Sabalenka é campeã do Miami Open

Aryna Sabalenka enfim conquistou o título do Miami Open. A tenista da Bielorússia e número um do mundo foi campeã, no lugar onde chama de sua casa, ao derrotar a americana Jessica Pegula, cabeça de chave 4, por 7/5 6/2, no sábado, no Hard Rock Stadium.

“Finalmente consegui voltar a jogar o meu melhor tênis na final,”comemorou Sabalenka, depois de ter perdido as decisões do Australian Open e de Indian Wells, recentemente. “Não queria perder outra final.”

Residente de Miami, a tenista agradeceu também a torcida brasileira que compareceu em peso para apoiá-la no torneio. “Foi muito especial. Estou super feliz de ter o apoio dos brasileiros. Sempre que tem brasileiros, você vai ouvir o apoio deles. São barulhentos e loucos, de uma boa maneira e eu sinto o apoio. Me ajuda a continuar lutando.”

Sabalenka também falou sobre a possibilidade de vir ao Brasil. “Meu namorado (um brasileiro) fica querendo me levar, mas é difícil com o calendário. Eu quero muito ir. Antes de encontrá-lo eu já queria ir para o Rio.”

Sabalenka conquistou o Miami Open pela primeira vez na carreira (Miami Open Presented by Itau)

Diana Gabanyi

Jovem Mensik surpreende e decide o Masters 1000 de Miami contra Djokovic

Novak Djokovic e Jakub Mensik decidem neste domingo o Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos, torneio que é disputado no piso duro.

Na semifinal, o sérvio garantiu sua vaga com relativa tranquilidade ao vencer o búlgaro Grigor Dimitrov em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/3.

Essa é a oitava final de Djokovic no torneio de Miami e ele vai em busca do seu sétimo título, sendo o mais recente em 2016.

Do outro lado, uma surpresa, que é o jovem tcheco Mensik, de apenas 19 anos, que ao longo da campanha teve vitórias sobre jogadores como Jack Draper, Arthur Fils e o norte-americano Taylor Fritz na semifinal.

Será o primeiro confronto entre eles, neste domingo, com o sérvio fazendo sua primeira final de um torneio deste nível.

Foto: Tomás Diniz Santos/South Florida Stadium

Sabalenka e Pegula decidem o Miami Open

Número um do mundo, a bielorussa Aryna Sabalenka jogará neste sábado pelo título do Miami Open. Ela desafia a número 4, a americana Jessica Pegula. Vice-campeã em Indian Wells, Sabalenka tentará sair com o título neste sábado no Hard Rock Cafe Stadium.

Sabalenka é a favorita para a final (foto Miami Open presented by Itau)

Sabalenka chega à decisão sem ter perdido nenhum set e depois de ter arrasado a italiana Jasmine Paolini, na semi, por duplo 6/2. Já Pegula, vem de 2 vitórias seguidas em 3 sets. Ganhou de Raducanu nas quartas e na semi da jovem surpresa das Filipinas, protegée de Rafael Nadal, Alexandra Eala, por 7/6(3) 5/7 6/3.

A bielorussa joga a primeira decisão do Miami Open da carreira e a primeira no lugar que chama de casa e onde vive durante boa parte do ano “Eu adoro estar em casa. Me sinto mais relaxada e à vontade, mas não quer dizer que isso traz o meu melhor. Em outros lugares em que não estou em casa também jogo bem. Mas, com certeza, estar em casa é muito bom.”

Para a final, Sabalenka, que tem sentido o calor dos fãs brasileiros em Miami, espera uma grande batalha

“Já nos enfrentamos diversas vezes e sempre são grandes confrontos. Estou super feliz de estar em uma outra final.”

