O SP Open começa mais tarde nesta quarta-feira, com os jogos a partir das 15h no Parque Villa-Lobos no dia da estreia de Luisa Stefani nas duplas. A brasileira e sua parceira húngara Timea Babos enfrentam na Quadra 1 a britânica Alicia Barnett e a francesa Elixane Lechemia.
Em seguida, Laura Pigossi e Ingrid Martins voltam à quadra em busca das semifinais na partida contra a francesa Leolia Jeanjean e a mexicana Victoria Rodríguez.
Já na Quadra Central Maria Esther Bueno, a brasileira Nauhany Silva, a Naná, abre a rodada noturna às 17h30. Ela joga em busca das quartas de final contra a argentina Solana Sierra, cabeça de chave número 2 do torneio.
O primeiro jogo do dia na quadra principal do SP Open reúne a americana Whitney Osuigwe e a britânica Francesca Jones, cabeça de chave número 6 do torneio.
Programação de quarta-feira (10 de setembro)
Quadra Central Maria Esther Bueno
A partir das 15h00
[6] Francesca Jones (GBR) vs Whitney Osuigwe (USA)
Não antes de 17h30
[WC] Nauhany Silva (BRA) vs [2] Solana Sierra (ARG)
Julia Riera (ARG) vs [3] Alexandra Eala (PHI)
Quadra 1
A partir das 15h00
[Q] Victoria Rodriguez (MEX) vs Tianstsoa Rakotomanga Rajaonah (FRA)
Beatriz Haddad Maia estreou da melhor forma possível no SP Open, em seu primeiro jogo de WTA 250 em sua cidade-natal e venceu a italiana Miriana Tona para se garantir na segunda rodada no encerramento da programação da Quadra Central Maria Esther Bueno nesta terça-feira.
Bia dominou a partida contra Miriana Tona e precisou de apenas 1h16 em quadra para fechar o jogo por 2 sets a 0, com duplo 6/1. Ao final, homenageou seus avós com assinatura na câmera e se emocionou ao falar sobre eles em quadra.
A tenista também comemorou o fato de o SP Open ter quatro brasileiras nas oitavas de final ao se juntar a Laura Pigossi, Naná Silva e Ana Candiotto.
“A primeira rodada sempre tem algumas coisas diferentes, mas foi especial. A quadra estava cheia, a energia foi incrível. Acho que nessa primeira rodada tivemos vitórias brasileiras especiais no feminino, então estou feliz por isso também”, disse Bia.
A tenista número 1 do Brasil terá na segunda rodada um confronto brasileiro com Laura Pigossi, contra quem se acostumou a jogar desde a infância nos torneios juvenis.
“É uma adversária que conheço bem. Jogamos bastante desde o juvenil e tem tudo para ser um bom jogo. Ela é batalhadora, lutadora. Vou trabalhar duro e vamos ver o que acontece”, analisou.
Eala se encanta com o público brasileiro ao vencer estreia no SP Open
A filipina Alexandra Eala fez uma grande estreia no SP Open e conquistou o público brasileiro com a vitória diante da francesa Yasmine Mansouri na abertura da rodada noturna da Quadra Central Maria Esther Bueno.
Embalada pelo título conquistado no México na última semana, Eala precisou de apenas 1h10 para atingir a sua sexta vitória consecutiva, com parciais de 6/0 e 6/2.
A ‘filiprima’, como escreveu na câmera ao final do jogo em agradecimento ao público, saiu encantada de quadra na sua estreia em solo brasileiro e comemorou o fato de ter jogado no intervalo entre Laura Pigossi e Bia Haddad Maia.
“Eu curti muito jogar aqui hoje à noite. Jogar partidas noturnas é algo que não acontece com frequência para mim, então curti bastante, especialmente com o público amável”, disse Eala.
“Fiquei feliz por muitas pessoas terem vindo me assistir. A atmosfera acrescenta muito quando há muitas pessoas torcendo e acho que tive um pouco de sorte por ter sido escalada para jogar entre a Laura e a Bia. Sou muito grata ao público que veio me ver e torcer por mim”, completou.
