Nesta
quinta-feira, o Campeonato Internacional de Tênis divulgou o primeiro
convidado para a chave principal do evento que será disputado entre 2 e 8
de outubro na tradicional Sociedade Hípica de Campinas. João Fonseca,
número 1 do mundo no ranking juvenil, terá a oportunidade de disputar o
maior ATP Challenger do Brasil pela 1ª vez em sua promissora carreira. O
evento da série Challenger 100 distribui US$ 130 mil (R$ 633 mil na
cotação atual) em prêmios e pontos para o ranking da entidade. O
Santander é o patrocinador oficial.
Fonseca (Cynthia Lum)
Campeão do US Open até os 18 anos, há duas semanas, João Fonseca é considerado, por muitos especialistas, a maior esperança do tênis brasileiro atual. E o Grand Slam em Nova York foi exatamente seu último evento como juvenil. Agora, o foco total do carioca de 17 anos é o circuito profissional, onde já soma as quartas de final do Challenger de Florianópolis, em abril. Em torneios do circuito ITF World Tennis Tour, ele alcançou duas semifinais, incluindo no São Paulo Tennis Classic, em Mogi das Cruzes.
Atual
665º do ranking da ATP, Fonseca terá a oportunidade de enfrentar
novamente jogadores de melhor classificação na entidade e até 10 anos
mais velhos. A experiência deixa o carioca ainda mais confiante. “Minha
meta é focar no profissional e me desafiar o máximo possível. Será
certamente um grande desafio”, declara o tenista, terceiro brasileiro
confirmado na chave após Thiago Monteiro e Felipe Meligeni Alves.
Até
aqui, Fonseca vinha mesclando o circuito juvenil com torneios pontuais
na gira profissional. Sua primeira experiência logo veio no Rio Open, em
fevereiro, quando fez frente ao top 60 Alex Molcan. Oito meses depois,
ele se considera mais maduro e preparado para fazer bonito na 13ª edição
do ATP Challenger de Campinas e, quem sabe, galgar posições importantes
no ranking até o fim da temporada.
“Este
convite encaro como um grande desafio. Eu tive a oportunidade de jogar o
Rio Open esse ano e agora vou poder jogar em Campinas. Estou super
feliz, animado e agradecido pelo wild card e por essa chance de jogar um
torneio tão importante como esse”, conclui Fonseca.
Vale reforçar que a entrada ao público na Hípica é gratuita desde o qualifying, que começa no dia 1º de outubro. Fique ligado em nossas redes sociais que, nos próximos dias, vamos divulgar mais wild cards para a chave principal do Campeonato Internacional de Tênis. >
A
13ª edição do Campeonato Internacional de Tênis é apresentado pelo
Santander, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte do Ministério
do Esporte, e conta com o copatrocínio de EMS Farmacêutica, Esfera,
Hospital Vera Cruz, Comgás, Lenovo, Atlas Schindler, Alupar, Taesa, Azul
Linhas Aéreas – Transportadora Oficial, Trinity, EY, INNI Sports – Bola
e Roupa Oficial, Stella Artois Pure Gold, Grupo Placar – Grama
Sintética, Aberje, ESPN e STAR+
O
evento conta também com o apoio da Sociedade Hípica de Campinas – sede
do ATP Challenger de Campinas – integra o calendário mundial ATP
Challenger Tour 100. A realização é do Instituto Sports.
Foi no dia 15 de fevereiro de 2014 que tudo começou. Nesta data, o
Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul e um dos principais
da América Latina, realizou os primeiros jogos de sua história nas
quadras do Jockey Club Brasileiro. Para marcar o aniversário de 10 anos
do evento em 2024 – e também a décima edição da competição, agendada
para os dias 17 a 25 de fevereiro -, a organização do Rio Open iniciará
neste mês de setembro as celebrações oficiais. O “primeiro serviço” foi
dado com o lançamento do manifesto para os 10 anos do torneio, e também o
selo comemorativo.
