Wozniacki vence Giorgi e garante vaga nas oitavas de Wimbledon. Kvitova e Lisicki perdem

Foram definidas neste sábado as oitavas de final da chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama, em Londres, na Inglaterra.

Wozniacki peq

A principal surpresa do dia foi a eliminação da tcheca Petra Kvitova, bicampeã do torneio, diante da sérvia Jelena Jankovic, de virada, com parciais de 3/6 7/5 e 6/4.

A dinamarquesa Caroline Wozniacki não deu muitas chances e venceu italiana Camila Giorgi por duplo 6/2, enquanto a espanhola Garbine Muguruza bateu a alemã Angelique Kerber por 7/6(12) 1/6 e 6/2.

A alemã Sabine Lisicki perdeu para a suíça Timea Bacsinszky por 6/3 e 6/2 e a norte-americana Madison Keys passou pela alemã Tatjana Maria por duplo 6/4.

Foto: Cynthia Lum

Kvitova busca nesta quinta a terceira rodada de Wimbledon. Lisicki enfrenta norte-americana McHale

Kvitova - Wimbledon peqVai ser finalizada nesta quinta-feira a segunda rodada da chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama, em Londres, na Inglaterra.

A tcheca Petra Kvitova, bicampeã do torneio, entra em quadra para enfrentar a japonesa Kurumi Nara, em confronto que será inédito.

A dinamarquesa Caroline Wozniacki terá pela frente a tcheca Denisa Allertova, enquanto a polonesa Agnieszka Radwanska enfrenta a australiana
Ajla Tomljanovic.

Destaque também para a partida da alemã Sabine Lisicki contra a norte-americana Christina McHale, abrindo a programação da quadra central.

Foto: Eddie Keogh/AELTC

 

Petkovic e Suarez Navarro são as primeiras semifinalistas do Premier de Miami. Serena x Lisicki nesta quarta

Petkovic peqForam definidas as duas primeiras semifinalistas do WTA Premier de Miami, nos Estados Unidos, disputado no piso duro.

Nesta terça-feira, a alemã Andrea Petkovic foi a primeira a garantir a sua vaga, ao bater a tcheca Karolina Pliskova em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/2.

A adversária de Petkovic será a espanhola Carla Suarez Navarro, que conseguiu uma bela vitória de virada sobre a norte-americana Venus Williams, com parciais de 0/6 6/1 e 7/5.

Nesta quarta-feira, serão definidas as outras duas seminifinalistas e a primeira partida será da principal favorita ao título, a nº 1 do mundo Serena Williams, que encara a alemã Sabine Lisicki.

Na sequência, a romena Simona Halep vai tentar confirmar o seu favoritismo diante da norte-americana Sloane Stephens.

Foto: Chang/Cynthia Lum

Halep e Serena confirmam o favoritismo e vencem em Miami. Oitavas serão disputadas nesta segunda-feira

Halep peqO domingo definiu as últimas classificadas para as oitavas de final do WTA Premier de Miami, nos Estados Unidos, disputado no piso duro.

A romena Simona Halep confirmou o favoritismo diante da italiana Camila Giorgi e triunfou com parciais de 6/4 e 7/5, assim como a norte-americana Serena Williams, que cedeu apenas dois games para a jovem compatriota Catherine Bellis, vencendo por duplo 6/1.

A italiana Flavia Pennetta eliminou a bielorrusa Victoria Azarenka em dois tiebreaks, 7/6(5) e 7/6(6), enquanto a italiana Sara Errani passou pela espanhola Garbine Muguruza de virada, com parciais de 4/6 6/4 e 6/1.

Na última partida do dia, a alemã Sabine Lisicki bateu a sérvia Ana Ivanovic em sets diretos, com parciais de 7/6(4) e 7/5.

As oitavas de final serão disputadas nesta segunda-feira e a polonesa Agnieszka Radwanska encara a espanhola Carla Suarez Navarro, enquanto a experiente Venus Williams faz um duelo entre ex-nº 1 do mundo contra Caroline Wozniacki.

