Melo e Kubot passam por irmãos Bryan e decidem Washington contra Kontinen/Peers

Marcelo Melo e Lukasz Kubot chegam a mais uma final em 2017. Neste domingo (6), no Rock Creek Park Tennis Center, em Washington, Melo e Kubot decidem o título do ATP 500 local, disputado no piso duro, diante do finlandês Henri Kontinen e do australiano John Peers, seus maiores rivais nesta temporada.

Neste sábado (5), pelas semifinais, eles derrotaram os irmãos Bryan, Bob e Mike, por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (5) e 6/4, em 1h26min, garantindo lugar na decisão. Kontinen e Peers passaram pelo brasileiro Bruno Soares e o inglês Jamie Murray por 2 sets a 1, 6/7(7), 7/5 e 10/8.

A partida reunirá as duas melhores parcerias da temporada 2017 e os quatro primeiros colocados no ranking mundial individual de duplas. O brasileiro Marcelo Melo é o líder, seguido por Kontinen, por Peers e por seu parceiro, o polonês Kubot, que ocupa o quarto lugar. Juntos, Melo e Kubot lideram o ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017, já classificados para disputar o ATP Finals, enquanto Kontinen e Peers estão na segunda colocação.

Será a quarta final seguida da dupla Melo e Kubot em 2017 – agora em piso duro –  e a sétima do ano. Eles estão invictos há 17 jogos. E vêm de uma sequência de três títulos na grama: na Holanda, na Alemanha e em Wimbledon. Nesta temporada, já venceram também em Miami (quadra rápida) e Madri (saibro), além de um vice-campeonato em Indian Wells (EUA).

Melo e Kubot disputam o Citi Open como cabeças de chave 2. Kontinen e Peers são cabeças 1. Assim, o jogo tem tudo para ser muito equilibrado. “Mais uma grande vitória, mais um jogo muito sólido. Foi muito importante ficar firme em todos os momentos, mesmo tendo chances perdidas no primeiro set. No segundo, conseguimos dominar desde o início. Jogamos contra aquela que é considerada por muitos como a melhor dupla da história, uma partida sempre muito difícil, em todos os aspectos, dois jogadores que erram muito pouco, mudam muito o jogo. Tivemos de jogar o nosso melhor mesmo para ganhar”, analisou Melo.

“Agora, esperamos fazer o mesmo na final, que é mais um jogo muito duro que teremos pela frente, contra Kontinen e Peers. Fizemos cinco sets com eles em Wimbledon. Ganharam duro na semifinal aqui do Bruno e do Jamie. Estamos muito bem preparados para fazer mais um belo jogo neste domingo”, completou.

Melo e Kubot chegam à 16ª vitória seguida e estão na semi em Washington

Marcelo Melo e Lukasz Kubot estão nas semifinais do ATP 500 de Washington, nos Estados Unidos, que é disputado no piso duro.

Nesta sexta-feira , em partida válida pelas quartas de final, eles venceram o holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau por 2 sets a 1, com parciais de 7/6(3), 4/6 e 10/7, em 1h39, comemorando sua 16ª vitória seguida na temporada. Agora, a dupla número 1 do mundo e cabeça de chave 2 do torneio enfrenta, em busca da vaga na decisão, os irmãos Bryan, Bob e Mike, cabeças 4, que venceram Rohan Bopanna (India)/Donald Young (EUA) por 2 sets a 0 (7/5 e 6/4). O jogo será neste sábado (5), no Grandstand 1 do Rock Creek Park Tennis Center, a partir das 17h (horário de Brasília).

A partida promete muito equilíbrio. Melo e Kubot são os líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017, já classificados para disputar o ATP Finals, enquanto Bob e Mike ocupam a terceira colocação. No ranking mundial individual de duplas, Marcelo é o atual número 1, seu parceiro é o quarto do mundo e os irmãos Bryan dividem a sétima colocação.

Marcado para a quinta-feira (3) à noite, o jogo pelas quartas de final entre Melo/Kubot e Rojer/Tecau teve de ser transferido para esta sexta-feira em função das chuvas em Washington, que modificaram a programação do torneio.

