Beatriz Haddad Maia estreia com vitória na temporada de grama

Beatriz Haddad Maia estreou com vitória no WTA 250 de Nottingham. A tenista superou a chinesa Qiang Wang, a 146ª do mundo, em 5/7 6/4 6/3 e 2h21 para avançar às oitavas do torneio inglês.

“Feliz em avançar. Infelizmente choveu bastante nos últimos dias, o que dificultou um pouco a preparação de todos os jogadores, mas me sinto competitiva e motivada para trabalhar duro nessas próximas semanas na Inglaterra. Sobre o jogo em específico, criei oportunidades ao longo do jogo todo e não me frustrei por aquelas que não aproveitei. Isso me dá confiança para seguir evoluindo o meu tênis a cada dia novo de trabalho”, disse a 48ª do ranking.

Na próxima rodada, Bia enfrentará a britânica Yuriko Miyazaki, a 234ª da WTA. As tenistas já se enfrentaram em uma oportunidade no circuito, em 2020, com vitória da brasileira.

Bia também está na chave de duplas do torneio. Ao lado da chinesa Shuai Zhang, a 4ª melhor duplista do mundo, a paulistana é cabeça de chave 1 e jogará contra Golubic/Osorio na estreia.

Foto: Jimmie48/WTA

Nadal confirma o favoritismo contra Ruud e conquista seu 14º título de Roland Garros

Rafael Nadal. É cada vez mais difícil não ser repetitivo quando se fala dos feitos do espanhol. Na verdade, parece que apenas números são atualizados. Um atrás do outro. Desde 2005.

Neste domingo, não foi diferente. Pela 14ª vez, a manchete dos jornais esportivos ou pelo menos daqueles especializados em tênis vai ser com Nadal levantando o troféu de Roland Garros. No total, são 22 títulos dos quatro maiores torneios da temporada.

E a partida deste domingo foi do jeito que muita gente pensava: Sem muita emoção. Nadal venceu por 3×0, de forma implacável. 6/3 6/3 e 6/0. No único momento de maior ânimo no jogo, o norueguês chegou a abrir 3/1 no segundo set. E foi só. Dali em diante, não venceu mais nada. Nem mesmo um único game. Foram incríveis 11 games seguidos rumo ao título.

E é mais incrível pensar que do outro lado da rede não tinha qualquer um. Por mais que estivesse na sua primeira final de Grand Slam, Ruud é um top-10, embalado por duas ótimas semanas. E mesmo assim, praticamente não teve chance.

Porém, engana-se quem pensa que foi fácil a trajetória do campeão. Venceu 4 top-10 durante a campanha, incluindo um longo 5º set diante do canadense Felix Auger-Aliassime nas oitavas e a incrível partida contra Novak Djokovic nas oitavas. Na semifinal, o acaso da lesão de Alexander Zverev. A final foi menos dura, é verdade.

A expectativa em quadra passou, mas aumentou no pós-jogo, para a expectativa da sua entrevista coletiva. Com tantas lesões e dores, havia a dúvida se anunciaria a aposentadoria. Não o fez. Depois de muitos agradecimentos, usou o microfone pra fazer aquilo que foi toda a sua carreira: “Não sei o que vai acontecer no futuro, mas vou continuar lutanto.”

E que bom que teremos mais de Nadal. Quem sabe por quanto tempo? Quem sabe, mais uma vez no Brasil? Mais uma vez no Rio Open? Não custa torcer. Afinal, se tratando de Rafael Nadal, não é prudente duvidar de nada.

Diana Gabanyi

Em busca do seu 1º título de Slam, Ruud encara Nadal na final de Roland Garros. O espanhol busca sua 14ª conquista em Paris

O domingo será o dia da grande decisão masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

Se Rafael Nadal era um dos favoritos não só ao título, mas pelo menos para uma boa campanha no torneio, do outro lado uma certa surpresa. Trata-se do norueguês Casper Ruud, que também não pode ser tratado como uma completa zebra, já que vem fazendo campanhas consistentes nos últimos tempos, inclusive ocupando um lugar no top-10 do ranking da ATP.

