João Fonseca já sabe quem será seu adversário na estreia do
Masters 1000 de Monte Carlo, primeiro torneio desta categoria disputado no
saibro na temporada.
O brasileiro, atual número 40 do mundo, terá pela frente o
canadense Gabriel Diallo, número 36 do ranking da ATP.
Os dois já se enfrentaram duas vezes no circuito, ambas no piso duro. Na primeira, no Challenger de Chicago, em 2024, vitória de Diallo. Depois, no Challenger de Lexington, no mesmo ano, João levou a melhor.
Beatriz Haddad Maia iniciou nesta semana uma nova etapa em
sua carreira ao começar a treinar com o técnico espanhol Carlos Martinez Comet,
em Barcelona.
“Estou feliz em começar o trabalho com o Carlos que tem
bastante experiência e é uma pessoa muito trabalhadora. Motivada para aprender,
organizar meu jogo e treinar nesse novo ambiente aqui em Barcelona”, disse Bia.
A tenista fará duas semanas de treinos no saibro antes de
começar a gira pela Europa, no WTA 125 de Oeiras. Depois, seguirá para os WTAs
1000 de Madri e Roma, além de Roland Garros.
Martinez Comet já foi treinador de Svetlana Kuznetsova,
Daria Kasatkina e de vários nomes do tênis espanhol, como Feliciano López,
Fernando Vicente e Galo Blanco, entre outros. Mais recentemente, trabalhou com
a francesa Lois Boisson.
A parceria com Bia Haddad Maia é inicial e, a princípio, vai
até o torneio de Wimbledon, como um período de testes, podendo ser estendida
posteriormente.
O LA Open conhecerá nesta sexta-feira os primeiros finalistas de sua história para o torneio de duplas, com a possibilidade do Brasil estar entre os tenistas que disputarão o título inédito. A programação do antepenúltimo dia do Challenger 100 no Jockey Club de São Paulo contará com as duas semifinais da competição entre parcerias, sendo que em um dos confrontos o país será representado pelos jovens e talentosos atletas Guto Miguel e Gustavo Heide.
Guto, de apenas 17 anos, e Heide, de 24, chegaram à semifinal após vencerem um duelo nacional contra Bruno Oliveira e Marcelo Zormann na noite desta quinta-feira, por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 7/5. Na disputa pela vaga na final, eles enfrentarão o israelense Daniel Cukierman e o argentino Mariano Kestelboim. O confronto encerrará a programação prevista para a quadra central, na sessão noturna.
Contente com a classificação, Heide destacou a sintonia existente com seu companheiro no LA Open. “A dupla encaixou muito bem. Desde a primeira vez que jogamos juntos, no Rio Open, realizamos grandes jogos. Acredito que estamos nos encaminhando para uma uma grande semana”, celebrou o tenista, que é nascido em São Paulo.
Guto reforçou as palavras do seu parceiro no LA Open, e elogiou Heide. “Ele é um cara excepcional, tanto dentro como fora de quadra. Estou aproveitando ao máximo nosso tempo juntos, porque ele tem muito a me ensinar. Vamos com tudo tentar pegar um troféu aqui nesta semana”, falou o jovem prodígio do tênis brasileiro.
Do outro lado da chave, o Brasil terá mais uma dupla na semifinal, que será definida nesta sexta-feira. A parceria formada por Felipe Meligeni e João Lucas Reis enfrentaria Igor Marcondes e Eduardo Ribeiro nesta quinta-feira, mas as chuvas que atingiram a cidade de São Paulo nesta quinta-feira interromperam a programação de jogos, o que forçou o adiamento da partida para o dia seguinte. O confronto brasileiro será o segundo do dia na quadra 3, no período da tarde, e quem vencer jogará ainda nesta sexta-feira contra os americanos Mac Kiger e Reese Stalder por uma vaga na final.
Caso as duplas brasileiras vençam as suas partidas, a final de duplas do LA Open, que acontecerá no sábado, será 100% verde e amarela.
Cabeças de chave confirmam favoritismo no torneio de simples
O torneio individual do LA Open encerrou nesta quinta-feira a realização da segunda rodada com um fato curioso. Todos os cabeças de chave que disputam o torneio confirmaram favoritismo e estarão em quadra pelas quartas de final nesta sexta-feira. A única exceção foi o argentino Thiago Tirante, cabeça de chave número 2, que anunciou sua desistência do LA Open pouco antes da estreia, por um problema no ombro.