O manifesto escrito especialmente para marcar a
primeira década de existência do Rio Open, e também com versão em vídeo
sob a voz inconfundível da jornalista Flávia Oliveira, resgata várias
facetas da história do torneio. Dentro de quadra, o evento ganhou
destaque mundial principalmente por meio das estrelas internacionais que
passaram pelas quadras de saibro montadas no Jockey Club Brasileiro, os
inúmeros campeões consagrados nas competições de simples e duplas, as
homenagens emocionantes às lendas Maria Esther Bueno em 2014 e Gustavo
Kuerten dois anos depois (ocasião em que a quadra central foi batizada
com o nome de Guga), e centenas de partidas de tirar o fôlego.
Já fora das quatro linhas, o Rio Open notabilizou-se também pelo enorme alcance nacional e internacional. Até hoje, foram mais de 600 mil torcedores presentes nas arquibancadas, sem contar os mais de 140 países que exibiram o torneio pela televisão, totalizando mais de 3 mil horas de transmissão por edição do torneio. O evento também ganhou destaque devido ao enorme impacto positivo no estado e na cidade do Rio de Janeiro, por meio da geração de novos negócios e empregos, aquecimento de setores estratégicos como o turismo, sem contar as ações sociais e de sustentabilidade.
Cameron Norrie é o atual campeão do Rio Open (Fotojump)
Todas estas nuances da história do Rio Open
estão retratadas no manifesto que acaba de ser lançado pelos
organizadores do torneio.
“Ver o Rio Open chegar aos 10 anos é
motivo de muita alegria e muito orgulho para todos nós. A consolidação
do torneio no cenário esportivo nacional e internacional é a
concretização de um grande sonho. Um sonho que envolveu a conquista da
confiança de atletas, público, imprensa, patrocinadores e órgãos
públicos. Foi isso que permitiu que centenas de atletas passassem pelas
nossas quadras, incluindo grandes nomes e grandes promessas. Um
belíssimo trabalho realizado por uma equipe apaixonada pelo que faz,
incansável, comprometida e que faz a diferença. Uma das marcas da
cultura do Rio Open é a de não operarmos na zona de conforto, de não nos
acomodarmos nunca. Agora, já estamos nos preparando para o futuro. A
próxima edição será marcada por momentos emocionantes. Dentro e fora das
quadras”, falou Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.
O Rio Open nasceu em 2014 já como um torneio de prestígio e relevância no circuito da ATP, e em poucos anos tornou-se um evento de tradição no tênis mundial. Em seu ano de estreia, a competição contou com a presença do espanhol Rafael Nadal, um dos maiores tenistas da história, detentor de 92 títulos, sendo 22 Grand Slams. Na ocasião, Nadal disputou o Rio Open como líder do ranking da ATP e confirmou seu favoritismo ao ser campeão, ao derrotar o ucraniano Alexandr Dolgopolov na final.
Rio Open completa 10 anos
Desde
então, inúmeras estrelas internacionais passaram pelo Rio Open. A lista
de grandes nomes do tênis internacional que jogaram na Cidade
Maravilhosa é extensa, e reúne tenistas como os espanhóis Rafael Nadal,
Carlos Alcaraz, David Ferrer, Fernando Verdasco, Tommy Robredo e Nicolás
Almagro, os franceses Gael Monfils e Jo-Wilfried Tsonga, o austríaco
Dominic Thiem, o japonês Kei Nishikori, os croatas Marin Cilic e Borna
Coric, os norte-americanos John Isner e Jack Sock, os italianos Fabio
Fognini, Lorenzo Musetti e Matteo Berrettini, o canadense Felix
Auger-Aliassime, o argentino Diego Schwartzman, o norueguês Casper Ruud e
o atual campeão Cameron Norrie, entre outros.
Mais recentemente, o
posto de astro do Rio Open passou para uma das maiores revelações do
tênis mundial dos últimos tempos. O espanhol Carlos Alcaraz foi o
campeão do Rio Open em 2022 aos 18 anos de idade, sendo o mais jovem da
história a vencer um ATP 500, e no mesmo ano alcançou o topo do ranking
da ATP pela primeira vez na carreira.
