Wimbledon: Djokovic e Ferrer passam pela estreia. Federer e Murray jogam na quarta

A terça-feira não teve grandes surpresas na chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada e disputado na grama.

O sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo e campeão em 2011, conseguiu uma boa vitória na estreia, passando pelo alemão Florian Mayer em sets diretos, com parciais 6/3 7/5 e 6/4.

Outro favorito que passou pela primeira rodada foi o espanhol David Ferrer, que apesar de levar um susto no segundo set, confirmou a vitória sobre o argentino Martin Alund, com parciais de 6/1 4/6 7/5 e 6/2.

O tcheco Tomas Berdych precisou de apenas três sets para superar o eslovaco Martin Klizan, fechando o jogo com parciais de 6/3 6/4 e 6/4, enquanto o argentino Juan Martin Del Potro marcou 6/2 7/5 e 6/1 sobre o espanhol Albert Ramos.

Federer e Murray jogam segunda rodada na quarta

A quarta-feira será marcada pelos primeiros jogos da segunda rodada do torneio.

O suíço Roger Federer entra em quadra para enfrentar o ucraniano Sergy Stakhovsky, algoz de Rogerinho na primeira rodada.

Esperança local, o britânico Andy Murray terá pela frente o taiwanês Yen-Hsun Lu, enquanto o francês Jo-Wilfried Tsonga encara o letão Ernests Gulbis.

Destaque também para a partida do australiano Lleyton Hewiit, campeão de 2002, contra o alemão Dustin Brown, além do jogo entra o croata Marin Cilic, cabeça 10, e o francês Kenny De Schepper.

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Fotos: Cynthia Lum

Wimbledon: Nadal perde na estreia e Federer vence facilmente. Djokovic joga na terça

Logo no primeiro dia de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, aconteceu uma grande zebra. Uma das maiores dos últimos anos.

Nesta segunda-feira, Rafael Nadal, campeão das edições de 2008 e 2010, foi eliminado na estreia, perdendo para o belga Steve Darcis, com parciais de 7/6(4) 7/6(8) e 6/4. Essa foi a primeira vez na carreira que o espanhol perdeu na primeira rodada de um dos quatro maiores torneios da temporada.

Roger Federer, por sua vez, heptacampeão da competição, venceu com facilidade, batendo o romeno Victor Hanescu por três sets a zero, com parciais de 6/3 6/2 e 6/0.

Outro favorito que estreou com tranquilidade foi o britânico Andy Murray, que venceu o alemão Benjamin Becker por 6/4 6/3 e 6/2.

Jo-Wilfried Tsonga também confirmou o favoritismo e passou pelo belga David Goffin, com parciais de 7/6(4) 6/4 e 6/3, enquanto o croata Marin Cilic, décimo favorito da chave, marcou 6/3 6/4 e 6/4 sobre o cipriota Marcos Baghdatis.

Djokovic estreia na terça

A terça-feira será o dia da estreia do sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo e campeão de 2011. Ele terá pela frente o alemão Florian Mayer.

Também na terça, o espanhol David Ferrer, quarto favorito da chave, entra em quadra para encarar o argentino Martin Alund.

Destaque também para a estreia do tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, que enfrenta o eslovaco Martin Klizan. O argentino Juan Martin Del Potro, oitavo favorito, encara o espanhol Albert Ramos.

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Fotos: Cynthia Lum

Wimbledon: Federer começa defesa do título nesta segunda. Murray e Nadal em ação

Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada e disputado na grama, começa nesta segunda-feira, já com grandes nomes do tênis em ação.

Roger Federer, que já venceu a competição sete vezes e neste ano entra como cabeça de chave nº 3, começa a defesa do seu título contra o romeno Victor Hanescu.

Grande esperança da torcida local, o britânico Andy Murray é o segundo cabeça de chave e estreia nesta segunda contra o alemão Benjamin Becker.

Rafael Nadal, campeão das edições de 2008 e 2010, enfrenta o belga Steve Darcis, enquanto o francês Jo-Wilfried Tsonga, cabeça 6, joga contra o belga David Goffin, também da Bélgica.

