Ferrer vence Fognini em dois sets e é campeão do Rio Open, conquistando o 23º título da carreira

Ferrer - 4 peqNeste domingo, o espanhol David Ferrer conquistou o título do Rio Open, ATP 500 disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Depois da grande atuação do sábado, quando eliminou o espanhol Rafael Nadal, o italiano Fabio Fognini não repetiu o desempenho, ofereceu pouca resistência e ainda viu um adversário inspirado, que venceu em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/3.

Esse é o 23º título da carreira do espanhol, o segundo na temporada. Além do torneio carioca, Ferrer também ficou com o título do ATP 250 de Doha, em janeiro.

O resultado do nº 9 do mundo supera a sua campanha no ano passado, quando parou na semifinal, diante do ucraniano Alexandr Dolgopolov.

Foto: Agif

Errani vence Schmiedlova e fica com o título do Rio Open

Errani - 2 peqA italiana Sara Errani confirmou o favoritismo e, neste domingo, ficou com o título do Rio Open, WTA International disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Errani, nº 16 do ranking e vice-campeã de Roland Garros em 2012, bateu a eslovaca Anna Schmiedlova, 75º do mundo, que fez a sua primeira final de WTA da carreira, conquistando o oitavo título da sua carreira, o primeiro na atual temporada.

Com um começo de jogo marcado pela instabilidade de ambas no saque, com muitas quebras de serviço, a italiana chegou a salvar um set point antes de se impor no tiebreak para fechar por 7/6(2).

No segundo set, a Errani não deu muitas chances e venceu por 6/1, sagrando-se campeã do torneio carioca pela primeira vez.

Com o resultado, Errani, que chegou a salvar três match points nas quartas de final contra a brasileira Bia Haddad, deve ganhar pelo menos quatro posições na lista da WTA, aparecendo na 12ª posição, seguindo firme para tentar voltar ao top 10.

Foto: Agif

 

Ação do Itaú no Rio Open doa 3.600 bolas de tênis para Instituto Tennis Route

Guga - Itaú peqPatrocinador oficial do Rio Open, o Itaú realizou durante o evento uma ação utilizando o esporte como agente transformador. Nela, o público participou de um game interativo no estande da marca no Rio Open onde o visitante poderia testar, em um paredão, as suas habilidades no tênis e compor uma pontuação no ranking. Esses pontos, acumulados, foram transformados em 3.600 bolas de tênis que serão doadas ao Instituto Tennis Route, no Rio de Janeiro. A atividade deu continuidade à que foi realizada em 2014, quando 115 raquetes foram doadas para a mesma instituição. A ação foi executada pela TRY, agência de ativação de marcas e consultoria. (Fotos disponíveis neste link)

A entrega simbólica das bolinhas de tênis aconteceu neste sábado (21) antes da semifinal entre Andreas Haider-Maurer e David Ferrer, pelo diretor executivo do Itaú Unibanco Fernando Chacon a Rogério Melzi, presidente do Instituto Tennis Route. Atualmente o instituto atende cerca de 300 crianças no Rio de Janeiro e tem como objetivo apoiar a prática do tênis entre jovens jogadores com grande potencial, mas sem oportunidades para custear as despesas que a carreira exige.

“Foi por causa do engajamento do público que conseguimos ajudar jovens a praticar o esporte e, quem sabe, contribuir para que estejam em competições de alto rendimento no futuro. Com a continuidade desta ação, reforçamos nosso propósito de colaborar para transformar a vida das pessoas para melhor. O Itaú atua em todas as esferas do tênis, desde a base até o alto rendimento. Então, ao mesmo tempo em que pudemos oferecer ao público a experiência de simular uma partida de tênis, conseguimos atingir a base do esporte com a doação desses produtos”, afirma Fernando Chacon.

