Bia Haddad supera 1ª adversária e vai à 2ª rodada do quali de Roland Garros

Tenista número 1 do Brasil e 101º do mundo, Bia Haddad começou com vitória a sua participação no qualifying de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro parisiense.

Nesta terça-feira, ela bateu a espanhola Sílvia Soler-Spinosa, 146º do mundo, por 6/4 e 6/2, em 1h18min de partida, e avançou à segunda rodada.

“Foi muito bom, fiquei feliz com o meu desempenho. Mantive meu jogo do começo ao fim”, comemorou Bia, cabeça de chave 3. “Primeira rodada é sempre duro, as duas estavam jogando bem, mas consegui me impor e isso fez a diferença ao meu favor”, completou ela.

Pela segunda rodada do quali, na quinta-feira, Bia terá pela frente a croata Jana Fett, 186o. do mundo, que passou pela húngara Fanni Stollar por 7/6(5) e 6/3. O confronto é inédito.

Bia precisa de três vitórias para chegar à chave principal de Roland Garros e disputar seu primeiro Grand Slam.

Bia Haddad estreia nesta terça no quali de Roland Garros

De olho na vaga inédita para a chave principal de Roland Garros, Bia Haddad Maia faz sua estreia às 5h da manhã desta terça-feira (horário de Brasília), no qualifying de Roland Garros, disputado no saibro de Paris, diante da espanhola Sílvia Soler-Spinosa, 146o. do mundo.

Bia entra em quadra confiante, principalmente pela boa fase que vem vivendo na carreira, mas com os pés no chão: “Mais um semana, mais um jogo… Vou seguir fazendo tudo o que venho fazendo nas últimas semanas e competir”, afirmou ela, que nesta segunda-feira aparece na 101a. posição do ranking mundial.

Designada como cabeça de chave 3 do qualificatório, a tenista número 1 do Brasil precisará de três vitórias para ingressar na chave principal do Grand Slam. Contra Soler-Spinosa, ela jogou uma vez e perdeu. Foi no ano passado, nas oitavas de final do challenger francês de Saint-Malo.

“A menina (Soler-Spinosa) é experiente. Vou entrar em quadra e fazer o meu melhor amanhã”, disse.

Bia também começou a semana com uma boa notícia. A brasileira está entre os 14 jovens promissores escolhidos pela ITF (Federação Internacional de Tênis) para receber o apoio da entidade através do Fundo de Desenvolvimento dos Grand Slam, que dará US$ 50 mil à tenista nesta temporada, para ajudá-la nas despesas de passagem, hospedagem e alimentação. O Fundo visa ajudar os tenistas em transição a se tornarem grandes estrelas do tênis mundial.

“Só tenho a agradecer à ITF. Todo mundo sabe quão difícil é nos mantermos jogando fora do Brasil, custeando todas as despesas. Esse programa da ITF, juntamente com o apoio da CBT e dos meus patrocinadores, com certeza, me dará mais tranquilidade para eu e minha equipe (Tennis Route) mantermos o nosso trabalho”, destacou Bia.

Único brasileiro na chave, Feijão perde na 1ª rodada do quali de Roland Garros

Único brasileiro na chave, João Souza, o Feijão, foi superado na primeira rodada do qualifying de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Nesta segunda-feira, o brasileiro perdeu para o argentino Leonardo Mayer, em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/1.

Thomaz Bellucci, Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, são os brasileiros garantidos na chave principal do torneio.

Djokovic é o mais novo embaixador da Lacoste

Em 1933, o tenista e inventor René Lacoste, apelidado de Crocodilo pela tenacidade que exibia nas quadras, revolucionou o mundo do vestuário esportivo criando a camisa polo LACOSTE L.12.12.

O tecido exclusivo dessa peça, o petit piquê de algodão, permitiu maior liberdade de movimento aos jogadores de tênis dos anos 30. A partir daquele momento, a polo LACOSTE L.12.12 tornou-se o ícone de uma marca, simbolizando a elegância francesa e o estilo atemporal em todo o mundo.

Hoje, Novak Djokovic torna-se o embaixador do estilo LACOSTE, dentro e fora das quadras de tênis. Sua elegância relax e sua inventividade são uma combinação perfeita para o DNA da marca francesa e suas criações inspiradas no esporte.

A LACOSTE desenvolveu para Novak Djokovic uma linha de roupas, que leva seu nome, para ser usada nas quadras. Esses trajes foram especialmente concebidos para vestir o campeão durante os torneios do Grand Slam e também para os demais torneios da temporada.

A coleção Novak Djokovic é uma linha de produtos para alto desempenho, que mescla funcionalidade e estilo. Esse guarda-roupa, perfeito para os jogadores que, como Novak Djokovic, estão atentos a todos os detalhes de um jogo, estará disponível nas lojas LACOSTE a partir de maio de 2017.

