Brasil vai jogar em casa contra a Espanha na repescagem da Copa Davis

Brasil - Davis peqO Brasil conheceu na manhã desta terça-feira o adversário na briga por uma vaga no Playoff do Grupo Mundial da Copa Davis, a Copa do Mundo do Tênis, que terá a Espanha enfrentando os brasileiros no Brasil entre os dias 12 e 14 de setembro.

O sorteio foi realizado na sede da Federação Internacional de Tênis (ITF) e tinha como possíveis adversários para o Brasil as equipes de Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Croácia, Espanha, Estados Unidos e Sérvia.

A Espanha conta com tenistas como o número 1 do mundo Rafael Nadal, o número 6 do mundo David Ferrer e outros tenistas de destaque como Feliciano Lopez, Fernando Verdasco e David Marrero. Em seu histórico, conta com cinco títulos da Copa Davis em 2000, 2004, 2008, 2009 e 2011. A última vez que os espanhóis ficaram fora do Grupo Mundial foi em 1996.

O Brasil se classificou para o Playoff do Grupo Mundial depois de derrotar o Equador por 3 a 1 em Guayaquil no Zonal Americano disputado no último fim de semana. Contra a Espanha será a chance de retornar ao Grupo Mundial da principal competição por equipes do tênis mundial após dois anos.

Com a definição do sorteio o Brasil também volta a jogar em casa pela primeira vez desde 2012, quando enfrentou a Rússia. Nos últimos três confrontos disputados a equipe brasileira viajou aos Estados Unidos, à Alemanha e ao Equador.

No histórico da Copa Davis, Brasil e Espanha já se enfrentaram em sete confrontos, sendo cinco vencidos pelos espanhóis e dois pelos brasileiros. A Espanha venceu em 1959 (Barcelona-ESP), 1964 (Barcelona-ESP), 1970 (São Paulo), 1988 (Murcia-ESP) e 1998 (Porto Alegre). O Brasil venceu em 1966 (Barcelona-ESP) e 1999 (Lérida-ESP).

Em 1998, jogando em Porto Alegre em confronto válido pela primeira rodada do Grupo Mundial, a equipe formada por Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Jaime Oncins e André Sá acabou superada no quinto jogo pelo time espanhol de Alex Corretja, Carlos Moyá (atual capitão da Espanha), Javier Sanchez e Julian Alonso.
Porém, na última vez que os dois países se enfrentaram, em 1999, o Brasil de Guga , Meligeni, Oncins e Marcio Carlsson derrotou a Moya, Corretja, Albert Costa e Felix Mantilla em Lérida, na Espanha. O confronto marcou a última vez em que os espanhóis perderam jogando em casa na Copa Davis. Na ocasião, Guga teve duas ótimas atuações, vencendo Moya e Corretja por 3×0 e garantindo a vitória brasileira no quarto jogo.

Os capitães João Zwetsch, do Brasil, e Carlos Moyá, da Espanha, terão até o dia 2 de setembro para a definição das equipes que se enfrentam no Brasil. A Confederação Brasileira de Tênis ainda vai trabalhar na definição da sede para receber os espanhóis.

Confira todos os confrontos (mandantes do lado esquerdo):

Brasil x Espanha
Índia x Sérvia
Israel x Argentina
Canadá x Colômbia
Estados Unidos x Eslováquia
Austrália x Uzbequistão
Holanda x Croácia
Ucrânia x Bélgica

Foto: Jose Alvarado

Rogerinho vence Gomez, Brasil bate o Equador e vai disputar a repescagem do Grupo Mundial da Davis

Rogerinho 2 peqO Brasil conquistou a vitória diante do Equador no estádio Francisco Segura Cano em Guayaquil, com uma grande partida de Rogerio Dutra Silva contra Emilio Gomez, tenista número 1 dos equatorianos, para garantir uma vaga na repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis, a Copa do Mundo do Tênis.

