Wimbledon: Djokovic estreia contra alemão. Federer enfrenta Hanescu

Nesta sexta-feira, foi sorteada a chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama.

Nº 1 do mundo e campeão da edição de 2011, o sérvio Novak Djokovic faz sua primeira partida na competição contra o alemão Florian Mayer, nº 33 do ranking da ATP.

Vice-campeão no ano passado, o britânico Andy Murray será o cabeça de chave nº 2 e seu adversário na estreia é o alemão Benjamin Becker.

Com sete títulos do torneio e terceiro favorito da chave, Roger Federer enfrenta na estreia o romeno Victor Hanescu, enquanto o espanhol David Ferrer, cabeça 4, joga contra o argentino Martin Alund.

Rafael Nadal será o cabeça 5 e terá como adversário na estreia o belga Steve Darcis.

Semifinalista do torneio nas duas últimas edições, o francês Jo-Wilfried Tsonga será o cabeça 6 e enfrenta na estreia o belga David Goffin, enquanto o tcheco Tomas Berdych, cabeça 7, joga contra o eslovaco Martin Klizan.

O Juan Martin Del Potro é o oitavo favorito da chave e sua primeira partida será contra o espanhol Albert Ramos.

Para conferir a chave completa, clique aqui.

Fotos: Cynthia Lum

Federer conquista o hexa em Halle e se torna o 3º jogador com mais títulos na história

Neste domingo, o suíço Roger Federer conquistou seu primeiro título na temporada ao bater o russo Mihkail Youzhny, na final do ATP 250 de Halle, na Alemanha, que é disputado na grama e serve como preparação para Wimbledon.

Apesar do retrospecto de 14×0 favorável a Federer nos duelos contra o russo, a partida não foi fácil e o suíço precisou de uma boa virada para conquistar o hexacampeonato do torneio alemão. No fim, vitória com parciais de 6/7(5) 6/3 e 6/4.

Essa foi sua primeira conquista desde o Masters 1000 de Cincinnati, no ano passado, quando venceu Novak Djokovic na final.

Foi também o 77º título da carreira de Federer, que dessa forma se igualou norte-americano John McEnroe como terceiro jogador com mais títulos ao longo da carreira.

Eles ficam atrás de Jimmy Connors (109) e Ivan Lendl (94).

Foto: Gerry Weber Open

Eles já estão de branco

O laranja do saibro já ficou para trás e as cores dos vestidos e shorts e camisetas dos tenistas também.O verde é o pano de fundo, com as quadras de grama e como manda a tradição de Wimbledon, a roupa é branca.

Sharapova Wimbledon Nike

A Nike já revelou o que os tenistas vestirão, com destaque para as linhas de Maria Sharapova e Roger Federer.

Roger Federer Nike WimbledonA russa, o suíço e Rafael Nadal tem linhas de roupa com os nomes dos mesmos. O vestido de Sharapova se chama Nike Premier Maria Flounce, a camiseta de Federer, Nike Premier RF Crew e a de Nadal, Nike Premier Rafa Crew.

SWilliams_WimbledonNadal Nike Wimbledon Del Potro wimbledon

Apesar de ser a atual campeã, Serena não tem um vestido com seu nome e o Nike Printed Flounce Knit Dress é bem diferente de Sharapova.

Li Na e Juan Martin del Potro também aparecem em destaque na coleção da fabricante americana.

Nos próximos dias, mais looks devem ser revelados pelas outras marcas esportivas.

Diana Gabanyi

Existe palavra para descrever o feito de Rafael Nadal em Roland Garros?

Hoje li sobre o “Emotionary,” um dicionário de emoções que tenta colocar em palavras sensações que não conseguimos descrever. Fiquei pensando que palavra descreveria a conquista dos oito títulos de Roland Garros de Rafael Nadal. Ao derrotar David Ferrer por 6/3 6/2 6/3 ele entrou para a história novamente como o único tenista a vencer o mesmo Grand Slam oito vezes.

Nadal French Open 2013

Seria “Dreamedible” – sonho incrível? Procurei no dicionário algumas palavras e me deparei com Incredulation, com a explicação de empolgação com a surpresa de algo que você duvidava, ou não achava que fosse conseguir, saia muito bem. Essa palavra poderia se adaptar mais ao técnico e tio de Rafael, Toni Nadal. Antes mesmo dos pontos finais ele já estava de pé nas tribunas dos “jouers”em Roland Garros.

