Soares estreia com vitória nas mistas também

Bruno Soares estreou com vitória, neste sábado, na chave de duplas mistas do US Open, categoria em que tem dois títulos em Nova York. Ao lado da nova parceira, a húngara Timea Babos ele derrotou os americanos Sofia Kenin e Michael Mmoh, por duplo 6/2. O brasileiro já havia estreado com vitória na chave de duplas do Grand Slam americano, com Jamie Murray.

“Eu já conhecia a Babos antes mesmo de jogar com ela. É uma grande tenista, muito experiente e começamos muito bem. Estamos confiantes e vamos ver se conseguimos aprontar,” disse Bruno, que foi campeão nas mistas em Nova York com Ekaterina Makarova e Sania Mirza.

Na próxima rodada eles enfrentam a romena Raluca Olaru e o croata Nikola Mektic.

Nas duplas, em que também tem título em Nova York, com o próprio Murray (ano passado), os adversários são o também brasileiro Marcelo Demoliner e o neo zelandês Marcus Daniell.

US Open, no maior campeonato de tênis do mundo, tenistas são os grandes monumentos de Nova York

O US Open, o maior campeonato de tênis do mundo, começa nesta segunda, 28 de agosto. Já faz dias em New York que o tênis tomou a cidade. Hotéis, parques, vitrines de lojas, especialmente para quem está em Mid Town Manhattan, se vestem de tênis.. Este ano a USTA expandiu as ações para o SeaPort district, onde foi sorteada a chave e montaram um espaço de experiências de tênis.


Além dos eventos que aconteceram nos últimos dias em Nova York, o US Open Series, apesar de ter tido menos buzz como circuito do que quando começou há mais de década, dão ao espectador uma sensação de grandeza e fazem o público sentir a energia da metrópole mais vibrante do mundo.

Se pudéssemos fazer uma comparação entre os tenistas e os lugares emblemáticos de Nova York, o campeão de 2009, o argentino Juan Martin del Potro, apelidado de a Torre de Tandil, e que derrotou Roger Federer naquela final seria aquela imagem que se tem do Top of The Rock, do Rockfeller Center. Naquela decisão, a sua única conquista em um Grand Slam e que foi seguida de uma série de lesões e mistérios ele precisou de toda sua energia para vencer por 3/6 7/6(5) 4/6 7/6(4) 6/2 e chegar ao topo, vendo toda Manhattan de cima.

Este ano, depois de um segundo semestre de 2016 dos sonhos, em que conquistou a Davis e a prata olímpica, Del Potro pode nem chegar a ver o Empire State neste ano. O seu ano de 2017 vem sendo mais de baixos do que de altos.

Rafael Nadal, que busca neste US Open manter o seu lugar no topo do ranking mundial e voltar a triunfar na Big Apple, espera poder repetir os gestos de vibração, com os punhos cerrados em Nova York e posar para a foto de campeão ao lado do touro mais famoso de Manhattan, o de bronze que fica em Wall Street.

Em uma das melhores temporadas da carreira, em que conquistou o 10o. Roland Garros, ele deixou claro que um dos grandes objetivos para o segundo semestre era conquistar Nova York.
Cinco vezes campeão do US Open, Roger Federer tentará o sexto título, com mais chances do que nos últimos anos, apesar de uma lesão nas costas que o fez desistir do Masters1000 de Cincinnati, como uma maneira de provar para si mesmo que ainda é possível vencer três Grands Slams em um ano só e que ainda ama muito jogar tênis. A referência para ele pode ser o elegante Metropolitan Museum e suas obras de arte, para buscar inspiração e executar os seus mais belos golpes.
Andy Murray, que acabou desistindo de jogar o US Open, depois da chave ter sido sorteada, tem até uma região em Nova York com o seu nome – não em sua homenagem – a de Murray Hill, entre MidTown e Soho.
O gigante John Isner, que ficaria bem no Empire State Building, Sam Querrey, Jack Sock e a nova geração de garotos born in the USA, serão o foco das atenções dos americanos, que sonham em vê-los posar com o troféu de campeão ao lado da Estátua da Liberdade, um dos símbolos mais conhecidos dos Estados Unidos.
Os brasileiros Thomaz Belluci, Tiago Monteiro e Rogério Dutra Silva junto aos duplistas Marcelo Melo, Bruno Soares, André Sá e Marcelo Demoliner, direto nas respectivas chaves principais, convocam os conterrâneos da Rua 44 e os que estiverem em Nova York para comemorar o Brazilian Day, para torcerem em Flushing Meadows.
Em uma chave das mais esvaziadas, com tantos jogadores lesionados, Alexander Zverev, que chega pela primeira vez a Nova York como uma das sensações do tour, Dominic Thiem, Grigor Dimitrov, entre outros, terão que provar que conseguem sobreviver ao mais agitado Grand Slam do circuito e que “if you can make it here, you can make it anywhere.”Que o diga Marin Cilic, que depois do trofeu do US Open, há 3 anos, tem chegado cada vez mais perto de vencer outro Grand Slam.