Serena joga contra a russa Svetlana Kuznetsova e Halep terá Pennetta pela frente.

Foto: Chang/C
ynthia Lum

Sharapova, Ivanovic e Bouchard estreiam no primeiro dia de jogos do Australian Open

Sharapova - 2014 peqVai começar neste domingo, horário de Brasília, o Australian Open 2015, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro do Melbourne Park.

Abrindo a programação da Rod Laver Arena, a romena Simona Halep, cabeça de chave nº 3, entra em quadra para enfrentar a italiana Karin Knapp. Logo na sequência, a sérvia Ana Ivanovic começa a sua campanha contra a tcheca Lucie Hradecka.

Maria Sharapova vai começar a busca pelo bi em Melbourne na última partida da quadra principal do complexo, enfrentando a croata Petra Marti, enquanto a canadense Eugenie Bouchard joga na Margaret Court contra a alemã Anna-Lena Friedsam.

Vale destacar ainda a estreia de Sabine Lisicki contra Kristina Mladenovic e o confronto entre a italiana Sara Errani e norte-americana Grace Min.

Para conferir a programação completa, clique aqui.

Wimbledon: Kerber vence Sharapova em três sets. Kvitova bate compatriota e Lisicki passa por Shvedova

Kerber peqNesta terça-feira, mais uma grande favorita foi eliminada da chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Em uma partida muito equilibrada, a alemã Angelique Kerber bateu a russa Maria Sharapova em três sets, com parciais de 7/6(4) 4/6 e 6/4.

A tcheca Petra Kvitova anotou 6/1 e 7/5 sobre a compatriota Barbora Zahlavova Strycova, enquanto a romena Simona Halep venceu a cazaque Zarina Dyas por 6/3 e 6/0.

A alemã Sabine Lisicki, vice-campeã no ano passado, bateu a cazaque Yaroslava Shvedova em três sets, com parciais de 6/3 3/6 e 6/4, e a tcheca Lucie Safarova triunfou diante da russa Ekaterina Makarova por 6/3 e 6/1.

Wimbledon/dia 2: Serena e Sharapova vencem na estreia. Ivanovic elimina Schiavone

TENNIS: JUNE 25,  WIMBLEDON.....Terça-feira com vitória das principais favoritas na chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Nº 1 do mundo e campeã do torneio em cinco oportunidades, a norte-americana Serena Williams não deu chances para a compatriota Anna Tatishvili e venceu por 6/1 e 6/2.

A alemã Sabine Lisicki, vice-campeã no ano passado, anotou 6/2 e 6/1 sobre a israelense Julia Glushko, enquanto a russa Maria Sharapova perdeu apenas um game diante da britânica Samantha Murray e venceu por 6/1 e 6/0.

A polonesa Agnieszka Radwanska bateu a romena Andreea Mitu por 6/2 e 6/1, e a sérvia Ana Ivanovic passou pela italiana Francesca Schiavone, com parciais de 7/6(6) e 6/4.

Confira todos os resultados desta terça-feira na chave feminina de Wimbledon:

