O Brasil não tem mais representantes no qualifying de Roland
Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na
França.
Nesta quarta-feira, Thiago Wild foi superado na segunda
rodada pelo local Geoffrey Blancaneaux, em sets diretos, com um duplo 6/3.
Com isso, o Brasil segue com três tenistas nas chaves de
simples do torneio francês. João Fonseca e Thiago Monteiro serão os
representantes na chave masculina e Bia Haddad na chave feminina.
As chances serão sorteadas nesta quinta-feira, por volta das 9h, no horário de Brasília.
Novak Djokovic (SRB) com a medalha de ouro olímpica em Paris (Photo: Corinne Dubreuil)
Ele tentou e falhou, três vezes. Em Beijing perdeu para Rafael Nadal, no Rio para Juan Martin del Potro e em Tóquio para Alexander Zverev.
Mas, ele nunca desistiu do sonho. Neste domingo, 04 de agosto, Novak Djokovic conquistou a glória máxima do esporte. Depois de já ter todos os Grand Slams, ganhou o Ouro Olímpico em Paris.
Aos 37 anos e recém-operado do joelho, depois de ter rasgado o menisco direito, dois meses atrás, na mesma quadra Philip Chatrier que hoje o consagrou, Djokovic foi superior que o seu jovem adversário. Ganhou de Carlos Alcaraz, 21 anos, merecidamente por 76(3) 76(2).
Depois chorou como nunca. Se emocionou como se fosse a primeira conquista. E era, o primeiro ouro olímpico que ele orgulhosamente conquistava para a Sérvia.
“É difícil descrever. Eu estou muito orgulhoso. É diferente de tudo o que eu já conquistei na minha carreira. Isso supera tudo o que eu já conquistei até hoje,” disse Djokovic.
Alcaraz confessou que sentiu o peso de ganhar uma medalha de ouro para a Espanha e disse que estava mais nervoso do que nas outras finais de Grand Slam que disputou.
O bronze ficou com Lorenzo Musetti, que ganhou de Felix Auger Aliassime.
Quando pisei pela primeira vez no All England Lawn & Crocquet Club era 1997. Vim a Wimbledon no embalo do conquista inédita do Guga em Roland Garros.
a quadra central de Wimbledon
Confesso que não nos demos bem logo de cara. As instalações pareciam – e eram antiquadas – e contrastavam com toda a modernidade e design francês de Roland Garros. Sem falar nas inúmeras regras para tudo.
A sala de imprensa era apertada e escura. A área dos jogadores também não era agradável.
Entra o ano 2000 e o Millenium Building é inagurado. Novas instalações para os jogadores e para os fãs.
Chegamos em 2024, quase 30 anos depois e Wimbledon não é mais o mesmo.
A cada ano se moderniza. Adiciona atrações para os fãs cada vez mais exigentes e mais espaço e condições melhores para os jogadores.
Não é à toa que os brasileiros mais recentes, os que não viram tanto Guga brilhar em Roland Garros, não cansam de dizer que Wimbledon é o torneio favorito deles. Thiago Monteiro e Beatriz Haddad Maia repetem isso o tempo todo. João Fonseca também.
O que vi hoje em Wimbledon, no Aorangi Park, que era um espacinho com 5 quadras e um vestiário – e agora tem 14 quadras + espaço para aquecimento dos jogadores e outros e o novo prédio, sim prédio de imprensa, foi impressionante.
Cada TV com direito de transmissão com seu espaço delimitado por lindas flores na bancada; salas de entrevistas intermináveis, elegantes, lindas e silenciosas.
O restaurante da imprensa que deixava muito a desejar não dá nem para dizer que recebeu um upgrade. Um novo foi criado com todas as opções possíveis de alimentação.
Wimbledon quer mais. Trava uma disputa com a comunidade local para expandir até Wimbledon Park.
Do Grand Slam que praticamente só tinha a tradição de tão especial, com uma grama que não atraia os jogadores do saibro, se tornou o favorito e fez a sua tradição se tornar ainda mais relevante.
Carlos Alcaraz conquistou
mais um grande resultado pra sua jovem carreira ao levantar o troféu de Roland
Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na
França.
Neste domingo, o espanhol ficou
com o título em final tensa e equilibrada diante de Alexander Zverev, que buscava
seu primeiro título de Slam da carreira, mas que agora acumula dois
vice-campeonatos, somando-se ao US Open de 2020.
O espanhol começou melhor a
partida. Depois de trocas de quebras de saque, ele se impôs e era mais
agressivo pra fechar o primeiro set por 6/3. Depois, o alemão elevou o nível,
começou a jogar melhor e empatou a partida.
O terceiro set parecia novamente
do espanhol, que chegou a ter vantagem de 5/2. Porém, pacientemente, Zverev foi
buscar e ganhou 5 games seguidos pra passar a liderar a partida.
Porém, o alemão voltou a
jogar mal e viu o adversário dominar os sets seguintes, vencendo por 6/1 e 6/2,
respectivamente, confirmando a vitória depois de 4h30min de jogo.
Com isso, Alcaraz chega ao seu 3º título de Grand Slam. Além de Roland Garros, ele também tem os títulos do US Open de 2022 e de Wimbledon do ano passado.
Iga Swiatek segue na forte
missão de se tornar uma das maiores da História do tênis e neste sábado deu
mais um passo pra isso ao conquistar o título de Roland Garros, segundo Grand
Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.
