Em um jogo cheio de emoções, Felipe Meligeni derrotou o argentino Federico Coria, salvando dois match points, por 64 57 75, na terceira rodada do qualifying do US Open.
Meligeni jogará primeiro Grand Slam da carreira (Fotojump)
A vitória colocou o brasileiro na chave principal de um Grand Slam pela primeira vez na carreira.
Nos dois últimos Grand Slams, em Wimbledon e Roland Garros, ele havia chegado à última fase do classificatório.
Carlos Alcaraz com o trofeu do US Open 2022 (Cynthia Lum)
Carlos Alcaraz, atual número um do mundo e atual campeão do US Open estreará na competição deste ano contra o alemão Koepfer. Esta será a primeira vez que o espanhol volta a um torneio do Grand Slam como campeão.
Já treinando em Nova York, depois de uma disputadíssima final, em que perdeu para Novak Djokovic em Cincinnati, Alcaraz poderá vir a encarar o sérvio em uma eventual decisão. Djokovic abre a disputa contra o francês Muller.
Veja a chave completa masculina de simples do US Open
A chave principal do US Open foi sorteada nesta quinta-feira em Flushing Meadows.
Beatriz Haddad Maia que entrou como cabeça 19 enfrentará a americana Sloane Stephens, vice-campeã do Grand Slam americano em 2017. As duas já se enfrentaram um vez, com vitória da brasileira, em Acapulco.
A cabeça 1, Iga Swiatek estreia contra a sueca Peterson e a cabeça 2, Aryna Sabalenka pega Zanevska na primeira rodada.
Beatriz Haddad Maia está pronta para retornar ao circuito. Após dias de descanso, recuperação e treino no Brasil, a tenista número 13 do mundo embarca nesta quinta-feira para iniciar a sua gira norte-americana de quadra dura no WTA 1000 de Montreal, no Canadá.
“Foram dias intensos em São Paulo, em que me dediquei totalmente ao trabalho físico e ao de quadra. Estou recuperada e pronta para essa nova gira de quadra rápida. Foi muito bom ter sentido o carinho das pessoas em casa e viajo com ainda mais energia”, disse Bia, que também aproveitou o tempo no país para atender a imprensa.
Após a disputa no Canadá, a brasileira seguirá para os Estados Unidos, onde fará uma sequência de torneios: WTA 1000 de Cincinatti, WTA 250 de Cleveland (a definir) e o US Open, o último Grand Slam da temporada.
Carlos Alcaraz, de uma vez por todas, escreve seu nome nas linhas dos grandes do tênis, com mais um capítulo concluído. Dessa vez, em Nova York, nos Estados Unidos, com o título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada.
Neste domingo, ele entrou em quadra como favorito diante do jovem norueguês Casper Ruud, que também buscar seu primeiro título de Slam.
E é bom dizer que o espanhol teve muito trabalho para pisar no Arthur Ashe Stadium na final. Sofreu muito ao longo de duas semanas, com jogos duros e match-point salvo, mas chegou. E chegou muito bem.
Depois de começar muito bem a partida, ratificando o favoritismo, mas depois viu o adversário reagir e crescer. Em seguida, mostrou o motivo ser ser atualmente o melhor jogador de tênis do mundo. Sim, tá no ranking. E não é um número 1 qualquer. É o n´úmero 1 do mundo mais jovem de todos os os tempos, aos 19 anos anos de idade.
E Alcaraz comemorou. Comemorou muito. Sobraram motivos pra isso. A vitória por 3×1, com parciais de 6/4 2/6 7/6(1) e 6/3, serviu pra comemorar seu sonho de garoto. Ao mesmo tempo, campeão de Grand Slam e chegada ao topo do ranking. Há alguns poucos meses, ele estava levantando seu primeiro troféu no circuito, no Rio Open. Passou muito rápido. E é só o começo.
Ruud também tem o que comemorar. Além do vice-campeonato em Nova York, o norueguês também chega ao seu melhor ranking, ocupando a 2ª colocação.
Dia histórico para o tênis brasileiro! A brasiliense Jade Lanai conquistou o título inédito de simples e duplas do US Open Junior de Tênis em Cadeira de Rodas, categoria que foi disputada pela primeira vez no Grand Slam norte-americano.
Na decisão de simples, a jovem de 17 anos venceu a japonesa Yuma Takamuro, por 7/5 2/6 7/6(10-5). Nas duplas, a brasileira e a norte-americana Maylee Phelps derrotaram a britânica Ruby Bishop e a norte-americana Lily Lautenschlauger, por duplo 6/0.
