

| O Rendez-Vous à Roland-Garros concluiu neste domingo a sua terceira edição com a paranaense Nathalia Gasparin e o mineiro João Ferreira conquistando o título e a ida a Paris para encarar nos dias 26 e 27 de maio os campeões de China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia e Japão em busca de uma vaga na chave principal do torneio juvenil de Roland-Garros.
Nathalia Gasparin garantiu o troféu do Rendez-Vous à Roland-Garros e a ida a Paris ao vencer a também paranaense Vitória Okuyama, sua parceira de duplas e companheira de treinos no Clube Curitibano, com parciais de 6/0 6/4. Em um duelo que é frequentemente equilibrado, Nathalia conseguiu ter o controle da partida desde o primeiro set e aproveitou as chances que teve para levar vantagem. “Eu comecei super concentrada, focada já ponto a ponto, super determinada. Joguei super bem o primeiro set, não estava errando nada. O segundo foi mais duro, mas me mantive sempre focada e estou muito feliz pela minha vitória”, afirmou a campeã. Depois de evitar até a final falar sobre a possibilidade de ir a Roland-Garros, com a vitória ela pôde finalmente comemorar a ida à França. “Agora posso falar que vou. É uma oportunidade única, vou tentar dar o meu máximo lá também igual eu fiz aqui e tomara que eu consiga ganhar lá também. Nunca fui e a expectativa para conhecer é grande!”, finalizou. João Ferreira conseguiu o título ao vencer o brasiliense Gilbert Klier Junior, cabeça de chave número 2, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6(6) 0/6 6/2. “Estou feliz em ganhar o Rendez-vous à Roland-Garros aqui em Floripa, foi uma semana incrível, consegui jogar muito bem, foi um jogo bem duro, comecei perdendo, mas estava com um jogo bem sólido e consegui virar. O terceiro set foi bem duro, meu físico prevaleceu durante o jogo também, estou muito feliz. Foi uma semana com gostinho diferente por ser RolandGarros, serve como um motivo a mais para eu continuar treinando e chegar em Roland-Garros melhor do que eu estava aqui”, disse emocionado João Ferreira. A decisão do terceiro lugar, que serve para definir a substituição em caso de o tenista não poder ir ou entrar diretamente na chave juvenil de Roland-Garros, foi vencida pelo carioca Christian Oliveira no masculino e pela paulista Alexandra Silva. A cerimônia de premiação do torneio, logo após as finais, contou com a presença do o tricampeão de Roland-Garros, Gustavo Kuerten. Guga destacou que a sua primeira conquista de Roland-Garros foi na chave juvenil do grand slam parisiense, em 1994, ao lado do equatoriano Nicolas Lapentti. “Para essa garotada isso aqui é fundamental, pois o dia a dia deles é difícil, é duro. Tem toda a simbologia, o sonho de Roland-Garros, é um estímulo, mais gasolina para voltar para as quadras e uma esperança e tanto para quem vai, quem experimenta esse gostinho de saborear Roland-Garros. Os garotos precisam disso para sobreviver, para suportar os técnicos no dia a dia, ter empenho dentro da quadra, nos estudos, essa fase de 15, 16, 17 e 18 anos começa a afunilar, é difícil, pelo menos aqui é uma sobremesa que eles podem sentir o gostinho e levar para casa”, disse Guga Kuerten. Rendez-Vous à Roland-Garros: Esta foi a terceira edição do torneio no Brasil. Foram quatro dias de jogos, com 32 tenistas juvenis dando o seu melhor em busca da conquista que premia o melhor menino e a melhor menina para jogar em Paris a “Final entre as Nações”. Nas duas primeiras edições foram dois brasileiros que ganharam a final entre as nações masculina, nas quadras de saibro de Paris e entraram na chave principal de Roland-Garros Junior: Rafael Wagner (2016) e Gabriel Decamps (2015). Este último, Gabriel, após a oportunidade de jogar Roland-Garros Junior obteve um crescimento em sua performance, chegando a Top 17 do mundo e neste ano de 2017 terá ranking para entrar diretamente da chave principal do grand slam juvenil parisiense. “O torneio foi muito importante para a minha carreira. É um torneio justo e importante para achar novos talentos. Gostaria de agradecer e parabenizar a CBT e a FFT pela iniciativa”, fala Rafael Wagner, vencedor da final das nações em 2016. Pela primeira vez em Florianópolis, ele