O Itaú também oferece até amanhã, dia 22, duas estações de bicicletas no estacionamento do Jockey Club para que os fãs de tênis possam se deslocar com facilidade até o evento. As estações mais próximas ao Jockey estão sinalizadas, incentivando o uso das laranjinhas, assim como o mapa do aplicativo Bike Rio, que conta com ícones temáticos de bolinhas de tênis indicando os pontos de retirada durante o evento.

Embaixador do tênis pelo Itaú

Durante o Rio Open, o Itaú anunciou Gustavo Kuerten como embaixador da marca no Brasil para o tênis. Esta parceria histórica representa a primeira vez que o Itaú utiliza um ídolo do esporte nacional como seu embaixador. Ambos compartilham o pensamento de reconhecer no esporte uma ferramenta para transformar a sociedade. Entre as atuações de Guga como embaixador do Itaú está a participação em alguns eventos que contam com o patrocínio do banco, como Miami Open, Itaú Masters Tour e o próprio Rio Open. O Itaú também irá apoiar a Escolinha Guga e o Instituto Guga Kuerten, reforçando a sua atuação na base do esporte e contribuindo com a iniciação e a formação esportiva de futuros atletas.

Itaú e o Tênis

A união “Itaú e tênis” é longa e duradoura, com uma plataforma completa que vai da categoria de base até o alto rendimento. Na fase de iniciação, o Itaú apoia o Caravana do Esporte, um programa itinerante com diversas modalidades esportivas e que atende municípios indicados pelo Unicef, já tendo capacitado, desde 2009, quase 18 mil professores de 17 estados brasileiros e beneficiando mais de 200 mil crianças de forma direta e 1,8 milhão de forma indireta.

Para o Itaú, uma formação sólida e consistente é fundamental para o sucesso de futuros atletas. Por isso, o banco também apoia o Centro de Treinamento Itaú/Instituto Tênis, projeto que visa a formação de atletas de alto rendimento na fase juvenil e no período de transição para o profissional. A intenção é descobrir talentos, oferecendo estrutura física completa, equipe técnica qualificada e a oportunidade de participação em competições nacionais e internacionais.

Ainda na fase de formação esportiva, o Itaú patrocina o Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre e a Liga de Desporto Universitário, maior projeto esportivo universitário do País, realizado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) com apoio do Ministério do Esporte. Além disso, o banco também apoia, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o Circuito de Tênis Escolar e Universitário, que teve início em 2009 com o objetivo de promover o esporte atrelado à educação, com disputas entre estudantes do ensino público e privado, sem cobrança de taxa de inscrições e premiando os campeões com treino de tênis e curso de idiomas no exterior.

Na fase de formação de atletas potenciais o Itaú se destaca como principal patrocinador do Circuito Feminino Future de Tênis, torneio internacional da série. Também apoia competições da série ATP Challenger promovidas em diversas cidades do Brasil.

Já no alto rendimento, a partir deste ano o Itaú passa a ser o principal patrocinador do Miami Open, evento Masters 1000 da ATP que já contava com o apoio do banco desde 2009 e é um dos maiores do mundo. O torneio passa a se chamar “Miami Open presented by Itaú”. No Brasil, o Itaú é patrocinador do Rio Open, único torneio da América do Sul a reunir uma etapa da ATP 500 e WTA International. O banco também apoia o Itaú Masters Tour, circuito de tênis seniores que já está em sua 13ª temporada.

Sobre a TRY

A TRY é uma consultoria que planeja, organiza e realiza eventos esportivos, empresariais e sociais. Há 20 anos no mercado, nosso trabalho é criar ambientes harmoniosos com identidades únicas, capazes de inspirar pessoas a compartilharem interesses e unir ideias, gerando relacionamento e vínculos para toda vida. O nosso jeito de trabalhar aproxima pessoas de diferentes públicos, gerando a sinergia ideal para networking e divulgação de marcas e empresas.