Todos os itens da coleção foram projetados com materiais escolhidos a dedo quanto à qualidade e performance. Cada detalhe é voltado para o conforto: a costura ergonômica impede que a roupa incomode, enquanto os cortes permitem facilidade de movimento.

A assinatura de Novak Djokovic está impressa na manga esquerda da camisa polo e as estampas são inspiradas nas linhas de uma quadra de tênis.

Toques de cores variando entre azul, branco e vermelho contrastam com o fundo liso, a fim de criar um estilo descontraído e francês em sua quintessência. Shorts brancos ou pretos vêm completar a silhueta.

Durante o Aberto da França de 2017, Novak Djokovic fará sua entrada nas quadras de saibro parisienses exibindo o crocodilo de seus novos trajes LACOSTE.

Para sua nova campanha publicitária, a marca imaginou uma transição entre esses dois campeões: René Lacoste e Novak Djokovic. O filme, dirigido por Julien Pujol, testemunha o momento decisivo da marca: a invenção da camisa polo LACOSTE L.12.12 – no dia em que René Lacoste decidiu romper com os códigos de vestuário do tênis de sua época, cortando as mangas de sua camisa, a fim de permitir-se maior liberdade de movimento.

Como novo rosto da marca, Novak Djokovic está no centro da campanha impressa clicada pelo fotógrafo Jacob Sutton. A apresentação visual combina o preto e branco dos anos 30 com as cores das coleções atuais. Uma composição que é um testemunho da atemporalidade da marca.

Djokovic era patrocinado, até término do torneio de Roma, onde foi vice-campeão, pela japonesa Uniqlo. O brasileiro Gustavo Kuerten também é embaixador da Lacoste.

Feijão estreia nesta 2ª feira no quali de Roland Garros contra o argentino Mayer

João Souza, o Feijão, atleta da Acioly Tennis Team, número 139 do ranking mundial, estreia nesta segunda-feira no qualifying em Roland Garros, segundo Grand Slam do ano, disputado sobre o piso de saibro, em Paris, na França.

O tenista pupilo do técnico Ricardo Acioly enfrenta o argentino Leonardo Mayer, 154º do ranking. Os dois se enfrentaram no jogo mais longo da história da Copa Davis em 2015, em maro, na Argentina, em duelo pela primeira rodada do Grupo Mundial com 6h43min de duração com 15/13 no quinto set para o argentino.

“Estreia bem dura, as condições aqui estão iguais a de outros anos, quadras ótimas e jogo mais rápido se faz sol e quando fica mais frio o jogo se torna mais lento. Cheguei na sexta-feira, fiz bons treinos e vamos com tudo para a estreia”, apontou Feijão que faz o segundo jogo da quadra 10 começando em torno das 6h30, horário de Brasília.

 

Bellucci leva virada na estreia em Genebra e segue preparação pra Roland Garros

Thomaz Bellucci perdeu, neste domingo, na estreia do ATP 250 de Genebra, na Suíça, que é disputado no saibro.

O brasileiro foi superado pelo russo Andrey Kuznetsov, de virada, com parciais de 3/6 6/4 6/1, após 1h55min de partida.

Bellucci treina em Genebra até quinta-feira, visando sua preparação para Roland Garros, e depois segue para Paris.

Melo segue para gira europeia sonhando com grande resultado em Wimbledon

Sao Paulo, SP, BRASIL, 4/5/2017 - CENTAURO / GIUSTI - Coletiva de imprensa do tenista Marcelo Melo, na loja Centauro, Bourbon Shopping. ******* CRÉDITO OBRIGATÓRIO ********. (Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos)

Marcelo Melo é o brasileiro mais bem colocado no ranking de duplas da ATP, ocupando a quinta posição. Nesta quinta-feira (4), o jogador viajou para a Europa para a disputa de alguns dos mais importantes torneios de tênis da temporada. Ao lado do polonês Lukasz Kubot, seu parceiro desde o início deste ano, o mineiro de 33 anos estará em busca de vitórias e títulos. Serão cinco competições, entre os meses de maio e julho, entre as quais dois Grand Slam: Roland Garros e Wimbledon.

Nesse início de temporada, a nova dupla foi destaque com a conquista do título no Masters 1000 de Miami e o vice-campeonato em Indian Wells. Uma boa performance na gira europeia poderá garantir lugar para o ATP Finals em Londres, entre as oito melhores parcerias do ano. Na corrida por uma vaga, Melo e Kubot ocupam atualmente a segunda colocação no ranking da ATP.

A dupla inicia a série de torneios na Europa na próxima semana com o Mutua Madri Open, a partir do dia 8 e, na sequência, disputa o Internazionali BNL d’Italia, em Roma – ambos Masters 1000. Depois, estará em Roland Garros, competição que começa no dia 28, em Paris. Da França segue para a Inglaterra, onde volta suas atenções para Wimbledon, em Londres, no início de julho – participando ainda do Torneio do Queens, no final de junho.