comemorou a passagem dos 20 anos da primeira conquista de Gustavo Kuerten em Roland Garros. Foi na quadra 7 do Lagoa Iate Clube que Guga fez o seu último treino antes de embarcar para Paris, para se consagrar pela primeira vez o campeão de Roland-Garros, em 1997. Neste ano foi criado, pela primeira vez, para a classificação, o “Road to Rendez-Vous à Roland-Garros”, com os rankings do Circuito Centro-Oeste, Circuito Paulista, Circuito Rota do Sul, Circuito Sudeste e Circuito Sul-Brasileiro. O Circuito Regional aconteceu no mês de janeiro e a disputa foi equilibrada. Tenistas de vários estados participaram em busca da liderança no ranking da categoria 18 anos, sendo que no Centro-Oeste e Rota do Sol, a classificação feminina se deu pelo ranking de 16 anos. Os rankings contaram apenas os resultados de simples de cada torneio e no Sudeste foi usada a pontuação de duplas para desempate. O Brasil em Roland-Garros Junior: A tradição do tênis profissional brasileiro em Roland-Garros Principais conquistas do Brasil em Roland Garros 2016 – Rafael Wagner ganhou a final entre as Nações do Rendez-vous à Roland Garros e entrou na chave principal do grand slam juvenil. 2016 – Orlando Luz/ Yunseong Chung (KOR) – Vice-campeões 2015 – Gabriel Decamps ganhou a final entre as Nações do Rendez-vous à Roland Garros e entrou na chave principal do grand slam juvenil. Após isso sua carreira deslanchou e chegou a Top 15 do ranking mundial juvenil (ITF) 2014 – Orlando Luz – Semifinalista – Orlando Luz/João Menezes – Semifinalistas – Luiza Stefani/Renata Zaragua (MEX) – Semifinalistas – Marcelo Zormann – Quadrifinalista 2013 – Bia Hadad Maia/Domenica Gonzalez (ECU) – Vice-Campeãs 2012 – Bia Hadad Maia/Montserrat Gonzalez (PAR) – Vice-campeãs – Thiago Monteiro/Gianluigi (ITA) Semifinalista 2010 – Tiago Fernandes – Quadrifinalista 2009 – Guilherme Clezar/Liang-Chi Huang (CHI) – Vice-campeões – Guilherme Clezar – Quadrifinalista 2007 – Fernando Romboli – Quadrifinalista 2000 – Thiago Alves/Bruno Soares – Semifinalistas 1998 –Flávio Saretta – Quadrifinalista 1994 – Gustavo Kuerten/Nicolas Lapentti (ECU) – Campeões |
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Sobre Roland-Garros Os adeptos do desporto e do público em geral têm ido se deliciar em Roland-Garros. Cerca de 455 621 espectadores foram ao prestigiado Aberto da França em 2016, e o torneio também foi transmitido em mais de 220 territórios em todo o mundo, tornando-se um evento de importância verdadeiramente global. Roland-Garros é dirigido pela Federação Francesa de Tênis e realizado a cada ano no Porte d’Auteuil em Paris. É o único Grand Slam a ser jogado em saibro – uma das superfícies mais antigas e nobres da história do tênis. |
Jogadores amadores e profissionais de tênis poderão contar com um novo aplicativo para agendar jogos e reservar quadras. O GranPlay chega no mercado como solução aos praticantes do esporte que encontram dificuldades em achar um parceiro para jogar. “Em diferentes viagens observava quadras de tênis fantásticas e disponíveis, mas eu não conhecia ninguém para jogar comigo. Foi assim que surgiu a ideia de criar um aplicativo para integrar os tenistas”, contou o idealizador do app, Wilson Honda, diretor da Takaoka, pesquisador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP e professor de pós-graduação na Poli-Integra e na FTDE.
Utilizando o GranPlay, o jogador poderá fazer uma pré-reserva de uma quadra e convidar os amigos ou outros usuários para jogar. Não tem problema se o jogador deixou para a última hora e não convidou ninguém. O SOS Call é uma funcionalidade para busca de usuários que estão no local.
“O aplicativo é muito útil para praticantes que começaram a jogar há pouco tempo e não conhecem outros jogadores entre os grupos de tenistas dos clubes e condomínios. O GranPlay contribui para promover esta integração, além da facilidade e comodidade no agendamento das quadras”, ressaltou Wilson.
A nova ferramenta funciona em clubes, condomínios, academias, entre outras instituições. As pré-reservas podem ser realizadas para uma partida simples ou em dupla. Esportistas com necessidades especiais encontram no aplicativo uma área exclusiva.
