Orlando Luz e Laura Pigossi ganham convite para o Rio Open Qualifying

Pigossi - Rio Open peqOrlando Luz e Laura Pigossi, duas jovens promessas do tênis brasileiro ganham convite para o Rio Open Qualifying, torneio que acontece nos dias 13 e 14 de fevereiro, com entrada gratuita para o público,valendo as últimas vagas para a chave principal do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul e o único a reunir uma disputa simultânea de um ATP 500 e de um WTA Internacional. Os jogos do Rio Open Qualifying acontecem a partir das 10:00, com entrada gratuita para o público, no Jockey Club Brasileiro.

Orlando Luz, número um do ranking mundial juvenil em 2015, é uma das maiores promessas do tênis nacional. Aos 16 anos foi medalha de ouro em duplas nos Jogos Mundiais da Juventude e campeão de duplas em Wimbledon. Aos 17, conquistou o bicampeonato do Banana Bowl e do Campeonato Internacional Juvenil de Porto Alegre.

A trajetória profissional começou simultaneamente à juvenil, em 2015, e o gaúcho já levantou dois troféus de duplas em torneios da série Future. Em simples, foi três vezes vice-campeão e alcançou a semifinal de um Challenger, em Santos.

Atual 459o no ranking da ATP, Orlandinho, como é conhecido comemora o convite para o Rio Open Qualifying, o primeiro ATP da carreira.

“Estou muito feliz com esse convite, quero agradecer à IMM, ao Luiz Carvalho e a todos que fazem esse torneio, a oportunidade de poder jogar meu primeiro ATP em casa, não tem sensação melhor. Vai ser uma grade chance de evoluir meu tênis, jogando contra jogadores desse nível”, disse o tenista que completa 18 anos cinco dias antes da estreia no Rio Open Qualifying.

Laura Pigossi, 21 anos, é a quinta melhor brasileira nas simples e a terceira melhor nas duplas no ranking da WTA. 441o da lista, em seis anos de profissionalismo já soma três títulos ITF de simples e nada menos que 18 em duplas. Apesar da pouca idade, Laura, assim como Orlando, tem muita experiência no circuito profissional.

“Estou muito contente em poder disputar o Rio Open Qualifying e ter a oportunidade de jogar com as melhores do mundo. O aprendizado é sempre muito grande. Comecei a temporada muito bem esse ano e estou muito confiante com minhas metas em 2016. E também quero manter meu bom ritmo nas duplas e aproveitar a oportunidade de estar jogando um grande evento para somar pontos e contribuir para eu terminar o ano entre as 100 melhores em duplas. Agradeço muito ao Luiz Carvalho o convite, e agora é continuar trabalhando duro e estar 100% para os jogos do Rio”.

“É muito bom poder proporcionar a estas jovens promessas brasileiras a oportunidade de disputar o Rio Open Qualifying no Jockey, com entrada do publico gratuita. Além de conviver e enfrentar tenistas entre os top 100 e outros que já estiveram entre os top 50, eles viverão o clima de um ATP e WTA, que é bem diferente da rotina de início de carreira. Eles ainda contarão com a ajuda da torcida e poderão conseguir uma vaga na chave principal do maior torneio de tênis da América do Sul,” disse Luiz Procopio Carvalho, diretor do Rio Open Qualyfying.

Depois de chegar às quartas de duplas do Rio Open e buscando o melhor ranking, Pigossi traça meta: “Quero jogar Grand Slam”

Pigossi - 2014 peqA jovem Laura Pigossi esteve nesta semana disputando o Rio Open, torneio WTA International, disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Depois de perder na primeira rodada do qualifying de simples, ela conseguiu uma boa vitória na primeira rodada de duplas e, ao lado da montenegrina Danka Kovinic, chegou muito perto de uma vaga na semifinal, perdendo no match-tiebrek para Ysaline Bonaventure e Rebecca Peterson.

O triunfo nas duplas está longe de ser um acaso. Afinal, nem foi o primeiro em um torneio deste porte. No ano passado, no WTA de Bogotá, ela e a venezuelana Adriana Perez bateram a norte-americana Sloane Stephens e a argentina Paula Ormaechea na estreia, parando mais umas vez no match-tiebreak das quartas.

À beira do top-200 no ranking de duplas (já foi 154º), Pigossi deixa muito claro a sua ousada meta, traçada ao lado do seu treinador Renato Messias, que já a acompanha há 8 anos.

