Wimbledon: Oitavas serão disputadas nesta segunda, com destaque para Djokovic x Haas

A segunda-feira marca a disputa das oitavas de final da chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada.

O confronto mais esperado do dia será entre o sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo e campeão em 2011, e o alemão Tommy Haas.

Os dois já se enfrentaram oito vezes, com vantagem de 5 vitórias para o sérvio. Este ano, foram duas partidas, com vitória de Haas no Masters 1000 de Miami e o troco de Djokovic em Roland Garros.

Outro jogo das oitavas marcado para essa segunda será entre o britânico Andy Murray, grande esperança de título da torcida local, e o russo Mikhail Youzhny.

O espanhol David Ferrer, por sua vez, encara o croata Ivan Dodig, enquanto o tcheco Tomas Berdych, sétimo favorito da chave, enfrenta o australiano Bernard Tomic, que vem de vitória sobre o francês Richard Gasquet.

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Fotos: Cynthia Lum

Wimbledon: Djokovic e Berdych vencem e estão nas oitavas. Ferrer bate Dolgopolov em cinco sets

Neste sábado, foram definidos os jogos de oitavas de final da chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama londrina.

O tcheco Tomas Berdych, sétimo favorito da chave, precisou de quatro sets para bater o sul-africano Kevin Anderson, fechando a partida com parciais de 3/6 6/3 6/4 e 7/5.

Juan Martin Del Potro, por sua vez, cabeça 8, venceu o esloveno Grega Zemlja por 7/5 7/6(3) e 6/0, enquanto o francês Richard Gasquet, nono favorito, foi eliminado. Ele perdeu para o australiano Bernard Tomic, com parciais de 7/6(7) 5/7 7/5 e 7/6(5).

O dia ainda contou com a vitória suada de David Ferrer sobre o ucraniano Alexandr Dolgopolov. O espanhol precisou de 5 sets, confirmando a vaga nas oitavas com parciais de 6/7(6) 7/6(2) 2/6 6/1 e 6/2

O alemão Tommy Haas também garantiu uma vaga nas oitavas. Ele passou pelo espanhol Feliciano Lopez, com parciais de 4/6 6/2 7/5 e 6/4.

Em busca do bicampeonato, o sérvio Novak Djokovic passou com muita tranquilidade pelo francês Jeremy Chardy, vencendo por três sets a zero, com parciais de 6/3 6/2 e 6/2.

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Foto: Head

Wimbledon: Ferrer e Murray confirmam o favoritismo. Djokovic entra em quadra no sábado

Mais uma vez, os principais favoritos que entraram em quadra nesta sexta, no primeiro dia de jogos válidos pela terceira rodada de Wimbledon, conseguiram a vitória.

O britânico Andy Murray não encontrou muitas dificuldades para vencer o espanhol Tommy Robredo por três sets a zero, com parciais de 6/2 6/4 e 7/5.

Vice-campeão no ano passado, o britânico segue em busca do seu primeiro título de Grand Slam em casa.

O espanhol David Ferrer teve mais trabalho. Perdeu um set para o compatriota Robert Bautista-Agut, mas garantiu sua vaga na terceira rodada ao anotar 6/3 3/6 7/6(4) 7/5.

O alemão Tommy Haas venceu o taiwanês Jimmy Wang por 6/3 6/2 e 7/5, enquanto o polonês Jerzy Janowicz eliminou o espanhol Nicolas Almagro também em sets diretos, com parciais de 7/6(6) 6/3 e 6/4.

Neste sábado, o sérvio Novak Djokovic entra em quadra novamente, em busca de uma vaga nas oitavas de final do torneio.

Campeão em 2011, ele continua sua luta pelo bicampeonato contra o francês Jeremy Chardy.

O espanhol David Ferrer, por sua vez, encara o ucraniano Alexandr Dolgopolov. O tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, joga contra o sul-africano Kevin Anderson, enquanto o francês Richard Gasquet terá pela frente o australiano Bernard Tomic.

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Foto: Cynthia Lum

Wimbledon: Djokovic vence norte-americano e está nas oitavas. Ferrer e Murray em quadra na sexta

A chuva apareceu em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, causando um atraso na programação.

Nesta quinta-feira, o sérvio Novak Djokovic , nº 1 do mundo e campeão em 2011, garantiu sua vaga na terceira rodada ao passar pelo norte-americano Bobby Reynolds, com parciais de 7/6(2) 6/3 e 6/1.

