Bonini é vice no Banana Bowl

Bonini é vice no Banana (Gustavo Gomes / CBT)
O paranaense João Pedro Bonini ficou com o vice-campeonato do 55º Banana Bowl, torneio de nível ITF J500, realizado no Bela Vista Country Club, em Gaspar (SC). As finais foram disputadas neste domingo (2), e o título masculino ficou com o espanhol Andres Santamarta Roig, enquanto o feminino com a norte-americana Thea Frodin.

Na final masculina, Santamarta, de 18 anos, ratificou o favoritismo e venceu Bonini, em dois sets diretos, com parciais de 6/4 6/0. Depois de um primeiro set mais equilibrado, o espanhol não teve dificuldades para fechar a partida contra o paranaense e conquistou o segundo J500 de sua carreira.

“Estou muito feliz, joguei muito bem durante toda a semana, estava concentrado, fiz as coisas certas dentro e fora das quadras. O primeiro set foi muito duro e no segundo acredito que ele decaiu um pouco e eu consegui manter o meu ritmo”, analisou Santamarta, cabeça de chave 1 e número 6 do ranking mundial juvenil.

Mesmo com a derrota, Bonini, de 17 anos, alcançou a sua primeira final de um J500 e analisou sua semana. “Mais que esse jogo, essa semana foi espetacular para mim, é bom demais jogar em casa. Joguei a semana inteira muito feliz e tranquilo. Hoje não deu, mas sabemos a qualidade que tem meu adversário. Eu tive chances, principalmente no início do jogo, mas no segundo set senti um pouco, mas isso é normal. É importante perder para conseguir identificar os pontos que ainda preciso trabalhar”, disse Bonini, cabeça 8 e 34º do mundo.


Já na final feminina, a norte-americana Thea Frodin, cabeça 11, surpreendeu a argentina Sol Larraya Guidi, cabeça 10, sem grandes dificuldades, fechando a partida em 1h15, com parciais de 6/3 6/1.

“Primeiramente, eu gostaria de parabenizar a organização por este torneio. Sobre a partida, eu apenas tentei focar no meu jogo, dando tudo de mim. Tive um duelo muito duro ontem, então meu corpo ainda estava sentindo um pouco.” Sobre o Brasil, a norte-americana não escondeu a felicidade. “Em primeiro lugar, o Brasil é ótimo. É a minha primeira vez aqui, minha primeira vez jogando este campeonato e não tenho nada de ruim para dizer sobre este lugar. As instalações, as pessoas e, claro, a comida são ótimas”, afirmou a campeã do Banana Bowl, que na semana passada foi vice-campeão da Brasil Juniors Cup, em Porto Alegre (RS).


A 55ª edição do Banana Bowl em Gaspar contou com a participação de 128 atletas, nas chaves de simples e duplas, de 24 países. Ao todo, foram disputadas 229 partidas. As categorias 14 e 16 anos, válidas pelo ranking da COSAT, foram realizadas no Esporte Clube Pinheiros, na capital paulista, enquanto o Tennis Kids e os 12 anos jogaram no Alphaville Tênis Clube, em Barueri (SP).

Bonini vence e está na final do Banana Bowl

O paranaense João Pedro Bonini está na final do 55º Banana Bowl, torneio de nível ITF J500, que acontece no Bela Vista Country Club, em Gaspar (SC). As finais acontecem neste domingo (2), a partir das 10h, com a decisão feminina entre a argentina Sol Larraya Guidi e a norte-americana Thea Frodin. Na sequência, Bonini enfrenta o espanhol Andres Santamarta Roig, cabeça de chave 1 e 6º do ranking mundial, em busca do título inédito de um dos maiores torneios juvenis do mundo. Ambas as partidas serão transmitidas ao vivo pela Nsports.

João Bonini (Gustavo GOmes/CBT)

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Atual 34º do mundo e melhor brasileiro na chave masculina, Bonini garantiu sua vaga na final após derrotar o norte-americano Jack Kennedy, 12º do mundo e segundo favorito ao título, com duplo 6/4, em 1h47 de partida. “Enfrentei um adversário extremamente sólido. No primeiro set, apesar do placar, consegui administrar bem o jogo, sacar tranquilo e achar uma quebra importante. O segundo set foi mais duro, com games longos,  muito calor e umidade. A pressão foi grande, mas consegui fechar a partida no final”, comentou o paranaense.

