Monteiro, Rogerinho, Soares e Melo defendem o Brasil na Davis, contra a Bélgica

O Brasil irá com força total em busca de uma vaga no Grupo Mundial da Copa Davis, contra a Bélgica. A equipe comandada pelo capitão João Zwetsch será formada pelos dois brasileiros mais bem colocados no ranking de simples da ATP, o cearense Thiago Monteiro (123o) e o paulista Rogério Dutra Silva (165o), e terá a forte dupla composta pelos mineiros Bruno Soares (7o) e Marcelo Melo (9o), além do paranaense Thiago Wild (530o), de apenas 18 anos, como quinto jogador.

O confronto será disputado nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019 no saibro do Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia-MG. (Clique aqui para adquirir seu ingresso).

“A equipe está bem formada. Rogerinho e Monteiro são os dois jogadores que tiveram os melhores resultados em 2018. A volta do Bruno também é importante para a equipe. O Bruno e o Marcelo são uma das melhores duplas da Copa Davis nos últimos anos, apesar de o Marcelo Demoliner ter demonstrado que pode suprir uma eventual ausência de um dos dois com qualidade. E o Thiago Wild como quinto jogador, de acordo com nosso critério de sempre chamar um garoto na fase de transição, que tenha qualidade e possa jogar eventualmente”, explicou Zwetsch.

O capitão brasileiro acredita em um confronto duro contra os belgas, que devem ter David Goffin, atual 22 do mundo e ex-top 10, na equipe. Mas Zwetsch aposta no fator casa para fazer a diferença. A última vez que o Brasil jogou em casa na Copa Davis foi em 2016, em Belo Horizonte, quando venceu o Equador por 3 a 1.

“A gente prevê um jogo muito difícil contra a Bélgica do Goffin, que vem jogando em um nível muito alto nos últimos anos e consequentemente eleva o nível da equipe. Será um confronto difícil, mas o fator local ainda é importante na Copa Davis. O apoio da torcida, a energia que ela traz para dentro do jogo é muito importante. Temos que aproveitar bem isso. Nossa torcida é sempre forte, nos ajuda muito e tenho certeza que dessa vez será da mesma forma”, destacou.

O número 1 do Brasil, Thiago Monteiro também confia na força do fator local. O tenista, que está em pré-temporada com sua nova equipe na Argentina, está bastante motivado para o confronto contra a Bélgica e tem como uma das metas para 2019 obter um bom resultado na Copa Davis.

“Sem dúvida jogar em casa depois de cinco confrontos fora será uma motivação a mais. Sentir o calor da torcida, aquele clima diferenciado que a Davis proporciona. Estou muito motivado com minha nova equipe fazendo a pré-temporada, pretendo ter um grande ano em 2019 e jogar bem na Davis, ajudando a classificar o Brasil para o Grupo Mundial. Essa é uma meta não apenas minha, mas de toda a equipe”, ressaltou Monteiro.

De volta à equipe, após priorizar seu calendário na ATP em 2018, Rogerinho também está motivado. “Muito legal estar voltando para a Copa Davis, uma das competições que eu mais gosto. Jogar em casa, ainda mais agora que será diferente daqui pra frente. Então, vai ser muito bacana jogar, espero que possamos sair com a vitória em casa e quem sabe jogar o Grupo Mundial”, projetou.

Bruno Soares, que também não jogou os confrontos da Davis em 2018 por questões pessoais – o nascimento do segundo filho –, também está feliz por voltar a representar o Brasil na competição entre países. “Depois de um ano afastado por questões pessoais será legal demais voltar para a equipe. Jogar em casa para classificar nesse formato novo. Muito bacana para o Brasil. Estou muito feliz em ser chamado e ter a confiança do capitão. Expectativa boa demais de jogar em terras mineiras. Muito especial. Espero que eu e Marcelo possamos contribuir com nosso ponto”, afirmou o tenista de Belo Horizonte.

Sétimo jogador que mais defendeu o Brasil em Copa Davis com 21 participações, Marcelo Melo comemorou mais uma convocação. “Estou muito feliz em mais uma vez ser convocado para fazer parte da equipe. Todos sabem a importância que eu dou para a Copa Davis, tenho um orgulho enorme em defender o Brasil”, revelou.