Serena Williams (EUA) [1] 2×0 Anna Tatishvili (EUA) 6/1 6/2
Simona Halep (ROM) [3] 2×0 Teliana Pereira (BRA) 6/2 6/2
Agnieszka Radwanska (POL) [4] 2×0 Andreea Mitu (ROM) 6/2 6/1
Maria Sharapova (RUS) [5] 2×0 Samantha Murray (GBR) 6/1 6/0
Kaia Kanepi (EST) 2×0 Jelena Jankovic (SRB) [7] 6/3 6/2
Angelique Kerber (ALE) [9] 2×0 Urszula Radwanska (POL) 6/2 6/4
Ana Ivanovic (SRB) [11] 2×0 Francesca Schiavone (ITA) 7/6 (8/6) 6/4
Eugenie Bouchard (CAN) [13] 2×0 Daniela Hantuchova (SVK) 7/5 7/5
Caroline Garcia (FRA) 2×1 Sara Errani (ITA) [14] 2/6 7/6 (7/3) 7/5
Carla Suarez Navarro (ESP) [15] 2×0 Shuai Zhang (CHN) 6/1 6/2
Caroline Wozniacki (DIN) [16] 2×0 Shahar Peer (ISR) 6/3 6/0
Sabine Lisicki (ALE) [19] 2×0 Julia Glushko (ISR) 6/2 6/1
Andrea Petkovic (ALE) [20] 2×0 Katarzyna Piter (POL) 6/1 6/4
Kirsten Flipkens (BEL) [24] 2×1 Tamira Paszek (AUT) 6/4 6/7 (7/3) 6/2
Alize Cornet (FRA) [25] 2×1 Anna Karolina Schmiedlova (SVK) 4/6 6/4 6/2
Victoria Duval (EUA) 2×1 Sorana Cirstea (ROM) [29] 6/4 3/6 6/1
Klara Koukalova (CZE) [31] 2×0 Taylor Townsend (EUA) 7/5 6/2
Petra Cetkovska (CZE) 2×1 Jovana Jaksic (SRB) 6/2 4/6 7/5
Lourdes Dominguez Lino (ESP) 2×0 Petra Martic (CRO) 6/0 6/1
Chanelle Scheepers (AFS) 2×0 Christina McHale (EUA) 6/3 6/3
Irina-Camelia Begu (ROM) 2×1 Virginie Razzano (FRA) 1/6 6/4 7/5
Timea Bacsinszky (SUI) 2×0 Sharon Fichman (CAN) 6/1 6/3
Madison Keys (EUA) 2×0 Monica Puig (PUR) 6/3 6/3
Heather Watson (GBR) 2×0 Ajla Tomljanovic (CRO) 6/3 6/2
Varvara Lepchenko (EUA) 2×1 Tsvetana Pironkova (BUL) 6/7 (8/6) 6/2 6/2
Lesia Tsurenko (UCR) 2×0 Dinah Pfizenmaier (ALE) 6/3 6/0
Yaroslava Shvedova (CAZ) 2×1 Kristyna Pliskova (CZE) 3/6 6/4 8/6
Jie Zheng (CHN) 2×0 Annika Beck (ALE) 6/1 6/3
Karolina Pliskova (CZE) 2×1 Karin Knapp (ITA) 6/7 (7/4) 6/4 10/8

Foto: Cynthia Lum

Australian Open – dia 3: Na Li, Serena e Stosur vencem mais uma. Lisicki perde de virada

Na Li - Ben Solomon peqA chinesa Na Li abriu a programação da Rod Laver com uma boa vitória no terceiro dia de jogos do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada, disputado no piso duro do Melbourne Park.

A atual vice-campeã do torneio venceu a suíça Belinda Bencic em dois sets, com parciais de 6/0 e 7/6(5), garantindo sua vaga na terceira rodada.

Na sequência, a norte-americana Serena Williams, nº 1 do mundo, conquistou rapidamente sua segunda vitória ao passar pela sérvia Vesna Dolonc por 6/1 e 6/2.

A australiana Samantha Stosur, principal esperança da torcida local, conseguiu uma boa vitória sobre a búlgara Tsvetana Pironkova, cedendo apenas dois games e fechando com parciais de 6/2 e 6/0, enquanto a alemã Angelique Kerber anotou 6/4 e 6/2 sobre a russa Alla Kudryavtseva.

Cabeça de chave nº 15, a alemã Sabine Lisicki perdeu de virada para a romena Monica Niculescu, com parciais de 2/6 6/2 e 6/2, enquanto a sérvia Ana Ivanovic não deu chances a alemã Anikka Beck, vencendo por 6/1 e 6/2.

Nesta quarta-feira, a russa Maria Sharapova faz o primeiro jogo da Rod Laver Arena contra a italiana Karin Knapp e na sequência, a dinamarquesa Caroline Wozniacki, outra ex-nº1 do mundo, terá pela frente a norte-americana Christina McHale.

