Melo e Soares estreiam nesta sexta em Miami. Bellucci e Feijão também jogam.

A estreia dos brasileiros Bruno Soares e Marcelo Melo no Miami Open será nesta sexta-feira. Cabeças-de-chave 3 eles enfrentam o colombiano Santiago Giraldo (89 nas duplas) e o eslovaco Martin Klizan (87), no último jogo da rodada, na quadra 2 do Crandon Park.

Melo e Soares estreiam nesta 6a. no Miami Open. Bellucci e Feijão também jogam.

“Fizemos vários treinos esta semana, com duplas diferentes e tentando nos adaptar às diferentes condições e aos jogadores. Trabalhamos bastante em cima do nosso jogo, da nossa estratégia e em como a gente tem que jogar contra o Giraldo e o Klizan,” disse Bruno Soares, que tem como parceiro fixo o austríaco Alexander Peya, mas joga em Miami com o também mineiro Marcelo Melo, já que Peya ficou na Áustria para o nascimento do segundo filho e o parceiro de Melo (4o na ATP) está lesionado.

“Estamos super motivados e com expectativa alta. O torneio de Miami é muito legal para nós brasileiros. Vamos jogar em uma quadra bacana, com estádio e que cabe bastante gente, então queria mais uma vez convocar toda a turma pra vir torcer pra gente,” falou Soares (15o.), que no ano passado, com Peya, alcançou as quartas-de-final do segundo Masters 1000 da temporada, repetindo o melhor resultado em Miami (2009, com Kevin Ullyett).

Feijão e Bellucci

Além de Soares e Melo, outra dupla brasileira também estreia nesta sexta em Miami, a de João Souza, o Feijão e Thomaz Bellucci. Eles, que ganharam wild card para jogar a chave principal do Masters 1000, enfrentam os espanhóis cabeças-de-chave 5, Marcel Granollers e Marc Lopez, na quadra 7, também no último jogo da rodada.

Com Dodig lesionado, Melo procura parceiro para jogar em Miami

O brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig não formarão parceria no próximo torneio da temporada, o Masters 1.000 de Miami, que acontece de 25 março a 5 de abril, nos Estados Unidos. O croata que vinha sofrendo com dores no punho esquerdo antes mesmo do Masters 1.000 de Indian Wells, onde ele e o mineiro  foram semifinalistas, teve seu problema agravado nos últimas dias e foi obrigado a desistir dos jogos de simples e duplas do torneio na Flórida.
Com parceiro lesionado, Melo procura parceiro para jogar em Miami
“É uma pena o Ivan ter sofrido essa lesão. Vínhamos jogando muito bem, cada vez melhorando nosso jogo, com bons resultados. É ruim porque vai interromper a nossa sequência, mas o importante é ele se recuperar, fazer os exames e eu também manter a confiança para os próximos torneios. Espero que ele melhore logo e que voltemos a jogar juntos”, afirma o brasileiro.

Com a desistência de Dodig, Melo analisa com o seu técnico Daniel Melo outros tenistas para formar dupla. Ele acredita que até domingo terá novidades. “Como foi tudo muito rápido e muitas duplas já foram formadas para Miami, tenho que correr logo com essa definição.”

Melo perde chances e fica fora da final de duplas do Australian Open

O brasileiro Marcelo Melo, jogando ao lado do croata Ivan Dodig, foi eliminado nesta madrugada do Australian Open, em jogo que valia vaga na final de duplas do Grand Slam australiano.

Melo perde chances e fica fora da final em MelbourneEle e Dodig foram superados pelos franceses Nicolas Mahut e Pierre Hugues Herbert por 6/4 6/7 7/6.

Melo e o croata chegaram a sacar para o jogo no terceiro set e estiveram com dois mini breks na frente, no tie-break.

Nas duplas mistas, nas quartas-de-final, Melo também foi eliminado, ao lado de Katarina Srebotnik. Eles perderam para Hsieh e Cuevas por 6/1 6/2.

 

Melo e Dodig vencem outra no ATP Finals e garantem vaga antecipada na semi

O Brasil já tem pelo menos uma das duas duplas classificadas para a semi do ATP Finals, em Londres.