Antes de se tornar um dos maiores fenômenos do esporte, Alcaraz figurou no Rio Open pela primeira vez em 2020 aos 16 anos de idade, quando era 406º do ranking. Na ocasião, ele recebeu um convite da organização para disputar o torneio carioca e venceu sua primeira partida no circuito da ATP na carreira.
Os destaques do Brasil no Rio Open deste ano (Fotojump)
Na
galeria de campeões, o Rio Open, além de contar com Rafael Nadal, David
Ferrer e Carlos Alcaraz, também tem o austríaco Dominic Thiem (vencedor
em 2017, quando ocupava o oitavo lugar no ranking da ATP), o britânico
Cameron Norrie, atual detentor do troféu após vencer Carlos Alcaraz em
fevereiro deste ano, entre outros tenistas renomados do circuito no hall
da fama.
A grandiosa história do torneio também foi palco para o
tênis nacional, que viu momentos como a primeira vitória de Thiago
Monteiro numa chave principal de ATP, aos 21 anos, contra o francês
Jo-Wilfried Tsonga, na época número 9 do mundo, os super campeões de
Grand Slam Bruno Soares e Marcelo Melo jogando em casa, a estreia em
ATPs do jovem João Fonseca, que recentemente conquistou o título do US
Open juvenil e atingiu o posto de número 1 do mundo no ranking da ITF, e
muito mais.
“Temos muito orgulho da história do Rio Open, que em
tão pouco tempo tornou-se um dos torneios mais tradicionais e relevantes
no circuito da ATP. A grande maioria dos melhores jogadores de saibro
dos últimos tempos passaram pelas quadras do Jockey Club Brasileiro.
Nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Casper Ruud, Dominic Thiem, Felix
Auger-Aliassime, Carlos Alcaraz e muitos outros engrandecem demais a
nossa trajetória. Mas ainda há muito por vir. A edição dos 10 anos do
Rio Open promete ser repleta de momentos inesquecíveis dentro e fora das
quadras”, falou Luiz Carvalho, diretor do Rio Open.
Do lado de
fora da quadra, a organização do Rio Open também celebra conquistas
importantes. A edição deste ano movimentou mais de R$ 140 milhões na
economia no estado do Rio de Janeiro, gerando 5 mil empregos diretos ou
indiretos.
Estes ótimos números foram reflexo da estratégia do Rio
Open de fazer o torneio transcender a barreira do esporte, e se tornar
também um festival de entretenimento e qualidade para os apaixonados
pelo tênis. Além de assistirem aos melhores tenistas do mundo em ação,
os torcedores têm a oportunidade todos os anos de aproveitar uma
experiência completa dentro do Jockey Club Brasileiro. O público pode
desfrutar de espaços gastronômicos e ativações especiais dos
patrocinadores e marcas parceiras do torneio, sem contar os espaços VIPs
que oferecem uma área de exclusividade propícia para relacionamento e
geração de novos negócios, características de uma modalidade que
proporciona este ambiente.
“Ser a casa do Rio Open é motivo de
alegria, como também de muita responsabilidade. A cada edição, temos
superado importantes marcas que trazem benefícios imensuráveis para o
estado do Rio e para o esporte. O próximo evento, que marca 10 anos do
torneio, tem uma grande simbologia e reafirma nossa credibilidade para
sediar grandes competições. Além disso, mostra a importância da nossa
Lei de Incentivo, instrumento que ajuda a viabilizar eventos como esse.
Assim geramos uma cadeia próspera de fomento esportivo, turístico,
econômico e de promoção de políticas sociais”, declarou Cláudio Castro,
governador do Estado do Rio de Janeiro.
