Meligeni: “Precisamos desesperadamente de união e de um rumo pro tênis”

meligeni-peqFernando Meligeni, além de ídolo do tênis brasileiro, sempre foi conhecido por uma personalidade forte dentro e fora das quadras, um lutador. E o mesmo empenho que colocava com a raquete nas mãos, que o levou à semifinal de Roland Garros, em 1999, e ao nº 25 do ranking da ATP, foi passada para sua dedicação no trabalho como comentarista depois da carreira.

Atualmente, o “Fino” é comentarista e blogueiro da ESPN, além de ser uma pessoa marcante por sua simpatia, acessibilidade e educação no trato com todos, sem deixar passar a possibilidade de demonstrar com palavras sua opinião sobre o tênis.

Em uma conversa na última quinta-feira (dia 08), durante o evento de lançamento da edição de 2017 do Rio Open, que tem como novo patrocinador a marca Fila, da qual Meligeni é embaixador, ele mais uma vez deixou claro o que pensa sobre os rumos que o tênis brasileiro está tomando e apresentou ideias que podem melhorar a qualidade do esporte que tanto ama.

Essa postura firme, por vezes, já o fez ter a antipatia de grupos políticos, inclusive ligados a Confederação Brasileira de Tênis, mas ele não deixa de expor seu posicionamento, de acordo com suas convicções, mesmo que isso contrarie aqueles que seriam responsáveis pela valorização do esporte, assim como de seus principais responsáveis: os tenistas.

“Acho meio patético ter uma confederação que não usa os atletas que fizeram o esporte. Quando a gente vai pra um cargo público, não tem muito essa história de quem eu gosto e quem não gosto. O que conta são as pessoas que são importantes pro tênis. A gente não pode esquecer do Thomaz (Koch), do Meligeni, do Jaime Oncins, do Ricardo Mello, do Saretta. É a nossa História. A gente não mora em um país em que muitos caras foram 10 do mundo.”

Uma das coisas que parecem incomodar Meligeni é justamente essa falta de reconhecimento dos órgãos que regem o tênis, enquanto os fãs do esporte continuar a enaltecer os feitos das gerações anteriores:

“Acho muito engraçado. Na rua, a molecada idolatra a gente, somos muito bem tratados pelos pais, enquanto na nossa própria entidade a gente não é. Nunca fiz nada. Pode ser que eu tenha uma postura diferente, uma visão diferente.”

Recentemente, em uma entrevista para o jornalista Alexandre Cossenza, do blog Saque e Voleio, Thomaz Koch, um dos principais jogadores da História do tênis brasileiro, relatou o fato de não ter ganhado um único ingresso para o confronto entre Brasil e Croácia pela Copa Davis, em 2015. Koch assistiu ao confronto arcando com todas as despesas, desde passagens e hospedagem, conseguindo um convite já em Florianópolis, sede dos jogos. Meligeni não deixou de opinar sobre o assunto, revelando uma tentativa que fez no passado para mudar esse tratamento com ex-jogadores:

“Eu me sinto muito à vontade pra falar sobre isso, pois quando fui capitão de Copa Davis, pleiteei isso, que um camarote em todos os confrontos teria que ser dos ex-jogadores. E fui vetado pelo mesmo presidente (Jorge Lacerda, atual presidente da CBT) que não deu a entrada pro Thomaz. 70 anos de idade, o cara mais importante do país em Copa Davis…se você não der ingresso pra ele, vai dar pra quem? Chega a ser triste ver que essa é a realidade do nosso esporte.”

Neste ano, a CBT teve um corte significativo na sua verba de patrocínio para os próximos anos, já que o contrato com o Correios acabou e a renovação foi ratificada por um valor muito abaixo do anterior. Meligeni não deixou de dar sua opinião sobre como esse investimento deve ser feito a partir de agora:

“Vai depender muito da maneira que for olhado. Não adianta der 7 milhões por ano e ir por um lado que, na visão da gente, tenista, não é o mais correto. Com todo respeito que tenho pelos tenistas (melhores ranqueados), acabaram de passar dois (Thomaz Bellucci e Thiago Monteiro passaram e cumprimentaram Meligeni), a CBT não tem que olhar eles. Ajudar eles, trocar com eles sim, mas não ajudar financeiramente. Vamos ver se agora que tem bem menos dinheiro, acho que 2 milhões por ano, olham a base. Aí é uma visão minha, não é uma crítica. Tem hora que critico. A coisa do Thomaz (Koch) eu critiquei, mas linhas de conduta é a particular. Eu tenho a minha, o Guga tem a dele, o Thomaz outra…são apenas linhas diferentes de pensamento. Agora vai ter menos dinheiro e vai ter que ser bem gasto.” afirmou.

Sobre o presidente da entidade máxima do tênis brasileiro, Meligeni fez questão de ressaltar que nem tudo pode ser olhado por um ponto de vista negativo, mas disse que Jorge Lacerda errou quando não soube se relacionar com muita gente do meio tenístico:

“Eu acho que o Jorge tem coisas legais. Não acho que tudo foi ruim. Acho que o Jorge conseguiu tirar o tênis de um grande limbo que estava na gestão anterior. Conseguiu um patrocinador muito forte, que é o Correios, conseguiu coisas boas. Acho que ele pecou muito no relacionamento. Achou muito que a CBT era dele. E essa é minha crítica a ele. E esse é um problema do político brasileiro. Nosso querido presidente do Senado acha que é o dono do Senado. O presidente da Câmara achava que era dono da Câmara. O presidente do Brasil acha que é o dono do Brasil. E não é. Dirigente da CBT não é dono do tênis. “ disse Meligeni. “Espero que o Rafael (Westrupp, presidente eleito da CBT), mude isso. Se vai pra um lado ou outro, tudo bem. E pode até errar, é normal. O que não pode é ter 50 tenistas que você não olha na cara.” completou.

O futuro do tênis parece ser uma preocupação constante do ex-jogador, que acredita na junção de forças para fazer uma mudança pra melhor no esporte do país;

“A gente precisa desesperadamente fazer uma união do tênis e ter um rumo. Eu não acho que o Brasil tenha uma plataforma, uma gestão de tênis. Acho que dá pra fazer uma gestão muito maior, uma unidade muito maior. Temos grandes nomes no tênis brasileiro, com grandes técnicos que são reconhecidos no mundo inteiro. Grandes ex-jogadores que são reconhecidos. Dá pra fazer coisa melhor.”