O usuário no GranPlay cria um perfil, pelo seu e-mail ou conta no Facebook, em que descreve se é profissional, amador ou faz parte de alguma associação, além de incluir as pontuações de seus jogos. Conforme o tenista inclui as informações de desempenho, o aplicativo gera estatísticas de performance. “Há ainda a opção de compartilhar os resultados de suas partidas no Facebook”.
As associações também contarão com um perfil próprio, em que estarão reunidas diversas informações, além da avaliação do local feita pelos próprios usuários. “Para as entidades, a ferramenta é muito interessante porque proporciona uma comunicação direta com seu público alvo e evita um problema recorrente; o tenista que reserva a quadra e não comparece. O usuário recebe notificações para confirmar seu agendamento e assim que chega na quadra, deve fazer um check-in que confirma a reserva”.
O projeto já está em fase piloto no Alphaville Tênis Clube, Academia de Tênis Limão, Residencial Gênesis I, Podium Vila Leopoldina e em alguns condomínios residenciais. “O potencial de crescimento é grande, a ideia é aumentar a abrangência do aplicativo para região metropolitana de São Paulo, posteriormente, a todo o Brasil e para qualquer lugar do mundo. Já estão nos planos de expansão, atualizações incluindo outros esportes e a organização de competições”. O download do GranPlay é gratuito e pode no momento ser feito para iOS, a versão Android estará disponível em breve.
Está inaugurado oficialmente o Novo Centro de Treinamento da USTA, em Orlando, na Flórida, mais precisamente em Lake Nona. O centro conta com 100 quadras de tênis, dos mais variados pisos, alta tecnologia e programação para tenistas de lazer e competição, do juvenil ao profissional. É chamado de a “nova casa do tênis americano.”

O Complexo inovador e “state of the art” como gostam de dizer os americanos, foi projetado para melhorar o esporte em todos os níveis e proporcionar uma Experiência inigualável de jogo, treinamento e receber Jogadores recreativos, competitivos, treinadores e espectadores.
Mais de 100 eventos e torneios internacionais, nacionais e locais já estão programados para as instalações em 2017. O centro de tênis atenderá a comunidade de Orlando, com atividades durante todo o ano para todos os níveis de jogo.
Até o prefeito de Orlando esteve presente na inauguração. “Não poderíamos estar mais satisfeitos em ver a visão da USTA de um campus nacional se tornar realidade “, disse Oo prefeito Buddy Dyer. “Como a nova ‘Home of American Tennis “, Orlando se solidifica ainda mais como um íman global para Esportes, saúde e inovação de bem-estar. ”
O Campus será o epicentro da inovação do ténis, gerando portunidades para o teste de tecnologias novas e emergentes.
O USTA National Campus é uma das maiores instalações de tênis do mundo. Ele está localizado em 64 hectares e dividido em áreas dedicadas, com um total de 100 quadras (32 rápidas, 32 saibro verde de Har-Tru 16 quadras poli esportivas, oito quadras de DecoTurf, seis de saibro e seis duras indoor. Tudo isso e ainda mais dois estádios.
Há alojamento para 40 atletas, salas de musculação, preparação física, massagem, para médico, para receber familiares e visitantes também.
Uma estrutura mais do que completa, o “Magic Tennis Kingdom”
Ex-tenistas profissionais como Jim Courier, James Blake e Chris Evert prestigiaram a inauguração.

O Rio Open apresentado pela Claro, maior torneio da América do Sul, receberá entre os dias 20 e 26 de fevereiro no Jockey Club do Rio de Janeiro, inúmeras personalidades do esporte nacional e mundial. Assim como nas edições anteriores, quando foram homenageados grandes nomes do esporte, neste ano outros dois nomes receberão homenagem na quadra central do torneio, a quadra Guga Kuerten: Luiz Mattar e André Silva.

Por cerca de 7 anos, Luiz Mattar foi o melhor do Brasil dentro das quadras. Em 1989, atingiu a melhor posição no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), chegando a 29º do mundo, a quinta melhor colocação de um brasileiro na história.
Em um país que só conheceu momentos de grandeza no esporte com Gustavo Kuerten, quase uma década depois, isso não é pouco. Ainda mais quando sabemos que ele começou a carreira profissional bem tarde, aos 22 anos, no ano de 1985.