Nauhany Silva, a Nana, brilhou em sua estreia no SP Open e conseguiu a primeira vitória da carreira logo na primeira vez que jogou uma partida em um WTA 250 ao vencer Carolina Meligeni na Quadra Central Maria Esther Bueno, no Parque Villa-Lobos, justamente onde cresceu jogando.
Com apenas 15 anos e 5 meses, a paulista perdeu um primeiro set equilibrado, mas conseguiu reagir e superar Carol Meligeni em três sets, com parciais de 6/7(0), 6/2 e 6/0, em 1h49.
Naná superou a marca de Bia Haddad Maia, que estreou em um WTA vencendo a primeira partida aos 16 anos e 8 meses.
A jovem tenista não conseguiu segurar o sorriso com o resultado que a vai fazer subir 400 posições no ranking mundial. Mais do que isso, por mais uma lembrança positiva que terá do Parque Villa-Lobos.
“Desde pequeninha eu jogo nessas quadras, então para mim é muito especial passar a primeira rodada de um WTA, principalmente o primeiro. Estou muito feliz, não estava imaginando passar da primeira rodada”, disse Naná após o jogo.
“Era bem legal, a gente vinha mais de sábado e domingo e a gente treinava, aproveitava e tomava água de coco e andava de bicicleta no Parque, então era divertido para mim. Eu sabia que todo fim de semana iria vir e fazer a mesma coisa: treinar, tomar água de coco e andar de bicicleta. Pra mim aqui sempre tem boas memórias, então estar aqui para jogar o primeiro WTA é muito especial”, completou.
Decepcionada pela derrota na primeira rodada, Carol destacou a dificuldade de enfrentar Naná e elogiou a adversária depois da partida.
“Foi um jogo duro, difícil enfrentar uma brasileira aqui, na primeira rodada. Primeiro set bom da minha parte, consegui sacar bem e também aproveitar algumas oportunidades que eu tive de quebrar o saque dela. No segundo set eu não conseguir sustentar tanto o o meu saque e ela começou a se soltar e atacar muito. Ela foi agressiva e contundente nesse set e no terceiro a mesma coisa”, disse Carol.
“Ela tem muita qualidade nos golpes, tem muita velocidade e quando as bolas vão dentro, é muito difícil de conseguir fazer pontos longos, que é o que eu vinha fazendo no primeiro set. Acho que faltou eu acreditar um pouco mais em mim, mas também mérito dela de ter conseguido se soltar ao longo do jogo encontrar uma forma de ganhar”, completou.
Surpresas marcam o primeiro dia da chave principal do SP Open
O primeiro dia da chave principal de simples do SP Open foi marcado por surpresas. A única favorita a vencer seu jogo foi a argentina Solana Sierra, cabeça de chave 2, que derrotou a holandesa Arianne Hartono em sets diretos, com 7/6(4) e 6/3.
Nas outras partidas, avançaram a mexicana Victoria Rodríguez e a eslovaca Martina Okalova, que viram do qualifying, além de Janice Tjen, da Indonésia.
No jogo que abriu a programação da Quadra Central Maria Esther Bueno, Rodríguez venceu o primeiro set contra a australiana Ajla Tomljanovic por 6/4 e contou com o abandono da adversária quando tinha 4/2 na segunda parcial devido a uma lesão no joelho esquerdo.
“Estou muito feliz por ter avançado. Claro que não foi do melhor jeito, já que a Ajla se retirou, mas estou feliz com meu desempenho especialmente porque as condições hoje estavam bem diferentes das de ontem, que estava bem frio”, disse Rodríguez ainda na quadra.Okalova superou a australiana Arina Rodionova em dois sets, com 7/5 e 6/4, enquanto Tjen desbancou a francesa Leolia Jeanjean, cabeça de chave 7 do torneio, com 6/2 e 6/3. No jogo mais longo do dia, a francesa Tiantsoa Rakotomanga Rajaonah eliminou a mexicana Ana Sofia Sánchez ao vencer com 6/4, 4/6 e 7/6(7), em 2h54.