Destaque também para a partida entre o australiano Lleyton Hewitt, campeão em 2002, contra o suíço Stanislas Wawrinka, cabeça 11.

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Foto do banner: Cynthia Lum

Foto do texto: Billie Weiss/AELTC

Wimbledon: Djokovic estreia contra alemão. Federer enfrenta Hanescu

Nesta sexta-feira, foi sorteada a chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama.

Nº 1 do mundo e campeão da edição de 2011, o sérvio Novak Djokovic faz sua primeira partida na competição contra o alemão Florian Mayer, nº 33 do ranking da ATP.

Vice-campeão no ano passado, o britânico Andy Murray será o cabeça de chave nº 2 e seu adversário na estreia é o alemão Benjamin Becker.

Com sete títulos do torneio e terceiro favorito da chave, Roger Federer enfrenta na estreia o romeno Victor Hanescu, enquanto o espanhol David Ferrer, cabeça 4, joga contra o argentino Martin Alund.

Rafael Nadal será o cabeça 5 e terá como adversário na estreia o belga Steve Darcis.

Semifinalista do torneio nas duas últimas edições, o francês Jo-Wilfried Tsonga será o cabeça 6 e enfrenta na estreia o belga David Goffin, enquanto o tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, joga contra o eslovaco Martin Klizan.

O Juan Martin Del Potro é o oitavo favorito da chave e sua primeira partida será contra o espanhol Albert Ramos.

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Fotos: Cynthia Lum

Roland Garros: Nadal vence duelo histórico contra Djokovic e decide o título contra Ferrer no domingo

Histórico! Não há outra definição para a vitória de Rafael Nadal sobre Novak Djokovic, na primeira semifinal de Roland Garros, disputada nesta sexta-feira.

O nº 1 do mundo e o heptacampeão da competição duelaram intensamente por mais de quatro horas e no fim, mais uma vitória do espanhol, que vai em busca do seu oitavo título.

Nadal conseguiu a vitória com parciais de 6/4 3/6 6/1 6/7(3) e 9/7. Djokovic, que buscava seu primeiro título no Grad Slam francês, mostrou sua decepção ao fim da partida, mas reconheceu os méritos de Nadal:

“Ainda está muito recente. Foi um jogo inacreditável, mas tudo que eu sinto agora é decepção. Parabenizo meu adversário, pois ele mostrou coragem nos momentos certos. Por isso ele é um campeão e por isso ganha em Roland Garros há tantos anos”, afimou o sérvio.

Nadal, por sua vez, fez questão de enaltecer seu desempenho na partida:

“Estou muito feliz com a maneira como joguei, especialmente como lutei no 5º set, depois de perder chances no 4º. Isso é o mais difícil e eu fiz”, afirmou.

Logo depois, David Ferrer venceu o francês Jo-Wilfried Tsonga e garantiu a final espanhola em Roland Garros.

Ferrer venceu por três sets a zero, com parciais de 6/1 7/6(3) 6/2 e chegou à primeira final de Grand Slam da sua carreira.

Os dois já se enfrentaram 23 vezes e Nadal tem ampla vantagem, com 19 vitórias. No ano passado, eles se encontraram na semi de Roland Garros, com vitória tranquila do heptacampeão.

Essa será a quarta final entre espanhóis em um Grand Slam. Todas aconteceram em Roland Garros.

Nadal, por sua vez, busca mais um recorde neste domingo: se tornar o primeiro jogador da história a vencer oito vezes o mesmo Grand Slam.

Foto: Diana Gabanyi

 

O melhor da loja de Roland Garros

Demorei quase 10 dias, mas enfim entrei na loja de Roland Garros. Já tinha visto, nos quiosques espalhados pelo complexo algumas peças lindas, como a blusa de bolinhas coloridas e estava curiosa para ver o que a Boutique tinha de novidades. Sem dúvida, de todas as lojas de Grand Slam, a de Paris, capital mundial da moda, é a que mais tem roupas e acessórios que podemos usar no dia-a-dia, não apenas para fazer esporte.