Por fim, Meligeni disse estar animado com a próxima edição do Rio Open, destacando o que, em sua opinião, o torneio oferece de melhor aos jogadores e amantes do esporte da bolinha amarela:

“O Rio Open está totalmente dentro do coração e do respeito do atleta. Sempre com grandes nomes, casa cheia. O tênis é bem tratado. O Rio Open trata o tênis como a gente gosta de ser tratado. Trata bem. Vai ter erros e vai ter acertos de novo, mas trata bem. Ano que vem vai fazer sucesso, com grandes nomes, como o Nishikori, e espero muita coisa boa.” finalizou.

Por Filipe de Lima Alves

Rio Open reedita parceria de sucesso com Daniel Azulay e apresenta pôster da edição 2017

poster-rio-open-2017-peqAtração à parte nas grandes competições do circuito mundial de tênis, o pôster oficial dos torneios contam sempre com renomados artistas em sua criação. Alinhada a isso, a organização do Rio Open apresentado pela Claro renovou a parceria de sucesso desse ano e convidou para a tarefa o carioca Daniel Azulay, que completa 70 anos em 2017, dando início às celebrações no maior evento de tênis da América do Sul. O artista plástico é apaixonado pelo esporte e criou a arte que dará vida não somente ao cartaz, mas a outros produtos da próxima edição do torneio.

Daniel Azulay tornou-se um ícone para a geração dos anos 1980 graças ao programa de TV Lambe-Lambe, que também tem data comemorativa em 2017, completando 40 anos. Com admiradores de várias idades, viaja o mundo expondo seu trabalho, além de ministrar palestras de arte, educação e responsabilidade social. O artista é premiado no Brasil e no exterior, inclusive com obra exposta no Louvre.

Mas o que muitos não sabem é que Azulay joga tênis frequentemente – está todos os dias nas quadras do Country Club – e é fã declarado da modalidade. Por isso, espera corresponder às expectativas dos fãs, já que a responsabilidade é ainda maior após o grande sucesso da edição anterior.

“O pôster de 2016 foi muito elogiado, agradou a todos, o que aumentou minha responsabilidade para 2017. Gosto de arriscar, de descobrir coisas novas, de utilizar várias técnicas, para sempre criar um desenho único. Para a próxima edição, usei como tema o backhand. Considero a esquerda, junto com o saque (tema de 2016), o golpe mais bonito do tênis. Ela é mais plástica, cria um gesto mais bonito que a direita e foi o que me inspirou pra a nova arte”, disse.

Lisonjeado com mais uma oportunidade de aliar as paixões pelo desenho e pelo tênis, o artista revelou algumas inspirações para o resultado final.

“Me senti no paraíso com este convite. Amo o desenho e o tênis, e ter a oportunidade de juntar os dois é magnífico. Além de utilizar as cores predominantes do saibro, tentei dar uma ideia de profundidade ao desenho. A bolinha começa menor e termina maior, proporcionando movimento também. Além disso, os atletas estão flutuando, como se fosse um balé. Procurei inserir tudo que vejo em uma partida de tênis. Espero que gostem do resultado”.

O Rio Open será disputado de 20 a 26 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Rio Open anuncia início da venda de ingressos e confirma a dupla nº 1 do mundo

soares-e-murray-2-peqEm evento realizado nesta quinta-feira, 8 de dezembro, a IMM, promotora do Rio Open apresentado pela Claro, anunciou para o próximo dia 19 o início da venda de ingressos para a edição 2017 do torneio. Os valores variam entre R$ 30 e R$ 670, e as entradas poderão ser adquiridas a partir das 10h, no site www.tudus.com.br/rioopen. O comunicado foi feito durante o lançamento oficial, no Jockey Club Brasileiro, reunindo atletas e patrocinadores. Em sua quarta edição, o maior torneio de tênis da América do Sul e principal evento de esporte olímpico do país noticiou ainda a presença da dupla número 1 do mundo: Bruno Soares e Jamie Murray. Os top 10 Kei Nishikori e Dominic Thiem, além do espanhol David Ferrer, campeão em 2015, também já estão confirmados.

“Vai ser muito legal poder jogar com o Jamie, meu parceiro, no Rio. O ano de 2016 foi muito especial, com dois títulos de Grand Slam e ainda terminamos como a dupla número um do mundo. Poder trazer o Jamie para jogar em casa vai ser muito legal. A torcida brasileira sempre dá um show. No Rio sempre somos recebidos com um carinho enorme e tenho certeza que o Jamie vai gostar muito. Ele gosta de jogar com a torcida e vai se sentir em casa no Jockey. A expectativa é muito boa. Sabemos o quanto esse torneio é duro, mas a gente vem jogando muito bem e esperamos começar muito bem a temporada para ter um grande resultado no Rio, disse Bruno.

O mineiro Bruno e o britânico Jamie, irmão mais velho de Andy Murray, atual número 1 do mundo de simples, começaram sua parceria de maneira meteórica em 2016. A dupla venceu os dois primeiros torneios que disputou, o ATP de Sydney e o Australian Open, um dos quatro eventos do Grand Slam. Eles mantiveram a consistência durante o ano, com finais nos Masters 1000 de Monte Carlo e de Toronto e o título de mais um Grand Slam, o US Open. No ATP Finals, torneio que reúne as melhores parcerias do ano, Soares e Murray chegaram à semifinal e somaram os pontos necessários para terminarem a temporada como dupla número 1 do mundo.

“Estou muito animado para jogar o Rio Open em fevereiro. O Bruno vem me falando faz tempo sobre o torneio e sobre o Rio. Temos expectativas altíssimas. Somos muito competitivos e vamos fazer de tudo para ganhar o torneio. Sabemos que não será fácil, mas vamos dar o nosso melhor e espero poder contar com muito barulho da torcida”, comentou Jamie.

Na disputa de simples, o espanhol David Ferrer marca presença pelo quarto ano consecutivo no maior torneio de tênis da América do Sul. Um dos jogadores mais experientes e vencedores do circuito, Ferrer se junta a dois tenistas do atual top 10, o japonês Kei Nishikori e o austríaco Dominic Thiem. Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e atual número 5 do ranking da ATP, Nishikori, de 26 anos, disputará o Rio Open pela primeira vez. Já Dominic Thiem volta ao Rio depois de ter alcançado a semifinal do torneio neste ano e de realizar uma excelente temporada, especialmente no saibro. O jovem de 23 anos conquistou neste tipo de piso dois de seus quatro títulos em 2016 (tem sete no total da carreira). Para completar, chegou à semifinal em Roland Garros, o lendário torneio de saibro da França.