Outra favorita que entra em quadra nesta quinta é a bielorrussa Victoria Azarena, que encara a tcheca Barbora Zahlavova Strycova, e a polonesa Agnieszka Radwanska joga contra a bielorrussa Olga Govortsova.

Para conferir a programação completa, clique aqui.

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Campeã de Wimbledon, Bartoli ousou sonhar

Marion tinha um sonho. Desde os seis anos de idade, ela e o pai Walter Bartoli trabalharam juntos com um objetivo em comum, ganhar um dia um Grand Slam. Longe de ser uma celebridade hollywoodiana, como Maria Sharapova, ou número um do mundo e super campeã como Serena Williams, ou namorar um DJ de renome mundial como Victoria Azarenka, a francesa Bartoli também não é top 10, não é exemplo de corpo de atleta e muito menos joga um tênis tradicional. Mas, nada disso a impediu de se tornar a campeã de Wimbledon, derrotando na final a alemã Sabine Lisicki por 6/1 6/4.BARTOLI WIMBLEDON CHAMPION

Não era a primeira vez que Bartoli alcançava a final do torneio mais importante de tênis do mundo. Foi vice-campeã em 2007, um ano depois da capitã da Fed Cup francesa, Amelie Mauresmo ter vencido no templo sagrado do esporte. Mas, diferente de seis anos atrás, hoje Bartoli parecia pronta.

Desde o início do campeonato, pela primeira vez sem o pai Walter ao seu lado, com o sparring Thomas Drouet (ex-sparring de Tomic, aquele que apanhou do pai de Bernard, no torneio de Madrid e ficou desempregado), a capitã da Fed Cup, Mauresmo e todo o staff técnico da Federação Francesa de Tênis, Bartoli parecia estar serena e feliz com a decisão que havia tomado.

Mais sorridente do que o comum e vibrando muito a cada vitória, parecia estar no caminho do seu sonho de menina, dpeois de um semestre dos mais conturbados.

Sem o pai, no início do ano, resolveu tentar o circuito com diversos técnicos. Não durou mais do que 2 semanas com nenhum. Mudou diversas vezes. Chamou o pai de volta. Até que resolveu seguir caminho solo em um Grand Slam pela primeira vez. Se lesionou, ficou doente, abandonou jogos, perdeu partidas para jogadoras com níveis inferiors. Nada parecia dar certo na temporada da francesa. Até que chegou Wimbledon e a história todo mundo já sabe.

Mesmo não tendo todas as atribuições de Serena, Sharapova e Azarenka, Bartoli com seus quilinhos a mais, sua esquerda e direita de duas mãos, o seu “shadow tennis – aquelas simulações de golpe que ela faz entre os pontos”, o seu saque estranho, os seus pulinhos antes do jogo começar, conseguiu cativar muita gente. Inclusive eu. Nunca fui muito sua fã. Mas, depois de acompanhar sua história e vê-la esses dias em Wimbledon, ver suas entrevistas e entender o que tudo isso significa para ela, fiquei feliz com o título nas mãos dela.

Não vamos discutir o nível da final. Das 128 jogadoras ela conseguiu terminar como a única sem perder um jogo e sem perder um set. Não virou zebra precoce e permaneceu em Londres, quando todas as outras tenistas mais bem ranqueadas do que ela voavam de volta para suas casas.

Para entender um pouco mais sobre esse sonho e a alegria de Bartoli, reproduzo aqui alguns trechos da entrevista coletiva da tenista de 28 anos.

WIMBLEDON CHAMPIONS

Q.  How do you not get past the quarters in any tournament this year and win Wimbledon?

MARION BARTOLI:  Well, that’s me.  I don’t know (laughter).   Honestly, I didn’t think that way.  I was just trying to play well every single matches, every time I was on the court.  I was just, you know, trying to enjoy myself when I was having some off days.  I was having some time off with my team.   Even this morning I think a lot of people could hear us laughing.  It was normally today where I was supposed to play the Wimbledon final, and really felt not like that.  I think it will also make it even more enjoyable because I had so much fun throughout this whole championship.  The whole two weeks have just been perfect.