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Para comemorar os 100 anos da travessia de Roland Garros pelo mediterrâneo, diversos lugares do complexo estão estampados com imagens do aviador que deu o nome ao Grand Slam francês, inclusive a lojinha. Como sempre, as toalhas são a primeira coisa que aparecem, logo na entrada da loja. Rosa, amarela, azul, grande, pequena, com bolsinha, sem bolsinha e com preços variando entre 30 e 75 euros.

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Depois, vem as camisetas masculinas. A de Roland Garros, com o pôster de 2013 de David Nash, sai por 29 euros.

A coleção feminina aparece logo em seguida. Completa, com blusas, saias, casaquinhos, calças, tudo com muita cor de saibro e um rosa e roxo lindos.

Se estivesse focada nas compras, a blusinha que mencionei acima com bolinhas de tênis (37 euros) coloridas seria a minha escolha e talvez o casaquinho cor de saibro(65 euros).

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A coleção masculina, com agasalhos e polos (55 a 60 euros) não me surpreendeu. Cores e design não mudaram muito dos últimos anos.

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Para deixar a loja com mais espaço, tiraram a estante onde ficavam os bones (18 euros) e colocaram em cima do local dos agasalhos. Sempre lindos, ficaram um pouco perdidos no meio de tanta roupa.

A linha infantil este ano arrasou. Azul para os meninos e rosa, roxo e laranja claro para as meninas. O kit com camisa polo, bichinho de pelúcia e bolsinha era o que eu teria escolhido de presente para uma criança (45 euros).

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Depois de passar pelas roupas, vem a parte dos produtos com a marca Roland Garros.

Xícaras (15 a 18 euros, sacolas (15 euros – acho que o meu objeto favorito de toda a loja), chaveiros (10 a 18 euros), bloquinhos (10 euros), réplicas de pedaços da quadra (70 euros) como a que o Guga ganhou, enorme, em 2008, na despedida, chaveiros com saibro de Roland Garros (25 euros), lenços, entre outros. A vontade é de levar tudo.

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Mas, nota-se que não é só no Brasil que há inflação. Os preços da lojinha subiram e muito. Não que ela fosse barata. Mas, o que há de mais em conta para se adquirir em Roland Garros são 2 lápis por 5 euros. Um par de meias curtas estava saindo por 12 euros.

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Antes de sair com as taças de champagne encomendadas, perto do caixa, vi talvez uma das coisas mais legais da loja. Uma sessão dedicada ao aviador Roland Garros. Uma replica do capacete que ele usou estava à venda por 300 euros, lindas camisetas com o avião e com a imagem da Amelia Earhart, a primeira mulher a atravessar o oceano atlântico sozinha, fazem um presente diferente e histórico. adidas roland garros

Mas, se Tsonga continuar ganhando e fazendo os franceses sonharem com um título em Roland Garros, a sua blusa adidas, com logo de Roland Garros, deverá ser a mais procurada por aqui.

Diana Gabanyi

 

Roland Garros: Nadal passa por Wawrinka e encontra Djokovic na semi

Os últimos semifinalistas da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, foram conhecidos nesta quarta-feira, depois da realização dos últimos dois jogos das quartas de final.

O espanhol Rafael Nadal, heptacampeão do torneio, não teve trabalho com o suíço Stanislas Wawrinka e venceu em três sets, com parciais de 6/2 6/3 e 6/1.

Na semifinal, que será disputada na sexta-feira, ele vai enfrentar o sérvio Novak Djokovic, que também precisou de apenas três sets para superar o alemão Tommy Haas, com parciais de 6/3 7/6(5) 7/5.

Em Roland Garros, os dois já se enfrentaram 3 vezes: 2006, 2007 e na final do ano passado. Nadal ficou com a vitória nas três oportunidades.

A outra semifinal será entre o francês Jo-Wilfried Tsonga, que superou Roger Federer na terça, e o espanhol David Ferrer, que também na terça venceu o compatriota Tommy Robredo e agora busca a primeira final de Grand Slam da sua carreira.

