Goffin bate Nadal, espanhol desiste do Finals e encerra temporada. Dimitrov vence Thiem

Segunda-feira de surpresas no ATP Finals, torneio que reúne na O2 Arena, em Londres, os oito melhores tenistas da temporada.

O belga David Goffin perdeu chances no segundo set, mas não no terceiro, e venceu o espanhol Rafael Nadal, nº 1 do mundo, com parciais de 7/6(5) 6/7(4) e 6/4.

Nadal, que chegou a salvar quatro match points, anunciou pouco depois da partida que está fora do restante da disputa do torneio, encerrando sua temporada, pela quarta vez como nº 1 do mundo.

Vale destacar que o espanhol, que já havia deixado claro que não estava totalmente recuperado das dores no joelho, adia o sonho de conquistar o ATP Finals pela primeira vez na carreira.

Na primeira partida do dia, também válida pelo grupo Pete Sampras, Grigor Dimitrov também foi ao 3º set contra Dominic Thiem, mas levou a melhor, com parciais de 6/3 5/7 e 7/5.

Nesta terça-feira, será disputada a segunda rodada do grupo Boris Becker, começando pela partida entre o croata Marin Cilic e o norte-americano Jack Sock.

Encerrando o dia, Roger Federer e Alexander Zverev, que venceram na primeira rodada, disputam a liderança da chave.

Melo estreia com vitória no Finals e se garante como nº 1 do mundo. Soares perde

Marcelo Melo e Lukasz Kubot venceram, nesta segunda-feira (13), o croata Ivan Dodig e o espanhol Marcel Granollers na estreia do ATP Finals, que reúne as oito melhores parcerias do ano na O2 Arena, em Londres, na Inglaterra. Com o resultado, Melo fecha a temporada 2017 na liderança do ranking mundial individual de duplas e, também, em primeiro lugar no ranking de dupla ao lado de Kubot.

Ao final da partida, Melo e Kubot receberam o troféu como parceria número 1 do mundo, com direito a muita festa. Duas novas conquistas em um ano em que comemoraram até agora seis títulos, entre eles o grande sonho de Marcelo, o de Wimbledon. É a segunda vez que Melo encerra o ano como líder do ranking individual – a primeira foi em 2015, jogando com Ivan Dodig.

“Estou realmente muito feliz por ter conquistado a vitória e garantido o ano como número 1 do mundo, tanto no individual como no time. Não teria como ser melhor. Fizemos de tudo, a temporada inteira, para poder chegar a isso. Foi um ano muito especial, com a conquista do título em Wimbledon e, agora, terminar como 1 nos dois rankings”, comemorou Melo.

“Agradeço a todos que estão presentes aqui, desde a minha família, aos amigos, ao Sascha Zverev (Alexander Zverev), que também acompanhou o jogo do box. Obrigado a todos que ajudaram e apoiaram, os que estão desde o início, a Centauro, os que estão junto, BMG, Itambé, a Volvo, a Confederação Brasileira de Tênis, e todos que me apoiam e torcem por mim. E logicamente a todos os torcedores brasileiros que, presentes ou não, sempre mandam energias positivas. Um dos dias mais felizes da minha vida. Ter chegado ao posto de número 1 do mundo novamente é muito gratificante. Então é aproveitar o momento e seguir adiante”, completou.

Cabeças de chave número 1, o mineiro Melo e o polonês Kubot ganharam do croata Ivan Dodig e do espanhol Marcel Granollers por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (2) e 6/4, em 1h35min, pelo Grupo Woodbridge / Woodforde. Foi a segunda vitória seguida diante dos adversários – antes venceram em Paris, para conquistar o título do Masters 1000, no dia 5 deste mês.

Nesta quarta-feira (15), disputam o segundo jogo do torneio diante dos irmãos norte-americanos Bob Bryan e Mike Bryan – cabeças 5 -, que nesta segunda-feira derrotaram o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray por 2 sets a 1 7/5 6/7(3) e 10/8.

