#Guga97 – A chave

#Guga97

Quando Roland Garros 1997 a expectativa era de um bom resultado para o Guga. Chegar a uma terceira rodada, quem sabe a uma segunda semana seria extraordinário.
Ganhar o torneio? Ninguém imaginava.

Especialmente quando saiu a chave e havia 3 campeões de Roland Garros no meio do caminho.


Thomas Muster, Yevgeny Kafelnikov e Sergi Bruguera.

Guga acabaria vencendo os três.

Não eram só os 3 campeões de Grand Slam que estavam no caminho dele. O cabeça de chave 1 naquele ano era Pete Sampras; o segundo pré-classificado, Michael Chang, outro ex-campeão. Ainda na lista dos cabeças – 16 apenas na época, Rios, Correjta e Moya, todos bem mais ranqueados que o Guga na época.

Veja a chave completa de Roland Garros 1997 aqui –

Diana Gabanyi

Guga – especial 20 anos de Roland Garros

Hoje, dia 26 de maio marca 20 anos do início de uma trajetória que mudaria para sempre a história do tênis no Brasil. Gustavo Kuerten vencia o primeiro de sete jogos para conquistar Roland Garros. Vencia o checo Slava Dosedel, por 6/0 7/5 6/1,o adversário que sempre lhe causava problemas.

Tennis View acompanhou de perto todas as conquistas do Guga em Paris e vai fazer um especial para marcar as duas décadas do momento histórico.

Vamos publicar um texto por dia, até o dia 08 de junho para relembrarmos a história.

Há 20 anos Guga transformava para sempre o tênis no Brasil.

Por ser disputado no saibro e, claro, ser um Grand Slam, Roland Garros sempre teve destaque especial no calendário dos tenistas da América Latina. Mas, desde o dia 8 de junho de 1997, a relação dos brasileiros e dos latino-americanos com Roland Garros nunca mais foi a mesma: transformouse em um caso de amor.

Foi nesse dia 8 que Gustavo Kuerten, aos 20 anos de idade, um tenista de Santa Catarina, então 66º colocado no ranking mundial, conquistava o que viria a ser o primeiro de seus três títulos em Paris.

Uma conquista que parecia inimaginável para o tênis do Brasil e também da América Latina. Na época, eram apenas cinco latinos entre os top 100 da ATP (Marcelo Rios era o 10º; Marcelo Fillipini, o 53º; Hernan Gumy, o 64º; Guga, o 66º; e Meligeni, o 88º).
Como sonhar em ganhar um Grand Slam, em um momento em que o tênis era dominado por Pete Sampras, Michael Chang, Goran Ivanisevic, Thomas Muster, Yevgeny Kafelnikov, Carlos Moyá e Alex Corretja, entre outros grandes?
Como acreditar que um brasileiro, que nunca havia vencido um torneio ATP e, uma semana antes de Roland Garros começar, ganhara um torneio Challenger, em Curitiba, poderia terminar a quinzena em Paris recebendo a “Coupe des Mousquetaires” das mãos de Bjorn Borg?
Como pensar que um jogador do Brasil, um país que havia alcançado com Thomaz Koch, no máximo, as quartas-de-final de torneios do Grand Slam, e do qual só se ouvia falar, ocasionalmente, pelas conquistas da “bailarina” Maria Esther Bueno, num passado distante, pudesse triunfar no mais extenuante dos Grand Slams?
Como imaginar que o menino do sorriso contagiante, andar desengonçado, hóspede do simples hotel Mont Blanc, e que, aos 15 anos de idade, levado a Roland Garros pela primeira vez por seu técnico Larri Passos se escondia nas arquibancadas para poder assistir a todos os jogos, conseguiria vencer os três últimos campeões de Paris (Muster, Kafelnikov e Sergi Bruguera) para triunfar?

