Experiência inesquecível! Vencedores do Torneio Winners 2022 participam de clínica no Centro de Treinamento Kirmayr

Em fevereiro de 2022, o Rio Open proporcionou a jovens tenistas integrantes de projetos sociais a oportunidade única de competir nas quadras do Jockey Club Brasileiro e de viver todo o ambiente de um ATP 500 através do já tradicional Torneio Winners, realizado desde 2014. E para os meninos e meninas que venceram o Torneio Winners, as experiências inesquecíveis não acabaram em fevereiro, pois, como prêmio pela conquista, eles ganharam o direito de participar de uma clínica no Centro de Treinamento Kirmayr, clínica esta que foi realizada entre os dias 10 e 17 de julho.

Durante o período no CT Kirmayr, que fica localizado em Serra Negra (SP) e é reconhecido como um dos mais bem estruturados da América Latina, Bernardo Félix Torres (12 anos), Lidiny de Santana Silva (13 anos), Arthur Luis Moraes Stys (13 anos), Valter Albuquerque (16 anos), Vitória Almeida (18 anos), e Rafael Henrique Feitosa de Moura (17 anos) realizaram treinos físicos e técnicos em dois turnos, assistiram a aulas teóricas e palestras sobre temas como regras, táticas e história do Tênis e participaram de um torneio interno, tudo isso sob os olhares do próprio Kirmayr. E fora das quadras, ainda sobrou tempo para curtir uma ótima música ao som da “Kirma’s Band” – formada pelo Kirmayr e outros treinadores do CT.

“Receber os campeões do torneio Winners do Rio Open, na verdade, foi um prêmio para nós, para toda equipe do CT Kirmayr.  Jovens talentosos, determinados, habilidosos e de uma educacao excelente, que notoriamente são muito bem orientados, por suas famílias e pelos projetos sociais a que pertencem. Estão todos de parabéns,” disse Carlos Kirmayr.
“Criamos vínculos com estes jovens, e eles sabem que as portas e nossos corações estão abertos para eles sempre,”concluiu Cecilia Kirmayr.

Em 2022, o Torneio Winners recebeu jovens dos projetos sociais Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e Paraty Tênis. Cabe ressaltar ainda que cada projeto social vencedor do Torneio Winners recebeu um voucher para uma semana de treinamentos na IMG Academy, e que três sorteados entre os projetos também ganharam uma bolsa de Ensino Médio no Curso e Escola SEI.

“Foi muito bom passar esse período no CT do Kirmayr. A companhia foi ótima. O pessoal dos outros projetos era muito legal. Consegui aprimorar bastante a minha técnica. Os treinos também foram focados na parte tática do jogo, que com certeza é muito importante e algumas vezes acabamos deixando de lado,” relatou Vitória Almeida, que através do Rio Open já foi boleira no ATP Finals.

Para Valtinho Albuquerque, que esteve em outras edições do Winners e seus prêmios, a experiência foi única.  “Conheci novos métodos de treinamento. O Kirmayr e a Cecília foram super acolhedores e não deixaram faltar nada. Foi uma semana ao mesmo tempo muito legal e puxada, com treinamentos de manhã e de tarde, com mais de 2 horas cada turno.
Uma das etapas do treinamento foi vermos vídeos de nós mesmos jogando. Fazia tempo que eu não via a minha técnica, os meus erros e acertos. Isso tudo com dicas do Kirmayr durante os vídeos.
São experiências únicas que o Rio Open proporciona e eu agradeço pela oportunidade.”

O Rio Open, maior torneio de Tênis da América do Sul, chega à sua nona edição, de 18 a 26 de fevereiro de 2023, no Jockey Club Brasileiro (RJ), apresentando em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin e Carlos Alcaraz, atual sétimo colocado do mundo, que já está confirmado para edição de 2023. E não é só! Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini.

O Rio Open é uma promoção da IMM com realização do Instituto Carioca de Tênis.

Foto: Divulgação/Peter Wrede

De virada, Djokovic bate Kyrgios e conquista o hepta de Wimbledon

Novak Djokovic mostrou mais uma vez um dos motivos de ser considerado um dos maiores jogadores da História do tênis, ao conquista o título de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Neste domingo, o sérvio saiu atrás, viu o australiano Nick Kyrgios, que fazia sua primeira final de Grand Slam, vencer o primeiro set por 6/4. Porém, como costuma fazer, Djokovic foi se adaptando, elevando seu nível, game a game, até consolidar a virada, com parciais de 4/6 6/3 6/4 e 7/6(3).