“Chegar aos 10 anos
reforça e consolida o prestígio do Rio Open, um dos campeonatos mais
importantes da modalidade. Parabéns aos atletas e organizadores que
tornaram possível o sucesso desse grande evento esportivo, que ao longo
da última década tem o Rio de Janeiro como parceiro. Nós, do Governo do
Estado, temos muito orgulho de fazer parte desse registro e estamos
confiantes de que veremos essa marca se fortalecer ainda mais nos
próximos anos”, falou Rafael Picciani, secretário de Esporte e Lazer do
Estado do Rio de Janeiro.
Já na área da sustentabilidade, o Rio
Open recebeu pela terceira edição consecutiva em 2023 o certificado
Carbono Neutro, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU). O
selo representou o reconhecimento do trabalho de neutralização do
carbono emitido pelo próprio torneio e também no deslocamento dos
torcedores para o complexo esportivo erguido no Jockey Club Brasileiro,
em ação conjunta entre Rio Open e a ENGIE.
As iniciativas sociais
do Rio Open também seguem como um pilar importante, principalmente por
meio do Torneio Winners. Criado em 2017, a competição que reúne tenistas
de projetos esportivos situados em áreas de vulnerabilidade já
proporcionou oportunidades para inúmeros jovens entre 8 e 20 anos de
idade, entre elas semanas de treinamento na IMG Academy nos Estados
Unidos e no Centro de Treinamento Kirmayr, em Serra Negra (de
propriedade do ex-tenista Carlos Alberto Kirmayr), além de bolsas de
estudo e a experiência de viver de perto o Rio Open. Neste mês, as ações
sociais seguirão em andamento, com o curso de capacitação para
treinadores e juízes de linha, além de aulas de encordoamento.
Estas iniciativas seguirão em curso em 2024, além das celebrações dos 10 anos do Rio Open. Nas próximas semanas, diversas novidades serão reveladas (tenistas que disputarão esta edição especial do torneio, ações voltadas para os 10 anos do Rio Open, entre outras), e que tornarão as comemorações ainda mais especiais.
Todos os campeões do Rio Open
E os fãs de tênis que quiserem
acompanhar de perto esta edição histórica do Rio Open poderão garantir
seu lugar já no próximo mês. A pré-venda dos ingressos exclusiva para
clientes Claro e Santander acontecerá entre os dias 17 e 23 de outubro, e
a venda geral iniciará no dia 24.
“A Claro tem o orgulho de estar
ao lado do maior torneio de tênis da América do Sul desde a primeira
edição e sabemos que no próximo ano será ainda mais especial. No ano em
que a marca Claro comemora 20 anos de lançamento no Brasil, estamos
celebrando também uma década de Rio Open, um torneio que faz parte da
nossa história e que leva atributos da nossa marca, como diversão,
conectividade e inovação. Além do esporte, que gera momentos de conexão
entre as pessoas. Esse evento foi palco para Claro de demonstrações
tecnológicas que reforçaram nosso pioneirismo e DNA de inovação, como os
cases do 5G, do 4.5G e experiências em realidade aumentada e virtual,
além de outros grandes marcos. O esporte é um dos pilares de patrocínios
e comunicação da Claro e seguimos com essa parceria de sucesso com a
expectativa de proporcionar ainda mais emoção, entretenimento e
tecnologia para os fãs do evento”, celebra Ane Lopes, diretora de Marca e
Comunicação da Claro.