Melo e Kubot vencem na estreia em Washington e chegam à 15ª vitória seguida

Marcelo Melo e Lukasz Kubot conquistaram, nesta segunda-feira (31) a 15ª vitória seguida nesta temporada, na estreia do ATP 500 de Washington, nos Estados Unidos, que é dsputado no piso duro.

Cabeças de chave nº 2, o mineiro Melo e o polonês derrotaram o sueco Robert Lindstedt e o austríaco Dominic Thiem por 2 sets a 0, com um duplo 7/5,em 1h30 de jogo. Nas quartas de final, eles terão pela frente os vencedores de Grigor Dimitrov (Bulgária)/Lucas Pouille (França) e Jean-Julien Rojer (Holanda) / Horia Tecau (Romênia).

Esta foi a primeira partida de Melo e Kubot depois da comemoração do inédito título de Wimbledon. Em Washington, eles deram início à preparação para o quarto e último Grand Slam deste ano, o US Open, no final de agosto. Marcelo joga como atual número 1 do ranking mundial individual de duplas. Kubot é quarto do mundo.

Melo e Kubot mostraram consistência ao longo da partida, pois mesmo perdendo o serviço, reagiram rápido, sem permitir que os adversários dominassem o placar. A partida confirmou o ótimo momento da dupla, que vem de uma invencibilidade de 14 jogos na grama, e mostrou o acerto dos treinos fortes realizados na Flórida, na semana passada, na adaptação ao piso duro, superfície dos próximos torneios.

Depois do título em Wimbledon, Melo define US Open e ATP Finals como próximas metas

Foram 14 jogos e 14 vitórias na grama. Uma sequência conquistada ao longo de três torneios, com três títulos comemorados. Entre eles, o grande sonho da carreira do tenista brasileiro Marcelo Melo: ser campeão de Wimbledon. Sonho que se tornou realidade no sábado (15), após uma maratona de quase cinco horas de partida ao lado de seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot. E que foi seguida de muita emoção e vários momentos inesquecíveis, na quadra e fora dela, como a presença no tradicional Jantar de Gala, que encerrou a programação em Londres, na Inglaterra.

Agora, o campeão Melo está de volta ao Brasil, trazendo o tão sonhado e inédito troféu de Wimbledon, juntamente com o seu retorno ao primeiro lugar no ranking mundial individual de duplas – posição que já ocupou em 2015/2016 – e a vaga antecipada para o ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals – será sua quinta participação consecutiva. Além disso, passou a ser recordista isolado de títulos entre os brasileiros, somando um total de 27 na carreira.

O Brasil voltou a ser campeão em Wimbledon após 51 anos e pela primeira vez entre os homens em 140 anos de história do tradicional torneio inglês. A última comemoração havia sido nas duplas femininas, em 1966, com Maria Esther Bueno. E Melo acrescentou mais um Grand Slam a sua carreira – em 2015 conquistou o título de Roland Garros, em Paris, na França, ao lado do croata Ivan Dodig.

“Foi muito especial, por tudo que vivi, ser o primeiro brasileiro a comemorar o título. A maioria dos jogadores quer ganhar em Wimbledon. Meu grande sonho. Sempre gostei de jogar na grama e este ano os resultados vieram, nos torneios preparação e no nosso grande objetivo, em Londres. Momento inesquecível, que vem se juntar ao título em Roland Garros e ao primeiro lugar no ranking”, relembra Marcelo, que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), em entrevista coletiva na loja Centauro do Bourbon Shopping, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (20).

Os próximos passos – Meta alcançada, a dupla Melo e Kubot já olha para o futuro. O próximo torneio será a partir do dia 31 deste mês, em Washington, nos Estados Unidos: o Citi Open (ATP 500), iniciando a preparação em quadra rápida para o quarto Grand Slam do ano, o US Open, no final de agosto. Mais duas competições estão na programação, antes do Aberto dos Estados Unidos: Coupe Rogers (ATP 1000), em Montreal, no Canadá, e Western&Southern Open (ATP 1000), em Cincinatti (EUA).

“Posso dizer que, felizmente, tivemos de estipular novas metas, já que alcançamos o objetivo traçado em Wimbledon. Buscar novos títulos em Masters Series e, quem sabe, um grande resultado no US Open, sem falar no Finals, em Londres, onde acabamos de confirmar nossa vaga”, explica Marcelo. “Novos desafios, sempre passo a passo, jogo a jogo, tentando repetir esse ótimo momento na grama”, completa.

