Bia começa 2023 na Austrália e de olho no top 10

Bia em encontro com a imprensa em SP (Foto Marcello Zambrana)

Em encontro com a imprensa em São Paulo nesta sexta-feira, no VO699 JFL Living, antes de iniciar a pré-temporada, Beatriz Haddad Maia fez um balanço da sua temporada de 2022 e definiu metas e planos para o próximo ano.

“De janeiro para cá o meu primeiro objetivo era ficar saudável. Essa sempre foi a grande meta de 2022 e eu consegui terminar o ano bem. De ranking, o objetivo era terminar no top 50. Eu comecei em 83º e terminei em 15º. Acho que o principal foi a forma como eu fui conduzindo mentalmente para ficar dentro do processo. Não deixei de querer mais. No tênis toda semana é uma semana nova, é muito difícil. Consegui ficar unida com a minha equipe e essa conquista é muito positiva mentalmente”, analisou a tenista.

Em 2022, a brasileira fez história, conquistando os seus primeiros títulos de WTA da carreira. Bia foi campeã nos WTA 250 de Nottingham e Birmingham, na grama, e também venceu o WTA 125 de St. Malo, além de vice-campeã do WTA 1000 de Toronto. A brasileira terminou o ano como a 15ª melhor tenista do mundo e, atualmente, está concorrendo ao prêmio da WTA de tenista que mais evoluiu na temporada.

“Não me surpreendi em ter entrado no top 20. É algo que sempre sonhei e acreditei que seria possível, mas não esperava que fosse logo neste ano e do jeito como foi. O tênis é um esporte em que as coisas mudam muito rápido, tanto no positivo quanto no negativo. Tive muitos motivos para duvidar, é claro. No ano passado eu perdi em primeira rodada de um 25 mil, tive lesões, cirurgias, etc. Então foi algo acima do que eu tinha planejado para 2022 e, por isso,tenho muito orgulho de mim e da minha equipe”, continuou.

NOVA PARCEIRA DE DUPLAS


Nas duplas, Bia foi finalista do Australian Open e do WTA 1000 de Guadalajara, e campeã do WTA 500 de Sidney, do WTA 250 de Nottingham e do WTA 125 de Paris. A brasileira também se classificou para o WTA Finals como uma das oito melhores duplas da temporada, feito inédito para o tênis feminino brasileiro.

“Duplas, para mim, é sempre algo que gostei de jogar. Me ajuda muito em simples. Muitos dos meus resultados em simples aconteceram depois de eu conseguir resultados nas duplas. Na grama, por exemplo, me ajudou demais. Vai fazer parte do meu calendário de 2022 com certeza, mas não vai ser 100% e nem minha prioridade, assim como foi esse ano. No ano que vem vou jogar com a Shuai Zhang. Ela tem um foco muito parecido com o meu para simples também”, disse Bia, já com parceira definida para 2023.

TOP 10 E CALENDÁRIO DA AUSTRÁLIA

O principal objetivo da próxima temporada também já está definido: entrar no top 10. “Eu sempre encarei a pressão como privilégio. A minha meta é entrar no top 10, mas antes preciso me consolidar no top 20. É a primeira vez que faço parte da elite do tênis e vai ser apenas o segundo ano em que estarei disputando os grandes torneios. O importante será seguir trabalhando duro para poder entrar no top 10”, finalizou.

Bia descansará e fará a sua pré-temporada no Brasil, com o técnico Rafael Pacciaroni, embarcando para a Austrália no dia 22 de dezembro. A brasileira liderará o país na United Cup, competição mista em que o Brasil fará parte e que começará no dia 29 de dezembro. Na segunda semana de janeiro, Bia disputará o WTA 500 de Adelaide ou o WTA 250 de Hobart, a ser definido posteriormente, antes de ir para o Australian Open.

Ruud supera Rublev e será o adversário de Djokovic na decisão do ATP Finals

Novak Djokovic, mais uma vez, está na decisão do ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada e que neste ano está sendo disputado em Turim, na Itália.

Neste sábado, o sérvio garantiu sua vaga depois de uma partida muito equilibrada diante do norte-americano Taylor Fritz, decidida em dois tiebreaks, com vitória do ex-número 1 do mundo por 7/6(5) e 7/6(6).