Os campeões da história do Rio Open
Simples masculino
2014 – Rafael Nadal (ESP) 2015 – David Ferrer (ESP) 2016 – Pablo Cuevas (URU) 2017 – Dominic Thiem (AUT) 2018 – Diego Schwartzman (ARG) 2019 – Laslo Djere (SRB) 2020 – Cristian Garin (CHI) 2021 – O torneio não foi realizado devido à pandemia 2022 – Carlos Alcaraz (ESP) 2023 – Cameron Norrie (ING)
Duplas masculino
2014 – Juan Sebastian Cabal (COL)/Robert Farah (COL) 2015 – Martin Klizan (SVK)/Philipp Oswald (AUT) 2016 – Juan Sebastian Cabal (COL)/Robert Farah (COL) 2017 – Pablo Cuevas (URU)/Pablo Carreno Busta (ESP) 2018 – Fernando Verdasco (ESP)/David Marrero (ESP) 2019 – Nicolas Jarry (CHI)/Maximo Gonzalez (ARG) 2020 – Marcel Granollers (ESP)/Horacio Zeballos (ARG) 2021 – O torneio não foi realizado devido à pandemia 2022 – Fabio Fognini (ITA)/Simone Bolelli (ITA) 2023 – Andres Molteni (ARG)/Horacio Zeballos (ARG)
Algumas das estrelas internacionais do tênis que jogaram o Rio Open
Rafael Nadal (ESP) Carlos Alcaraz (ESP) David Ferrer (ESP) Fernando Verdasco (ESP) Tommy Robredo (ESP) Nicolás Almagro (ESP) John Isner (EUA) Kei Nishikori (JAP) Marin Cilic (CRO) Gael Monfils (FRA) Jo-Wilfried Tsonga (FRA) Dominic Thiem (AUT) Fabio Fognini (ITA) Felix Auger-Aliassime (CAN)
O Brasil está classificado para os Qualifiers da Copa Davis. Neste sábado (16), Rafael Matos e Felipe Meligeni venceram Johannes Ingildsen e Christian Sigsgaard, de virada, por 6/7 7/5 7/6, em Hillerød, e garantiram o terceiro ponto no confronto. Depois, Marcelo Demoliner entrou em quadra para o quarto jogo e foi superado por Elmer Møller, por 6/3 6/7 10-4.
Com o resultado, o Time Brasil BRB volta às quadras em fevereiro do ano que vem, valendo vaga para as finais da Copa Davis de 2024. A equipe brasileira conhecerá seu próximo adversário em novembro, quando a ITF realizará o sorteio dos confrontos.
A dupla brasileira fez um duelo bastante equilibrado contra os dinamarqueses e precisou buscar a virada. Após mais de três horas de partida (3h02), Matos e Meligeni confirmaram a vantagem e fecharam o placar em 6/7 7/5 7/6.
Após a vitória, Meligeni explicou de onde a dupla tirou forças para buscar a partida. “Foi um jogo incrível e muito intenso durante todas as três horas. Fizemos o nosso melhor, mesmo fora de casa, e isso é resultado de todo o ambiente que criamos desde a nossa chegada. Então acho que merecemos”, disse.
Matos também falou da preparação e comentou que toda a equipe tem parte nessa conquista. “É sempre um prazer jogar ao lado do Felipe e junto ao time incrível que temos. Fizemos um ótimo trabalho essa semana e não poderia estar mais orgulhoso por esse feito”, completou.
Com a classificação assegurada para os Qualifiers, o capitão do Time Brasil BRB, Jaime Oncins, resumiu a atuação dos atletas. “A equipe mostrou desde o início que veio para ganhar. Primeiro, o Monteiro com uma linda vitória sobre o número 4 do mundo e, depois, o Wild, em boa fase, para confirmar a vantagem. Hoje, a dupla foi de matar o coração. Depois de três horas de um grande jogo, ter ganho no tiebreak foi um alívio e uma emoção muito grande. Ainda mais que a arena estava com a atmosfera favorável ao time da casa. Tivemos uma grande vitória contra a Dinamarca”, pontuou.
Confira os resultados deste sábado (16)
Rafael Matos (BRA)/Felipe Meligeni (BRA) d. Johannes Ingildsen (DEN)/Christian Sigsgaard (DEN) – 6/7 7/5 7/6
Elmer Møller (DEN) d. Marcelo Demoliner – 6/3 6/7 10-4
Mais uma vez, Novak Djokovic deu sinais do motivo de ser um dos maiores jogadores de todos os tempos ao conquistar neste domingo o título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
Na grande final diante de Daniil Medvedev, o sérvio começou como sabe, muito sólido e dominando a partida pra abrir 6/3 com certa tranquilidade.
