Rogerinho supera francês e chega às quartas de final do Challenger de Milão

Rogério Dutra Silva já está nas quartas de final do Challenger de Milão, na Itália, que é disputado no saibro.

Nesta quarta-feira, o brasileiro superou em sets diretos o qualifier franês Hugo Grenier, com parciais de 6/4 e 6/3.

Agora, por vaga na semifinal, Rogerinho terá pela frente o sérvio Pedja Krstin, nº 215 do mundo, em confronto que será inédito.

Rogerinho estreia com vitória em Milão. Bellucci perde na última rodada do quali

Rogério Dutra Silva estreou com boa vitória no Challenger de Milão, na Itália, que é disputado no saibro.

Nesta segunda-feira, o brasileiro se impôs diante do espanhol Daniel Munhoz-De La Nava, triunfando em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/1.

Nas oitavas de final, Rogerinho terá pela frente o vencedor da partida entre o convidado local Riccardo Balzerani e o qualifier francês Hugo Grenier.

Já Thomaz Bellucci entrou em quadra pela última rodada do quali e acabou sendo superado pelo australiano Alexei Popryn, que venceu por 6/4 e 7/5.

Monteiro e Clezar vencem na estreia de Challenger italiano. Rogerinho perde

Dois brasileiros estrearam com vitória no Challenger de L’Aquila, na Itália, que é disputado no saibro.

Nesta terça-feira, o primeiro a entrar em quadra e vencer foi Thiago Monteiro, que superou o argentino Hernan Casanova, em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/2.  Nas oitavas de final, já nesta quarta, seu adversário será o espanhol Bernabe Zapata Miralles, em confronto que será inédito.

Quem também venceu bem na primeira rodada foi Guilherme Clezar, que passou pelo local Ricardo Bonadio, também em dois sets, com parciais de 6/4 e 7/5.

Nas oitavas, Clezar enfrenta o uruguaio Martin Cuevas, contra quem fez quatro jogos, vencendo três deles.

No mesmo torneio, mas na segunda-feira, Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, perdeu na estreia para o espanhol Pedro Martinez Portero, com parciais de 5/7 7/6(3) e 6/4.

Rogerinho joga bem, mas perde para Djokovic na estreia de Roland Garros

Rogério Dutra Silva entrou em quadra, pra fazer o seu melhor, sabendo o duro desafio que teria pela frente na primeira rodada de Roland Garros.

O brasileiro não fez nada feio diante de Novak Djokovic. Pelo contrário. Jogou bem, liderou sets com quebra de vantagem e, no fim, teve sua atuação reconhecida, mesmo com a derrota por 6/3 6/4 e 6/4.

Depois de furar o quali, Rogerinho não teve um sorteio muito favorável e ficou com uma estreia difícil, contra um ex-número 1 do mundo.

Porém, também teve a oportunidade de jogar um grande jogo, na quadra Philipp-Chatrier e embolsando um bom prize money, depois de garantir vaga na chave ao vencer três jogos no qualifying.

Foto: Getty Images – Clive Brunskill

Bellucci perde para Delbonis na estreia de Roland Garros. Rogerinho encara Djokovic na 2ª

Depois de vencer três jogos no qualifying, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci foi superado neste domingo, na primeira rodada da chave principal pelo argentino Federico Delbonis, 66o. colocado na ATP, por 6/1 6/3 3/6 6/1.

Para o brasileiro, 269o, foram bons dias em Paris, mas ainda faltam jogos e confiança, para voltar a jogar de igual para igual com os jogadores que estão disputando ATPs e Grand Slams. “Eu vim de jogos do quali duro, mas nenhum cara do quali tem um nível igual ao dele. São jogadores de Challenger (os de quali). Hoje eu senti um pouco isso, já que desde o começo do ano eu tenho jogado praticamente Challengers. Preciso ganhar esse nível de novo nos ATPs e é isso que estamos buscando agora,” analisou Bellucci. “O físico está bom. Consegui jogar 4 jogos intensos e estou bem fisicamente. Tenho que tentar manter um nível alto, somar pontos nos Challengers e voltar ao nível que eu pertenço, que é jogando os ATPs e jogando com esses caras. Com o tempo eu vou conseguir retomar o ritmo e não vai ser tão duro jogar contra esses caras como foi hoje.”

Sobre a partida, Bellucci falou: “Comecei mal o jogo, errando de mais. Deixei ele confortável para sacar, devolver e não estava entrando bem nos pontos, principalmente na devolução e errando no primeiro saque. Com um cara  como ele, que gosta de jogar atacando, é crucial que você tente parar um pouco o tempo dele. Não consegui fazer muito isso. Ele estava tomando a iniciativa em todos os pontos. No terceiro eu consegui inverter, jogar bolas mais profundas, errar menos e sacar um pouco melhor e o jogo ficou diferente. No começo do 4o. perdi aquela chance que poderia ter tornado a história um pouco diferente. Mas ele foi mais consistente e conseguiu manter o jogo em um nível maior durante todo a partida.”