Diferente dos torneios do circuito no ano todo, o brasileiro e o britânico permanecem na competição que reúne as oito melhores duplas do mundo. Com a disputa no formato round robin, eles ainda jogam mais duas partidas no grupo, com chances de classificação para a semifinal.

“Foi um jogo duríssimo. Infelizmente deixamos escapar o primeiro set. A gente teve 5/4 40-15 sacando. Estávamos dominando o jogo e esse momento acabou custando a partida. No segundo set eles jogaram melhor e mesmo assim conseguimos reverter um 4/1 no placar, ganhamos no tie-break e no super foi nos detalhes. Agora é focar no que vem. Vamos ter mais duas chances para seguir firme em Londres,” disse o brasileiro.

Federer estreia no ATP Finals confirmando favoritismo contra Sock. Nadal joga na 2ª feira

Foi disputado neste domingo, na O2 Arena, em Londres, o primeiro dia do ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada.

Na primeira partida, Roger Federer, um dos grandes favoritos ao título, teve trabalho contra Jack Sock e precisou disputar um tiebreak, mas não perdeu set e estreou vencendo por 6/4 e 7/6(3).

Com isso, o suíço já assume a liderança do grupos Boris Becker pois na outra partida do dia, o que se viu foi muito equilíbrio, com o alemão Alexander Zverev batendo o croata Marin Cilic em três sets, com parciais de 6/4 3/6 e 6/4.

Nesta segunda-feira, será disputada a primeira rodada do outro grupo, chamado de Pete Sampras, começando pela partida entre Dominic Thiem e Grigor Dimitrov.

No último jogo do dia, Rafael Nadal, que admitiu que ainda sente dores no joelho, encara o belga David Goffin.

Foto: Thomas Lovelock

ATP Finals começa neste domingo, com Federer x Sock e Zverev x Cilic

Começa neste domingo o ATP Finals, torneio que reúne na O2 Arena, em Londres, os oito melhores tenistas da temporada.

Abrindo a programação do torneio de simples, Roger Federer encara o norte-americano Jack Sock, pelo grupo Boris Becker, como o grande favorito não apenas da chave, mas também do torneio, em busca do sétimo título.

O suíço vem de uma grande temporada, com os títulos do Australian Open e de Wimbledon, como principais destaques. Já o norte-americano conseguiu sua vaga na última hora, ao ficar ser campeão do Masters 1000 de Paris, há alguns dias.

Na segunda partida do dia, pelo mesmo grupo, o alemão Alexander Zverev terá pela frente o croata Marin Cilic. Os dois já se enfrentaram quatro vezes, com três vitórias de Zverev.

Também neste domingo, serão disputados os dois primeiros jogos de duplas, pelo grupo Elthing/Haarhuis.

Na primeira partida, Henri Kontinen e John Peers encaram Ryan Harrison e Michael Venus, enquanto Jean-Julien Rojer e Horia Tecau enfrentam Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut.

Duplas de Melo e Soares ficam no mesmo grupo do ATP Finals

Foi definido na manhã desta quarta-feira, horário de Brasília, o grupo de Bruno Soares e Marcelo Melo na disputa do ATP Finals, torneio que reúne na O2 Arena, em Londres, as oito melhores duplas da temporada.

Tanto a parceria de Soares, com Jamie Murray, quanto a de Melo, com Lukasz Kubot, estarão no mesmo grupo, chamado de Woodbridge/Woodforde.

Além das parcerias dos brasileiros, a forte chave ainda terá a presença dos irmãos norte-americanos Bob e Mike Bryan, campeões do torneio em quatro oportunidades, e da dupla formada pelo croata Ivan Dodig e o espanhol Marcel Granollers.

Vale lembrar que Dodig já jogou o Finals ao lado de Melo quatro vezes, com o vice campeonato como melhor resultado.

Na outra chave, chamada de Eltingh/Haarhuis, o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers são os principais favoritos. Além deles, completam o grupo Jean-Julien Rojer/Horia Tecau, Pierre-Hugues Herbert/Nicolas Mahut e Ryan Harrison/Michael Venus.