Nadal, em vez do “excitement”em excesso, ou dos pulos que costumam dar as irmãs Williams e Jo-Wilfried Tsonga, se emocionou. Lágrimas quase correram dos olhos dele quando o hino espanhol tocou e ele segurava, ou melhor, abraçava o “Trophee des Mousquetaires.”

A emoção vem, principalmente, pelas dificuldades que acometeram a carreira dele há quase um ano. Depois do sétimo título em Roland Garros, Nadal foi jogar em Halle. Perdeu nas quartas-de-final para Philip Kohlschreiber e partiu em direção a Wimbledon. Mesmo com dores no joelho não quis desistir do Grand Slam britânico. Mas, foi eliminado na segunda rodada por Lukas Rosol.

Quem imaginaria que daquele final de julho, Nadal só voltaria a jogar em fevereiro deste ano?

Ele passou quase oito meses fora das quadras. Tantas dúvidas passaram pela cabeça dele e do seu staff que Toni Nadal interrompeu uma entrevista em Roland Garros, na sexta-feira, de tanto que chorava de emoção.

Nadal Roland Garros 2013

Mesmo a retomada das competições não foram fáceis. Nadal resolveu jogar os torneios da América Latina, no saibro, contra jogadores desconhecidos para ele e estruturas de evento bem menores às que ele está acostumado. Sofreu nos dois primeiros eventos, em Viña del Mar e em São Paulo. Mas, mesmo assim, foi vice no Chile e campeão no Brasil. Foi para Acapulco já jogando melhor e ganhou do mesmo David Ferrer na final.

Pensou em não jogar em Indian Wells, mas se sentia bem e foi para a quadra rápida californiana. Muitos achavam que ele não teria o mesmo resultado que nos torneios de saibro. Se enganaram. Ele foi campeão.

Sabiamente descansou por algumas semanas e foi jogar em Monte Carlo, o seu primeiro grande torneio no saibro. Perdeu a final para Novak Djokovic e de lá em diante não perdeu mais. Ergueu trofeus em Barcelona, Madri, Roma e neste domingo em Roland Garros.

Foram quatro títulos seguidos e em Roland Garros são 8 “Trophee des Mousquetaires” em 9 participações. Apenas uma derrota – para Robin Soderling em 2009.  São 59 vitórias, uma a mais do que Roger Federer e Guillermo Vilas.

Que palavra usar para descrever este fenômeno? Quando ganhou três Roland Garros achávamos que era algo incrível. Olhávamos para os recordes de Borg e achávamos que ninguém alcançaria tal patamar, 6 títulos em Paris. Mas Borg já ficou para trás. A terra de Roland Garros é dele, 100% dele, 8 vezes dele, de Rafael Nadal.

Entre os campeões de Grand Slam, Nadal também só vai aumentando a sua coleção. Quando Sampras ultrapassou o recorde de Roy Emerson (12) e chegou à marca de 14 títulos de Grand Slam, também pensávamos que ninguém alcançaria este número. Roger Federer já está no trofeu número 17 e Nadal agora tem 12.

Alguém duvida que ele possa chegar lá?

Diana Gabanyi

Foto Nadal vibrando: Cynthia Lum

Tsonga faz a França sonhar

Há 30 anos a França espera um novo campeão de Roland Garros. Este ano em especial, quando o Grand Slam francês comemora as três décadas da vitória de Yannick Noah, o assunto não saiu das manchetes desde antes do torneio começar. E agora Jo-Wilfried Tsonga está a dois jogos do Trophée des Mousquetaires.

Hoje quando cheguei em Roland Garros a ideia era escrever sobre a loja, o museu e outras coisas off court, mas com tamanha euforia e agora tão perto de fazer história, não dá para ignorar que a França toda se volta para Tsonga. Desde a entrada pela porta Marcel Bernard, de manhã, já percebi o ambiente do torneio completamente diferente dos outros dias. Dia de quartas-de-final, menos pessoas pelo complexo nas primeiras horas do dia – os jogos começavam apenas às 14h. Com partidas em poucas quadras, menos gente circulando e um zum zum zum no ar, na sala de imprensa, nas cabines de televisão, na sala dos jogadores, sobre uma possível vitória de Tsonga diante de Federer.

