Super 3ª no Rio Open tem campeões Nadal e Ferrer, Jo-Wilfried Tsonga e estrelas brasileiras

Daniel Gimeno Traver (ESP) x David Ferrer (ESP) durante coletiva de imprensa no Rio Open 2015, realizado no Jockey Clube Brasileiro. Foto: AGIFDois campeões do Rio Open apresentado pela Claro estreiam nesta terça-feira na terceira edição do evento. Campeão em 2014, o espanhol Rafael Nadal enfrenta o compatriota Pablo Carreno Busta não antes das 18h30, na quadra Guga Kuerten. Vencedor no ano passado, o também espanhol David Ferrer pega o chileno Nicolas Jarry, no quarto jogo da quadra 1. A rodada desta quadra começa às 11h.

Devido à forte chuva que atingiu a cidade do Rio de Janeiro no final da tarde desta segunda-feira, os jogos foram interrompidos por quase três horas, e a organização teve de cancelar cinco partidas que estavam programadas. Por isso, o brasileiro Thomaz Bellucci, que teve seu jogo adiado para 3a., duela contra o ucraniano Alexandr Dolgopolov, na quadra Guga Kuerten, não antes das 17h. Já o italiano Fabio Fognini pega o britânico Aljaz Bedene, no terceiro jogo da quadra 1.

A super terça de jogos no Rio Open também terá em quadra o francês Jo-Wilfried Tsonga, nº 9 do ranking mundial, que vai encarar o jovem brasileiro Thiago Monteiro, após a partida de Bellucci. Os brasileiros Teliana Pereira, Paula Gonçalves e João Souza, o Feijão, são outros que estão na programação.

O nove vezes campeão de Roland Garros, Rafael Nadal já enfrentou Carreno Busta em outras duas ocasiões. Cabeça de chave número um no Rio Open e número 5 no ranking mundial, Nadal venceu os dois jogos: no ano passado, no Rio, e em Doha, no mês passado. Atual número 66 do ranking da ATP, Carreno Busta tem apenas 24 anos e ainda não tem título de simples.

Nadal começou a temporada 2016 com o vice-campeonato de Doha. Na sequência foi eliminado na estreia do Australian Open e foi semifinalista em Buenos Aires, na semana passada. “Estou muito feliz de estar de volta ao Rio, é sempre especial, as coisas costumam dar certo quando venho aqui. Espero estar bem para a estreia”, disse. Sobre a fase atual, foi direto: “Não penso em jogar meu melhor tênis. Penso em jogar melhor do que ontem. O que me motiva é ser melhor a cada dia”.

Atual campeão do torneio carioca, David Ferrer tem oito vitórias e apenas uma derrota no Rio Open, na semifinal de 2014. “É sempre bom retornar ao Rio Open. Tenho ótimas memórias do ano passado e quero fazer um grande torneio neste ano também”, disse.

Sexto colocado no ranking da ATP, o espanhol perdeu apenas um jogo no saibro na temporada passada para um adversário fora do Top 5 (Andujar, nas semifinais de Barcelona). Jarry, seu rival nesta terça, é atualmente o número 493 do ranking mundial.

 

Guga se emociona com homenagem do Rio Open, fala sobre fase de Djokovic e acredita em recuperação de Nadal

Guga peqMais uma vez, Gustavo Kuerten, o Guga, marcou presença no Rio Open, maior torneio da América do Sul, disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Neste ano, o ex-nº 1 do mundo será homenageado de uma forma diferente: a quadra central do torneio será batizada de Guga Kuerten, honraria recebida por ele de forma divertida e emocionada:

“Vim aqui todos os anos e acho que perceberam e sentiram minha vontade de jogar (risos). A partir de agora, vou poder jogar até o último jogo. É uma situação (a homenagem), que foge até do imaginário da pessoa.”

Guga não deixou de falar do circuito atual, principalmente sobre o líder do ranking, o sérvio Novak Djokovic, que vive uma grande fase no circuito, além de Rafael Nadal, que chega ao Rio depois de uma semana com atuações abaixo do esperado em Buenos Aires:

“O Djokovic é impressionante fisicamente e continua evoluindo tecnicamente. Hoje em dia, é difícil imaginar alguém que possa se aproximar dele. (Sobre o Nadal) A gente tem que esperar tudo de um cara desses. No mesmo ano que ele se lesionou, voltou a ser número 1 do mundo. Nós temos que esperar o impossível do Nadal.”