“Pelo 4º ano consecutivo teremos dois top 10 jogando o Rio Open. Isso é muito positivo. Nishikori, Thiem e Ferrer são três dos atletas mais competitivos do circuito mundial e seus estilos se adequam bem à quadra de saibro. Trazer a dupla número 1 do mundo pela primeira vez ao Rio também era um objetivo nosso. Em 2017, o público brasileiro vai poder ver de perto toda habilidade e reflexo do Bruno e do Jamie. E, como em todos anos, ainda teremos mais nomes interessantes que serão confirmados quando a lista final sair, na segunda semana de janeiro”, diz Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Vale ressaltar que o Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 em 2017, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo, junto com Barcelona e Hamburgo.

“Para a Claro, é uma grande satisfação completar o quarto ano de parceria com o Rio Open, ou seja, desde a sua primeira edição no país. Acreditamos que o esporte é um forte aliado no desenvolvimento da sociedade, além de ter o poder de entreter e conectar as pessoas. Além disso, temos orgulho de sermos os parceiros oficiais de toda a infraestrutura de serviços de telecomunicações e TI do maior evento de tênis da América do Sul”, afirma Rodrigo Marques, diretor executivo de Estratégia e Gestão Operacional da América Móvil no Brasil.

Além do patrocínio da Claro, o evento contará com infraestrutura de Telecomunicações e TI da Embratel, amplamente reconhecida pela tecnologia de ponta utilizada para grandes eventos nacionais e internacionais. Com as soluções da Embratel, a edição de 2017 terá acesso à Internet de alta velocidade e serviços de voz com tecnologias de última geração. “O Rio Open terá uma infraestrutura de altíssimo nível”, complementa o executivo.

Andrea Pinotti, Diretora de Marketing Institucional e Atacado do Itaú, também falou sobre a parceira do Itaú com o Rio Open, desde sua primeira edição:

“São mais de 45 anos de relacionamento com o tênis no Brasil, em um projeto duradouro que vai da base ao alto rendimento. Acreditamos muito no seu poder de transformação, a partir da construção da cidadania, e do estímulo a mudanças individuais e coletivas. O tênis, assim como a maioria dos esportes, promove a inclusão social ao ensinar valores fundamentais para formar cidadãos melhores. Estamos entusiasmados com a parceria em mais uma edição do Rio Open, a nossa quarta consecutiva juntos, e confiantes no sucesso do evento”, afirma.

Atletas de ponta do esporte já disputaram o torneio. O espanhol Rafael Nadal, ex-número um do mundo e um dos maiores ídolos do esporte, venceu a primeira edição, em 2014. Seu conterrâneo David Ferrer foi o campeão em 2015. Em 2016, vitória do uruguaio Pablo Cuevas. Também já jogaram o Rio Open o italiano Fabio Fognini, o francês Jo-Wilfried Tsonga e o americano John Isner.

Além dos jogos e treinos que acontecem nas nove quadras de saibro − sendo uma delas a arena central, com capacidade para 6.200 pessoas −, há uma área de entretenimento, o Leblon Boulevard, com atrações para o público que for ao Jockey, com stands, lojas e opções de gastronomia. Ao todo, cerca de 50 mil pessoas são esperadas no complexo em 2017.

“É uma grande satisfação chegar a esta quarta edição de forma consolidada, com parceiros que estão com a gente desde o primeiro ano e outros, mais novos, que acreditam na força do Rio Open. Somos hoje, além de o maior torneio de tênis da América do Sul, o principal evento de esporte olímpico do Brasil. E não nos limitamos apenas às competições em quadra, temos o objetivo de proporcionar uma experiência de entretenimento completo para o público. O que é motivo de grande orgulho pra gente”, diz Márcia Casz, COO de Esportes da IMM.

O evento conta com transmissão em HD de todos jogos da quadra central pelo Canal SporTV, além de transmissão internacional para mais de 160 países.

HORÁRIOS DAS PARTIDAS

A edição de 2017 do Rio Open apresentado pela Claro terá novo horário. De segunda-feira a quinta-feira, serão duas sessões: Sessão 1 com início às 16h30, e Sessão Noite, 19h. Já de sexta-feira a domingo, o torneio terá sessão única. A primeira sessão será composta pelo 1º jogo da Quadra Central e mais todos os jogos das quadras externas. A segunda sessão será formada pelos jogos que começam a partir de 19h na Quadra Central, além dos jogos nas quadras externas.

Vale destacar que qualquer ingresso dá acesso ao complexo que será montado no Jockey Club Brasileiro, não importa a sessão. Assim, por exemplo, se o espectador tiver um ingresso da Sessão Noite, poderá entrar às 16h30, horário em que começam os jogos da primeira sessão do dia, e assistir aos treinos, duelos das quadras externas, além de aproveitar o Leblon Boulevard.

VENDA DE INGRESSOS COMEÇA DIA 19/12 às 10h

O Rio Open apresentado pela Claro terá ingressos à venda a partir do dia 19 de dezembro às 10h pelo site www.tudus.com.br/rioopen. As vendas serão feitas apenas online e não haverá cobrança de taxa de conveniência. O pagamento poderá ser feito com cartões de crédito Visa, Mastercard, Hipercard, Elo e Diners com parcelamento em até 4 vezes sem juros.

CADEIRA LATERAL Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo
Sessão 1 R$ 30,00 R$ 30,00 R$ 50,00 R$ 50,00 R$ 315,00 R$ 480,00 R$ 610,00
Sessão Noite R$ 150,00 R$ 180,00 R$ 220,00 R$ 240,00
CADEIRA FUNDO DE QUADRA Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo
Sessão 1 R$ 50,00 R$ 50,00 R$ 70,00 R$ 70,00 R$ 345,00 R$ 530,00 R$ 670,00
Sessão Noite R$ 170,00 R$ 200,00 R$ 240,00 R$ 270,00

PRÉ-VENDA

Clientes Claro, NET, Itaú e sócios do Jockey Club Brasileiro poderão comprar ingressos na Pré-Venda, que terá início dia 08 de dezembro às 12h e se encerrará às 23h59 do dia 17 de dezembro.

CLARO e NET

Clientes Claro e NET terão 20% de desconto (não cumulativo com meia-entrada) podendo comprar até 4 ingressos por sessão de segunda à quinta; e até 2 ingressos de sexta a domingo. O código será enviado pelas empresas para seus clientes por meio de SMS. E neste ano, pela primeira vez, os assinantes também poderão comprar entradas com o mesmo desconto após o período de pré-venda, mediante disponibilidade.
www.tudus.com.br/rioopenclaro

ITAÚ CARTÕES

Desconto de 15% não cumulativo com meia entrada. Parcelamento de até 4 vezes no cartão de crédito, em compras acima de R$ 200,00. Limitado a 4 ingressos por CPF por sessão e 22 ingressos no total.
Confirmação de compra: Através do BIN.
www.tudus.com.br/rioopencartoes.