Com a conquista, o sérvio se iguala ao espanhol Rafael Nadal, com 21 troféus dos quatro maiores torneios da temporada. Federer vem logo depois, com 20 títulos.

“Acho que administrei tudo muito bem hoje e ele jogou talvez alguns pontos soltos, dupla falta, iguais, começou a falar com seu box. Senti que era o momento em que poderia quebrar o saque dele, o que aconteceu. Aquele game de iguais (no final do 2º set) eu não ganhei; ele perdeu com seus erros não forçados. Eu apenas fiquei lá e o levei ao limite, e recebi a recompensa.” Afirmou.

Djokovic chegou ao heptcampeonato de Wimbledon, sendo o 4º título seguido, mostrando o quanto gosta da grama e o quanto é dominante no piso hoje em dia, mesmo com os desfalques de alguns adversários, como Daniil Medvedev, proibido de jogar o torneio, assim como todos os bielorrussos e russos, em virtude da guerra da Ucrânia.

E esse foi o último torneio que o sérvio poderia conquistar esse ano, já que ele não deve jogar o US Open, que exige a vacinação contra Covid-19. Como essa não foi a opção de Djokovic, ele vai ficar de fora do segundo Grand Slam da temporada, depois de ter sido impedido de jogar o Australian Open.

Como Wimbledon não valia pontos, ele não avança no ranking e segue na terceira posição, em lista que é liderada justamente por Medvedev.

Foto: AELTC/Site Wimbledon

Rybakina entra pra História ao vencer Jabeur e conquistar Wimbledon

O sábado de escrever História em Wimbledon, com a conquista inédita da cazaque Elena Rybakina, que ficou com o título do terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Na grande final, Rybakina viu a favorita do dia, a tunisiana Ons Jabeur, sair na frente, mas não se entregou e reagiu, vencendo de virada, com parciais de 3/6 6/2 e 6/2.

Curiosamente, em um ano em que russos e bielorrussos ficaram de fora do torneio, proibidos pela organização em virtude na guerra na Ucrânia, uma tenista da Rússia fica com o troféu. E de forma bem inesperada. Não apenas neste sábado, quando não era a favorita, mas antes de começar ela não estava entre as mais cotadas e era a cabeça de chave número 17. Porém, pouco a pouco, foi construindo sua campanha de forma sólida.

Antes da final, só havia perdido um set ao longo das duas semanas. Quietinha, como uma boa russa, sem muito alarde e até uma aparente “frieza”, demonstrado até mesmo depois da conquista do título, sem tanta vibração em quadra, Rybakina foi elevando seu nível até triunfar na grama da centenária quadra central de Wimbledon.

Depois do jogo ela foi mais clara com suas emoções, explicando, ou pelo menos tentando, o que estava sentindo naquele momento:

“Estou sem palavras porque estava super nervosa antes da partida, durante a partida e estou honestamente feliz por ter terminado. Eu nunca senti algo assim. Eu não esperava estar na segunda semana em Wimbledon. Para ser uma campeã, é simplesmente incrível. Não tenho palavras para dizer o quanto estou feliz.” disse Rybakina, que ainda fez questão de enaltecer a adversária da final, que vive grande fase do circuito:


“Quero parabenizar Ons pela grande partida e tudo o que você conquistou. É incrível e você é uma inspiração, não apenas para os jovens, mas para todos. Você tem um jogo incrível e não acho que tenhamos alguém assim no circuito. É uma alegria jogar contra você. Corri muito hoje, então acho que não preciso mais me exercitar, honestamente.” afirmou.

Foto do texto: AETC/Jed Leicester

Foto do banner: AELTC/Florian Eisele

Beatriz Haddad Maia volta ao Brasil e traça novos objetivos: “Jogar em alto nível nos torneios maiores”

Nesta quarta-feira, Beatriz Haddad Maia recebeu a imprensa em São Paulo. Após a conquista de dois títulos de WTA 250 na Inglaterra, em Nottingham e Birmingham, e da escalada no ranking – é a atual 28a – Bia voltou para o Brasil e esteve no Centro de Treinamento Rede Tênis Brasil para bater um papo com os jornalistas.