“Eu tenho que continuar jogando nesse nível, jogando contra as mais fortes, ganhando e perdendo, subindo o nível, e continuar o ano. Eu tenho que fazer mais…(se corrigindo) a minha meta esse ano é fazer mais 10 primeiras rodadas de WTA, jogar bastante WTA pra conseguir subir bem o ranking de duplas, pra chegar bem perto do top-100. Acho que essa é minha meta”

Mesmo com os bons resultados nas duplas e sendo nº 379 na lista de simples da WTA , a jovem de 20 anos faz questão de rechaçar a ideia de priorizar o circuito, e acredita que ainda é perfeitamente possível conciliar e buscar bons resultados em simples e duplas.

“Eu sou bem nova ainda, dá pra levar os dois, mas eu acho que dupla eu sempre joguei melhor, eu gosto bastante, é uma coisa que por pior que tenha sido meu jogo na simples, a dupla é sempre uma coisa que me relaxa, eu vou lá e jogo super bem. Tem que tentar levar essa coisa da dupla pra simples e uma vai puxando a outra, né? Na dupla eu fui lá e ganhei da Sloane Stephens (ex-nº 11 da WTA e que já venceu Serena Williams). Aí você chega pra jogar com ela em simples e pensa: “Cara, eu já ganhei dessa menina. Eu posso”. Não é mais uma coisa tão fora assim…tipo “Ai, meu Deus, vou jogar com ela”. Você vai se acostumando, acho que isso é o principal”, afirma.

Depois do sucesso de Teliana Pereira na edição do ano passado no Rio Open, esse ano foi a vez de Gabriela Cé e Bia Haddad, nas simples, e da própria Laura, nas duplas, que conseguiram avançar na chave principal. A brasileira ressaltou a importância desses bons resultados para todas as jogadoras do país.

“Pra mim, quanto mais brasileiras lá em cima, vai dando mais espaço para que as outras possam entrar também. Quanto mais brasileiras jogando, só vai subir o nível, o esporte vai ficar mais falado, todo mundo ganha.”

Jogar um WTA em casa acontece apenas duas vezes por ano para as brasileiras, com o Rio Open e o WTA de Florianópolis, e o apoio da torcida, para Laura, é realmente muito importante quando entra em quadra, servindo como uma motivação fundamental:

“Eu gosto bastante (de jogar em casa). Eu também me motivo muito com a torcida. Gosto da energia que fica. Acho muito importante. Se a gente tem a oportunidade de ter a torcida a favor, a gente tem que aproveitar cada momento e usar isso, pois quando jogamos fora, tem torcida contra e isso favorece as outras jogadoras. Então, quando a gente está aqui, temos que aproveitar”.

Na próximas semanas, Laura volta aos circuito de Challengers e ITF’s, mesclando com alguns WTA’s, mas sem esquecer o seu foco nesse ano e a busca pela realização de um grande objetivo:

“Desde que saí do juvenil, estou louca pra jogar Grand Slam (risos). Quero jogar duplas no Australian Open já no ano que vem”, concluiu.

Gabriela Cé, Laura Pigossi e Carolina Alves ganham convite para Rio Open Qualifying

Cé - 2014 peqOs fãs do tênis têm mais um motivo para acompanhar o Rio Open Qualifying nos dias 14 e 15 de fevereiro, no Jockey Club do Rio de Janeiro. As brasileiras Laura Pigossi, Gabriela Cé e Carolina Meligeni Alves, representantes da nova geração do esporte nacional, ganharam convite da organização para disputar a forte chave do torneio classificatório. Com entrada gratuita para o público, a competição do final de semana distribui as últimas quatro vagas para o maior torneio da América do Sul por reunir simultaneamente a disputa de um ATP World Tour 500 e um WTA Internacional.

Laura Pigossi é a número 1 do Brasil em duplas, com 11 títulos ITF na modalidade. A gaúcha Gabriela Cé, melhor brasileira no Rio Open Qualifying 2014, quando perdeu no terceiro set da última rodada, é a número três em simples no ranking da WTA. Cé está no México ao lado de Bia Maia, Teliana Pereira e Paula Gonçalves, defendendo o País no Zonal Americano I da Fed Cup, maior competição por países do tênis mundial, e que vale vaga para os play-offs do Grupo Mundial.

Carolina Meligeni Alves, sobrinha do tenista Fernando Meligeni, está em fase de transição para o circuito profissional onde já possui dois títulos ITF de duplas. Como juvenil alcançou as quartas de final em Wimbledon e aos 18 anos, é a 584a da WTA. Carol treina no Uruguai, desde os 15 anos, onde acredita ter evoluído muito nos aspectos técnico, tático, físico e mental e está muito feliz com a chance de disputar pela primeira vez o qualifying de um WTA.