Q.  Were you surprised how Sabine handled the occasion?

MARION BARTOLI:  Honestly, I didn’t think too much about how Sabine was doing.  I was just trying to focus on my own game and try to remain calm, even if I had this 5‑1 lead in the second set and 15‑40 and couldn’t close it out. Then Sabine start to play very well and come back at 5‑4.  I just really thought I had to hold my serve one more time.   But just to finish on an ace to win Wimbledon and you saw the chalk come out of the line.  Just, I mean, I could have seen it in slow motion.  I could see the ball landing, the chalk come out, it’s an ace, and I just win Wimbledon.      You can’t describe that kind of feeling.  You cannot put any words what I feel in this moment.  I can’t believe I won Wimbledon this year.  We’ll have to see the pictures, to see the match again on DVD to kind of starting to realize it.

Q.  Everyone in the future when they talk about you are going to say, Wimbledon champion, Marion Bartoli.  How much do you think it will change your life?

MARION BARTOLI:  It will not change me as a person because I will always remain the same:  very humble, very low‑key and easygoing, down‑to‑earth.     But just hearing ‘Wimbledon champion,’ that kind of sounds good to me (smiling).  You know, has been my dream.  I wanted that so badly.  I felt the achievement of my career was to win a Grand Slam.  Every time I was just saying my goal was to win a Grand Slam.  It was like, yeah, dare to dream.  I kept dreaming.  I kept my head up.  I kept working hard, and it just happened.

Q.  How many times you thought that your tactic, your strategy, all what you were doing, could look crazy, even if they weren’t at the end?  Your father was pushing you to do many different things than anybody else we have seen.

MARION BARTOLI:  Well, yeah, it’s always been a part of my personality to be different.  I think being just like the other one is kind of boring.  I really embrace the fact of being a bit different and doing something that not everyone is absolutely doing.            I actually love that part of my game, you know, being able to have something different.  At the end of the day, when the spectators were looking at 10 matches they will remember this girl that was doing something different, playing inside the court or whatever. Even though today I was I think pretty smart to kind of back up a little bit to give me an extra maybe half a second or something to react to Sabine’s serve.  Sometimes you have to adapt also, as well.  But I never felt like I wanted to be like all the other kid and do exactly the same everyone was doing.

BARTOLI LISICKI WIMBLEDONQ.  Could you tell us about your father’s influence on your tennis and maybe even outside the court, what it meant for you to climb up there and hug him today.

MARION BARTOLI:  Yeah, honestly it was an amazing feeling.  I mean, I can’t still realize I just won Wimbledon.  I can’t realize I’m a Wimbledon champion.  It’s just so overwhelming. You know, I don’t know if you can really realize, but for a tennis player, you start to play like at five or six years old.  When you decide to turn pro, your dream is to win a Grand Slam.  You dream about it every single day.  You think about it every single day. So when it happen, when it actually happen, you felt like, you know, you achieve something that you dream about for maybe million of hours.  You went through pain, you went through tears, you went through low moments, and actually it happened, once it happened. Those five, ten seconds before you shake the hands of your opponent, you felt like you’re almost not walking any more on earth.  You’re really flying.  It’s really hard to describe how it felt. So to share this moment with my dad, I was looking at him in the players’ box.  He was really cheering me on.  He was on his phone for almost the whole match.  I don’t know what was happening, but he was really relaxed.  That was the perfect day.  It was sunny.  It was beautiful.  Centre Court Wimbledon, it was packed.  I won in two sets.  I didn’t drop a set for the whole championship.  Even in my perfect dream I couldn’t have dreamed a perfect moment like that.  That is beyond perfection.

Q.  You’ve been around for many, many years.  The circuit is so challenging.  So many setbacks, yet you’ve prevailed.  Talk more about doing things your way.  Is there a certain strength in that?  Is it a challenge?

