora e recompensadora. Com sua combinação de mercados dinâmicos, análises detalhadas e oportunidades únicas, esse esporte oferece uma plataforma rica para quem busca diversificar suas estratégias de apostas esportivas. Com um estudo cuidadoso, gerenciamento de banca eficiente e atenção aos detalhes, é possível transformar a paixão pelo tênis em apostas bem-sucedidas. Lembre-se: o segredo está na preparação e na paciência. Boa sorte!
Agora é lei! Rio Open faz parte do Calendário Oficial do Rio de Janeiro
Enquanto se prepara para a sua 11ª edição, o Rio Open recebeu um merecido reconhecimento. A partir de agora, o principal torneio de tênis da América do Sul faz parte do Calendário Oficial da Cidade do Rio de Janeiro.
Rafael Matos é primeiro brasileiro campeão do Rio Open nas duplas
A lei número 8.715, de autoria do vereador Rafael Aloisio Freitas, foi sancionada pelo prefeito Eduardo Paes e entrou em vigor em dezembro.
Desde 2014, o Rio Open trouxe para a Cidade Maravilhosa alguns dos principais tenistas do mundo, como Rafael Nadal, Carlos Alcaraz, David Ferrer, Dominic Thiem, Jo-Wildried Tsonga, entre outros, e contribuiu significativamente para a economia local. Só na última edição, este ano, bateu o recorde de público, com 65 mil pessoas ao longo da semana do evento, e movimentou mais de R$ 160 milhões, com mais de 5 mil empregos diretos e indiretos.
O Rio Open é uma promoção da IMM com realização do ICT.
Cynthia Lum, uma
das maiores fotógrafas do circuito mundial de tênis faleceu nos Estados Unidos,
na semana passada.
Desde a fundação de
Tennis View, Cynthia foi uma grande entusiasta da revista, fotografando a
maioria das capas e das fotos que deram vida ao periódico nacional.
Ela percorreu as
quadras de tênis do mundo todo, de Melbourne, a Paris, de Londres a Nova York,
sempre com um olhar diferenciado e muita graciosidade.
Essa entrevista que
reproduzimos abaixo é uma homenagem à nossa grande colaboradora e amiga não só
da Tennis View, mas do Brasil.
Tennis View – Como você se tornou uma
fotógrafa de tênis?
Cynthia Lum – Eu
sempre quis ser jornalista. Cursava faculdade no Art Institute de Chicago e
resolvi concluir os estudos na Universidade da Califórnia em Los Angeles
(UCLA), onde me puseram uma câmera na mão. Me apaixonei e acabei fazendo uma
especialização em fotojornalismo. Durante o curso, um professor pediu um trabalho
sobre esportes. Fui fotografar o time de tênis da UCLA, o técnico gostou do meu
trabalho e acabou me chamando para fazer as fotos oficiais da equipe. O chefe
de imprensa da UCLA e o chefe de comunicação da associação de tênis do Sul da
Califórnia também gostaram e me pediram pra fotografar um jovem jogador e seu
técnico, para uma matéria especial da revista que ele estava fazendo. Sem muito
saber o que deveria fazer, fui até Palisades e fotografei o Pete Sampras, de
apenas 17 anos, e o técnico dele, o Pete Fischer.
TV – É sua então a famosa foto do Sampras
com o Fischer?
CL – Sim. É uma
foto que já saiu no mundo e a foto que mais me deu dinheiro até hoje.
TV – E daí tudo começou?
CL – Em seguida, a
Tennis Magazine me pediu para fotografar o “novato” da temporada, que jogava um
torneio na Califórnia. Era o Jim Courier. O Sampras e o Courier praticamente me
iniciaram no circuito. Me lembro de que, na época, eu pensava: “isso é
temporário, não vou ficar fotografando tênis por muito tempo”, e hoje estou
aqui eu estou.
TV – Quantos torneios você
fotografou?
CL – Não sei
precisar quantos, mas foram mais de 150 com certeza. Só de Grand Slams, são 16
US Opens, 16 Wimbledons, 16 Roland Garros e uns 12 Australian Opens, sem falar
em inúmeros Masters 1000 e Masters Cup; até no Brasil Open eu já estive e uns
18 LA Tennis Opens. Sou a fotógrafa oficial do torneio que é disputado na na
UCLA desde que aqueles tempos.
TV – Durante todos esses anos, qual jogador
você mais gostou de fotografar?
CL – O Guga com
certeza é um dos meus favoritos. Adorava fotografá-lo deslizando na quadra de
saibro, correndo atrás da bola e sempre terminando o jogo com um belo sorriso.
O Patrick Rafter dava belas fotos também, com o jogo dele de saque e voleio, diferente
dos outros. O Roddick é um cara divertido de fotografar; O Monfils, pelas
expressões que faz. Enfim, cada jogador é diferente, mas o Guga e o Rafter eram
especiais.
TV – E o mais difícil de
fotografar?
CL – Pode parecer
brincadeira, mas eu diria que o Federer, porque ele está sempre olhando para
baixo, até mesmo quando bate na bola. Sem falar que em todos os golpes ele
parece que não está fazendo esforço; então, é difícil captar um momento
especial.
TV – Que dicas você daria a um fã de tênis
que está indo a um torneio e quer fotografar o campeonato?
CL – Vamos
lá!
1. Para pessoas que
não estão acostumadas a fotografar tênis, para começar, com as câmeras
automáticas, a sugestão é focar no jogador que está esperando para receber o
saque, ou no jogador que está se preparando para sacar, no momento que ele
começa a mexer a raquete.
2 – Outra dica é ir
para as quadras menores, em que se pode ficar muito mais perto dos tenistas.
3 – Se a câmera
tiver um modo esportes ou ação, deve ser colocada nesta posição, assim ele terá
mais velocidade.
4 – Se quiser fotografar
algo à noite ou quando a luz estiver caindo, a câmera deve estar apoiada na
arquibancada, ou em uma cerca, para dar mais segurança e evitar que a foto saia
tremida.
5 – No meio da tarde, quando a quadra está com sombra e sol, eu gosto de ficar com o sol nas minhas costas, dá foto muito interessantes. Num estádio grande, a dica é subir até o topo e escolher o ângulo favorito. Fotografia é muito pessoal e nunca há uma foto ruim. Cada foto é especial e cada uma retrata um momento que não vai acontecer outra vez.