“É uma oportunidade incrível. Tanto eu como qualquer tenista sonha um dia poder jogar um torneio grande como o Rio Open Qualifying. Vai ser um ótimo aprendizado pra mim! Poder jogar contra jogadoras de um nível superior é sempre bom e te obriga a elevar o seu nível. Eu sei que a disputa pelo convite é muito grande e muitas meninas poderiam estar no meu lugar, então eu quero agradecer muito a organização do torneio por acreditar em mim, e podem ter certeza que vou dar meu 110% na quadra”, falou Carolina Alves.

” Estas jogadoras representam a nova geração do tênis feminino brasileiro e estão batalhando no circuito, tentando seguir os passos da Teliana. Elas quase não tem oportunidades de jogar grandes torneios em casa. O convite para o Rio Open Qualifying vai propiciar uma ótima experiência para a Laura, Gabi e Carol que vão poder treinar e enfrentar tenistas do primeiro escalão da WTA,”, comentou Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Já estão garantidos na chave principal do Rio Open, alguns dos maiores nomes do tênis como Rafael Nadal, David Ferrer, Fabio Fognini, Tommy Robredo, Leonardo Mayer, Pablo Cuevas, Sorana Cirstea, Sara Errani e os brasileiros Thomaz Bellucci, João Souza, Bruno Soares, André Sá, Marcelo Melo Teliana Pereira. Eles competem por US$ 1,5 milhão para ATP e US$ 250 mil para WTA.

Foto: Fotojump

Brasil conhece adversários da primeira fase da Fed Cup

Teliana - Fed Cup peqO time do Brasil que disputará o Zonal Americano da Fed Cup entre os dias 4 e 7 de fevereiro em San Luis Potosi, no México, conheceu nesta sexta-feira os adversários na primeira fase da competição na qual a equipe comandada pela capitã Carla Tiene será cabeça de chave 1.

O Brasil enfrentará na primeira fase as equipes de Colômbia e Chile pelo Grupo A em busca de uma vaga na final do Zonal Americano. O time vencedor do grupo enfrentará o primeiro colocado do Grupo B, formado por Paraguai, Venezuela, México e Bolívia.

“Das sete equipes deste ano, tirando Bolívia que só tem uma jogadora que a gente conhece, acho que é a Fed Cup mais parelha dos ultimos anos. Sempre tinha um ou outro time mais fraco, que talvez seja a Bolívia desta vez, mas o restante é bastante equilibrado”, analisa a capitã Carla Tiene.

A equipe colombiana conta com as jogadoras Mariana Duque Marino (128ª do ranking WTA), Yuliana Lizarazo (335ª), Maria Paulina Perez Garcia (767ª) e Maria Fernanda Herazo Gonzalez (1052ª). Já o Chile tem sua equipe com as tenistas Andrea Koch-Benvenuto (347ª), Daniela Seguel (439ª), Fernanda Brito (442ª) e Cecilia Costa Melgar (751ª).

“Colombia é sempre Colombia. A Mariana Duque é uma jogadora que segura bem a pressão nesses momentos, principalmente na Fed Cup. A Lizarazo teve poucas chances, não tem experiência na competição, mas é uma jogadora perigosa. A gente jogou com o Chile em 2013, na Colômbia. Elas têm jogadoras que a gente ja conhece bastante e é complicado na Fed Cup que é diferente do que as meninas jogam no circuito, daquela vez elas comecaram ganhando”, avalia Tiene.

“Se o México tivesse caído com a gente seria ruim porque está adaptado ao clima, ao local, tem a torcida a favor, mas em nível de tenis é muito parecido. Quando vi as equipes, soube que o Brasil sairia no grupo a com três equipes, acho que nao foi um sorteio ruim. A gente tem que ir da mesma maneira do ano passado, jogar melhor e fazer a nossa parte. Temos totais condições de fazer igual e ganhar de todas as equipes”, finaliza a capitã brasileira.

A equipe brasileira em San Luis Potosi será formada pelas tenistas Teliana Pereira, Beatriz Haddad Maia, Gabriela Cé e Paula Gonçalves, além da reserva Laura Pigossi.

As jogadoras serão acompanhadas pela comissão técnica formada pela capitã Carla Tiene, o auxiliar-técnico Renato Pereira, a preparadora física Renata Penha, a fisioterapeuta Claudia Tamachiro, o médico Ricardo Diaz e o chefe da delegação Paulo Moriguti.