Bellucci parte agora para a Polônia, onde disputa o Challenger de Poznan.

Nesta segunda-feira, será a vez de Rogério Dutra Silva entrar em quadra. Depois de também furar o qualifying, vencendo três jogos, Rogerinho terá uma estreia muito dura, diante do sérvio Novak Djokovic, por volta das 07:30hs, horário de Brasília.

O brasileiro e o ex-nº 1 do mundo já se enfrentaram uma vez, no US Open de 2012, quando Djokovic venceu em sets diretos.

Bellucci e Rogerinho vencem e jogam nesta 6ª por vaga na chave de Roland Garros

O tenista brasileiro Thomaz Bellucci derrotou nesta quarta-feira o espanhol Daniel Gimeno Traver, 214o., por 2 sets a 0, parciais de 6/1 7/6(7), em uma partida emocionante em que precisou salvar sete set points antes de fechar o jogo e avançar à terceira e última rodada da fase classificatória de Roland Garros. Ele volta a jogar na sexta-feira contra o belga Ruben Bemelmans, 111o. colocado no ranking mundial.

“Comecei jogando super bem hoje. O primeiro set e a metade do segundo foram impecáveis. Depois me desconcentrei um pouco, cometi alguns erros e o jogo ficou super apertado. Mas, acho que foi positivo. Consegui subir o meu nível, comparado a outros jogos e terminar em alta,” disse Bellucci, 269o na ATP.

Para avançar à chave principal, Bellucci terá que passar pelo experiente Bebelmans. “Ele joga reto e gosta de vir muito pra rede. Joguei com ele já e nos conhecemos bem. Vou tentar manter essa regularidade, que consegui no 1o. set e aí posso ter boas chances de fazer um bom jogo, sair com a vitória e entrar na chave de Roland Garros.”

Nesta quinta-feira, foi a vez de Rogério Dutra Silva garantir sua vaga na rodada final do quali do segundo Grand Slam da temporada.

O brasileiro superou o eslovaco Andrej Martin, perdendo apenas dois games e fechando a vitória com parciais de 6/2 e 6/0.

Agora, por vaga na chave principal, ele terá pela frente o tcheco Zdenek Kolar, nº 230 do mundo, que foi vencido por Rogerinho no único confronto eles até o momento, na primeira rodada do Challenger de Praga, em 2015.

Rogerinho também vence no quali de Roland Garros e, assim como Bellucci, chega à 2ª rodada

Depois de Thomaz Bellucci, Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, também se garantiu na segunda rodada do qualifying de Roland Garros, na França, segundo Grand Slam da temporada.

Nesta terça-feira, o brasileiro superou sua primeira partida em Paris, vencendo o jovem chileno Christian Garin em sets diretos, com parciais de 7/6(6) e 6/4.

Agora, na segunda rodada, ele terá pela frente o eslovaco Andrej Martin, nº 164 do mundo, que o venceu nos confrontos anteriores, sendo o mais recente na primeira rodada do ATP de Quito, neste ano.

Já Bellucci enfrenta o espanhol Daniel Gimeno-Traver, nº 214 da ATP. No único confronto entre eles até o momento, o brasileiro venceu, nas oitavas de final do Brasil Open de 2010.

Bellucci encara sérvio na estreia do Challenger de Lisboa. Rogerinho e Monteiro jogam em Bordeaux

Thomaz Bellucci já conheceu seu adversário de estreia no Challenger de Lisboa, em Portugal, que é disputado no saibro, último torneio antes do quali de Roland Garros.

O brasileiro terá pela frente o jovem sérvio Miomir Kecmanovic, nº 204 do mundo. Os dois se enfrentaram há poucos dias, nas oitavas de final do Challenger de Tallahassee, quando Bellucci venceu em sets diretos.

Dois brasileiros estão na chave do Challenger de Bordeaux, na França, também disputado no saibro.

Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, estreia contra o letão Ernests Gulbis,que venceu dois dos três confrontos anteriores, enquanto Thiago Monteiro joga a primeira rodada contra o canadense Peter Polansky, que o venceu no único confronto anterior, nas oitavas do Challenger de Ningbo, no piso duro, no ano passado.

Monteiro e Rogerinho vencem no saibro europeu e chegam às quartas de final

Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva conseguiram vencer mais uma e estão nas quartas de final em Challengers do saibro europeu.

Jogando na França, em Aix em Provence, Monteiro passou pelo norte-americano Bradley Klahn, em sets diretos, com parciais de 7/5 e 6/4, garantindo sua segunda vitória no torneio.

Agora, por vaga na semifinal, ele terá pela frente o argentino Guido Andreozzi, nº 137 do mundo. Os dois já se enfrentaram duas vezes, ambas no saibro, com uma vitória pra cada lado.

No Challenger de Roma, na Itália, Rogerinho passou pelo argentino Juan Ignacio Londero, também em sets diretos, com parciais de 7/6(5) e 6/4.