Confira a programação desta 2a. feira em Nova York aqui
Diana Gabanyi

Fotos de Cynthia Lum e Martijn Verbeek

Prêmio IGK comemora 15 anos

O Instituto Guga Kuerten revelou, ontem à noite, o nome dos oito vencedores do Prêmio IGK – A Grande Jogada Social. A 15ª edição do evento reuniu convidados no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, para conhecer os projetos sociais e de comunicação em destaque no ano. A cerimônia de entrega da premiação foi finalizada com o tricampeão no palco, cantando reggae ao lado dos músicos da “Marley in Camerata”.

Acompanhado por toda a Família Kuerten, Guga assistiu as peças de teatro da APAE e a performance dos bailarinos do IGKDance, grupo de dança dos educandos do Instituto Guga Kuerten. As atrações foram intercaladas com as premiações e agradecimentos às empresas parceiras que apoiam os programas do IGK, fundado há 17 anos.  O objetivo do Prêmio IGK é garantir visibilidade à pessoas e instituições que trabalham em prol da educação com crianças ou desenvolvam projetos para pessoas com deficiência, em Santa Catarina.

“Se a gente olhar para trás para analisar esses 17 anos levaríamos um susto. Mas, fomos, a cada dia, construindo e vivendo esse sonho”, explicou Guga ao lembrar que o Instituto já beneficiou 74 mil pessoas.  “No Prêmio IGK a gente tenta trazer para vocês o que acontece no dia-a-dia dos projetos, um trabalho que é realizado com muita alegria e determinação. Fazemos tudo isso em troca de um sorriso, de um abraço é isso que nos dá energia para ir adiante”, resumiu o líder do ranking profissional no ano 2000.

Antes de encerrar o evento, Guga aceitou o “desafio” dos músicos da Marley in Camerata que desenvolvem projetos de aproximação da música erudita com gêneros populares. No palco, ele interpretou dois clássicos de Bob Marley: One Drop e Three Little Birds, para os 700 convidados que prestigiaram o 15º Prêmio IGK – A Grande Jogada Social.

Confira abaixo a lista dos vencedores:

15º PRÊMIO IGK – A GRANDE JOGADA SOCIAL

– Categoria Jornalismo I: Guilherme Lira – SC Mais / NSC TV
– Categoria Jornalismo II: Marcelo Siqueira – Compreendendo o amigo paralímpico / NSC TV (Florianópolis)
– Categoria Inclusão no Esporte: Cleiton Luiz Tamazzia – Projeto Pernas Solidárias (Joinville)
– Categoria Mobilização Comunitária: Carina Zagonel – Projeto Armário Coletivo (Florianópolis)
– Categoria Ação Educativa Ambiental: Monitoramento Mirim Costeiro (Garopaba)
– Categoria Ação Educativa de Prevenção: APAE de Xaxim – Projeto Concurso de prevenção a novos casos de deficiência através da rádio-novela
– Categoria Inclusão no Esporte: ACIC (Associação Catarinense para o Cego) – Projeto O esporte como estratégia de inclusão
– Categoria Especial: Augusto Delfino – primeiro bacharel em Educação Física, com paralisia cerebral do Brasil

Foto – divulgação…


					

Relembrando a vitória histórica de Guga em Cincinnati

Se neste ano faltaram estrelas tops para jogar o Masters 1000 de Cincinnati, normalmente não é assim e nem sempre foi. Nos últimos dias surgiram vários vídeos por aí de jogos do Guga no mais “afastado” Masters 1000 do circuito, dos grandes centros. Ainda me surpreende que um torneio de tal porte seja disputado em Cincinnati – mas isso é assunto para outro post.