Pigossi vira sobre argentina e conquista em Campos do Jordão o segundo título da carreira

 Pigossi 5 peq 2A paulista Laura Pigossi, de 19 anos, conquistou neste domingo seu principal título da carreira e o primeiro da temporada 2014, ao virar o jogo contra a argentina Victoria Bosio na decisão do Future de Campos do Jordão, disputado no piso duro e com uma premiação de US$ 15 mil.
A brasileira anotou o placar de 4/6, 6/1 e 7/6(2) e completou sua semana perfeita, já que no sábado havia levantado também o troféu de duplas ao lado da paulista Nathalia Rossi.
Laura conquistou seu segundo título de nível ITF e ocupa atualmente o 265º posto do ranking da WTA, apenas dois atrás do que seu recorde pessoal, que foi o 263º em fevereiro deste ano. O primeiro troféu da tenista que treina na academia Play Tennis, em São Paulo, foi conquistado em outubro de 2012, no saibro de São José dos Campos.
Em duplas, Pigossi tem boa chance de aparecer pela primeira no top 150 do ranking, depois que ela e Rossi derrotaram Bosio e a carioca Ana Clara Duarte, por 6/4 e 6/2. Pigossi faturou o 10º troféu da especialidade. Número 168 do mundo na especialidade, ela tem como melhor o ranking o 156º posto.

Pigossi, Nathalia Rossi e Ana Clara Duarte estreiam com vitória no Future de Campos do Jordão

Pigossi - Cascavel peqAssim como na segunda-feira, as quatro cabeças de chave que estrearam nesta terça-feira no Future de Campos do Jordão souberam se impor e avançaram às oitavas de final do torneio, que é disputado em piso duro e tem uma premiação de US$ 15 mil.

As paulistas Laura Pigossi e Nathalia Rossi, a carioca Ana Clara Duarte e a chilena Ivania Martinich não cederam sets no piso sintético do Tênis Clube local.

Principal favorita, Pigossi só teve trabalho no segundo set diante de Yasmine Guimarães, anotando parciais de 6/0 e 6/4. Agora, terá bom desafio diante da juvenil Ingrid Martins, que marcou duplo 6/3 sobre Karina Venditti.

Com boa atuação, Rossi superou Giovanna Tomita, por 6/2 e 6/3, e enfrenta outra novata, a juvenil Júlia Gomide, que passou por. Isabela Camargo de virada, por 2/6 6/2 e 7/6 (4).

Ana Clara por sua vez superou Rebeca Pereira por 6/3 e 6/2, e será favorita diante de Marina Danzini, que passou por Laura Cardone por duros 7/6 (5) 5/7 e 6/2. Por fim, a chilena Martinich ganhou de Andressa Souza, 6/1 e 6/0, e fará duelo estrangeiro contra a taiwanesa Pei-Ju Chien, que venceu rapidamente Maria Silva, 6/3 e 6/0.

A rodada desta quarta-feira começa às 10 horas com entrada gratuita para o público no Tênis Clube local e terá os primeiros quatro jogos das oitavas de final.

Veja a ordem das partidas:
Quadra 2 – 11 horas
Barbara Oliveira (BRA) vs. [4]Victoria Bosio (ARG)
Não antes das 14h30
Sara Gimenez (PAR)/Nathaly Kurata (BRA) vs. Isabella Camargo/Júlia Gomide (BRA)

Quadra 3 – 11 horas
[6]Nathaly Kurata (BRA) vs. Marcela Bueno (BRA)
Guadalupe Perez (ARG) vs.Rafaela Francisquiny (BRA)
Não antes das 14h30
Laura Pigossi/Nathalia Rossi (BRA) vs. Pei-Ju Chien (TPE)/Erika Pereira (BRA)
Não antes das 15h30
Louse Campos/Juliana Carvalho (BRA) vs. Laura Cardone (BRA)/Guadalupe Perez (ARG)

Quadra 4 – 11 horas
Sara Gimenez (PAR) vs.[2]Eduarda Piai (BRA)
Não antes das 14h30
Ingrid Martins/Eduarda Piai (BRA) vs. Victoria Bosio (ARG)/Ana Clara Duarte (BRA)

Brasil perde para a Suíça no Playoff do Grupo Mundial II da Fed Cup

Cé e Pigossi - Fed Cup 2 peqO Brasil encerrou sua participação na Fed Cup, a Copa do Mundo do Tênis, em 2014, com derrota no confronto com a Suíça por 4 a 1 no Playoff do Grupo Mundial II, no Clube de Tênis Catanduva, em Catanduva.

