Halep, nº 1 do mundo, estreia diante de Kanepi em Nova York. Atual campeã, Stephens encara russa

Foi sorteada nesta quinta-feira a chave principal feminina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

A número 1 do mundo e principal cabeça de chave Simona Halep terá pela frente na primeira rodada a estoniana Kaia Kanepi.

Segunda favorita da chave, a dinamarquesa Caroline Wozniacki joga sua primeira partida diante da experiente australiana Samantha Stosur, enquanto a local Sloane Stephens, campeã no ano passado, enfrenta a russa Evgeniya Rodina.

Cabeça 4, Angelique Kerber encara a russa Margarita Gasparyan, enquanto Petra Kvitova terá pela frente a belga Yanina Wickmayer.

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Clezar e Monteiro são eliminados do quali do US Open e o Brasil não terá representante na chave de simples

Os três brasileiros que entraram em quadra nesta quinta-feira, pela segunda rodada d qualifying do US Open, acabaram eliminados.

Além de Bia Haddad, na chave feminina, Guilherme Clezar foi superado pelo italiano Lorenzo Sonego, três sets, com parciais de 7/5 5/7 e 6/3.

Thiago Monteiro equilibrou a primeira parcial diante do francês Calvin Hemery, levou pro tiebreak, mas também foi eliminado por 7/6(5) e 6/3.

Com isso, o Brasil não terá representantes na chave de simples do US Open, e terá como representantes os duplistas Bruno Soares, Marcelo Melo e Marcelo Demoliner.

Foto: Ricardo Moreira/DGW Comunicação

Bia Haddad perde para canadense na segunda rodada do quali do US Open

A paulista Bia Haddad encerrou nesta quinta-feira sua participação no qualifying do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada.

Depois de estrear com vitória no qualificatório norte-americano, a tenista número 1 do Brasil e 132o. do mundo foi superada pela canadense Francoise Abanda, por 7/6(3) 6/3, em partida válida pela segunda rodada.

Bia, que jogou em Nova York seu segundo torneio depois da cirurgia nas costas, continua nos Estados Unidos. Ela joga no início de setembro o ITF US$ 125 mil de Chicago e depois vai ao Canadá disputar o WTA de Quebec (10 de setembro).

Monteiro e Clezar vencem na estreia do quali do US Open. Rogerinho é eliminado

O tenista brasileiro Thiago Monteiro estreou com vitória no qualifying do US Open, o último Grand Slam do ano que está sendo disputado em Nova York.

Atual 119o. colocado no ranking mundial, ele derrotou o japonês Tatsuma Ito (165o.), por 7/5 6/7(5) 6/2 e volta a jogar nesta quinta-feira contra o francês Calvin Hemery, 189o. na ATP.

O cearense, que está jogando o Grand Slam americano pela 3a vez na carreira, tendo disputado o qualifying em 2016, sem avançar e perdido na primeira rodada da chave no ano passado, já sabe o que esperar do confronto com Hemery. “O jogo de hoje, contra o Ito, me deu confiança para enfrentar o Hemery. Eu já tinha um adversário difícil hoje e consegui me manter firme mentalmente para conquistar a vitória, depois de ter perdido o segundo set. Foi muito importante. Contra o Hemery, que é um cara perigoso e que saca muito bem, indo para as bolas e jogando bem solto quando está na frente, vai ser importante aproveitar as oportunidades quando aparecerem e ser agressivo. Estou confiante e espero conquistar mais uma vitória para passar para a última rodada do quali.”

Quem também estreou com vitória foi Guilherme Clezar, que passou pelo espanhol Ricardo Oeda Lara em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/3.

Na segunda rodada, o brasileiro terá pela frente o italiano Lorenzo Sonego, que venceu Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, de virada, com parciais de 4/6 6/3 e 7/6(6).

Em nova fase na carreira, Monteiro estreia nesta 4ª no quali do US Open. Rogerinho e Clezar também jogam

O tenista brasileiro Thiago Monteiro estreia nesta quarta-feira no qualifying do US Open, em uma nova fase na carreira. Depois de quatro anos treinando no Rio de Janeiro ele iniciou uma parceria com o treinador argentino Fabian Blengino, em busca de alcançar o seu melhor tênis e voltar ao top 100. Ele estreia no qualifying do US Open contra o japonês Tatsuma Ito, 165o. colocado no ranking mundial.