Fognini elimina Nadal e decide o título do Rio Open contra Ferrer. Klizan e Oswald são campeões de duplas

Fognini - 2 peqO italiano Fabio Fognini derrotou o espanhol Rafael Nadal, de virada, por 2 sets 1, com parciais de 1/6, 6/2 e 7/5, e vai disputar o título do Rio Open apresentado pela Claro contra o também espanhol David Ferrer, neste domingo, por volta das 18h. A derrota para Fognini foi a primeira de Nadal em uma semifinal no saibro desde 2003. Além disso, o nove vezes campeão de Roland Garros perdeu sua primeira partida no Brasil em quatro competições que participou – foi campeão do ATP 500 do Rio em 2014 e duas vezes do Brasil Open (2005/2013). A final deste domingo colocará frente a frente o cabeça 2 Ferrer e o cabeça 4, Fognini. Antes disso, a também italiana Sara Errani decide o título do WTA contra a eslova Anna Schmidlova.

Fognini , atual 28º colocado no ranking mundial, nunca tinha vencido o dono de 64 títulos na carreira em quatro confrontos entre os dois. Na partida deste sábado, iniciou jogando mal, errando muito. No segundo set, parou de cometer erros e passou a levar a melhor nas trocas de bola. O set decisivo seguiu igual até Fognini abrir 6 a 5 e Nadal sacar para ir ao tie-break. Em um final emocionante, o espanhol rebateu uma bola, que raspou na rede e caiu lentamente no lado da quadra do italiano. Fognini chegou e devolveu com uma curta, que Nadal não chegou. “Ganhei do melhor do mundo no saibro, estou muito feliz, é uma vitória para ser valorizada”, comemorou.

Nadal ainda tenta ganhar ritmo e confiança, depois de só atuar sete vezes no segundo semestre do ano passado, devido a duas cirurgias – pulso direito e apêndice. Neste ano, foi eliminado na estreia em Doha e nas quartas do Aberto da Austrália. Por não defender os pontos do título no Rio Open, vai cair uma posição no ranking mundial, passando para quarto lugar. “Fiz um bom primeiro set, perdi oportunidades no segundo, e no final foi mérito dele. Também fiquei cansado muito rápido e senti cãibras, algo que nunca tive na carreira”, disse o espanhol. “Ainda sinto a falta de ritmo, mas já estou melhor do que há um mês. Tenho que aceitar e continuar trabalhando, passo a passo, para voltar a competir de igual para igual com os melhores jogadores”.

Grande estrela do Rio Open, Nadal espera voltar ao torneio em 2016. “Quero estar nas Olimpíadas no Rio, mas ainda é cedo para falar de calendário. Gosto de jogar no Brasil, na América Latina, então pode ser que volte”.

Na outra semifinal, Ferrer eliminou o austríaco Andreas Haider-Maurer por 7/5 e 6/1. O espanhol só teve trabalho no primeiro set na vitória sobre o 74º do mundo. Os dois tenistas sofreram para confirmar o saque na série inicial. Quando um quebrava, o outro devolvia e assim foi até Ferrer usar da sua experiência para fechar. No segundo set, Ferrer cresceu e, depois de quebrar o saque de Haider-Maurer logo no início, fazendo 3 a 1, se manteve sempre à frente para fechar. “Não comecei jogando bem, no segundo melhorei e ele estava mais cansado. Estou contente por jogar minha primeira final no Rio”, disse Ferrer, que já conquistou seis títulos na América Latina.

Ferrer tem um retrospecto favorável contra Fognini. Sete vitórias em sete jogos. Nesta temporada, Fognini foi campeão de duplas no Aberto da Austrália, ao lado do compatriota Simone Bolelli. Em simples, soma três títulos na carreira. Sua última final foi em abril do ano passado, quando ficou com o vice-campeonato do ATP 250 de Munique, na Alemanha. “Preciso descansar bem, porque fiquei muito mais tempo na quadra do que David (Ferrer). Será duro, outro especialista no saibro, já foi terceiro do mundo. Também me venceu várias vezes, então terei de lutar muito” .