MARION BARTOLI:  Yeah, I’m a very tough person.  I mean, I played the whole second set with probably a 25 cents blister under my big toe.  I didn’t call for the trainer, and when I took my sock off the sock was red of blood. I didn’t call for the trainer the whole second set, even if I felt like I could barely walk at the end of the match.  But I haven’t shown anything.  I’m this kind of person.  I can focus and be really as strong as wood, you know.  You cannot see what I’m going through.  I think it’s coming from my childhood, from where I practice when I was younger, from those very tough situation.  I needed to handle going to school, normally practicing at 10:00 p.m., finishing at midnight, going back to school the next day.  Those kind of hard moments makes me extremely strong when I’m on the tennis court. I’m not the same kind of person outside, but every time I’m stepping on a tennis court I remember those very hard moments.  I could remember it today when I was playing on the court, and That carried me on a long way.

Q.  You said the other day about hitting rock bottom, and that’s going back to last summer when you missed the Olympics.  Do those things make this even better?

MARION BARTOLI:  It’s not about missing the Olympics.  It was more about what happened off the court for me.  This year it was extremely hard to take. And, yes, to have now this kind of moment, I mean, I really didn’t expect it to happen so early, so quickly. But, it’s funny.  I was with the physio before the match, and they saw me when I was really hitting rock bottom.  They saw me before the match.  I was smiling and listening to music, singing through the locker room. That was not supposed to be the perfect routine before going to play the Wimbledon final.  I was so happy, why not showing it? They tell me, I remember you in Miami, how you felt after the match when you got injured with Andrea Petkovic.  It’s so nice to see you like that no matter what happens in the final. But going through those hard moments makes this one even better.

Q.  What does the Bartoli sequence look like?  How much further do you think you can go for the rest of your career?

MARION BARTOLI:  I have absolutely no idea, but one is pretty good for me.  Wimbledon champ, even if I don’t get another one, I will still be very proud of it.

But of course I’m going to try my hardest to get some more.  Now that I get one, I definitely believe I can get more of them.     I just want to enjoy this one because I haven’t still realized I’m really the Wimbledon champion 2013.  So it will take me some few days to realize it.  Actually when I will do, I will maybe think about the US Open and getting a shot over there.

Q.  Do you feel, having had this long journey, maybe not fitting the mold Federations look for in young players, you can be a support for young girls?

MARION BARTOLI:  I received a lot of support from my Federation.  Seeing my president in tears waiting at the end of the match means so much for me.  The vice president was here as well.  They both told me I was an inspiration for all the girls in the French Federation. I actually received a lot of texts from them telling me how proud they were of me, how much they want to look at me now and have the same kind of attitude. Even if I’m not maybe playing the same style of game, I think the attitude I’m carrying on the court, the mental strength and everything, it’s maybe something they can look at.

Diana Gabanyi

FOTOS DE Cynthia Lum

Wimbledon: Bartoli vence Lisicki e conquista seu primeiro título de Grand Slam

Aos 29 anos, a francesa Marion Bartoli é a mais nova campeã de Wimbledon.

A tenista nº 15 do ranking da WTA venceu a alemã Sabine Lisicki por dois sets a zero, conquistando um título de um dos quatro maiores torneios da temporada pela primeira vez na carreira.

Vice em 2007, quando perdeu para Venus Williams, Bartoli fez uma grande partida neste sábado, anotando 6/1 e 6/4. Foi sua segunda vitória sobre a alemã na carreira

Com a conquista, a francesa se torna a primeira jogadora da história a vencer Wimbledon sem passar por uma top 10 durante todo o torneio. De quebra, ela deve ocupar o posto nº 7 do ranking na próxima semana, igualando sua melhor marca até então.

Confira a campanha de Bartoli:

Marion Bartoli

R128 –  d. Svitolina (UKR):  6/3 7/5

R64 –  d. McHale (EUA): 7/5 6/4

R32 – d. Giorgi (ITA): 6/4 7/5

Oitavas – d. Knapp (ITA): 6/2 6/3

Quartas – d. Stephens (EUA):  6/4 7/5

Semi – Flipkens (BEL): 6/1 6/2

Final – d. Lisicki (ALE): 6/1 6/4