Com a vantagem de 2 a 1 no confronto após a primeira vitória de Rogerinho na sexta-feira e a da dupla no sábado, o tenista voltou à quadra precisando vencer sua partida para evitar um quinto jogo, em que o Brasil teria de recorrer a Bruno Soares ou Marcelo Melo devido à lesão de Guilherme Clezar.

Rogerinho encarou o barulho da torcida equatoriana e conseguiu a vitória por 3 sets a 1, com parciais de 6/4, 6/7(10), 6/1 e 6/1. Esta foi a quinta vitória do tenista brasileiro em sete partidas de Copa Davis.

“A vitória foi muito boa, foi de toda a equipe. A gente chegou muito unido aqui, trabalhamos bastante para chegar bem e depois tivemos situação difícil com o Gui (Clezar) e nos unimos ainda mais. Primeiro para dar um suporte a ele e nos fechamos para sair com a vitória daqui. Um ajudou o outro e sair com a vitória hoje, foi muito emocionante e estou muito feliz”, comemorou Rogerinho após a vitória.

“Eu gosto muito da Copa Davis, sempre quero estar bem para ser lembrado. É diferente por estar representando o Brasil. A gente viaja muito sozinho no circuito e estar com todo mundo nos apoiando, dando força no box é especial. É bem difícil, Copa Davis não é facil. O pessoal (torcida equatoriana) estava fazendo bastante bagunça, mas me mantive focado, me preparei muito desde o momento em que soube que estaria aqui para jogar três ou cinco sets, 2 ou 5 horas”, completou o tenista número 1 da equipe em Guayaquil.

O capitão João Zwetsch elogiou o comprometimento de toda equipe em um confronto no qual o Brasil teve adversidades desde o início com o extravio de bagagem com uniformes dos atletas, além da lesão de Guilherme Clezar na sexta-feira.

“Foi um confronto especial. Na sexta-feira foi muito difícil para a gente a lesão do Gui, nos deixou em situação complicada, no limite. A gente tinha dois pontos para jogar e tinha que ganhar os dois com a dupla e o Rogerio. Obviamente um dos meninos jogaria o último, mas não dá para contar muito com isso, a função deles aqui é a dupla. Foi legal a mobilizacao da equipe depois que aconteceu aquilo. Hoje de manhã até o Gui já estava na quadra tentando bater bola, ninguém entendeu nada. Um trabalho incrível da nossa equipe médica agora com o doutor Ricardo Diaz, o Paulo e o Edu”, afirmou Zwetsch.

“Temos que enaltecer a postura, a luta e a atitude do Rogerinho. É difícil, não é facil jogar uma Copa Davis fora, com o pessoal no ouvido, sabendo que tinha que ganhar. Enfrentar isso da maneira que ele enfrentou mostrou como se joga uma Copa Davis, como se deve enfrentar essas condições. O Rogerio merece por toda a historia dele, a luta dele, uma posição heroica na equipe”, completou o capitão brasileiro.

Com a classificação o Brasil se junta a Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Colômbia, Croácia, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Índia, Israel, Sérvia, Ucrânia e Uzbequistão no Playoff do Grupo Mundial da Copa Davis. Nesta segunda-feira a Federação Internacional de Tênis (ITF) anuncia os cabeças de chave de acordo com o ranking da competição e na quarta-feira, às 7h (de Brasília), será realizado o sorteio direto de Londres para definir o adversário do Brasil para tentar o retorno ao Grupo Mundial.

“Está interessante esse sorteio. Temos a chance de jogar com Estados Unidos, Espanha, Sérvia. Serão três dias de muita expectativa. O importante é que o Brasil vai poder lutar mais uma vez por uma vaga no Grupo Mundial, que é sempre o nosso objetivo. Tomara que a gente tenha a sorte de jogar em casa, nosso time cresce muito com o apoio da nossa torcida. Vamos esperar”, finaliza Zwetsch.

A equipe do Brasil em Guayaquil foi formado pelos tenistas Rogerio Dutra Silva, Guilherme Clezar, Bruno Soares e Marcelo Melo, o capitão João Zwetsch, o auxiliar técnico Daniel Melo, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos, o médico Dr. Ricardo Diaz, os tenistas reservas José Pereira e Thiago Monteiro, além do chefe da delegação Paulo Moriguti.