Klizan e Oswald conquistam o título de duplas do Rio Open

Neste sábado, penúltimo dia do Rio Open, a parceria formada pelo eslovaco Martin Klizan e pelo austríaco Philipp Oswald bateu o espanhol Pablo Andujar e o austríaco Oliver Marach e conquistou o título de duplas da principal competição de tênis da América do Sul. Klizan e Oswald precisaram de 1h24 e dois sets para selarem o triunfo com parciais de 7/6 (3) e 6/4. Foi o segundo troféu da ATP levantado pela dupla, que venceu, em Nice, no ano passado.

Para chegar ao título, Klizan e Oswald superaram os brasileiros Fabiano de Paula e Marcelo Demoliner, a dupla formada pelo uruguaio Pablo Cuevas e o espanhol David Marrero e, na fase semifinal, os colombianos campeões do torneio em 2014, Juan Sebastian Cabal e Robert Farah. “Tivemos sorte na segunda rodada com uma desistência, mas uma estreia muito dura com um super tie-break e precisamos salvar um match point na semifinal, então acredito que o nível foi bem alto, como se espera de um ATP 500. Estou muito feliz por termos conquistado o título e jogado nosso melhor tênis na final. Espero que tenhamos uma grande temporada juntos”, disse o empolgado Oswald.
Rio Open rende homenagem a Braguinha, mecenas do esporte

A quadra central do Rio Open recebeu outra homenagem neste sábado. Coube a Gustavo Kuerten entregar uma placa a Antonio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha. O ex-banqueiro, apaixonado por esporte, ajudou diversos atletas em suas trajetórias. Guga e o piloto Ayrton Senna estão entre os esportistas que contaram com a ajuda financeira de Braguinha no início de suas carreiras. Braguinha acompanhou todas as Copas do Mundo desde 1950 e compareceu a todos as Olimpíadas nos últimos 40 anos. “Você fez eu acreditar que podia chegar lá, e com outros atletas também. Agradeço por tudo o que fez pelo esporte brasileiro”, disse Guga.

Foto: Agif

Ferrer vence Haider-Maurer em dois sets e é o primeiro finalista do Rio Open

Daniel Gimeno Traver (ESP) x David Ferrer (ESP) durante coletiva de imprensa no Rio Open 2015, realizado no Jockey Clube Brasileiro. Foto: AGIFDavid Ferrer foi o primeiro a garantir vaga na final do Rio Open, ATP 500 disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Na noite deste sábado, o espanhol enfrentou dificuldades no primeiro set diante do austríaco Andreas Haider-Maurer e teve que sacar duas vezes para o set antes de fechar por 7/5.

Na segunda parcial, o cabeça de chave nº 2 se impôs e não permitiu muitas chances ao adversário, vencendo por 6/1 e chegando à final, superarando a sua campanha do ano passado, quando parou na semifinal do torneio carioca, diante do ucraniano Alexandr Dolgopolov.

O adversário de Ferrer sairá do confronto entre o espanhol Rafael Nadal e o italiano Fabio Fognini, que jogam ainda neste sábado.

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Eslovaca Schmiedlova vence Begu e está na sua primeira final de WTA para enfrentar a favorita Errani

Irina Camelia Begu (ROU) e Maria Irigoyen (ARG) x Dinah Pfizenmaier (GER) e Anna Schmiedlova (SVK) durante coletiva de imprensa no Rio Open 2015, realizado no Jockey Clube Brasileiro. Foto: AGIFFoi definida na tarde deste sábado a final feminina do Rio Open, WTA International disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Na primeira partida do dia, a eslovaca Anna Schmiedlova precisou de três sets e quase três horas para vencer a romena Irina-Camelia Begu, que apresentou bastante dificuldades sob o forte sol do Rio de Janeiro.