“Os meus objetivos continuam os mesmos. É construir um jogo agressivo e conseguir jogar deste modo cada vez mais, independentemente da quadra em que eu estiver jogando. Acho que posso melhorar todos os meus golpes também. E o principal é me manter saudável. A gente fala muito de resultado, mas acho que os resultados só estão acontecendo porque estou conseguindo ficar em forma. Conseguir ficar literalmente um ano competindo é muito difícil, muita gente se machuca”, disse Bia, contente por estar saudável e competindo bem, mas já focada nos próximos passos.

“Já em termos de ranking… provavelmente serei a 25 de simples e 24 de duplas na semana que vem. Quando a gente começou o trabalho em abril, eu e o Rafa (Paciaroni, técnico) traçamos o objetivo de ser 50 do mundo, e nós atingimos. Depois fomos subindo. Traçamos 40 e atingimos, 30 e atingimos, e agora tínhamos 25 do mundo como meta até o fim do ano e vai ser muito bom se atingirmos mesmo. Agora é trabalhar duro para fazer as coisas acontecerem”, continuou a tenista.

Agora Bia terá um tempo de descanso e treinos no Brasil antes de retornar ao circuito. O seu próximo torneio será o WTA 500 de San José, nos Estados Unidos, com início no dia 1º de agosto. Depois, Bia seguirá para o WTA 1000 de Toronto, no Canadá, e voltará para os Estados Unidos para o WTA 1000 de Cincinnati e o US Open.

“O que me aguarda é trabalhar mais. Os jogos agora são mais duros, os torneios são mais duros… O meu objetivo será jogar em alto nível nos torneios maiores, e não só nos menores. Nunca avancei no US Open, então o meu objetivo lá será igual a Wimbledon. Tenho os pés no chão e muita clareza de que eu tenho que trabalhar muito para fazer um terceira rodada, por exemplo, e quem sabe desenrolar uma final. Mas antes, tenho que me focar no primeiro jogo do meu próximo torneio”, falou a número 1 do Brasil.

Bia também falou das duplas. Figurando na oitava posição da corrida para a classificação para o WTA Finals com a sua parceira, a cazaque Anna Danilina, a brasileira continuará atuando em pares também.

“A forma como comecei essa parceria com a Danilina foi muito inusitada. A gente mal se conhecia e não era nem com ela com que eu iria jogar lá no início do ano, e no fim acabamos entrando juntas nos 45 do segundo tempo e deu tudo certo. Depois do Australian Open nós sabíamos da possibilidade do Finals e com certeza, enquanto tivermos chances, vamos tentar essa classificação. Mas quando não estivermos juntas, terei a oportunidade de jogar com outas meninas e aprender bastante com elas. Vou tentar mesclar um pouco o meu calendário de duplas entre a Danilina e outras jogadoras”, finalizou.

Foto: Divulgação

Nadal supera Fritz e muitas dores para ir à semifinal de Wimbledon e enfrentar Kyrgios

Depois de Novak Djokovic, Rafael Nadal foi mais um que foi ao extremo pra lutar por cinco sets e garantir sua classificação para a semifinal de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

O espanhol saiu atrás, lutou muito, viu o norte-americano Taylor Fritz abrir 2×1, mas não desistiu. Como sempre, aliás. Foi buscar a virada, que só aconteceu no match-tiebreak do 5º set, confirmando a vitória com parciais de 3/6 7/5 3/6 7/5 e 7/6(10-4).

Nadal superou não só o excelente norte-americano, que já havia superado espanhol na decisão do Masters 1000 de Indian Wells deste ano, mas também uma lesão abdominal, que o fez comentar depois da partida:

“Amanhã vou fazer mais alguns testes. Mas é difícil saber. É óbvio que sou um jogador que teve muitas coisas na minha carreira no tênis, então estou acostumado a ter coisas e a suportar a dor, a jogar com problemas. Sabendo que quando senti algo como o que senti, é porque algo não está indo bem no abdômen.” afirmou Nadal.

O adversário de Nadal na semifinal será o australiano Nick Kyrgios, que nesta quarta-feira precisou de apenas três sets pra bater o chileno Cristian Garin, que teve até uma boa oportunidade no terceiro set, quando liderou o tiebreak. No fim, vitória com parciais de 6/4 6/3 e 7/6(5).