Seu adversário na final deste domingo será o norueguês Casper Ruud, que teve uma semifinal mais tranquila diante do russo Andrey Rublev.

Sem dar muitas chances ao adversário, Ruud venceu em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/4.

Os finalistas já se enfrentaram três vezes ao longo da carreira e Djokovic saiu com a vitória nas três oportunidades, sendo a mais recente na semifinal do Masters 1000 de Roma deste ano.

Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour

Beatriz Haddad Maia encerra temporada 2022 com o Brasil vencendo o play off da BJKC

Beatriz Haddad Maia comemorou a vitória da equipe do Brasil na Billie Jean King Cup, neste fim de semana. Representando o país, Bia conquistou duas vitórias no confronto conrta a Argentina, ajudando o Brasil a se garantir nos qualifiers da competição em 2023.

“Muito feliz de ter conseguido trabalhar bem. Emocionalmente não foi um confronto fácil, eu estava, sim, mais tensa e mais nervosa, mas estou feliz que conseguir conduzir bem mentalmente e sair com a vitória”, analisou Bia, que venceu Nadia Podoroska (204ª do mundo) e Maria Lourdes Carle (161ª) em suas duas partidas.

“É muito bonito ver o espírito de competitividade entre dois países, jogando em alto nível e na América do Sul. Isso é muito bacana para o tênis sul americano, acho que mostra o quanto a gente está evoluindo. Também queria parabenizar toda a nossa equipe, jogadoras e comissão técnica, pelo trabalho nesta semana”, completou a brasileira.

Com isso, Bia encerra a melhor temporada da sua carreira. Em simples, a paulistana iniciou 2022 na 83ª posição e escalou no ranking conseguindo grandes resultados na temporada, finalizando o ano como a 15ª melhor tenista do mundo. Bia foi campeã dos WTA 250 de Nottingham e Birmingham e também do WTA 125 de Saint Malo, além de finalista do WTA 1000 de Toronto.

Já nas duplas, Bia foi campeã do WTA 250 de Nottingham e do WTA 125 de Paris, e finalista no Australian Open e no WTA 1000 de Guadalajara, além de ter se classificado no WTA Finals como uma das oito melhores duplas da temporada, feito inédito para o tênis feminino brasileiro, e ter terminado o ano na 13ª posição do ranking.

Foto: Omar Erre

Brasil conquista título inédito da Copa Davis Júnior

O Brasil fez história na principal competição de equipes do mundo nos 16 anos. Pela primeira vez, o país foi campeão da Copa Davis Júnior ao bater os Estados Unidos por 2 a 0 na final. João Fonseca (#44), Pedro Rodrigues (#245) e Gustavo Almeida (#248) saem do torneio, que aconteceu na Turquia, de forma invicta.

A final começou com Gustavo Almeida enfrentando Meecah Bigun (#111) e marcando o primeiro ponto  com o placar de 7/6 6/0.

A segunda partida foi do top 50 juvenil João Fonseca diante Kaylan Bigun (#87) e o brasileiro não deu chances e venceu por 6/4 6/1, tirando a necessidade da partida em duplas para o desempate.

O carioca, João Fonseca, diz que não tem palavras para descrever o sentimento de trazer o primeiro título para o país: “O sentimento é inexplicável. Estou muito feliz junto com a equipe, onde cada um exerceu o seu papel da melhor maneira possível nessa conquista. Esse título vai para todos que vem nos acompanhando e dando suporte para estarmos tão longe de casa para representar o país e levar essa taça para casa,” relatou.

Quem concorda é o mineiro Pedro Rodrigues. Segundo ele, a união da equipe fez com que o lugar mais alto no pódio fosse possível. “O grupo realmente fez a diferença na Copa Davis. Todos sempre se ajudavam dentro e fora de quadra para que o time estivesse 100% na hora dos jogos,” contou.

O caminho do Brasil até a conquista iniciou com Marrocos, Paraguai e França na primeira fase e o time treinado por Rodrigo Ferreiro conquistou o primeiro lugar. Já na fase decisiva superou a Austrália, a Itália e agora os Estados Unidos.