Nesta terça-feira, Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig venceram, em um jogo emocionante, os campeões de 2012, os espanhóis Marc Lopez e Marcel Granollers por 7/6(5) 7/6(12) e garantiram antecipadamente a classificação para a semi.

Melo e Dodig peqCom o formato de disputa no sistema Round Robin, as 8 melhores duplas do mundo foram divididas em dois grupos de 4, com todos se enfrentando entre si no grupo.

Melo e Dodig caíram no Grupo B, com Lopez/Granollers, Daniel Nestor e Nenad Zimonjic e Julien Benneteau e Edouard Roger Vasselin. Como o brasileiro e o croata ganharam a primeira de Nestor/Zimonjic e venceram Lopez/Granollers que haviam derrotado os franceses e hoje ainda o canadense e o sérvio perderam de Benneteau/Vasselin, Melo e Dodig avançaram.

“É muito legal estar novamente na semifinal e poder representar o Brasil. No ano passado perdemos jogando bem. Então, espero jogar ainda melhor para tentar avançar à final. Mas ainda temos o jogo de quinta. Não é porque estamos classificados que vamos deixar de jogar focados. Estamos mais tranquilos, isso é verdade, mas vamos entrar em quadra com todas as nossas forças,” contou Melo.

A disputa na quinta-feira na Arena 02, contra os franceses campeões de Roland Garros vale para decidir se eles ficarão em primeiro ou segundo no Grupo. A semifinal é decidida entre o primeiro colocado de um Grupo contra o segundo de outro.

Nesta quarta, o outro brasileiro na disputa, Bruno Soares, que joga com Alexander Peya, enfrenta Robert Lintsdet e Lukasz Kubot. Assim como Melo e Dodig, Soares e Peya também venceram o primeiro jogo.

 

Brasil terá duas duplas no ATP Finals, com Melo e Soares

O Brasil terá novamente duas duplas no ATP World Tour Finals, em Londres, de 09 a 16 de novembro. Mais uma vez, Bruno Soares com o parceiro austríaco Alexander Peya e Marcelo Melo, com o croata Ivan Dodig, se classificaram para jogar o torneio que reúne apenas as 8 melhores parcerias da temporada e claro, os oito melhores jogadores de simples.

Se o ano de Marcelo Melo e Bruno Soares, cada um com seu parceiro, não foi tão brilhante quanto 2013, temos que continuar aplaudindo e apreciando os nossos jogadores tops.

Apesar das derrotas na estreia em Paris e resultados não muito consistentes nas últimas semanas, ambas as parcerias estão no top 10, ou seja, entre as 10 melhores do mundo. Melhor ainda, Soares e Peya formam a 3a. melhor dupla do ano e Melo e Dodig, a sétima. Bruno é o quinto mais bem colocado no ranking individual de duplas e Melo, o sétime.

Neste ano, Soares e Peya jogaram sete finais, ganharam 2, sendo uma de Masters 1000. Bruno ainda foi campeão de duplas mistas do US Open.
Melo disputou 5 finais, três com Dodig. Foi campeão com Knowle e vice no Rio Open, com Marrero.

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Ou seja, juntos eles nos alegraram em 12 decisões de campeonatos, de ATP 250 a Grand Slam (12 porque se enfrentaram na final do Masters 1000 do Canadá).

Parabéns aos nossos duplistas que continuam marcando presença nos melhores campeonatos do mundo e especialmente no ATP Finals.

Fotos de Vipcom

Diana Gabanyi

Melo e Dodig são vice-campeões em Tóquio

Marcelo Melo e Ivan Dodig foram vice-campeões do ATP 500 de Tóquio.

A dupla do brasileiro e do croata acabou perdendo a decisão para a parceria formada por Pierre Hebert e Michal Przysiezny, por 6/3 6/7(3) 10-5. Melo e Dodig

O brasileiro e o croata viajam agora para Shanghai onde defendem o título conquistado no ano passado.

Por lá eles terão a companhia da dupla de Bruno Soares e Alexander Peya.

Ambos são cabeças-de-chave e saem de bye, ou seja, ainda aguardam adversários.