O tcheco Tomas Berdych também precisou de apenas três sets  para vencer o alemão Daniel Brands, com parciais de 7/6(6) 6/4 e 6/2, assim como o argentino Juan Martin Del Potro, que marcou 6/2 7/6(7) e 6/3 contra o canadense Jesse Levine.

O francês Richard Gasquet, por sua vez, venceu o japonês Go Soeda por 6/0 6/3 6/7(5) e 6/3.

Murray e Ferrer jogam na sexta

Nesta sexta, o espanhol David Ferrer, que teve seu jogo adiado, entra em quadra pela segunda rodada para enfrentar o compatriota Roberto Bautist-Agut.

Também nesta sexta, o britânico Andy Murray joga contra o espanhol Tommy Robredo, enquanto o espanhol Nicolas Almagro terá pela frente o polonês Jerzy Janowicz.

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Foto: Cynthia Lum

Wimbledon: Na maior surpresa do dia, Stakhovsky elimina Federer. Djokovic e Ferrer jogam na quinta

Atípico. Esse é apenas um dos adjetivos para resumir o dia da chave masculina em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama.

John Isner, Radek Stepanek e Jo-Wilfried Tsonga abandonaram.O belga Steve Darcis, que vinha de grande vitória sobre Rafael Nadal, além do croata Marin Cilic nem entraram em quadra. Adrian Mannarino, Jerzy Janowicz, Ernests Gulbis, Lukasz Kubot e Kenny de Schepper avançaram, respectivamente.

Mesmo com as surpresas, alguns resultados mais esperados também aconteceram. O britânico Andy Murray marcou 6/3 6/3 7/5 sobre o taiwanês Yen-Hsun Lu.

O russo Mikhail Youzhny venceu o canadense Vasek Pospisil, com parciais de 6/2 6/7(3) 7/6(7) 3/6 e 6/4, enquanto o francês Benoit Paire passou pelo compatriota Stephane Robert por 6/4 7/5 e 6/4.

Porém, nenhuma zebra foi maior que a derrota do heptacampeã Roger Federer, que desde 2004, quando perdeu para Guga nas oitavas de Roland Garros, não ficava fora das quartas de um Grand Slam.

O responsável pela eliminação do suíço foi o ucraniano Segiy Stakhovsky, que triunfou com parciais de 6/7(5) 7/6(5) 7/5 7/6(5).

Djokovic, Ferrer e Berdych jogam na quinta

Nesta quinta, o sérvio Novak Djokovic, líder do ranking, entra em quadra para buscar uma vaga na terceira rodada contra o norte-americano Bobby Reynolds.

Cabeça de chave nº 4, o espanhol David Ferrer enfrenta o compatriota Robert Bautista Agut.

O argentino Juan Martin Del Potro, oitavo favorito, joga contra o canadense Jesse Levine, enquanto o francês Richard Gasquet, cabeça 9, terá pela frente o japonês Go Soeda.

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Wimbledon: Djokovic e Ferrer passam pela estreia. Federer e Murray jogam na quarta

A terça-feira não teve grandes surpresas na chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada e disputado na grama.

O sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo e campeão em 2011, conseguiu uma boa vitória na estreia, passando pelo alemão Florian Mayer em sets diretos, com parciais 6/3 7/5 e 6/4.

Outro favorito que passou pela primeira rodada foi o espanhol David Ferrer, que apesar de levar um susto no segundo set, confirmou a vitória sobre o argentino Martin Alund, com parciais de 6/1 4/6 7/5 e 6/2.

O tcheco Tomas Berdych precisou de apenas três sets para superar o eslovaco Martin Klizan, fechando o jogo com parciais de 6/3 6/4 e 6/4, enquanto o argentino Juan Martin Del Potro marcou 6/2 7/5 e 6/1 sobre o espanhol Albert Ramos.

Federer e Murray jogam segunda rodada na quarta

A quarta-feira será marcada pelos primeiros jogos da segunda rodada do torneio.

O suíço Roger Federer entra em quadra para enfrentar o ucraniano Sergy Stakhovsky, algoz de Rogerinho na primeira rodada.

Esperança local, o britânico Andy Murray terá pela frente o taiwanês Yen-Hsun Lu, enquanto o francês Jo-Wilfried Tsonga encara o letão Ernests Gulbis.

Destaque também para a partida do australiano Lleyton Hewiit, campeão de 2002, contra o alemão Dustin Brown, além do jogo entra o croata Marin Cilic, cabeça 10, e o francês Kenny De Schepper.

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Fotos: Cynthia Lum

Wimbledon: Nadal perde na estreia e Federer vence facilmente. Djokovic joga na terça

Logo no primeiro dia de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, aconteceu uma grande zebra. Uma das maiores dos últimos anos.