O Brasil não terá representantes entre os oito classificados. Felipe Meligeni e Eduardo Ribeiro buscaram a vaga para as quartas de final nesta quinta-feira, mas foram superados por seus adversários.
Eduardo fez um jogo bastante equilibrado contra o argentino Román Andrés Burruchaga, mas foi superado de virada por 2 sets a 1, parciais de 1/6, 6/4 e 6/4.
“Foi uma partida muito difícil. As condições estavam bem lentas, principalmente por causa da chuva. Não senti que joguei bem. O importante é que consegui ganhar, mas tenho que melhorar para a partida das quartas de final”, comentou Burruchaga. O tenista é filho de Jorge Burruchaga, famoso jogador de futebol do país vizinho, e que fez o gol do título da Argentina na final da Copa do Mundo de 1986, disputada no México, contra a Alemanha Ocidental.
As quartas de final acontecerão nesta sexta-feira no LA Open. O norte-americano Emilio Nava enfrentará o português Jaime Faria. A Argentina verá um duelo nacional entre Román Andrés Burruchaga e Alex Barrena. O chileno Tomas Barrios Vera duelará com o peruano Hugo Dellien, e o boliviano Juan Carlos Prado Angelo terá como adversário Gonzalo Bueno, do Peru.
O LA Open tem transmissão ao vivo dos canais BandSports e N Sports – confira abaixo os resultados desta quinta-feira, e a programação desta sexta-feira.
Resultados do LA Open – quinta-feira (26)
Segunda rodada– simples [1] Emilio Nava (EUA) defeats Santiago Rodriguez Taverna (ARG) – 6/2 ret. [3] Román Andrés Burruchaga (ARG) d. [WC] Eduardo Ribeiro (BRA) – 1/6 6/4 6/4 [5] Jaime Faria (POR) d. Felipe Meligeni Alves (BRA) – 6/2 3/6 6/2 [7] Alex Barrena (ARG) d. Juan Pablo Varillas (PER) – 2/6 6/2 6/3
Quartas de final – duplas [1] Mac Kiger (EUA)/Reese Stalder (EUA) defeats Conner Huertas del Pino (PER)/Arklon Huertas del Pino Cordova (PER) – 6/3 6/2 [2] Daniel Cukierman (ISR)/Mariano Kestelboim (ARG) d. Daniel Dutra da Silva (BRA)/Santiago Rodriguez Taverna (ARG) – W.O Gustavo Heide (BRA)/Guto Miguel (BRA) d. Bruno Oliveira (BRA)/Marcelo Zormann (BRA) – 6/1 7/5
Programação do LA Open – sexta-feira (27)
Quadra Central
A partir das 14h [8] Juan Carlos Prado Angelo (BOL) vs Gonzalo Bueno (PER)
Não antes das 15h30 [4] Tomas Barrios Vera (CHI) vs [6] Hugo Dellien (PER)
Não antes das 18h [1] Emilio Nava (EUA) vs [5] Jaime Faria (POR) [2] Daniel Cukierman (ISR)/Mariano Kestelboim (ARG) vs Gustavo Heide (BRA)/Guto Miguel (BRA)
Quadra 3
A partir das 15h30 [7] Alex Barrena (ARG) vs [3] Román Andrés Burruchaga (ARG) Felipe Meligeni Alves (BRA)/João Lucas Reis da Silva (BRA) vs Igor Marcondes (BRA)/Eduardo Ribeiro (BRA) [1] Mac Kiger (EUA)/Reese Stalder (EUA) vs Meligeni Alves (BRA)/Reis da Silva (BRA) ou Marcondes (BRA)/Ribeiro (BRA)
O Itaú Unibanco marca presença em mais uma edição do Miami Open, um dos principais torneios do circuito internacional, reforçando sua atuação no esporte como plataforma de relacionamento, experiência e conexão com clientes. Em 2026, o banco celebra 50 anos de história no tênis, consolidando uma das trajetórias mais longevas do patrocínio esportivo no Brasil.
Com a arena do Miami Dolphins azul toda decorada de laranja e diante de um público latino que comparece em massa ao Masters 1000 mais próximo possível da América do Sul, o torneio ganhou ainda mais relevância com o patrocínio.
Bia Haddad Maia (Itaú)
Patrocinador do Miami Open há 18 anos e apresentador do torneio como “Miami Open presented by Itaú” há mais de uma década, o banco leva ao evento uma série de iniciativas que combinam esporte de alto nível, experiências presenciais e benefícios exclusivos para clientes, tanto no Brasil quanto no exterior.