As duas melhores duplas de cada grupo se classificam para às semifinais.

Grupos do ATP Finals são sorteados, com Federer e Nadal como grandes favoritos

Foram sorteados, na manhã desta quarta-feira, os grupos do ATP Finals, torneio que reúne na O2 Arena, em Londres, os oito melhores jogadores da temporada.

Com Rafael Nadal e Roger Federer como grandes estrelas da semana, o que se viu foi um aparente desequilíbrio na formação das chaves, com o suíço enfrentando jogadores mais duros na primeira fase.

No Grupo Pete Sampras, o espanhol, que já se garantiu como nº 1 do mundo até o final da temporada, terá como adversários o búlgaro Grigor Dimitrov, o austríaco Dominic Thiem e o belga David Goffin.

Depois de ser campeão de Roland Garros e do US Open ao longo do ano, Nadal vai em busca do seu primeiro título do ATP Finals.

Já Federer, que é o principal favorito do Grupo Boris Becker, terá jogadores com maior histórico no piso duro, pois enfrenta o croata Marin Cilic, o alemão Alexander Zverev e o norte-americano Jack Sock.

O suíço já foi campeão do torneio em seis oportunidades, mas não conquista o título desde 2011.

No ATP Finals, os jogadores se enfrentam dentro de suas respectivas chaves, sendo que os dois melhores de cada grupo se classificam para às semifinais.

Depois do título em Wimbledon, Melo define US Open e ATP Finals como próximas metas

Foram 14 jogos e 14 vitórias na grama. Uma sequência conquistada ao longo de três torneios, com três títulos comemorados. Entre eles, o grande sonho da carreira do tenista brasileiro Marcelo Melo: ser campeão de Wimbledon. Sonho que se tornou realidade no sábado (15), após uma maratona de quase cinco horas de partida ao lado de seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot. E que foi seguida de muita emoção e vários momentos inesquecíveis, na quadra e fora dela, como a presença no tradicional Jantar de Gala, que encerrou a programação em Londres, na Inglaterra.

Agora, o campeão Melo está de volta ao Brasil, trazendo o tão sonhado e inédito troféu de Wimbledon, juntamente com o seu retorno ao primeiro lugar no ranking mundial individual de duplas – posição que já ocupou em 2015/2016 – e a vaga antecipada para o ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals – será sua quinta participação consecutiva. Além disso, passou a ser recordista isolado de títulos entre os brasileiros, somando um total de 27 na carreira.

O Brasil voltou a ser campeão em Wimbledon após 51 anos e pela primeira vez entre os homens em 140 anos de história do tradicional torneio inglês. A última comemoração havia sido nas duplas femininas, em 1966, com Maria Esther Bueno. E Melo acrescentou mais um Grand Slam a sua carreira – em 2015 conquistou o título de Roland Garros, em Paris, na França, ao lado do croata Ivan Dodig.

“Foi muito especial, por tudo que vivi, ser o primeiro brasileiro a comemorar o título. A maioria dos jogadores quer ganhar em Wimbledon. Meu grande sonho. Sempre gostei de jogar na grama e este ano os resultados vieram, nos torneios preparação e no nosso grande objetivo, em Londres. Momento inesquecível, que vem se juntar ao título em Roland Garros e ao primeiro lugar no ranking”, relembra Marcelo, que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), em entrevista coletiva na loja Centauro do Bourbon Shopping, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (20).

Os próximos passos – Meta alcançada, a dupla Melo e Kubot já olha para o futuro. O próximo torneio será a partir do dia 31 deste mês, em Washington, nos Estados Unidos: o Citi Open (ATP 500), iniciando a preparação em quadra rápida para o quarto Grand Slam do ano, o US Open, no final de agosto. Mais duas competições estão na programação, antes do Aberto dos Estados Unidos: Coupe Rogers (ATP 1000), em Montreal, no Canadá, e Western&Southern Open (ATP 1000), em Cincinatti (EUA).