Nadal e Kyrgios já possuem um retrospecto interessante, com nove confrontos diretos entre eles e vantagem do espanhol, que saiu com a vitória em seis desses confrontos.

Dois deles, aliás, foram em Wimbledon. O primeiro deles, nas oitavas de final de 2014, acabou com vitória de Kyrgios em quatro sets. O segundo, na segunda rodada de 2019, acabou com vitória de Nadal, também em quatro sets.

Assim como Novak Djokovic e Cameron Norrie, Nadal e Kyrgios se enfrentam na sexta-feira.

Foto: AELTC/Jonathan Nackstrand

Com virada incrível, Djokovic bate Sinner e encara Norrie na semifinal de Wimbledon. Nadal e Fritz se reencontram nesta 4ª feira

Novak Djokovic faz cada vez mais o que é pelo menos improvável para a maioria. Nesta terça-feira, ele deu mais uma demonstração disso ao vencer sua partida pelas quartas de final de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

O italiano bem que tentou, começou bem, mas não conseguiu impedir a vitória do sérvio, que chegou a ficar com dois sets de desvantagem antes de reagir e buscar a virada com parciais de 5/7 2/6 6/3 6/2 e 6/3, em pouco mais de 3h30min de jogo.

E depois, mais um jogo de cinco sets definiu o adversário de Djokovic. E será o tenista da casa, Cameron Norrie, que também saiu atrás do belga David Goffin antes de confirmar sua virada com parciais de 3/6 7/5 2/6 6/3 e 7/5.

Djokovic e Norrie já se enfrentaram uma vez ao longo da carreira, no ATP Finals do ano passado, quando o sérvio venceu por 2×0.

O outro confronto de semifinal será definido nesta quarta-feira, começando pela partida do australiano Nick Kyrgios, que é considerado o favorito diante do chileno Cristian Garin, em partida que será disputada na quadra 1.

Na quadra central, Rafael Nadal também tem o favoritismo diante do norte-americano Taylor Fritz. Porém, vale ressaltar que o espanhol e o norte-americano se enfrentaram há alguma semanas, na final do Masters 1000 de Indian Wells, em partida que acabou  com vitória do jogador da casa.

Foto: AELTC/Florian Eisele

Jabeur confirma o favoritismo, bate Mertens e vai às 4ªs de Wimbledon. Niemeier e Maria vencem e fazem confronto alemão por vaga na semi

Os primeiros confrontos das quartas de final da chave feminina de Wimbledon foram definidos neste domingo, após as primeiras quatro partidas válidas pelas oitavas de final do terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

A britânica Heather Watson entrou na quadra central com a torcida da casa, mas não conseguiu ter muitas chances diante da alemã Jule Niemeier, número 97 do mundo, que triunfou com parciais de 6/2 e 6/4.

Em um confronto entre duas jogadoras não cotadas, Nimeier vai encarar nas quartas a compatriota Tatjana Maria, que passou pela letã Jelena Ostapenko com parciais de 5/7 7/5 e 7/5.

A tunisiana Ons Jabeur teve muito trabalho, mas superou a belga Elise Mertens em sets diretos, com parciais de 7/6(9) e 6/4. Nas quartas, sua adversária será a tcheca Marie Bouzkova, que bateu a francesa Caroline Garcia por 7/5 e 6/2.

Outros quatro jogos das oitavas serão disputados nesta segunda-feira e o mais esperado do dia será o segundo da programação da quadra central, entre a espanhola Paula Badosa e a romena Simona Halep.

Na quadra 1, a cazaque Elena Rybakina enfrenta a croata Petra Martic, enquanto a norte-americana Amanda Anisimova joga no mesmo local contra a francesa Harmony Tan.

Depois de superar a polonesa Iga Swiatek, a francesa Alize Cornet joga na quadra 2 contra a australiana Alja Tomljanovic.

Foto: AELTC/Florian Eisele

Goffin vence Tiafoe em 5 sets e encara Norrie por vaga na semi de Wimbledon. Djokovic leva susto, mas avança. Sinner bate Alcaraz

Em dia de festa em Wimbledon, com as comemorações dos 100 anos da quadra central e a presença de muita gente que fez parte dessa História, o domingo foi de jogos importantes na tradicional grama londrina, que inclusive rompeu uma tradição de não ter jogos neste dia.