Com a vaga garantida, Bonini chega à primeira final do Banana Bowl e, também a sua primeira final de um torneio J500. Caso vença, o paranaense encerra um jejum de dez anos de títulos brasileiros no torneio. Se ficar com o vice, igualará o resultado do carioca João Fonseca, que foi finalista em 2023. “É uma sensação incrível, estou muito emocionado e feliz. Ainda não caiu a ficha, mas sei que tenho uma final para jogar amanhã. Agora é seguir firme, que tem mais uma final importante amanhã. Será mais um jogo difícil, contra um adversário sólido, que tem um estilo de jogo que me agrada. Espero contar com o apoio da torcida.”, disse Bonini.

Na outra semifinal, o brasiliense Pedro Chabalgoity, que também buscava uma vaga na final, foi superado por Santamarta em uma partida de 3 horas, com parciais de 6/4 6/7 6/1. “Foi um jogo muito complicado, fui até o meu limite físico. O Santamarta tem um jogo muito intenso, mas foi muito importante para a minha carreira, eu acho que nunca vou me esquecer desse jogo ao lado dessa torcida maravilhosa, que vibrava a cada ponto meu e me fazia tirar forças de onde não nem tinha. Foi uma semana maravilhosa, muito complicada, mas fui jogo a jogo ganhando mais confiança, impondo meu jogo”.

Victoria Barros conquista maior título da carreira

Victoria Barros conquistou, neste sábado (1), seu maior título da carreira ao vencer a chave de duplas no 55º Banana Bowl. Ela, ao lado da búlgara Yoana Konstantinova, surpreendeu as favortias norte-americanas Maya Iyengar e Annika Penickova, por 6/3 7/5. “Estou muito feliz ter vencido esse torneio. Claro, que adoraria estar disputando a final de simples amanhã, mas infelizmente não consegui. Mesmo assim, estou satisfeita com os meus jogos aqui. Joguei melhor que no ano passado, estava mais tranquila, sem pressão, jogando meu jogo.  O Banana Bowl tem um significado muito especial para mim, meu primeiro J500, ainda mais jogando em casa”, afirmou a potiguar de 15 anos.

Definidos os campeões dos 14 e 16 anos em São Paulo

Neste sábado (1), foram definidos os campeões das categorias 14 e 16 anos do 55º Banana Bowl, nas quadras do Esporte Clube Pinheiros em São Paulo.

Nos 14 anos feminino, em uma final 100% nacional, o título ficou com a catarinense Clara Coura, que venceu a baiana Gabriela Bettoni por 6/0 6/4. 

Nos 16 anos feminino, a campeã foi a peruana Luciana Luna, que derrotou a compatriota Nicole Alva, com parciais de 6/1 6/3. No masculino, o carioca Bernardo Carvalho ficou o vice-campeonato ao ser superado pelo chileno Simon Flores Leyton, por 6/4 6/4.

Resultados deste sábado (1)

Semifinais

Sol Larraya Guidi (ARG) [10] d. Annika Penickova (USA) [2] – 2/6 6/1 6/2

Thea Frodin (USA) [11] d. Luna Cinalli (ARG) [3] – 1/6 7/5 7/6

Andres Santamarta Roig (ESP) [1] d. Pedro Chabalgoity (BRA) – 6/4 6/7 6/1

João Pedro Bonini (BRA) [8] d. Jack Kennedy (USA) [2] – 6/4 6/4

Final de duplas

Ronit Karki (USA)/Jack Satterfield (USA) [8] d. Yannick Alexandrescou (ROU) [4]/Ryo Tabata (JPN) – 6/4 0/6 10-4

Victoria Barros (BRA)/Yoana Konstantinova (BUL) [4] d. Maya Iyengar (UA)/Annika Penickova (USA) [1] – 6/3 7/5

Programação deste sábado 92) 

Finais 

10h

Sol Larraya Guidi (ARG) [10] vs. Thea Frodin (USA) [11]

A seguir

Andres Santamarta Roig (ESP) [1] vs. João Pedro Bonini (BRA) [8]

Brasil tem dois semifinalistas no Banana Bowl

Pedro Chabalgoity (Gustavo Gomes/CBT)

Os tenistas João Pedro Bonini e o brasiliense Pedro Chabalgoity garantiram dois brasileiros na semifinal da chave masculina do 55º Banana Bowl, torneio ITF J500, que está sendo disputado no Bela Vista Country Club, em Gaspar (SC). Nesta sexta-feira (28), pelas quartas de final, o paranaense venceu o gaúcho Vicente Freda, por 6/2 6/4, enquanto o brasiliense surpreendeu o norte-americano Keaton Hance, com parciais de 4/6 6/2 6/1.

Havia dez anos que o Brasil não classificava dois tenistas para a semifinal do Banana Bowl, um dos sete principais torneios juvenis do mundo. A última vez foi em 2015, quando Orlando Luz foi bicampeão (2014 e 2015) e Igor Marcondes, vice-campeão.