Foto: Jose Alvarado

A imprevisibilidade da Copa Davis

Quantas vezes já ouvimos que ranking não vale na Copa Davis, que a competição é diferente, que mexe com outros fatores importantes como pressão, defender uma nação, jogar em equipe, contar com o apoio da torcida, resistência física e mental, estratégia de convocação entre outros? Diversas, mas muitas acreditamos ser apenas conversinha do capitão para não falar em superioridade do time ou não ligamos muito. Mas, tudo isso aconteceu em diversos confrontos, com especial destaque para França e Alemanha.

Os confrontos de quartas-de-final da Davis, que não prometiam muita emoção, fora o duelo entre Itália e Reino Unido, em Nápoles, acabaram virando um exemplo típico do que a competição pode causar.

A França, jogando em casa, com Julien Benneteau e Jo-Wilfried Tsonga perdeu os dois jogos de simples para o time B da Alemanha. Haas, Kohlschreiber e Mayer não estão competindo. Benneteau foi superado por Tobias Kamke e Tsonga por Peter Gojowczyk. Tsonga até que ofereceu mais resistência e levou o confronto para o 5º set, mas foi o 119º colocado no ranking mundial, sentindo cãibras e estreante na Davis que acabou vencendo o jogo por 8/6 no quinto set.

A convocação de Benneteau já foi questionada por muitos e mesmo com Gasquet e Monfils não estando muito aptos a competir, ainda havia outros melhores ranqueados do que o tenista de 32 anos. Arnaud Clement, vai ter que se explicar diante da exigente torcida francesa.

Wawrinka - Davis

A Suíça também levou um susto. Atual campeão do Australian Open, Stanislas Wawrinka perdeu, diante de 15 mil pessoas, na Palexpo Arena, em Genebra, para Andrey Golubev do Cazaquistão, 64º no ranking. Foi a primeira grande aparição dele em casa.

Roger Federer fez as honras da casa e venceu Mikhail Kukushkin.

O duelo entre Japão e República Checa, os atuais campeões, perdeu um pouco a graça sem o ídolo local Kei Nishikori, ainda lesionado e também sem Tomas Berdych. Mas, os experientes Radek Stepanek e Lukas Rosol não decepcionaram o número um do país e ganharam de Tatsuma Ito e Daniel Taro no Ariake Coliseum.

O confronto mais comentado até as quartas-de-final começarem, o entre Itália e Grã Bretanha, montado numa bonita arena com as bandeiras dos dois países desenhada nas arquibancadas foi suspenso no meio do segundo jogo. Fognini ganhou de James Ward, como esperado e Andy Murray vencia Andreas Seppi por 6/4 5/5 quando o jogo foi interrompido por falta de luz natural (começou tarde por causa da chuva).

O Brasil, jogando o zonal americano contra o Equador em Guaiaquil, começou com a vitória de Rogerinho Dutra Silva diante de Julio Campozano, mas foi pego de surpresa no 2º jogo. Guilherme Clezar e Emilio Gomez estavam empatados em 1 set quando o gaúcho sentiu uma dor na virilha e teve que abandonar a partida. Imprevisibilidade na Davis e complicação para o país que se tiver que ir para o 5º jogo, terá que contar com Marcelo Melo ou Bruno Soares, os nossos duplistas.

Clezar - Davis

Seja confronto de quartas-de-final ou de zonal, a Copa Davis sempre traz essa emoção diferente dos outros torneios do circuito. Se Gojowczyk tivesse ganhado de Tsonga em um torneio qualquer do circuito, o impacto não teria sido tão grande. Mas dois alemães ganhando de dois franceses, na França, muda a história completamente. Se Clezar tivesse abandonado uma disputa com Emilio Gomez em um Challenger lamentaríamos mas não pensaríamos nas consequências para o Brasil.

