Sinner vence Fritz em sets diretos, fica com o título do US Open e conquista seu 2º Slam

Assim como aconteceu na final da chave feminina, Jannik Sinner confirmou o favoritismo e ficou com o título da chave masculina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Neste domingo, ele venceu o norte-americano Taylor Fritz, em sets diretos, com parciais de 6/3 6/4 e 7/5, conquistando seu segundo título de Grand Slam, repetindo o feito do Australian Open deste ano.

“Eu me saí muito bem, eu acho.” disse o campeão depois da partida. “Esse título significa muito, pois o último período da minha carreira realmente não foi fácil. Adoro tênis, pratico muito para esses momentos. Entendi, principalmente neste torneio, o quão importante é a parte mental neste esporte. Estou muito feliz, muito orgulhoso de compartilhar esse momento com a minha equipe.”

Com a conquista, Sinner se consolida cada vez mais como número 1 do ranking, deixando o alemão Alexander Zverev na segunda posição, que é sua melhor colocação na carreira. Carlos Alcaraz, Novak Djokovic e Daniil Mevdedev completam o top-5.

Já o norte-americano Fritz, que fez sua primeira final de Grand Slam, sobe 5 posições no ranking e vai aparecer na próxima atualização como número 7 da ATP.

No feminino, Aryna Sabalenka conquistou no sábado o seu primeiro título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

A bielorrussa teve um jogo muito duro e enfrentou também a torcida da casa contra a local Jessica Pegula, que equilibrou os sets, mas não conseguiu evitar o título de Sabalenka, que venceu por duplo 7/5.

“Se você tivesse me dito no início do ano que eu estaria na final do Aberto dos EUA, eu teria rido muito.” Disse a campeã.

“Estou sem palavras agora. Estou muito orgulhosa de mim mesmo. Não costumo dizer isso, mas estou muito orgulhosa.”

Depois do título nos Estados Unidos, Sabalenka, que comemorou seu 3º título de Grand Slam, segue na 2ª colocação do ranking da WTA, enquanto Pegula, que fez sua primeira final de Grand Slam, sobe 3 posições, indo ao 3º lugar, repetindo a sua melhor marca na carreira.

Foto: Simon Bruty/USTA

Diana Gabanyi

Sabalenka supera norte-americana Pegula e conquista seu 1º título do US Open

Aryna Sabalenka conquistou neste sábado o seu primeiro título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

A bielorrussa teve um jogo muito duro e enfrentou também a torcida da casa contra a local Jessica Pegula, que equilibrou os sets, mas não conseguiu evitar o título de Sabalenka, que venceu por duplo 7/5.

“Se você tivesse me dito no início do ano que eu estaria na final do Aberto dos EUA, eu teria rido muito.” Disse a campeã.

“Estou sem palavras agora. Estou muito orgulhosa de mim mesmo. Não costumo dizer isso, mas estou muito orgulhosa.”

Depois do título nos Estados Unidos, Sabalenka, que comemorou seu 3º título de Grand Slam, segue na 2ª colocação do ranking da WTA, enquanto Pegula, que fez sua primeira final de Grand Slam, sobe 3 posições, indo ao 3º lugar, repetindo a sua melhor marca na carreira.

Foto: Jimmie48/WTA

Bia Haddad vence Wozniacki e está nas quartas de final do US Open

Bia Haddad conseguiu mais uma grande vitória e está nas quartas de final do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, a brasileira garantiu sua vaga ao bater a dinamarquesa Caroline Wozniacki, ex-número 1 do mundo, com parciais de 6/2 3/6 e 6/3.

“A Wozniacki é uma lutadora, eu respeito muito a carreira dela. Lembro quando comecei no profissional e ela já estava no topo, então não é fácil enfrentar uma tenista como ela, que eu admiro tanto.” disse Bia depois da partida.

A adversária da brasileira por um lugar na semifinal será a tcheca Karolina Muchova, número 52 do mundo atualmente. As duas já se enfrentaram três vezes no circuito, com três vitórias da jogadora europeia, sendo o confronto mais recente no WTA de Cincinnati, do ano passado.