Melhor brasileiro na chave masculina, Bonini, de 17 anos, vive um bom começo de temporada. Número 34 do ranking da ITF, o paranaense foi finalista do J300 de Salinas e semifinalista no J300 de Lima, e agora busca sua primeira final em um torneio J500 e o primeiro título do Banana Bowl.

“Acho que o tênis brasileiro de uns anos para cá vem muito forte. Agora com o João Fonseca abrindo novas portas para gente, sinto que está na hora do Brasil. Merecemos isso e espero que eu possa sair daqui com o título”, disse Bonini, que na semifinal desafia o norte-americano Jack Kennedy, 12º do mundo e cabeça de chave 2 do Banana Bowl, neste sábado (1).

Chabalgoity também faz a primeira semifinal de um J500, mas já foi campeão do Banana Bowl nas categorias 12, 14 e 16 anos. “Estou muito confiante para a próxima rodada e satisfeito por estar competindo 100% fisicamente e mentalmente e os resultados acontecendo. Estou me sentindo bem para chegar amanhã e ganhar para fazer a final do torneio”, afirmou Chabalgoity, que ocupa a 130ª posição do ranking juvenil e que tem três títulos de nível ITF J60.

Victoria Barros está na final de duplas

Victoria Barros e a búlgara Yoana Konstantinova estão na final de duplas do Banana Bowl. Elas enfrentam, neste sábado (1), as norte-americanas Maya Iyengar e Annika Penickova, principais favoritas ao título, que derrotaram a brasileira Nauhany Silva e a argentina Sol Larraya Guidi, por 6/2 6/1, na semifinal.

Mais cedo, pelas quartas de final da chave feminina, Victoria Barros foi superada pela norte-americana Annika Penickova, cabeça 2, por duplo 6/2.

Resultados das quartas de final

Pedro Henrique Chabalgoity (BRA) d. Keaton Hance (USA) [7] – 4/6 6/2 6/1

João Pedro Didoni Bonini (BRA) [8] d. Vicente Freda (BRA) – 6/2 6/4

Andres Santamarta Roig (ESP) [1] d. Yannick Alexandrescou (ROU) [5]

Jack Kennedy (USA) [2] d. Ivan Ivanov (BUL) – 6/3 6/2

Thea Frodin (USA) [11] d. Kaitlyn Rolls (USA) [1] – 6/2 6/2

Annika Penickova (USA) [2] d. Victoria Barros (BRA) [8] – 6/2 6/2

Luna Cinalli (ARG) [3] d. Laima Vladson (LTU) [5] – 5/2 – ret

Sol Larraya Guidi (ARG) [10] d. Maya Iyengar (USA) [4] – 6/3 6/3

Programação deste sábado (1)

Quadra 9

9h

Sol Larraya Guidi (ARG) [10] vs. Annika Penickova (USA) [2]

Não antes das 10h

Andres Santamarta Roig (ESP) [1] vs. Pedro Chabalgoity (BRA)

Não antes das 12h

Final de duplas

Maya Iyengar (UA)/Annika Penickova (USA) [1] vs. Victoria Barros (BRA)/Yoana Konstantinova (BUL) [4]

Quadra 2

9h

Thea Frodin (USA) [11] vs. Luna Cinalli (ARG) [3]

Não antes das 10h

João Pedro Bonini (BRA) [8] vs. Jack Kennedy (USA) [2]

Não antes das 12h

Final de suplas

Ronit Karki (USA)/Jack Satterfield (USA) [8] vs. Yannick Alexandrescou (ROU) [4]/Ryo Tabata (JPN)

Grey Goose anuncia patrocínio ao Rio Open 2025

A Grey Goose, vodka francesa super premium do Grupo Bacardi, patrocina pelo terceiro ano consecutivo o Rio Open, consolidando-se como uma tradição entre os espectadores que apreciam os jogos enquanto degustam os sofisticados drinks da marca. Esta será a 11ª edição do maior torneio de tênis da América do Sul, que acontece de 15 a 23 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro. 

Reconhecida por seu sabor excepcional e por ser destilada exclusivamente com trigo macio de inverno da Picardia e água da nascente de Gensac La Pallue, a Grey Goose reforça seu papel como parte indispensável do lifestyle premium do evento. Além disso, a marca irá proporcionar uma experiência na coquetelaria, que trará um novo mundo para os fãs de destilado e tênis.

A Grey Goose estará presente com seu estande oficial no Boulevard, o bar no Corcovado Club, e um carrinho de drinks na Pedra da Gávea, áreas exclusivas para convidados VIP. Lá, eles poderão apreciar o icônico drink oficial do torneio, o ‘Match Point’, uma criação exclusiva que se tornou sinônimo de sabor e sofisticação no evento. Com um perfil leve e refrescante, o coquetel foi especialmente desenvolvido para a data e, na última edição, correspondeu a mais de metade das vendas totais de coquetéis do torneio, consolidando-se como o favorito entre os participantes.