Marcelo Melo foi campeão em Roland Garros, em 2015, com o croata Ivan Dodig, ano em que se tornou o único brasileiro a alcançar o posto de número um no ranking de duplas.

Antes de anunciarem a disputa de toda a temporada 2017, Melo e Kubot já haviam formado dupla algumas vezes, em 2015 e 2016, quando venceram duas edições do ATP 500 de Viena.

Bons resultados e novo site – Para falar da gira europeia, Marcelo Melo esteve em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (4), na loja Centauro do Bourbon Shopping, fazendo ainda um balanço do início da temporada e anunciando um novo canal de comunicação com o público e a mídia: o site www.melomarcelo.com.

“Estamos muito felizes com os resultados deste começo de ano. Não é todo dia que se ganha um Masters 1000. Tivemos uma chance em Indian Wells e acabamos ficando com o vice-campeonato. Aí veio Miami e pudemos comemorar. Agora fica a expectativa para essa série de torneios na Europa”, afirma Melo. “Também colocarmos no ar esse novo canal de comunicação que trará resultados, novidades, enfim, uma forma de ficar mais perto de quem acompanha nossa carreira”, conta o tenista que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT)

Marcelo não escondeu a motivação com o início da gira europeia e com a chance de garantir bons resultados, especialmente em Wimbledon. “Meu torneio favorito é Wimbledon e estou confiante que, com a programação que estamos fazendo, possamos chegar lá muito bem preparados. Lógico que antes temos Roland Garros. Quem sabe consiga repetir o título. Mas, um grande resultado em Wimbledon, para mim, será muito especial”, observa Marcelo. “Também estou trabalhando para voltar a ser número um do mundo”, garante.

Na corrida por um lugar no ATP Finals, Marcelo diz que o importante é pensar na vaga passo a passo. “Torneio por torneio. Para chegar lá, nós precisamos atingir por volta de 3500 pontos no ranking. Por isso, acredito que temos grandes chances de encerrar a gira classificados”, explica.

Além das conquistas com Kubot (número 11 do ranking), Melo participou neste início de 2017 do Zonal Americano I da Copa Davis. Em dupla com Bruno Soares, garantiu o terceiro e decisivo ponto no confronto diante do Equador, classificando o Brasil para disputar, em setembro, uma vaga no Grupo Mundial em 2018, diante do Japão.

O Masters 1000 de Miami foi o sexto título de Marcelo Melo em torneios deste nível – o último havia sido em Cincinnati (EUA), no ano passado, quando fez parceria com Ivan Dodig. Também representou a 43ª final em torneios profissionais, somando 23 conquistas.

Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos

20 anos após 1º título de Guga, brasileiro Vik Muniz elabora pôster oficial de Roland Garros

poster-rg-2017Vinte anos após a conquista de Gustavo Kuerten no saibro de Roland Garros, a honra de elaborar o pôster da edição de 2017 do Slam parisiense será do artista brasileiro Vik Muniz, homenageando Guga e o famoso coração que ele desenhou na quadra do torneio.

Optando por usar pigmentos minerais no solo, Vik desenhou um jogador no momento do saque: “O cartaz é único, mas tem muitas semelhanças com várias obras anteriores minhas. Quando percebi isso, comecei a me concentrar nas cores, até chegar a tonalidade exata do saibro. As cores são verdadeiramente de todo o mundo, pois os pigmentos vêm da África, Ásia e Austrália. E como Roland Garros é um torneio internacional, provavelmente você tem elementos neste piso de todas as nações aqui representadas”, disse o artista.

O trabalho que fornece a fonte para o cartaz foi então fotografado e ampliado … e depois destruído. Sua natureza efêmera faz parte de sua própria essência.

“Eu vejo nisso uma semelhança com o fato de que uma partida de tênis, no minuto que acabou, torna-se parte da nossa memória. Acho que o cartaz ilustra essa analogia, semelhante à filosofia tibetana que exige que os monges lancem suas mandalas de areia no rio. E há também um paralelo com a rede de arrastar que varre as marcas na quadra depois de cada partida”, reflete o artista.

Esta é apenas a segunda vez na história do torneio que o cartaz foi baseado em uma fotografia, sendo o primeiro o cartaz de 1995, do artista americano Donald Lipski.

Nascido em São Paulo, em 1961, o artista brasileiro Vik Muniz é um mestre ilusionista em materiais, um virtuoso do engano visual. Ele desenhou nuvens no céu sobre Manhattan, pintou retratos de crianças em açúcar e recriou velhos mestres usando corda e chocolate.

Um artista cheio de surpresas, reconhecido pelo seu engenhoso uso de uma vasta gama de materiais, Vik Muniz trabalha meticulosamente materiais e pigmentos em criações efêmeras instantaneamente imortalizadas pela fotografia, experimentando sensações visuais e sensoriais inesperadas.