A vaga na primeira final da sua carreira foi conquistada com parciais de 6/3 4/6 e 6/2.

A sua adversária na decisão, que será disputada neste domingo, será a italiana Sara Errani, principal favorita da chave, que bateu a sueca Johanna Larsson em sets diretos, com parciais de 7/5 e 6/3.

Será o primeiro confronto entre elas.

Em jogo que invadiu a madrugada, Nadal passa por Cuevas e está na semi do Rio Open

Nadal - 2 peqO espanhol Rafael Nadal continua firme na busca pelo bicampeonato do Rio Open apresentado pela Claro. O atual número 3 do ranking mundial deixou para trás, na madrugada deste sábado, o uruguaio Pablo Cuevas, melhor sul-americano do circuito na 23ª posição, com a vitória, de virada, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 7/5 e 6/0.

O adversário deste sábado será o italiano Fabio Fognini, que precisou de nove match points para eliminar o argentino Federico Delbonis por 6/4, 6/7 (10) e 7/6 (9). Nadal entrou em quadra à 1h da manhã(jogo começou à 01h13min), depois de um dia em que todos os jogos da quadra central foram para o terceiro set e tiveram mais de duas horas de duração. A rodada começou às 13h e o jogo de Nadal terminou às 3h18.

A partida entre Nadal e Fognini será disputada após a outra semifinal deste sábado, marcada para as 17h, entre o austríaco Andreas Haider-Maurer e o espanhol David Ferrer, cabeça de chave número 2. Haider-Maurer venceu o brasileiro João Souza , o Feijão, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (4), 1/6 e 6/4, e o número 9 do mundo eliminou o argentino Juan Monaco por 6/3, 4/6 e 6/2.

Nadal encontrou um adversário difícil nas quartas de final. Cuevas chegou ao Rio com o troféu do Brasil Open na bagagem. O uruguaio fez um bom jogo contra o nove vezes campeão de Roland Garros, saindo na frente, mas sentiu quando o espanhol empatou o segundo set, e acabou derrotado com facilidade na parcial decisiva. “Quero dizer muito obrigado às pessoas que ficaram até agora para me apoiar. Foi um jogo difícil, ele estava jogando bem, foi campeão em São Paulo. Por sorte estou na semifinal, uma vitória muito importante, um grande resultado, que me dá mais confiança”.

O dono de 64 títulos na carreira, sendo 14 de Grand Slams, tem retrospecto de quatro vitórias em quatro jogos contra Fognini, atual 28º colocado no ranking e que já foi o 13º no ano passado. Nesta temporada, Fognini foi campeão de duplas no Aberto da Austrália, ao lado do compatriota Simone Bolelli. O italiano fez um jogo de mais de três horas com Delbonis, mas acha que estará bem para o confronto desde sábado. “Foi um jogo muito louco. Estou feliz, mas quero muito descansar. Ele (Nadal) vai jogar muito tarde. Espero que fique em quadra muito tempo. Agora quero descansar, comer e me recuperar o máximo possível” , disse o italiano, que no Rio Open do ano passado caiu nas quartas de final.

Rodada do sábado define campeões da chave de duplas

Em outro jogo da quadra central neste sábado, o último do dia, haverá a disputa pelo título da chave de duplas. O espanhol Pablo Andujar e o austríaco Oliver Marach enfrentam o eslovaco Martin Klizan e o austríaco Philipp Oswald.

A rodada será aberta com as semifinais da chave feminina. No primeiro jogo da quadra central, às 13h, a eslovaca Anna Schmiedlova enfrenta a romena Irina-Camelia Begu, cabeça de chave número 2 do Rio Open. Na sequência, a favorita nº 1, a italiana Sara Errani, joga com a sueca Johanna Larsson. A romena Begu volta à quadra para disputar a final de duplas. Ela e sua parceira, a argentina María Irigoyen, buscam o bicampeonato do Rio Open contra a belga Ysaline Bonaventure e a sueca Rebecca Peterson, às 16, na quadra 1.