Conforme Gustavo Almeida, que abriu os duelos da final, o momento mais marcante e decisivo da Copa Davis foi na semifinal. A equipe empatou nos confrontos individuais e reverteu um 4/0 nas duplas

“Foi contra os italianos que ganhamos a confiança para chegar com força máxima na final. Depois daquele confronto, sabíamos que não teríamos adversidades suficientes para tirar a nossa vitória,” falou.

O torneio é realizado desde 1995 para atletas de até 16 anos e esse é o melhor resultado do Brasil desde 2006, quando conquistou o terceiro lugar na Espanha com André Stábile, Fabrício Neis e Henrique Cunha.

Mesmo sendo a primeira vez que o Time Brasil BRB conquista a Copa Davis Junior, a conquista não é uma surpresa para o treinador Rodrigo Ferreiro. Presente pela terceira vez na competição, ele acreditava que a equipe tinha potencial para ir longe.

“A minha expectativa era chegar entre os cinco melhores. A equipe havia feito um ótimo Sul-Americano e nos deu uma noção do que poderia render aqui na Turquia. É claro que aqui o nível sobe bastante, mas os meninos se saíram muito bem com adversários de características diferentes nesses seis jogos”, explicou.

Foto: ITF Tennis

Bia Haddad e Danilina estreiam com vitória no WTA Finals

Bia Haddad estreou com vitória no WTA Finals de duplas, que é disputado em quadras de piso duro no Texas, Estados Unidos.

A brasileira e a russa Anna Danilina passaram na primeira rodada pela forte dupla formada pela canadense Gabriele Dabrowski, ex-parceira da brasileira, e a mexicana Giuliana Olmos.

Depois de um primeiro set bem equilibrado, Bia e Danilina tomaram o controle da partida na segunda parcial e fecharam a vitória com parciais de 7/5 e 6/0, assumindo a liderança do grupo Pam Shriver.

Na próxima quinta-feira, Bia e Danilina terão pela frente na segunda rodada a dupla formada pela russa Veronika Kudermetova e a belga Elise Mertens. Em caso de vit´ória, a brasileira e a russa praticamente garantirão uma vaga na semifinal do torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada.

Foto: Jimmie48/WTA

Thiago Monteiro encerra melhor temporada da carreira e quer conquistar ATP

Thiago Monteiro encerrou a sua temporada de 2022 disputando o Masters 1000 de Paris e na posição atual de 66o do ranking, depois de ter alcançado a sua melhor colocação de 61o. Antes de iniciar as férias, o número um Brasil analisou o ano e traçou os objetivos para 2023.

Thiago Monteiro alcançou o 61o lugar no ranking (Foto Erste Bank Open)



“Foi uma temporada bem positiva, acho que a melhor da minha carreira. Foi o ano em que tive mais vitórias contra um top 100, que ganhei os maiores challengers da minha carreira e que também fiz bons resultados em torneios do nível ATP. Acredito que eu poderia ter desempenhado melhor nos ATPs, mas também fui muito consistente. Também foi muito legal ter feito um calendário indoor pela primeira vez e poder me ambientar nesse tipo de superfície, isso eleva a confiança. Vencer a minha primeira partida no US Open também foi incrível”, disse Thiago, fazendo um balanço geral da temporada e destacando seus melhores momentos.

Em 2022, Thiago conquistou dois títulos de Challenger 125, em Genova e Salzburg, sendo o maior nível dentro da categoria dos challengers e o maior da sua carreira. Além disso, o tenista disputou todos os Grand Slams da temporada, representou o Brasil na Copa Davis e fez três quartas de final em ATP 250. O cearense também alcançou o maior ranking de sua carreira nesta temporada, tendo figurado na 61ª colocação no final de outubro.

Agora, o brasileiro descansará e recuperará as energias antes de iniciar a sua pré-temporada para 2023. “Continuo com toda a minha equipe, com os mesmos treinadores e preparadores físicos. Pro ano que vem, nós temos a possibilidade de participar da United Cup, que junta tenistas da ATP e da WTA, então talvez começaria o ano por ali, no fim de dezembro”, continuou, com o calendário para ser definido.