Depois, o russo elevou seu nível e teve muitas chances de empatar a partida, inclusive com um set-point, no qual Medvedev buscou uma passada, admitindo depois da partida que deveria ter sido na paralela e não na cruzada, como tentou, facilitando o voleio de Djokovic.
No terceiro set, o sérvio começou muito bem mais uma vez, conquistando cedo uma quebra de saque, que depois foi devolvida pelo russo, que não manteve e viu Djokovic fechar a partida com parciais de 6/3 7/6(5) e 6/3.
Esse foi o quarto título de Djokovic no US Open, chegando também ao seu 24º título de Grand Slam na carreira, igualando a marca de Margaret Court, mas abrindo vantagem sobre Rafael Nadal, que tem 22.
Foi com emoção, foi de virada, mas Coco Gauff fez a festa da torcida da casa e conquistou neste sábado o título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
A final contra Aryna Sabalenka começou como se esperava, com a bielorrussa batendo muito forte na bola e a norte-americana se defendendo, sempre tentando devolver uma bola a mais.
Porém, Sabalenka foi muito firme, não deu muitas chances e fechou a primeira parcial por 6 /2, e parecia caminhar rumo ao segundo título de Slam no ano, já que conquistou o Australian Open.
Gauff fez o que costuma fazer muito bem. Permaneceu. Pouco a pouco, foi forçando mais erros da adversária e colocando Sabalenka em uma posição desconfortável. Assumiu a dianteira na segunda parcial e não desperdiçou a chance, empatando a partida ao anotar 6/3.
No terceiro set, o psicológico era todo da jogadora da casa, que empurrada pela torcida abriu larga vantagem e freou a reação da bielorrussa pra fechar a virada por 6/2.
Foi o primeiro título deste tamanho de Gauff, que havia perdido a final de Roland Garros do ano passado para Iga Swiatek. Iga havia vencido o Grand Slam americano no ano anterior.
“Sinto que estou em choque neste momento. Aquela derrota na França (Roland Garros 2022) foi uma dor no coração pra mim, mas percebo que Deus faz você passar por tribulações e provações, e isso torna esse momento ainda mais doce do que eu poderia imaginar.” disse a norte-americana depois da partida.
“Eu simplesmente sabia que se não desse tudo de mim, não teria chances de vencer.” completou.
O Brasil tem um novo campeão de Grand Slam. Neste sábado, 09 de setembro, o carioca João Fonseca se tornou campeão do US Open juvenil e também aparecerá como número um do mundo no ranking da categoria, na 2a feira.
Depois de ter alcançado as quartas-de-final em Melbourne, Paris e Wimbledon, João queria ultrapassar a barreira das quartas-de-final. Ultrapassou e foi além.
Venceu o americano Learner Tien, de virada, por 46 64 63 para conquisatr o trofeu e se tornar o 3o. brasileiro a conquistar o trofeu na categoria. Antes, em 2020, Tiago Fernandes venceu o Australian Open e em 2018, Thiago Wild no mesmo US Open.
Fonseca US Open 2023 (Cynthia Lum)
“Eu queria muito passar as quartas-de-final. Eu já tinha chegado nessa fase nos outros três Grand Slams. Eu tive um jogo muito duro nas quartas e fui ganhando casca, vencendo jogos no 3o. set que eu sempre perdia,” contou o carioca. “Estou muito feliz. Só quero agradecer. Eu amo esse esporte.”
João levou um pouquinho do Brasil para Flushing Meadows. A torcida brasileira deu força para o jovem de 17 anos gritando Joãaaaao Fonseca. O americano chegou a ter vantagem no 2o e no 3o. set. “A torcida não atrapalhou o Tien, mas me deu muito força.”
Com a conquista, João encerra a sua participação no juvenil e vai encarar o circuito profissional.
Está marcada para esse sábado, por volta das 17h no horário de Brasília, a grande final feminina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro de Nova York, nos Estados Unidos.