Vik Muniz vive e trabalha entre os Estados Unidos e no Brasil. Nos últimos 25 anos, seu trabalho tem sido mostrado regularmente por todos os maiores museus de arte contemporânea. As exposições de seu trabalho em 2016 incluíram Haia, Rio de Janeiro e Londres.

Foto: Vik Muniz-Galerie Lelong/FFT 2017

Memórias do tricampeonato de Guga em Roland Garros

Estava tentando, sem ajuda de computador e papéis a lembrar tudo o que havia se passado naquelas três semanas em Paris. Sim três semanas, porque o Guga chegava sempre uns 5, 6 dias antes do torneio começar para treinar.

Confesso que minha memória já foi melhor. Claro que lembro da estreia contra o Coria e de toda a expectativa gerada em torno desse jogo, dos jornalistas argentinos falando “cuidado com o Coria, ele pode ganhar do Guga.” Claro que Guga não deu muitas chances ao argentino…

Lembro muito bem do jogo contra o Michael Russell e da sensação que eu senti estando ao lado do Larri e do Rafael assistindo o jogo, quase perdido, num dia de muito frio em Paris e vendo tudo se transformar quando ele salvou o match point. Lembro do meu amigo jornalista Fernando Eichenberg me perguntando após a partida se eu tinha ideia de quantas trocas de bola aquele match point teve? Não tinha ideia na hora, mas nunca me esqueci. Foram 28.  É claro na minha mente a alegria do Guga depois daquela vitória e a emoção dele ao vencer o jogo. Ainda lembro da expressão do Larri olhando pra mim e dizendo, quando ele começou a desenhar o coração na quadra naquele dia: “O que ele está fazendo?” Estava demonstrando todo o seu amor ao torneio, ao público francês, à quadra central e agradecendo a sensação que havia passado naquele momento, algo que ele diz até hoje nunca ter sido superado.

Depois vieram as vitórias sobre o Kafelnikov e o Ferrero, bem mais tranquilas do que as do ano 2000. Havia muita especulação também em cima do Ferrero. Ele havia vencido o Guga na final de Roma e praticamente estava cantando vitória, fazendo aparições para a imprensa com passeio no Senna, photoshoots, etc… Falou, falou, falou, mas quem arrasou foi Guga que o derrotou em três sets.

A final, depois de um primeiro set complicado, foi uma curtição. Quando começou a disputar o terceiro set Guga já sentia que ia ganhar o tricampeonato e foi curtindo com a torcida, com todo mundo aquele momento e claro, todos nós também.

Depois de tentar lembrar de todos esses momentos – a festa depois no Terra Samba e as fotos no dia seguinte no Sacre Couer – fui procurar meus arquivos de press releases que eu havia escrito naquele Roland Garros e fiquei emocionada lendo o material e relembrando que foi naquele ano que Kafelnikov apelidou Guga de o Picasso das quadras; foi naquele ano também que Guga ganhou o trofeu da ITF de melhor do mundo e em vez de ficar na festa de Gala no Bois de Boulogne, fomos jantar churrasco brasileiro; Encontrei menções também às presenças de Leonardo e Rodrigo Pessoa torcendo por Guga e do vice-campeonato de Jaime Oncins nas duplas mistas em Paris.

Ah, não esqueço que de tanto trabalho nem tive tempo para me trocar antes de irmos pra festa… Fui das últimas a deixar Roland Garros naquele domingo de 2001, sempre contando com a companhia do amigo e que esteve ao meu lado durante quase toda a carreira do Guga, Paulo Carvalho. 

Vou reproduzir aqui alguns dos textos que achei mais bacanas que escrevi naquele Roland Garros 2001.

GUGA SALVA MATCH POINT E ESTÁ

NAS QUARTAS-DE-FINAL DE ROLAND GARROS

Brasileiro teve a vitória do coração.

Gustavo “Guga” Kuerten está nas quartas-de-final de Roland Garros. Com uma vitória emocionante, à base de muita luta, Guga virou um jogo praticamente perdido e venceu o norte-americano Michael Russell, por 3 sets a 2, parciais de 3/6 4/6 7/6 (3) 6/3 6/1, em um espetáculo de 3h25min de duração, na quadra central de Roland Garros, que terminou com o brasileiro ajoelhado no meio de um coração, que ele mesmo desenhou. Na terça-feira, em horário ainda indefinido, Guga enfrenta o russo Yevgeny Kafelnikov, em busca de uma vaga na semifinal do Grand Slam.

Atual campeão do torneio, Guga acordou cedo neste domingo para enfrentar o norte-americano. Quando a partida começou o termômetro marcava 11o.C na quadra Philippe Chatrier e o vento fazia a temperatura parecer ainda mais fria. Guga saiu sacando, mas perdeu o seu serviço no terceiro e no quinto game, deixando Russell fazer 5/1. No 5/2, Guga devolveu uma quebra, mas não foi suficiente para reverter a situação do set e no game seguinte, no saque de Guga, com uma direita paralela, Russell fez um set a zero.