Na temporada, cinco títulos e 34 vitórias – O mineiro Marcelo Melo, 33 anos, e o polonês Lukasz Kubot, 35 anos, estão jogando juntos desde o início da temporada. Antes, formaram parceria em torneios como o ATP de Viena, onde foram campeões em 2015 e 2016.

“No começo do ano, estávamos nos conhecendo mais, buscando um caminho para formar uma boa dupla e hoje conseguimos isso, esse entrosamento, e os resultados apareceram. Nós nos entendemos muito bem, dentro e fora da quadra, em um relacionamento de muito respeito”, afirma Marcelo.

Com a vitória em Wimbledon, somaram nada menos do que 14 partidas invictas em quadra de grama e três conquistas nesse piso este ano, em uma trajetória que começou com o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda, passou pelo ATP 500 de Halle, na Alemanha, e terminou de forma brilhante em Wimbledon. Até o torneio holandês, Melo não tinha títulos na grama. Agora, soma três consecutivos e com o grande sonho realizado em Londres.

Melo e Kubot foram os campeões de duplas da edição 2017 do torneio de Wimbledon em uma partida com 4h39min de duração, derrotando o austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic por 3 sets a 2, com parciais de 5/7, 7/5, 7/6(7/2), 3/6 e 13/11.

No ranking divulgado nesta segunda-feira (17), Melo apareceu como novo número 1 com 9.220 pontos, 1.280 pontos à frente do finlandês Henri Kontinen. Seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, subiu de oitavo para quarto lugar, agora com 7.140 pontos. Esta é a segunda vez que Melo ocupa a liderança do ranking mundial individual de duplas. A primeira foi em novembro de 2015, permanecendo como número um por 26 semanas.

Melo e Kubot são os atuais líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals, somando 6.160, com 2.090 a mais do que a dupla segunda colocada, formada por Kontinen e o australiano John Peers. E já garantiram vaga para a edição deste ano – a única parceria classificada até agora. Será a quinta participação seguida de Marcelo, que jogou em Londres em 2013, 2014, 2015 e 2016, todas com Dodig.

Em 2017, a dupla já venceu, no total, 34 jogos, com apenas nove derrotas. Entre essas vitórias está a 400ª da carreira de Melo, obtida na estreia em Roland Garros.

Das 27 conquistas de Marcelo na carreira, cinco foram nesta temporada. O primeiro título em torneios ATP foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Agora, tem dois Grand Slam – Roland Garros 2015 e Wimbledon 2017 -, além de um vice em Londres (2013) e duas semifinais no US Open. Na campanha do vice em Wimbledon e para ser campeão em Roland Garros, Melo jogou com o croata Ivan Dodig.

Este ano, Melo e Kubot comemoraram os títulos de dois Masters 1000 – Miami (Quadra Rápida) e Madri (Saibro) –, o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda (Grama) e o ATP 500 de Halle, na Alemanha (Grama). E, agora, Wimbledon.  Foram, assim, campeões em três diferentes pisos.

Na carreira, com 27 conquistas no total, duas em Grand Slam, Marcelo também lidera no número de títulos em Masters 1000. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017).

Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos

Marcelo Melo faz história e é campeão de Wimbledon ao lado de Lukasz Kubot

Marcelo Melo realizou um de seus maiores sonhos e se tornou campeão de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra. Com a conquista, o Brasil voltou a triunfar em Wimbledon após 51 anos, quando Maria Esther Bueno foi campeã.

Neste sábado, o mineiro e seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, triunfaram na grande final diante do austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic, de virada, com parciais de 5/7 7/5 7/6(2) 3/6 e 13/11, em quase 5 horas de jogo.

Esse foi o segundo título de Slam de Melo, que já foi campeão também de Roland Garros, em 2015, quando jogava com o croata Ivan Dodig.

Além disso, Melo e Kubot chegaram ao terceiro título seguido, depois dos ATP’s de ‘s-Hertogenbosch e Halle.

Vale destacar também que, com a campanha, o brasileiro garantiu também seu retorno ao topo do ranking de duplistas da ATP, sendo que ele e o polonês também lideram o ranking de duplas da temporada.