Foto: Agif

Austríaco Haider-Maurer bate Feijão e enfrenta Ferrer na semifinal do Rio Open. Soares e Peya perdem na semi

Feijão - 4 peqMesmo com o apoio da torcida, que encheu a quadra central, o brasileiro João Souza, o Feijão, foi derrotado pelo austríaco Andreas Haider-Maurer, na noite desta sexta-feira, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (4), 1/6 e 6/4, pelas quartas de final do Rio Open apresentado pela Claro. Haider-Maurer buscará vaga na final contra o espanhol David Ferrer, nono melhor jogador do mundo e cabeça de chave número 2 do torneio, que venceu o argentino Juan Monaco, 66º, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 6/2. A partida será disputada neste sábado, em horário a ser confirmado.

Apesar de não ter alcançado sua primeira semifinal de ATP 500, Feijão tentou ver o lado positivo desta semana. “Tem jogos que a gente consegue reverter, outros não, hoje não foi para o meu lado. Mas não tem o que lamentar. Com a campanha aqui vou atingir minha melhor posição no ranking, vou poder jogar mais torneios de ATP, não só da série Chalenger, e também entrar direto nos Grand Slams. Acho que foi um bom começo de ano, está saindo como tinha planejado”, disse o brasileiro, hoje 88º do mundo, e que foi semifinalista no Brasil Open, na semana passada.

A semifinal no Rio é o melhor resultado de Haider-Maurer nesta temporada. O tenista, atual 74º do ranking mundial, disputou uma final na carreira, em 2010. “Foi difícil jogar com a torcida contra, mas ao mesmo tempo é uma energia muito boa estar na quadra central”, disse o austríaco, que perdeu os dois jogos que fez contra Ferrer. “Ele me venceu com facilidade as duas vezes. O importante vai ser aproveitar a partida, curtir o momento e dar o meu melhor”.

Ferrer, campeão de 22 títulos na carreira, seis deles conquistados na América Latina, também fez uma partida dura nas quartas, contra Monaco, e saiu animado da quadra. “Não estava satisfeito com meu jogo nas primeiras partidas, mas hoje melhorei. Foi um confronto em condições difíceis, pelo clima, então me sinto bem”.

Mesmo considerado favorito para a partida deste sábado, Ferrer espera um duelo duro com o austríaco. “Já o enfrentei e sei que saca muito bem. Ele vem tendo uma boa semana, então será um jogo difícil”, avaliou o vice-campeão de Roland Garros, em 2013, e que na primeira edição do Rio Open alcançou a semifinal.

Bruno Soares e atuais campeões caem na semi de duplas

O mineiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya perderam na semifinal da chave de duplas nesta sexta-feira. A parceria cabeça de chave 1 foi eliminada pelo espanhol Pablo Andujar e pelo austríaco Oliver Marach com parciais de 6/1, 4/6 e 10-7. Os outros finalistas são o eslovaco Martin Klizan e o austríaco Philipp Oswald, que bateram os colombianos atuais campeões Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, por 3/6, 7/6(6) e 10-7.

“Acho que hoje foi o jogo que eu me senti melhor começando a partida. Fizemos um belo primeiro game, tivemos um ponto decisivo, de repente perdi o saque e a coisa desandou completamente”, analisou Soares. “No match tiebreak, foi falta de confiança. Errei duas bolas fáceis, me perdi em uma jogada, fui para a rede de bobeira e levei a bola no pé. Era só ter esperado e metido a mão na bola. Foi mais um dia daqueles em que as coisas não aconteceram”, lamentou o mineiro, que parou na semifinal pelo segundo ano seguido.