Ruud garantiu sua vaga na sexta-feira ao vencer de virada o croata Marin Cilic, por 3×1, se garantindo na final de um dos quatro maiores torneios da temporada pela primeira vez na carreira, logo no seu piso preferido.

Vale destacar que ele já fez uma excelente campanha em outro torneio grande da temporada, ao ficar com o vice-campeonato do Masters 1000 de Miami, quando perdeu para o espanhol Carlos Alcaraz.

Do outro lado, o espanhol que todos conhecem. Super favorito a qualquer coisa disputada sobre uma terra batida. Porém, a vaga dessa vez foi conquistada de uma forma longe de ser agradável.

Depois de virar de forma incrível um primeiro set contra Alexander Zverev, salvando set-points, Nadal viu o alemão torcer o pé justamente na bola que decretou que o segundo set também iria ao tiebreak. Zverev não conseguiu continuar. Na verdade, não conseguiu nem mesmo sair de quadra sem auxílio de muletas. Assim, sem clima, o super campeão de Paris “comemorou”, no dia do seu aniversário, sua vaga na decisão em Paris.

Um confronto, literalmente, entre gerações diferentes. Nadal, aquele que todos já conheceram. Com dores, com dificuldade, com lesões atrapalhando cada vez sua carreira, mas seguindo. Em busca do 22º título de Grand Slam, o 14º de Roland Garros.

Ruud, um jovem, com tênis moderno, consistente, todo certinho. Buscando o que seria seu maior feito no tênis até o momento. E na verdade, no primeiro encontro entre eles, o feito seria absurdo, que poucos conseguiram: vencer Nadal no saibro, neste domingo, por volta das 10h, no horário de Brasília.

Foto: Philippe Montigny/FFT

Dominante, Swiatek supera Gauff, vence a 35ª seguida e conquista o bi de Roland Garros

Iga Swiatek é, definitivamente, o grande nome do tênis feminino. E confirmou isso, mais uma vez, neste sábado, ao conquistar o título de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

E mais uma vez, como vem fazendo nos últimos tempos, fez isso de forma dominante, com uma vitória em sets diretos sobre a jovem norte-americana Coco Gauff, com parciais de 6/1 e 6/3.

E quando se diz dominante, com Swiatek, é dominante mesmo. Gauff nem jogou mal, mas pouco conseguiu fazer. No máximo, abriu o segundo set quebrando o saque da adversária e abrindo 2/0 em seguida, mas viu a número 1 do mundo reagir na sequência e vencer 5 games seguidos antes de fechar o set.

Esse é o segundo título de Swiatek em Roland Garros, repetindo o feito de 2020, se consolidando como uma número 1 dominante no circuito:

“Honestamente, eu nunca esperaria por isso, mas desta vez sinto que trabalhei duro, fiz de tudo para chegar aqui. Apesar de ter sido muito difícil, a pressão era grande…” disse Swiatek.

A número 1 do mundo também fez questão de ressaltar o quanto se sente bem jogando em Paris:

“Realmente, tenho motivação extra toda vez que venho aqui, então eu adoro estar de volta.”

E no final ela não deixou de lembrar da situação na Ucrânia, que vive um momento delicado após há invasão das tropas russas, há mais de 100 dias, resultado em centenas de mortos e feridos:

“Quero, no final, dizer algo à Ucrânia: Mantenha-se forte, pois o mundo está lá.” Concluiu a polonesa que, com a vitória deste sábado, acumula 35 vitórias seguidas no circuito, incluindo 5 outros títulos além de Roland Garros, como os WTA 1000 de Indian Wells, Miami e Roma.