Nesta segunda-feira, Rafael Nadal, campeão das edições de 2008 e 2010, foi eliminado na estreia, perdendo para o belga Steve Darcis, com parciais de 7/6(4) 7/6(8) e 6/4. Essa foi a primeira vez na carreira que o espanhol perdeu na primeira rodada de um dos quatro maiores torneios da temporada.

Roger Federer, por sua vez, heptacampeão da competição, venceu com facilidade, batendo o romeno Victor Hanescu por três sets a zero, com parciais de 6/3 6/2 e 6/0.

Outro favorito que estreou com tranquilidade foi o britânico Andy Murray, que venceu o alemão Benjamin Becker por 6/4 6/3 e 6/2.

Jo-Wilfried Tsonga também confirmou o favoritismo e passou pelo belga David Goffin, com parciais de 7/6(4) 6/4 e 6/3, enquanto o croata Marin Cilic, décimo favorito da chave, marcou 6/3 6/4 e 6/4 sobre o cipriota Marcos Baghdatis.

Djokovic estreia na terça

A terça-feira será o dia da estreia do sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo e campeão de 2011. Ele terá pela frente o alemão Florian Mayer.

Também na terça, o espanhol David Ferrer, quarto favorito da chave, entra em quadra para encarar o argentino Martin Alund.

Destaque também para a estreia do tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, que enfrenta o eslovaco Martin Klizan. O argentino Juan Martin Del Potro, oitavo favorito, encara o espanhol Albert Ramos.

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Fotos: Cynthia Lum

Wimbledon: Djokovic estreia contra alemão. Federer enfrenta Hanescu

Nesta sexta-feira, foi sorteada a chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama.

Nº 1 do mundo e campeão da edição de 2011, o sérvio Novak Djokovic faz sua primeira partida na competição contra o alemão Florian Mayer, nº 33 do ranking da ATP.

Vice-campeão no ano passado, o britânico Andy Murray será o cabeça de chave nº 2 e seu adversário na estreia é o alemão Benjamin Becker.

Com sete títulos do torneio e terceiro favorito da chave, Roger Federer enfrenta na estreia o romeno Victor Hanescu, enquanto o espanhol David Ferrer, cabeça 4, joga contra o argentino Martin Alund.

Rafael Nadal será o cabeça 5 e terá como adversário na estreia o belga Steve Darcis.

Semifinalista do torneio nas duas últimas edições, o francês Jo-Wilfried Tsonga será o cabeça 6 e enfrenta na estreia o belga David Goffin, enquanto o tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, joga contra o eslovaco Martin Klizan.

O Juan Martin Del Potro é o oitavo favorito da chave e sua primeira partida será contra o espanhol Albert Ramos.

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Fotos: Cynthia Lum

Nadal vence Ferrer e conquista Roland Garros pela oitava vez na carreira

Oito! Esse é o número de títulos do espanhol Rafael Nadal no saibro de Roland Garros.

Neste domingo, ele escreveu mais capítulo da sua história no Grand Slam parisiense, com a vitória sobre o compatriota David Ferrer, com parciais de 6/3 6/2 e 6/3

Na quarta final de Grand Slam entre espanhóis da história, Ferrer teve poucas oportunidades na partida. Nadal por sua vez, chegou a números incríveis.

Ele é o recordista de títulos em um mesmo Grand Slam e agora possui um retrospecto de  59 vitórias e apenas 1 derrota em Roland Garros.

No fim, Nadal fez questão de agradecer ao seu treinador e equipe, ressaltando a importância deles na recuperação da sua lesão no joelho, além de mostrar a satisfação com sua história no torneio:

“Ganhar oito vezes aqui é muito. Eu nunca pensei nisso, mas vou vou continuar treinando com a mesma paixão e intensidade para levar o meu tênis ao nível mais alto que for possível”, afirmou.

Enquanto isso, Ferrer, finalista de um Grand Slam pela primeira vez, disse que pretende continuar fazendo campanhas como essa:

“Fiz a minha 1ª final de Grand Slam e espero que não seja a última”, disse após a partida.