Como vislumbrar uma conquista que tinha como desafios superar Slava Dosedel; Jonas Bjorkman, então 23º colocado no ranking mundial; Thomas Muster, o quinto do mundo na época, e depois de estar perdendo o quinto set por 3×0; Andrei Medvedev, o ucraniano 20º do ranking, mais jovem campeão do Masters Series de Hamburgo, em uma partida interrompida no meio, em que o adversário liderava o placar; Yevgeny Kafelnikov, o defensor do título em 1997; Filip Dewulf, o belga que veio do qualifying; e, por fim, o bicampeão, o espanhol Sergi Bruguera?
Como eles fizeram?
Gustavo Kuerten e Larri Passos acreditaram que podiam e foram, jogo a jogo, acreditando ainda mais, até chegarem à final para arrasar Bruguera por 6/3 6/4 6/2 e transformar, para sempre, a história do tênis no Brasil e na América Latina.

Como imaginar o tênis do Brasil, há mais de 10 anos? O tênis do Brasil antes da primeira das conquistas de Guga em Paris?

Talvez o País não tenha visto surgir outros grandes nomes, outros campeões de Grand Slam, outros top 10, top 20, como se chegou a imaginar que aconteceria, mas o efeito do triunfo de Guga é tanto e tão importante que é difícil avaliá-lo.

Roland Garros Há 10 anos, Guga transformava, para sempre,
o tênis no Brasil.

Diana Gabanyi

Texto publicado originalmente (e atualizado) na edição 81 da Revista Tennis View

Djokovic é o mais novo embaixador da Lacoste

Em 1933, o tenista e inventor René Lacoste, apelidado de Crocodilo pela tenacidade que exibia nas quadras, revolucionou o mundo do vestuário esportivo criando a camisa polo LACOSTE L.12.12.

O tecido exclusivo dessa peça, o petit piquê de algodão, permitiu maior liberdade de movimento aos jogadores de tênis dos anos 30. A partir daquele momento, a polo LACOSTE L.12.12 tornou-se o ícone de uma marca, simbolizando a elegância francesa e o estilo atemporal em todo o mundo.

Hoje, Novak Djokovic torna-se o embaixador do estilo LACOSTE, dentro e fora das quadras de tênis. Sua elegância relax e sua inventividade são uma combinação perfeita para o DNA da marca francesa e suas criações inspiradas no esporte.

A LACOSTE desenvolveu para Novak Djokovic uma linha de roupas, que leva seu nome, para ser usada nas quadras. Esses trajes foram especialmente concebidos para vestir o campeão durante os torneios do Grand Slam e também para os demais torneios da temporada.

A coleção Novak Djokovic é uma linha de produtos para alto desempenho, que mescla funcionalidade e estilo. Esse guarda-roupa, perfeito para os jogadores que, como Novak Djokovic, estão atentos a todos os detalhes de um jogo, estará disponível nas lojas LACOSTE a partir de maio de 2017.

Todos os itens da coleção foram projetados com materiais escolhidos a dedo quanto à qualidade e performance. Cada detalhe é voltado para o conforto: a costura ergonômica impede que a roupa incomode, enquanto os cortes permitem facilidade de movimento.

A assinatura de Novak Djokovic está impressa na manga esquerda da camisa polo e as estampas são inspiradas nas linhas de uma quadra de tênis.

Toques de cores variando entre azul, branco e vermelho contrastam com o fundo liso, a fim de criar um estilo descontraído e francês em sua quintessência. Shorts brancos ou pretos vêm completar a silhueta.

Durante o Aberto da França de 2017, Novak Djokovic fará sua entrada nas quadras de saibro parisienses exibindo o crocodilo de seus novos trajes LACOSTE.

Para sua nova campanha publicitária, a marca imaginou uma transição entre esses dois campeões: René Lacoste e Novak Djokovic. O filme, dirigido por Julien Pujol, testemunha o momento decisivo da marca: a invenção da camisa polo LACOSTE L.12.12 – no dia em que René Lacoste decidiu romper com os códigos de vestuário do tênis de sua época, cortando as mangas de sua camisa, a fim de permitir-se maior liberdade de movimento.