Bia Haddad Maia e Laura Pigossi estreiam em simples nesta terça-feira
Quatro brasileiras estreiam em simples no SP Open nesta terça-feira, com destaque para Beatriz Haddad Maia, que faz o último jogo da rodada noturna da Quadra Central Maria Esther Bueno contra a italiana Miriana Tona.
A partida que abre a programação na quadra principal no Parque Villa-Lobos é a da brasileira Luiza Fullana contra a mexicana Renata Zarazua, cabeça de chave número 5.
Em seguida é a vez de Laura Pigossi duelar com a americana Elizabeth Mandlik. Na Quadra 1, Ana Candiotto enfrenta a ucraniana Valeria Strakhova. Também tem brasileiras nas duplas, com Victoria Barros e Nauhany Silva contra a parceria da americana Anna Rogers e a indonésia Janice Tjen.
Carlos Alacaraz elevou mais o nível, fez um grande jogo e se tornou neste domingo bicampeão do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
Em um jogo equilibrado, como era de se esperar, o espanhol superou mais uma vez o italiano Jannik Sinner, seu grande rival, com parciais de 6/2 3/6 6/1 e 6/4, repetindo o resultado de Roland Garros, quando também conquistou o título.
Alcaraz campeão. Clive Brunskill/Getty Images)
Com isso, ele não só conquista o bicampeonato do US Open, mas
também o 6º título de Grand Slam da carreira, sendo o segundo na atual
temporada, depois de Paris.
“Toda conquista que tenho é por causa de vocês”, disse
Alcaraz a sua equipe após levantar o troféu, antes de mandar seus
agradecimentos sinceros ao público de Nova York:
“Este torneio é super especial para mim”, acrescentou. “É um
privilégio fazer parte deste torneio. Eu me sinto em casa, sinto a energia e
sinto o amor, e estou apenas tentando jogar o meu melhor para vocês. Vocês
tornaram tudo mais fácil.”
Além da importante conquista, Alcaraz retomou o ponto de líder do ranking, ultrapassando justamente o italiano.
Quando venceu o US Open em 2022, Alcaraz havia conquistado o título do Rio Open e estava começando sua meteórica carreira. O título de 2025 veio como consolidação de que ele já é um dos melhores da história.
O SP Open, o WTA da maior cidade das Américas que acontece na capital paulista entre os dia 6 e 14 de setembro, no Parque Villa Lobos, presta uma homenagem especial à maior tenista brasileira de todos os tempos, Maria Esther Bueno.
Durante todo o torneio, o público poderá ver de perto a estátua em bronze da lendária atleta, que ficará exposta na arena principal.
Além da exposição da estátua, a quadra central levará o nome de Maria Esther Bueno, reforçando o legado da ex-tenista e seguindo a tradição de homenagear os grandes nomes o tênis brasileiro, já que a quadra central do Rio Open se chama Quadra Guga Kuerten. A cerimônia que dará o nome à quadra de Maria Esther Bueno será no sábado, dia 06, na Abertura do Evento, antes da primeira partida do qualifying.
Já na terça-feira, antes da partida final da rodada noturna, Maria Esther Bueno será mais uma vez homenageada, em cerimônia que contará com a presença das tenistas brasileiras Top 100 participantes do SP Open e aquelas que tiveram carreiras de sucesso graças o pioneirismo da rainha.
“O SP Open é a realização de um sonho. O sonho de voltar a ter um torneio importante de tênis feminino no Brasil. Mas isso só foi possível porque antes de nós existiu Maria Ester Bueno. Exemplo de atleta, de pioneirismo feminino, ela segue sendo fonte de inspiração. Por isso, é um grande orgulho reverencia-la, e transmitir seu importante legado para as novas gerações.”, diz Marcia Casz, diretora geral do SP Open.
Estátua – A escultura foi criada pela artista Celina Kihel Lara Leite Ribeiro e inaugurada em março de 2000, em cerimônia realizada no Sociedade Harmonia de Tênis e estava na sede da Federação Paulista de Tênis e ficará aberta para o público pela primeira vez. Feita em bronze, com base de mármore, a peça pesa cerca de 190 kg e mede 2,37 m de altura. Inspirada em registros fotográficos dos campeonatos disputados por Maria Esther, a obra retrata a força e a elegância que marcaram sua trajetória.