Na final, a italiana Jasmine
Paolini até deu um susto ao anotar uma quebra de saque e abrir 2/1 no primeiro
set, mas depois disso o domínio foi todo da polonesa.
Foram 11 games vencidos por
Swiatek a partir daquele momento e apenas um pela italiana, que viu a favorita
anotar sua vitória com parciais de 6/2 e 6/1.
Com isso, a número 1 do mundo chega ao tetracampeonato em Paris, sendo o terceiro título seguido na terra partida de Roland Garros. Um feito pra poucas, se consolidando cada vez mais como uma número 1 dominante, que está em uma prateleira diferente do circuito.
Será disputada neste sábado a
grande final feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada,
disputado no saibro de Paris, na França.
Por volta das 10h de Brasília, Iga Swiatek tem o grande favoritismo e vai em busca do tetracampeonato em Paris, que seria seu terceiro título seguido.
Em ótima campanha, que
praticamente só teve problemas contra a japonesa Naomi OSaka, na segunda
rodada, a polonesa vem de grandes vitórias, com apenas 14 games perdidos ao
longo dos quatro jogos mais recentes no torneio.
Do outro lado, uma surpresa
em busca do seu primeiro título de Slam. Apesar de ser a número 15 do mundo,
poucos apostavam na italiana Jasmine Paolini, que obteve grandes vitórias ao
longo da semana, como a sobre a cazaque Elena Rybakina.
Swiatek e Paolini já se enfrentaram duas vezes ao longo da carreira, com duas vitórias da número 1 do mundo. A primeira, em um ITF no saibro, em Praga, na República Tcheca, em 2018. A segunda na primeira rodada do US Open de 2022.
Está definida a primeira
semifinal da chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada,
disputado no saibro de Paris, na França.
E Iga Swiatek segue muito
firme. Depois de aplicar uma bicicleta nas oitavas, ela começou a partida
contra a Marketa Vondrousova com mais um pneu e depois cedeu apenas dois games
pra vencer por 6/0 e 6/2.
Com isso, ela volta à semi em
Paris, o que também aconteceu nos últimos dois anos, quando conquistou o título
nas duas oportunidades.
Coincidentemente, sua
adversária por um lugar na final será uma jogadora vencida por ela nos últimos
dois anos, a norte-americana Coco Gauff.
Gauff garantiu sua vaga na
semi ao bater de virada a tunisiana Ons Jabeur, com parciais de 4/6 6/2 e 6/3.
Será o 12º jogo entre Swiatek e Gauff e a norte-americana venceu apenas uma partida nos 11 confrontos anteriores, que foi no piso duro do WTA 1000 de Cincinnatti do ano passado.
Começou neste domingo a
disputa das oitavas de final da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand
Slam da temporada, disputado no saibro, em Paris.
No começo do dia, Stefanos
Tsitsipas teve muito trabalho diante do italiano Matte Arnaldi, que chegou a
vencer o primeiro set e ter alguns set points pra fechar o segundo, mas foi
buscar a virada pra vencer por 3×1 e garantir sua vaga nas quartas.
Seu adversário foi definido
logo depois e será o espanhol Carlos Alcaraz, que não teve muito trabalho pra
vencer o canadense Felix-Auger Aliassime, com parciais de 6/3 6/3 e 6/1.
Na segunda-feira, Novak Djokovic,
que jogou até a madrugada de sábado pra domingo pra vencer o italiano Lorenzo
Musetti, enfrenta o argentino Francisco Cerundolo.
O russo Daniil Medvedev abre
a programação enfrentando o australiano Alex De Minaur, enquanto o
norte-americano encara o norueguês Casper Ruud.
Pra fechar o dia, o alemão Alexander Zverev, que vem de vitória de cinco sets sobre Tallon Griekspoor, enfrenta o dinamarquês Holger Rune.
Iga Swiatek segue forte,
muito forte em Roland Garros, e deu mais um indício de ser uma grande favorita
ao título deste ano do segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de
Paris, na França.
Neste domingo, a polonesa
simplesmente não deu chances para a russa Anastasia Potapova, que venceu apenas
10 pontos em toda a partida que acabou com vitória da número 1 do mundo por
duplo 6/0, garantindo vaga nas quartas de final.
Nas quartas, Swiatek terá
pela frente a tcheca Marketa Vondrousova, que não venceu um único set nos
quatro confrontos entre elas até o momento.
Outra favorita do dia, a norte-americana Coco Gauff passou bem pela italiana Elisabeta Cocciareto, com uma vitória por 2×0, com parciais de 6/1 e 6/2.
Elena Rybakina teve certo trabalho, mas passou pela segunda rodada de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.
Nesta quinta-feira, a cazaque superou a holandesa Arantxa Rus em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4, mas chegou a ver a adversária liderar a segunda parcial por 4/2, antes de buscar a virada pra fechar o jogo.
Quem teve menos trabalho foi Aryna Sabalenka, que passou pela japonesa Moyuka Uchijima por duplo 6/2 e agora marcou um interessante confronto com a espanhola Paula Badosa.
A ucraniana Marta Kostyuk, número 20 do mundo, que sofreu com a brasileira Laura Pigossi na estreia, dessa vez não escapou da croata Donna Vekic, que venceu por 2×0.