O nome do drink, inspirado no universo do tênis, reflete a tensão e a emoção dos momentos decisivos de uma partida. Servido em um elegante copo souvenir, o drink não apenas eleva a experiência dos convidados durante o evento, mas também oferece uma lembrança única para levar para casa, prolongando o vínculo com o torneio e a marca. 

O estande da Grey Goose contará com uma área instagramável, um bar para a preparação de coquetéis exclusivos, como o Match Point, drink hero do evento pelo terceiro ano e, na compra de dois drinks, os clientes terão acesso a uma experiência lúdica e interativa na máquina de garras, onde poderão ganhar bolinhas de tênis recheadas de prêmios. A ação oferece uma experiência divertida, destinada a envolver o público, complementada pela distribuição de brindes.

Durante o torneio, a marca fará o ‘Circuito Grey Goose’, que acontecerá dos dias 12 a 23 de fevereiro, com algumas casas selecionadas do Rio de Janeiro, onde os fãs de vodka e tênis poderão experimentar o drink hero da ação, o ‘Match Point’.


Rolex e Rio Open 2025: torneio contará com a presença de João Fonseca e estreia de Holger Rune, ambos embaixadores da Rolex

A Rolex, marca da alta relojoaria suíça, é Relógio Oficial do Rio Open, um torneio ATP 500, renovando sua parceria pelo décimo primeiro ano consecutivo da realização do evento, estando presente desde a primeira edição do maior torneio de tênis da América do Sul.

Programado para acontecer de 17 a 23 de fevereiro de 2025 no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, o Rio Open é o primeiro ATP 500 da história do Brasil e integra um seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 – sendo um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo, junto com Barcelona e Hamburgo.

Além dos jogos e treinos que acontecem nas nove quadras de saibro, sendo uma delas o estádio central, que tem capacidade para 6.200 pessoas, há uma área interativa, o Leblon Boulevard, com diversas atrações para o público, com stands, lojas e espaço gourmet.

A Rolex orgulha-se de ser uma importante parceira dos torneios, jogadores e protagonistas mais prestigiosos do mundo do tênis. Nesta edição do Rio Open o embaixador Rolex de tênis brasileiro João Fonseca – que possui uma relação especial com o evento que acompanha desde criança e acaba de repercutir globalmente com sua brilhante estreia no Australian Open -, integra a disputa junto com o dinamarquês Holger Rune, que fará neste ano sua estreia em solo brasileiro.

Falando sobre seu momento atual, João Fonseca diz: “Eu tenho muito orgulho de estar ao lado da Rolex, uma marca lendária e que tem alguns dos maiores campeões do nosso esporte como embaixadores, além de aliar os valores que são tão importantes para o tênis, como precisão, tradição e elegância”. E sobre sua estreia no maior torneio de tênis de América do Sul, Rune afirma “É uma honra jogar tênis como parte da família Rolex e representar a marca em torneios como esses ao redor do mundo. O saibro era a superfície em que eu mais praticava enquanto crescia e eu provavelmente ainda diria que é minha superfície favorita. Eu só quero tentar o meu melhor e fazer tudo o que puder para vencer”.

João Fonseca e Holger Rune são Embaixadores Rolex junto ao multicampeão Roger Federer, que desde 2001 está associado à marca, além de outros grandes nomes do tênis como Carlos Alcaraz, Jannik Sinner, Iga Świątek, Coco Gauff, Angelique Kerber, Caroline Wozniacki e Caroline Garcia.

A ROLEX E O TÊNIS

A Rolex e o tênis têm um rico legado de tradição e excelência que remonta a quase meio século, quando a relojoaria suíça fez sua primeira parceria com o The Championships, Wimbledon, em 1978. Desde então, a Rolex tem apoiado os torneios mais prestigiados, notavelmente todos os quatro eventos do Grand Slam® – o Australian Open, Roland-Garros, Wimbledon e o US Open. Ao longo das décadas, lendas do esporte foram recebidas na família Rolex de Testimonees, incluindo Rod Laver, Björn Borg, Chris Evert e Roger Federer. O compromisso da Rolex com torneios globais se estende aos eventos ATP Masters 1000 e WTA 1000, às Finais da Laver Cup e da Davis Cup, bem como às Finais Nitto ATP e WTA de fim de temporada. Ao longo dessas competições, os Testimonees Rolex continuam a ultrapassar os limites do desempenho e do esforço humano em quadra. Dos vencedores do Grand Slam® Carlos Alcaraz, Coco Gauff, Jannik Sinner e Iga Świątek, aos aspirantes a campeões Taylor Fritz, Stéfanos Tsitsipás e Qinwen Zheng – a Rolex celebra a busca pelo timing perfeito no topo do tênis hoje.