JCB
Sócios do Jockey Club Brasileiro terão 20% de desconto (não cumulativo com meia-entrada) podendo comprar até 4 ingressos por sessão. O código para desconto é o CPF do titular.
www.tudus.com.br/rioopensociojockey

PACOTES DE HOSPITALIDADE
A IMM irá comercializar pacotes de hospitalidade para o Rio Open 2017. Os pacotes incluem ingressos de Box com 6 assentos e uma vaga de estacionamento. Informações com Viviane Oliveira – boxseatsrioopen@immbr.com

SOBRE OS ATLETAS CONFIRMADOS:
KEI NISHIKORI
Data de nascimento: 29/12/1989
Local de nascimento: Matsue, Shimane, Japão
Ranking atual: 5º
Melhor ranking: 4º (2015)
Títulos de simples: 11, em 19 finais disputadas
Principais resultados:
Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016
Finalista do US Open (2014) e semifinalista em (2016)
Finalista dos ATP World Tour Masters 1.000 de Madrid (2014), Miami e Canadá (2016)
Tetracampeão do ATP 250 de Memphis (2013, 2014, 2015 e 2016)
Bicampeão do ATP 500 de Tóquio (2012 e 2014)
Bicampeão do ATP 500 de Barcelona (2014 e 2015)

DOMINIC THIEM
Data de nascimento: 3/9/1993
Local de nascimento: Wiener Neustadt, na Áustria
Ranking atual: 8º
Melhor ranking: 7º (2016)
Títulos de simples: 7, em 10 finais disputadas
Principais resultados:
Semifinalista em Roland Garros 2016
Bicampeão do ATP 250 de Nice (2015 e 2016)
Campeão dos ATPs 250 de Umag e Gstaad (2015)
Campeão dos ATPs 250 de Buenos Aires e Stuttgart (2016)
Campeão do ATP 500 de Acapulco (2016)

DAVID FERRER
Data de nascimento: 2/4/1982
Local de nascimento: Javea, na Espanha
Ranking atual: 21º
Melhor ranking: 3º (2013)
Títulos de simples: 26, em 51 finais disputadas
Títulos de duplas: 2
Principais resultados:
Tricampeão da Copa Davis (2008, 2009, 2011)
Campeão do Masters 1.000 de Paris (2012)
Vice-campeão de Roland Garros (2013)
Vice-campeão da Masters Cup, atual ATP Finals (2007)
Tetracampeão do ATP 500 de Acapulco (2010, 2011, 2012 e 2015)
Tetracampeão do ATP 250 de Auckland (2007, 2011, 2012 e 2013)
Tricampeão do ATP 250 de Buenos Aires (2012, 2013 e 2014)
Campeão do ATP 500 do Rio de Janeiro (2015)
Campeão do ATP 500 de Tóquio (2007)
Vice-campeão dos Masters 1.000 de Roma (2010), Monte Carlo (2011), Xangai (2011), Miami (2013), Paris (2013) e Cincinnati (2014)

QUADRO DE CAMPEÕES DO RIO OPEN
2014
Rafael Nadal (ESP) d. Alexander Dolgopolov Jr. (UKR) 6/3 7/6
Cabal / Farah (COL) d. Melo (BRA) / Marrero (ESP) 6/4 6/2

2015
David Ferrer (ESP) d. Fabio Fognini (ITA) 6/2 6/3
Klizan (SVK) / Oswald (AUS) d. Andujar (ESP) / Marach (AUS) 7/6 6/4

2016
Pablo Cuevas (URU) d. Guido Pella (ARG) por 6/4, 6/7 (5) e 6/4
Juan Sebastian Cabal/Robert Farah (COL) d. Pablo Carreno Busta/David Marrero por 7/6 (5) e 6/1

Fila é a marca esportiva oficial do Rio Open 2017

isner-rio-open-peqCom longa e icônica história no tênis, a marca Fila reforça sua presença na modalidade anunciando patrocínio ao maior torneio de tênis da América do Sul: o Rio Open 2017.

Desde o começo do ano a marca mantém projeção no mercado esportivo com a presença em importantes torneios pelo mundo, novos atletas e, em fevereiro do próximo ano, estará presente em uma das mais badaladas disputas do circuito mundial. A etapa do ATP 500 do Rio de Janeiro será realizada entre os dia 20 e 26 no Jockey Club Brasileiro.

Durante o Rio Open, a marca será representada pelos atletas de ponta do Fila Tennis Team que estarão presentes na competição.

Uma celebração digna dos grandes torneios será realizada no próximo dia 08 de dezembro, na capital carioca, quando serão anunciados mais detalhes do torneio, com a presença da Fila e dos outros parceiros do evento. Nesse dia, a Fila apresentará a coleção desenhada especialmente para o evento, inspirada na herança e tradição italiana, com o estilo e alta performance inconfundíveis que agrada profissionais e amadores.

A marca italiana também têm investido fortemente na criação e desenvolvimento de novos modelos de calçados. Por meio do Dass Creation Center (Brasil), o maior centro de desenvolvimento de calçados da América Latina, a Fila criou o tênis de alta performance Cage Delirium, que já está sendo exportado para diversos países, e já estuda novos modelos para o próximo ano.

De acordo com Felipe Rosa, gerente de marketing da Fila, o patrocínio da marca a um torneio com o nível do Rio Open é um importante e estratégico passo para o crescimento da marca. “A Fila tem uma longa história e tradição na modalidade e, se tornar a marca esportiva oficial do maior torneio de tênis da América do Sul, nos proporciona uma oportunidade única de evoluir cada vez mais na categoria ao entregar produtos com alta qualidade e performance aos apaixonados por tênis”, explica Rosa.

A Fila anunciou grandes investimentos em 2016, retomando a parceria com Fernando Meligeni – atual embaixador da categoria tennis no Brasil -, patrocínio a grandes atletas renomados como o acordo com Karolina Pliskova (#6 WTA), John Isner (#19 ATP) e com o atual número #6 do ranking da ATP, o croata Marin Cilic. Além disso, esteve presente nos Masters 1000 de Indian Wells e de Toronto, WTA de Montreal, Brasil Open (ATP 250), Argentina Open (ATP 250), Brasil Open Series (challengers), Copa Fila Buenos Aires (challenger). Patrocina também a Federação Canadense de Tênis.

O Rio Open é uma realização ICT; promoção IMM.