Quando foi perguntado sobre a possibilidade de jogar exibições em breve, depois de todos os procedimentos no quadril, Guga foi realista:

“Esse cenário ainda está um pouco distante. Investi bastante em fisioterapia no ano passado, mas meu parâmetro de expectativa é muito grande.”, concluiu.

De volta ao circuito no Rio Open, Fabiano de Paula afirma: “Já tive propostas pra entregar jogos, mas estou fora”

Fabiano de Paula peqO carioca Fabiano de Paula está de volta ao tênis. Depois de sete meses ausente do circuito, quatro deles sem pegar na raquete, se recuperando de uma cirurgia no ombro, ele recebeu um convite da organização e vai jogar a chave de duplas do Rio Open, ao lado de Orlando Luz.

Neste período, aproveitou, entre outras coisas, para rever seus jogos, buscando corrigir falhas, e estudar, começando a cursar a faculdade de Marketing:

“Com certeza foi um momento difícil, sem poder fazer as coisas que gosto de fazer. Acho que tudo que acontece tem motivo. Eu ainda não entendi, mas com certeza mais pra frente vou entender.”

Sem dúvida, um período longe das quadras é difícil para qualquer atleta e o apoio recebido é fundamental, coisa que não faltou para Fabiano:

“Tive o apoio da família, da minha equipe. Muitas pessoas trabalharam duro pra eu poder estar aqui no Rio Open, que foi a meta que colocamos. Muita gente sofreu comigo pra eu estar em quadra.”

Logo na estreia do ATP 500 disputado no saibro, Fabiano e Orlandinho terão pela frente os mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo, principais favoritos da chave, mas engana-se quem pensa que seu objetivo é apenas aproveitar o jogo:

“Fiquei muito feliz com o convite, quero agradecer à organização do Rio Open. Acho que a gente tem tudo pra fazer um bom jogo, vou desfrutar, mas também vou entrar na quadra pra ganhar, como se fosse o primeiro jogo da minha carreira. Estou com uma expectativa muito boa e muito feliz por estar em um ambiente de competição, isso é o mais importante. Tenho que agradecer também aos meus patrocinadores que ficaram ao meu lado durante todo este tempo. Cheguei a propor não receber enquanto não joguei, mas me apoiaram o tempo todo, na cirurgia, em toda recuperação.”

Depois de criar a sua escolinha de tênis há um ano, na Rocinha, onde foi criado, o sorriso aparece quando fala das crianças e jovens que fazem parte do projeto, que já alcançou 200 jovens entre 6 e 14 anos, e recebeu a visita do norte-americano John Isner, nesta semana:

“A escolinha tá muito legal! As crianças estão jogando cada vez melhor, gostando cada vez mais de lá, de aprender. Tivemos a presença do Isner, as crianças ficaram muito empolgadas, um cara que vestiu a camisa mesmo. Todo mundo saiu com as energias renovadas pra seguir trabalhando. Cinco dos nossos jovens já estão indo treinar na Tennis Route e mais cinco devem ir também, mas o mais importante é que eles tenham  uma educação melhor e uma perspectiva de vida melhor, que abra um leque de opções e fiquem longe das drogas e da violência. O projeto foi feito pra isso. Nem todos serão profissionais, mas queremos que eles sonhem e que o sonho deles se realizem.”

Acostumado a jogar muitos Futures e Challengers, Fabiano não se esquivou de responder sobre a polêmica do ano no tênis, que surgiu durante o Australian Open, sobre o envolvimento de jogadores com máfias de apostas:

“Já tive propostas, mas fingi que nem era comigo, por facebook e telefone, mais de uma vez. Não chegaram a falar em valores, mas perguntaram se eu aceitaria perder o jogo. Foi em Future e em Challenger, mas eu to fora! Em outros episódios, pessoas entraram no meu facebook e me xingaram depois que perdi um jogo. Tenho várias mensagens ainda lá, não apaguei. Não entreguei pra ATP, pois não levava a sério. Só um português que me tirou do sério. Falou que eu tinha que morrer, que eu tinha que voltar pra favela vender drogas. Fiquei p.. na hora, mas deixei pra lá. O foco que temos que ter é no nosso trabalho e não em pessoas que querem ganhar a vida às suas custas, de uma maneira facilitada. Não foram 10 vezes que isso aconteceu, foram mais.”