Ao longo dessa trajetória, o Itaú construiu uma presença consistente no tênis, com atuação que vai do incentivo à base ao alto rendimento. Atualmente, essa estratégia inclui o patrocínio a atletas como Bia Haddad Maia, principal tenista brasileira da atualidade, e o espanhol Carlos Alcaraz, número 1 do mundo embaixador global da marca, além do apoio a novos talentos do circuito, como Victória Barros.
Carlos Alcaraz (Itaú)
“O tênis é um reflexo de tudo o que o Itaú acredita: planejamento, consistência, respeito, foco e superação. Há 50 anos, a marca constrói uma das trajetórias mais sólidas e consistentes do esporte no Brasil. Desde então, apoiamos o desenvolvimento do esporte em diferentes frentes, contribuindo para ampliar o acesso, formar novos talentos e fortalecer o tênis dentro e fora do Brasil”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.
Uma experiência 360° antes, durante e após o Miami Open
A presença do Itaú no Miami Open vai além do patrocínio e se traduz em uma série de experiências e benefícios para os clientes, desenhados para conectá-los ao universo do tênis. A jornada de exclusividade começa muito antes do primeiro saque, com a pré-venda exclusiva de ingressos para clientes, que este ano registrou um crescimento recorde de cerca de 43% em relação ao ano anterior. além de condições especiais em passagens aéreas, aluguel de carros, câmbio e descontos em produtos de marcas parceiras, como por exemplo Lacoste e Wilson. Saiba mais em: https://www.itau.com.br/personnalite/miami-open
Durante o torneio, a experiência se completa no complexo do Hard Rock Stadium. O principal destaque é o Lounge Itaú Personnalité, que em 2025 recebeu 11 mil visitantes e se consolidou como um ponto de encontro para clientes e convidados. Cerca de 60% dos brasileiros que estiveram no Miami Open visitaram o espaço que oferece vista panorâmica para as quadras, áreas de descanso, bar exclusivo e é o único local do evento onde o troféu fica exposto.
Para reforçar a conexão com o esporte, o lounge conta com distribuição de brindes, personalização de bonés e uma ativação inspirada em uma das celebrações mais tradicionais do tênis: a assinatura na lente da câmera. No espaço, o público poderá simular o gesto realizado pelos atletas após as partidas, registrando o momento em foto ou vídeo.
Além disso, um grupo de clientes selecionados tem acesso a experiências exclusivas, como clínicas de tênis em quadra com profissionais da equipe de Thomaz Bellucci e sessões de meet & greet com atletas patrocinados e outras personalidades do circuito.
Para quem acompanha o torneio à distância, o Itaú também amplia sua presença no ambiente digital. O banco anunciou recentemente uma parceria com a CazéTV, tornando-se o primeiro patrocinador da nova plataforma de tênis do canal. A iniciativa inclui transmissões ao vivo de torneios, conteúdos de bastidores e histórias da nova geração de atletas, com foco em um público jovem e engajado, com linguagem mais conectada ao universo do esporte.
“No Miami Open, transformamos essa relação de longa data com o tênis em uma plataforma de relacionamento com os clientes. Usamos o esporte para criar experiências, ativações e benefícios que aproximam as pessoas do torneio e fortalecem vínculos, tanto para quem vive o evento de perto quanto para quem acompanha à distância – de forma mais íntima, dinâmica e acessível”, conta Juliana.
Itaú Personnalité celebra 30 anos e apresenta novidades
O Miami Open também marca a celebração dos 30 anos do Itaú Personnalité, segmento que definiu o conceito de banco de alta renda no Brasil. O momento sinaliza a evolução do modelo de atuação, que passa a integrar, de forma mais ampla, a gestão patrimonial, a vida internacional e planejamento financeiro.
Durante o torneio, o banco reforça essa evolução com novos avanços em sua plataforma. Um dos destaques é a Conta Global integrada ao Superapp, que simplifica a gestão financeira no exterior e acompanha um cliente que vive entre países e moedas.
Com esse movimento, o Itaú Personnalité evolui de gestor de patrimônio para parceiro estratégico ao longo de toda a jornada financeira – conectando fronteiras e diferentes momentos de vida.
Onde tem tênis, tem Itaú
A atuação do Itaú no tênis também se estende à América Latina, onde o banco desenvolve iniciativas locais conectadas a uma estratégia regional de longo prazo. O Miami Open funciona como a principal plataforma internacional dessa presença LATAM, reunindo clientes, executivos e lideranças de diferentes países em um ambiente global que reflete a circulação regional desses públicos.