Tendo conquistado muitos de seus objetivos nesta temporada, Thiago já mira num novo patamar. “O meu objetivo principal para 2023, independentemente de ranking, é conquistar um título de ATP. Estou numa crescente, fui melhorando nos challengers, subindo nas categorias, e agora chegou a hora dos ATPs”, finalizou.

Beatriz Haddad Maia e Anna Danilina estreiam nesta 3a no WTA Finals

Beatriz Haddad Maia está nos momentos finais da sua preparação para a estreia no WTA Finals. A brasileira e a sua parceira, a cazaque Anna Danilina, farão o seu primeiro jogo no torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada nesta terça-feira, por volta das 22h30 (horário de Brasília).

“O WTA Finals coroa o esforço e a entrega durante toda uma temporada. Consegui a classificação nas duplas e tive chances de classificar em simples.
Estar aqui ao longo desses 10 dias significará mais aprendizados, mais acúmulo de experiências e a certeza de que estou caminhando na direção que desejo”, disse Bia, feliz pela classificação.

No WTA Finals, as oito duplas são divididas em dois grupos de quatro. Dentro dos grupos, todos os times se enfrentam e os dois melhores de cada grupo avançam para as semifinais. A primeira partida de Bia e Danilina será contra Gabriela Dabrowski e Giuliana Olmos, as cabeças de chave 2 da competição. No grupo da brasileira e da cazaque também estão [4]Kudermetova/Mertens e [5]Kichenok/Ostapenko.

Foto: WTA/Jimmie48

Luisa Stefani vence duelo emocionante contra Bia Maia e é campeã do WTA 1000 de Guadalajara, no México

Em uma final brasileira e emocionante, Luisa Stefani conquistou, já no começo da madrugada desta segunda-feira (24), o título do WTA 1000 de Guadalajara, no México, ao lado da australiana Storm Sanders. O torneio é um dos mais importantes do ano, perdendo somente para os quatro Grand Slams.

A dupla da medalhista olímpica de Bronze com a parceira 18ª do mundo derrotou a paulistana Beatriz Haddad Maia e a cazaque Anna Danilina por 7/6 (7-4) 7 (7-2) 10/8, após 1h59min. Luisa e Sanders estiveram o tempo todo atrás no super tie-break, mas marcaram quatro pontos seguidos após o 6 a 8, conquistando a virada. Na tarde deste domingo (23), Luisa e Storm já haviam superado, pela semifinal, a dupla das chinesas Zhaoxuan Yang e Yifan Xu, cabeças de chave 8, por 5/7 6/4 10/5. 

Luisa e Storm jogaram o segundo torneio juntas e já alcançaram o primeiro título. A paulistana garantiu seu quinto caneco. Este ano ela venceu o WTA 250 de Chennai, na Índia, primeiro torneio após o retorno de cirurgia no joelho depois de um ano parada, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski.

Luisa conquistou seu segundo troféu de WTA 1000. Ano passado ergueu a taça em Montreal, no Canadá, ao lado também de Dabrowski. Ainda foi vice-campeã no WTA 1000 de Cincinnati, nos EUA, e Miami, nos EUA, junto com a norte-americana Hayley Carter. Com o título, Luisa vai saltar do do 217º lugar ao top 60 mundial. A brasileira foi top 10 no começo da temporada.

A brasileira, patrocinada pela Fila, Faros Private XP e XP Investimentos e que conta com os apoios da Liga Tênis 10 e Bolsa Atleta, soma ainda conquistas em 2019 no WTA 250 de Tashkent, no Uzbequistão, e 2020 em Lexington, nos EUA, ambos com Hayley Carter.

Foto: @wtaguadalajara

Bia vai `a final de duplas no México e garante vaga inédita no Finals

A temporada de 2022 de Beatriz Haddad Maia ganhou um novo capítulo. Neste sábado, a brasileira e a cazaque Anna Danilina garantiram a classificação no WTA Finals ao avançarem à final do WTA 1000 de Guadalajara. Esta é a primeira vez que uma brasileira se classifica para o torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada.