Por fim, o jovem Thiago Wild, que fez uma excelente temporada em 2018, conquistando o inédito título do US Open juvenil para o Brasil, e fazendo bons jogos no profissional, também ficou feliz com a convocação.

“Fazer parte da equipe da Davis é sempre muito interessante, o ambiente é bom e a convivência é legal. Eu já faço parte da equipe da Davis há dois anos, mas como jogador será a segunda vez. Como estou começando agora, acho que aos poucos irei me acostumando com o torneio, com o modo dos jogos e irei ganhando espaço na equipe”, avaliou Wild, que foi convocado pela primeira vez em Santo Domingo e participou do Programa Juniors/Pró da CBT, que dá a oportunidade para jovens tenistas acompanharem os profissionais na Copa Davis e em grandes torneios.

Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na Copa Davis. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.

Caso vença a Bélgica, o Brasil garantirá vaga na fase final da competição, na Espanha, entre os dias 18 e 24 de novembro. Em 2019, a tradicional competição terá novo formato com 18 países disputando o cobiçado troféu em Madri, ao fim da temporada, depois do ATP Finals.

Cilic confirma o ponto decisivo sobre a França e o bi da Croácia na Copa Davis

Depois do belo desempenho na sexta-feira, a Croácia confirmou neste domingo o título da Copa Davis, principal conflito entre países do tênis.

No saibro indoor de Lille, na França, os donos da casa até renovaram as esperanças com a vitória nas duplas, no sábado, mas Marin Cilic tratou de encerrar o confronto na primeira partida do domingo.

A equipe da casa alterou seu jogador para o primeiro jogo do dia, colocando Lucas Pouille no lugar do experiente Jeremy Chardy, mas mesmo assim não foi o suficiente. O tênis sólido de Cilic foi responsável por uma vitória em sets diretos, com parciais de 7/6(3) 6/3 e 6/3, confirmando o segundo título dos croatas na História da competição.

“Não é todo dia que você se torna um campeão mundial”, disse Cilic. “Para nós, é um sonho que se torna realidade. Nós somos tão apaixonados, você pode ver que os fãs estão se divertindo. Eu sinto que na Croácia isso vai ser incrível também.” concluiu.

Vale notar que, jogando com o apoio de mais de 20 mil torcedores, a França buscava seu 11º título, na última edição da Copa Davis no atual formato.

Fora de casa, Croácia abre vantagem sobre a França e fica perto do bi da Copa Davis

A Croácia está muito perto do título na última edição, nestes moldes, da Copa Davis, principal torneio entre países do tênis.

Na final contra a França, fora de casa, em Lille, os visitantes mostraram toda a qualidade da sua equipe para abrir vantagem no confronto disputado no saibro indoor.

Na primeira partida do dia, Borna Coric não deu muitas chances ao local jeremy Chardy e venceu em sets diretos, com parciais de 6/2 7/5 e 6/4.

Depois, muita experiência em quadra na partida entre Jo-Wilfried Tsonga e Marin Cilic, que levou a melhor, também em três sets, com parciais de 6/3 7/5 e 6/4.

Agora, com 2 x 0 de vantagem, basta mais uma vitória da Croácia para que o país conquiste seu segundo título da Copa Davis, enquanto os franceses buscam a 11ª conquista.

A definição pode acontecer neste sábado, na partida de duplas, com Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut defendendo a França e Ivan Dodig e Mate Pavic jogando pela Croácia.

França e Croácia decidem a Copa Davis a partir desta sexta, em Lille

Começa nesta sexta-feira a final da Copa Davis, principal competição entre países do tênis, que terá sua última decisão neste formato de disputa.

O local da decisão será o mesmo do ano passado, o Stade Pierre Mauroy, em Lille, na França, local que em 2017 viu os franceses ficarem com o troféu depois de 16 anos, em confronto contra os belgas.

Agora, em 2018, os adversários serão os croatas, em confronto que será disputado no saibro indoor.

Na primeira partida do dia, o local Jeremy Chardy terá pela frente o croata Borna Coric, enquanto Jo-Wilfried Tsonga está escalado pra representar os donos da casa no segundo jogo, diante de Marin Cilic.