Foto: Cédric Lecocq/FFT

Gauff e Swiatek se enfrentam na final de Roland Garros. Norte-americana quer seu 1º título de Slam. Polonesa vai em busca do bi na França

O sábado será o dia da final feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

Nesta quinta-feira, a primeira a garantir sua vaga na decisão foi a número 1 do mundo, Iga Swiatek, de forma nada surpreendente.

Em mais uma atuação sólida, sem dar chances para a adversária, ela cedeu apenas 3 games para a russa Daria Kasatkina e venceu com parciais de 6/2 e 6/1. Assim, ela garante vaga na final em Paris pela segunda vez na carreira, sendo que na primeira, em 2020, ela ficou com o título.

“Estou ainda mais feliz com meu desempenho do que após a partida anterior, pois sinto que meu jogo está ficando cada vez mais sólido.” Afirmou a número 1 do mundo.

Sua adversária na final deste sábado será uma estreando em decisões. Apesar da sua juventude – apenas 18 anos – a norte-americana Coco Gauff já está no circuito com destaque há algum tempo e agora ratifica todo seu talento ao chegar à final em Paris.

A atual número 23 do mundo fez isso ao bater a italiana Martina Trevisan em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/1.

“Desde mais jovem, meu pai disse que eu poderia mudar o mundo com a minha raquete. E ele quis falar sobre questões como essa. A primeira coisa que ele me disse quando saí da quadra foi: estou orgulhoso de você e amo o que você escreveu na câmera” disse Gauff, que após a partida escreveu na câmera “Paz” e “Fim da violência com armas”, em referência aos recentes ataques com armas nos Estados Unidos.

Swiatek e Gauff já se enfrentaram duas vezes no circuito. A primeira foi no saibro do WTA 1000 de Roma, no ano passado, quando a polonesa venceu por 2×0. Depois, se enfrentaram neste ano, no WTA 1000 de Miami, novamente com vitória da número 1 do mundo.

Foto: Corinne Dubreuil / FFT

Cilic vira sobre Rublev e encara Ruud na semifinal de Roland Garros

A sexta-feira será o dia das semifinais masculinas de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

E a segunda semifinal foi definida depois dos jogos desta quarta-feira. Começando com mais uma grande atuação do experiente Marin Cilic, que não fazia uma campanha tão boa em Slam há um tempo, superando o russo Andrey Rublev em cinco sets, com parciais de 5/7 6/3 6/4 2/6 7/6(2).

Com o resultado, Cilic se torna o primeiro croata a fazer pelo menos semifinal nos quatro maiores torneios da temporada.

Atual número 23 do mundo, ele deve ganhar algumas posições importantes no ranking e o resultado em já vai garantindo a ele uma subida de aproximadamente 6 posições, ficando perto do top-15 da ATP.

O adversário de Cilic foi definido na sequência, com o norueguês Casper Ruud confirmando sua condição de favorito diante do jovem e surpreendente dinamarquês Holger Rune, que vinha de vitória sobre o grego Stefanos Tsitsipas.

Ruud até chegou a ceder a segunda parcial, quando liderava e parecia caminhar pra uma vitória em sets diretos, mas garantiu sua vaga na semi ao vencer por 6/1 4/6 7/6(2) e 6/3.

Ruud e Cilic já se enfrentaram duas vezes no circuito, com o norueguês vencendo ambas. A primeira, nas oitavas de final do Masters 1000 de Roma, em 2020. A segunda, na segunda rodada do Masters 1000 de Toronto, no ano passado.

Foto: Clémente Mahoudeau/FFT

Kasatkina bate compatriota e será desafio de Swiatek em uma das semis de Roland Garros. Gauff x Trevisan na outra semi

Estão definidas as semifinais da chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

A primeira semi foi definida na terça-feira. Primeiro, com a vitória da italiana Martina Trevisan sobre a canadense Leylah Fernandez, por 2×1. É a primeira semifinal de Grand Slam da italiana de 28 anos, que chegou a se afastar do tênis por um tempo, depois de problemas de saúde do e dela mesmo.