Por fim, Fabiano afirmou que, mais maduro, o objetivo é subir no ranking, chegando à um nível mais alto, entrando no top-100:

“Tenho expectativa. Quanto mais aprendemos com a vida e com os obstáculos que passamos, temos mais condições de chegar ao objetivos. Óbvio que não é uma garantia (chegar ao top-100), mas vou fazer o possível, vou treinar, vou me dedicar. Acho que cada vez mais estão entrando mais tarde, tirando as exceções dos fenômenos. Temos que trabalhar, batalhar, buscar alternativas,  pegar experiências com jogadores que já pararam, com outros treinadores e  continuar trabalhando firme, buscando o máximo de apoio possível pra viajar e tendo condições de correr atrás do sonho.”, concluiu.

Bellucci enfrenta Dolgopolov nesta segunda no Rio Open. Isner e Bia Haddad também estreiam

Bellucci - Gstaad peqAlguns dos favoritos estreiam nesta segunda-feira no Rio Open, ATP 500 e WTA International disputados no saibro, no Rio de Janeiro.

Abrindo a programação da quadra central, que agora se chama Guga Kuerten, às 14:15hs, Gabriela Cé, convidada pela organização, terá pela frente a romena Ana Bogdan. Na sequência, na mesma quadra, o norte-americano John Isner, cabeça 4, encara o argentino Guillo Pella.

Thomaz Bellucci tem jogo marcado contra o ucraniano Alexandr Dolgopolov, também na principal quadra. Os dois já se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias do ucraniano, no Masters 1000 de Miami, no ano passado, e no ATP 250 de Sydney, neste ano.

O italiano Fabio Fognini fecha a rodada contra o esloveno Aljaz Bedene e na quadra 1, Bia Haddad faz confronto de convidadas contra a romena Sorana Cirstea. As duas se enfrentaram neste ano, no ITF do Guarujá, com vitória de Sorana de virada.

Teliana se diz tranquila com condição de favorita no Rio Open: ” Estou com a cabeça bem tranquila”

Teliana 1 peqTeliana Pereira, 44 do mundo e nº 1 do Brasil, será pela primeira vez na carreira a cabeça de chave nº 1 de um torneio WTA, no Rio Open, WTA International disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Mesmo com essa condição inédita, nada muda para a brasileira: “Mesmo sendo cabeça de chave nº 1, todas as meninas estão jogando em um nível muito parecido, o jogo vai ser duro (enfrenta a croata Petra Martic na estreia). Acho que o mais importante é focar no jogo. O fato de gostar tanto do torneio acaba trazendo alguma ansiedade ou pressão, então eu estou tentando administrar bem isso. Na hora do jogo, ser cabeça 1 não muda nada.”

Em mais uma das raras oportunidades no circuito de disputar um torneio em casa, Teliana vai jogar no Brasil mais uma vez, mas garante que atualmente sabe lidar com isso muito melhor do que nas primeiras vezes:

“Na primeira vez que eu vim jogar no Rio fiquei um pouco assustada, era muita coisa, bastante gente. Esse ano eu estou muito sossegada, fazendo menos coisas fora das quadras e acaba ajudando um pouco, sobrando mais tempo pra treinar, pra ficar concentrada, mas não deixa de dar aquele friozinho, pois sei que a torcida inteira vai estar ali me acompanhando, que as pessoas estão torcendo. Eu quero fazer um bom resultado e acabo colocando não uma pressão, mas uma motivação a mais. Estou com a cabeça bem tranquila pra entrar em quadra e fazer o que faço todo dia: bater na bolinha e correr atrás dela.”

Reconhecendo um maior assédio, Teliana sorri quando fala sobre este assunto, mesmo mostrando que ainda não está tão acostumada com isso:

“Acho que no Brasil eu venho sendo bem mais reconhecida, mais valorizada. E também tudo que fiz ano passado, toda minha carreira, minha História, é bem legal, é uma História diferenciada e eu fico feliz, pois trabalhei muito duro, passei por momentos ruins, consegui superar e espero continuar e não parar de evoluir. Isso é o mais importante. Isso não quer dizer que esse ano vai ser melhor que o ano passado. Mas acho que o mais importante é entrar na quadra e saber que estou evoluindo e não só na técnica, mais na parte psicológica, que é a parte mais importante do tênis. Tenho dado mais autógrafos. Pra ser mais sincera eu tenho sido bem mais reconhecida, no aeroporto, em Curitiba, em mercado…é um pouco esquisito (risos).”