“A próxima partida, contra a Muchova, vai ser uma verdadeira batalha. A última vez que nós nos enfrentamos foi uma partida incrível. Estou me sentindo cada vez mais forte, melhorando a cada partida, e vou tentar curtir o momento o máximo possível.” completou Bia.

Foto: Andrew Ong/USTA

Zverev passa por argentino e enfrenta Nakashima nas oitavas do US Open, que começam neste domingo

O sábado foi dia de terceira rodada da chave masculina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Favorito do dia, Alexander Zverev precisou de quatro vezes pra vencer de virada o argentino Tomas Etcheverry e agora terá pela frente o norte-americano Brandon Nakashima, que vem de virada sobre o italiano Lorenzo Musetti.

Depois de surpreender e vencer por 3×0 o espanhol Carlos Alcaraz, o holandês Botic Van De Zandschulp não manteve o ritmo e foi superado também por 3×0 pelo britânico Jack Draper.

O norte-americano Tommy Paul tinha o favoritismo, mas precisou de quatro sets pra passar pelo canadense Gabriel Diallo, assim como o australiano Alex De Minaur, que superou o britânico Daniel Evans.

As oitavas de final começam neste domingo, já com Zverev enfrentando Nakashima, com o alemão entrando em quadra em dias seguidos.

O russo Andrey Rublev enfrenta o búlgaro Grigor Dimitrov, enquanto Casper Ruud encara o local Taylor Fritz.

Pra fechar a programação, Frances Tiafoe, que vem de virada sobre o compatriota Ben Shelton, encara o embalado Alexey Popyrin, que bateu Novak Djokovic.

Foto: Mike Lawrence/USTA

Depois de virada na estreia e da vitória nas duplas, Bia enfrenta espanhola nesta 5ª feira no US Open

Bia Haddad estreou com vitória no US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Nesta terça-feira, a brasileira saiu atrás, mas conseguiu uma ótima virada sobre a armênia Elina Avanesyan, com parciais de 4/6 6/0 e 6/2.

“Estou feliz com a estreia. Primeira rodada costuma ser um jogo mentalmente mais complicado, pois ninguém quer ir embora pra casa, ainda mais em um torneio como este. No mais, ela é uma jogadora perigosa; está fazendo um bom ano, com boas vitórias sobre jogadoras grandes. Me sinto cada vez mais forte e pronta para seguir no torneio.” disse a brasileira depois da vitória.

Nesta quinta-feira, por volta das 13h30min, Bia volta pra jogar a segunda rodada de simples diante da espanhol Sara Sorribes Tormo. As duas se conhecem muito bem e já se enfrentaram seis vezes ao longo da carreira, com quatro vitórias da brasileira, sendo a mais recente na United Cup deste ano.

Na chave de duplas, Bia estreou nesta quarta com vitória ao lado da alemã Laura Siegemund. As duas passaram pela francesa Varvara Gracheva e a georgiana Oksana Kalashnikova, com parciais de 6/3 e 6/2.

Foto: Brad Penner/USTA

Thiago Monteiro e Thiago Wild estreiam nesta 2ª feira no US Open

Thiago Monteiro e Thiago Wild estreia nesta segunda-feira no US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro e Nova York, nos Estados Unidos.

Por volta das 12h, no horário de Brasília, Monteiro entra em quadra para enfrentar o francês Ugo Humbert, número 17 do mundo. Os dois já se enfrentaram uma vez na carreira até o momento, na grama do ATP de Eastbourne, em 2022, com vitória do brasileiro, de virada.

Essa será a nona participação do brasileiro no torneio e sua melhor campanha até o momento foi chegar à segunda rodada em uma oportunidade, em 2022.

Wild também terá um duro desafio pela frente, já que vai enfrentar o russo Andrey Rublev, por volta das 13h30min, no horário de Brasília.