O formato pode não ser o ideal, especialmente para os jogadores tops que às vezes acabam tendo que se comprometer durante 4 semanas a mais no circuito para levar o País à vitória, mas a competição é única, especialmente por esta imprevisibilidade.

Diana Gabanyi

Brasil e Equador empatam no primeiro dia de jogos da Copa Davis. Clezar sente lesão e está fora do confronto

Rogerinho peqO Brasil terminou o primeiro dia de confronto empatado com o Equador em 1 a 1 na Copa Davis, A Copa do Mundo do Tênis, no estádio Pancho Segura Cano, em Guayaquil. Neste sábado, às 15h30 (de Brasília), a dupla brasileira formada por Bruno Soares e Marcelo Melo entra em quadra na busca pelo segundo ponto.

Rogerio Dutra Silva foi o primeiro a entrar em quadra nesta sexta-feira para enfrentar o equatoriano Julio Cesar Campozano na abertura do confronto.

Com um jogo de longas trocas de bolas, Campozano dificultou para o brasileiro, mas não conseguiu evitar a vitória de Rogerinho por 3 sets a 1, com parciais de 6/4, 2/6, 6/4 e 6/4, em 3h17min de partida.

“Acho que mentamente e fisicamente junto à minha equipe fiquei focado no que tinha que fazer taticamente em todos os sets e nos momentos importantes consegui subir um pouco o meu nível e sair com a vitória”, afirmou Rogerinho após vencer Campozano.

Guilherme Clezar entrou para a segunda partida de simples e começou bem diante do equatoriano Emilio Gomez ao vencer o primeiro set no tie-break por 7/6(3). Depois de nova disputa equilibrada na segunda parcial, Gomez conseguiu uma quebra no serviço do brasileiro para fazer 6/4 e igualar a partida.

Ainda no início do terceiro set, com o placar em 1/1, Clezar levou a mão à região da virilha ao tentar uma devolução de saque. O gaúcho recebeu atendimento em quadra do fisioterapeuta Paulo Roberto Santos acompanhado do médico Ricardo Diaz, tentou retornar à quadra, mas não conseguia sacar e abandonou a partida.

Logo após deixar a quadra Pancho Segura Cano, no Guayaquil Tenis Club, Guilherme Clezar foi levado a um hospital para fazer uma ressonância magnética, que constatou uma lesão no músculo adutor da coxa direita.

De acordo com o diagnóstico do Dr. Ricardo Diaz, médico da equipe brasileira, o tenista não tem condições de jogar domingo contra Julio Campozano e terá de ficar afastado das quadras e fazer tratamento no período entre um e três meses.

“Na ressonância deu uma lesão perto da região do púbis e vai ser complicado. No domingo o Gui não vai poder jogar, vamos ter que lutar muito pelos pontos que a gente pode ganhar com a dupla amanhã e com o Rogerinho no primeiro jogo do domingo. Caso seja necessário, um dos meninos da dupla vai ter que entrar para jogar no último jogo no domingo”, afirma o capitão João Zwetsch.

“Foi uma infelicidade, ele estava bem no jogo. O Dr. Ricardo Diaz falou que foi uma lesão pontual, não tinha nada anterior. Ele stava jogando legal, era a primeira partida. Infelizmente aconteceu e todo mundo está sujeito a isso. O importante é que a gente está firme independente de o Gui não poder jogar e vamos tentar ganhar o confronto”, completa o capitão, lembrando que não é permitida a substituição de Clezar por um quinto jogador.

Foto: Jose Alvarado

Sorteio que define a ordem do confronto entre Brasil e Equador na Copa Davis será nesta quinta-feira

Zwestch e Rogerinho peqA equipe do Brasil conhecerá nesta quinta-feira a ordem das partidas do confronto com o Equador no Zonal Americano da Copa Davis, que tem as partidas de sexta-feira a domingo no estádio Francisco Segura Cano, em Guayaquil, no Equador.