Em quadra, Novak Djokovic levou mais um susto, mas avançou para garantir sua vaga nas quartas de final do terceiro Grand Slam da temporada.

O sérvio chegou a perder um set para o surpreendente holandês Tim Van Rijthoven, que vinha de título do ATP 250 de s’Hertogenbosch. Djokovic venceu bem o primeiro set, mas viu o adversário crescer na partida e empatar a partida, mas depois confirmou o favoritismo e anotou a vitória com parciais de 6/2 4/6 6/1 e 6/2.

O adversário de Djokovic foi definido em um duelo da nova geração. E a potência do fundo de quadra do italiano Jannik Sinner levou a melhor diante do espanhol Carlos Alcaraz.

Foi um grande jogo na quadra central, que acabou com vitória de Sinner com parciais de 6/1 6/4 6/7(8) e 6/3.

O britânico Cameron Norrie segue fazendo a felicidade e mantendo a esperança da torcida da casa e venceu bem o norte-americano Tommy Paul, com parciais de 6/4 7/5 e 6/4.

O adversário do britânico por uma vaga na semifinal será o belga David Goffin, que foi ao 5º set para bater o norte-americano Francis Tiafoe.

Foto: AELTC/Wimbledon

Bruno Soares e Jamie Murray vencem e avançam às oitavas em Wimbledon

Bruno Soares e Jamie Murray venceram mais uma em Wimbledon. Neste sábado, o mineiro e o britânico, cabeças de chave 9 do torneio, derrotaram Cacic/Vavassori em 6/4 7/6(4) 7/5 e 2h02 de duração, se garantindo nas oitavas de final.

“Foi um jogaço hoje. Fomos super firmes no saque e isso fez muita diferença no jogo. Eles tiveram pouquíssima chances quando a gente estava sacando. Conseguimos botar muita pressão e bastante bola em jogo. Hoje eu estava muito inspirado na devolução, entrou muito bem. Acho que jogar bem o tie-break no segundo set e abrir 2-0 foi muito bom. O jogo estava começando a ficar muito complicado, com eles sacando muito bem, e estava muito no detalhe. Felizmente conseguimos matar no terceiro. O placar foi 3 a 0, mas foi complicadíssimo”, analisou Bruno, que deve ser mais uma ilustre presença nas quadras do Jockey Club Brasileiro, em fevereiro de 2023, em mais uma edição do Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul.

Na próxima rodada, Bruno e Jamie enfrentarão John Peers e Filip Polasek, os cabeças de chave 7 de Wimbledon. Além das duplas masculinas, o brasileiro segue nas duplas mistas. Ao lado de Beatriz Haddad Maia, Bruno voltará em quadra já neste domingo para encarar a dupla de Peers e Gabriela Dabrowski.

Foto: Getty Images

Cornet surpreende, encerra série invicta de Swiatek e garante vaga nas oitavas de Wimbledon. Halep e Badosa vencem e marcam encontro

Enfim, acabou a grande sequência invicta de Iga Swiatek. Depois de 37 vitórias, ela foi superada na terceira rodada de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Neste sábado, a polonesa foi surpreendia pela experiente francesa Alize Cornet, que entrou muito bem na partida pra aproveitar a oportunidade logo no começo e fechar em 6/4.

No segundo, parecia que a número 1 do mundo reagiria, abrindo 2/0. Mas foi só. Cornet não perdeu mais nenhum game na partida e triunfou por 6/2 para fechar a partida em 2×0, garantindo sua vaga nas oitavas de final.

Sua adversária será a australiana Alja Tomljanovic, que passou pela tcheca Barbora Krejcikova, de virada, com parciais de 2/6 6/4 e 6/3.

A romena Simona Halep confirmou seu favoritismo diante da polonesa Magdalena Frech e venceu por 6/4 e 6/1, enquanto Amanda Anisimova levou a melhor no confronto norte-americano contra Coco Gauff, de virada.

Em outra partida muito esperada no dia, a espanhola Paula Badosa levou a melhor contra a tcheca Petra Kvitova, em sets diretos, com parciais de 7/5 e 7/6(4). Badosa e Halep devem fazer um belo jogo valendo vaga nas quartas de final do torneio.

Foto: AELTC/Jonathan Nackstrand