Conquistas de Maria Esther Bueno
Maria Esther Bueno conquistou 19 títulos de Grand Slam, sendo 7 em simples, 11 em duplas e 1 em duplas mistas, além de ter alcançado o posto de número 1 do ranking mundial em 1959.
Simples: 3 vezes campeã de Wimbledon (1959, 1960, 1964) e 4 vezes do US Open (1959, 1963, 1964, 1966).
Duplas: títulos nos quatro Grand Slams, incluindo 5 conquistas em Wimbledon e 4 no US Open.
Duplas mistas: campeã de Roland Garros em 1960.
Membro do Hall da Fama do Tênis, Maria Esther Bueno faleceu em 8 de junho de 2018, aos 78 anos.
Segunda maior tenista da história do Brasil, atrás somente de Maria Esther Bueno, a paulista Beatriz Haddad Maia é o principal destaque do SP Open. Bia já foi top 10 do mundo e hoje ocupa a 22ª posição do ranking, tendo conquistado quatro títulos WTA.
Thaísa Pedretti joga por um lugar na chave principal do SP Open neste domingo, a partir das 13h, pela rodada final do qualifying no Parque Villa-Lobos. Uma vitória da paulista coloca o WTA 250 em São Paulo igualando o maior número de tenistas brasileiras na chave de um torneio de elite do tênis feminino.
Pedretti estreou neste sábado e venceu a argentina Victoria Bosio por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, na Quadra Central Maria Esther Bueno.
“Estou muito feliz com a vitória, mas eu quero muito mais ainda. Estou muito feliz o nível que eu joguei, agora é ficar firme para a próxima rodada. Vou me preparar para amanhã mentalmente e fisicamente”, disse a brasileira.
Em busca de sua primeira chave principal de WTA, Pedretti vai enfrentar na rodada final do quali a francesa Yasmine Mansouri, que venceu o jogo de abertura da programação deste sábado na Quadra Maria Esther Bueno contra a jovem brasileira Ana Cruz por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2.
“A gente se conhece do juvenil e consegui ver um pouco do jogo dela mais cedo. Agora vou estudar com meu treinador, ver melhor maneira de jogar contra ela, mas é descansar e me preparar física e mentalmente”, projetou Pedretti.
Se Thaísa Pedretti conseguir passar o quali, o SP Open vai igualar o maior número de tenistas brasileiras na chave principal de um WTA, com oito representantes do país, o que aconteceu em 1988 no Guarujá e 1993 em Curitiba.
Outra brasileira que jogou neste sábado foi Pietra Rivoli. A gaúcha de 16 anos fez uma longa partida contra a italiana Miriana Tona, mas acabou derrotada no terceiro set, com 7/5 2/6 e 6/3.
Bia Haddad e Carol Meligeni fazem treino aberto neste domingo
O público que comparecer ao SP Open neste domingo para os jogos finais do qualifying terá a oportunidade única de acompanhar um treino aberto de Beatriz Haddad Maia e Carolina Meligeni, duas das estrelas da chave principal do torneio WTA 250 no Parque Villa-Lobos.
Bia e Carol vão treinar na Quadra Central Maria Esther Bueno a partir das 18h deste domingo e quem tiver ingresso para o quali poderá acompanhar.
A entrada é gratuita e quem fez a reserva no site da Eventim. Novos ingressos já estão disponíveis no endereço eventim.com.br/sp-open.
Aryna Sabalenka conquistou neste sábado o bicampeonato do US
Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova
York, nos Estados Unidos.
Em final equilibrada diante da tenista da casa, Amanda
Anisimova, Sabalenka se impôs nos momentos decisivos e venceu em sets diretos,
com parciais de 6/3 e 7/6(3).
Depois do vice-campeonato do Australian Open e de Roland Garros
neste ano, a bielorrussa falou sobre o quanto merecia conquistar um Slam:
“Eu sabia que, com o trabalho duro que fizemos, eu merecia ter um título de Grand Slam nesta temporada. Quando eu caí, foram emoções verdadeiras, porque significa muito defender este título e trazer um tênis tão bom para a quadra. E trazer a luta e conseguir lidar com minhas emoções da maneira que eu fiz nesta final, significa muito. Estou super orgulhosa de mim mesma agora.”