No segundo set, a partida seguiu equilibrada até o 3/4, quando Guga perdeu o seu saque. No game seguinte, o catarinense devolveu a quebra, mas no 4/5 não conseguiu manter o seu serviço novamente e com outra bola paralela, desta vez de esquerda, Russell fez 2 sets a 0.

Na terceira série, o norte-americano que veio do qualifying, parecia estar ainda mais no jogo, continuando a jogar bolas na linha e a estragar qualquer tipo de jogada que Guga tentava fazer. No 2/3 ele quebrou o serviço do número um do mundo e fez 2/4. Em seguida, sacou e fez 2/5 e no 3/5 sacou para ganhar a partida e esteve bem perto disso. Guga teve dois break points, não converteu e Russell chegou ao match point. Depois de um ponto muito disputado, com uma bola na linha, Guga escapou de deixar a quadra e aí sim conseguiu quebrar o saque do norte-americano e levar a decisão do set para o tie-break. Confiante depois de haver vencido um set no tie-break no jogo contra Alami, Guga não deixou dúvidas de que não queria entrar no avião e voltar para o Brasil. Entrou firme na hora do desempate e com uma devolução de saque para fora de Russell, fechou a série, com 7/3 no tie-break.

Um pouco mais aliviado no quarto set e jogando mais solto, Guga ficou adiante no placar do jogo pela primeira vez ao quebrar o serviço de Russell no segundo game e só precisou manter o seu saque para empatar o jogo em dois sets. Com um ace Guga fechou a série e entrou no quinto set, em que conseguiu três quebras de saque para vencer a partida, no primeiro, quinto e último game. No 5/1, no segundo match point, Guga cravou um smash na quadra e celebrou uma das maiores vitórias de sua carreira.

Emocionado, Guga desenhou um coração na quadra de saibro com a sua raquete, ajoelhou no meio dele e agradeceu a torcida que o apoiou durante toda a partida.

“Eu sou muito emotivo e hoje tive uma das melhores sensações da minha vida em uma quadra de tênis. Foi muito especial e talvez um dos dias mais felizes que eu já tive,” disse Guga, que não planejava desenhar o coração na quadra. “Foi uma coisa do momento. Eu estava com uma sensação incrível que eu não tenho muitas vezes e foi a maneira que eu encontrei de agradecer ao público, que influenciou muito a minha vitória de hoje.”

Sem nunca ter enfrentado Russell antes na carreira, Guga contou que encontrou dificuldades com o jogo do norte-americano no início do jogo. “Ele jogou o melhor tênis dele numa situação muito difícil. Eu nunca tinha jogado com ele e estava mais defensivo do que agressivo. Ele estava me frustrando e bloqueando todo o tipo de jogada que eu tentava fazer, até que chegou um momento em que eu fiquei mais tranquilo e saí de uma zona de segurança para uma de risco e as bolas na linha, a esquerda paralela, o saque, tudo começou a funcionar. Saí do fundo do poço para o paraíso. Na hora que estava tudo praticamente perdido, terminado a bola pegou na linha, entrou e quando o jogo terminou me senti o homem mais feliz do mundo por alguns minutos. Ganhei uma recompensa por todo o trabalho que eu venho fazendo. Muita gente me viu treinando aqui às 20h durante alguns dias e essas coisas de repente fazem a diferença e me fizeram acreditar que eu poderia ganhar.”

Feliz com a vitória, antes de iniciar as entrevistas para as televisões internacionais, Guga brincou, querendo saber se ninguem havia tido um ataque do coração no Brasil, por causa do seu jogo. “Em poucos segundos me tiraram e me colocaram de novo no torneio e agora estou aqui, nas quartas-de-final, em vez de estar arrumando as malas para entrar no avião. Já não tenho mais nada a perder e provavelmente vou jogara bem mais solto daqui pra frente.”

Esta é a quarta vez que Guga alcança as quartas-de-final em Roland Garros e a segunda consecutiva, tendo sido campeão em 1997, 2000 e quadrifinalista há dois anos. Com 11 vitórias seguidas no Grand Slam francês, Guga (Banco do Brasil/Diadora/Head/Globo.com/Motorola) voltará a competir na terça-feira, enfrentando um velho rival, campeão do torneio em 96, o russo Yevgeny Kafelnikov (7o. colocado no ranking mundial e 8o. na corrida dos campeões), de quem ganhou nas duas vezes em que ergueu o troféu de campeão em Paris, também nas quartas-de-final. “Já vou entrar na quadra com essa vantagem,” brincou ele, que no total, já enfrentou Kafelnikov oito vezes, vencendo cinco, inclusive a última, no Masters Cup de Lisboa.

Tenista número um do mundo e terceiro colocado na Corrida dos Campeões, Guga já garantiu 250 pontos no ranking mundial e outros 50 na Corrida. Se passar por Kafelnikov fica com 450 e 90, respectivamente.