“Não tenho palavras para descrever o sentimento depois desse jogo. Eu ainda vou precisar de um tempo para assimilar esse grande feito. É aproveitar agora o momento, curtir o máximo. Meu sonho sempre foi conquistar um Grand Slam e, especialmente, Wimbledon.  Sempre falei isso. Todos os anos que meu foco era vir e ganhar aqui. Desde pequeno sonhei.  A grama foi um piso que sempre gostei de jogar. Fomos para os outros torneios, antes, na grama, pensando em Wimbledon. E poder ganhar aqui, nossa… É Wimbledon! Poder entrar para a história. Ser afortunado de jogar naquela quadra central e vencer. Realmente, puderam ver pela minha reação”, comemorou um emocionado Marcelo.

“Agradeço todo mundo, ao meu time, todos que trabalham comigo, meus patrocinadores, todo mundo que me apoia, os torcedores que mandam mensagens. A todo mundo que me incentiva e torce por mim. É isso. Estava muito feliz por já ter conquistado Roland Garros e ter sido número 1. Agora, aqui,  esta semana, recuperar o número 1 do mundo, naquela semifinal tão importante, e poder virar campeão de Wimbledon. Ter na carreira esses títulos, ser número um do mundo, estou muito feliz”, completou o tenista.

“Estamos muito felizes, comemorando esse  triunfo. Um torneio tão tradicional, que o Marcelo sempre quis ganhar, na grama, o piso que ele mais gosta. É aproveitar este momento tão especial, depois de duas semanas de muitas batalhas. Demais! Não tem como expressar tamanha felicidade”, vibrou Daniel Melo, irmão e treinador de Marcelo, que está ao seu lado na conquista de todos os 27 títulos da carreira.

O jogo – Após um início de partida muito equilibrado, com as duas duplas mantendo os seus serviços sem maiores problemas, até o 5/5, Marach e Pavic conseguiram a primeira quebra do jogo, em um um game no qual Kubot acabou não tendo bom aproveitamento do primeiro saque e facilitou as devoluções dos adversários, que marcaram 6/5 e fecharam em 7/5.

No segundo set, a reação. Jogando pressão sobre a dupla adversária e sabendo da importância de não deixar Marach e Pavic abrirem 2 a 0 na partida, Melo e Kubot devolveram o placar, quebrando o serviço do austríaco no 12º game, com um lob perfeito do polonês. Um game que começou com uma grande devolução de Melo, que vibrou muito, punho cerrado, mostrando que iria com tudo para buscar o empate.

Na terceira série, um decisivo tie break. Após muito equilíbrio, com as duplas mostrando um tênis de alto nível, e o empate em 6/6, Melo e Kubot jogaram muito para virar a partida e ir em busca da vitória: abriram 4/2 e não deram mais chances aos adversários, fazendo 7/2. Um grande tie break da dupla, 7/6 (7/2) no set. Dois a um no jogo.

Antes do início do quarto set, Marach chegou a ser atendido na perna esquerda, o que se repetiu por mais duas vezes, mas seguiu normalmente na partida.

Se até o terceiro set, o jogo teve apenas duas quebras, a quarta série contou com uma sequência de breaks. Marach e Pavic quebraram o saque de Marcelo para abrir 3/1. Melo e Kubot reagiram, devolvendo o break, em grande momento do tenista mineiro. Só que, na sequência, Kubot cometeu dupla falta e permitiu nova quebra aos adversários, que fizeram 4/2. Aproveitando a queda de rendimento de Melo e Kubot, mantiveram o ritmo para fazer 5/2 e fechar em 6/3, levando o jogo para a série decisiva.

No quinto set, mais equilíbrio, emoção e tensão na disputa ponto a ponto. Em jogo, o título de Wimbledon. Com direito a aces de Melo e Kubot para confirmar seus serviços. E eles tiveram uma grande chance de quebra no oitavo game, mas os adversários acabaram empatando em 4/4. Aí confirmaram para fazer 5/4 e buscar a vitória e o título.  Novo empate, em 5/5, após mais de sete minutos de game, com os jogadores se superando em quadra. Melo sacou muito para colocar a dupla novamente à frente: 6/5 com um ace do brasileiro, que vibrou muito. Mas, Marach e Pavic salvaram dois match points para empatar novamente em 6/6. Mais uma vez Melo e Kubot à frente, 7/6, com dois aces do polonês. Mais um empate: 7/7. E foi assim até o 11/11, quando o jogo, após 4h34min foi suspenso por 10 minutos para que o teto fosse fechado e as luzes acesas. Na volta, vitória por 13/11, na quebra do saque de Pavic.