Além do título, Sabalenka sai dos Estados Unidos com a manutenção do topo do ranking garantida, abrindo vantagem diante de Iga Swiatek e Coco Gauff, que brigam pela vice-liderança.
Principal estrela da primeira edição do SP Open, Beatriz Haddad Maia está empolgada para disputar um WTA 250 na cidade onde nasceu, além da oportunidade proporcionada ao tênis feminino brasileiro pelo torneio que acontece entre os dias 6 e 14 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, e conhecerá a chave principal neste sábado, às 14h, no Ace Club. O evento com os jogos do qualifying começa às 13h, com abertura dos portões às 12h.
Bia concedeu entrevista coletiva na sala de imprensa do WTA paulistano nesta sexta-feira e lembrou de quando acompanhava torneios no Parque Villa-Lobos na infância e o simbolismo que o evento tem para o esporte e as tenistas que estão começando.
“Quando penso que estamos de volta com um WTA 250 no Brasil, e agora em São Paulo — a cidade onde nasci — é muito especial. Criar esse ambiente, oferecer inspiração para meninas, meninos e jovens que sonham jogar grandes torneios é essencial. Eu mesma, quando era criança, vinha ao Villa-Lobos assistir torneios e isso me marcou muito. Estar aqui hoje, podendo jogar, me faz lembrar como esses momentos inspiram”, disse Bia.
Atual número 22 do mundo, Bia tentará somar para a sua galeria de conquistas o primeiro título WTA em solo brasileiro, mas ressalta que se empolga também pela possibilidade de inspirar os novos talentos do esporte, além da experiência de jogar diante da família e dos amigos que não têm a oportunidade de acompanhá-la pelo mundo.
“Para quem entra no torneio hoje, ver jogadoras brasileiras e internacionais de alto nível pode fazer diferença na vida delas. Não é só sobre buscar um título, mas também sobre deixar um legado e construir uma história”, disse Bia.
“É sempre especial ter a família e amigos por perto. Claro, existe pressão — por exemplo, quando você é cabeça de chave, quando joga diante da torcida ou enfrenta jogadoras de alto nível — mas aprendi a levar isso de forma carinhosa. Meu objetivo é lutar por cada ponto, mas também aproveitar a semana, pois há muito amor e dedicação de todos para tornar o evento possível”, completa.
O SP Open, que marca o tão aguardado retorno do circuito mundial de tênis feminino (WTA250) a São Paulo após 25 anos, acontecerá de 6 a 14 de setembro no Parque Villa-Lobos e apresentará o exclusivo Ace Club – um espaço VIP de mil metros quadrados que promete uma experiência inigualável de alta gastronomia, conforto e exclusividade.
Com 750 m² de área interna e 250 m² de varanda, e capacidade para 600 pessoas, o Ace Club foi cuidadosamente planejado para oferecer uma vivência premium, complementando a emoção das quadras. Outro destaque do local é o acesso direto dos convidados aos lugares da quadra central.
Experiência Gastronômica e de Bebidas de Primeira Classe
A alta gastronomia do Ace Club ficará por conta do Joá Gastronomia, liderado pelo Chef Eduardo Zampier, um profissional com mais de 25 anos de experiência e vasta atuação em grandes eventos esportivos, como a NFL no Brasil, as Olimpíadas Rio 2016 e a Maratona do Rio.
Para acompanhar a experiência, o Ace Club contará com um bar exclusivo da Grey Goose, que oferecerá drinks personalizados. Os amantes de cerveja terão à disposição o bar da Heineken, incluindo a opção 0.0 para quem busca alternativas sem álcool. Uma seleção de vinhos da World Wine estará disponível para os apreciadores, com rótulos de diversos países. Para finalizar, um cafezinho da Melitta completa a experiência premium.