França vence o Brasil na Davis

O Time Brasil BRB foi superado pela França, por 4 a 0, na primeira rodada dos Qualifiers da Copa Davis, neste final de semana, em Orléans. Após a equipe brasileira sair perdendo no primeiro dia do confronto, os duplistas Rafael Matos (número 38 do mundo) e Marcelo Melo (#39) sofreram a virada, neste domingo (2), para Pierre-Hugues Herbert (#277) e Benjamin Bonzi (#287), por 4/6 6/3 6/4. Com o confronto definido, Matheus Pucinelli (#302) e Giovanni Perricard (#30) jogaram para cumprir tabela, com vitória do francês por duplo 6/4.

Rafael MATOS (BRA) e Marcelo MELO (BRA) (ITF)

Com o resultado do confronto, os brasileiros jogam agora no Grupo Mundial I, disputado em setembro, com adversário a ser definido em sorteio. Já os franceses avançam para a segunda rodada dos Qualifiers e enfrentam a Croácia.

Iniciando o segundo dia de jogos, Rafael Matos e Marcelo Melo demonstraram superioridade no primeiro set e abriram vantagem no duelo. Os franceses conseguiram equilibrar o jogo no segundo set, e com o apoio da torcida empataram e viraram o placar no set seguinte, anotando 4/6 6/3 6/4 para definir o confronto.

Após a partida, Matos elogiou a atitude dos adversários e considerou que o duelo foi vencido nos detalhes. “Foi uma partida de alto nível e o resultado foi decidido por pouco. Eles acabaram jogando melhor nos momentos importantes e foi o que fez a diferença”, disse.

Para fechar o duelo contra os franceses, Matheus Pucinelli enfrentou Giovanni Perricard, que teve o saque como sua melhor arma. Com golpes que passavam dos 200 km/h, o tenista da casa fechou o confronto com o placar de 6/4 6/4.

Mesmo com o revés no confronto, o capitão do Time Brasil BRB, Jaime Oncins, fez questão de elogiar a atitude dos brasileiros em quadra. “É claro que não foi o resultado que esperávamos, mas enfrentamos uma das equipes mais fortes do mundo hoje, em uma superfície escolhida por eles. Saímos daqui de cabeça erguida, pois foi o confronto que esperávamos em termos de dificuldade. Cada um deu o seu melhor, e o que posso dizer sobre essa equipe é que todos lutaram até o fim, mas os franceses foram melhores e mereceram a vitória”, comentou.

O treinador ainda falou dos próximos passos para a equipe e deseja apenas que o próximo confronto seja em território brasileiro. “Ainda é muito cedo para falarmos sobre a próxima fase, precisamos aguardar o sorteio, mas o que eu realmente espero é poder jogar em casa. Se não me engano, esse foi o quinto confronto fora de casa, e jogar a Copa Davis fora é sempre um desafio. Portanto, minha única torcida é que possamos disputar o próximo confronto em casa”, completou.

Confira os resultados:

França 4 x 0 Time Brasil BRB

Ugo Humbert (FRA) d. João Fonseca (BRA) – 7/5 6/3

Arthur Fils (FRA) d. Thiago Wild (BRA) – 6/1 6/4

Benjamin Bonzi/Pierre Herbert (FRA) d. Rafael Matos/Marcelo Melo (BRA) – 4/6 6/3 6/4

Giovanni Mpetshi Perricard (FRA) d. Matheus Pucinelli (BRA) – 6/4 6/4

Burruchaga é campeão em SP

O argentino Roman Andres Burruchaga, 124 da ATP  conquistou o maior título de sua carreira hoje ao vencer o Brasil Tennis Challenger, torneio que precisou ser transferido de Piracicaba para São Paulo devido às fortes chuvas. Em uma final de alto nível, disputada em quadra coberts, Burruchaga superou seu compatriota Facundo Mena em uma batalha de 3h45, fechando o placar em 7/6(8), 6/7(6) e 7/6(4).

Burruchaga campeão em SP (Fotojump)

A campanha do argentino foi marcada por muito fisico, totalizando 6h45 em quadra entre a semifinal e a final. Antes de conquistar o título, ele precisou superar o brasileiro Gustavo Heide em mais uma partida equilibrada, vencendo por 7/5, 3/6 e 7/6(0). Com a conquista, Burruchaga somou 100 pontos no ranking da ATP e levou para casa uma premiação de US$ 22.730,00. Com três títulos de ITF na bagagem e agora um troféu de Challenger 100, o jovem argentino mira novas conquistas e se  consolidando como mais uma promessa no circuito.