Mattar estava terminando a faculdade de engenharia civil no Mackenzie e foi para a França nas férias. Para ter hospedagem gratuita e ainda conseguir dinheiro para pagar a viagem, ele resolveu jogar torneios amadores de tênis. Na volta ao Brasil, disse ao pai que iria seguir a carreira de tenista.
O pai Fuad não acreditou e resolveu fazer um pacto com o filho: se a carreira como tenista profissional não vingasse em dois anos, Luiz teria de terminar o curso de engenharia e esquecer a aventura no esporte. Final da história: Luiz Mattar nunca se formou engenheiro.
Em pouco mais de 10 anos de carreira, o paulistano nascido em 18 de agosto de 1963 conquistou 7 títulos de simples e 5 de duplas. Dois destes 7 títulos foram conquistados justamente no Rio de Janeiro (1989 e 1990, local de disputa do Rio Open. O torneio foi disputado na Praia de Copacabana. Os outros foram no Guarujá (1987 e 1988), São Paulo (1992) e Delray Beach (1994)
Durante a carreira, Mattar acumulou vitórias importantes sobre Andres Gomez, no US Open, quando o equatoriano era quinto do mundo; venceu Yannick Noah em pleno Roland Garros e disputou em Itaparica, a final com Andre Agassi, em 1987, no que viria a ser o primeiro título da estrela americana.
Na Copa Davis, Luiz Mattar defendeu o Brasil por 9 anos a partir de 1986, disputando um total de 20 confrontos, com vitórias históricas também no Rio de Janeiro, derrotando a Alemanha, em 1989, em uma de apenas duas temporadas em que o país chegou à semifinal da competição entre nações.
Durante o Rio Open, Luiz Mattar reviverá algumas das principais emoções da carreira, antes de se tornar um empresário de sucesso, que foram justamente no Rio de Janeiro. Ele encerrou a carreira em 1995.
Brasileiro de Campinas, André Silva é hoje o Diretor do torneio de Cincinnatti, um ATP Masters 1000 e um WTA Premier.
Ele começou a carreira no tênis profissional, no ano 2000 na ATP. Antes disso Silva jogou o circuito juvenil e seguiu o caminho do tênis universitário. Com diploma de Sports Management da Universidade de South Carolina, chegou a ter uma passagem pela IMG Academy, de Nick Bollettieri, antes de começar a trabalhar na ATP como um Tour Manager.
Com facilidade de comunicação e bom relacionamento com os jogadores, André logo se tornou Vice-Presidente do Departamento de Relações com os Tenistas e em 2007 assumiu o cargo de Chief Player Officer.
Ele foi também o responsável pelo Departamento de Relações com os Jogadores e pelo Departamento Médico da ATP, além de trabalhar diretamente com o Conselho da ATP e o Conselho dos Jogadores.
Foi também Diretor do Torneio do ATP World Finals, em Londres.
Depois de mais de uma década na ATP, Andre Silva foi trabalhar com Roger Federer, na sua empresa a TEAM 8, até assumir o cargo de Diretor do torneio de Cincinnati.
Durante o período em que trabalhou na ATP, ele foi um integrante importante para o Rio Open conseguir a data e enfim ganhar o seu ATP 500.
Desde a primeira edição, em 2014, o Rio Open iniciou uma tradição de homenagear personalidades que marcaram o esporte nacional ou mundialmente. Homenageou Maria Esther Bueno e Gustavo Kuerten em 2014. Em 2015 foi a vez de Thomaz Koch, Nick Bollettieri e Antônio Carlos de Almeida Braga, o Braguinha. No ano passado, Fernando Meligeni e Alcides Procopio foram os homenageados.
As homenagens acontecerão durante a semana do evento.
O ano de 2017 mal começou e o Rio Open já recebeu uma excelente notícia. O torneio, através dos projetos sociais que apoia, foi um de quatro selecionados pelo ATP Aces for Charity, para receber apoio financeiro neste ano. O programa de incentivo a causas sociais da ATP (Association of Tennis Professionals) irá doar 15 mil dólares a serem divididos entre os quatro projetos sociais, apoiados pelo Rio Open: Tênis Para Todos (coordenador – Marcus Fonseca), Tênis na Lagoa (coordenador – Alexandre Borges), Tênis Solidário (coordenador – Artur Ricardo) e Escolinha de Tênis Fabiano de Paula (coordenador – Fabiano de Paula).