Foto: Cynthia Lum

 

Com Ferrer, Roland Garros volta a ter final espanhola

Desde o início Era Nadal não houve mais final espanhola em Roland Garros

Lembro como se fosse ontem de quando vi dois espanhóis na final de Roland Garros. Era 1995 e Sergi Bruguera derrotava Alberto Berasategui para conquistar o bicampeonato em Paris. Neste domingo, a capital francesa recebe uma outra decisão espanhola entre o heptacampeão Rafael Nadal e David Ferrer, que joga a sua primeira final de Grand Slam.David Ferrer Roland Garros

Dominantes no saibro, presentes em diversas finais de Roland Garros, nenhum outro espanhol depois que Nadal venceu o seu primeiro Tropheé des Mousquetaires, voltou a jogar uma final em Paris.

De 1993, ano do primeiro triunfo de Bruguera, 10 espanhóis jogaram a final de Roland Garros. Bruguera foi campeão em 93 e 94 e vice em 97, perdendo a final para Guga.

Moyá e Corretja decidiram o título de 98, com Moyá recebendo o Trofeu das mãos de Pelé.

Três anos depois, Corretja voltava à final em Roland Garros, mas perderia para Guga.

A decisão de 2002 foi entre dois espanhóis novamente, com Albert Costa ganhando de Juan Carlos Ferrero, que viria a ser campeão em 2003.

Dali em diante, a Espanha se resumiu a Nadal.

Gaudio ganhou em 2004, com vitória sobre o compatriota argentino Guillermo Coria.

A Era Nadal começou em 2005 e dali em diante só deu ele em Paris. Almagro, Robredo, Moyá e Ferrer pararam nas quartas-de-final e no ano passado, Ferrer chegou até a semi.

O mesmo Ferrer decidirá o título com Nadal, na primeira final de Grand Slam que disputa.

Se aos olhos dos fãs o número 2 espanhol parece um jogador sem muita graça, no circuito é elogiadíssimo por seu jogo de pernas e devolução. O tio e técnico de Rafael, Toni Nadal, chegou a afirmar em entrevista para a imprensa francesa que Ferrer se movimenta inclusive melhor do que Djokovic. “Ele não precisa mais provar que não é um jogador de 2º nível. Os resultados mostram. Já fez semifinal de Grand Slam, ganhou Master 1000..” Palavras do tio Toni.

Talvez seja difícil entender Ferrer porque ele também não é dos mais emotivos em quadra e fala pouco fora dela. Prefere viver sem grandes extravagâncias, longe dos flashes e do glamour que a vida de tenista top te propicia.

“Eu sei que vocês querem que eu fale de drama, de algo a mais, mas não tenho o que dizer,”  foi o comentário dele em um encontro com alguns jornalistas que participei antes do jogo com Tsonga, no Village de Roland Garros. Os “periodistas”espanhóis tentaram extrair informações de Ferrer de todos os jeitos, mas não conseguiram. E eles já sabem que ele é assim, um lutador em quadra, fiel – está há anos com o mesmo técnico – Javier Piles – e os mesmos patrocinadores, mas um homem de poucas palavras.

Rafael Nadal Roland Garros

O que ele e todo o público espera é que a final não seja de poucos games. Todos já consideraram a vitória de Nadal sobre Djokovic, por  64 36 61 67 97, uma decisão antecipada.

Ferrer não precisou fazer a metade do esforço do compatriota para chegar à final. Ganhou de Tsonga por 61 76 62 e mais parecendo o Nadal de outros anos, vai à final sem ter perdido nenhum set.

A entrevista pós jogo de Ferrer deixa claro que ele não quer fazer papel de coadjuvante na Terra de Nadal.

Confira alguns trechos.

 

Q.  Congratulations.  Can you give us an idea as to how excited you are to be in the final finally?

DAVID FERRER:  I’m very, very happy, sure, no?  This tournament is very special for me and to be the first final of Grand Slam in Roland Garros is amazing, no?

Now I want to enjoy this moment, to rest tomorrow, and to try my best in the final.

Q.  It’s come in your 42nd major.  Did you ever believe that you would get to this point?  Did you worry that you wouldn’t make a Grand Slam final?

DAVID FERRER:  Well, it’s a dream for me to be a final of a Grand Slam, and Roland Garros is more important for me.  Now, of course, the final I will fight.  I will try to do of me, and I don’t know.  I will play against Rafael, and it’s very important for us because, you know, we are Spanish players and this is very important for the country, also.

Q.  Rafa’s only lost one match here, so is it hard not to think he’s maybe a little bit unbeatable here?  And do you think you can be the guy to make the second beating of Rafa here?

DAVID FERRER:  Well, is very difficult to beat Rafael in all the surfaces, but in clay court is more difficult. I think I need to play my best tennis for to beat him.  I need to play very aggressive all the match, and to do my best tennis.

Q.  How do you feel from the body, like the physical condition?  You were much faster than Rafa today.  Do you think that could play a role in the final?