Sobre a FILA

A FILA é uma marca italiana, criada em 1911, presente em mais de 50 países. No Brasil, oferece produtos de performance para esportes como Running e Tennis e uma linha exclusiva para treinamento funcional chamada de Fila Cross Training (FXT), que une performance, tecnologia e estilo. Também possui linhas que dialogam com o Lifestyle, inspirada nas origens da marca, além de misturar estilo ao sportswear.

A marca é patrocinadora de eventos em suas principais modalidades como o Brasil Open, etapas dos Challengers Brasil Open Series, WTA de Montreal, Masters 1000 de Indian Wells e de Toronto, além do Orange Bowl, um dos principais torneios juvenis do circuito mundial de tennis. Já na plataforma de corridas de rua, patrocina a Maratona Internacional de São Paulo e Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, além dos atletas do Fila Running Team, patrocínio à equipe de corredores africanos de alta performance.

Sobre o Grupo Dass

Especializada em Gestão de Marcas esportivas e Soluções Industriais, o Grupo Dass produz anualmente 12,5 milhões de pares de calçados e 5 milhões de peças em confecções, e conta com mais de 12 mil colaboradores atuando no Brasil e América Latina. Além da FILA, a empresa tem a gestão de outras marcas esportivas.

SOBRE O RIO OPEN 2017

O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 em 2017, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo, junto com Barcelona e Hamburgo.

Atletas de ponta do esporte já disputaram o torneio. O espanhol Rafael Nadal, ex-número um do mundo e um dos maiores ídolos do esporte, venceu a primeira edição, em 2014. Seu conterrâneo David Ferrer foi o campeão em 2015. Também jogaram o Rio Open o italiano Fabio Fognini, o francês Jo-Wilfried Tsonga e o americano John Isner.

Além dos jogos e treinos que acontecem nas nove quadras de saibro, sendo uma delas o estádio central com capacidade para 6.200 pessoas, há uma área interativa, o Leblon Boulevard, com diversas atrações para o público, com stands, lojas e área de gastronomia. Ao todo, cerca de 50 mil devem passar pelo complexo em 2017.

O evento conta com transmissão de todos jogos da quadra central em HD pelo Canal SporTV, além de transmissão internacional para mais de 160 países.

A quarta edição será realizada entre 20 e 26 de fevereiro de 2017 no Jockey Club Brasileiro, com a premiação de R$ 4,5 milhões . As vendas de ingresso começam em dezembro.

Rio Open anuncia David Ferrer na edição de 2017

Rio de Janeiro - RJ - 17/02/15 - Rio Open 2015 - Daniel Gimeno Traver (ESP) x David Ferrer (ESP) durante coletiva de imprensa no Rio Open 2015, realizado no Jockey Clube Brasileiro. Foto: AGIF

Campeão da edição 2015 do Rio Open, o espanhol David Ferrer marca presença pelo quarto ano consecutivo no maior torneio de tênis da América do Sul. Um dos jogadores mais experientes e vencedores do circuito, Ferrer se junta a dois tenistas do atual top 10, o japonês Kei Nishikori e o austríaco Dominic Thiem, no ATP World Tour 500 organizado pela IMM, no Jockey Club Brasileiro, entre os dias 20 e 26 de fevereiro de 2017.

Ex-número 3 do mundo e atual 21º, Ferrer conseguiu manter uma grande consistência durante a última década: ele terminou sete temporadas entre os 10 melhores do mundo e conquistou 26 troféus, quinta melhor marca entre os tenistas em atividade. O espanhol de 34 anos só é superado pelos ícones Roger Federer, Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray. Seu faturamento em premiação é o sétimo da história do tênis: US$ 29,7 milhões, equivalente a mais de R$ 100 milhões.

“Estou muito feliz por poder voltar ao Rio Open. Desde a primeira vez que joguei o torneio, na edição inaugural, eu me senti muito bem no Rio e recebi muito carinho das pessoas. Jogar o torneio é fundamental para minha preparação para a temporada de saibro e estarei lá para tentar ganhar o troféu mais uma vez”, afirmou Ferrer, que venceu o italiano Fabio Fognini na decisão de 2015 do Rio Open. O espanhol alcançou a semifinal em 2014 e as quartas de final em 2016.

Em 2017, o espanhol deve alcançar outro grande feito: faltam apenas sete triunfos para que ele some 700 vitórias na carreira, algo que apenas 12 jogadores conseguiram na história do tênis e só três entre os que estão em atividade (Federer, Nadal e Djokovic). O lendário alemão Boris Becker, por exemplo, venceu 713 partidas.

Os maiores resultados da carreira de Ferrer são o tricampeonato da Copa Davis (2008, 2009 e 2011), os vice-campeonatos de Roland Garros em 2013 e do ATP Finals (torneio que reúne os melhores da temporada) em 2007, além do título do Masters 1000 de Paris em 2012. O espanhol também já disputou semifinais no Aberto da Austrália e no Aberto dos EUA e disputou as edições de Londres-2012 e Rio-2016 dos Jogos Olímpicos.

“É uma honra receber o David Ferrer no Rio Open pelo quarto ano seguido. Ele é um dos jogadores de maior longevidade no circuito e um exemplo de garra e determinação para todo mundo. Desde a primeira vez que ele veio jogar aqui, criamos uma conexão especial, dele com o Rio Open e dos fãs com ele. Vai ser um mix interessante com o Nishikori e o Thiem, trazendo estilos diferentes para o público assistir no Jockey Club.”

PERFIL DAVID FERRER
Data de nascimento: 2/4/1982
Local de nascimento: Javea, na Espanha
Ranking atual: 21º
Melhor ranking: 3º (2013)
Títulos de simples: 26, em 51 finais disputadas
Títulos de duplas: 2
Principais resultados:
Tricampeão da Copa Davis (2008, 2009, 2011)
Campeão do Masters 1.000 de Paris (2012)
Vice-campeão de Roland Garros (2013)
Vice-campeão da Masters Cup, atual ATP Finals (2007)
Tetracampeão do ATP 500 de Acapulco (2010, 2011, 2012 e 2015)
Tetracampeão do ATP 250 de Auckland (2007, 2011, 2012 e 2013)
Tricampeão do ATP 250 de Buenos Aires (2012, 2013 e 2014)
Campeão do ATP 500 do Rio de Janeiro (2015)
Campeão do ATP 500 de Tóquio (2007)
Vice-campeão dos Masters 1.000 de Roma (2010), Monte Carlo (2011), Xangai (2011), Miami (2013), Paris (2013) e Cincinnati (2014)

SOBRE O RIO OPEN 2017

O Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 em 2017, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo, junto com Barcelona e Hamburgo.