A campanha em Wimbledon – Até a disputa da final, Melo e Kubot precisaram jogar durante 14h10min para vencer cinco jogos, passando pelos holandeses Wesley Koolhof e Matwe Middelkoop por 3 sets a 0 – 6/4, 6/0 e 6/3; pelo alemão Philipp Petzschner e o austríaco Alexander Peya por 3 sets a 2 – 6/2, 5/7, 6/3, 3/6 e 11/9; pelo romeno Florin Mergea e o paquistanês Aisam Qureschi por 3 sets a 2 – 6/7 (3-7), 4/6, 6/1, 6/4 e 6/2; pelos irmãos britânicos Ken Skupski e Neal Skupski, por 3 a 0 – 7/6 (13/11), 6/4 e 6/4; e pelo finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, por 3 a 2 – 6/3, 6/7(4/7), 6/2, 4/6 e 9/7. Neste sábado foram mais 4h39min para conquistar o título diante de Marach e Pavic.

Número um, de novo. E recordista brasileiro em títulos – Esta é a segunda vez que o mineiro Marcelo Melo ocupa a liderança do ranking mundial individual de duplas. A primeira foi em novembro de 2015, permanecendo como número um por 26 semanas. Em 2015, aliás, ano em que terminou como melhor do mundo, Marcelo venceu seu primeiro Grand Slam, em Roland Garros. No total, nesse ano, conquistou seis títulos e comemorou as suas 300 vitórias na carreira no ATP de Miami.

E foi a segunda vez que Melo chegou à final do tradicional torneio de Wimbledon. Em 2013, ao lado de Dodig, foi vice-campeão, perdendo a decisão para os irmãos Bob e Mike Bryan. Agora, o tão sonhado título. Nesse ano de 2013, foi ainda semifinalista do US Open e terminou pela primeira vez entre os 10 do mundo – ocupando a sexta colocação no ranking. Em 2014, mais uma semifinal de US Open e, em Wimbledon, quartas de final.

O primeiro título em torneio ATP do tenista mineiro foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Agora, com a conquista em Wimbledon, soma 27 campeonatos, recorde entre os brasileiros.

O título em Wimbledon 2017 – onde já tinha o vice em 2013 – vem se somar à conquista em Roland Garros 2015 como os grandes momentos de Marcelo em torneios Grand Slam. Foi, também, duas vezes seminifinalista no US Open.

Juntos, Melo e Kubot são os atuais líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals. Em sua carreira, Marcelo já disputou o ATP Finals, em Londres, em 2013, 2014, 2015 e 2016.

A dupla número 1 do mundo chega a 34 vitórias na temporada, incluindo a 400ª da carreira de Melo, obtida na estreia em Roland Garros 2017, e apenas 9 derrotas. Terminam a série de três torneios – Holanda, Alemanha e Wimbledon – invictos em quadra de grama, com três títulos e 14 vitórias consecutivas.

Em 2017 conquistaram os títulos de dois Masters 1000 – Miami (Quadra Rápida) e Madri (Saibro) –, o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda (Grama) e o ATP 500 de Halle, na Alemanha (Grama). E, agora, Wimbledon.

Na carreira, com 27 conquistas no total, duas em Grand Slam, também lidera no número de títulos em Masters 1000. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017).

Fotos de Cynthia Lum

Melo e Kubot vão à final de Wimbledon e mineiro garante volta ao topo do ranking

Mais uma vez, Marcelo Melo está na final de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Em grande fase, depois de dois títulos seguidos na grama – ‘s-Hertogenbosch e Halle – o mineiro e o polonês Lukasz Kubot mantiveram o ritmo e, nesta quinta-feira, garantiram vaga na decisão com vitória sobre o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, com parciais de 6/3 6/7(4) 6/2 4/6 e 9/7.

Com o resultado, Melo garantiu também o retorno ao topo do ranking de duplas da ATP, tomando o lugar do próprio Kontinen.