Os dois já se enfrentaram uma vez ao longo da carreira, justamente neste ano, na primeira rodada do Australian Open, quando o russo levou a melhor em um duro jogo de cinco sets.

Essa será a terceira participação de Wild no US Open e ele busca passar da primeira rodada pela primeira vez.

Foto: Joma

Albert Portas será o técnico de Laura Pigossi no US Open

Laura Pigossi, atualmente baseada em Barcelona, já desembarcou em Nova Iorque onde vai disputar o US Open, seu primeiro torneio após as Olimpíadas. A chave do qualifying inicia no dia 19 de agosto e a principal, no dia 26. A brasileira, atual 131ª da WTA, terá ao seu lado no último Grand Slam da temporada, o técnico Albert Portas, Head Coach da Ad In Tennis Academy e ex-19 do mundo na ATP na disputa.

“Consigo aprender sempre muito com ele, foi um jogador excelente e tem muita bagagem no circuito e em torneios grandes, o que faz a diferença. Sem contar a maneira como ele vê o jogo e a percepção dele em momentos chaves, que é muito interessante de ver e eu quero poder aproveitar ao máximo isso”, contou Laura que tenta jogar pela primeira vez a chave principal do US Open. Nas últimas edições do Grand Slam norte-americano, ela perdeu na primeira rodada do qualifying. Depois dos Jogos de Paris a atleta olímpica voltou para Barcelona e se dedicou aos treinos de transição do saibro para a quadra rápida.

“Estou jogando bem, estou confiante. Agora o que eu quero é conseguir colocar todas as minhas rotinas e tudo o que eu venho treinando e aprendendo, dentro dos jogos. São detalhes e eu venho trabalhando mais em cima disso. Em como me tornar uma jogadora mais completa, e focando em subir meu nível dentro de quadra, durante as partidas. Uma vez conseguindo isso, o ranking acompanha”, completou a jogadora conhecida por sua garra e luta dentro de quadra.

Nesta temporada, Laura Pigossi, ex-100 da WTA, conseguiu passar o qualifying de Roland Garros, além de alcançar um final de ITFW 50 em Pretória, e duas semifinais, uma no  ITFW 50 na África do Sul e outra no ITFW 75 de Caserta, na Itália. Em duplas, de quatro torneios disputados, foi campeã em dois e finalista em um terceiro.

Foto: Divulgação

Djokovic se torna tetracampeão do US Open e chega ao seu 24º título de Grand Slam

Mais uma vez, Novak Djokovic deu sinais do motivo de ser um dos maiores jogadores de todos os tempos ao conquistar neste domingo o título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.

Na grande final diante de Daniil Medvedev, o sérvio começou como sabe, muito sólido e dominando a partida pra abrir 6/3 com certa tranquilidade.

Depois, o russo elevou seu nível e teve muitas chances de empatar a partida, inclusive com um set-point, no qual Medvedev buscou uma passada, admitindo depois da partida que deveria ter sido na paralela e não na cruzada, como tentou, facilitando o voleio de Djokovic.

No terceiro set, o sérvio começou muito bem mais uma vez, conquistando cedo uma quebra de saque, que depois foi devolvida pelo russo, que não manteve e viu Djokovic fechar a partida com parciais de 6/3 7/6(5) e 6/3.

Esse foi o quarto título de Djokovic no US Open, chegando também ao seu 24º título de Grand Slam na carreira, igualando a marca de Margaret Court, mas abrindo vantagem sobre Rafael Nadal, que tem 22.

Foto: Simon Bruty/USTA

João Fonseca é campeão do US Open

Fonseca US Open 2023 (Cynthia Lum)

O Brasil tem um novo campeão de Grand Slam. Neste sábado, 09 de setembro, o carioca João Fonseca se tornou campeão do US Open juvenil e também aparecerá como número um do mundo no ranking da categoria, na 2a feira.

Depois de ter alcançado as quartas-de-final em Melbourne, Paris e Wimbledon, João queria ultrapassar a barreira das quartas-de-final. Ultrapassou e foi além.