TORCIDA ESPECIAL

Além do apoio da torcida francesa, do irmão Rafael, do técnico Larri Passos, Guga contou com uma força a mais neste domingo em Roland Garros. O cavaleiro Rodrigo Pessoa e o jogador de futebol Leonardo estavam acompanhando a partida do número um do mundo na Tribuna Internacional, ao lado também do cantor e compositor Marcelo.

Conhecido de Guga, Pessoa veio esta manhã de Bruxelas para prestigiar o catarinense e antes do jogo começar conversou bastante com Rafael.

Já Leonardo, conseguiu um convite com amigos e encontrou Guga depois do jogo. Os dois almoçaram juntos no restaurante dos jogadores, que fica embaixo da quadra Philippe Chatrier.

GUGA X KAFELNIKOV – Confrontos Diretos

1996 ATP Tour de Stuttgart / saibro Kafelnikov d. Guga 6/1 6/4

1997 Roland Garros / saibro Guga d. Kafelnikov 6/2 5/7 2/6 6/0 6/4

1998 New Haven / rápida Kafelnikov d. Guga 6/4 6/4

1999 Masters Series Indian Wells / rápida Guga d. Kafelnikov 0/6 7/6 6/3

1999 Masters Series Roma / saibro Guga d. Kafelnikov 7/5 6/1

2000 Roland Garros / saibro Guga d. Kafelnikov 6/3 3/6 4/6 6/4 6/2

2000 Olimpíadas Sydney / rápida – Kafelnikov d. Guga 6/4 7/5

GUGA VENCE KAFELNIKOV E ESTÁ NA SEMIFINAL DE ROLAND GARROS

Gustavo “Guga” Kuerten está na semifinal do torneio de Roland Garros, um dos eventos mais importantes do circuito mundial. Nesta terça-feira, com uma atuação impecável, ele derrotou o russo Yevgeny Kafelnikov, por 3 sets a 1, parciais de 6/1 3/6 7/6 (3) 6/4, em 2h32min de jogo e decide, na sexta-feira, pela terceira vez na carreira, uma vaga na final do torneio. O adversário é o espanhol Juan Carlos Ferrero.

Depois de ter ganhado uma nova vida no torneio, ao salvar um match point na partida de oitavas-de-final contra Michael Russell, Guga entrou solto na quadra Philippe Chatrier e com o objetivo de surpreender Kafelnikov, campeão de Roland Garros em 1996. E foram necessários apenas 18 minutos para Guga mostrar isso ao russo, 7o. colocado no ranking mundial. Nesse tempo, Guga fechou o 1º set, com duas quebras de serviço no 2/1 e no 4/1 e só perdendo três pontos no seu saque no set inteiro.

No 2ºset, foi a vez de Kafelnikov tomar conta da partida e ele e Guga começaram a protagonizar um belíssimo espetáculo de tênis em Roland Garros. No 1/2 ele conseguiu uma quebra de saque e manteve o seu serviço para fechar o set em 6/3, com um ace. No 3º set, o russo chegou a estar bem perto de sacar para a série, quando no 4/4, Guga sacava com 0/40. Guga se salvou desses três break points e de outros dois no mesmo game e conseguiu levar a decisão para o tie-break, em que entrou concentrado, jogando ponto por ponto e venceu por 7/3.

No 4º set, Guga saiu na frente e abriu 3/0 com duas quebras de serviço do adversário. Mas, Kafelnikov não quis se entregar e ainda conseguiu quebrar o saque de Guga mais uma vez, no 3/0. Mas foi só o que Guga deixou o russo fazer, além dos aplausos que recebeu do próprio adversário, ao dar uma passada de esquerda paralela espetacular. No 4/3 salvou dois break points para sacar para a vitória no 5/4 e celebrar a passagem à semifinal com uma bola de Kafelnikov que ficou na rede.

“Quando a minha primeira bola entrou em jogo eu já estava sentindo-a bem melhor na minha raquete, do que no jogo contra o Russell. Eu sabia que tinha que começar bem no jogo, até para surpreendê-lo um pouco e mostrar que eu estava sólido. Ele esperava que eu jogasse mais cruzado e eu estava indo mais para a parelala e arrisacando mais do que o normal. No Masters, em Lisboa, joguei assim com ele e deu certo,” contou Guga, muito feliz por estar, pela terceira vez, na semifinal de um Grand Slam e especialmente em Roland Garros, seu torneio favorito.

“Tenho agora que desfrutar um pouco disso. Passei por uma maratona antes desses jogos e não é todo dia que você está na semifinal de um Grand Slam. Tive as melhores sensações da minha vida no tênis nesta quadra central de Roland Garros e vou lutar muito para estar pela terceira vez na final,” comemorou o número um do mundo, que em nove confrontos venceu Kafelnikov seis vezes, incluindo a vitória desta terça-feira e outras duas nas quartas-de-final deste mesmo torneio, nos anos em que foi campeão, 1997 e 2000.