O sorteio da ordem das partidas será realizado às 11h locais (13h de Brasília) desta quinta-feira no Guayaquil Tenis Club, mesmo local das partidas válidas pelo confronto na disputa pela vaga no Playoff do Grupo Mundial.

Em grande momento do Brasil nas duplas, com dois tenistas entre os cinco melhores do ranking mundial, Bruno Soares e Marcelo Melo terão um novo desafio diante do Equador, que será o desconhecimento dos adversários, o que Bruno considera um fator perigoso.

“Copa Davis é sempre um grande desafio, muitas vezes acontece de você não saber muito o que esperar. No dia a dia do circuito a gente sabe mais o que vem pela frente e neste confronto a gente sabe que são bons jogadores, mas não temos muita informação”, explica Soares.

“Temos que saber a estratégia que vamos jogar e fazer com que a gente dite o ritmo do jogo. Caso seja necessário o ajuste, alguma coisa para adaptar, a gente vai fazendo durante o jogo. Vamos fazer a nossa estrategia e o que a gente tem de melhor”, completa o tenista mineiro.

O capitão João Zwetsch espera um confronto equilibrado e vê perigo no jogo dos adversários em relação à Copa Davis, que tem disputa em cinco sets e uma disputa mais emocional. Mesmo com ranking dos brasileiros superior em simples e nas duplas, ele avisa que a experiência e o jogo aguerrido dos equatorianos conta muito no confronto.

“A característica fundamental dos jogadores deles, principalmente os de simples, que devem ser o Julio Campozano e o Emilio Gomez, é que eles são jogadores competitivos, têm um bom nível. Embora não tenham grandes armas, eles jogam em casa, são muito aguerridos e para esse tipo de competição isso ajuda muito”, afirma Zwetsch.

“O Marcelo e o Bruno estão em nível bem mais alto que o da dupla deles, mas a gente tem que trabalhar duro em quadra para estabelecer um bom tênis. Apesar do favoritismo na dupla, nada se ganha antes. Todos na equipe têm essa consciência”, reforça o capitão brasileiro.

A equipe do Brasil da Copa Davis no Equador é formado pelos tenistas Rogerio Dutra Silva, Guilherme Clezar, Bruno Soares e Marcelo Melo, além do capitão João Zwetsch, o auxiliar técnico Daniel Melo, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos, o médico Ricardo Diaz, os tenistas reservas Thiago Monteiro e José Pereira, além do chefe da delegação Paulo Moriguti.

A equipe equatoriana é formada pelos tenistas Emilio Gomez, Julio Cesar Campozano, Giovanni Lapentti e Gonzalo Escobar, comandados pelo capitão Raul Viver. O confronto acontece em quadra descoberta de saibro da arena Francisco Segura Cano, em Guayaquil, no Equador.

Confira abaixo a programação:

Quinta-feira, 3 de abril: Sorteio da ordem dos jogos – 13h (de Brasília)

Sexta-feira, 4 de abril: Partidas de simples a partir das 12h (de Brasília)

Sábado, 5 de abril: Partida de duplas a partir das 15h30 (de Brasília)

Domingo, 6 de abril: Partidas de simples a partir das 12h (de Brasília)

As partidas do confronto entre Brasil e Equador serão transmitidas ao vivo pelo Sportv 2

Foto: Jose Alvarado

Brasil faz primeiro treino com equipe completa para a Copa Davis no Equador

Clezar - João PiresO Brasil realizou nesta segunda-feira o seu primeiro dia de treinos com a equipe completa para enfrentar o Equador em Guayaquil entre os dias 4 e 6 de abril no Zonal Americano da Copa Davis, a Copa do Mundo do Tênis.

A delegação brasileira desembarcou em Guayaquil no domingo com os tenistas titulares de simples Rogério Dutra Silva e Guilherme Clezar, além dos reservas Thiago Monteiro e José Pereira, e parte da comissão técnica com o capitão João Zwetsch, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos e o médico Ricardo Diaz, além do chefe de delegação Paulo Moriguti.