Diana Gabanyi

João Fonseca vence top-20 Umbert e enfrenta De Minaur nas terceira rodada em Miami

Joao Fonseca of Brazil plays on Stadium Court during the Miami Open tennis tournament, Wednesday, Mar. 20, 2025, in Miami Gardens, Fla. (Robby Illanes/South Florida Stadium)

João Fonseca conseguiu mais uma grande vitória e está na terceira rodada do Masters 1000 de Miami, nos Estados Unidos, torneio que é disputado no piso duro.

Nesta sábado, o brasileiro praticamente não deu chances ao francês Ugo Humbert, número 20 do mundo, vencendo em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/3.

Com um desempenho espetacular nos games de serviço, João perdeu apenas 4 quatro pontos quando sacou ao longo de toda a partida. Quando encaixou o primeiro serviço, foi apenas um ponto concedido ao adversário.

“Jogo duro, com um grande jogador, um top-20. Lá na Copa Davis ele estava com a torcida, em uma condição mais rápida, indoor. Aqui eu estava com a torcida a favor, em condições que eu gosto, bola um pouco maior, então eu estava super bem dentro de quadra.”

“Consegui entrar muito bem, com uma quebra logo no começo. Acho que hoje o essencial foi o saque, mas também a primeira bola, não dando oportunidade pra ele.” disse depois da partida.

Na próxima rodada, o brasileiro terá pela frente o top-10 australiano Alex De Minaur, em confronto que será inédito.

Foto: Robby Illanes/South Florida Stadium/Miami Open

João Fonseca conquista o título do Challenger de Phoenix e entra no top-60 do ranking

João Fonseca é o campeão do Challenger de Phoenix, nos Estados Unidos, torneio que é disputado no piso duro.

Neste domingo, o brasileiro confirmou a grande conquista ao bater o cazaque Alexander Bublik, em sets diretos e dois tiebreaks, com parciais de 7/6(5) e 7/6(0), o que foi o seu terceiro título na temporada, depois das conquistas do Challenger de Canberra e do ATP 250 de Buenos Aires.

Com isso, ele apareceu nesta segunda-feira como o número 60 do mundo, seu melhor ranking até o momento na carreira.

“Um jogo difícil, com um jogador muito habilidoso, que tava sacando muito bem, fazendo bem as transições. Eu sabia que isso ia acontecer, mas não com tanta frequência. Perdi muitas oportunidades no primeiro set, duas vezes sacando pra fechar, mas acontece. Segui firme no jogo, no tiebreak, fechei por um ponto. Foi importante.” disse João.

“No segundo set fui lutando pra quebrar, focando também no meu saque. Tive algumas oportunidades e não consegui. Fui remoendo, mas ao mesmo tempo fui forte pro tiebreak. Fui muito sólido desde o começo e consegui fazer um tiebreak sensacional. Feliz com a mentalidade que tive hoje, meu terceiro título de Challenger. Seguir pra mais. Agora é partir pra Miami e vamos com tudo!” finalizou.

No Masters 1000 de Miami, ele terá pela frente o jovem americano Learn Tien. Os dois já se enfrentaram no juvenil e, no circuito profissional, jogaram duas vezes no Next Gen ATP Finals do ano passado, com duas vitórias do brasileiro.

Foto: Mary Grace Grabill

Diana Gabanyi

Fonseca vence Struff e joga nesta sexta-feira por vaga na semi do Challenger de Phoenix

João Fonseca conseguiu a segunda vitória e está nas quartas de final do Challenger de Phoenix, nos Estados Unidos, torneio que é disputado no piso duro.

Na madrugada de quinta para sexta-feira, ele precisou de três sets pra passar pelo experiente alemão Jan-Lennard Struff, vencendo com parciais de 6/1 4/6 e 6/3.

“Jogo duro hoje. Estava muito frio, em condições difíceis, não consegui me aquecer em quadra, já que esteva chovendo. Foi difícil no começo do jogo, apesar de ter vencido o primeiro set fácil e depois ele foi entrando jogo, acabou jogando melhor e eu fui perdendo um pouco o ritmo.” disse o brasileiro, que completou:

“Logo no começo do 3º set foi importante ter feito a quebra, mantido uma postura boa. Então, esse foi o lado bom de hoje. Manter a postura e me manter firme. Muito feliz por ter passado para as quartas de final. Agora é montar minha estratégia com a minha equipe e ir com tudo pra amanhã.”