“Já estão dizendo que o Kafelnikov é o meu amuleto e tomara que seja mesmo, mas não é isso que vai me fazer ganhar o torneio. Os jogos contra o Kafelnikov são sempre como jogos de xadrez, em que um ponto pode mudar tudo e você tem que estar focado, no jogo o tempo todo. Agora me vejo com boas chances de ganhar outra vez, mas vou ter que estar muito forte mentalmente”, concluiu Guga, que foi chamado por Kafelnikov de um Picasso das quadras, pelas mágicas que faz com sua esquerda. “Ele falou isso porque nunca me viu desenhando. Talvez eu possa fazer mágica na quadra, mas quando pego o papel sou como um jogador do qualifying.”

O técnico Larri Passos, que está com Guga há 11 anos, se emocionou tanto quanto o seu pupilo ao vê-lo alcançar a semifinal de Roland Garros pela terceira vez e, com lágrimas nos olhos, disse que uma das principais coisas que Guga continua fazendo é o trabalho duro. “Hoje, antes do jogo nós aquecemos por 45 minutos e isso é fundamental. O Guga é número um do mundo e continua dando duro. Ele jogou um 1ºset incrível contra o Kafelnikov e o principal nos próximos dois dias vai ser trabalhar duro e fazer a recuperação física também.” O técnico também aproveitou para explicar que não tem falado muito com a imprensa porque “aprendi com os chineses, que os sábios não falam e eu porque não sou sábio e tenho que aprender a cada dia, me calo.”

GUGA VENCE FERRERO E ESTÁ NA FINAL DE ROLAND GARROS

Brasileiro ganhou por 3 a 0 e lutará pelo terceiro título em Paris

Gustavo “Guga” Kuerten está na final do torneio de Roland Garros. Nesta sexta-feira em Paris, com uma atuação perfeita do começo ao fim, Guga não deu chances ao espanhol Juan Carlos Ferrero, 4o. colocado no ranking mundial, e venceu, sem perder um set, por 6/4 6/4 6/3, em 2h10min de um show de tênis na quadra Philippe Chatrier. No domingo, a partir das 09h15min (Brasília), ele luta pelo tricampeonato com o espanhol Alex Corretja.

Melhor jogador de saibro da temporada, Guga, como ele mesmo afirmou, “jogou perto da perfeição” seguindo um plano de jogo e estando forte mentalmente em todos os momentos da partida, inclusive naqueles em que a situação não lhe era tão favorável. Logo no primeiro game o brasileiro teve três break points contra e conseguiu reverter a situação. No 3/3, teve seu serviço quebrado, mas não deixou Ferrero tomar a dianteira no jogo, devolvendo a quebra em seguida, quebrando novamente o serviço do “Mosquito,” no 5/4 e fechando a série com um winner de esquerda cruzada.

No segundo set, Guga abriu 2/0, mas perdeu o seu saque no game seguinte. O jogo seguiu igual até o 5/4, quando novamente o brasileiro quebrou o saque de Ferrero, com uma esquerda do adversário na rede e fez 2 sets a 0. No terceiro set, mantendo o mesmo ritmo forte do início do jogo, Guga continuou sem dar chances ao espanhol, mesmo quando este tinha algum break point a favor. Guga se superava e, com jogadas fantásticas, não deixava o espanhol respirar por muitos segundos e no 4/3 a quebra apareceu, deixando o brasileiro tranquilo para sacar para vitória no game seguinte. No segundo match point, com uma bola para fora de Ferrero, Guga pulou, ergueu os braços para cima e comemorou a sua terceira passagem a uma final de Roland Garros, tendo sido campeão em 1997 e 2000.

“Joguei perto da perfeição, me movimentando bem e com as minhas táticas de jogo bem claras, do início ao fim da partida,” disse Guga. “Eu sabia que não podia deixá-lo controlar o jogo e nem mesmo respirar muito. Tentei surpreendê-lo com jogadas fundas e usando a experiência que adquiri nos últimos dois anos e de já ter sido campeão aqui duas vezes. Estava super à vontade na quadra e quando estou sentindo bem a bola na raquete e jogando o meu melhor tênis é difícil alguém ganhar de mim.”

De tão bem que Guga vem jogando ele foi comparado a Picasso pelo russo Yevgeny Kafelnikov, há três dias, e o número um do mundo contou que tentou acreditar no russo. “Eu tentei acreditar nas palavras dele, de que eu sou um Picasso na quadra. Agora quem sabe possa pegar alguma coisa do Van Gogh e tentar desenhar o meu jogo ainda melhor, porque eu não poderia querer jogar mais do que eu joguei hoje. Foi um dia muito feliz para mim e um prêmio pelo que eu passei aqui essa semana, nos jogos e nos treinos. Foram horas na quadra tentando dar um passo adiante e foi na parte mental, com a minha cabeça positiva que eu me superei,” comemorou Guga, sem esquecer do jogo contra o norte-americano Michael Russell, nas oitavas-de-final, em que salvou um match point. “O Guga que está hoje em quadra é um Guga diferente do que o de antes do match point contra o Russell. Como eu já disse, me tiraram do torneio e me colocaram de volta e agora não tenho mais nada a perder. Fui um abençoado naquele dia.”