E a torcida norte-americana, com certeza, será de Coco Gauff, que fará sua primeira final de US Open da carreira. A tenista da casa de 19 anos e atual número 6 do mundo garantiu sua vaga ao bater na semifinal a tcheca Karolina Muchova.
Essa será a segunda final de Grand Slam da carreira de Gauff, que ficou com o vice-campeonato de Roland Garros no ano passado.
Sua adversária será Aryna Sabalenka e a bielorrussa teve que lutar muito pra virar a partida diante de Madison Keys, impedindo uma final 100% norte-americana.
Sabalenka estará em busca do seu segundo título de Grand Slam, depois da conquista do Australian Open deste ano.
As duas já se enfrentaram cinco vezes ao longo da carreira, com vantagem para a norte-americana, que levou a melhor em três oportunidades. Porém, no jogo entre elas na atual temporada até o momento, Sabalenka saiu com a vitória, nas quartas de final do WTA 1000 de Indian Wells.
A final do US Open neste domingo será entre o sérvio Novak Djokovic e o russo Daniil Medvedev.
Djokovic foi o primeiro a se classificar para a decisão do Grand Slam americano, a sua 10a em Nova York, ao derrotar com superioridade absoluta o jovem americano de 20 anos, Ben Shelton por 63 62 76(4), que disputava sua primeira semifinal de um torneio desta categoria.
Djokovic joga sua 10a final no US Open (Brad Penner/USTA)
Após o jogo, ainda em quadra, o sérvio, que voltará à posição de número um do mundo na 2a feira, disse que assistiria à outra semifinal sentado,com as pernas pra cima e comendo pipoca.
E o jogo entre Medvedev e outro jovem, bem mais experiente que Shelton e da mesma idade, Carlos Alcaraz, teve todos os ingredientes de uma épica batalha vencida pelo russa por 76(1) 61 36 63 em 3h15min de jogo.
Para Medvedev ele tinha que se superar para ganhar do então campeão do US Open. “Ele tinha me vencido fácil duas vezes esse ano. Sabia que tinha jogar melhor do que eu jogo e consegui fazer isso. Joguei 12 de 10.” Para Alcaraz foi uma dura derrota de quem foi humilde e fez uma análise realista. “Eu achei que já estivesse maduro, mas não soube encontrar uma saída para o jogo que ele apresentou.”
Os dois melhores do torneio voltam a se encontrar no domingo, como uma repetição da final de 2021, vencida por Medvedev, no ano em que o sérvio jogava para completar o Grand Slam.
O tenista brasileiro João Fonseca está na final do US Open juvenil. Com 17 anos recém completados, o carioca derrotou o italiano Federico Cina por 64 36 64 em uma partida que foi interrompida duas vezes por causa do calor e da chuva em Nova York.
João Fonseca está na final do US Open juvenil (Cynthia Lum)
Neste sábado ele enfrentará o americano Learner Tien, 13o. no ranking da ITF, pelo título do US Open e também pelo posto de número um do mundo na categoria.
Cinco anos atrás o paranaense Thiago Wild foi campeão juvenil do Grand Slam americano e em 2010 Tiago Fernandes foi campeão do Australian Open junior.
Entre os brasileiros que chegaram ao posto de número um do mundo no juvenil tivemos Tiago Fernandes, no mesmo 2010 e Orlando Luz em 2015.
Felipe Meligeni precisou abandonar a partida contra o argentino Sebastian Baez, 32o. colocado no ranking mundial, que valia vaga na 3a rodada do US Open.
Felipe Meligeni no US Open (Dustin Satloff/USTA)
O brasileiro sentiu uma lesão no tendão esquerdo (calcanhar de aquiles) que já vem incomodando há algum tempo. O brasileiro fazia uma partida equilibrada contra o argentino, venceu o primeiro set por 76 e perdeu os dois seguintes por 6/4 6/4.
Ele disputava a sua primeira chave principal de Grand Slam e era o seu quinto jogo em Nova York, depois de ter passado pelo difícil qualifying e vencido a 1a na chave.