Seu adversário nesta sexta-feira, valendo vaga na semifinal, será o francês Hugo Gaston, atual número 93 do mundo, em confronto que será inédito.

Foto: Arizona Tennis Classic

Fonseca passa pela estreia do Masters 1000 de Indian Wells. Wild enfrenta Tsitsipas nesta 6ª feira

João Fonseca estreou com vitória no Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, torneio que é disputado no piso duro.

Nesta quinta-feira, o brasileiro teve trabalho diante do britânico Jacob Fearnley, além de enfrentar um forte vento durante a partida.

Depois de começar bem a partida, vencendo o primeiro set, viu o adversário elevar o nível, se adaptar bem às condições e até liderar o 3º set com quebra de saque de vantagem. Porém, João foi buscar uma ótima virada na parcial pra vencer por 6/2 1/6 e 6/3.

Agora, na segunda rodada, o brasileiro terá pela frente outro britânico, mas provavelmente mais difícil, já que enfrenta Jack Draper, cabeça de chave número 13 do torneio.

Quem joga a segunda rodada nesta sexta-feira é Thiao Wild, que passou pelo francês Alexandre Muller na estreia. O brasileiro terá pela frente o grego Stefanos Tsitsipas, por volta das 19h30min, no horário de Brasília.

Os dois já se enfrentaram uma vez, no ATP da Antuérpia do ano passado, com vitória do grego em três sets.

Foto: Peter Staples

Wild vence. Fonseca estreia em Indian Wells.

Thiago Wild estreou com vitória no Masters 1000 de Indian Wells, o BNP Paribas Open. Ele derrotou o vice-campeão do Rio Open, o francês Alexandre Muller em uma partida emocionante, por 4/6 7/5 7/6(6) e vai enfrentar agora o grego Stefanos Tsitsipas, campeão do ATP de Dubai no fim de semana.

“Foi um jogo muito bom, consegui executar o que havia planejado no pré-jogo com minha equipe, consegui manter a cabeça no lugar, o sangue frio, nos momentos decisivos que foram momentos chave no jogo. Foi bem apertado, mas é seguir trabalhando e já pensar no próximo, é um torneio longo e acabou de começar,” disse o número dois do Brasil.

Thiago Wild enfrenta Tsitsipas (Fotojump)

Atual número um do Brasil, o carioca João Fonseca estreia nesta quinta no deserto californiano. Ele, que está jogando lá pela primeira vez, encara o inglês Jacob Fearnley.

Beatriz Haddad Maia também está em Indian Wells e aguarda a adversária de estreia na simples. Encara a vencedora do jogo entre Kartal e Lepchenko.


Brasil vai a Grécia pela Copa Davis

João Fonseca, número 1 do Brasil (CBT)
O sorteio realizado nesta quinta-feira (6), na sede da Federação Internacional de Tênis (ITF), definiu o adversário do Time Brasil BRB no Grupo Mundial I da Copa Davis. A equipe brasileira enfrentará a Grécia em setembro, nos dias 12 e 13 ou 13 e 14, em mais um confronto fora de casa.

Este será o segundo encontro entre as duas seleções na história da Copa Davis. Em 1963, em Atenas, o Brasil conquistou a vitória por 3 a 2, com destaque para as vitórias de José-Edison Mandarino (2x) e Ronald Barnes.O TIme Brasil BRB retorna à competição, após ter sido superado pela França, nos Qualifiers. Se vencer, retorna a mesma fase e segue na busca por uma vaga nas finais da Copa Davis de 2026.