Domingo especial para o tênis brasileiro

Ter brasileiro disputando final de Masters 1000 hoje em dia só acontece com Bruno Soares ou Marcelo Melo e como são apenas 9 torneios desta categoria por ano, são raras as vezes por temporada em que isso acontece. Por isso, este domingo é especial. Os dois disputam a final da Rogers Cup, o Masters 1000 de Toronto, fato inédito para o tênis brasileiro, logo antes de Roger Federer e Jo-Wilfried Tsonga entrarem na quadra central do Rexall Centre.

Cada um com seu parceiro, Bruno Soares com Alexander Peya e Marcelo Melo com Ivan Dodig jogará a segunda final de Masters 1000 da temporada. Soares e Peya foram vice em Indian Wells e Melo e Dodig perderam a decisão de Monte Carlo.

DODIG MELO DUPLAS TORONTO

Há tempos que são os duplistas que levam o tênis do Brasil para frente. Só eles atualmente conseguem chegar longe nos grandes torneios e ser capa, por exemplo, do site da ATP e das chamadas de transmissão de televisão.

PEYA SOARES DUPLAS TORONTO

Ambos top 10, o que já é incrível para o país, Melo é o 6º na ATP e Soares é o 3º, tentarão aumentar o número de títulos conquistados. O mais alto dos mineiros tem 13 trofeus e Bruno tem 17.

O Brasil só tem a comemorar e engrandecer ainda mais os duplistas que continuam fazendo história.

Diana Gabanyi

US Open – Brasil vive momento único nas duplas

Não vamos nos acostumar mal e achar que é normal. Vamos aproveitar este momento único na história do esporte brasileiro, com os tenistas de duplas disputando finais de Grand Slam, como faz o mineiro Bruno Soares, ao lado do austríaco Alexander Peya, no US Open, neste domingo, contra Leander Paes e Radek Stepanek.

bruno soares us open

O tênis brasileiro está vivendo um momento mágico nas duplas. É o segundo Grand Slam seguido que temos um tenista do Brasil na final. A 2ª melhor parceria do mundo tem um brasileiro – Bruno Soares – e a 10ª – Marcelo Melo – também. Temos 6 jogadores entre os top 100: Soares (4º), Melo (14º), Sá (68º), Demoliner (76º) e Souza (93º). E Melo ainda deve subir de posição quando os novos rankings forem divulgados na segunda à noite. Temos enormes chances de contar com dois brasileiros no ATP Finals, em Londres.

Bruno Soares, 31 anos, está vivendo essa fase de resultados espetaculares desde que conquistou o primeiro Grand Slam da carreira, há um ano, neste mesmo US Open, nas duplas mistas.

De lá para cá foram quatro títulos no fim de 2012 e mais cinco este ano, incluindo o primeiro trofeu de Masters 1000 (Canadá) e outras três finais. Esses bons resultados incluem ainda a semifinal de Roland Garros nas duplas e o vice-campeonato nas duplas mistas.

Sim, esta será a terceira final de Grand Slam de Bruno Soares e a primeira nas duplas. A segunda final seguida no US Open.

Marcelo Melo, que perdeu a semifinal em New York, com Ivan Dodig, para Bruno Soares, já disputou duas finais de Grand Slam. Foi vice-campeão de duplas mistas, em 2009, em Roland Garros e vice de Wimbledon, neste ano.

É tão difícil chegar à uma final de Grand Slam, que o Brasil demorou 08 anos, entre o título de Gustavo Kuerten em 2001, em Roland Garros e o vice de Melo, nas mistas, em 2009.

É tão raro vencer um Grand Slam, que até hoje, entre os brasileiros, apenas Maria Esther Bueno, Thomaz Koch, Guga e Soares ergueram o tão cobiçado trofeu.

Por isso, não vamos nos acostumar mal, achando que é normal assistir jogo de duplas na televisão e ver brasileiro na cerimônia de premiação. É raríssimo e eles devem ser festejados e reverenciados.

Nos acostumamos tão mal com Guga como número um do mundo e beijando o Tropheé des Mousquetaires, em Paris, que hoje parecemos apreciar – inclusive ele – muito mais o que ele fez, do que na época. Parecia normal, mas não é.

O que essa turma de duplistas está jogando de tênis é que é fora do normal.

Diana Gabanyi