Nos países onde atua, o Itaú apoia o desenvolvimento do tênis por meio do patrocínio a atletas e embaixadores que são referências, como o colombiano Robert Farah, multicampeão de duplas e liderança do esporte em seu país; o chileno Nicolás Jarry, um dos principais nomes do circuito profissional latino‑americano; e o paraguaio Dani Vallejo, atleta em ascensão e símbolo da nova geração do tênis no Paraguai. Essa atuação se complementa com o apoio a torneios estruturantes, como o Paraguay Open, e a iniciativas de formação e desenvolvimento, como o Alcaraz Academy Camp, que contribuem para o fortalecimento do ecossistema do tênis na região.
Ao integrar essas iniciativas locais a um grande evento internacional como o Miami Open – incluindo ações específicas de relacionamento, com um espaço dedicado à integração entre clientes e executivos da região – o Itaú reforça seu papel como parceiro latino‑americano no esporte, conectando mercados, pessoas e experiências em torno de uma visão comum de longo prazo.
Itaú e o tênis: 50 anos de história e comprometimento
Desde os anos 1970, quando lançou a Copa Itaú de Tênis, o banco atua de forma contínua em diferentes frentes da modalidade — do esporte de base até o alto rendimento. Essa trajetória inclui patrocínios a projetos de formação de novos talentos, centros de treinamento e torneios nacionais e internacionais, demonstrando o compromisso do Itaú com o desenvolvimento do esporte e a transformação social, além de consolidar uma efetiva plataforma de relacionamento com clientes.
Ao longo dessa jornada, o banco apoiou iniciativas como a Rede Tênis Brasil, o Instituto Guga Kuerten e o projeto Tênis para Todos Paraisópolis, ampliando o acesso ao esporte em diferentes regiões do país. Também contribuiu para a formação de jovens talentos como Rafael Padilha, revelado pela Rede Tênis Brasil e destaque do projeto Saques do Futuro no Miami Open de 2024.
Nos últimos anos, o Itaú fortaleceu sua presença no tênis profissional com o patrocínio de atletas como Bia Haddad Maia e Victória Barros e, desde 2024, com a chegada de Carlos Alcaraz como embaixador da marca, reforçando o posicionamento do banco junto à elite do esporte internacional.
Há 18 anos, o Itaú é patrocinador do Miami Open, um dos principais símbolos da estratégia de marca do banco no tênis. A presença no torneio vai além da exposição da marca e inclui hospitalidade, encontros com atletas, clínicas de tênis e ativações exclusivas para clientes, como lounges com vista privilegiada e experiências personalizadas.
Em 2025, o Itaú ampliou esse legado ao apresentar a primeira edição do Miami Invitational by Itaú. Já em dezembro de 2026, o banco traz ao Brasil o torneio-exibição São Paulo Super Match, no Allianz Parque, na capital paulista, ampliando o acesso dos fãs brasileiros a grandes ídolos do circuito.
João Fonseca
conseguiu uma boa vitória na estreia do Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos,
torneio que é disputado no piso duro.
Nesta quinta-feira,
o brasileiro superou um jogo difícil contra o húngaro Fabian Marozsan, vencendo
com parciais de 6/4 3/6 e 6/2, garantindo sua vaga na segunda rodada.
Depois de fazer uma
boa partida contra Jannik Sinner em Indian Wells, agora, em Miami, ele terá
pela frente o espanhol Carlos Alcaraz, número 1 do mundo:
“É muito importante
pra mim jogar contra esses jogadores. Gosto de jogar contra os melhores do
mundo. Tive a oportunidade de jogar contra o Sinner e agora contra o Alcaraz. É
uma oportunidade muito especial.” disse o brasileiro, que ainda falou sobre o
apoio que recebe da torcida:
“Com certeza vai ter essa torcida de novo a meu favor. Será uma grande partida e espero conseguir a vitória.” concluiu. O jogo entre eles está marcado para essa sexta-feira, por volta das 20h, no horário de Brasília.
Em um reencontro depois da final do Australian Open, Aryna
Sabalenka e Elena Rybakina se encontraram em uma mais uma decisão, no WTA 1000
de Indian Wells, nos Estados Unidos, torneio disputado no piso duro.
O jogo foi muito equilibrado e a cazaque começou melhor, mas
a bielorrussa reagiu a virou a partida, chegando a salvar match-point na
vitória por 3/6 6/3 e 7/6(6).