“Essa mudança vai ser importante para a minha motivação e para buscar coisas novas. O Blengino  é experiente, já treinou vários jogadores que estão na ponta, como o Schwartzman (Diego). Ele viaja o circuito há mais de 30 anos e é um cara com muito conhecimento. Estou buscando voltar ao top 100 e jogar os ATPs novamente. Espero atingir esse objetivo até o fim do ano para começar com tudo a temporada 2019,” contou Thiago, que durante os últimos 4 anos treinou na Academia Tennis Route, no Rio de Janeiro, com o treinador Duda Mattos em que atingiu o melhor ranking da carreira, o de número 74, em 2017. Atualmente é o 119o. colocado no ranking mundial.

Nestes primeiros dias de US Open, Thiago ainda está sem a presença do treinador argentino que deve encontrá-lo caso ele avance na competição. Se não, ambos se encontrarão na turnê européia, na seqüência, que compreende os Challengers de Como, Genova, Szceczin e Biella.

Para a estreia no qualifying do US Open, o cearense está com boas expectativas, apesar do adversário que gosta de jogar nas quadras rápidas. “O Ito é bem experiente. Ele gosta dessas condições e joga praticamente o ano inteiro na quadra dura. Eu venho me preparando bem. Estou há cinco dias me adaptando e treinando bem com outros jogadores. Espero fazer um bom jogo e conquistar a primeira vitória no quali.”

Até o fim do ano, Thiago, que tem a carreira gerenciada pela Linkinfirm do brasileiro Marcio Torres, ainda manterá residência no Rio de Janeiro, com a expectativa de fazer a pré-temporada na Argentina. Ele ainda está definindo a equipe multidisciplinar.

Além de Thiago Monteiro, Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, é outro brasileiro que estreia no quali do US Open nesta quarta-feira, diante do italiano Lorenzo Sonego, nº 117 do mundo, em confronto que será inédito.

Já Guilherme Clezar terá pela frente o espanhol Ricardo Ojeda Lara, nº 284 da ATP, também no primeiro jogo entre eles.

Bia Haddad estreia nesta quarta-feira no quali do US Open

A paulista Bia Haddad inicia nesta quarta-feira sua participação no qualifying do US Open. Bia, cabeça de chave 22, enfrenta a australiana Olivia Rogowska, 159o. do mundo, por volta das 13h30 (horário de Brasília).

“Estou confiante e feliz para mais esse desafio”, afirmou a tenista número 1 do Brasil e 132o. do mundo. “Já jogamos duas vezes, perdi uma e ganhei outra. Ela (Rogowska) é uma boa jogadora, joga mais reto e está acostumada com esse tipo de piso. Farei o meu melhor para estar na chave principal”, completou.

Bia e Rogowska já se enfrentaram no quali de Roland Garros, com uma vitória para Bia em 2016 e outra para Rogowska em 2015.

A brasileira precisa de três vitórias para se garantir na chave principal do US Open pela segunda vez na carreira. No ano passado, Bia entrou direto, mas não passou da primeira rodada.

Nadal confirma o favoritismo, bate Anderson e conquista o tri do US Open

Rafael Nadal é tricampeão do US Open! Neste domingo, o espanhol confirmou o favoritismo e conquistou pela terceira vez na carreira o título do quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro, em Nova York, nos Estados Unidos.

Na grande decisão, Nadal pressionou desde o início o saque do adversário, que não conseguiu confirmar com tranquilidade nenhum game de serviço e ainda salvou break points antes de ver o favorito quebrar seu saque duas vezes.

Nas parciais seguintes, o espanhol teve pouco trabalho nos games de serviço, confirmando a vitória com parciais de 6/3 6/3 e 6/4.

Esse foi o 16º título de Slam de Nadal, que diminui a diferença para os 19 de Roger Federer, recordista absoluto de títulos dos quatro maiores torneios da temporada.

“Este não é o resultado que eu queria, mas vou continuar lutando e voltarei. Obrigado a todos por tudo nessas duas semanas” disse Anderson, que aproveitou pra elogiar Nadal: “Eu tenho acompanhado você por toda minha vida. Você é um dos maiores embaixadores do nosso esporte.” afirmou.

Além deste ano, Nadal também foi campeão do Slam disputado em Nova York nos anos de 2010 e 2013.