“É muito gratificante receber este reconhecimento e apoio da ATP, em tão pouco tempo de Rio Open. Acreditamos muito no potencial destes projetos. Não é à toa que eles estão com a gente desde 2014 e que a cada ano buscamos ampliar ainda mais esta parceria. Temos certeza de que este apoio irá ajudar bastante no desenvolvimento de cada um deles ,” diz Luiz Carvalho, diretor do torneiro.
A ATP destaca a integração dos projetos sociais diretamente ao Rio Open, tanto com os grandes ídolos do tênis que disputam o maior torneio da América do Sul, quanto a realização de torneios para as crianças dos projetos, durante o ATP 500.
Em 2017, o programa ATP ACES for Charity completa sete anos e é uma iniciativa global voltada às comunidades onde são realizados os eventos da ATP World Tour. Além de reconhecer e apoiar iniciativas de caridade dos torneios, o programa também apoia projetos de atletas. Desde 2011, o programa entregou 76 concessões que totalizam mais de $ 940.000 em doações.
Sobre os projetos sociais apoiados pelo Rio Open:
Desde sua primeira edição, o Rio Open apoia importantes projetos sociais do Rio de Janeiro, que usam o esporte como ferramenta de desenvolvimento e inclusão social. Os projetos apoiados em 2016 foram o Tênis Solidário, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula, o Tênis na Lagoa e o Tênis Para Todos. O objetivo da parceria do maior torneio de tênis da América do Sul com essas iniciativas é estimular crianças de diversas comunidades cariocas a praticar um dos esportes que mais vem evoluindo no país: o tênis.
Por meio da parceria com os projetos, o Rio Open já disponibiliza:
– Bolas usadas durante o torneio para aproveitamento nos treinos das crianças
– Material para treinamento
– Ingressos para os alunos dos projetos assistirem a jogos do Rio Open
– Oportunidade para cerca de 75 crianças atuarem como “boleiros” do torneio/ano
– Clínicas de tênis para jovens com a presença de jogadores profissionais
-Em 2016, foi realizado um campeonato entre os projetos nas quadras do complexo.
Este ano, o Rio Open realizará o torneio Winners, com os integrantes dos projetos, também durante o evento. Os vencedores de cada categoria ganharão a chance de treinar por uma semana na IMG Academy, mais conceituada do mundo. É comandada por Nick Bollettieri, considerado um mago e que descobriu nomes como Andre Agassi e Maria Sharapova, por exemplo.
“Esta parceira é apenas o início de um plano de longo prazo. Todos os anos iremos buscar ampliar o programa social do Rio Open, mapeando novos projetos da cidade e do estado, para que outros projetos possam se beneficiar dessa oportunidade. Com essa iniciativa queremos incentivar crianças carentes a seguir praticando nosso esporte para que no futuro elas possam se tornar campeãs dentro e fora das quadras”, explica o Diretor do Torneio, Luiz Procópio Carvalho.
O Rio Open, que acontece desde 2014, é um evento fixo no calendário da cidade e a expectativa é de que, a cada ano, novas melhorias sejam feitas para o desenvolvimento do esporte em comunidades carentes do Estado do Rio de Janeiro.
Foto: John Isner na Rocinha
crédito: João Pires
O brasileiro Bruno Soares inicia nesta 4a. feira a jornada rumo a temporada 2017. Ele deixa Belo Horizonte em direção a Doha, no Qatar, onde disputa o primeiro torneio do circuito no ano novo, depois de ter terminado a temporada 2016 como a melhor dupla do mundo, ao lado do parceiro britânico Jamie Murray. Depois do melhor ano na carreira, em que conquistou três Grand Slams – dois de duplas e um de duplas mistas, Bruno Soares quer agora se manter no topo e ir em busca de mais conquistas.

“A pré-temporada foi muito boa. Consegui trabalhar e descansar bem com o Chris (Bastos – preparador físico) e com o Hugo Daibert em Belo Horizonte. Estou muito motivado depois de um ano especial como esse,” disse Bruno, que foi campeão do Australian e do US Open, logo no seu primeiro ano de parceria com Jamie Murray. “Ano passado era um ano de mudanças e incertezas. Tínhamos muita expectativa, mas também muitas dúvidas e acabou sendo um ano fantástico. Agora a pressão e a responsabilidade aumentam, mas a motivação aumenta de mais também, por sabermos do nosso potencial. Queremos continuar a conquistar coisas grandes, ganhando Grand Slam e brigando pelo posto de número um.”