A imprensa toda francesa deu destaque para o número do país, como vem dando há muito tempo. Outro dia, conversando com o pessoal da ATP, no Centre de Presse, vi um monte de jornalistas chegando que nunca havia visto e perguntei quem eram. A imprensa francesa para a coletiva de Tsonga. A imprensa francesa não especializada, de notícias diárias, até não esportivas, esperando por uma nova glória em Porte D’Auteil.

O ambiente na quadra estava eletrizante, ou melhor, arrepiante. Foi o primeiro dia que vi todos os lugares tomados e com o sol, a imagem da Philippe Chatrier, fica ainda mais bonita. Homens e mulheres, elegantemente vestidos, usando o chapéu panamá para vivenciar o inédito. Até os lugares reservados aos jogadores do torneio para assistir a partida estavam lotados.

Antes mesmo do jogo terminar, nos últimos games, as pessoas já estavam aplaudindo de pé cada ponto vencido por Jo-Wilfried Tsonga.

E quando terminou, com vitória por 75 63 63, Tsonga pulou, rodopiou em quadra e o público aplaudiu e ficou em quadra, como se não estivesse acreditando que um francês acabara de derrotar Roger Federer e avançar à semifinal.

Foi uma das minhas maiores vitórias. É Roland Garros, na quadra central e ainda ganhando do Federer. Com certeza ninguém esperava isso de mim no passado. O torneio ainda não acabou. Espero que tenha mais. Mas ainda não posso fazer a festa, gritar e sair comemorando.”

Nos últimos 15 anos, houve jogador francês na semifinal apenas três vezes. Em 1998, com Cedric Pioline, com muito mais cabelo do que vemos hoje nas entrevistas em quadra; Sebastien Grosjean, em 2001 e Gael Monfils, em 2008.

O último jogador francês a disputar uma final em Paris foi Henri Leconte, há 25 anos e ele foi derrotado pelo tenista que perdera a final para Noah, em 1983, Mats Wilander.

Tsonga hoje com 28 anos, mais maduro do que quando disputou a sua única final de Grand Slam no Australian Open, há cinco anos, tem a chance de virar herói nacional, de, como eles gostam de falar, “basculer”a França e sabe disso.  Quando Noah venceu, a loucura foi tanta que ele teve que se mudar para Nova York para viver mais tranquilamente. Chegou a passar por um período de depressão depois de tamanha euforia.

E Tsonga, tanto sabe da importância deste momento, que se preparou para este momento. Há alguns meses, depois de um período sem técnico, contratou o australiano Roger Rasheed. Tirou o gluten da dieta, emagreceu e quando Roland Garros chegou entendeu que apesar de ser o seu torneio, na sua casa, entendeu que tinha que jogar para si próprio.

Ontem, em vez de treinar em Roland Garros e ficar no meio do burburinho, com todos os olhos dos franceses, da FFT, dos técnicos, dirigentes, jogadores, público e imprensa, voltados para ele, foi treinar no Tennis Club de Paris, com um juvenil local.

Com muita calma e maturidade bateu um papo mais longo do que o tempo de treinamento com o jornal L’Equipe e parecia saber exatamente o que fazer .

“ Entrar nas disputas do ponto com ele, nas trocas de bola é difícil, mas é essencial. Ele dá um ace aqui, um winner lá e você não toca muito a bola. Mas, entrar na disputa é o que ele menos gosta e preciso levá-lo a esse ponto.”

E foi o que Tsonga fez. Apesar de não ter jogado bem, Federer deu todo o crédito para o francês. “Estou triste pelo jogo e pela maneira com que joguei. Tentei resolver a situação em quadra, mas ele simplesmente foi melhor.”

Para igualar o resultado de Henri Leconte, em 1988 e chegar à final, Tsonga terá que passar por David Ferrer, que assim como ele não perdeu nenhum set até agora em Roland Garros e diferentemente dele, nunca disputou uma final de Grand Slam.

“Ele ganhou de mim algumas vezes. Espero um jogo duro, mas estou em boa forma e vou fazer o meu melhor e ver como me saio. Vou para quadra com um objetivo e 100% das minhas possibilidades. Tenho que ficar concentrado e manter a minha rotina, fazer o que venho fazendo desde o início do torneio.”