Em sua primeira tentativa de subir ao Grupo Mundial II depois de dez anos, a equipe brasileira começou este domingo já com o placar de 2 a 0 para as suíças. Teliana Pereira se impôs na partida contra Belinda Bencic para manter as chances do Brasil ao vencer por 6/3 e 6/4.

“Hoje usei a torcida, usei a atmosfera, pensei em tudo o que aconteceu. Eu sei que muita gente queria estar no meu lugar e valorizei bem mais, estou muito feliz. Eu saí da quadra sabendo que deixei tudo o que eu tinha para hoje. Poderia ter jogado muito melhor, mas o importante foi ganhar o ponto para o Brasil”, afirmou Teliana após a vitória.

Paula Gonçalves entrou em quadra tentando igualar a disputa na partida contra a suíça Timea Bacsinszky, que foi superior e venceu a brasileira por 7/5 e 6/2 para manter a Suíça no Grupo Mundial II. Nas duplas, já com o confronto definido, Belinda Bencic e Viktorija Golubic venceram Gabriela Cé e Laura Pigossi por duplo 6/2.

“Eu ter entrado com 1-2 pesou, mas não foi isso que fez a diferença. A questão foi muito mais minha, de lidar com a minha pressão de poder fazer melhor do que ontem. Então eu queria entrar e fazer melhor. Eu tentei. Saí triste da quadra porque nao consegui a vitória, mas eu lutei até o fim”, afirmou Gonçalves.

Em fevereiro de 2015 o Brasil volta a jogar o Zonal Americano I da Fed Cup, que terá as equipes de Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Venezuela, com sede ainda a ser definida.

Já a Suíça segue no Grupo Mundial II com Argentina, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Romênia e Suécia.

A capitã Carla Tiene vê o Brasil melhor preparado após a experiência de enfrentar a Suíça em casa no Playoff do Grupo Mundial II e está ansiosa para jogar novamente o Zonal Americano em 2015 e buscar mais uma vez a disputa pelo Grupo Mundial.

“A gente tem que tirar o máximo de positivo. Essa semana realmente tudo foi preparado com muito carinho para a gente se sentir bem, se sentir em casa e a gente só tem a agradecer a todo mundo, todos os responsáveis pelo evento e falar que infelizmente não deu. A gente sai com a sensação mais positiva do que ontem, aprendendo com as derrotas e já morrendo de vontade de jogar o Zonal ano que vem para subir novamente para o Playoff e virar uma rotina isso, o Playoff e Grupo Mundial se deus quiser”, afirmou a capitã.

“Foi uma novidade para todas elas. A gente tem que tirar lição disso, aprender a lidar melhor com a pressão, acho que faltou isso, mas não faltou empenho, não faltou vontade. Essa equipe é muito nova ainda, tem muito a aprender, então a gente sai fortalecida desta derrota”, completou Tiene.

A equipe do Brasil na Fed Cup foi formado pelas tenistas Teliana Pereira, Paula Gonçalves, Laura Pigossi e Gabriela Cé, a capitã Carla Tiene, a tenista reserva Eduarda Piai, a juvenil Julia Gomide, o auxiliar-técnico Renato Pereira, a preparadora física Renata Penha, a fisioterapeuta Claudia Tamachiro e o médico Ricardo Diaz.

Foto: Cristiano Andujar

Laura Pigossi consegue sua primeira vitória em um torneio WTA na chave de duplas de Bogotá

Pigossi - Cascavel peqLaura Pigossi, 170ª colocada do ranking nas duplas, conquistou, na noite desta segunda-feira, sua primeira vitória em partidas nível WTA na carreira ao avançar na chave de duplas do torneio de Bogotá, na Colômbia, evento disputado no saibro e com premiação de US$ 250 mil.

Pigossi e a venezuelana Adriana Perez superaram a americana Sloane Stephens, 18ª colocada de simples e que tem no currículo semifinal do Australian Open e quartas de Wimbledon em simples em 2013, e a argentina Paula Ormaechea, por 2 sets a 1 com parciais de 6/7 (7/5) 7/5 10/5 após 1h34min de duração.