Atletas de ponta do esporte já disputaram o torneio. O espanhol Rafael Nadal, ex-número um do mundo e um dos maiores ídolos do esporte, venceu a primeira edição, em 2014. Seu conterrâneo David Ferrer foi o campeão em 2015. Também jogaram o Rio Open o italiano Fabio Fognini, o francês Jo-Wilfried Tsonga e o americano John Isner.

Além dos jogos e treinos que acontecem nas nove quadras de saibro, sendo uma delas o estádio central com capacidade para 6.200 pessoas, há uma área interativa, o Leblon Boulevard, com diversas atrações para o público, com stands, lojas e área de gastronomia. Ao todo, cerca de 50 mil devem passar pelo complexo em 2017.

O evento conta com transmissão de todos jogos da quadra central em HD pelo Canal SporTV, além de transmissão internacional para mais de 160 países.

A quarta edição será realizada entre 20 e 26 de fevereiro de 2017 no Jockey Club Brasileiro, com a premiação de R$ 4,5 milhões . As vendas de ingresso começam em dezembro.

Rio Open confirma Nishikori e Thiem na edição de 2017

thiem-peqIMM confirmou nesta sexta-feira, dia 18, que trará, pelo quarto ano consecutivo, dois tenistas do top 10 do ranking mundial para a disputa do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, um ATP World Tour 500, que acontece de 20 a 26 de fevereiro. O japonês Kei Nishikori, 5o. na ATP e o austríaco Dominic Thiem, número 9, estarão no Jockey Club Brasileiro. Ambos foram selecionados para disputar nesta semana o ATP World Tour Finals, que reúne os oito melhores jogadores da temporada.

Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e atual número 5º do ranking da ATP, o tenista japonês Kei Nishikori, de 26 anos, disputará o Rio Open pela primeira vez.

Maior estrela do esporte asiático, Nishikori tem 11 títulos de ATP e há dois anos se tornou o primeiro tenista da Ásia a alcançar a final de um Grand Slam, no US Open. No ano passado alcançou o seu melhor ranking, o de número 4.

“Ganhar a medalha olímpica no Rio foi um dos momentos mais emocionantes da minha carreira. Eu estou super motivado para voltar ao Rio, jogar o Rio Open pela primeira vez e também ter a chance de conhecer mais da Cidade Maravilhosa. Criei uma relação especial com os fãs do Rio e espero me reconectar também com a enorme comunidade japonesa que vive no Brasil. Vai ser um passo importante na minha carreira, jogar bem nas quadras de saibro do Rio,” disse Nishikori.

Dominic Thiem volta ao Rio, depois de ter alcançado a semifinal neste ano e de ter tido um ótimo ano, especialmente na temporada de saibro. Ganhou dois dos quatro títulos de 2016 (tem 7 no total) no piso e ainda foi semifinalista de Roland Garros. Entrou para o top 10 pela primeira vez nesta temporada, chegando ao sétimo posto e para coroar o melhor ano do jovem austríaco de 23 anos, ainda se classificou para o ATP Finals, em Londres, pela primeira vez.

“Jogar o Rio Open no início deste ano foi uma experiência fantástica e foi fundamental para o meu sucesso na temporada de saibro, especialmente em Roland Garros. Quero voltar em 2017 para ganhar o título e retribuir todo o carinho que eu recebi dos fãs, logo na minha primeira participação no torneio,” disse Thiem, de Londres.

Se Nishikori teve que deixar o Japão treinar na Academia de Nick Bollettieri, nos Estados Unidos e hoje se tornar um dos influenciadores da Forbes com menos de 30 anos (Forbes Under 30) e ter a sua carreira guiada por Dante Bottini, da IMG Academy e Michael Chang, Thiem optou por ficar na Áustria. Thiem é treinado desde os primeiros anos no circuto por Gunter Bresnik e espera dar a Áustria outro título de Roland Garros, depois de Thomas Muster, em 1995. É o mais jovem integrante do top 10 da ATP e só neste ano venceu Roger Federer, no saibro e na grama; Rafael Nadal no saibro e Marin Cilic na quadra rápida.

“É uma enorme satisfação para o Rio Open receber pelo 4o. ano consecutivo um top 5 e dois top 10. Ambos estão em franca ascensão. O Nishikori é a maior estrela esportiva da Ásia e espero que faça um grande torneio na primeira participação dele no Rio Open, conquistando muitos fãs com a sua determinação e garra em quadra. Já o Thiem só cresceu desde que veio jogar aqui no começo do ano e se firmou no top 10. São estilos completamente diferentes de jogo e o público vai poder assistir dois tenistas que estão hoje disputando o ATP Finals, em Londres, brigando pelo título do Rio Open,” disse Luiz Procópio Carvalho, Diretor do Rio Open.

PERFIL KEI NISHIKORI

Data de nascimento: 29/12/1989

Local de nascimento: Matsue, Shimane, Japão

Ranking atual: 5º

Melhor ranking: 4º (2015)

Títulos de simples: 11, em 19 finais disputadas

Principais resultados:

Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016

Finalista do US Open (2014) e semifinalista em (2016)

Finalista dos ATP World Tour Masters 1.000 de Madrid (2014), Miami (2016) e Canada (2016)

Tetracampeão do ATP 250 de Memphis (2013, 2014, 2015 e 2016)

Bicampeão do ATP 500 de Tóquio (2012 e 2014)

Bicampeão do ATP 500 de Barcelona (2014 e 2015)

PERFIL DOMINIC THIEM

Data de nascimento: 3/9/1993

Local de nascimento: Wiener Neustadt, na Áustria

Ranking atual: 9º

Melhor ranking: 7º (2016)

Títulos de simples: 7, em 10 finais disputadas

Principais resultados:

Semifinalista em Roland Garros 2016

Bicampeão do ATP 250 de Nice (2015 e 2016)

Campeão dos ATPs 250 de Umag e Gstaad (2015)

Campeão dos ATPs 250 de Buenos Aires e Stuttgart (2016)

Campeão do ATP 500 de Acapulco (2016)

Com o objetivo de crescer, Rio Open terá novo formato em 2017

Nadal 1 peqA partir de 2017 o Rio Open contará com um novo formato, passando a ser um ATP 500 independente. A decisão faz parte de uma avaliação estratégica da IMM, empresa organizadora do torneio, que almeja crescer o maior evento tênis na América do Sul, proporcionando ainda mais conforto para os atletas e publico. A alteração visa o desenvolvimento orgânico do evento que seguirá sua tradição de trazer sempre os melhores tenistas para a disputa do título no Rio de Janeiro.