Vale lembrar que a França luta pelo seu 11º título, enquanto a Croácia vai buscar o bicampeonato, depois do triunfo em 2005.

Uberlândia sediará confronto entre Brasil e Bélgica pela Copa Davis, em fevereiro de 2019

A cidade de Uberlândia será sede do próximo confronto do  Brasil no Play-off da Copa Davis. Valendo vaga na fase final da competição entre países, o confronto irá ocorrer nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019, contra a Bélgica, no saibro do Ginásio Arena Tancredo Neves, conhecido como Sabiazinho. Com capacidade para 6 mil pessoas, o local já foi palco de grandes eventos, como a decisão da Superliga Feminina de Vôlei 2017/2018.

A solenidade de assinatura de contrato e a coletiva de imprensa foram realizadas na sede da Prefeitura Municipal de Uberlândia, nesta terça-feira (6), com a presença do presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp; do presidente da Federação Mineira de Tênis, François Rahme; do presidente do Praia Clube, Aldorando Dias de Sousa e do prefeito de Uberlândia Odelmo Leão.

“Gostaria de fazer um agradecimento especial ao prefeito Odelmo, ao dr. Aldorando, presidente do Praia Clube, ao presidente da Federação Mineira, François Rahme e ao diretor de tênis Luiz Eugênio, pessoas que se engajaram nesse sonho que hoje começa a se tornar realidade. Outras cidades tinham apresentado interesse em sediar a Copa Davis, como Salvador, Fortaleza, São Paulo, Criciúma, dentre outras cidades”, revelou Westrupp.

A escolha por Uberlândia foi feita em conjunto com a comissão técnica e o capitão João Zwetsch, que está acompanhando o atleta Thiago Wild no Uruguai, e por isso não pôde comparecer ao evento.

“Nós da comissão técnica conversamos e pensamos que essas seriam as melhores condições para jogarmos: quadra de saibro, bola mais lenta, quadra coberta, com um pouquinho de altitude para não deixar o jogo tão lento também. Condições muito parecidas com o Ibirapuera, no Brasil Open, que é onde todos nossos jogadores se sentem bem jogando. A ideia era essa, deixar as condições mais adequadas para enfrentarmos a Bélgica na melhor das possibilidades”, explicou o capitão João Zwetsch.

Todas as informações e os detalhes de ingressos para este confronto em Uberlândia serão anunciados até o dia 15 de novembro.

Cidade do Triângulo Mineiro já tem tradição no tênis

Uberlândia já está acostumada a receber grandes eventos de tênis. Nos últimos quatro anos, a cidade do Triângulo Mineiro sediou o Brasileirão Infantojuvenil da CBT e a Copa das Federações, que mobiliza mais de 1 mil atletas durante duas semanas de disputas no Praia Clube.

“Muitas pessoas não sabem, mas Uberlândia já sedia o maior torneio infantojuvenil da CBT há quatro anos, juntamente com o Praia Clube e a Federação Mineira. Mais de 1 mil crianças, que são o futuro do nosso tênis, da nossa sociedade, passam por Uberlândia uma vez ao ano”, ressaltou o presidente da CBT.

O último confronto do Brasil em casa, em 2016, também foi em Minas Gerais, quando a equipe brasileira venceu o Equador, em Belo Horizonte. Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na competição. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.

“Há três anos não tínhamos a oportunidade de jogar a Copa Davis em casa. Será uma revanche, no bom sentido, contra a Bélgica, para quem perdermos em Ostend, em 2016. Mas tenho certeza que, com essa união de Uberlândia, todos os torcedores e o ginásio Sabiazinho lotado, nossa equipe vai estar ainda mais motivada a ganhar e se classificar para a Copa do Mundo, que será realizada no final do ano que vem”, projetou Westrupp.

Foto: Secom/Prefeitura de Uberlândia

Brasil encara a Bélgica em casa, na nova Copa Davis, em fevereiro de 2019

Em sorteio realizado nesta quarta-feira, o Brasil conheceu seu adversário na rodada eliminatória da nova Copa Davis, em 2019.