Agora, ela comemora uam excelente fase, que além das cinco vitórias em Paris conta também com mais cinco do torneio anterior, que acabou com o título do WTA de Rabat, no Marrocos.

Sua adversária nesta quinta-feira será a jovem e já experiente norte-americana Coco Gauff, que passou pela compatriota Sloane Stephens por 2×0.

Depois de chegar às quartas de final de Roland Garros em 2019, ela repete um ótimo desempenho no saibro da capital francesa e agora com uma possibilidade de fazer sua primeira final de um dos quatro torneios mais importantes da temporada.

Pra isso, Gauff vai ter que vencer a italiana pela primeira vez, apesar do histórico curto entre elas. Se enfrentaram apenas uma vez, exatamente em Roland Garros, na edição de 2020, quando Trevisan venceu de virada.

A outra semifinal foi definida nesta quarta-feira, começando com a russa Daria Kasatkina, que obteve uma boa vitória diante da compatriota Veronika Kudermetova, com parciais de 6/4 e 7/6(5).

Pela primeira vez na carreira, a russa chega à semifinal de um Grand Slam, depois de parar nas quartas de final tanto de Roland Garros quanto de Wimbledon, ambos em 2018.

Sua adversária será a número 1 do mundo, a polonesa Iga Swiatek, que mais uma vez impôs seu grande nível de tênis para bater a norte-americana Jessica Pegula em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/2.

Swiatek, que vem de uma incrível sequência de 33 vitórias seguidas, segue em busca do bicampeonato de Roland Garros, depois de conquistar o título em 2020.

Swiatek e Kasatkina já se enfrentaram quatro vezes no circuito e a polonesa venceu três dessas partidas, todas nesta temporada, cedendo no máximo 5 games por jogo.

Foto: Cédric Lecocq/FFT

Nadal supera Djokovic e enfrenta Zverev na semifinal de Roland Garros

Em uma jornada incrível e até certo ponto surpreendente, foi definida a primeira semifinal masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Na primeira partida do dia, o espanhol Carlos Alcaraz era favorito diante do alemão Alexander Zverev, mas viu seu adversário jogar em um nível muito acima e abrir logo 2×0.

O espanhol foi buscar e levou ao 4º set, viu Zverev sacar pro jogo, mas devolveu a quebra de saque. Levou ao tiebreak e aí o número 3 do mundo não perdeu a chance. Venceu a parcial e o jogo por 2×1, garantindo sua vaga na semifinal.

A grande expectativa, estava pro jogo da noite parisiense. E Novak Djokovic e Rafael Nadal fizeram jus à expectativa, em uma grande partida que deixou todo mundo sem saber quem levaria até o final, com altos e baixos de ambos.

O espanhol começou melhor. Largou na frente e até de forma surpreendente levou o 1º set por 6/2. Depois, manteve o ritmo, abriu vantagem no 2º, mas viu o número 1 do mundo reagir e empatar a partida.

Depois, Nadal mostrou mais uma vez o motivo de ter vencido 13 vezes no saibro de Paris. Elevou seu nível, errou menos e foi preciso nos momentos importantes. Chegou a ver o sérvio esboçar uma reação e ter set point na quarta parcial, mas fechou a porta e, no tiebreak, confirmou o triunfo por 3×1.

Nadal e Zverev farão uma das semifinais, com o espanhol levando a melhor no confronto direto, já que venceu seis dos nove jogos anteriores entre eles.

A outra semifinal será definida depois da duas partidas de quartas de final desta quarta-feira, começando com o confronto entre o russo Andrey Rublev e o croata Marin Cilic, que vem de vitória sobre outro russo e favorito, Daniil Medvedev.

Na outra partida do dia, o surpreendente dinamarquês Holger Rune encara outro jovem bem talentoso, que é o norueguês Casper Ruud, mais experiente e já ocupando um lugar no top-10.