Bia e Danilina disputam final em Guadalajara e comemoram vaga inédita no WTA Finals

Vice-campeãs do Australian Open no início do ano, Bia e Danilina precisavam chegar na decisão do torneio mexicano para conquistar a última vaga do Finals. No caminho, a dupla enfrentou grandes desafios, como as já classificadas Krawczyk/Schuurs e Gauff/Pegula, e precisava derrotar o melhor time da temporada. Assim, a brasileira e a cazaque superaram as tchecas Krejcikova/Siniakova, campeãs de três dos quatro Grand Slams da temporada, em 6/2 5/7 10-7 e 1h46 de duração para garantir a vaga no Finals e também na grande final de Guadalajara.

“Muito feliz pela semana que estamos fazendo aqui no México, ainda mais com o sabor especial pela conquista da vaga no Finals. Sinto que esta classificação ajuda a coroar um ano especial da minha carreira. Agora é torcer pela Luisa, para fazermos uma final brasileira, e também se preparar para a final de amanhã”, disse a brasileira.

Bia e Danilina aguardam as vencedoras do duelo entre Xu/Yang e Sanders/Stefani na decisão do WTA 1000. Logo após a dupla seguirá para Fort Worth, no Estados Unidos, onde o WTA Finals será disputado entre os dias 31 de outubro e 7 de novembro.

Foto – Divulgação WTA

Marcelo Melo é campeão no ATP 500 de Tóquio, 36º título da carreira

Trinta e seis vezes campeão. Marcelo Melo conquistou na madrugada deste domingo (9) o título do ATP 500 de Tóquio, no Japão. Jogando pela primeira vez ao lado do norte-americano Mackenzie McDonald, o mineiro comemorou sua segunda conquista no torneio, derrotando o gaúcho Rafael Matos e o espanhol David Vega Hernandez – cabeças de chave 3 – por 2 sets a 1, parciais de 6/4, 3/6 e 10-4, em 1h25min, no Ariake Coliseum, na capital japonesa. Melo e McDonald deixam o Japão após uma semana de ótimas atuações.

Foi o primeiro título de Melo nesta temporada, comemorado com muita emoção, conquista que o coloca como recordista brasileiro isolado. Dos 36 títulos na carreira, dez são de ATP 500. O mineiro jogou pela sétima vez o torneio e chegou a sua terceira final, campeão também em 2015, com o sul-africano Raven Klaasen, e vice-campeão em 2014, com o croata Ivan Dodig.

“Muito feliz com a vitória. Um título inesperado, por ser a primeira vez que jogava com o Mc. Mas, ao mesmo tempo, desde a primeira partida viemos jogando incrivelmente bem, ganhando de times realmente muito duros, inclusive o Rafa e o Vega que vêm de título na semana passada, fazendo uma temporada top”, comemorou Marcelo, que tem o patrocínio de Centauro e BMG, com apoio da Volvo, Head, Voss e Asics.

“Bem legal, sem palavras. Como eu sempre falei, o Japão é muito especial para mim. Eu acho que isso ajudou demais. O Mc também está muito feliz. Primeiro título de ATP dele foi um 500. Curtiu bastante. Conseguimos hoje colocar em prática todo o jogo que a gente vem fazendo desde a primeira rodada, em especial para jogar um belo match tie-break, em que fomos bem decididos. Estamos realmente muito felizes”, completou.

Uma decisão entre brasileiros no Japão, com vitória de Marcelo. No primeiro set, uma quebra no quinto game deu a vantagem para Melo e McDonald, 3/2, que se mantiveram à frente e venceram por 6/4. No segundo set, os adversários conseguiram um break no segundo game para ganhar a série por 6/3 e levar a decisão do título para o match tie-break. O mineiro e norte-americano abriram, 2-0. Matos e Vega empataram, com equilíbrio até o 3-3, quando Melo e McDonald começaram a abrir, dominaram e fecharam em 10-4 para fazer a festa no Japão.

Agora, Gijon, na Espanha, com Klaasen – Com o título, Melo aparecerá no Top 40 no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), que será divulgado nesta segunda-feira (10), subindo três posições e ficando em 40 do mundo. E segue, agora, para a Espanha, onde nesta próxima semana disputará o ATP 250 de Gijon, voltando a jogar com o sul-africano Raven Klaasen. A estreia será contra o sérvio Nikola Cacic e o monegasco Hugo Nys.

Foto: @RakutenOpen