Venceu o americano Learner Tien, de virada, por 46 64 63 para conquisatr o trofeu e se tornar o 3o. brasileiro a conquistar o trofeu na categoria. Antes, em 2020, Tiago Fernandes venceu o Australian Open e em 2018, Thiago Wild no mesmo US Open.

Fonseca US Open 2023 (Cynthia Lum)

“Eu queria muito passar as quartas-de-final. Eu já tinha chegado nessa fase nos outros três Grand Slams. Eu tive um jogo muito duro nas quartas e fui ganhando casca, vencendo jogos no 3o. set que eu sempre perdia,” contou o carioca. “Estou muito feliz. Só quero agradecer. Eu amo esse esporte.”

João levou um pouquinho do Brasil para Flushing Meadows. A torcida brasileira deu força para o jovem de 17 anos gritando Joãaaaao Fonseca. O americano chegou a ter vantagem no 2o e no 3o. set. “A torcida não atrapalhou o Tien, mas me deu muito força.”

Com a conquista, João encerra a sua participação no juvenil e vai encarar o circuito profissional.

Fonseca US Open 2023 (Cynthia Lum)

Diana Gabanyi

Luisa Stefani é superada na semi do US Open. Boa campanha pode render volta ao top-10

Chegou ao fim a grande campanha de Luisa Stefani, 14ª colocada do ranking mundial, ao lado da norte-americana Jennifer Brady no US Open. A dupla foi superada nesta sexta-feira (8) diante das campeãs de 2020, a alemã Laura Siegemund e a russa Vera Zvonareva, por 6/4 6/1, na quadra Louis Armstrong.

Luisa iguala a campanha de 2021 que é a sua melhor em um torneio do Grand Slam em dupla feminina. Ela terá subida no ranking e deve voltar ao grupo das 10 melhores do mundo com o 10º lugar na segunda-feira. A medalhista olímpica tem o nono lugar como melhor desempenho na carreira.

“Foi uma semana incrível, um ótimo torneio principalmente depois do que rolou há dois anos. Estar em uma semi é super especial. Um pouco decepcionada, não conseguimos trazer nosso melhor tênis. Crédito para elas que jogarem bem, mas colocando em perspectiva saí de pé, com cabeça erguida, isso é muito importante, torcida incrível, um apoio muito legal, muitos brasileiros torcendo, família, amigos. Foi um torneio muito especial”, disse a atleta patrocinada pela Fila e Faros XP, embaixadora XP COB e que conta com os apoios da Engie CBT, Liga Tênis 10, Bolsa Atleta, Head, JFL Living e Rede Tênis Brasil.

“A gente começou mal o jogo, e voltar foi super importante ali no 4/3 com chance para 4/4, jogando um pouco melhor. No game do 5 a 4 tivemos dois break-points, quando elas fecharam não conseguimos concretizar o momento que estava a nosso favor. E o segundo set foi parecido. Começaram melhor, estavam com bastante energia e mais sólidas. A Siegmund mexendo muito bem e pressionando bastante. Elas jogaram melhor hoje, mas principalmente no começo dos sets e as poucas chances que a gente teve pra virar a chavinha, virar o jogo, acabou escapando e foi uma pena”, acrescentou.

A tenista destacou a evolução na temporada: “Tem sido um ótimo ano tanto na questão de resultados quanto na questão de jogo, de melhora do que venho fazendo do que fazia antes da lesão. Meu jogo ainda tem margem de melhora e isso é muito bom. Dupla é um jogo interessante, onde não temos controle de tudo, cobrimos 50% da quadra. Foi uma ótima semana com a Jennifer, as duas voltando de um ano difícil. Voltei jogando quase zerada de ranking, agora devo entrar no top 10, o que era uma meta pra mim. Fechei os Slams com um título de mistas, quartas de Wimbledon, oitavas em Roland Garros, semi agora, excelentes resultados em torneios grandes. Óbvio que sempre quero mais, mas tenho que olhar para trás e ficar orgulhosa pelo que meu time vem fazendo”, completou.

Foto: Jimmie 48 Photography