Foto: Julien Crosnier/FFT

Nadal luta pra virar sobre Auger-Aliassime e marca confronto diante de Djokovic nas quartas de Roland Garros. Alcaraz enfrenta Zverev

Foi difícil, teve drama, mas está marcado mais um confronto entre Rafael Nadal e Novak Djokovic, agora nas quartas de final de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris, na França.

Primeiro a conquistar sua vaga, o número 1 do mundo teve um dia bem tranqüilo e bateu o argentino Diego Schwartzman em sets diretos, com parciais de 6/1 6/3 e 6/3.

Aliás, o sérvio chega muito bem às quartas de final, ainda sem perder um único set nas quatro partidas que fez até o momento.

Quem teve muito mais trabalho pra garantir sua vaga e confirmar sua participação no aguardado confronto foi Rafael Nadal, que viu o canadense Felix Auger-Aliassime começar muito bem e endurecer a partida na quadra Philippe-Chatrier.

O espanhol precisou lutar muito por cinco sets pra vencer de virada, com parciais de 3/6 6/3 6/2 3/6 e 6/3.

Esse vai ser o 10º confronto entre Nadal e Djokovic em Paris e o espanhol liderar o retrospecto, com sets vitórias. Porém, no jogo mais recente entre eles no torneio, na semfinal do ano passado, o sérvio venceu por 3×1.

Quem também teve um dia mais tranqüilo foi o alemão Alexander Zverev, que teve certo trabalho diante do espanhol Bernabe Zapata Miralles, mas que acabou vencendo por 3×0, com parciais de 7/6(11) 7/5 e 6/3.

Na última partida do dia, o espanhol Carlos Alcaraz confirmou seu grande favoritismo diante do russo Karen Khachanov garantiu sua vaga para enfrentar Zverev nas quartas ao vencer em sets diretos, com parciais de 6/1 6/4 e 6/4.

Foto: Corinne Dubreuil / FFT

Em seu jogo mais trabalhoso, Swiatek bate Kovinic e garante vaga nas oitavas de Roland Garros. Giorgi vira sobre Sabalenka

A terceira rodada da chave feminina de Roland Garros foi definida neste sábado, com bons jogos que aconteceram nas principais quadras do segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Abrindo a quadra Philippe-Chatrier, a número 1 do mundo Iga Swiatek acumulou mais uma na sua longa lista de vitórias seguidas ao bater a montenegrina Danka Kovinic em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/5.

E foi a partida mais difícil da polonesa, que nas primeiras partidas havia perdido dois games em cada jogo. Agora são 31 vitórias seguidas pra ela, que vai enfrentar Qinwen Zheng nas oitavas.

A chinesa conseguiu sua vaga ao passar pela francesa Alize Cornet, que abandonou a partida quando perdia por 6/0 e 3/0.

Outra que abandonou quando perdia foi a espanhola Paula Badosa, que estava sendo superada pela russa Veronika Kudermetova por 6/3 e 2/1.

A italiana conquistou uma ótima virada sobre a bielorrussa Aryna Sabalenko, que venceu o primeiro set por 6/4, mas viu a adversária elevar muito nível e errar quase nada pra vencer os sets seguintes por 6/1 e 6/0.

Na última partida do dia, a norte-americana Madison Keys também conseguiu uma virada, vencendo a cazaque Elena Rybakina por 3/6 6/1 e 7/6(10/3).

As oitavas de final começam neste domingo, com um belo jogo abrindo a quadra Philippe-Chatrier, a canadense Leylah Fernandez enfrenta a norte-americana Amanda Anisimova. Logo depois, outra norte-americana, a jovem Coco Gauff, terá pela frente a belga Elise Mertens.

Os outros dois jogos do dia pelas oitavas da chave feminina serão na quadra Suzanne-Lenglen. Primeiro, a italiana Maria Trevisan enfrenta a bielorrussa Aliaksandra Sasnovich. Em seguida, a suíça Jill Teichmann terá pela frente a norte-americana Sloane Stephens.

Foto: Julien Crosnier / FFT