Roland Garros: Tsonga vence Federer e Ferrer passa por Robredo. Nadal e Djokovic jogam na quarta

A primeira semifinal da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, foi decidida nesta terça-feira, com a realização dos primeiros jogos das quartas de final.

No confronto mais esperado do dia, o francês Jo-Wilfried Tsonga, esperança da torcida local no torneio, fez uma grande partida, não deu chances ao suíço Roger Federer e conseguiu uma grande vitória por três sets a zero, com parciais de 7/5 6/3 e 6/3.

Essa já é a melhor campanha do francês no Grand Slam parisiense. No ano passado, ele parou nas quartas de final.

No outro jogo do dia, o espanhol David Ferrer atropelou o compatriota Tommy Robredo, cedendo apenas 4 games e fechando a partida com parciais de 6/2 6/1 e 6/1. Ele será o adversário do francês na semifinal.

A outra semifinal será definida nesta quarta.

Na primeira partida do dia, o espanhol Rafael Nadal, heptacampeão do torneio, enfrenta o suíço Stanislas Wawrinka. Logo depois, o sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo, tem pela frente o alemão Tommy Haas.

Roland Garros: Wawrinka vence Gasquet. Nadal e Djokovic passam. Quartas começam na terça

Estão definidas as quartas de final da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Nesta segunda-feira, o sérvio Novak Djokovic precisou virar contra o alemão Philipp Kohlschreiber e fechou a partida em quatro sets, com parciais de 4/6 6/3 6/4 6/4.

O adversário do nº 1 do mundo nas quartas será o alemão Tommy Haas, que atropelou o russo Mikhail Youzhny, vencendo a partida em sets diretos, com parciais de 6/1 6/1 e 6/3.

Outra partida das quartas será entre o espanhol Rafael Nadal, aniversariante desta segunda (completou 27 anos), que bateu o japonês Kei Nishikori por 6/4 6/1 e 6/3, e o suíço Stanislas Wawrinka, que venceu o grande jogo do dia, depois de lutar por 5 sets contra Richard Gasquet e a torcida francesa, conquistando a vitória com parciais de 6/7(5) 4/6 6/4 7/5 e 8/6.

Quartas começam nesta terça

Os dois primeiros jogos das quartas de final serão disputados nesta terça-feira.

O jogo mais esperado do dia será entre o suíço Roger Federer e o francês Jo-Wilfried Tsonga, que segue como única esperança da torcida da casa no torneio.

O outro jogo do dia será entre os espanhóis David Ferrer e Tommy Robredo.

Ferrer busca igualar a campanha do ano passado, quando parou apenas na semifinal, seu melhor resultado no Grand Slam francês, enquanto Robredo busca manter a sequência de grandes vitórias, já que nos últimos três jogos saiu de uma desvantagem de dois sets para virar a partida.

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Foto: Cynthia Lum

Federer, o engraçadinho

Federer sempre foi gentleman, desde o início da carreira. Suas entrevistas sempre foram longas e em três línguas – inglês, francês e suíço alemão. Mas, de uns tempos para cá o suíço ficou engraçadinho também.

Primeiro achei que fosse somente em eventos de patrocinadores, em exibições, quando não há pressão, concentração e é hora de aproveitar mesmo. Não é não. Faz um tempo já que nas entrevistas em quadra ele está descontraído e nas coletivas também. Acompanhei praticamente todas dele em Roland Garros e reproduzo aqui partes da de ontem, após a vitória  de número 900 sobre Gilles Simon para mostrar que entre as respostas sérias e longas, ele está toda hora fazendo uma gracinha.

Q.  36 consecutive Grand Slam quarterfinals.  I was wondering how this achievement, in your opinion, ranks compared to the others that you have had?

ROGER FEDERER:  Well, I was asked on court.  I’m not going to say something totally different to you guys than to all the people, but I guess this is maybe a record I look back on when I’m not playing anymore, and go like, That was incredible that I was able to achieve this.  Because this isn’t just a one‑week thing or one‑year thing.  This is such a long period of time that I had to fight through matches like the one, for instance, here today.

The number is unbelievable.  I probably would have been happy with one at one point in my career, when I was younger and eventually you raise the bar and say, Okay, hopefully I can reach my first semifinals, like in 2003 at Wimbledon.  I went on to win the tournament, and the rest we know.