Foto: Cynthia Lum

Tsonga faz a França sonhar

Há 30 anos a França espera um novo campeão de Roland Garros. Este ano em especial, quando o Grand Slam francês comemora as três décadas da vitória de Yannick Noah, o assunto não saiu das manchetes desde antes do torneio começar. E agora Jo-Wilfried Tsonga está a dois jogos do Trophée des Mousquetaires.

Hoje quando cheguei em Roland Garros a ideia era escrever sobre a loja, o museu e outras coisas off court, mas com tamanha euforia e agora tão perto de fazer história, não dá para ignorar que a França toda se volta para Tsonga. Desde a entrada pela porta Marcel Bernard, de manhã, já percebi o ambiente do torneio completamente diferente dos outros dias. Dia de quartas-de-final, menos pessoas pelo complexo nas primeiras horas do dia – os jogos começavam apenas às 14h. Com partidas em poucas quadras, menos gente circulando e um zum zum zum no ar, na sala de imprensa, nas cabines de televisão, na sala dos jogadores, sobre uma possível vitória de Tsonga diante de Federer.

A imprensa toda francesa deu destaque para o número do país, como vem dando há muito tempo. Outro dia, conversando com o pessoal da ATP, no Centre de Presse, vi um monte de jornalistas chegando que nunca havia visto e perguntei quem eram. A imprensa francesa para a coletiva de Tsonga. A imprensa francesa não especializada, de notícias diárias, até não esportivas, esperando por uma nova glória em Porte D’Auteil.

O ambiente na quadra estava eletrizante, ou melhor, arrepiante. Foi o primeiro dia que vi todos os lugares tomados e com o sol, a imagem da Philippe Chatrier, fica ainda mais bonita. Homens e mulheres, elegantemente vestidos, usando o chapéu panamá para vivenciar o inédito. Até os lugares reservados aos jogadores do torneio para assistir a partida estavam lotados.

Antes mesmo do jogo terminar, nos últimos games, as pessoas já estavam aplaudindo de pé cada ponto vencido por Jo-Wilfried Tsonga.

E quando terminou, com vitória por 75 63 63, Tsonga pulou, rodopiou em quadra e o público aplaudiu e ficou em quadra, como se não estivesse acreditando que um francês acabara de derrotar Roger Federer e avançar à semifinal.

Foi uma das minhas maiores vitórias. É Roland Garros, na quadra central e ainda ganhando do Federer. Com certeza ninguém esperava isso de mim no passado. O torneio ainda não acabou. Espero que tenha mais. Mas ainda não posso fazer a festa, gritar e sair comemorando.”

Nos últimos 15 anos, houve jogador francês na semifinal apenas três vezes. Em 1998, com Cedric Pioline, com muito mais cabelo do que vemos hoje nas entrevistas em quadra; Sebastien Grosjean, em 2001 e Gael Monfils, em 2008.

O último jogador francês a disputar uma final em Paris foi Henri Leconte, há 25 anos e ele foi derrotado pelo tenista que perdera a final para Noah, em 1983, Mats Wilander.

Tsonga hoje com 28 anos, mais maduro do que quando disputou a sua única final de Grand Slam no Australian Open, há cinco anos, tem a chance de virar herói nacional, de, como eles gostam de falar, “basculer”a França e sabe disso.  Quando Noah venceu, a loucura foi tanta que ele teve que se mudar para Nova York para viver mais tranquilamente. Chegou a passar por um período de depressão depois de tamanha euforia.

E Tsonga, tanto sabe da importância deste momento, que se preparou para este momento. Há alguns meses, depois de um período sem técnico, contratou o australiano Roger Rasheed. Tirou o gluten da dieta, emagreceu e quando Roland Garros chegou entendeu que apesar de ser o seu torneio, na sua casa, entendeu que tinha que jogar para si próprio.

Ontem, em vez de treinar em Roland Garros e ficar no meio do burburinho, com todos os olhos dos franceses, da FFT, dos técnicos, dirigentes, jogadores, público e imprensa, voltados para ele, foi treinar no Tennis Club de Paris, com um juvenil local.