A temporada 2017 começa com o ATP 250 de Doha (02 janeiro) e segue para a Austrália, onde o mineiro e o britânico jogam o ATP 250 de Sydney (08 janeiro) e o Australian Open (16 janeiro), onde foram campeões no ano passado. Depois, a parceria segue para o Rio Open (20 fevereiro), o ATP 500 da América do Sul, no saibro.
“Continuamos esse trabalho duro que fizemos o ano passado todo. Estamos nos falando muito nos últimos dias – eu aqui em BH e o Jamie nos EUA – para colocar os ajustes em dia, já pensando no começo do ano em Doha e na Austrália, que tem Grand Slam logo no início do ano.”
A temporada de 2016 da ATP ainda não acabou, mas já tem seus favoritos. Como no ano passado, o sérvio Novak Djokovic está na frente, com 12 vitórias em Grand Slams e 30 Masters (66 títulos); seguido pelo britânico Andy Murray, com 3 Grand Slams e 12 Masters (39 títulos); e pelo suíço Stan Wawrinka, com 3 Grand Slams e 1 Master (15 títulos).
O imparável Djokovic
Com 742 vitórias e apenas 152 derrotas no currículo, o jogador sérvio ganha fãs por onde passa. Seu histórico nas disputas por tie-break também é impressionante: 205 vitórias ali, sob pressão. Contra os top 10 do esporte, Novak computa 176 vitórias contra apenas 82 derrotas. Estes números extraordinários o colocam como favorito nas próximas competições.
Andy Murray: a esperança britânica
Com seu ar de bom moço, Andy Murray conquistou os ingleses em Wimbledon ao vencer o torneio pela segunda vez em julho deste ano. O jogador, conhecido por seu backhand destro de duas mãos, soma 607 vitórias (173 no tie-break), e 94 vitórias contra os top 10 do tênis.
Embora tudo indique que Djokovic irá terminar o ano na primeira colocação, Andy Murray ainda tem chances, mesmo que remotas, de chegar como número 1 do ranking no ATP World Finals, em Londres, sua cidade natal, que será realizado no fim do ano.
O conterrâneo de Federer
Embora tenha permanecido algum tempo sob a sombra do astro Roger Federer, que se manteve 302 semanas como número 1 mundial entre 2004 e 2012, o também suíço Stan Wawrinka finalmente teve sua chance de mostrar a que veio. O jogador acumula até agora 435 vitórias, 177 vitórias no tie-break e 46 contra os top 10 do esporte.
Para saber um pouco mais sobre os jogadores que estão atualmente no Top 3 do ATP, confira o infográfico abaixo:

Confira os favoritos para 2017
O tênis é um esporte reconhecido pela volatilidade de posições no ranking, e cada semana entre os Top 3 é extremamente disputada. Saber quem vai ganhar os torneios do próximo ano então, é uma tarefa ainda mais difícil, mas dá para saber os favoritos.
De acordo com o site de apostas Betsson, Novak Djokovic aparece como favorito para o Australian Open 2017 com 54.1% de chances de vitória , seguido por Andy Murray com 28.6% e Roger Federer, empatado com Stanislaw, com 9.1%.
Já para o French Open 2017 conta com alguns outros favoritos: Novak Djokovic com 50% de chances de vitória , Andy Murray com 16.7%, empatado com Rafael Nadal, e
Stan Wawrinka com 10%.
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O Brasil começou bem o primeiro dia da primeira olimpíada da América do Sul. A Cerimônia de Abertura encantou o mundo, encheu os olhos da nação de orgulho e ratificou a máxima de que ninguém sabe fazer uma festa como os brasileiros.

Teve Paulinho da Viola cantando o hino nacional, Caetano, Gil e Annita no palco, samba, Santos Dummont, a imigração, as diferenças, o desfile das nações, com diversos tenistas em destaque: Rafael Nadal, Andy Murray, Caroline Wozniacki e Gilles Muller de porta-bandeira e uma enormidade de astros do nosso esporte desfilando. Serena, Kerber, Del Potro, Fognini, os nossos brasileiros, todos curtiram a festa no Maracanã.

No ápice da festa, Gustavo Kuerten voltou a emocionar não só o mundo do tênis, mas as bilhões de pessoas que assistiam o espetáculo na tv, ao entrar com a tocha no estádio, ser ovacionado, passá-la para Hortênsia que entregou para o heróis Vanderlei Cordeiro de Lima acender a pira.
O tênis agradece mais uma vez a enormidade de Gustavo Kuerten e suas estrelas.
Let the games begin.
Diana Gabanyi