Anderson fez sua primeira final de um torneio desse nível e, depois de uma temporada difícil, se recuperando de lesões, ele deve garantir um retorno ao top-15 da ATP, sendo atualmente o nº 32 do ranking.

Foto: USTA/Darren Carroll

Sloane Stephens é a campeã do US Open

O US Open tem uma nova campeã, o mundo tem uma nova campeã de Grand Slam e os americanos tem uma nova esportista afro-americana para se orgulhar. Sloane Stephens, 24 anos, conquistou neste sábado o US Open, ao derrotar a compatriota Madison Keys e uma performance espetacular por 6/3 6/0.

A final, foi a primeira entre americanas desde 2002, com Venus e Serena.

Foram elas que mudaram o tênis mundial e inspiraram tanto Sloane, quanto Madison.

Ambas as finalistas tiveram lesões na temporada. Keys no punho e Sloane no pé esquerdo.

Stephens, diferente de Keys, ficou semanas sem andar. Operou no dia 23 de janeiro. Voltou a jogar no WTA de Toronto, há seis semanas. Viu o ranking cair para 957. Entrou no US Open com o ranking protegido e afirmou nunca ter imaginado que isso pudesse acontecer. Mas, não deixou de incentivar fãs e praticantes mirins. “Nunca desista. Você pode estar aqui um dia.”

Diana Gabanyi

Nadal vira sobre Delpo e enfrenta surpreendente Anderson na final do US Open

Rafael Nadal impôs sua condição de principal favorito e chegou à final do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado em Nova York, nos Estados Unidos.

Na noite desta sexta-feira, o espanhol teve pela frente um grande adversário, Juan Martin Del Potro, que vinha da incrível virada sobre Dominic Thiem e de triunfo sobre Roger Federer, e que ainda começou muito bem, fechando o primeiro set.

Porém, Nadal elevou muito seu nível, viu o argentino errar mais e, até com certa tranquilidade, conseguiu a virada, fechando a partida com parciais de 4/6 6/0 6/3 e 6/2.

Essa é a quarta vez que o nº 1 do mundo vai à final em Nova York e ele vai em busca do tricampeonato, depois dos títulos de 2010 e 2013.

Seu adversário na final será Kevin Anderson, que também precisou virar a semi, batendo o espanhol Pablo Carreno Busta por 4/6 7/5 6/3 e 6/4.

Essa é a primeira vez que Anderson, atual nº 32 do mundo, chega à final de um Slam, sendo o primeiro tenista sul-africano a chegar à decisão de um dos quatro maiores torneios da temporada, na chave de simples, desde Cliff Drysdale, que ficou com o vice do US Open em 1965.

Nadal e Anderson já se enfrentaram quatro vezes ao longo da carreira, com quatro triunfos do espanhol, sendo o mais recente nas oitavas de final do ATP de Barcelona deste ano.

Fotos do texto: Cynthia Lum

Foto do banner: USTA/Garrett Ellwood

Estreantes em finais de Slam, Stephens e Keys decidem o US Open no sábado

Está definida a grande final feminina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro, em Nova York, nos Estados Unidos.

Nesta quinta-feira, na primeira semifinal, Venus Williams e Sloane Stephens fizeram jogo cheio de alternativas, com muitos altos e baixos de ambas, mas que acabou com a vitória de Stephens por 2×1, com parciais de 6/1 0/6 e 7/5.

Essa é a primeira final de Slam da norte-americana, que ficou um longo tempo sem jogar, voltando apenas em Wimbledon, neste ano.

“Não tenho palavras para descrever o que estou sentido. Quando eu retornei, se alguém me dissesse que eu faria uma final de Grand Slam, eu não teria acreditado. Precisei de muita luta e muito trabalho, correndo em todas as bolas” disse atual nº 83 do mundo e ex-nº 11.

Mais tarde, Madison Keys confirmou o favoritismo contra a compatriota Coco Vandeweghe, venceu com tranquilidade por 6/1 6/2 e também garantiu sua vaga na decisão de sábado.

Keys também é uma estreante em finais de Slams, sendo que seu melhor resultado até o momento havia sido a semi do Australian Open de 2015.

As duas finalistas já se enfrentaram uma vez no circuito, no Premier de Miami de 2015, quando Stephens venceu em sets diretos.

Foto: USTA/Darren Carroll