A equipe brasileira terá como adversário a equipe da Bélgica, que pode ser liderada por David Goffin, já que o belga costuma marcar presença nos confrontos de Copa Davis.

Como na última vez em que se enfrentaram o confronto foi realizado na Bélgica, essa disputada, marcada para fevereiro do ano que vem, será em território brasileiro.

Vale destacar que, futuramente, a Confederação Brasileira vai divulgar a sede e o piso do confronto que terá jogos em melhor de três sets.

Os vencedores estarão classificados para fase a final, que será disputada no piso duro, em novembro, em Madri, na Espanha.

EUA igualam confronto, mas Coric dá ponto decisivo aos croatas, que encaram a França na final da Davis

Está definida a grande final da Copa Davis, principal competição entre países do tênis e que pela última vez é disputada neste formato.

A primeira classificada neste final de semana foi a França, atual campeã, que depois de abrir 2×0 na sexta-feira, fechou o confronto já no sábado, com a vitória de Julien Benneteau e Nicolas Mahut sobre Marcel Granollers e Feliciano Lopez, por 3×0.

No domingo, só cumprindo tabela, Albert Ramos bateu Richard Gasquet e Marcel Granollers venceu Nicola Mahut, definindo o confronto em 3×2 para os francês, donos da casa.

No outro confronto, muito mais equilíbrio, depois do que parecia ser mais tranquilo quando os croatas abriram 2×0 sobre os norte-americanos na sexta-feira.

No sábado, uma vitória do time visitante pra diminuir a vantagem, com Mike Bryan e Ryan Harrisson passando por Ivan Dodig e Mate Pavic por 3×2.

No domingo, Marin Cilic não confirmou o favoritismo e levou uma virada em quatro sets de Sam Querrey, que empatou o confronto e levou pro quinto e decisivo ponto.

Borna Coric e Francis Tiafoe fizeram um jogo nervoso, equilibrado, com chances pros dois lados, mas que acabou com um triunfo de virada do time da casa, com vitória por 3×2 no jogo e no confronto.

Campeã em 2005 e vice em 2016, os croatas terão que buscar o bicampeonato fora de casa, já que o mando será dos franceses, que já possuem 10 títulos do torneio.

Franceses e croatas abrem vantagem e podem garantir final da Davis neste sábado

Croácia e França estão muito perto da final da Copa Davis, principal competição entre países do mundo do tênis.

Nesta sexta-feira, a França, atual campeã, jogando em casa, no piso duro de Lille, não deu chances ao time da Espanha – sem Nadal – e abriu 2×0.

Primeiro, com Benoit Paire, que anotou um consistente 3×0 sobre Pablo Carreno Busta. Depois, Lucas Pouille foi ao 5º set pra superar Roberto Bautista-Agut.

Com isso, os franceses terão a chance de fechar o confronto neste sábado, na partida de duplas em que terão como representantes Julien Benneteau e Nicolas Mahut, enquanto os espanhóis terão Marcel Granollers e Feliciano Lopez.

No saibro de Zadar, na Croácia, o time dá casa se impôs diante dos Estados Unidos e também abriu 2×0, começando com Borna Coric, em vitória por 3×0 sobre Steve Johnson. Depois, Marin Cilic anotou o mesmo placar sobre Francis Tiafoe.

Com isso, os croatas, com Ivan Dodig e Mate Pavic, podem garantir a vitória neste sábado, mas terão pela frente a dupla formada por Mike Bryan e Ryan Harrisson.

A Copa Davis como nós conhecemos acabou. Surge uma nova competição.

Princípio de 1997, Copa Davis, Brasil e Estados Unidos em Ribeirão Preto. Brasil ainda liderado por Paulo Cleto. Guga ainda não tinha vencido Roland Garros. Os Estados Unidos eram os todos poderosos do tênis. Agassi viria ao Brasil. Não veio, mas o confronto não perdeu a importância, com Jim Courier presente.
Escolhemos aquele evento para lançar a Tennis View.