A próxima edição do Rio Open acontecerá de 20 a 26 de fevereiro de 2017 sem a disputa do torneio feminino, que passa a acontecer em Budapeste, Hungria. O Rio Open fez um contrato de lease com o torneio europeu.

“Acreditamos que este novo formato irá ajudar o Rio Open a seguir sua trajetória de crescimento, proporcionando uma experiência ainda melhor para todos os tenistas. Sempre trabalhamos para trazer os melhores do mundo para o nosso torneio, e seguiremos com esse compromisso. Nas três edições realizadas, a chave masculina atraiu diversos Top 10, com um line up incrível em 2016. Porém, no feminino, em razão da posição do evento no calendário (sendo realizado nas mesmas semanas dos Premiers de Doha e Dubai), isso não se replicou. Sabemos da importância do Rio Open na carreira da Teliana, Paula, Bia, Gabriela e Laura, e pra 2017, temos a intenção de criar uma ação com essas meninas que vem fazendo história no tênis feminino, mostrando a importância que elas têm para nós. Além disso, no futuro, temos a intenção de voltar a realizar o torneio feminino, com a oportunidade de atrair as melhores do mundo, a exemplo do que acontece no masculino,” disse Luiz Procópio Carvalho, Diretor do Torneio

Nesses três anos de WTA no Rio, o Rio Open destacou grandes expoentes do tênis feminino brasileiro, como Teliana Pereira (semifinalista em 2014), Bia Maia (quartas de final em 2015) e Paula Gonçalves (quartas de final em 2016) e a IMM seguirá avaliando novas possibilidades para trazer sempre o melhor do tênis mundial.

Surprise! Shelby Rogers nas 4as em Roland Garros

Penúltima tenista a entrar direto na chave principal de Roland Garros, a norte-americana Shelby Rogers é a grande surpresa da chave feminina em Paris. Atual 108a. colocada no ranking mundial, ela avançou pela primeira vez às quartas de um Grand Slam, ao derrotar a romena Irina Begu, cabeça 25 e que vinha de uma ótima temporada de saibro, por 6/3 6/4.

Surprise! Shelby Rogers nas 4as. em Roland Garros

“Fico falando para mim mesma para jogar ponto a ponto e pensar que é só um jogo de tênis,” disse Rogers, que com essa mentalidade, ganhou de Pliskova, Vesnina, Kvitova e agora de Begu, todas bem mais favoritas do que ela.

No Brasil, pouca gente se lembra, mas ela foi vice-campeã do Rio Open, perdendo a final para Francesa Schiavone. No ano passado ela também alcançou a 3a. rodada do US Open.

Para continuar chorando de alegria a cada rodada em Roland Garros, ela terá que passar pela espanhola Garbine Muguruza, que ganhou da campeã de 2009, Svetlana Kuznetsova por 6/3 6/4.

“Não tenho nada a perder. Vou jogar sem pressão e aproveitando a experiência, mas quero ir além,” antecipou a tenista dos Estados Unidos.

Com a chuva que caiu em Paris hoje, todas as outras quartas serão definidas na segunda. Se enfrentam: Venus Williams x Timea Bacsinzky; Simoa Halep x Samantha Stosur; Kiki Bertens x Madison Keys; Carla Suarez Navarro x Yulia Putintseva; Serena Williams x Elena Svitolina e Agnieszka Radwanska x Tsvetana Pironkova.

Diana Gabanyi

 

Pablo Cuevas derrota Guido Pella e conquista o Rio Open pela primeira vez

Cuevas 2 peqResponsável por eliminar o favorito Rafael Nadal na semifinal, o uruguaio Pablo Cuevas derrotou o argentino Guido Pella, na noite deste domingo, no Jockey Club Brasileiro, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 6/7 (5) e 6/4, e conquistou o título do Rio Open apresentado pela Claro. Foi o quarto título da carreira do tenista de 30 anos, o primeiro dele da série ATP 500. Com o troféu, Cuevas, atual 45º do ranking mundial, vai somar 500 pontos e se aproximar dos top 30 na lista que será divulgada nesta segunda-feira. Seu melhor ranking da carreira é o 21º lugar, obtido em março do ano passado.

Na decisão deste domingo contou mais a experiência do uruguaio contra Pella, que disputava sua primeira final da carreira. Mesmo tento eliminado jogadores como o norte-americano John Isner, cabeça de chave número 4, e o austríaco Dominic Thiem, favorito número 5, no caminho para chegar à final, o argentino de 25 anos não conseguiu repetir o feito na decisão.

O jogo começou equilibrado e foi interrompido no 3 a 3 por causa da chuva. Cerca de 3h20 depois, a partida foi reiniciada, e o uruguaio conseguiu a quebra, fazendo 5 a 4. Sacando muito bem, fechou no game seguinte. O segundo set seguiu parelho e nenhum dos dois conseguiu a quebra, levando a decisão para o tie-break. Cuevas abriu 5 a 4, mas o argentino fez belas devoluções de saque e acabou empatando ao fazer 7/5. O set decisivo também foi decidido nos detalhes. Cuevas, que deu 14 aces na partida contra quatro do rival, abriu 5 a 4, com saque do argentino. No primeiro match-point fechou a partida.

“Agradeço o apoio dos torcedores nesses dias. Sei que todos queriam Nadal na final, mas de qualquer forma, obrigado”, disse o uruguaio no discurso após o título. Mais tarde, na coletiva do campeão, revelou a admiração por Gustavo Kuerten, que lhe entregou o troféu. “É um grande prazer receber o troféu das mãos do Guga, um dos jogadores que eu mais admirava. Cheguei a sair mais cedo da escola para ver jogos dele em Roland Garros. Depois, no ano da despedida dele, tive o prazer de enfrentá-lo”, lembrou.

Cuevas, que recebeu premiação de R$ 1.217.749,50, comemorou o fato de um tenista sul-americano vencer o Rio Open – nas outras duas edições os campeões foram os espanhóis Nadal, em 2014, e David Ferrer, em 2015. “Os espanhóis estão dominando os torneios no saibro, por isso foi importante termos dois sul-americanos disputando a final aqui”, disse Cuevas, que não alcançava uma decisão desde abril do ano passado, em Istambul.

O uruguaio só enfrentou jogadores canhotos na competição. “Foi algo muito raro, porque talvez o circuito tenha uns 20% de canhotos. De uma certa maneira foi bom pra mim, porque não tive que mudar muito minha tática”, contou.