E é assim, tranquilo e curtindo cada momento, que Guga pretende disputar a sua terceira final em Paris e a quinta da temporada, tendo conquistado três títulos, em Buenos Aires, Acapulco e Monte Carlo. “Nem nos meus sonhos mais mirabolantes eu poderia imaginar que eu estaria disputando a minha terceira final em Roland Garros. Vou entrar em quadra me sentindo um cara de muita sorte e disposto a lutar por todos os pontos.”

Nas duas outras finais que jogou em Roland Garros, Guga venceu, respectivamente, o espanhol Sergi Bruguera e o sueco Magnus Norman.

A partida final, será a 29a. em Roland Garros, sendo que destas 29 ele está invicto a 13. “Roland Garros para mim é um lugar muito especial. Toda vez que venho para cá, até mesmo para treinar, sinto uma coisa a mais, uma energia especial.”

Neste sábado, Guga (Banco do Brasil/ Diadora/ Head/ Globo.com/ Motorola) deve manter a mesma rotina com o técnico Larri Passos. Acordar por volta das 11h, fazer trabalho físico e, no final da tarde, uma hora de treinos na quadra. A esses treinos, Larri credita a passagem de Guga à final. “Foi a vitória do trabalho. Ontem à noite eu assisti uma reportagem sobre o Maurice Green e ele respondeu uma pergunta sobre qual era o segredo do sucesso dele e a resposta foi o trabalho que eu faço com o meu técnico. Eu e o Guga trabalhamos duro nesses últimos dias e eu mostrei o ombro pra ele no final do jogo, porque treinei forte com ele na quadra, fiz muita força e deu certo.”

Com 700 pontos já garantidos no ranking mundial e outros 140 na Corrida dos Campeões, Guga pode ficar com 1000 e 200, respectivamente, se passar pelo espanhol Alex Corretja, 13o. colocado no ranking mundial e 32o. na Corrida. Os dois já se enfrentaram seis vezes, todas elas no saibro, com quatro vitórias para Guga, incluindo a última, nas quartas-de-final do Masters Series de Roma.

GUGA FAZ FESTA BRASILEIRA EM PARIS

Depois de conquistar o tricampeonato de Roland Garros, no domingo à tarde, em Paris, derrotando o espanhol Alex Corretja, por 3 sets a 1, parciais de 6/7 (3) 7/5 6/2 6/0, em 3h12min de jogo, Guga comemorou como queria.

Curtiu o terceiro triunfo, se igualando a Mats Wilander, Ivan Lendl e Bjorn Borg, na quadra, festejando bastante com a torcida, desenhando um novo coração, deitando nele, vestindo uma camiseta com os dizeres Je táime Roland Garros e posando para fotos com a bandeira brasileira.

Depois de passar por uma maratona de entrevistas para jornalistas do mundo inteiro e de falar ao vivo com a France 2 /3, canal de televisão responsável pela transmissão do torneio na França, Guga voltou ao hotel onde está hospedado, próximo a Roland Garros, trocou de roupa e partiu para a região da Bastilha.

Lá, no restaurante brasileiro, Terra Samba, ele comemorou com a família, com o técnico Larri Passos, os membros de sua equipe e os amigos que o acompanharam na campanha rumo ao tri, o título que mais saboreou na quadra central de Roland Garros.

No restaurante, Guga comeu churrasco, arroz, feijão, cantou e dançou ao som do músico Marcelo.

Também estava presente no Terra Samba o vice-campeão de duplas mista, Jaime Oncins, que ficou em Paris para assistir ao companheiro de equipe de Copa Davis jogar a final do torneio mais charmoso de tênis do mundo.

Bem ao seu estilo, Guga estava completamente à vontade, entre a mãe Alice, o irmão Rafael, o técnico Larri, sua equipe e os amigos.

Fotos da nossa fotógrafa e grande amiga Cynthia Lum

Orlandinho fica com o vice de duplas da chave juvenil de Roland Garros

Orlandinho peq 1O brasileiro Orlando Luz, o Orlandinho, ficou com o vice de duplas da chave juvenil de Roland Garros, na França, segundo Grand Slam da temporada, que é disputado no saibro.

Neste domingo, Orlandinho e o sul-coreano Yunseong Chung foram superados na final pelo israelense Yshai Oliel e o tcheco Patrik Rikl, com parciais de 6/3 e 6/4.

O brasileiro deve voltar agora suas atenções ao circuito profissional e jogar torneios Futures nas próximas semanas.