Admitindo que seu nível aumentou nos últimos anos, Teliana comentou sobre o irmão, José Pereira, que jogou o quali no Rio Open, e que vem buscando uma evolução na carreira:

“Eu acho que sou a pessoa que mais torço por ele. E ele tem um potencial gigantesco. Na minha opinião, ele não tá conseguindo ainda jogar o que realmente pode. Falta um pouquinho de amadurecimento, jogar esses torneios  (maiores) com mais frequência. Isso  foi uma coisa que me ajudou e tenho certeza que vai ajudar ele também. A gente treina junto em Curitiba, então a gente conversa bastante sobre isso e eu acho que ele tá no caminho certo. Esse ano ele tá jogando bem, jogou o primeiro Grand Slam dele (quali do Australian Open). Então tem muita coisa nova ainda acontecendo pra ele e quem sabe…às vezes no tênis é um jogo que você ganha que tudo muda e espero que ele consiga jogar esses torneios maiores, até pra gente ficar juntos nesses torneios grandes, eu sinto saudades dele, acho que ele tem nível pra isso e a gente se ajuda, né?  Família de tenista. Eu treino com meu irmão (Renato, seu  técnico), a gente tá sempre trocando ideia e um tentando agregar ao outro.” concluiu.

Paula Gonçalves vence francesa e chega à chave principal do Rio Open

Gonçalves 1 peqPaula Gonçalves será a quarta representante do Brasil na chave principal do Rio Open, WTA International disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Neste domingo, a brasileiro superou a francesa Alize Lim, com um duplo 6/3, vencendo o segundo jogo no qualifying do torneio.

Será sua terceira participação no Rio Open e ela vai buscar uma vitória na chave principal pela primeira vez.

As outras representantes da casa na chave serão Teliana Pereira, principal favorita ao título, Bia Haddad e Gabriela Cé, que receberam um convite da organização.

Foto: Deco Pires/Fotojump

Rogerinho perde de virada para português Gastão Elias na final do quali do Rio Open

Rogerinho 2 peqRogério Dutra Silva, o Rogerinho, começou bem, mas perdeu de virada na final do qualifying do Rio Open, ATP 500 disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Neste domingo, o brasileiro foi superado pelo português Gastão Elias, com parciais de 1/6 7/5 e 6/2.

Com isso, o Brasil terá três brasileiros na chave masculina de simples do torneio: João Souza, o Feijão, e Thiago Monteiro, que receberam convite, e Thomaz Bellucci.

Também neste domingo, o japonês Taro Daniel anotou uma virada sobre o argentino Facundo Arguello, com parciais de 3/6 6/2 e 6/3, garantindo lugar na chave principal do Rio Open.

Foto: Deco Pires/Fotojump

Teliana e Bia jogam juntas e encaram principais favoritas na estreia do Rio Open

Teliana e Bia - 2015 peqSaiu a chave de duplas da chave feminina do Rio Open, WTA International disputado no saibro, no Rio de Janeiro.

Principal parceria do país, Teliana Pereira e Bia Haddad terão pela frente logo as principais favoritas da chave, a australiana Anastasia Rodionova e Stephanie Vogt, de Liechtenstein.

Paula Gonçalves joga com a norte-americana Sanaz Marand e suas adversárias serão a israelense Julia Glushko e a sueca Rebecca Peterson, enquanto Gabriela Cé e a búlgara Elisa Kostova jogam contra as norte-americanas Christina McHale e Anna Tatishvili.

Laura Pigossi forma dupla com a holandesa Cindy Gurger e elas enfrentam a britânica Tara Moore e a suíça Conny Perrin.

Carolina Meligeni Alves e a canadense Heidi El Tabakh receberam um convite da organização e estreiam contra a neozelandesa Mariana Erakovic e a espanhola Silvia Soler-Espinosa, cabeças de chave nº 2.