“Muito feliz, apesar de ter sido um dia muito longo. Tive que jogar duas partidas, todas em três sets, mas muito feliz, muito contente com a conquista do título. A ideia é seguir melhorando e agora temos uma gira sul-americana grande, vou ver como vai ficar o ranking depois desse título e aproveitar para jogar o que puder daqui pra frente”, disse Burruchaga, filho de Jorge Burruchaga, herói argentino na conquista da Copa do Mundo de 1986.

A alegria do vice-campeão Facundo Mena também era visível. Aos 32 anos mostrou fôlego para quase seis horas de quadra em um de seus melhores jogos, a final.

Estou feliz por começar o ano dessa forma, com uma final de Challenger 100 equilibrada como essa, onde qualquer um poderia ter vencido, tive Match Point, não consegui fechar, mas foi muito bom, nunca comecei uma temporada assim”, disse Mena.

Título de duplas fica com Orlando Luz e Guido Andreozzi

A final de duplas do Brasil Tennis Challenger também foi repleta de emoção. A parceria formada pelo brasileiro Orlando Luz e pelo argentino Guido Andreozzi superou a dupla experiente composta por Marcelo Demoliner e Fernando Romboli. O duelo foi decidido no match tie-break, com Luz e Andreozzi vencendo por 7/6(4), 2/6 e 11/9, garantindo 100 pontos no ranking e um prêmio de US$ 22.730,00.

O título marca o bi-campeonato para ambos, já que Luz havia vencido o torneio em 2023 e Andreozzi conquistou a edição de 2024. Agora, com essa conquista, Luz deve entrar no top 60 do ranking mundial de duplas pela primeira vez na carreira.

“Muito feliz. Jogar no Brasil é muito bom, ganhar no Brasil é ainda melhor. Em três anos que jogo em Piracicaba, dois eu fui campeão. As finais são muito importantes pelos pontos, sim, mas também pela premiação, porque precisamos muito, em nosso dia a dia a gente gasta bastante, muitas viagens, poucos patrocinadores, fundamental pra continuar a gira. Acho que agora entro no top 60, um marco importante na minha carreira”, destacou Luz  que, ainda sem parceiro fixo, joga os próximos torneios argentinos na espera de um convite para a chave do Rio Open. Seu parceiro de hoje, Andreozzi, que atualmente ocupa a 57ª posição no ranking de duplas, também se aproxima de sua melhor marca, a 51ª posição.

Rio Open reúne os maiores nomes da história do tênis brasileiro

Estar entre os melhores do tênis mundial é um feito que 60 brasileiros conseguiram até o momento. Na semana em que mais um se junta à lista, com a entrada de João Fonseca no top 100, o Rio Open anuncia a oitava edição do Clube Top 100, a iniciativa que celebra e abre as portas do maior torneio de tênis da América do Sul para os tenistas brasileiros que integraram o top 100 do ranking mundial.

Guga integra o Clube top 100 (Fotojump)

Uma tradição iniciada em 2017 e inspirada no “Last 8 Club” do torneio de tênis mais tradicional do mundo, Wimbledon, o Clube Top 100 do Rio Open convida todos os tenistas que foram top 100 do mundo para fazer parte da maior festa do tênis brasileiro. Além de ver as grandes estrelas do circuito da ATP em quadra, com acompanhante, o Clube Top 100 também oferece credencial para acessar o Players Guest Area, espaço exclusivo para convidados dos jogadores.

Entre os 60 atletas brasileiros, integram a lista, que continua crescendo a cada ano, nomes como Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Thomaz Koch, Carlos Kirmayr, Cassio Motta, Bruno Soares, Marcelo Melo, Maria Esther Bueno, Dadá Vieira, Patrícia Medrado, Teliana Pereira, Luisa Stefani, Beatriz Haddad Maia e mais.

A 11ª edição do Rio Open acontecerá entre os dias 15 e 23 de fevereiro no Jockey Club Brasileiro e conta com o alemão Alexander Zverev, número 2 do mundo, o dinamarquês Holger Rune, 12º do ranking, o medalhista olímpico Lorenzo Musetti, a sensação do circuito João Fonseca e mais em ação.