Agora, nas quartas, o brasileiro enfrenta o italiano Gianluigi Quinzi, nº 259 da ATP, que o venceu no único confronto entre os dois até o momento, no quali do ATP de Buenos Aires, em 2015.

Depois de derrotas “doloridas”, confiante Rogerinho acredita que está jogando em bom nível

Rogério Dutra Silva é o atual nº 1 do tênis brasileiro, ocupando o 116º posto do ranking da ATP e sempre citado como um exemplo de luta e entrega em cada partida.

Nas últimas semanas, Rogerinho vem jogando no saibro europeu, no seu piso preferido, e viu boas oportunidades em torneios ATP’s, com campanhas interessantes, vitórias importantes e derrotas bem “doloridas”, como ele mesmo definiu.

O nº 1 do Brasil conversou um pouco com a Tennis View sobre o seu momento e do que tirou de lição das campanhas no ATP 500 de Barcelona, quando furou o qualifying e parou na segunda rodada, e do ATP 250 de Istambul, quando ficou muito perto de chegar à semifinal, que seria sua melhor campanha em um torneio deste nível.

Primeiramente, sem esconder a frustração com o resultado das partidas, Rogerinho viu algo positivo nestes torneios, não apenas pela campanha, mas pelo que vem apresentando em quadra:

“Em Barcelona e Istambul eu joguei muito bem, perdi em Barcelona com o (Albert) Ramos, 6/4 no 3º set, dolorido…e depois com o Taro Daniel com a vantagem que eu estava no 3º set, bem dolorido também, mas acho que foram bons jogos e que falam um pouco do nível que eu to jogando, um nível bom de tênis que eu to apresentando e tento usar isso a meu favor pra ficar com a confiança lá em cima.” afirmou.

Sem dúvida, algo que chamou a atenção foi a partida diante do japonês Taro Daniel, nas quartas de Istambul, quando chegou a liderar o 3º set por 4/0 e saque no 40/30, mas acabou levando a virada depois de perder 6 games seguidos. Garantindo não ter sentido qualquer lesão, o brasileiro explicou um pouco do que aconteceu em quadra:

“Não teve lesão, graças a Deus, não teve nada. Na verdade aconteceu um pouco de cada. Uma bola que saiu aqui, uma bola na linha ali, ele jogou bem um ponto, eu joguei mal outro ponto…acho que em algum momento eu fiquei um pouco mais tenso…foi bem dolorido, mas tem que olhar pelo lado que eu estou jogando um bom nível de tênis, ele acabou ganhando o torneio, que não é um torneio fácil, então tem que olhar por esse lado.” disse Rogerinho, que ainda falou sobre a importância de jogar logo na semana seguinte, vencendo (está nas quartas de final do Challenger de Roma), além do fato de ter recebido muito incentivo depois da derrota diante do japonês:

“É bem complicado. Acho que é importante sim vir já pra cá (Roma), ganhar é bastante importante pra…acho que o legal do tênis é isso, né? Cada semana a gente tem uma oportunidade nova e toda minha equipe me deu bastante apoio e força, meus familiares também, muita gente mandou mensagem pra mim, pois um…um resultado bem complicado, mas acho que o importante é jogar, aproveitar  que eu to em uma fase boa, bem confiante e quem sabe ganhar esse torneio em Roma.” afirmou.

Em alguns dias, ele terá pela frente o duro quali de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada e um dos seus torneios preferido no circuito, mas afirmou que a motivação é a mesma e que a luta vai ser grande pra conseguir um lugar na chave principal:

“A expectativa pra Roland Garros é fazer o melhor possível. Gosto muito de jogar em Roland Garros, ano passado eu fiz um jogo muito bom, salvando match point (na vitória de virada sobre o russo Mikhail Youzhny, na estreia, perdendo pra Milos Raonic na segunda rodada). Esse ano vou jogar o qualifying, mas a vontade vai ser a mesma, vou tentar passar de qualquer jeito esse quali e tentar fazer uma surpresa nessa chave principal.”

Sem deixar de falar sobre o momento do Brasil na Copa Davis, depois da derrota diante da Colômbia, no Zonal Americano da competição, Rogerinho considera normal a ausência de alguns jogadores e a natural substituição pelos mais jovens:

“Nunca é bom ver o Brasil perder. Cada um tem um motivo pra ter ficado de fora. O Bruno a esposa está pra ter filho, outros jogadores priorizando o calendário de cada um, acho que é um pouco normal o pessoal mais novo jogar um pouco mais. Eu vejo dessa forma.” opinou, considerando ainda que pretende, um dia, voltar a jogar a principal competição entre países do tênis:

“Eu sempre pretendi jogar a Copa Davis, que é uma competição muito legal, muito bacana. Eu não tenho problema nenhum com a CBT, nem com o capitão. Tem que ver contra quem joga, quando for jogar e ver se vai dar pra jogar…não me aposentei da Copa Davis ainda, mas é uma coisa que tem que ver com o tempo. Não estou pensando em Copa Davis no momento.” concluiu.