Paula Gonçalves vence ex-nº 11 e enfrenta francesa na final do quali do Rio Open

Gonçalves peqPaula Gonçalves está na final do qualifying do Rio Open, WTA International disputado no saibro, no Jockey Club.

Neste sábado, a brasileira bateu a israelense Sharar Peer, ex-número 11 do ranking mundial por 6/2 e 6/3 e neste domingo sua adversária será a francesa Alize Lim, em confronto que será inédito:

“Não a conhecia muito, mas entrei tranquila na partida, joguei solta, e tive calma nos pontos decisivos. Também não conheço a próxima adversária (a francesa Alizé Lim), mas vou conversar com a Laura (Pigossi), que a enfrentou hoje, e pegar informações”, explicou a tenista de Campinas.

Sorteio do Rio Open define confronto entre Nadal e Carreno Busta. Bellucci x Dolgopolov e Monteiro x Tsonga

Nadal 1 peqOs tenistas garantidos no Rio Open apresentado pela Claro conheceram no final da tarde deste sábado seus primeiros confrontos no maior torneio de tênis da América do Sul. O sorteio do ATP 500 do Rio foi realizado no shopping Leblon e contou com a presença dos tenistas brasileiros João Souza, o Feijão, e Beatriz Haddad Maia. O público que estava presente no shopping teve a chance de participar do sorteio.

Campeão da primeira edição do Rio Open, em 2014, e semifinalista no ano passado, o espanhol Rafael Nadal, cabeça de chave número 1 neste ano, enfrentará na primeira rodada o seu compatriota Pablo Carreno Busta. Será a terceira vez que os espanhóis se enfrentam em um evento da ATP. Nos dois confrontos anteriores Nadal levou a melhor. Venceu no Rio Open do ano passado e no Torneio de Doha, no mês passado.

Ganhador da edição do ano passado do Rio Open, o também espanhol David Ferrer vai encarar Nicolas Jarry, do Chile, na rodada de abertura do torneio carioca. Será o primeiro confronto entre eles. O chileno recebeu convite da organização para jogar no Rio.

Já o francês Jo-Wilfried Tsonga, terceiro cabeça de chave no Rio, enfrenta o brasileiro Thiago Monteiro, em duelo inédito em eventos da ATP. Em sua primeira participação no Rio Open, o norte-americano John Isner fará sua estreia contra o argentino Guido Pella.

Thomaz Belluci, brasileiro mais bem colocado no ranking da ATP, jogará contra o ucraniano Alexandr Dolgopolov. Bellucci, 31º do ranking mundial, e Dolgopolov, 30º colocado, já se enfrentaram duas vezes em quadra. No ano passado, em Miami, e no mês passado, em Sydney, com dois triunfos para o ucraniano.

João Souza, o Feijão, também convidado pela organização, terá pela frente o argentino Diego Schwartzman. Apesar do retrospecto negativo – foram três derrotas em três jogos -, Feijão espera que o fator torcida o ajude a avançar no torneio. “Ele é um cara novo, que vem crescendo no circuito, mas nunca ganhei dele. Com a torcida ao meu lado, é uma boa primeira rodada”.

Pela chave feminina, a brasileira Teliana Pereira , cabeça de chave número 1, fará sua estreia contra a croata Petra Martic, 163ª do ranking mundial. Atual número 44, Teliana nunca enfrentou a croata. Já Bia Maia pega a romena Sorana Cirstea, e Gabriela Cé terá pela frente a romena Ana Bogdan.
” Joguei contra a Sorana há poucas semanas no Guarujá. Lá foi na quadra rápida – ela ganhou – e aqui é no saibro e vai ser diferente. É uma boa oportunidade,” antecipou Bia Maia, quadrifinalista no ano passado.

IPANEMA – Antes de começar a treinar no Jockey, Teliana levou as colegas de circuito para conhecerem a Praia de Ipanema. A brasileira, a romena Cirstea, a norte-americana Christina McLahe, e a montenegrina Danka Kovinic conheceram a famosa praia na manhã deste sábado.

COLETIVA COM JO WILFRIED TSONGA – Neste domingo às 17h30, o francês Jo-Wilfried Tsonga concede entrevista coletiva na sala de imprensa do Rio Open, logo após fazer o primeiro treino no Jockey Club Brasileiro.

CHAVES – As chaves estão disponíveis no site oficial do Rio Open www.rioopen.com