Como novo rosto da marca, Novak Djokovic está no centro da campanha impressa clicada pelo fotógrafo Jacob Sutton. A apresentação visual combina o preto e branco dos anos 30 com as cores das coleções atuais. Uma composição que é um testemunho da atemporalidade da marca.

Djokovic era patrocinado, até término do torneio de Roma, onde foi vice-campeão, pela japonesa Uniqlo. O brasileiro Gustavo Kuerten também é embaixador da Lacoste.

Teliana estreia com vitória em Saint Gaudens

A tenista brasileira Teliana Pereira estreou com vitória no ITF de Saint Gaudens, na França, com premiação de U$ 60 mil. Ela venceu a norte-americana Sachia Vickery,135a na WTA, por 3/6 7/5 7/5 e agora enfrenta a a espanhola Silvia Soler Espinosa (149a), por uma vaga nas 4as de final da competição.

Teliana estreia com vitória em Saint Gaudens

Para entrar na chave principal do ITF francês no saibro, Teliana precisou passar pelo qualifying, vencedo dois jogos disputados e hoje marcou a sua 3a. vitória seguida.

“É sempre bom vencer jogos duros. Não estou começando muito bem os jogos, mas estou encontrando uma maneira de vencer e isso é muito importante,” disse Teliana, atualmente na 252a. posição na WTA.

Bellucci vence Youzhny, entra na chave e enfrenta Cuevas na estreia em Madri

O paulista Thomaz Bellucci garantiu neste domingo sua vaga na chave principal do ATP Masters 1000 de Madri.

Bellucci vence Youzhny, passa o quali e enfrenta Cuevas na estreia em Madri

Depois de vencer na estreia do qualificatório o russo Evgeny Donskoy, Bellucci derrotou na segunda rodada o também russo Mikhail Youzhny, 88o. do mundo., por 6/2 6/3, em 1h09min de partida, e se classificou para a chave principal.

“Joguei muito bem hoje. Consegui me soltar bem mais do que ontem, com bolas mais profundas e com mais peso. Acabei me apressando um pouco na hora de manter os saques no segundo set, mas o resto foi excelente”, afirmou o tenista número 1 do Brasil e 57o. do mundo.

Bellucci faz sua estreia na chave principal, nesta segunda-feira, diante do uruguaio Pablo Cuevas, 26o. do mundo.

“Nos conhecemos muito bem já. Sempre fazemos jogos equilibrados e decididos nos detalhes”, observou Bellucci. O retrospecto entre os dois está empatado em 3 a 3, sendo que o brasileiro venceu o último confronto entre eles, nos Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro, no ano passado.

Bellucci joga pela séxta vez o ATP Masters 1000 de Madri. Seu melhor resultado foi as semifinais em 2011, quando foi parado pelo sérvio Novak Djokovic, número 2 do mundo.

Melo segue para gira europeia sonhando com grande resultado em Wimbledon

Sao Paulo, SP, BRASIL, 4/5/2017 - CENTAURO / GIUSTI - Coletiva de imprensa do tenista Marcelo Melo, na loja Centauro, Bourbon Shopping. ******* CRÉDITO OBRIGATÓRIO ********. (Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos)

Marcelo Melo é o brasileiro mais bem colocado no ranking de duplas da ATP, ocupando a quinta posição. Nesta quinta-feira (4), o jogador viajou para a Europa para a disputa de alguns dos mais importantes torneios de tênis da temporada. Ao lado do polonês Lukasz Kubot, seu parceiro desde o início deste ano, o mineiro de 33 anos estará em busca de vitórias e títulos. Serão cinco competições, entre os meses de maio e julho, entre as quais dois Grand Slam: Roland Garros e Wimbledon.

Nesse início de temporada, a nova dupla foi destaque com a conquista do título no Masters 1000 de Miami e o vice-campeonato em Indian Wells. Uma boa performance na gira europeia poderá garantir lugar para o ATP Finals em Londres, entre as oito melhores parcerias do ano. Na corrida por uma vaga, Melo e Kubot ocupam atualmente a segunda colocação no ranking da ATP.