Essa será a segunda vez que ele vai tentar o título de Wimbledon. A primeira foi em 2013, ao lado do croata Ivan Dodig. Na ocasião, eles foram superados pelos irmãos norte-americanos Bob e Mike Bryan.

Em jogo de quase 4 horas, Melo e Kubot vencem e chegam às oitavas de Wimbledon

Em uma partida muito disputada, a mais longa desta edição do torneio de duplas até agora, decidida apenas após um equilibrado quinto set, Marcelo Melo e Lukasz Kubot garantiram, neste sábado (8), um lugar na terceira rodada do tradicional torneio de Wimbledon, em Londres, na Inglaterra, que é disputado na grama.

Eles derrotaram o alemão Philipp Petzschner e o austríaco Alexander Peya por 3 sets a 2, parciais de 6/2, 5/7, 6/3, 3/6 e 11/9, em 3h46min. Foi a décima vitória seguida da dupla em quadra de grama nesta temporada.

Uma vitória difícil e muita comemorada. A segunda diante de Petzschner e Peya em 2017, dupla que Melo e Kubot já tinham vencido na primeira rodada de ‘s-Hertogenbosch, em junho, na Holanda, torneio em que foram campeões.

Agora, Melo e Kubot voltam às quadras do All England Club para as oitavas de final, em partida que deve ser programada para esta segunda-feira (10), quando terão pela frente o romeno Florin Mergea e o paquistanês Aisam Qureshi, que venceram os austríacos Julian Knowle e Philipp Oswald por 5/7, 7/5, 6/3 e 7/6(7-5).

“Estamos muito felizes com a forma como jogamos. Contamos com apoio de brasileiros assistindo à partida. Foi uma batalha mental muito forte, uma vez que os dois chamaram o médico duas vezes, mas mostraram que estavam em plenas condições. Conseguimos ficar focados e acabamos ganhando. Terminamos bem fisicamente, por mais que o jogo foi longo. Vencemos mais uma partida duríssima, diante de uma dupla muito experiente, e agora é continuar passo a passo, descansar, recuperar e ficar pronto para o próximo jogo. Devemos voltar à quadra na segunda”, disse Melo.

Marcelo Melo e André Sá estreiam nesta quarta-feira em Wimbledon

Marcelo Melo e Lukasz Kubot estreiam nesta quarta-feira em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra. Os adversários serão os holandeses Wesley Koolhof e Matwe Middelkoop. Será a quarta partida programada para a quadra 4, com início por volta das 12h (horário de Brasília).

Cabeças de chave número 4 em Wimbledon e atual dupla número um do mundo, Melo e Kubot chegam a Londres invictos em quadra de grama nesta temporada, após conquistar dois torneios como preparação, em ‘s-Hertogenbosch e Halle, no mês passado, resultados que os colocam como destaques para a disputa deste ano.

“Estamos vindo de dois títulos e ótimas vitórias na grama, que nos deram muita confiança, isso chama a atenção para nós, mas não considero que vamos começar o torneio como favoritos. A chave de Wimbledon tem duplas bem perigosas em pisos rápidos como a grama, que estão também jogando muito bem. Importante é manter a calma, o foco, como fizemos antes dessas conquistas, evoluindo passo a passo”, disse Melo, que não esconde que Wimbledon é seu torneio favorito e quer muito um título em Londres:

“Aqui tem toda uma tradição, todos de branco, um respeito, um templo do tênis. O título em Wimbledon é muito especial. Posso dizer que praticamente todos os jogadores sonham com essa conquista. Gosto muito de jogar na grama. Fizemos uma excelente preparação e, sem dúvida, vamos com tudo em busca desse objetivo, de um grande resultado, usando dessa confiança que conquistamos nas semanas anteriores”, completa o vice-campeão do torneo em 2013, jogando com o croata Ivan Dodig.

Quem também joga nesta quarta-feira é André Sá, ao lado do israelense Dudi Sela. O mineiro vem de boa campanha na grama, quando ficou com o vice campeonato do ATP de Eastbourne, jogando com o indiano Rohan Bopanna.

Seus primeiros adversários serão o norte-americano Nick Monroe e o neozelandês Artem Sitak, no segundo jogo da quadra 7.