“Obrigado a Deus por esse título. Que semana! Adotei um
cachorrinho, fiquei noiva e conquistei o título. Vou me lembrar pra sempre”
disse Sabalenka, que é a atual número 1 do mundo no ranking da WTA.
Esse foi o 10º título de Sabalenka em um torneio deste porte,
sendo o 1º em Indian Wells.
Agora, as duas seguem para a disputa do WTA 1000 de Miami, também nos Estados Unidos e também no piso duro.
João Fonseca conseguiu mais uma bela vitória e está na
terceira rodada do Masters 1000 de Indian Wells, torneio que é disputado no
piso duro e o primeiro desta categoria na temporada.
Nesta sábado, o brasileiro teve uma partida muito dura e
disputada diante do russo Karen Khachanov e chegou a salvar dois match-points
antes de conseguir a virada e vencer com parciais de 4/6 7/6(7) e 6/4.
“Jogo muito importante, contra um jogador muito experiente.
Tive algumas oportunidades no segundo set, quase perdi o jogo. Reverter, virar,
são situações que fazem crescer. Feliz com a forma que lutei e com a forma que
joguei no terceiro set.” afirmou o brasileiro.
Seu próximo adversário será o norte-americano Tommy Paul,
número 24 do mundo, marcada para o final da noite deste domingo, no horário de
Brasília.
Os dois já se enfrentaram uma vez no circuito, no Masters
1000 de Madri do ano passado, com vitória do norte-americano em dois tiebreaks:
“Próximo jogo duro, americano. A torcida deve ficar equilibrada, tem bastante brasileiros. É um jogador que eu já joguei no saibro, treinei muitas vezes na rápida, conheço bem. Vai ser um belíssimo jogo. Vamos com tudo, confiança lá no alto.” concluiu.
João Fonseca
estreou com vitória no Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos,
torneio que é disputado no piso duro.
Na noite desta
quarta-feira, o brasileiro teve ótima atuação e se impôs sobre o belga Raphael
Collingon, vencendo em sets diretos, com parciais de 7/6(2) e 6/4:
“Jogo muito bom do
meu lado. Primeira rodada sempre mais nervoso, mas desde o começo consegui
imprimir um ritmo muito no saque dele. Feliz com a forma que atuei, fazendo bem
meus saques.” disse o brasileiro.
“Feliz que mantive
a cabeça firme no tiebreak. Impus meu ritmo, joguei do jeito que eu queria.
Feliz por estar na segunda rodada do primeiro Masters 1000 do ano.” completou.
Agora, na segunda
rodada, João terá pela frente o russo Karen Khachanov, cabeça de chave número
16.
Os dois já se enfrentaram uma vez, no Masters 1000 do ano passado, com vitória do jogador europeu por 2×1.
Brilhou a estrela
do jovem Luis Guto Miguel, que completou 17 anos na última semana. O atleta que
treina no Iate Clube de Brasília foi empurrado pelo público na sua casa e
alcançou sua maior vitória na curta carreira como profissional e a primeira no
nível challenger na noite desta terça-feira na primeira rodada do Brasília
Tennis Open. O evento é um ATP Challenger 75 realizado no saibro do Iate Clube
de Brasília, com premiação total de US$ 107 mil. A competição tem as
transmissões da CazéTV a partir das semifinais.
Guto Miguel
derrubou o sexto favorito e 186º colocado, o argentino Juan Pablo Ficovich,
sexto favorito, por 2 sets a 0 com parciais de 7/6 (7/1) 7/5 após 2h16min de
duração na quadra central lotada.
O terceiro do mundo
juvenil não se intimidou diante do fator casa. Pelo contrário, usou a seu
favor. Começou abaixo com quebra, mas logo empatou a partida ao final do
primeiro set e fez um tie-break perfeito com bolas vencedoras de forehand,
saque e muita agressividade. Vibrou muito ao fechar com um desempate quase
perfeito por 7/6 (7/1). Na segunda etapa, Guto ganhou confiança e abriu 4 a 2.
O adversário teve um duplo break-point no 4 a 3, Guto aplicou um saque por
baixo, Ficovich reclamou, catimbou, o jogo foi paralisado e ganhou contornos
dramáticos. O argentino então virou a partida após salvar mais três
break-points, só que o brasileiro não deixaria a oportunidade passar, foi pra
cima, tornou a quebrar e sacou muito para fechar com um ace vibrando com os
mais de mil presentes na quadra central.