DAVID FERRER:  Well, is important for me to be ready to play the final with good conditions. But I think Rafael, he’s going to recovery, sure.  He’s already play four hours and a half, and tomorrow he will have to rest and he will be ready, sure, after tomorrow, no?  He’s the best performance on physical, no?

Ferrer Roland Garros 2013

Q.  What is the best clay match you played against Rafa recently?

DAVID FERRER:  This year it was in Rome, sure.

Q.  Can you explain?

DAVID FERRER:  Well, this year it was in Rome because I did a very good game.  I played very aggressive all the match, and finally I lost with him because he was better.

Q.  How difficult is it to play a local player?  Did you have to do something special to try and block the fact that most of the spectators were going to be against you?

DAVID FERRER:  No, is not difficult to play with a local player.  You know, we play a lot of times of our career.  It’s difficult to beat Rafael, but, you know, not because he’s Spanish player.  It’s because he’s a very good player.  Nothing else.It’s going to be my first final in a Grand Slam.  I am sure I am going to be a little bit nervous, but I will try to move a lot and to play very good.  I hope to play a good game.

Q.  I think it was five years ago and you were set to play Rafael in Rome.  The press conference beforehand you said, We Spanish players, we find it very difficult to even think we can beat Rafael on clay.

DAVID FERRER:  Uh‑huh.

Q.  He’s so much better than everyone else.

DAVID FERRER:  Yeah.

Q.  Do you still think that?

DAVID FERRER:  Yeah, of course it’s difficult to beat him.  He’s the best in clay court.

Q.  (Off microphone.)

DAVID FERRER:  I don’t know.  Djokovic, I think he won to him in Monte‑Carlo, but he’s the No. 1 of the world.  Of course Rafael and me improve our game, but of course Rafael is the favorite for to win Roland Garros.

Q.  Even though you probably will have some nerves going into this first Grand Slam final, do you think you can go in with the mentality of nothing to lose?  I mean, you know you’ve lost to Rafa so many times.  He’s the big favorite.  So do you think that will allow you to maybe play a little bit freer?

DAVID FERRER:  Well, I know he’s the favorite, but I am going to be focused every point.  I will try to do my best. But I am not thinking about Rafael, he’s better than me or not.  I will try to fight a lot and to play very good match, no?  After that, you know, in the match gonna depend on a lot of things, no?

Q.  This is the opportunity of your life, isn’t it?

DAVID FERRER:  The opportunity of my life is to make it to the final.  I have already reached a final in the past, but there is still a lot for me to do.  Defeating Rafa is very difficult on any surface; it’s even worse on clay.  But once again, I’m going to try to play a beautiful match.  I don’t want to think of whether it’s the occasion, the opportunity of my life, if it’s a dream. If you start thinking like that, it’s not very positive.

Q.  You said you expected a very difficult semifinal with a Davis Cup type of atmosphere.  This was not the case.  It was much easier, wasn’t it?

DAVID FERRER:  Well, yes, you know, I had a good start in the match.  The crowd was pretty balanced then.  Of course, I mean, they supported Jo‑Wilfried, but I thought they would support him even more. But there were very fair play.

Q.  Was it easy?

DAVID FERRER:  The match wasn’t easy, but, you know, when there were difficult moments, the crowd was not a problem.  I managed to cope with the pressure.

Q.  How are you going to prepare for the final?  Are you going to change your routine?  That’s my first question.  And my second question is:  You already won a Masters 1000.  Are you going to do anything different?

DAVID FERRER:  No, I’m going to do just as usual.  I will stay with my family.  I’ll practice.  As for your second question, each match is different.  I managed to win my first final in Masters 1000, but this upcoming match is going to be a bit more complicated.

Q.  Congratulations.  You made it.  You reached a final.  Can you tell us what you’re feeling at the moment?

DAVID FERRER:  Well, I’m happy.  I’m very happy  I can’t relax really because there is still the final that I need to play.  It’s a very important match and I want to do well.  I want to play a great match at the standards of a final of a Grand Slam. So I don’t want to celebrate right now saying, Okay, I made it to the final.  No, I want to be well‑prepared and I want to get to the final with a lot of dynamism and I’m really willing to win.

Q.  Do you remember your other matches against Rafael?

DAVID FERRER:  Well, it doesn’t matter, does it?  I won once when we were kids.  I won to him on clay.  Then I also won on faster surfaces, but each match is different, anyway.  So I need to focus on the now and I need to make the most of all my shots.

Diana Gabanyi

Foto: Cynthia Lum