Rogerinho, Clezar, Monteiro e Pereira realizaram o primeiro treinamento em quadra ainda na tarde de domingo acompanhados da equipe técnica.

Os duplistas Bruno Soares e Marcelo Melo chegaram a Guayaquil na noite de domingo acompanhados pelo auxiliar técnico Daniel Melo e nesta segunda-feira também fizeram o primeiro trabalho de preparação visando o confronto.

Um imprevisto atrapalhou a delegação brasileira, que teve a bagagem com parte dos uniformes Asics de treino e jogo extraviados no voo da companhia aérea LAN, que ainda não deu nenhuma satisfação à equipe sobre os uniformes dos tenistas Bruno Soares, Marcelo Melo e Rogerio Dutra Silva, além do técnico Daniel Melo.

O sorteio da ordem das partidas no confronto entre Brasil e Equador na Copa Davis será na quinta-feira. Na sexta-feira a disputa começa com os jogos de simples a partir das 10h locais (12h de Brasília). A partida de duplas será no sábado, às 13h30 locais (15h30 de Brasília). O encerramento do confronto será no domingo, a partir das 10h locais (12h de Brasília).

As partidas serão disputadas em quadra descoberta de saibro no estádio Francisco Segura Cano, com capacidade para 1.500 espectadores. Os jogos do confronto terão transmissão ao vivo do Sportv 2.

Foto: João Pires

Clezar, Rogerinho, Bruno e Marcelo jogam a Davis. Bellucci fica fora contra o Equador

Melo e Soares peqA equipe do Brasil foi definida nesta terça-feira pelo capitão João Zwetsch para enfrentar o Equador em Guayaquil entre os dias 4 e 6 de abril no Zonal Americano da Copa Davis, a Copa do Mundo de Tênis, em busca de uma vaga no Playoff do Grupo Mundial.

A equipe será formada pelos tenistas Bruno Soares, Marcelo Melo, Rogerio Dutra Silva e Guilherme Clezar, além dos reservas Thiago Monteiro e José Pereira, com a comissão técnica formada pelo capitão João Zwetsch, o auxiliar técnico Daniel Melo, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos e o medico Ricardo Diaz.

A equipe brasileira não poderá contar com o tenista Thomaz Bellucci, que decidiu ficar ausente com o apoio de sua equipe técnica e médica, além do capitão João Zwetsch, para dar sequência aos exames a que vem sendo submetido devido a problemas físicos.

“Jogar a Copa Davis sempre foi uma prioridade para mim. Foi uma decisão muito difícil, mas tenho que pensar na minha saúde neste momento e achar uma solução para este problema. Minha equipe técnica e médica e me aconselharam a não jogar, e o João (Zwetsch) compreendeu perfeitamente a minha situação então me sinto mais seguro em abrir mão da Copa Davis e não trazer nenhum prejuízo para a equipe, caso o problema volte a acontecer”, explicou o tenista número 1 do Brasil.

Na semana passada, Bellucci precisou desistir da partida de estreia do qualifying do Masters 1000 de Miami com problemas de desidratação, quando enfrentava o belga Ruben Bemelmans. Em fevereiro, ele também apresentou o mesmo problema em Buenos Aires.

Bellucci voltou ao Brasil e está fazendo uma série de novos exames. “Como já dissemos, o Thomaz tem uma perda hídrica importante. Precisaremos de pelo menos duas semanas de testes para melhor investigar tais sintomas e propor uma melhor relação de reposição energética e hídrica”, destacou o médico do esporte Gustavo Magliocca.

O capitão da Copa Davis, João Zwetsch, também concordou com a decisão de Bellucci. “Eu e o Thomaz conversamos bastante e eu compreendi a sua decisão. Óbvio que ele gostaria de jogar, está sempre à disposição da Copa Davis, mas está ansioso por resolver seu problema, receoso em jogar em Guayaquil, que apresenta as mesmas condições climáticas de Miami, e trazer algum prejuízo à equipe. Espero que ele se recupere o mais rápido possível.”