A dupla inicia a série de torneios na Europa na próxima semana com o Mutua Madri Open, a partir do dia 8 e, na sequência, disputa o Internazionali BNL d’Italia, em Roma – ambos Masters 1000. Depois, estará em Roland Garros, competição que começa no dia 28, em Paris. Da França segue para a Inglaterra, onde volta suas atenções para Wimbledon, em Londres, no início de julho – participando ainda do Torneio do Queens, no final de junho.

Marcelo Melo foi campeão em Roland Garros, em 2015, com o croata Ivan Dodig, ano em que se tornou o único brasileiro a alcançar o posto de número um no ranking de duplas.

Antes de anunciarem a disputa de toda a temporada 2017, Melo e Kubot já haviam formado dupla algumas vezes, em 2015 e 2016, quando venceram duas edições do ATP 500 de Viena.

Bons resultados e novo site – Para falar da gira europeia, Marcelo Melo esteve em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (4), na loja Centauro do Bourbon Shopping, fazendo ainda um balanço do início da temporada e anunciando um novo canal de comunicação com o público e a mídia: o site www.melomarcelo.com.

“Estamos muito felizes com os resultados deste começo de ano. Não é todo dia que se ganha um Masters 1000. Tivemos uma chance em Indian Wells e acabamos ficando com o vice-campeonato. Aí veio Miami e pudemos comemorar. Agora fica a expectativa para essa série de torneios na Europa”, afirma Melo. “Também colocarmos no ar esse novo canal de comunicação que trará resultados, novidades, enfim, uma forma de ficar mais perto de quem acompanha nossa carreira”, conta o tenista que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT)

Marcelo não escondeu a motivação com o início da gira europeia e com a chance de garantir bons resultados, especialmente em Wimbledon. “Meu torneio favorito é Wimbledon e estou confiante que, com a programação que estamos fazendo, possamos chegar lá muito bem preparados. Lógico que antes temos Roland Garros. Quem sabe consiga repetir o título. Mas, um grande resultado em Wimbledon, para mim, será muito especial”, observa Marcelo. “Também estou trabalhando para voltar a ser número um do mundo”, garante.

Na corrida por um lugar no ATP Finals, Marcelo diz que o importante é pensar na vaga passo a passo. “Torneio por torneio. Para chegar lá, nós precisamos atingir por volta de 3500 pontos no ranking. Por isso, acredito que temos grandes chances de encerrar a gira classificados”, explica.

Além das conquistas com Kubot (número 11 do ranking), Melo participou neste início de 2017 do Zonal Americano I da Copa Davis. Em dupla com Bruno Soares, garantiu o terceiro e decisivo ponto no confronto diante do Equador, classificando o Brasil para disputar, em setembro, uma vaga no Grupo Mundial em 2018, diante do Japão.

O Masters 1000 de Miami foi o sexto título de Marcelo Melo em torneios deste nível – o último havia sido em Cincinnati (EUA), no ano passado, quando fez parceria com Ivan Dodig. Também representou a 43ª final em torneios profissionais, somando 23 conquistas.

Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos

Bia e Teliana vencem nos qualis de Praga e Rabat

A tenista brasileira Teliana Pereira estreou com vitória no qualifying do WTA 250 de Rabat, no Marrocos, que está sendo disputado no saibro. Ela derrotou a holandesa Lesley Kerkhova, por 6/0 6/04, em 1h10min de jogo, para avançar à segunda rodada da fase classificatória.

Na próxima rodada, no domingo, ela enfrenta a vencedora do jogo entre a argentina Nadia Podoroska ou a russa Alla Kudryavtseva.

” Eu estou jogando bem. A diferença tem sido nos detalhes,” disse Teliana, 195a. na WTA.

Teliana e Bia estreiam com vitória em Rabat e Praga

Ja em Praga…

A paulista Beatriz Haddad Maia começou com pé direito sua participação no qualifying do WTA.