Guga ganhou títulos importantes, celebramos as conquistas em Roland Garros (os 20 anos do primeiro título), os 15 do ATP Finals em Lisboa não faz pouco tempo. Mas, algumas conquistas em ATPs e Masters 1000 ficam guardadas na nossa memória mais do que os outros, seja pelas emocionantes vitórias ou pela maneira como aconteceram.

Não sei porque mas guardo na memória detalhes daqueles dias no MidWest Americano.

A temporada estava sendo das mais longas. Começou com uma semifinal em Los Angeles, logo depois do campeonato em Stuttgart.

Aí veio o Masters 1000 de Montreal – naquela época não havia bye para os cabeças-de-chave e as finais ainda eram disputadas em cinco sets – e um jovem Americano, então 35º colocado no ranking mundial e com 19 anos venceu o Guga na terceira rodada. Era o Andy Roddick.

Com a derrota precoce fomos cedo para Cincinnati. Nos hospedamos como todos os anos no Marriott mais perto do torneio, que acreditem se quiser fica na beira de uma estrada e ao lado de um supermercado, o famoso BIG e a rotina de treinos por lá começou, com um intervalo ocasional para jogar um golfezinho, no campo que fica grudado às quadras. O BIG era nossa diversão e passeio diário, no pouco tempo livre que sobrava (mesmo não sobrando muito eu e a Lia Benthien – na época ela fazia o Nas Pegadas do Campeão da ESPN – sempre tínhamos alguma coisa para ver e levar do Big…). O Kings Island, parque de diversões que fica em frente ao torneio, mas do outro lado da estrada, exigia mais tempo para uma visita..

O Guga era o número um do mundo na época e cabeça-de-chave 1 do torneio (o Agassi era o 2º pré-classificado). Então a agenda era cheia. Havia entrevistas todos os dias, imprensa brasileira e estrangeira, gravação de chamada de comercial de TV para o US Open, de mensagem para o MTV Music Awards, sessão de autógrafos, coletivas e os dias eram longos.

Lembro quando a chave saiu, num sorteio feito pelo velhinho simpatico, o Sr. Paul Flory, diretor do torneio, na sexta-feira antes dos jogos começarem. 1ª rodada: Guga e Andy Roddick.

Já se criou todo um burburinho em torno do jogo. Deu Guga, por 7/6 6/1.

Em seguida veio Tommy Haas, que era o 16º do ranking naquela semana e Guga ganhou de novo em dois sets, em dois tie-breaks.

O próximo adversário era o Goran Ivanisevic, que havia ganhado Wimbledon naquele ano e era o 19º colocado. Guga ganhou rapidinho por 6/2 6/1.

Já estávamos nas quartas-de-final e o adversário era o Yevgeny Kafelnikov, que estava em 6º no ranking. E o Guga ganha por 6/4 3/6 6/4 e ele chegava de novo à semifinal em Cincinnati, repetindo o resultado do ano 2000 e contra o mesmo adversário, o Tim Henman, 8º no ranking. No ano anterior, o britânico havia vencido por 7/6 no terceiro set.

Era um dos adversários que mais complicavam o jogo para o Guga.

A outra semifinal era entre o Patrick Rafter e o Lleyton Hewitt. E os jogos nesses torneios costumavam ser, por causa da televisão, um no início da tarde e outro à noite. O Rafter ganhou do Hewitt em dois sets e no meio da tarde já estava se preparando para a final.