“Posso dizer que, felizmente, tivemos de estipular novas metas, já que alcançamos o objetivo traçado em Wimbledon. Buscar novos títulos em Masters Series e, quem sabe, um grande resultado no US Open, sem falar no Finals, em Londres, onde acabamos de confirmar nossa vaga”, explica Marcelo. “Novos desafios, sempre passo a passo, jogo a jogo, tentando repetir esse ótimo momento na grama”, completa.

Na temporada, cinco títulos e 34 vitórias – O mineiro Marcelo Melo, 33 anos, e o polonês Lukasz Kubot, 35 anos, estão jogando juntos desde o início da temporada. Antes, formaram parceria em torneios como o ATP de Viena, onde foram campeões em 2015 e 2016.

“No começo do ano, estávamos nos conhecendo mais, buscando um caminho para formar uma boa dupla e hoje conseguimos isso, esse entrosamento, e os resultados apareceram. Nós nos entendemos muito bem, dentro e fora da quadra, em um relacionamento de muito respeito”, afirma Marcelo.

Com a vitória em Wimbledon, somaram nada menos do que 14 partidas invictas em quadra de grama e três conquistas nesse piso este ano, em uma trajetória que começou com o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda, passou pelo ATP 500 de Halle, na Alemanha, e terminou de forma brilhante em Wimbledon. Até o torneio holandês, Melo não tinha títulos na grama. Agora, soma três consecutivos e com o grande sonho realizado em Londres.

Melo e Kubot foram os campeões de duplas da edição 2017 do torneio de Wimbledon em uma partida com 4h39min de duração, derrotando o austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic por 3 sets a 2, com parciais de 5/7, 7/5, 7/6(7/2), 3/6 e 13/11.

No ranking divulgado nesta segunda-feira (17), Melo apareceu como novo número 1 com 9.220 pontos, 1.280 pontos à frente do finlandês Henri Kontinen. Seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, subiu de oitavo para quarto lugar, agora com 7.140 pontos. Esta é a segunda vez que Melo ocupa a liderança do ranking mundial individual de duplas. A primeira foi em novembro de 2015, permanecendo como número um por 26 semanas.

Melo e Kubot são os atuais líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals, somando 6.160, com 2.090 a mais do que a dupla segunda colocada, formada por Kontinen e o australiano John Peers. E já garantiram vaga para a edição deste ano – a única parceria classificada até agora. Será a quinta participação seguida de Marcelo, que jogou em Londres em 2013, 2014, 2015 e 2016, todas com Dodig.

Em 2017, a dupla já venceu, no total, 34 jogos, com apenas nove derrotas. Entre essas vitórias está a 400ª da carreira de Melo, obtida na estreia em Roland Garros.

Das 27 conquistas de Marcelo na carreira, cinco foram nesta temporada. O primeiro título em torneios ATP foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Agora, tem dois Grand Slam – Roland Garros 2015 e Wimbledon 2017 -, além de um vice em Londres (2013) e duas semifinais no US Open. Na campanha do vice em Wimbledon e para ser campeão em Roland Garros, Melo jogou com o croata Ivan Dodig.

Este ano, Melo e Kubot comemoraram os títulos de dois Masters 1000 – Miami (Quadra Rápida) e Madri (Saibro) –, o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda (Grama) e o ATP 500 de Halle, na Alemanha (Grama). E, agora, Wimbledon.  Foram, assim, campeões em três diferentes pisos.

Na carreira, com 27 conquistas no total, duas em Grand Slam, Marcelo também lidera no número de títulos em Masters 1000. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017).

Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos

Murray bate Djokovic, é campeão do ATP Finals e se garante como nº 1 do mundo

murray-campeao-peqA liderança do ranking vai ficar, pelo menos até 2017, com Andy Murray, após o britânico conquistar neste domingo o título do ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada na O2 Arena, em Londres.

A final contra Novak Djokovic foi menos equilibrada que o esperado e poderia ter acabado até antes do placar final de 6/3 e 6/4, em menos de duas horas de jogo.