It’s been an amazing run, and I’m happy I’m still on it.

Q.  You were laughing when Gilles made his speech on center court.  Did he say something particularly funny for those who didn’t hear it and don’t know what he said?

ROGER FEDERER:  What did he say?

Man, I guess he mentioned something like he obviously hopes he can beat me sometime.  He was right, you know.  (Laughter.)

He’s not going to stand there like saying, I hope I’m not going to lose next time.  It’s very uncomfortable.  The other guy is sitting there.  I guess that’s what it was.  Maybe there was something else which now I forgot.  Too many things happened in the last hour.

Q.  You’re looking very fresh.  Actually, doesn’t look like you played five sets.

ROGER FEDERER:  Thank you.  You look great, too.  (Laughter.)

Q. Thanks.

ROGER FEDERER:  For watching a match of five sets.  Did you take a shower?  (Laughter.)

Q. These boring interviews, we have to get you guys to loosen up a bit.

ROGER FEDERER:  I’m happy you did.

Q.  As far as longevity goes ‑ and one would love to see you play forever because you’re such a fantastic player.

ROGER FEDERER:  Well I may not, but hopefully for a long time, yes.

Q.  36 quarters is an incredible accomplishment.  A big number.  Among all those quarterfinals, could you possibly pick out one or two that were particularly important or particularly meaningful in all of those?

ROGER FEDERER:  The quarterfinal match itself then

Q.  Yes.

ROGER FEDERER:  God.  (Laughter.)

How much time do you give me?  Let me think.

I guess two that come to mind ‑‑ I don’t know.  I guess part of the streak.  It was maybe the first one in ‑‑ because I lost first round at the French in ’03 and then made the quarters at Wimbledon ’03, and then beat Sjeng Schalken, I think, on Court 2.

That was the first time for me to make it to a semis.  He was injured.  He couldn’t move very well.  He had a foot problem, I remember.  And I wasn’t happy he had that, but I was happy he wasn’t the Sjeng Schalken I knew he could be on the grass.

That was for me a particularly big one for me to give myself an opportunity to play Roddick in the semis.  I won Halle he won Queen’s, and I won that to go on and win.

So that one stands out for me.  But then ‑‑ I don’t know if that was the quarters, but I think it was ‑‑ against Agassi at the US Open.  I don’t know if the wind match ‑‑ was that a semis?  Anyway, so then I guess it’s just the Wimbledon match.

Otherwise if that was the quarters, that was an important one for me in my life.

Q.  It was a madhouse out there.  The volume of sound, that was incredible.  You were walking around behind the court in between points.  What are you saying to yourself, and can you get lost in your own head at that point and just forget everything?

ROGER FEDERER:  Yeah, I thought it was very fair.  I said it on the court, too.  But today definitely reminded me what Simon’s first name was.  I heard that throughout the entire match.  But I enjoyed it.

It’s always nice being part of an atmosphere like the one we had tonight, and you always look forward to those kind of matches.  You know, while you’re walking in the back you tell yourself that’s exactly why I work hard for; I’m going to be strong, stronger than him; I’m going to be good here; I’m going to fight and leave everything on the court.

That’s what I guess I was telling myself at times, as well.

(Pergunta do Felipe Andreoli – CQC) Q.  They already asked you about your physical, and we were worried about your back.  I want to know, how is your back, and if it hurts, I could do a massage because we want to see you at the finals.

ROGER FEDERER:  Right, right.  No, my back is good.  I’m happy it’s good so you don’t have to touch me.  (Laughter.)

Good to see you again.

Q.  I wonder what you thought of Tommy Robredo’s exploits in this tournament, winning three matches in concession from two sets to love down, a player over 30 who probably we have all been saying should have retired long ago.  You know what that’s like.  Doing that, how big of an achievement is that?

ROGER FEDERER:  I think it’s amazing, really.  I did see Tommy as well in Sao Paulo, so for me I was happy to see him back on tour.  He was injured for some time.  I have known him, man, since I was 15 maybe, so we go way back.  He was always one of the top juniors, as well.

So on tour we were very friendly.  I don’t quite know how it is to come back from injury, to be honest.  I know how it is to come back from two sets to love, and that is a big deal.