“É minha primeira vitória em WTA, estou muito feliz, eu e minha parceira jogamos muito bem”, vibrou a paulista, que detalhou sobre o duelo: “Começamos super bem, nos impondo e com 5/2 no primeiro set. Elas começaram a jogar melhor e sentimos um pouco a pressão na hora de fechar o primeiro set. No segundo set as duas duplas jogaram muito, mas conseguimos a quebra e saquei bem para fechar. Depois desse empate conseguimos ficar firmes mentalmente no super tie-break. Sabíamos que seria duro, mas conseguimos”.

Pigossi e Perez esperam rivais que serão definidas apenas nesta terça-feira. Elas enfrentam as vencedoras do duelo entre as cabeças de chave 4, a canadense Sharon Fichman e a russa Alexandra Panova ou as francesas Kristina Mladenovic e Amandine Hesse.

Laura Pigossi enfrenta espanhola na estreia do quali do WTA de Bogotá

Laura Pigossi - divulgaçãoLaura Pigossi, 268ª colocada do ranking e segunda melhor do Brasil, tem estreia marcada para às 15h deste sábado no qualifying para o WTA de Bogotá, na Colômbia, evento sobre o piso de saibro com premiação de US$ 250 mil.

Pigossi enfrenta a espanhola Arantxa Parra Santonja, 255ª colocada, no segundo jogo da quadra 4. A tenista desembarcou nesta sexta-feira e já fez seus primeiros treinos nas quadras de saibro do evento.

Nas duplas, a paulista joga com a venezuelana Adriana Perez e aguarda sorteio.

Carolina Meligeni Alves aplica pneu na estreia do ITF de Ribeirão Preto. Pigossi perde de virada

Carol Meligeni peqGrande surpresa logo no primeiro dia de competição na etapa de Ribeirão Preto do Circuito Feminino Future de Tênis. Depois de dominar boa parte da partida, a cabeça 1 Laura Pigossi permitiu a reação da francesa Brandy Mina, que tem pouca experiência internacional, sendo eliminada com parciais de 4/6, 6/4 e 6/1.

Sua adversária na quarta-feira será a ainda juvenil Carolina Alves, sobrinha do ex-top 25 Fernando Meligeni. A paulista de 17 anos e ainda 800ª classificada no ranking marcou incrível duplo 6/0, a chamada ‘bicicleta’, sobre a chilena Zamira Jadue. Com 19 anos, a canhota Mina é número 1.103 do ranking e precisou disputar o qualificatório no fim de semana.

Em outras partidas importantes do primeiro dia, a paulista Duda Piai justificou a condição de cabeça 3 e eliminou Laura Cardone, por 6/4 e 6/2, enquanto a veterana Nanda Alves, oitava principal inscrita, tirou rapidamente Yasmine Guimarães, por duplo 6/1. Nas oitavas de final, Piai enfrentará Isabella Camargo e Nanda jogará contra Alory Pereira.

A boa surpresa coube a Ingrid Martins, ao eliminar a francesa e cabeça 5 Laetitia Sarrazin, por 7/6 (7-4) e 6/2. Já Flávia Bueno passou pela argentina Guadalupe Rojas de virada, parciais de 3/6, 6/3 e 6/4.
Veja a programação desta terça-feira no Country Club, com entrada gratuita para o público:

Quadra principal – 10 horas
Barbara Oliveira (BRA) vs. [6]Victoria Bosio (ARG)
Ivone Alvaro (POR) vs. [2]Gabriela Cé (BRA)
Não antes das 14 horas
Marcela Bueno (BRA) vs. [7]Ana Clara Duarte (BRA)
Não antes das 16 horas
Brandy Mina (FRA)/Rita Vilaca (POR) vs. Nathalia Rossi/Giovanna Tomita (BRA)
Não antes das 18 horas
Nathaly Kurata (BRA) vs. Marie Decamps (BRA)

Quadra 2 – 10 horas
Maria Silva (BRA) vs. Rita Vilaca (POR)
Juliana Cardoso (BRA) vs. Irina Fetecau (ROM)
Não antes das 13 horas
Victoria Bosio/Guadalupe Rojas (ARG) vs. Raquel Martini/Luciana Ullmann (BRA)
Isabella Camargo/Mariana Humberg (BRA) vs. Gabriela Cé/Eduarda Piai (BRA)

Quadra 4 – 10 horas
Karina Venditti (BRA) vs. [4]Nathalia Rossi (BRA)
Lara Rafful (ITA) vs. Alize Boccard (SUI)

O Circuito Feminino Future de Tênis tem patrocínio do Itaú, com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, através do Governo Federal. A realização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura. O site oficial é o www.circuitotenisfeminino.com.