Que ambiente foi criado na terra de Roberto Jábali. Um calor de derreter sola de tênis – literalmente – a imprensa estrangeira presente, mas principalmente muito, muito público.
Não foi a minha primeira experiência em Copa Davis, mas uma das mais marcantes.
Já trabalhava com o Guga, embora não full time e lá estava eu fotografando, escrevendo releases e lançando a Tennis View.
Essa situação hoje não aconteceria mais.
A Copa Davis que assim conhecemos, morreu.
Nasce uma outra competição, aprovada hoje em eleição na Assembléida ITF, em Orlando, que pretendem continuar chamando de Copa Davis, a Copa fundada por Dwight Davis 118 anos atrás, mas que perdeu o espírito de confrontos em casa e no terreno do adversário.
Confrontos que traziam estrelas que jamais imaginávamos ver por aqui, para competir.
Na Era Guga, vimos Courier, vimos Lleyton Hewitt e Patrick Rafter (lembram da Davis em Floripa?), vimos os franceses de Guy Forget, um Robin Soderling top 10 e muitos outros.
E isso acontecia em outros países sem Grand Slam ou Masters 1000 onde a presença das maiores estrelas do tênis mundial é rara.


Muita gente teve o primeiro contato com o tênis numa dessas Davis.
Emoções que perspiravam em uma Davis, não acontecerão novamente.
Lembro de entrevistar muito tenista em começo de carreira e deles dizerem que o sonho era representar o Brasil na Copa Davis.
Não acho que o sonho exista mais. A Davis por aqui, há muito tempo no Zonal Americano, não atrai tanta atenção.
Os tenistas talvez nem saibam o que é a emoção de jogar em uma arena lotada, enfrentando os melhores do mundo na sua casa.
Talvez nem se interessem mais.
O mundo mudou. O tênis mudou e o formato que existirá até o fim deste ano era inviável de ser mantido.
Com tanto dinheiro em jogo, o esporte cada vez mais profissional, se dedicar 4 semanas do ano a esta competição, ano após ano, era difícil e muito mais quando se tinha que jogar logo depois de um Grand Slam em um outro piso e em outro continente para ainda na sequência trocar novamente de piso.
Talvez se as estrelas do circuito, o Big Four, não fossem tão essenciais para o esporte, não brilhassem mais do que o próprio esporte e tivessem tempo e energia para competir anualmente pela Saladeira de Dwight Davis, a competição como conhecemos tivesse sobrevivido.
Mas ela morreu.
É um dia melancólico.
Mas, aprendemos que devemos estar abertos a mudanças. O esporte evoluiu e por muitos anos pequenos ajustes que poderiam ter sido feitos (sempre fui a favor de dar bye para os finalistas do ano anterior, de limitar um pouco mudanças de piso, de reduzir as fases iniciais, pelo menos no 1o. e no 2o. dia par 3 sets), não foram. A Davis ficou para trás e agora talvez tenha ido para frente de mais.
Mas, temos que encarar os fatos, aceitar que a mudança ocorreu – independente da maneira que foi – e esperar para ver se vai ser bom ou não para o esporte.
A resposta é difícil, especialmente se a ATP e a ITF não se unirem para não competirem entre si.
No entanto, a única opção que temos agora é dar um voto de confiança para este novo torneio que foi criado hoje.

Saiba mais neste link sobre o novo formato da Copa Davis, ou melhor a nova competição que se chamará Davis.

Diana Gabanyi

Em volta triunfal de Nadal, Espanha bate Alemanha e vai à semi da Davis. EUA, Croácia e França também passam

Estão definidas as semifinais do Grupo Mundial da Copa Davis,  maior torneio entre nações do tênis, depois dos jogos deste domingo.

Os Estados Unidos garantiram sua vaga ainda no sábado, depois da vitória nas duplas com Jack Sock e Ryan Harrison, e seguem em busca do 33º título do torneio no qual são os maiores campeões.

Neste domingo, a Croácia foi definida como adversária dos norte-americanos, depois do triplo 6/1 de Marin Cilic sobre Mikhail Kukushkin.

Em retorno memorável de Rafael Nadal, que venceu seus dois jogos de simples, sendo o de domingo em sets diretos sobre o alemão Alexander Zverev.

Depois, acompanhou a luta de David Ferrer, que foi ao 5º set pra bater Philipp Kohlschreiber, garantindo a virada espanhola pra enfrentar a França, que passou pelos italianos, fora de casa.