Jaime Oncins, capitão do Time Brasil BRB, ressaltou a sua insatisfação com mais um sorteio fora de casa. “Mais uma vez, temos que enfrentar um adversário fora de casa, e, infelizmente, o sorteio nos levou para longe de casa novamente. Desta vez, enfrentaremos a Grécia, principalmente com Stefanos Tsitsipas, que é o grande nome da equipe. É bem provável que também vejamos os irmãos Tsitsipas, Stefanos e Petros, em ação. A dificuldade de jogar novamente fora é grande, e, como sempre, o sorteio acaba nos colocando em uma situação complicada. No entanto, ainda há bastante tempo para nos prepararmos, e estou muito otimista com o desempenho dos nossos jogadores. Vamos encarar esse desafio com toda a determinação e lutar pela vitória, mesmo longe da nossa torcida”, declarou.

Bonini é vice no Banana Bowl

Bonini é vice no Banana (Gustavo Gomes / CBT)
O paranaense João Pedro Bonini ficou com o vice-campeonato do 55º Banana Bowl, torneio de nível ITF J500, realizado no Bela Vista Country Club, em Gaspar (SC). As finais foram disputadas neste domingo (2), e o título masculino ficou com o espanhol Andres Santamarta Roig, enquanto o feminino com a norte-americana Thea Frodin.

Na final masculina, Santamarta, de 18 anos, ratificou o favoritismo e venceu Bonini, em dois sets diretos, com parciais de 6/4 6/0. Depois de um primeiro set mais equilibrado, o espanhol não teve dificuldades para fechar a partida contra o paranaense e conquistou o segundo J500 de sua carreira.

“Estou muito feliz, joguei muito bem durante toda a semana, estava concentrado, fiz as coisas certas dentro e fora das quadras. O primeiro set foi muito duro e no segundo acredito que ele decaiu um pouco e eu consegui manter o meu ritmo”, analisou Santamarta, cabeça de chave 1 e número 6 do ranking mundial juvenil.

Mesmo com a derrota, Bonini, de 17 anos, alcançou a sua primeira final de um J500 e analisou sua semana. “Mais que esse jogo, essa semana foi espetacular para mim, é bom demais jogar em casa. Joguei a semana inteira muito feliz e tranquilo. Hoje não deu, mas sabemos a qualidade que tem meu adversário. Eu tive chances, principalmente no início do jogo, mas no segundo set senti um pouco, mas isso é normal. É importante perder para conseguir identificar os pontos que ainda preciso trabalhar”, disse Bonini, cabeça 8 e 34º do mundo.


Já na final feminina, a norte-americana Thea Frodin, cabeça 11, surpreendeu a argentina Sol Larraya Guidi, cabeça 10, sem grandes dificuldades, fechando a partida em 1h15, com parciais de 6/3 6/1.

“Primeiramente, eu gostaria de parabenizar a organização por este torneio. Sobre a partida, eu apenas tentei focar no meu jogo, dando tudo de mim. Tive um duelo muito duro ontem, então meu corpo ainda estava sentindo um pouco.” Sobre o Brasil, a norte-americana não escondeu a felicidade. “Em primeiro lugar, o Brasil é ótimo. É a minha primeira vez aqui, minha primeira vez jogando este campeonato e não tenho nada de ruim para dizer sobre este lugar. As instalações, as pessoas e, claro, a comida são ótimas”, afirmou a campeã do Banana Bowl, que na semana passada foi vice-campeão da Brasil Juniors Cup, em Porto Alegre (RS).


A 55ª edição do Banana Bowl em Gaspar contou com a participação de 128 atletas, nas chaves de simples e duplas, de 24 países. Ao todo, foram disputadas 229 partidas. As categorias 14 e 16 anos, válidas pelo ranking da COSAT, foram realizadas no Esporte Clube Pinheiros, na capital paulista, enquanto o Tennis Kids e os 12 anos jogaram no Alphaville Tênis Clube, em Barueri (SP).