Para solicitar a credencial do Clube Top 100, os atletas devem entrar em contato com o Rio Open através do e-mail: logisticarioopen@eventosimmbr.com

Lista de brasileiros que foram top 100 de simples na Era Aberta:

Maria Esther Bueno – In Memoriam

Gustavo Kuerten – 1º

Beatriz Haddad Maia – 10ª

Thomaz Bellucci – 21º

Thomaz Koch – 24º

Fernando Meligeni – 25º

Luiz Mattar – 29º

Marcos Hocevar – 30º

Niege Dias – 31ª

Jaime Oncins – 34º

Carlos Kirmayr – 36º

Teliana Pereira – 43ª

Flávio Saretta – 44º

Patrícia Medrado – 48ª

Cássio Motta – 48º

Ricardo Mello – 50º

André Sá – 55º

Marcos Daniel – 56º

Thiago Wild – 58º

Thiago Monteiro – 61º

Rogério Dutra Silva – 63º

Júlio Goes – 68º

João Souza – 69º *

Cláudia Monteiro – 72ª

João Soares – 74º

Andrea Vieira – 76ª

Edison Mandarino – 81º

Ivan Kley – 81º

Givaldo Barbosa – 82º

Thiago Alves – 88º

Danilo Marcelino – 91º

Fernando Roese – 92º

Roger Guedes – 93º

Alexandre Simoni – 96º

João Fonseca – 99º

Gisele Miró – 99ª

Laura Pigossi – 100ª

Duplas

Marcelo Melo – 1º

Bruno Soares – 2º

Cássio Motta – 4º

Carlos Kirmayr – 6º

Patricia Medrado – 9ª

Luisa Stefani – 9ª

Beatriz Haddad Maia – 10ª

André Sá – 17º

Jaime Oncins – 22º

Rafael Matos – 26º

Givaldo Barbosa – 32º

Fernando Meligeni – 34º

Marcelo Demoliner – 34º

Gustavo Kuerten – 38º

Ricardo Acioly – 46º

Ingrid Martins – 47ª

João Soares – 49º

Franco Ferreiro – 53º

Luiz Mattar – 55º

Ivan Kley – 56º

Thomaz Koch – 60º

Mauro Menezes – 62º

Orlando Luz – 66º

João Souza – 70º *

Thomaz Bellucci – 70º

Danilo Marcelino – 73º

Flávio Saretta – 78º

Felipe Meligeni – 75º

Daniel Melo – 79º

César Kist – 79º

Nelson Aerts – 80º

Fernando Roese – 81º

José Carlos Schmidt – 82º (In Memoriam)

Claudia Monteiro – 82ª

Dácio Campos – 82º

Rogerio Dutra Silva – 84º

Marcos Hocevar – 86º

André Ghem – 88º

Fernando Romboli – 88º

Niege Dias – 89ª

Marcelo Zormann – 92º

Vanessa Menga – 93ª

Paula Gonçalves – 95ª

Antônio Prieto – 95º

Fabrício Neis – 96º

Rio Open divulga poster da 11a edição

O Rio Open divulgou a obra assinada pelo artista Luiz Zerbini, que ilustrará o pôster e artigos oficiais do Rio 2025.  A 11ª edição do principal torneio de tênis da América do Sul acontecerá de 15 a 23 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Luiz Zerbini e a arte do Rio Open 2025 (Peter Wrede)

Com uma sólida carreira internacional, Zerbini foi apontado como o carioca do ano de 2024 nas artes plásticas. Conhecido por explorar a relação entre natureza e urbanidade em suas obras, cria uma conexão única que traduz a energia e a vivacidade do Rio de Janeiro.

Aos 65 anos, é um dos expoentes da Geração 80, movimento que marcou a transição para a arte contemporânea no Brasil. Sua produção, que abrange pintura, escultura, instalação, fotografia e até mesmo vídeos, é caracterizada por pinturas de grande escala e cores exuberantes, com incursões no abstracionismo geométrico.

Para o Rio Open 2025, Zerbini trouxe para sua obra a mesma energia e intensidade presentes nas quadras do torneio, celebrando não só o esporte, mas também a cultura e a natureza do Rio de Janeiro. “Quis fazer um sol amarelo fluorescente flutuando como uma bola de tênis sobre o mar no verão da Cidade Maravilhosa. Minha ideia foi mandar uma bola forte e profunda com efeito – provavelmente topspin – e correr pra rede para matar o ponto”, comentou Zerbini.

Desde 2015, inspirado pela prática de Roland Garros de convidar artistas para criar suas peças oficiais, o Rio Open incorporou a tradição de selecionar um artista brasileiro por edição para desenvolver o pôster oficial do torneio, consolidando a conexão entre arte e esporte.

 Ao longo dos anos, importantes nomes da arte nacional já assinaram essa peça tão simbólica: Toz, Daniel Azulay, Barrão, Carlos Vergara, José Bechara, Raul Mourão, Maxwell Alexandre e, na última edição, Anna Bella Geiger. Cada um deles trouxe sua visão única, ampliando o papel do Rio Open como um evento que vai além das quadras.