Embalado por 2 títulos seguidos, Melo tem Wimbledon como um grande sonho

Marcelo Melo dá início, na próxima semana, à busca de um sonho: a conquista do título de duplas de Wimbledon, torneio que será disputado entre os dias 3 e 16 de julho, em Londres, na Inglaterra. O mineiro já tem um Grand Slam na carreira: Roland Garros, na França, em 2015. Mas não esconde que o tradicional torneio inglês é o seu favorito e que sempre gostou de jogar na grama. E quer conseguir, nesta temporada, um grande resultado nas quadras do All England Club, onde foi vice-campeão em 2013.

Para isso, ao lado do parceiro Lukasz Kubot, da Polônia, Melo fez uma cuidadosa preparação voltada para esse objetivo e disputou dois torneios na grama no mês de junho: o ATP 250 de ‘s-Hertogenbosch, na Holanda, e o ATP 500 de Halle, na Alemanha. Os resultados não poderiam ter sido melhores. A atual dupla número um do mundo conquistou os dois títulos – os primeiros de Melo nesse piso – e chega a Wimbledon mostrando grande adaptação à grama, um jogo consistente e com muita confiança. Melo e Kubot já estão treinando em Londres.

“Um grande resultado em Wimbledon, para mim, será especial. É o meu torneio favorito e quero muito conquistar um título nesse templo sagrado do tênis. Depois de Roland Garros, no início de junho, eu e o Lukasz fizemos um planejamento para nos adaptarmos à grama. E a minha avaliação é que, juntos, nos acostumamos até rápido demais ao piso”, afirma Melo.

Melo ressalta a importância de vencer o primeiro torneio que a parceria jogou junta na grama, no ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda . “Depois veio a conquista do ATP 500, de Halle, na Alemanha. Nessa preparação, ganhamos vários jogos em seguida, alguns com facilidade, outros exigindo recuperação para a virada. Então, acho que foi um planejamento correto para Wimbledon, principalmente devido à quantidade de jogos na grama. Toda essa sequência ajuda muito em todos os aspectos. Quem sabe, agora, poderemos comemorar o título em Londres, nosso próximo desafio e grande objetivo. Vamos com tudo, aproveitando esse ritmo e essa confiança total.”

Em 2013, Melo foi vice-campeão de Wimbledon jogando ao lado do croata Ivan Dodig – seu parceiro também no título em Roland Garros. Eles perderam a final para os irmãos Bryan. “Relembro os ótimos momentos que tivemos naquele ano, cada jogo que fizemos. Aquela partida decisiva foi especial”, diz. “Também fiz uma semifinal com o André Sá, em 2007, quando estava apenas começando, outro momento marcante”, completa.

Melo e Kubot conquistam em Halle o 2º título seguido e seguem embalados para Wimbledon

Marcelo Melo e Lukasz Kubot são campeões do ATP 500 de Halle, na Alemanha, que é disputado na grama.

Neste domingo,  o mineiro e o polonês comemoraram a segunda conquista seguida na grama, vencendo os irmãos alemães Alexander Zverev e Mischa Zverev, por 2 sets a 1, com parciais de 5/7, 6/3 e 10/8, após 1h25.

Este é o quarto título da dupla nesta temporada – ganharam os Masters 1000 de Miami e Madri, o ATP 250 de ‘s-Hertogenbosch e, agora, na Alemanha.  Com isso, eles se consolidam como líderes no ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals. Melo, terceiro colocado no ranking mundial individual de duplas, conquistou em Halle o 26º título de sua carreira.

“Estamos muito felizes com nosso desempenho na grama. São dois títulos seguidos. Conseguimos jogar muito bem em todas as adversidades, estando na frente, estando atrás, buscando jogo, em dois torneios diferentes. É muito difícil você manter o mesmo ritmo em dois torneios. E fizemos isso. Encontramos bem o caminho e agora é seguir firme para o principal objetivo que é Wimbledon. Estamos bem focados, com confiança lá em cima para poder fazer um bom resultado lá”, comemorou Melo.

Depois dos dois torneios como preparação  e dois títulos na grama, Melo e Kubot seguirão, agora, treinando, até a estreia em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que começa no dia 3 de julho, em Londres, na Inglaterra.