Esse foi o 35º jogo entre eles e o retrospecto é favorito ao sérvio, que venceu 24 confrontos anteriores.

Murray encerra de forma brilhante uma excelente temporada, que teve nove títulos, começando no saibro do Masters 1000 de Roma, passando pela grama de Quenn’s e Wimbledon, além da medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Depois disso, foram cinco títulos seguidos: Beijing, Shangai, Viena, Masters 1000 de Paris e agora, o ATP Finals, que permite ao britânico encerrar o ano na liderança do ranking da ATP.

Djokovic e Murray decidem o ATP Finals e o número 1 de 2016

Se o ATP Finals e boa parte do segundo semestre do ano não teve nem Roger Federer, nem Rafael Nadal em ação, a final não vai deixar em nada a desejar. Neste domingo, Novak Djokovic e Andy Murray duelarão pelo título do torneio que reúne os oito melhores da temporada e pelo posto de número um do mundo.

Djokovic e Murray decidem o ATP Finals e o no. 1 de 2016

Andy Murray, o atual líder, foi o primeiro a garantir a vaga na decisão, depois de salvar match point e passar 3h33 min em quadra – recorde no Finals – para derrotar o canadense Milos Raonic por 5/7 7/6 7/6. “É para isso que a gente joga, por partidas como essa em uma arena como essas,” disse Murray, que vem de 23 partidas invictas e neste ano foi campeão de Wimbledon, das Olimpíadas, foi vice em Melbourne e em Paris e quadrifinalista em Nova York. “Eu lutei muito hoje, lutei muito esta semana e lutei muito nos últimos meses.”

Já Novak Djokovic não deu qualquer chance para o japonês Kei Nishikori, vencendo por duplo 6/1 para garantir a vaga na decisão e tentar recuperar o posto de número 1. O sérvio foi campeão neste ano em Melbourne, em Roland Garros – completando o Grand Slam – e vice do US Open. “Foi o meu melhor jogo no torneio,” vibrou Djokovic. “Para a final não sei o que esperar. Vai ser muito especial, aparentemente será a primeira vez que o número um e o número dois se enfrentam para decidir quem vai ser o primeiro.”

O confronto de domingo na Arena 02 em Londres será o 35o. da carreira de Djokovic e Murray, com o sérvio tendo vencido 24 das partidas entre eles até hoje.

Bruno e Murray encerram temporada e recebem trofeu de no. 1 em Londres

Bruno Soares e Jamie Murray terminaram neste sábado, em Londres, a temporada 2016 como a melhor dupla do mundo. O brasileiro e o britânico lutavam também pelo título do ATP Finals, mas foram superados na semifinal por Raven Klaassen e Rajeev Ram, por 6/1 6/4.

Bruno e Murray encerram temporada e recebem trofeu de no1 em Londres

Mas, nem a derrota abalou o encerramento de ano da dupla, que ganhou dois Grand Slams (Australian Open e US Open), o ATP de Sydney e fez final em dois Masters 1000 (Monte Carlo e Canadá) e se tornou apenas a terceira parceria da história a terminar a temporada no topo, no ano de estreia da dupla.

“A derrota de hoje não tira de maneira alguma o brilho do nosso ano, tudo o que conquistamos, com dois Grand Slams e resultados consistentes a temporada toda,” disse Bruno. ” Infelizmente hoje não conseguimos jogar o nosso melhor, foi complicado. Aconteceu muita coisa nas últimas 24hs e ainda pegamos os caras em dia completamente iluminado.”

Após a partida, Bruno e Jamie Murray receberam em quadra o trofeu de dupla número um de 2016. “Foi muito especial. É um trofeu diferente pra gente. Não é um título de um torneio ou de uma semana, é o resultado de um trabalho de um ano inteiro e do que a gente batalhou para chegar até aqui.”

Bruno Soares se torna o primeiro jogador do Brasil a encerrar o ano como dupla número um do mundo.