Design Brasileiro e Conforto na Decoração
A Lider Interiores, com 80 anos de expertise no mercado, será a responsável pelo mobiliário do Ace Club. O espaço terá um design autenticamente brasileiro, unindo bom gosto e conforto. Entre os destaques, estão os sofás Estola e Way, do Estúdio Lider, e as poltronas Guaruçá, desenhada por Mauricio Arruda, e Oma, da Suíte Design, um lançamento da Coleção 80 da Lider.
Tiago Nogueira, diretor Comercial e de Marketing da Lider, ressaltou a importância da parceria: “Para a Lider, ser fornecedora no SP Open 2025 é uma oportunidade de reforçar nossa expertise em grandes eventos esportivos no Brasil. Esperamos proporcionar um ambiente acolhedor e sofisticado aos participantes e convidados do maior evento do circuito feminino de tênis no país”.
“O Ace Club será um espaço privilegiado para networking de alto nível, pois se trata de uma área frequentada por alguns dos principais C-Levels do país. Além disso, é um reflexo do nosso compromisso em oferecer uma experiência completa e inesquecível no SP Open. Unimos alta gastronomia, conforto e um design brasileiro autêntico para criar um ambiente que eleva a vivência do tênis para além das quadras.”, disse Marcia Casz, diretora geral do SP Open
Exposição do troféu do SP Open
O troféu confeccionado especialmente para o SP Open será exposto no Ace Club para os convidados. Se trata de trabalho inédito de Ara Vartanian, um dos nomes mais relevantes da joalheria contemporânea. Concebida especialmente para o evento, a peça traduz em forma, matéria e movimento a identidade da cidade e a potência do tênis feminino.
Inspirado no Marco Zero de São Paulo, o troféu parte de uma referência geográfica e simbólica. Vista de cima, a peça reproduz, de forma autoral, o desenho da rosa dos ventos no chão do Marco Zero, localizado em frente à Praça da Sé.
O SP Open: Mais que um Torneio, um Festival de Tênis
O SP Open vai além das quadras, oferecendo uma experiência completa de festival de tênis. Durante os nove dias de evento (entre 6 e 14 de setembro), o público terá a oportunidade de assistir a grandes nomes do tênis nacional e internacional em uma estrutura projetada para receber aproximadamente 30 mil pessoas. O complexo incluirá seis quadras de nível internacional, incluindo uma arena principal com capacidade para 2.500 espectadores, além de um boulevard com diversas opções de gastronomia, áreas de convivência e ativações.
O torneio, parte do circuito WTA 250 – uma das principais categorias do tênis feminino mundial –, retorna a São Paulo após um hiato de 25 anos. Entre as atletas confirmadas na chave principal, destacam-se a paulista Beatriz Haddad Maia, a melhor brasileira no ranking mundial, Laura Pigossi e Luisa Stefani, medalhistas olímpicas, e as jovens promessas Victoria Barros e Nauhany Silva. O qualifying do torneio terá entrada gratuita, com informações sobre a retirada dos ingressos a serem divulgadas em breve.
Bia Haddad conseguiu uma grande vitória e sua vaga nas
oitavas de final do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado
no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
Na noite deste sábado, a brasileira teve grande atuação e
venceu com autoridade a grega Maria Sakkari, ex-número 3 do mundo, com parciais
de 6/1 e 6/2.
Esse foi o 5º encontro entre elas no circuito e a brasileira
manteve a invencibilidade diante da adversária europeia.
A próxima adversária de Bia será uma tenista da casa, Amanda
Anisimova, atual número 9 do ranking da WTA. Aas duas já se enfrentaram três
vezes no circuito, com duas vitórias de Anisimova. Porém, no confronto mais
recente, a vitória foi da brasileira, no WTA de Adelaide, em 2023.
Bia tem como melhor participação no US Open justamente a campanha do ano passado, quando parou nas quartas de final.
Esta também é a melhor campanha de Bia em um torneio do Grand Slam em 2025.
Com muito apoio da torcida brasileira, sempre presente no US Open, ela conseguiu fazer talvez o seu melhor jogo da temporada.
O desafio na próxima fase é maior. Ele duelará contra a jogadora da casa, no Arthur Ashe Stadium, o maior estádio de tênis do mundo, para tentar sua primeira vitória nesta quadra inaugurada em 1997.