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Bia Maia tem três match points, mas sente cãibras e abandona contra Errani nas quartas do Rio Open

Bia Haddad - 1 peqA paulista Beatriz Haddad Maia esteve muito perto de sua primeira semifinal no circuito WTA no Rio Open, mas precisou abandonar no terceiro set contra a italiana Sara Errani. Bia venceu o primeiro set com autoridade, por 6/3, e teve três match points no segundo. A cabeça de chave 1 do torneio reagiu e levou a parcial por 7/6(2). No terceiro set, a brasileira começou a sentir fortes cãibras e desistiu após perder três games consecutivos.

Bia começou arrasadora, impondo seu estilo agressivo, enquanto Errani enfrentava dificuldades com o seu serviço. O segundo set teve sete quebras de saque consecutivas, até Bia abrir 5/3. Errani salvou dois match points e empatou em 5/5. A brasileira serviu novamente para o jogo em 6/5, perdeu outro match point, e sofreu a quebra. Fortalecida mentalmente, a italiana dominou o tiebreak. No terceiro set, Bia voltou sentindo dores. A paulista tinha muita dificuldade para sacar, não conseguia se movimentar, e precisou abandonar o confronto.

“Essa cãibra geral não foi por falta de físico. Quem joga sabe a tensão que a gente sente para fechar uma partida. Naquele momento, talvez pela minha inexperiência, eu pensei em ganhar o jogo, quando eu deveria ter pensado naquela devolução. Ali me custou, porque fiquei ansiosa e perdi aquele game, depois saquei e tive oportunidade de fechar. Não saquei bem, cedi o break. Ela foi botando a bola do outro lado e eu me complicando mais, suando muito, perdendo água. E quanto mais tensa fui ficando, comecei a perder o controle da situação. Então foi uma soma de fatores”, explicou Bia.

Apesar da derrota, Bia acredita que esta partida será muito importante para o seu amadurecimento como jogadora. “Estou muito feliz, porque joguei acima do que eu esperava. Essa partida era um teste para mim, porque ela (Errani) fez final de Grand Slam, não é boba. Fiquei muito feliz de ter ido para cima. Tive chance, podia ter ganho, mas eu também não teria aprendido com essa experiência. Se eu não ganhei, é porque não era o momento. Acredito muito em mim e nas pessoas ao meu redor e sei que vai dar tudo certo no futuro”, acrescentou.

Errani, que havia confessado não conhecer Bia antes do confronto, distribuiu elogios para a promessa brasileira. “Ela me surpreendeu muito, não a conhecia, é uma jogadora muito potente, saque incrível, e fez um bom jogo. Foi muito difícil ficar perto dela no placar, ela acabou tendo match points”. “No terceiro, ela sofreu cãibras porque estávamos jogando há muito tempo. Eu sinto por ela”, afirmou a italiana, que enfrenta a sueca Johanna Larsson. A cabeça de chave 5 se classificou para a semifinal ao eliminar a alemã Dinah Pfizenmaier por 6/4 e 6/0.

A outra semifinal terá a cabeça de chave 2 Irina-Camelia Begu, que eliminou a israelense Julia Glushko com parciais de 6/1 e 6/2. Sua adversária será a eslovaca Anna Schmiedlova, que bateu a paraguaia Veronica Cepede Royg por 6/3 e 6/1. “É minha primeira semifinal, então é um grande sucesso para mim”, comemorou Schmiedlova.

Begu também está garantida na decisão das duplas. A romena e a argentina Maria Irigoyen superaram Cheih-Yu Hsu, de Taipei, e a búlgara Elitsa Kostova, por duplo 6/2. A parceria tentará o bicampeonato contra a belga Ysaline Bonaventure e a sueca Rebecca Peterson, que avançaram através do walk-over de Beatriz Haddad Maia e Teliana Pereira.

Nick Bollettieri visita Rio Open e fica impressionado

Um dos grandes treinadores da história do tênis visitou o Rio Open apresentado pela Claro nesta sexta-feira. O norte-americano Nick Bollettieri, fundador da academia de tênis da IMG, ficou impressionado com a estrutura e o clima do torneio carioca.