Na estreia, neste sábado, Bia eliminou a cabeça de chave 5 do qualificatório, a russa Ekateina Alexandrova, 88o. do mundo, por 6/3 7/5, em 1h52min de partida.

Em busca da segunda vitória no quali, a tenista número 1 do Brasil e 146o. do mundo encara, neste domingo, a eslovaca Rebecca Sramkova, 123o., que derrotou a norte-americana Asia Muhammad, por 6/0 6/3.

Instituto Tênis comemora parcerias firmadas no primeiro trimestre do ano

Instituto TênisO Instituto Tênis, entidade paulista que desenvolve crianças e jovens para ocuparem o posto de nº1 no esporte até 2033, encerrou o primeiro trimestre do ano com novos apoiadores para o Projeto Massificação em Brasilia. O mais novo parceiro da região é a Brasal, grupo empresarial com mais de 50 anos de história e atuação nos segmentos de produção e distribuição de bebidas, incorporação e construção imobiliária e concessionária de veículos. O núcleo também renovou a parceria com a empresa Raízen, que permanece no Projeto pelo segundo ano consecutivo.

Atualmente, o núcleo Brasília conta com mais de 7.000 crianças impactadas. Entre as escolas parceiras, estão o Colégio Maurício Salles de Mello, Leonardo da Vinci e Colégio Marista e mais 11 Centros Olímpicos em cidades no entorno de Brasília.

O Projeto Massificação do Tênis, aprovado junto ao Ministério do Esporte, visa difundir a prática de esporte em todo Brasil, a partir de um trabalho junto a prefeituras, clubes e centros de treinamento. Em longo prazo, o objetivo é atingir 500 mil crianças em todo o País.

A Raízen acredita que a cultura, o esporte e a educação são a energia que move a sociedade, contribuindo para a geração de um futuro melhor. Comprometida com o fomento às causas, a empresa apoia diversos projetos todos os anos utilizando as marcas Raízen e Shell (que é licenciada para a Raízen no Brasil).

A empresa Brasal pretende, por meio das ações sociais, fortalecer os conceitos de responsabilidade socioambiental e desenvolvimento humano. Com o apoio a projetos que tratam de sustentabilidade, esporte e educação, pretende alcançar a sustentabilidade econômica, social e ambiental, dentro e fora das operações da empresa.

Bia Maia passa o qualifying do WTA de Bogotá

A brasileira Beatriz Haddad Maia entrou na chave principal do WTA de Bogotá. Neste domingo, na rodada classificatória em um jogo disputadíssimo, com quase 3 horas de duração (2h57min), ela venceu Teliana Pereira, por 7/6(4) 64/6 6/4.

Bia Maia passa o quali e entra na chave do WTA de Bogotá

Outra brasileira no qualifying, Paula Gonçalves, foi eliminada na primeira rodada.

Bia Maia aguarda agora o sorteio para saber contra quem jogará na estreia da chave do WTA International, disputado no saibro e onde Teliana foi campeã há 2 anos.

 

Foto: Divulgacao Copa Colsanitas WTA Bogotá

Bruno e Murray avançam às 4as do Miami Open

O brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray estão nas quartas-de-final do Miami Open, o segundo Masters 1000 da temporada que está sendo disputado no Crandon Park, em Key Biscayne. Neste domingo eles derrotaram a dupla do italiano Paolo Lorenzi e do português João Sousa, por 6/0 6/3.

Bruno e Murray avançam às quartas do Miami Open

Agora a dupla cabeça-de-chave número quatro espera o vencedor do confronto entre Marcelo Melo e Lukasz Kubot e Jean Juilen Rojer e Horia Tecau, que se enfrentam na 2a. feira.

“Foi um domingo praticamente perfeito. Aproveitamos muito bem as nossas chances e sacamos e devolvemos muito bem,” comemorou Bruno. “É bom fazer um jogo assim rápido, para descansar e se preparar bem para as quartas aqui em Miami.”

Diana Gabanyi

 

Foto João Pires / JUMP @Itau