As partidas do confronto entre Brasil e Equador serão disputadas no estádio Francisco Segura Cano, no Guayaquil Tenis Club, com capacidade para 1.500 espectadores. As partidas acontecem a partir das 10h locais (12h de Brasília) na sexta-feira, dia 4 de abril, e no domingo. No sábado o jogo de duplas será a partir das 13h locais (15h de Brasília).

No quinto e decisivo jogo, Stepanek bate jovem sérvio e tchecos conquistam o tri da Copa Davis

República Tcheca - campeã peqPela terceira vez na História, a segunda de forma consecutiva, a República Tcheca ficou com o título da Copa Davis. Dessa vez, jogando fora de casa, na Arena Belgrado, Sérvia.

Os tchecos começaram o domingo precisando de apenas mais uma vitória para garantir o título, mas Novak Djokovic venceu o Tomas Berdych por 6/4 7/6(5) 6/2 e levou o confronto para a quinta partida.

O representante sérvio  no quinto jogo foi o jovem Dusan Lajovic, que não encontrou muitas chances diante do experiente Radek Stepanek, que triunfou em três sets, com parciais de 6/3 6/1 e 6/1.

“Eu não tenho palavras para descrever isso. Defender esse troféu significa muito para nós. O nosso país esperou 32 anos para conseguir o segundo título e agora somos uma das cinco nações que conseguiram defender o título no ano seguinte. Fizemos História hoje”, disse Stepanek, que também foi o responsável pelo confronto decisivo no ano passado.

Além de 2012, os tchecos também conquistaram a Copa Davis em 1980.

Berdych e Stepanek vencem jogo de duplas e República Tcheca fica perto do título da Copa Davis

Berdych - Madrid peqNeste sábado, a República Tcheca ficou muito perto do tricampeonato da Copa Davis, ao vencer o jogo de duplas contra Sérvia e abrir 2×1 no confronto que é disputado na Arena Belgrado, na Sérvia.

A parceria do time da casa, formada por Nenad Zimonjic e Ilija Bozoljac não conseguiu parar o forte time tcheco de Radek Stepanek e Tomas Berdych. O jogo acabou em três sets, com parciais de 6/2 6/4 e 7/6(4).

“Esses caras são incríveis!”, vibrou o capitão do time tcheco, Vladimir Safarik. “O retrospecto deles é incrível e jogaram de forma inacreditável. Estamos vencendo e a um passo de conseguir o título amanhã”, completou Safarik, referindo-se ao ótimo desempenho da dupla Berdych/Stepanek em Copa Davis. Foi a 15ª partida deles jogando juntos e a 14ª vitória.

Neste domingo, Novak Djokovic vai buscar empatar o confronto na partida contra Tomas Berdych. Se conseguir, Stepanek e Dusan Lajovic farão o confronto decisivo na sequência.

Sérvia e República Tcheca empatam no primeiro dia da final da Copa Davis

Berdych peqFicou tudo igual no primeiro dia de jogos da final da Copa Davis, entre Sérvia e República Tcheca, na Arena Belgrado, Sérvia.

Na primeira partida do dia, Novak Djokovic não deu muitas chances ao tcheco Radek Stepanek e venceu em sets diretos, com parciais de 7/5 6/1 e 6/4.
“Eu tentei ser agressivo, ele estava variando bastante o jogo e o primeiro set foi mais apertado. Depois eu consegui me sentir melhor em quadra” disse o nº 2 do mundo.

Na outra partida do dia, o tcheco Tomas Berdych também precisou de apenas três sets para superar o sérvio Dusan Lajovic, nº 117 do mundo, que fez apenas sua segunda partida em Copa Davis. O jogo terminou com parciais de 6/3 6/4 e 6/3.
Neste sábado, ocorre o jogo de duplas, considerado um ponto fundamental na disputa. Pelo lado sérvio, ainda há uma dúvida sobre quem será o parceiro de Nenad Zimonjic: Ilija Bozoljac ou Djokovic.

Os tchecos devem entrar em quadra com Tomas Berdych e Radek Stepanek.