Pella lamentou a derrota, mas tentou ver o lado positivo. “Foi a primeira vez que chego a uma final de um torneio desse nível. Fizemos um bom jogo, e ele foi melhor e mereceu o título. Tenho muito o que melhorar e vou seguir trabalhando”, disse o canhoto, que chegou ao torneio como 71º do ranking e ficará próximo dos top 40 nesta segunda, sua melhor posição na carreira.

Campeões do Rio Open:

2016 – Pablo Cuevas (URU)
2015 – David Ferrer (ESP)
2014 – Rafael Nadal (ESP)

Colombianos Cabal e Farah conquistam Rio Open pela segunda vez na carreira

Os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, cabeças de chave número 2 do torneio, conquistaram pela segunda vez na carreira o título de duplas do Rio Open apresentado pela Claro. Campeões da primeira edição, em 2014, Cabal e Farah repetiram o feito com a vitória na decisão deste domingo sobre os espanhóis Pablo Carreno Busta e David Marrero por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (5) e 6/1.

“Estamos muito contentes por mais essa conquista, é resultado de anos de trabalho dentro da quadra. Ficamos muito à vontade aqui no Rio, nosso país tem coisas em comum com o Brasil, então talvez por isso temos grandes conquistas aqui”, disse Cabal.

Os colombianos jogam juntos o circuito e somam agora seis títulos na carreira. Na semana passada também foram campeões em Buenos Aires. Rivais dos brasileiros Bruno Soares e Marcelo Melo, disseram que também sonham com medalha nas Olimpíadas. “Os Jogos são nosso grande objetivo nesta temporada, queremos chegar bem e vamos nos preparar da melhor maneira para isso”, disse Farah.

Campeões da edição 2016 do Rio Open:

Simples masculino – Pablo Cuevas (URU) venceu Guido Pella (ARG) por 6/4, 6/7 (5) e 6/4

Simples feminino- Francesca Schiavone (ITA) venceu Shelby Rogers (EUA) por 2/6, 6/2 e 6/2

Duplas masculina- Juan Sebastian Cabal/Robert Farah (COL) venceu Pablo Carreno Busta/David Marrero por 7/6 (5) e 6/1

Duplas feminina – Veronica Cepede Royg (PAR)/María Irigoyen (ARG) venceu Tara Moore (GBR)/Conny Perrin (SUI) por 6/1 e 7/6 (5)

de 20 a 26 de fevereiro

Números da 3ª edição do maior torneio de tênis da América do Sul

A terceira edição do Rio Open terminou neste domingo e comprovou o progresso do torneio ao trazer grandes nomes do circuito mundial de tênis, além de despertar um interesse cada vez maior do público e dos patrocinadores. O maior torneio de tênis da América do Sul levou cerca de 45 mil pessoas ao Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Zona Sul da Cidade Maravilhosa. O público que prestigiou o evento, que já faz parte do calendário esportivo do Rio, vibrou com 92 partidas disputadas em nove quadras de saibro, entre 94 atletas de 31 países.

De acordo com Luiz Carvalho, diretor do torneio, o resultado do Rio Open 2016 foi muito positivo. “Estamos satisfeitos com a terceira edição do torneio, a começar pelos jogadores que trouxemos. Na chave masculina, tivemos oito atletas entre os 30 melhores. Na feminina, foi a melhor final do Rio Open até agora. Uma atleta jovem contra uma veterana que está tentando voltar ao circuito, um jogo bem interessante”, diz Lui, já pensando na edição de 2017.

“Nosso foco é melhorar a cada ano e estamos fazendo isso desde a primeira edição, atraindo novos jogadores, melhorando o Leblon Boulevard, a infraestrutura e trazendo novas opções de alimentação. Sempre com o pensamento de deixar o evento mais completo, para o público, jogadores, patrocinadores, imprensa”, completa.

O Rio Open apresentado pela Claro é único torneio na América do Sul a reunir simultaneamente uma etapa do ATP World Tour 500 e do WTA International, sendo o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil.

Confira alguns números do Rio Open 2016

Quadras de saibro: 9 (sendo uma a Quadra Central)

Capacidade da Quadra Central: 6.200 pessoas

Atletas (Rio Open): 94 atletas (49 homens e 45 mulheres)

Nacionalidades dos atletas: 31 países
Brasil, Croácia, Espanha, Nova Zelândia, Suécia, Estados Unidos, Holanda, Argentina, Bulgária, Colômbia, França, Itália, Alemanha, Eslováquia, Suíça, Romênia, Paraguai, Israel, Japão, Ucrânia, França, Uruguai, Reino Unido, Colômbia, Portugal, Áustria, Sérvia, Chile, Principado de Liechtenstein, Romênia, Montenegro.

Partidas disputadas: 92 (31 simples masculina, 31 simples feminina, 15 duplas masculinas, 15 duplas femininas)

Profissionais envolvidos no evento (organização, produção, freelas, segurança, limpeza, orientadores, entre outros): Aproximadamente 2.300 pessoas

Membros da ATP e WTA: 20

Juízes de linha: 67

Juízes de cadeira: 13

Árbitro geral: 1

Assistente de arbitragem: 1

Chefe de juízes: 1

Visitantes/Público: 45 mil pessoas

Boleiros: 74

Chefe de boleiros: 1

Raquetes encordoadas: 627 (aproximadamente 8 km de corda)

Quadristas (responsáveis pela manutenção das quadras durante os jogos): 24

Chefe de quadristas: 1

Bolas usadas: 9.360 (jogos e treinos)

Treinos marcados: aproximadamente 500

Água consumida (em garrafas): 23.328

Gatorade em garrafas (atletas): 600 garrafas

Bananas consumida pelos atletas (de 12/2 a 21/2): 200 kg

Jornalistas credenciados: mais de 300

Patrocinadores: 37 + 4 media partners

Transmissão para quantos países: 182 países

Premiação ATP: US$ 1.353.205

Premiação WTA: US$ 250.000

Foto: Fotojump

Schiavone vira sobre norte-americana Rogers, fica com o título do Rio Open e emociona o público

Schiavone 1 peqA italiana Francesca Schiavone é campeã do Rio Open, WTA International, disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Neste domingo, a campeã de Roland Garros, em 2010, conquistou o torneio pela primeira vez, sendo o sétimo da carreira, ao bater de virada a norte-americana Shelby Rogers, com parciais de 2/6 6/2 e 6/2.

No fim, a italiana surpreendeu ao tirar um papel do bolso para fazer o discurso de campeã em português, lembrando de agradecer ao Brasil e de desejar sorte ao país nos Jogos Olímpicos.

Atual nº 132 da WTA, Schiavone deve dar um salto no ranking e voltar ao top 100 na atualização que vai acontecer nesta segunda-feira.

Foto: João Pires/Fotojump