“Este evento é como uma reunião de família. Vi crianças, netos, avós e avôs. Acho que é isso que torna o torneio especial”, afirmou Bollettieri, que ajudou a formar grandes nomes do tênis mundial, como Maria Sharapova, Andre Agassi, Serena Williams e Boris Becker.

Além de falar com a imprensa, Bollettieri também distribuiu autógrafos e assistiu ao jogo entre a italiana Sara Errani e a brasileira Beatriz Haddad Maia. “Já fiz um compromisso de voltar no ano que vem para fazer uma sessão de perguntas e respostas com pais de jogadores. Estou muito impressionado com este torneio e seus patrocinadores”, concluiu o guru do tênis.

Foto: Agif

Bia Haddad vence outra, alcança melhor resultado da carreira no Rio Open e enfrenta Errani nas quartas

Bia - 5 peqA jovem brasileira Beatriz Haddad Maia, de 18 anos, não se intimidou mais uma vez e conquistou seu melhor resultado da carreira ao vencer a eslovena Polona Hercog por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/2, nesta quinta-feira, e se classificar para as quartas de final do Rio Open apresentado pelo Claro.

O desafio pela vaga na semifinal será contra a cabeça de chave número 1 do torneio e 16ª do mundo, a italiana Sara Errani, provavelmente nesta sexta. Errani eliminou a espanhola Lourdes Domínguez Lino por 6/0 e 7/5. O Rio Open é o maior torneio de tênis da América do Sul, com disputas simultâneas de um ATP 500 e de um WTA International. A premiação do feminino é de U$ 250 mil.

Até hoje o melhor resultado da canhota Bia no circuito havia sido a segunda rodada do WTA de Florianópolis, em 2013, de premiação de U$ 235 mil. Em suas duas últimas participações em torneios desse nível, Bia perdeu na estreia em Florianópolis e no Rio Open, ambas no ano passado. Atual 234º do ranking mundial, a paulista teve uma carreira de destaque no juvenil, mas sua ascensão foi interrompida em 2013, devido a uma lesão no ombro e uma cirurgia na coluna. No ano passado, a jogadora, que foi treinada por Larri Passos e hoje está com Marcus Vinícius Barbosa, conhecido como Bocão, retornou ao circuito depois de ficar sem jogar por sete meses.

“Estou muito feliz. Entrei na partida contra a Hercog como na minha estreia, sendo agressiva e forçando os erros dela, e deu certo. Agradeço muito à torcida, não imaginava que ia ter tanta gente na quadra central para me ver. E também dedico essa vitória a minha família e meus amigos, que estão aqui, e me passam tranquilidade”, disse a jogadora ainda na quadra.

Curiosamente, quando Bia conquistou o vice-campeonato de duplas de Roland Garros como juvenil em 2012, Errani era vice-campeão de simples. A italiana tem 27 anos, soma sete títulos de simples, e outros 25 de duplas, sendo cinco deles de Grand Slam. “Vou manter a tática contra a Errani, a obrigação de vencer é toda dela”, acrescentou.

Contente pelo resultado da pupila, Bocão ressaltou que é preciso dar um passo de cada vez e não colocar tanta pressão sobre a jovem jogadora, que tem um físico invejável, com 1m86 de altura. “Ela está em formação, é jovem para o tênis. Não podemos ter pressa por resultados. A lesão a fez amadurecer muito, ela podia nem ter voltado a jogar, então vamos ter calma”, disse o treinador.

Para o técnico, Bia ter alcançado seu melhor resultado na carreira é resultado da dedicação da jogadora. “Ela é muito esforçada, rigorosa com ela mesma. Às vezes não quer nem sair para relaxar, comer uma pizza. Ela provou que está nas mãos dela conquistar bons resultados”.

Foto: Agif