Guga entrou em quadra para enfrentar Henman, venceu o primeiro set por 6/2 e de repente o tempo começou a virar.  Dava para ver raios e ouvir os trovões de longe. O jogo continuou – se não me engano até quase o fim do segundo set e veio uma tempestade.

Ficamos por horas esperando para ver se ela ia passar e começando a ouvir relatos do público de que cadeiras haviam voado em alguns lugares de Mason, Ohio e que havia carros boiando por perto.

Quando já era perto de meia-noite decidiram deixar a semifinal e a final para domingo.

Independente do resultado do jogo, já davam Rafter como campeão certo.

Guga voltou à quadra cedo, perdeu o segundo set por 6/1 e foi para o terceiro. Como no ano anterior a batalha iria para o tie-break. Só que desta vez, a vitória ficou com Guga por 7/4.

Para surpresa de muitos, em acordo com a ATP e o torneio, Guga voltou à quadra minutos depois para jogar a final. Já estava quente e pronto para o jogo e tudo que o Larri gritava do box era “Marreta” na devolução.

E com as “marretas” de devolução, Guga venceu Rafter, o sétimo do ranking, por 6/1 6/3 e conquistou um dos maiores títulos da carreira, em uma das situações e chaves mais duras que ele já teve.

A comemoração foi com um churrasco na casa de amigos em Cincinnati.

Afinal, no dia seguinte, já estaríamos na estrada rumo a Indianápolis…. Só para lembrar, em que Guga chegaria a outra final, mas desistiria com dores no braço, no meio do jogo, contra o Rafter.

Mas isso quase ninguém lembra. O que fica na memória é a íncrivel semana em Cincinnati, em que em seis dias ele venceu três campeões de Grand Slam, incluindo dois ex-números um do mundo e seis top 30 (três top 10) no caminho para o título, em seis dias.

Descubro olhando o media guide do torneio para checar as informações que a media de vitórias do Guga em cima de jogadores bem ranqueados é histórica e única no torneio = 13.8.

Depois do Guga ter jogado a semi e a final no mesmo dia, os torneios mudaram a programação dos jogos para sempre, não deixando tanto tempo de diferença entre uma semifinal e a outra.

Diana Gabanyi

Em duelo de gerações, Federer e Zverev jogam pelo título do Masters 1000 de Montreal

Roger Federer e Alexander Zverev decidem neste domingo o título do Masters 1000 de Montreal, no Canadá. Federer derrotou o holandês Robin Haase por 6/3 7/6 (5) e Zverev ganhou da revelação local de 18 anos, Denis Shapovalov, que durante a semana ganhou de Nadal e Del Potro por 6/4 7/5.

Para Federer, 36 anos, pode ser, curiosamente, o primeiro título em Montreal (ganhou duas vezes em Toronto). A vitória, no entanto, o colocaria no mesmo patamar de Ivan Lendl, com 94 títulos, ficando atrás apenas de Jimmy Connors, que tem 109. Além disso, ganhar o título dá ainda mais chances do suíço voltar ao topo do ranking mundial, já na semana que vem em Cincinnati.

A final é a sexta da temporada para Federer, que foi campeão do Australian Open, em Indian Wells, Miami, Halle e em Wimbledon. Uma temporada inimaginável antes dela começar.

“Cheguei a patamares que jamais sonhei em alcançar. É uma emoção cada vez que você ganha um título, eu jogo tênis para isso. Ser número um é uma consequência e agora os dois estão bem perto de acontecer,” disse Federer. “A final com o Zverev vai ser empolgante. Não é comum vermos tenistas de 18, 20 anos decidindo esses títulos.”

Zverev, de 20 anos, está no melhor ano da sua carreira. Foi campeão semana passada em Washington, a sua primeira semana com o novo técnico, Juan Carlos Ferrero. Também disputou 5 finais no ano – menos importantes e perdeu a única delas para Federer, em Halle.

“O Federer é o favorito, definitivamente. Ele está jogando bem em todos os grandes torneios que ele joga. Eu vou ter que sacar muito melhor. Mas, já joguei 5 finais esse ano e só perdi uma, para o Federer. Vou tentar aproveitar esse dia” disse Zverev, que conquistou o primeiro Masters 1000 da carreira, em Roma, em maio.