So the combo of him doing that three times consecutively at probably his most favorite tournament in the world, yeah, amazing achievement.  And, yeah, couldn’t be happier for the guy, really.

Q.  And what was the words that you heard in the audience that affected you?  I mean, I heard one that shocked me.  It was, Roger give me your genetic pool.

ROGER FEDERER:  It’s difficult really to pick out those sort of words ‑ it has to be cried out when everything else is tranquil in the stadium ‑ unless you’re sitting right next to the chap who’s saying it.

I mean, I hear basic things, if you like, but sometimes it’s true that you can pick out, I don’t know, maybe it’s a ball boy or, you know, people say, Roger, you know, Go for it, Roger.  You pick up on that.

It’s nice, those little messages of encouragement there just to help you.

Foto de Roger Federer: Cynthia Lum

Diana Gabanyi

Roland Garros: Djokovic e Nadal estão nas oitavas. Tsonga, Federer e Ferrer jogam no domingo

Era grande a expectativa para o jogo entre o sérvio Novak Djokovic e o búlgaro Grigo Dimitrov, pela terceira rodada de Roland Garros, mas o nº 1 do mundo não deu chances e venceu a partida em sets diretos, com parciais de 6/2 6/2 e 6/3.

O espanhol Rafael teve um pouco mais de dificuldades contra o italiano Fabio Fognini, fez três sets equilibrados, mas o heptacampeão do torneio fechou a partida com parciais de 7/6(5) 6/4 e 6/4.

O alemão Tommy Haas precisou de 5 sets para vencer o norte-americano John Isner por 7/5 7/6(4) 4/6 6/7(10) e 10/8, enquanto o suíço Stanislas Wawrinka venceu o polonês Jerzy Janowicz por 6/3 6/7(2) 6/3 e 6/3.

Oitavas de final começam neste domingo

Os primeiros jogos das oitavas de final serão disputados neste sábado e o grande destaque do dia será o confronto entre o suíço Roger Federer e o francês Gilles Simon, que deve contar com bom apoio da torcida.

Outro francês em quadra será Jo-Wilfried Tsonga, que joga contra o sérvio Viktor Troicki. Também para o sábado está marcado o confronto entre os espanhóis Nicolas Almagro e Tommy Robredo, além da partida entre o sul-africano Kevin Anderson e o espanhol David Ferrer.

Para conferir todos os resultados deste sábado, clique aqui.

Para conferir a programação deste sábado, clique aqui.

Foto do banner (Tsonga): Cynthia Lum

Foto do texto (Djokovic): FFT

Roland Garros: Djokovic e Dimitrov vencem e se enfrentam na 3ª rodada. Nadal, Federer e Ferrer jogam na 4ª

Mais uma vez, a chuva acabou atrasando a programação de Roland Garros e alguns jogos foram adiados para esta sexta-feira, inclusive o de Rafael Nadal contra o eslovaco Martin Klizan.

Dos jogos que foram realizados, destaque para a vitória do sérvio Novak Djokovic, que não deu chances ao argentino Guido Pella, cedeu apenas 4 games e fechou a partida com parciais de 6/2 6/0 e 6/2. Seu próximo adversário será o búlgaro Grigor Dimitrov, que bateu o local Lucas Pouille, anotando 6/1 7/6(4) e 6/1.

Quem também passou para a 3ª rodada foi o japonês Kei Nishikori, que venceu o esloveno Grega Zemlja por 6/1 5/7 6/1 e 6/4. O italiano Fabio Fognini também precisou de 4 sets para superar o tcheco Lukas Rosol, fechando a partida por 6/2 7/6(3) 6/2 e 6/1.

Benoit Paire foi o francês vitorioso do dia. Ele bateu o polonês Lukasz Kubot por 7/6(2) 6/2 e 6/4.

Nadal, Federer e Ferrer em ação na sexta

Além da partida entre Nadal e Klizan, a sexta –feira também vai contar com a partida entre o francês Julien Benneteau e o suíço Roger Federer.

Destaque também para o duelo entre os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Jeremy Chardy. Outro francês que joga na sexta é Richard Gasquet, que encara o polonês Michal Przysiezny .

Cabeça de chave nº 4, o espanhol David Ferrer enfrenta o seu compatriota Feliciano Lopez.

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Foto: FFT