“É um
sentimento que estou sem palavras para descrever. Eu vinha trabalhando muito
pra esse momento, estava beliscando vitórias importantes, sabia que se eu
continuasse chutando, poderia fazer um gol, e foi o que eu fiz, ainda mais aqui
em casa, é muito especial pra mim,” vibrou Guto Miguel após um longo
abraço em seus treinadores Santos Dumont e Kike Grangeiro e lágrimas nos olhos.
“Foi um jogo
em que eu estava muito bem, com energia, até o 4 a 3 e saque, depois dei uma
caída. Mas o tênis é assim, quem passar menos tempo na zona de queda vai ganhar
o jogo, e nesse jogo passei pouco tempo nessa zona de baixa energia.
Guto agora terá
pela frente o experiente argentino Facundo Diaz Acosta, campeão do ATP 250 de
Buenos Aires, na Argentina, em 2024, em duelo que acontecerá na quinta-feira:
“O Facundo já foi top 100, campeão de ATP. Vai ser mais uma grande
experiência pra mim, quero desfrutar esse momento em quadra, e vamos pra cima,
sem baixar a cabeça.”
Miguel se torna o
oitavo brasileiro a vencer na primeira rodada do Brasília Tennis Open e o
número incrível com vitórias de todos os atletas nacionais contra estrangeiros.
Os três eliminados dos onze na chave jogaram diante de outros atletas do país.
Após vitórias de
Pedro Boscardin sobre o dinamarquês Elmer Moller, segundo favorito, Igor
Marcondes diante de Pedro Sakamoto, Eduardo Ribeiro contra o uruguaio Franco
Roncadelli, Thiago Monteiro e João Schiessl também se classificaram na noite
desta terça-feira.
Monteiro marcou um
duplo 6/4 sobre Daniel Dutra Silva: “Estreia muito positiva, me senti
muito bem em quadra com boa constância no jogo. Dani é difícil na primeira
rodada, Brasil contra Brasil, torcida dividida. Tive jogos duros nas últimas
rodadas contra Fonseca e Vallejo, apesar disso estou me sentindo bem e
confiante com meu jogo e vou fazer os ajustes necessários para
quinta-feira.”
O qualifier
paranaense João Schiessl conseguiu uma das maiores vitórias da carreira ao
passar por Felipe Meligeni em dois tie-breaks com parciais de 7/6 (7/5) 7/6
(8/6). Meligeni chegou a sacar para o segundo set em 5 a 3 e salvou dois
match-points no tie-break do segundo set, mas o paranaense teve sangue frio
para sair com o triunfo: “Com certeza uma das vitórias mais
importantes por ser em chave de challenger, não tive tantas ainda, por ser
contra o Felipe que é um baita jogador, antes da lesão ele sempre estava no top
200. Importância que dou é enorme para esse jogo, me manter firme até o final
nesse jogo que é muito grande”, disse o tenista que desafia a confiança do
paraguaio Adolfo Vallejo, que está na beira do top 100 e vem de título em
Itajaí (SC) em janeiro: “Dani vem de uma sequência incrível eu também
venho em um bom torneio, fazer o jogo e uma batalha, vou me dar a melhor chance
de competir, com certeza”.
Mais cedo, Pedro Boscardin derrotou o segundo favorito, o dinamarquês Elmer Moller, por 6/2 6/3, Igor Marcondes virou contra Pedro Sakamoto por 6/7 (7/4) 6/4 6/1 e Eduardo Ribeiro superou o uruguaio Franco Roncadelli por 6/4 6/3.
Foto: Luiz CandidoGuto Miguel brilha em casa e conquista maior vitória no profissional do Brasilia Tennis Open
Os dois brasileiros que estrearam nesta terça-feira venceram
na chave principal do Challenger de Brasília, torneio que é disputado no
saibro.
Primeiro a entrar em quadra, Gustavo Heide teve muito
trabalho diante do colombiano Daniel Galan, vencendo com no tiebreak do
terceiro set, com parciais de 6/1 4/6 e 7/6(3).
Depois, João Lucas Reis também teve jogo duro diante do chileno Matias Soto, mas foi buscar a vitória com parciais de 6/1 4/6 e 6/4.
Também nesta terça-feira, mais três brasileiros venceram a
segunda partida no qualifying e garantiram vaga na chave principal.
Eduardo Ribeiro foi o único que precisou de três sets pra bater o norte-americano Nicolas Alboran, enquanto Pedro Sakamoto venceu o compatriota Luis Felipe Miguel e João Eduardo Schiessl passou pelo chileno Nicolas Villalon, ambos em sets diretos.