Com muita calma e maturidade bateu um papo mais longo do que o tempo de treinamento com o jornal L’Equipe e parecia saber exatamente o que fazer .

“ Entrar nas disputas do ponto com ele, nas trocas de bola é difícil, mas é essencial. Ele dá um ace aqui, um winner lá e você não toca muito a bola. Mas, entrar na disputa é o que ele menos gosta e preciso levá-lo a esse ponto.”

E foi o que Tsonga fez. Apesar de não ter jogado bem, Federer deu todo o crédito para o francês. “Estou triste pelo jogo e pela maneira com que joguei. Tentei resolver a situação em quadra, mas ele simplesmente foi melhor.”

Para igualar o resultado de Henri Leconte, em 1988 e chegar à final, Tsonga terá que passar por David Ferrer, que assim como ele não perdeu nenhum set até agora em Roland Garros e diferentemente dele, nunca disputou uma final de Grand Slam.

“Ele ganhou de mim algumas vezes. Espero um jogo duro, mas estou em boa forma e vou fazer o meu melhor e ver como me saio. Vou para quadra com um objetivo e 100% das minhas possibilidades. Tenho que ficar concentrado e manter a minha rotina, fazer o que venho fazendo desde o início do torneio.”

Roland Garros: Tsonga vence Federer e Ferrer passa por Robredo. Nadal e Djokovic jogam na quarta

A primeira semifinal da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, foi decidida nesta terça-feira, com a realização dos primeiros jogos das quartas de final.

No confronto mais esperado do dia, o francês Jo-Wilfried Tsonga, esperança da torcida local no torneio, fez uma grande partida, não deu chances ao suíço Roger Federer e conseguiu uma grande vitória por três sets a zero, com parciais de 7/5 6/3 e 6/3.

Essa já é a melhor campanha do francês no Grand Slam parisiense. No ano passado, ele parou nas quartas de final.

No outro jogo do dia, o espanhol David Ferrer atropelou o compatriota Tommy Robredo, cedendo apenas 4 games e fechando a partida com parciais de 6/2 6/1 e 6/1. Ele será o adversário do francês na semifinal.

A outra semifinal será definida nesta quarta.

Na primeira partida do dia, o espanhol Rafael Nadal, heptacampeão do torneio, enfrenta o suíço Stanislas Wawrinka. Logo depois, o sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo, tem pela frente o alemão Tommy Haas.

Roland Garros: Wawrinka vence Gasquet. Nadal e Djokovic passam. Quartas começam na terça

Estão definidas as quartas de final da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Nesta segunda-feira, o sérvio Novak Djokovic precisou virar contra o alemão Philipp Kohlschreiber e fechou a partida em quatro sets, com parciais de 4/6 6/3 6/4 6/4.

O adversário do nº 1 do mundo nas quartas será o alemão Tommy Haas, que atropelou o russo Mikhail Youzhny, vencendo a partida em sets diretos, com parciais de 6/1 6/1 e 6/3.

Outra partida das quartas será entre o espanhol Rafael Nadal, aniversariante desta segunda (completou 27 anos), que bateu o japonês Kei Nishikori por 6/4 6/1 e 6/3, e o suíço Stanislas Wawrinka, que venceu o grande jogo do dia, depois de lutar por 5 sets contra Richard Gasquet e a torcida francesa, conquistando a vitória com parciais de 6/7(5) 4/6 6/4 7/5 e 8/6.

Quartas começam nesta terça

Os dois primeiros jogos das quartas de final serão disputados nesta terça-feira.

O jogo mais esperado do dia será entre o suíço Roger Federer e o francês Jo-Wilfried Tsonga, que segue como única esperança da torcida da casa no torneio.

O outro jogo do dia será entre os espanhóis David Ferrer e Tommy Robredo.

Ferrer busca igualar a campanha do ano passado, quando parou apenas na semifinal, seu melhor resultado no Grand Slam francês, enquanto Robredo busca manter a sequência de grandes vitórias, já que nos últimos três jogos saiu de uma desvantagem de dois sets para virar a partida.

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Foto: Cynthia Lum