“É a primeira vez na história do tênis brasileiro que um atleta do Tênis em Cadeira de Rodas conquista um título de Grand Slam, ainda mais em simples e duplas. É muito importante para o desenvolvimento do TCR brasileiro, que vem se tornando uma potência mundial. A Jade é uma atleta de alto quilate, que com apenas 17 anos já tem um bom ranking profissional e é uma das grandes promessas para as Paralimpíadas de Paris”, afirmou Jesus Tajra, vice-presidente da Confederação Brasileira de Tênis (CBT).
“Estamos muito felizes e não podemos deixar de agradecer aos nossos patrocinadores, em especial ao BRB, que sempre esteve presente. A Jade viajou para Nova York com o apoio irrestrito da CBT e do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), que está junto conosco nessa parceria em ajudar o TCR”, completou Tajra.
De Nova York, a atleta seguirá para Pereira, na Colômbia, onde se juntará ao Time Brasil BRB para a disputa do torneio internacional Open Fundacion Ganbare.
O sábado vai marcar a grande final feminina do US Open, com Iga Swiatek e Ons Jabeur lutando pelo título do quarto e último Grand Slam da temporada, em Nova York.
Favorita, a polonesa não teve vida fácil ao longo da campanha, saindo daquele cenário de domínio com o qual o circuito esteve habituado em boa parte da temporada.
Na semifinal, precisou lutar muito e virar a partida diante da bielorrussa Aryna Sabalenka, que elevou seu nível ao longo das duas semanas do torneio, repetindo a semifinal do ano passado e até de forma surpreendente.
Swiatek foi buscar soluções e, como uma legítima número 1 do mundo, encontrou. Agora, ela vai em busca do seu segundo título de Grand Slam no ano, depois do triunfo em Roland Garros.
Título esse que Jabeur busca pela primeira vez na carreira, chegando a bater na trave em Wimbledon, quando ficou com o vice-campeonato.
Até garantir a vaga na final, a tunisiana cedeu apenas um set ao longo das duas semanas e, na semi, passou pela francesa Caroline Garcia.
Será o quinto jogo entre as duas ao longo da carreira e o segundo nesta temporada. No primeiro, na final do WTA 1000 de Roma, a polonesa ficou com a vitória.
A bielorrussa Aryna Sabalenka está na semifinal do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
Nesta quarta-feira, ela conquistou sua vaga ao bater a tcheca Karolina Pliskova, em sets diretos.
Depois de muita tranquilidade na primeira parcial, Sabalenka precisou lutar na segunda, que só foi resolvida no tiebreak. No fim, vitória por 6/1 e 7/6(4).
Com o resultado, ela já garante a repetição da campanha do ano passado em Nova York, quando parou justamente na semifinal, sendo superada pela canadense Leylah Fernandez.
A tcheca Petra Kvitova precisou salvar match-points, mas
garantiu sua vaga nas oitavas de final do US Open, quarto e último Grand Slam
da temporada, disputado no piso duro de Nova York.
Neste sábado, Kvitova passou pela espanhol Garbine Muguruza, em uma partida muito equilibrada, que acabou com vitória da ex-número 2 do mundo com parciais de 5/7 6/3 e 7/6(12/10).
Muguruza, além de sacar pro jogo, teve dois match-points no
final do 3º set. A tcheca se sustentou e ainda desperdiçou três chances de fechar
a partida antes de concluir sua suada vitória.
Nas oitavas de final, ela terá pela frente a tenista local
Jessica Pegula, que também precisou de três sets pra bater a chinesa Yue Yuan,
com parciais de 6/2 6/7(6) e 6/0.
Kvitova e Pegula já se enfrentaram duas vezes no circuito, com duas vitórias da tcheca. A primeira, na terceira rodada do US Open de 2020 e a segunda a semifinal do WTA de Doha, no ano passado.
Marcelo Demoliner segue representando o Brasil na chave de duplas do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York.
Neste sábado, o brasileiro e o português João Sousa
conseguiram uma ótima vitória sobre a parceria espanhola formada por Feliciano
Lopez e Jaume Munar, em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4.
Com isso, eles se classificaram para as oitavas de final do torneio norte-americano e agora enfrentarão os italianos Lorenzo Sonego e Andrea Vavassori.