 “Mais do que um torneio de tênis, o Rio Open celebra o encontro entre esporte, arte e cultura brasileira. Convidar Luiz Zerbini para esta edição reforça essa identidade multifacetada e destaca a rica produção cultural do país. Assim como os atletas nos inspiram dentro das quadras, artistas como ele nos inspiram fora delas, conectando o público à energia vibrante do Rio de Janeiro”, afirma Marcia Casz, Diretora-Geral do Rio Open.

 O Rio Open chega à sua 11ª edição como parte do calendário oficial da Cidade Maravilhosa eapresentando em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastián Báez e Carlos Alcaraz. E não é só!

 Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini. A edição 2025 promete ser ainda mais emocionante com as confirmações de Alexander Zverev, Holger Rune, Lorenzo Musetti e João Fonseca entre os participantes.

Sobre o Rio Open 2025

O Rio Open 2025 conta com patrocínio máster da Claro, patrocínio do Santander, Mubadala, Shell, BetNacional, Black Princess, Engie, Emirates e Zurich. Também com as empresas Rolex, KIA, Seara Gourmet, Herbissimo, EMS, B3, Star+, EMS, Disney Cruise Line e, ainda com White Martins, Rede Dor, Tegra Incorporadora, IBMEC, Café Melitta, PremieRpet, Zetaflex, Shopping Leblon, ALLOS, Sorvete Magnum e Grey Goose.

A Fila será a responsável pelo material esportivo e a Wilson fornecedora da bola oficial do evento. Já a Worldwine oferecerá o espumante e vinho oficiais do Rio Open e a Lider fornece o mobiliário para o Corcovado Club, Espaço Pedra da Gávea e para o Players Lounge.


O SporTV é a emissora oficial do Rio Open e exibe em HD todos os jogos da quadra central para o Brasil e mais de 140 países através da ATP Media.


O evento é incentivado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério do Esporte, através da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. Também é viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado do Rio de Janeiro por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer.

O Rio Open é uma promoção IMM com realização do ICT. 

Rio Open lança ecommerce

Em contagem regressiva para sua 11ª edição, de 15 a 23 de fevereiro de 2025, no Jockey Club Brasileiro, o Rio Open apresentado pela Claro, o mais aguardado torneio de tênis da América do Sul, acaba de revolucionar a conexão com seus fãs. A partir desta segunda-feira, 16 de dezembro, a loja virtual oficial do Rio Open estreia, trazendo uma experiência de compra inovadora e sem fronteiras https://laboutique.rioopen.com/. Pela primeira vez, os produtos oficiais, até então um sucesso absoluto na La Boutique durante o evento, estarão ao alcance de um clique, permitindo que entusiastas de todo o Brasil garantam itens únicos e personalizados sem sair de casa.

Rio Open tem loja virtual

Inspirado nos grandes torneios, o e-commerce do Rio Open apresenta uma coleção de produtos para todos os fãs de tênis, com itens para todas as idades e gostos. Com preços acessíveis, entre R$20 e R$465, a loja oferece alternativas para diferentes perfis de consumidores, incluindo lenços, nécessaires, toalhas, coletes, porta-copos, moleskines, bolsas de tecido e muito mais. Entre os destaques para os colecionadores, itens da edição comemorativa de 10 anos do torneio (2024) também estarão disponíveis.

“O e-commerce é uma novidade muito aguardada pelos fãs do torneio. Com a nova plataforma, será possível adquirir os produtos oficiais do Rio Open de forma prática ao longo de todo o ano, mesmo fora do período do evento. Essa iniciativa visa atender à grande demanda por itens exclusivos do torneio e ampliar a experiência dos torcedores que desejam levar para casa um pedaço do maior torneio de tênis da América do Sul”, afirma Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.

Outro destaque do e-commerce será o exclusivo livro comemorativo de 10 anos do Rio Open. Em celebração à primeira década do maior torneio de tênis da América do Sul, a obra reúne histórias marcantes, imagens icônicas e curiosidades dos bastidores, eternizando momentos especiais vividos dentro e fora das quadras. Uma verdadeira peça de colecionador, o livro estará disponível para compra online, permitindo que os fãs levem para casa um registro único dessa trajetória de sucesso.

Novo ecommerce do Rio Open

O lançamento da loja virtual é mais uma iniciativa que reforça o compromisso do Rio Open em proporcionar uma experiência completa e inovadora para o público. O site foi projetado para garantir uma navegação simples, segura e acessível a todos os usuários.

O Rio Open chega à sua décima primeira edição apresentando em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastián Báez e Carlos Alcaraz. E não é só! Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini. A 11ª edição promete ser ainda mais emocionante com as confirmações de Alexander Zverev, Holger Rune e Lorenzo Musetti entre os participantes.