Diana Gabanyi

Brasil avança no Mundial juvenil de 14 anos

O Brasil  segue invicto e se classificou para as quartas de final no Campeonato Mundial da categoria 14 anos, o World Junior Tennis Cup, que está sendo disputado em Prostejov, na República Tcheca. A equipe brasileira superou o México por 3 x 0 nesta terça-feira nas quadras de saibro do clube TK Plus e segue líder no grupo D.


O terceiro e último jogo da primeira fase do Time Correios Brasil será nesta quarta-feira contra a China.  Este duelo vale a liderança do grupo, onde o primeiro e o segundo se classificam para as quartas de finais.
O mineiro João Loureiro iniciou o confronto com vitória diante do Eduardo Mustre, com um duplo 6/0. Em seguida o catarinense Pedro Boscardin derrotou Emiliano Aguilera, por 6/0 e 6/2. Nas duplas, Pedro Boscardin e Gabriel Generoso superaram os mexicanos Eduardo Mustre e Francisco Borbolla, por 6/2 e 6/2.
“Estou muito feliz com a vitória de hoje.  O João entrou muito bem, o tenista mexicano número dois é muito forte, e realmente surpreendeu e jogou muito. O Pedro Boscardin mostrou a garra de sempre e alcançou uma bela vitória. Conseguimos organizar bem a dupla e fechamos o placar contentes com o resultado. Amanhã jogamos contra a China, vamos entrar firme, seguir trabalhando e buscar a liderança do grupo, que é muito importante”, afirmou o técinco Mário Mendonça.

 

Brasil estreia com vitória no Mundial de 14 anos

A equipe brasileira de 14 anos estreou com vitória no Campeonato Mundial da categoria, o World Junior Tennis Cup, que está sendo disputado em Prostejov, na República Checa. A equipe brasileira derrotou a Sérvia por 3 x 0 nesta segunda-feira nas quadras de saibro do clube TK Plus e lidera seu grupo em busca do título inédito.

A equipe masculina do Brasil está no Grupo D da Copa Davis Junior, ao lado de Sérvia, México e China. O próximo jogo será nesta terça-feira contra o México.

O primeiro a entrar em quadra foi o paulista Gabriel Generoso que derrotou Stefan Popovic, por 6/4 e 6/2. Em seguida o catarinense Pedro Boscardin venceu Hamad Medjedovic, por 6/7(7), 6/2 e 6/2. Nas duplas, Pedro Boscardin e João Loureiro foram superados pelos sérvios Stefan Popovic e Hamad Medjedovic, por 6/7, 6/4 e 10/5.
A competição está sendo realizada entre 16 países, com quatro grupos de quatro. Além do Brasil, estão disputando o Mundial as equipes de Estados Unidos, República Tcheca, Austrália, Itália, Argentina, Rússia, Suíça, Tailândia, Espanha, Japão, Peru, Egito, China, México e Sérvia.
A equipe brasileira conquistou a vaga no Mundial após ter finalizado o Sul-americano 14 anos na segunda colocação no mês de maio, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
A última participação do Time Correios Brasil no Mundial foi em 2015, quando terminou na 7 colocação após derrotar a Austrália por 2 x 1.
O Time Correios Brasil em Prostejov é formado pelos tenistas Pedro Boscardin Dias, João Loureiro e Gabriel Generoso, além do capitão Mario Mendonça.
 

Soares e Murray avançam à semi em Washington, em partida eletrizante

Bruno Soares e Jamie Murray estão na semifinal do ATP de Washington, o primeiro torneio da temporada de quadras rápidas dos Estados Unidos que a parceria disputa. Eles decidem neste sábado uma vaga na decisão do ATP 500, depois de terem vencido uma emocionante partida, derrotando James Cerretani e Marc Polmans, de virada, por 2/6 6/3 19-17.

“O jogo foi uma loucura, com match point para todos os lados. Conseguimos jogar super bem quando estivemos sob pressão ,para salvar os match points e isso só dá confiança,” contou Bruno, que chegou em Washington embalado com a disputa do World Team Tennis, em que representou o Washington Kastles. “Eu sempre gostei de jogar por equipes e foi uma experiência muito gratificante. Pude fazer muitos jogos e espero chegar com este ritmo no US Open.”

Para avançar à final do ATP de Washington, Bruno e Murray precisarão passar pelos cabeças-de-chave 1, Henri Kontinen e John Peers, neste sábado.

Diana Gabanyi

Guga anuncia a criação da Equipe Guga

Gustavo Kuerten esteve hoje em Belo Horizonte para participar do Encontro Nacional da Escolinha Guga (ENEG) e anunciou uma novidade para os gestores e professores que participam desde segunda-feira (24), do evento que acontece pela primeira vez na capital mineira. O tricampeão de Roland Garros oficializou a criação da Equipe Guga para que os juvenis de 9 a 18 anos possam aprimorar as técnicas do tênis.

“Lançar a Equipe Guga traz uma satisfação enorme, porque são passos que consolidam o nosso projeto de desenvolvimento do tênis e dão segurança para a gente evoluir para as próximas etapas, depois de sete anos de trabalho. Esse novo projeto vai ser realizado com muito cautela, com tranquilidade para transformar essa experiência para eles numa oportunidade, sem traumas. A ideia é ensinar que perder pode ser bom também, faz parte do aprendizado, preparando-os para  enfrentar as competições. Dialogar com os pais é um outro desafio, porque os pais querem ver os filhos vencendo… Mas, eu vejo que com o tempo vamos atravessando esses obstáculos”, explicou Guga.

A nova iniciativa será gerenciada pela Guga Kuerten Franquias (GKF), empresa responsável pela gestão das franquias das 38 unidades da Escolinha e 21 Escola Guga no país, concentrando mais de 2 mil alunos. Além de oferecer aulas de tênis de forma lúdica para as crianças de 5 a 10 anos na Escolinha Guga e para os adolescentes de 11 a 15 anos na Escola Guga, a GKF também está investindo na implantação da Escola Guga Adultos.

Alinhada com o discurso de Guga que ressalta a importância da formação dos professores, a GKF promove anualmente o ENEG que reuniu em Belo Horizonte mais de 100 pessoas nas palestras e atividades práticas. Para encerrar o evento, Guga reiterou a importância do empenho no trabalho com as crianças e revelou seu próximo objetivo. “A ideia é ter um Time Guga, mas para frente, com jogadores ainda melhor preparados e em condições de disputar níveis internacionais. Mas, agora o projeto é mais nacional, precisamos demonstrar que com muito trabalho, seriedade, respeito e educação é possível transformar o esporte. É difícil, mas não tem mistério, e sim muito esforço. Ver uma equipe ser montada é um grande orgulho. É uma forma de mostrar para as pessoas que o momento de 97 ainda está vivo. Vamos parar de reclamar de desperdício e vamos fazer isso que nós estamos conseguindo executar nos últimos sete anos”, declarou Guga, antes de entregar a premiação do Programa Destaque de Excelência da Escolinha Guga.

Bruno Soares embarca para temporada de quadras rápidas nos EUA

Bruno Soares embarca nesta sexta-feira para os Estados Unidos, para a temporada de quadras rápidas, onde disputará pela primeira vez o World Team Tennis, a liga de times criada pela lendária Billie Jean King. Na sequência ele joga os torneios ATP, com o parceiro Jamie Murray.

“Estou empolgado para jogar o WTT pela primeira vez. Eu já joguei IPTL na Ásia, que é um formato parecido e vai ser legal jogar em equipe, representar algo mais do que só a gente mesmo,” disse Bruno, que jogará pelo Washington Kastles.

O tenista aproveitará a semana em equipe para já treinar para os torneios do circuito, em que atuará com o parceiro Jamie Murray, em Washington (31.07) e nos Masters 1000 do Canadá (07.08) e de Cincinnatti (13.08), antes do US Open, com início no dia 28.08. “Vai ser bom já fazer alguns jogos antes de começar Washington. É importante treinar, me adaptar ao piso de novo e chegar bem para os torneios.”